O Grande Gatsby

O Grande Gatsby
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Resenhas - O Grande Gatsby


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sarinha.nishikawa 16/02/2016

Não me fez refletir tanto quanto eu queria....
Talvez, na época em que foi escrito onde era o início da época frivola, muito parecida igual a que estamos atualmente, porém, em muita maior escala. Li o livro com grande expectativa por ser um clássico a que todos os filmes que tentam trazer um mínimo de conhecimento literário, comentam sobre.

Não li resenhas nem resumos, peguei o livro da edição de capa vermelha sem nenhuma descrição sobre a história. Achei a escrita fácil e tranquila de se ler, porém, não consegui imaginar tantas extravagâncias como se vê no filme. Mas, como muitos comentam, não achei que esse livro se tratava de uma critica para a época futil e gastadora. Porque, oras, gastar dinheiro tanto pro americano como para nós brasileiros é super ok. Tanto que isso continua até hoje. Mas vejo uma critica mais interna: Como gatsby poderia ter tantos conhecidos e mesmo assim ninguem o conhecer? Como todos poderiam honrá-lo mas depois esquecê-lo tão facilmente? Como as pessoas se envolvem com outras pessoas pelos seus próprios interesses e depois é como se nada tivesse acontecido?

Mas acho que o ator se conectou mais com o triangulo amoroso que não foi lá aquelas coisas, depois da metade do livro, tudo se passou tão rápido, parece-me que as críticas do ator deveriam ter sido mais exploradas, o psicológico de cada personagem.

Não sei também se busquei no meio do livro uma história de amor mais empolgante, porque o enredo anterior não estava me empolgando tanto e porque atualmente é uma critica realizada sempre... Como disse no começo, no ano que foi escrito deveria ter sido um grande choque. Ou não.
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Mica 11/02/2016

Sobre sonhos
Logo no início da obra o narrador nos traz algo sobre sua própria personalidade "antes de julgar alguém, lembre-se que o mesmo não teve os seus mesmos privilégios", desta forma, Nick Carraway, o narrador, procura se manter distante das suposições acerca de seu misterioso vizinho, Jay Gatsby!
Gatsby possui uma majestosa casa em uma região de milionários na cidade de Nova York (?). O ricaço Gatbsy costuma promover festas badaladas, regadas a muita bebida e comida, no qual são frequentadas por diversas pessoas mesmo estas não sendo formalmente convidadas. Nisto, o nosso narrador recebe um convite para ir a uma dessas festas e nesta mesma oportunidade conhece o então misterioso Gatsby, daí em diante, tornam-se amigos e todo o romance se desenrola! O enredo é muito bem delineado, desde a forma como se dá a construção dos personagens até o envolvimento destes com o clima detalhado pelo narrador, explico: a cada etapa da história o autor procurou associar com os detalhes do clima, se está quente, espere o clímax do livro etc.
"O grande gatsby" trata sobre amor, no entanto, acredito que dois pontos se destacaram ainda mais na história, o primeiro, gira em torno dos nossos sonhos e o quanto de expectativa devemos depositar nas pessoas que amamos, quanto tempo devemos acreditar nos nossos sonhos? Valem nossa vida? Nosso esforço?
E, o segundo ponto, gira em torno da crítica feita por Fitzgerald sobre a sociedade estadunidense em suas futilidades e extravagâncias!
Vale a pena a leitura! É um clássico da literatura universal.
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Thami 29/01/2016

O Grande Gatsby

O Grande Gatsby é narrado por Nick, o homem que foi fiel a seu amigo Gatsby até o fim. Nick conhece Gatsby depois de se tornar vizinho dele. Ele passa algumas noites observando o intenso movimento de carros que chegam e saem a todo momento das festas dadas na grande mansão. Um dia ele é convidado a participar de uma festa, então finalmente conhece o grande Gatsby: Um homem cercado de luxos, mas com um coração bastante simples.

Gatsby sempre foi apaixonado por Daisy, que no momento estava casada com outro homem. Nick se encarrega de contar a história de amor (e dor) dos dois. Porém, isso não foi o ponto mais importante de toda a história, em minha humilde opinião. Apesar de tudo girar em torno desse fato, há outra coisa que me fez refletir bastante. E é sobre isso que quero comentar.

“– Essa gente toda não presta – gritei através do gramado. – Você vale mais do que todos eles juntos.”

O Grande Gatsby me fez refletir sobre algo que eu já sabia: no quanto os bens materiais são descartáveis e no valor altíssimo que uma amizade possui. Havia uma grande diferença entre as condições de Nick e Gatsby, mas isso não os impediu de construir um belo relacionamento. O que acompanhamos, então, no decorrer do livro, são as situações pelas quais Gatsby passa (situações bastante inusitadas) acompanhado de seu amigo Nick.

Gatsby é admirável! Eu senti uma grande empatia por ele assim que entendi o seu posicionamento na história. Ele é engraçado, meu velho! E tem pensamentos bondosos, prestativos e inocentes. Quem já leu o livro, vai entender o porquê de eu dizer o que direi agora: Sofri imensamente. Meu coração se quebrou ao meio. Gatsby está entrando na minha lista de personagens favoritos.

Por fim, quanto a história, de modo geral, muito me surpreendeu. O início me deixou confusa, mas logo tudo foi se acertando. A trajetória de Gatsby é muito interessante e nos faz sentir sentimentos aleatórios. E o final... Bom, o final me fez respirar fundo e pensar sobre o que eu estou fazendo da minha vida.


site: http://thamirisdondossola.blogspot.com.br/
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Bru 29/01/2016

Em resumo, O Grande Gatsby é narrado por Nick Carraway, um americano de classe média do interior que muda para o litoral leste, próximo a Nova Iorque. Sua modesta casa destoa das mansões luxuosas da região. Como num passe de mágica, Nick consegue, através de sua prima, Daisy, e seu amigo e vizinho, Gatsby, passaporte livre para esse mundo de luxo. Por vezes, nosso narrador sente-se um peixe fora d’água nas festas que frequenta.

Com o passar das páginas vamos conhecendo um pouco mais Gatsby e a origem de sua riqueza. O maior motivo para a conquista de sua riqueza é estar à altura de Daisy, seu grande amor. Apesar de Daisy estar casada com outro homem, Gatsby pede para que Nick seja uma ‘ponte’ entre os dois e isso gera uma reaproximação e muitas outras coisas acontecem.

De início, devo dizer que O Grande Gatsby é um livro muito difícil de ser lido. Talvez seja pelo vocabulário utilizado pelo autor ou por não sabermos direito quem são os personagens e com quem eles são casados ou o que fazem ou, ainda, por não conseguirmos nos apaixonar de primeira, mas, com o passar das páginas, a leitura torna-se viciante e foi muito difícil deixar de ler, pois eu senti necessidade de saber o final.

Esse livro foi bastante reflexivo pra mim. Ele me fez pensar o quanto bem materiais podem ser dispensáveis, mas, mesmo assim, como existem pessoas que dependem dele. Outro ponto que me fez refletir é como as pessoas se deixam influenciar e, ainda mais, tornam-se fãs ou seguidores de pessoas que deveriam aprender a agir diferente.

O livro teve dois pontos altos em minha opinião, o primeiro foi quando Gatsby reencontrou Daisy e o segundo foi o último capítulo que me deixou sem fôlego durante todo ele. Recomendo a leitura, apesar de ter esperado um pouco mais.

“O futuro já nos iludiu tantas vezes, mas não importa... Amanhã correremos mais depressa e esticaremos nossos braços um pouco mais além até que, em uma bela manhã...”

site: http://mileumdiasparaler.blogspot.com.br/2016/01/resenha-o-grande-gatsby-f-scott.html
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Mauricio.Alcides 24/01/2016

O livro favorito de um dos meus autores favoritos tinha de ser um bom livro.
O livro favorito de um dos meus autores favoritos tinha de ser um bom livro. Gostei muito de como Fitzgerald narra a sua história e me apaixonei pelas referências históricas. Ênfase para a compra de substitutos para a guerra da independência e a brincadeira sobre quem sujou as meias do White Sox.

Nota: 9

PS: Era o livro favorito de Hunter S. Thompson, pai do jornalismo gonzo é dono de "medos e delírios em las Vegas"
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Valéria 22/01/2016

Confesso que tinha um certo preconceito em ler "O Grande Gatsby". Eu achava, vendo algumas cenas do filme, que seria mais um filme americano enaltecendo o luxo, a riqueza, as festas, enfim, o Sonho Americano. No entanto, como o crítico Tony Tanner afirma, Fitzgerald aborda esse sonho mais como uma questão de privação do que de aspiração. É uma história triste de um homem que sacrificou todos as aspirações em troca de um único sonho.
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Tisa 19/01/2016

Basicamente, o livro é narrado pelo personagem Nick, com tudo começando de verdade a partir do momento em que ele aluga uma casinha em um bairro muito rico. Lá ele conhece o Sr. Gatsby, que é quem, claramente, dá nome ao livro.
É um romance trágico que se passa na década de 20, seguindo a linha do famigerado sonho americano que vemos até hoje em filmes: pessoas exageradamente ricas, festas exageradamente extravagantes, pessoas exageradamente felizes, romances exageradamente românticos, e é interessante como o narrador-personagem se mostra perdido em todos esses exageros, já que ele não faz parte dessa classe endinheirada que vive em uma bolha e enxerga o mundo cheio de ornamentos com forma de dólares.

Enfim, eu não posso deixar de comentar que é um livro muitíssimo bem escrito, com uma narrativa elegante e de alta qualidade, e admito que esse foi um dos maiores motivos d'eu não ter largado a leitura, pois me senti herege só de pensar no abandono de uma obra tão bonita, hahaha
Não posso dizer que a estória é chata, muito menos que ela é ruim, mas posso dizer que, definitivamente, não faz o meu tipo. Apesar dela ser - como eu já disse - bem escrita e não ser prolixa (odeio "enche linguiça"), infelizmente continuou não me prendendo, muito menos me conquistando. Careceu de um bom ápice, ou de segredos mais intrigantes, ou sei lá, qualquer coisa que não se parecesse tanto com a realidade.
Não curto muito coisa pé no chão demais, sabe? Meu negócio é mais o inalcançável e o utópico (ou distópico, como preferir), pois sempre achei que o dia-a-dia é para ser vivido, e não lido. Talvez seja por isso que eu não goste tanto de Bukowski.
Entretanto, a estória te toca com carinho e te deixa pensativo, questionando o limite das coisas e o que é verdadeiro ou não. Amor sempre é um tema muito bom para quem gosta de questionar esse tipo de coisa.
Talvez se as pessoas não criassem tantos adornos para esse livro eu tivesse gostado mais, pois o maior problema mesmo foi a expectativa. Esperei por uma grande estória, mas encontrei algo comum - bonito, mas comum.

Agora, sobre o filme.
Fiz questão de assisti-lo pouco após o término da leitura, por pura curiosidade mesmo, mas não sou cinéfila e não sei fazer nenhum tipo de crítica a filmes, mas posso dizer que me impressionei com a fidelidade do filme para com o livro, o que é muito raro de acontecer.
Ah, eu assisti o último, aquele com o Leonardo-diCaprio-sem-oscar e o Homem Aranha.

Até a próxima. :)

site: http://magoevidro.blogspot.com.br/2016/01/o-grande-gatsby-livro-e-filme.html
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Bruna 15/01/2016

Resenha: O Grande Gatsby
No ano passado eu fiz uma meta para mim mesma de que iria começar a ler mais clássicos, e aproveitando a calmaria que eu tive na minha vida depois do ENEM resolvi me arriscar com a leitura do famoso clássico "O Grande Gatsby". Já tinha ouvido falar muitas coisas boas a respeito do livro e também da recente adaptação para o cinema, então aproveitei que estava com um pouco de dinheiro sobrando para comprar esse livro, e o resultado que eu tive foi melhor do que eu poderia esperar. Não só acabei adorando tanto a leitura, mas o livro se tornou um dos meus preferidos e que com toda certeza vou reler ele muitas e muitas vezes!

"A obra traz como pano de fundo a sociedade americana da década de 1920, época que ficou conhecida como a era do jazz. Ao se mudar para a casa ao lado, Nick Carraway adentra o mundo de extravagância e luxo de Jay Gatsby, um misterioso milionário que, na verdade, busca a atenção de um antigo amor, Daisy Buchanan, de quem se separou na Primeira Guerra Mundial. Um retrato pungente da decadência de uma sociedade materialista e deslumbrada com o poderio do pós-guerra e dos trágicos danos causados por uma obsessão lancinante com o passado. A edição traz ainda o prefácio à edição americana de 1934, escrita pelo próprio Fitzgerald; um posfácio do escritor americano Alex Gilvarry; uma seleção das cartas que Fitzgerald escreveu a Maxwell Perkins, seu editor à época da publicação de 'O grande Gatsby'; e a cronologia da vida e obra do autor."

A década de 20 é quando se inicia a história do livro que é narrado por Nick Carraway, um jovem que vem de uma família classe média do Oeste americano e que tentou fazer a sorte no mercado de valores da bolsa de New York, e mesmo que isso não tenha dado muito certo ele tem uma vida estável considerando suas condições. Ele se muda para West Egg, e sua casa pequena e modesta onde mora se torna bastante peculiar se comparada com as mansões que cercam sua residência. E em um desses deslumbrantes casarões mora seu misterioso vizinho Jay Gatsby, um homem que poucos conhecem sua história, mas que se tornou bastante conhecido pelas extravagantes festas que realiza.

Nessas festas muitas pessoas — conhecidas e desconhecidas de Jay — são convidadas, e nesse meio Nick acaba recebendo um convite para uma das festas. Normalmente, os convidados não entram em contato com o anfitrião misterioso, mas Nick acaba tendo a sorte de conhecer o tão falado Jay, e que com o tempo vai percebendo que os interesses do homem vão muito mais além do que uma simples amizade. Durante sua juventude Jay se envolveu em um caso amoroso com Daisy — prima de Nick —, e querendo se reaproximar dela novamente Gatsby vai ser capaz de usar sua amizade com Carraway para atingir seus objetivos.

"Eu não podia perdoá-lo nem voltar a gostar dele, mas via que o que tinha feito era inteiramente justificável a seus próprios olhos. Eles eram gente descuidada. Quebravam e esmagavam coisas e criaturas... e, então, se entrincheiravam atrás de seu dinheiro ou se escondiam por trás de sua vasta falta de cuidado ou seja lá o que fosse que os mantinham juntos, enquanto deixavam que outras pessoas limpassem a sujeira que haviam feito...”

Contudo, a situação não é tão simples como aparenta. Daisy é casada com Tom Buchanan e de primeira vista os dois parecem ser um casal bem sucedido, mas que também tem suas brigas e seus dilemas internos, que vão aumentar ainda mais com Jay tentando se reaproximar novamente de seu grande amor do passado.

"No encantado crepúsculo metropolitano, eu sentia, às vezes, em mim e nos outros, uma obsedante solidão, ao ver os pobres e jovens empregados caminhar a esmo diante das vitrinas, à espera de que fosse hora de jantar num restaurante solitário... jovens empregados ao crepúsculo, desperdiçando o momento mais pungente da noite e da vida."

Uma vez clássico para sempre um clássico! Na minha opinião, o livro faz jus a sua tamanha fama, apesar de ser pequeno. Nas 288 páginas reviravoltas e traições acontecem, e a cada momento a narrativa se torna tão envolvente que fica praticamente impossível do leitor largar o livro. E mesmo após o termino da leitura a trágica história ainda permanece por um tempo na cabeça do leitor, de tão envolvente e profunda que a narrativa e os personagens são. Sem um pingo de dúvida, "O Grande Gatsby" é um ótimo livro que vale a pena ser lido, e que as pessoas devem ter em suas estantes. Então, se você está procurando algum livro para ler ou para presentear alguém esse é uma excelente opção. E também para os fãs de cinema existe a recente adaptação do livro para o cinema que conta com Tobey Maguire, Leonardo DiCaprio, Carey Mulligan, e Joel Edgerton no elenco.

site: http://escritorawhovian.blogspot.com.br/2016/01/resenha-o-grande-gatsby_15.html
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Paty 10/01/2016

Pobre Jay Gatsby!
Resolvi ler esse livro porque a história era ambientada na década de 20 - marcada pela loucura e libertinagem. E devo dizer que a forma como Fitzgerald criou seus personagens é bem fiel a época, como por exemplo Jordan Baker e Daisy Buchanan.

Mas o Oscar de personagem mais desajuizado, fantasioso e inocente vai para...

Jay Gatsby!!!!

- Um homem misterioso e milionário que ninguém sabe de onde raios ele tirou sua fortuna, embora todos dão seu palpite (eita povinho que adora dar pitaco na vida alheia - se bem que de 1922 para cá isso não parece ter mudado muito, né O.o)

Mas o fato é que os personagens são retratados de forma tão vívida, cada um com seus defeitos, seus sonhos, suas ilusões, etc...que parecem até reais. E talvez seja por isso que eu não gostei de nenhum deles. Na verdade, a culpa é dos próprios personagens - nenhum deles me cativou.

E, claro, não poderia esquecer-me daquele magnífico, glorioso, majestoso e esplêndido final. O que era pra ser um feliz e mágico conto de fadas tornou-se uma terrível tragédia de cunho shakespeariano.
Vejam bem: um homem não constrói toda a sua felicidade em cima de uma única pessoa para ter o miserável fim que Gatsby teve.
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Ronaldo 03/01/2016

cutural
livro q diz bem sobre a época do jazz ,sobre a década de 20, festas ,bebidas, a razão de tudo, nos faz refletir , nos faz ver o q faz sentido, o q tem valor realmente.
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Matheus 27/12/2015

LIVRO | O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
Daisy é uma bela jovem de Lousville e Gatsby um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão existente entre eles, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda que ela apareça. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece – Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.

O livro se passa no ano de 1922 nos Estados Unidos, que foi basicamente um período de ostentação ao extremo, a economia estava muito boa e toda pessoa pobre podia enriquecer do dia para noite, bastava utilizar os negócios de maneira correta. A vida do povo americano se resumia a dinheiro, poder, ostentação e… Eu já falei dinheiro? Enfim, é ai que entra o porquê d’O Grande Gatsby ser tão aclamado: Fitzgerald transmite a essência desta época maravilhosamente, transmitindo ao leitor um pouco do que foram os anos 20.

Porém, também é ai que entra o motivo pelo qual eu dei quatro e não cinco estrelas para este livro: este período histórico realmente não me interessa, então, em alguns momentos a leitura ficava tedioso, mas isso apenas em alguns parágrafos, por que Nick Carraway e seu sarcasmo admirável me salvavam.

site: thematheusvenzi.wordpress.com
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Luis Cesar 24/12/2015

The Great Gatsby
Clássico da literatura americana que mostra todo um mundo de festas e deslumbramentos em que viviam os mais ricos do começo do século 20. E o preconceito desses ricos com os novos abastados. Mundo esse em que o próprio autor ficou inserido por muitos anos com sua mulher. Temos Nick sendo envolvido por esse mundo e ajudando Gatsby a conquistar seu grande amor depois de ter ficado rico. Nick acaba virando realmente um "Old Sport" do Gatsby. Naquele mundo de fascinação e cheio de gente pífia e superficiais ele conseguiu ver algo a mais em Gatsby. Um homem que dava festas gigantescas afim de impressionar a mulher amada. Tudo o que o Gatsby fez foi pela Daisy. Mas no fim, esse tudo acabou sendo por nada.
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Camila Márcia 10/12/2015

Por que demorei tanto tempo para ler?
The Great Gatsby foi publicado pela primeira vez em 1925 e escrito pelo norte-americano Francis Scott Key Fitzgerald, que atualmente é conhecido como um grande representante da "geração perdida", o ídolo da juventude insatisfeita de seu tempo. Além de O Grande Gatsby, Fitzgerald escreveu os romances: "Os belos e os malditos", "Suave é a noite" e o inacabado "O último Magnata", além do mais escreveu uma peça de teatro e seis volumes de contos. O Grande Gatsby é considerado sua obra-prima e já foi adaptado diversas vezes para o cinema.
A narrativa é em primeira pessoa, contada por Nick Carraway e tem como plano de fundo o a prosperidade sem precedentes após a Primeira Guerra Mundial, a década de 1920. Nick começa a relatar precisamente o verão de 1922 e é uma crítica ao "Sonho Americano".
Nick Carraway passa a contar como se tornou amigo de Jay Gatsby e de como ele vivia uma vida promovendo festas animadas em sua mansão em Long Island, mas que as festas eram frequentadas por pessoas que muitas vezes ele nem sequer conhecia. Além de tudo isso há muitos rumores sobre Gatsby e a origem de sua fortuna, além de seu passado completamente misterioso e desconhecido.
Nesse ínterim, Nick também visita seu amigo Tom Buchanan e sua mulher Daisy (prima de Nick) e quando o tempo vai passando percebe-se que Daisy conhecia Gatsby e que eles já foram namorados. Tom, também tem uma vida devassa, com uma amante e festas.
Gatsby, viveu do sonho de reencontrar sua amada Daisy e perece nesse sonho, e faz de Nick Carraway seu confidente e cúmplice de sua paixão. Nick é o homem honesto e fica grotescamente chocando com a direção que a vida do grupo vai tomando: traição, violência, fanfarras e mortes, tudo parece ruir.
Quando o fim de Gatsby chega percebe-se que ele esteve a vida toda de riqueza rodeado por milhares de pessoas, mas que termina incrivelmente sozinho e desconhecido.
O Grande Gatsby foi um livro que me surpreendeu pela simplicidade da narrativa, mas a fantástica construção da história foi impecável, envolvente mostrando os costumes de época. É de uma riqueza esplendorosa esse livro que me cativou desde a primeira página.

site: www.delivroemlivro.com.br
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Luciana.Borges 07/12/2015

Legal
Muito bom
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