O Grande Gatsby

O Grande Gatsby F. Scott Fitzgerald




Resenhas - O Grande Gatsby


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Jose.Luiz 02/08/2017

Um livro muito bom,meu velho
- SOBRE A EDIÇÃO : Achei a diagramação lastimavel: tem paginas que são tortas, tem palavras que já tem tradução e não foram traduzidas.A unica coisa legal é que na contracapa dessa edição tem uma capa da revista TIMES(da época do filme dos anos 70) com a Mia Farrow e Robert Redford(Dayse e Gatsby).

- SOBRE A HISTÓRIA: Ela é muito interessante.É muito interessante saber como era uma parte da juventude dos anos 20(no caso dos EUA).
Ela é contada pela visão de Nick Carraway, que ao se mudar para o leste,em West Egg, perto de sua prima Dayse,conhece o personagem que dá nome ao livro: Jay Gatsby.
Na verdade ele mora do lado,e os primeiros dias após sua mudança,percebe que seu vizinho não é uma pessoa normal.
Gatsby é um cara misterioso,que toda semana dá suntuosas festas em sua mansão, onde todos os conhecidos da época,atores e atrizes famosos,e etc.E praticamente todas as pessoas que vão em suas festas não o conhecem.
Como não conhecem ficam especulando quem ele é, o que ele faz, de onde ele veio.

E pela visão de Nick, e pelo que ele vive, descobrimos quem Gatsby é e quais são suas intensões.
O livro é de certa forma surpreendente, o desenrolar da historia.Só não foi surpreendente pra mim porque eu vi o filme antes de ler o livro.
O livro tem um tom triste, mas mesmo assim gostei dele.

- SOBRE O AUTOR: Esse é o primeiro livro que li do Fitzgerald e gostei bastante do modo que ele escreve.Ele descreve os cenários, pessoas, pensamentos da mesma bem detalhados, e eu gosto muito disso.Quero ler mais livros dele.

- FRASES MARCANTES(duas das minhas preferidas):
Pag. 1: "Em meus anos mais juvenis e vulneráveis, meu pai me deu um conselho que jamais esqueci: Sempre que você tiver vontade de criticar alguém - disse me ele - lembre-se de que criatura alguma neste mundo teve as vantagens de que você desfrutou."

Pag. 152 : "Aprendemos a demonstrar nossa amizade a um homem quando ele está vivo,e não depois de morto - ajuntou. - Quando isso ocorre, tenho por norma não me meter mais no assunto."
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Gustavo Stein 26/07/2017

Citações interessantes
O grande Gatsby / F. Scott Fitzgerald; tradução de William Lagos. – Porto Alegre: L&PM, 2013.

p. 7: “- Sempre que tiver vontade de criticar alguém – recomendou-me –, lembre primeiro que nem todas as pessoas do mundo tiveram as vantagens que você teve.”

p. 11: “E isso não é para ser um epigrama: a experiência demonstra que a vida é usufruída com muito maior sucesso quando contemplada através de uma única janela.”

p. 204: “Gatsby acreditara na luzinha verde, naquele futuro orgiástico que ano após ano se afasta de nós. O futuro já nos iludiu tantas vezes, mas não importa... Amanhã correremos mais depressa e esticaremos nossos braços um pouco mais além até que, em uma bela manhã... [...] E assim nós prosseguimos, barcos contra a corrente, empurrados incessantemente de volta ao passado.”
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Mariana Magalhaes 11/07/2017

Tô sem palavras pro ultimo capitulo.
Ps: nick carraway, eu te venero
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Paulo 02/07/2017

Sem dúvida alguma, ler algum livro do Fitzgerald é intimidador. A aura que o livro passa faz o leitor no mínimo recear se aquilo que ele vai retirar da leitura vai ser algo positivo ou negativo. Porque, se for negativo, o problema pode ser do leitor e não da leitura. Uma bobagem, mas é um medo que perpassa a mente de muitos. Mas, ler Fitzgerald é uma experiência única.

Em primeiro lugar é preciso destacar a escrita. Que coisa magistral! O autor consegue sair do poético ao decadente em questão de segundos. Ele consegue formular uma frase magnífica e depois pular para uma descrição que vai causar repulsa no leitor. Isso porque, na mente do autor, a sociedade americana da década de 1920 era exatamente isso: magnífica, porém superficial, teatral em seu interior. Me recordo de ficar encantado com as primeiras páginas de O Grande Gatsby. Sabe quando você percebe que você apertou o cinto para uma viagem sensacional? É isso que eu senti logo quando Nick descreve o local onde ele iria residir: descrevendo a baía, os bairros vizinhos, a maneira como a luz do farol incidia em sua janela todas as noites.

A seguir me vem ele com essa narrativa em primeira pessoa. Normalmente eu não gosto desse tipo de narrativa, mas quando o autor faz o leitor ter uma pulga atrás da orelha, é aí que este tipo de escrita ganha as suas verdadeiras cores. O leitor percebe rapidamente que o Nick é um narrador não-confiável. Ele está contando a sua versão dos acontecimentos. E o curioso é que o narrador é um homem extremamente indeciso: ora ele odeia Gatsby, ora ele ama Gatsby. E esse tipo de indecisão vai se estender em relação aos demais personagens. Portanto, caro leitor, desconfie de Nick. Aliás, Fitzgerald consegue construir parágrafos com tantos significados que você vai conseguir retirar muitas informações deles. Uma escrita riquíssima em detalhes tanto sobre a narrativa do livro como sobre a sociedade americana do período.

Adoro quando os personagens possuem uma profundidade única. Não temos boas ou más pessoas. Todos são muito complexos em suas virtudes e defeitos. Por exemplo, Daisy é uma das personagens mais criticadas entre os leitores de O Grande Gatsby. Não enxergo dessa maneira. Mesmo com todas as decisões erradas que ela faz ao longo da narrativa, a personagem é riquíssima. Imagine só uma personagem feminina com tamanha presença em uma narrativa escrita durante um período em que a mulher era nada mais que uma pessoa a qual não deveria se dar atenção. Fitzgerald cria uma personagem de vanguarda, mas que mantém alguns trejeitos femininos do período. Analisando a personagem de acordo com o período, ela até é uma personagem bem diferente e rica.

Mas, claro, em O Grande Gatsby não tem como não falarmos de Jay Gatsby. Um bon vivant que realiza festas diariamente. O que eu percebi é que o personagem nada mais é do que a imagem dos EUA naquele período. E é possível enxergar perfeitamente uma crítica do autor em relação ao próprio país naquele período. Estamos falando do período mais conservador da história americana, marcada por uma sequência de três administrações conservadoras. No fundo, Gatsby é um incompreendido. Ele busca esconder a sua dor e solidão com festas incríveis. Quando vamos conhecendo melhor o enigma que é o personagem vamos percebendo pouco a pouco como o homem criou um personagem cênico e teatral, uma máscara pública com a qual ele encanta aqueles que frequentam suas festas. Isso tanto é verdade que escutamos muito sobre o personagem logo no começo da narrativa, mas só vamos ver o personagem bem mais à frente na narrativa.

A família disfuncional formada por Tom e Daisy marca aquilo que vai ser o núcleo central da história. Tom é a imagem típica do macho alfa norte-americano. Se permite trair a esposa e arranjar uma desculpa plausível para tal. Mas, não suporta a ideia de estar do outro lado da equação. Já Nick alterna uma apreciação por Tom e depois por Gatsby. A relação superficial entre Tom e Daisy vai ser objeto de análise ao longo de toda a narrativa. E o leitor fica com aquele sentimento de quem ele deveria apoiar: o traidor Tom ou o trambiqueiro Gatsby. A verdade é que não existem lados nesta história e o leitor vai precisar se contentar com o fato de que todos os personagens são pessoas comuns. E até uma certa medida, são pessoas ruins.

A leitura é difícil porque a escrita exige um bom nível de atenção da parte do leitor. Atenção total a cada linha colocada por Fitzgerald porque ela é capaz de revelar múltiplas camadas da narrativa. Entretanto, por ser uma leitura pequena ela pode dar uma falsa impressão. Muito cuidado com isso: o livro é mais longo do que parece. Você vai sentir o peso presente em cada página do livro. Mas, no mais, aproveite bem a viagem. Não é à toa que o autor é um clássico da literatura norte-americana. Tenho certeza que este livro vai te incentivar a ler outros escritos pelo autor.

site: www.ficcoeshumanas.com
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Eu Pratico Livroterapia 13/06/2017

O Grande Gatsby
"Existem apenas os perseguidos, os perseguidores, os ativos e os cansados."
O livro é narrado por Nick,um aspirante a escritor que se muda para uma pequena casa, ou chalé, próxima a casa de sua prima Daisy.
Um cara misterioso, de nome Gatsby, se muda para a mansão ao lado de sua casa, e Nick se torna curioso quanto aquela figura misteriosa.
"O sorriso dele era daqueles raros, que talvez se depare quatro ou cinco vezes na vida. Parecia compreender e acreditar em você, assim como você gostaria de ser entendido e acreditado."
Gatsby gostava de ostentar e dava grandes festas, onde muita pessoas importantes (ou que apenas se achavam) frequentavam, mesmo sem saber muito bem quem ele era.
E aquilo fascinava Nick,e então começou a frequentar suas festas e conhecer pessoas, ate que Gatsby em pessoa se aproxima dele,falando que conhecera sua prima Daisy, há cinco anos atrás.

Daisy era casada com Tom, um homem muito rico, e infiel, que tratava Daisy como se fosse um mero objeto, um belo bibelô.
Seria,impossível que Daisy e Gatsby não se encontrassem e tentassem reviver seu antigo caso de amor...Mas até que custo?
"Ele olhava para ela do jeito que toda mulher deseja ser olhada por um homem."
Gatsby é um sujeito que ao se apaixonar não mediu esforços para (re)conquistar Daisy,nos mostrando o quanto um ser humano pode ir para conseguir o que deseja.

Gosto de ler os clássicos porque é a partir deles que todos os outros vieram,porém nem todos os clássicos (que li) nos fazem refletir como foi o caso desse.Refletir sobre a essência humana, o gosto pelo poder e se os fins justificam os meios.

Gostei bastante de Nick, pois nos conta toda a historia de uma forma incrivelmente fluída e nem um pouco chata ou cansativa.

O casal Tom e Daisy são muito chatos, e a personalidade fútil de Daisy é impressionante; temos outros personagens, porém o que eu mais gostei e compreendi a alma, foi Gatsby.

Era uma pessoa ambiciosa que não medira esforços para chegar onde chegou,porém era alguém muito solitário, que não sabia fazer com que as pessoas gostassem dele pelo que era, e sim pelo que tinha ou poderia proporcionar; A única pessoa que observamos que se importa com ele, até mesmo depois de descobrir sua origem, é Nick que fica até o final com ele.

Indico a leitura, esse é um dos clássico indispensáveis para se ter na estante.


site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/04/o-grande-gatsby-f-scott-fitzgerald.html
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Wendell.Vita 16/05/2017

Excelente
A história passa-se na cidade de Long Island no verão de 22, nele o jovem Nick Carraway, um comerciente, acaba de chegar na cidade e vê sua humilde casa sendo vizinha da uma luxuosa mansão . Segundo lendas ali mora o bilionário Gatsby, a origem de sua fortuna é um dos motivos do tititi entre as pessoas. Gatsby é misterioso, pouco sociável, famoso por suas festas com muita música , pessoas e bebida alcoólica(proibida a comercialização na época), mas ninguém sabem quem ele é. Nick vai conhecer o vizinho, vai descobrir que ele não é estranho como as pessoas dizem. Vai descobrir grandes segredos de Gatsby, incluindo sua paixão. A trama tem um clímax quando uma tragédia acontece. A vida de Gatsby, nick e de outros personagens viram de ponta a cabeça. A figura do homem na propaganda do outdoor com seus óculos parece vijar todos, impassível, como Deus. Luxo, amor, traição, amizade, fidelidade, ciúme,ódio. Tem tudo nesse clássico da literatura americana que merece sua atenção. Tem adaptação para cinema também. Eu assisti e gostei. Tem 5 versões:,a mais clássica com Mia Farrow e Robert Redford(1974) e a mais recente com Carey Mulligan e Leonardo di caprio (2013). Vamos todos ler O grande Gatsby.
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Nádia 02/05/2017

#resenhapomarliterario O grande Gatsby
"A verdade era que Jay Gatsby, de West Egg, Long Island, havia se originado de sua concepção platônica de si mesmo. Ele era o filho de Deus (uma expressão que, se significa alguma coisa, expressa isso mesmo) e tinha o dever de tratar dos negócios de Seu Pai, um serviço de beleza vasta, vulgar e meretrícia. Assim, ele inventou exatamente a espécie de Jay Gatsby que um rapaz de dezessete anos imaginaria e permaneceu fiel a essa concepção até o fim... Invariavelmente nos entristece contemplar com novos olhos as coisas para as quais já dedicamos nossos próprios esforços de adaptação."
Um daqueles livros que a gente lê numa sentada só, daquelas histórias envolventes, repleta de intrigas, paixão e conflitos que só precedem o trágico fim. A narrativa se passa num dos períodos mais prósperos da história dos E.U.A. e traz uma crítica mordaz a insensibilidade e imoralidade revestidas de ouro da chamada Era do Jazz. Retratando a alta sociedade nova iorquina da década de 20, o personagem que personifica essa riqueza sem precedentes, as festas magníficas e o encanto desse universo cintilante é o lendário, misterioso e milionário Jay Gatsby. A trama vai orbitar ao redor de um casal desencontrado, um romance do passado nunca esquecido e o adultério do presente pulsando revolta. Particularmente eu amei a história, tanto tanto que logo corri para ver o filme, a última versão remasterizada em 2012. Com Leonardo DiCaprio no papel do Grande Gatsby eu vi exatamente os trejeitos e a personalidade do Gatsby literário personificadas nesse ator. Não decepcionou! Recomendo o livro ♥ e o filme ♡

site: https://www.instagram.com/p/9l_YxImv9P/?taken-by=pomarliterario
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Lu 21/04/2017

Todos deveriam ler
O Grande Gatsby conta a história na década de 1920, uma época liberdade nos Estados Unidos, e da elite.
A grande crítica deste livro é o poder e dinheiro e o podem fazer com o ser humano, a trama dessa história não gira em torno do romance, mas disto.
Um livro muito bom, que me surpreendeu bastante e me fez ter uma nova visão sobre a década e o dia-a-dia em que temos, e como podemos ser facilmente manipulados pelo sucesso e a fama que vem à nossa cabeça.
É um clássico, contudo não tem aquelas palavras de difícil compreensão nem escitas da época, podendo facilmente ser lido até por aqueles que não tem experiência com clássicos.
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Fernando Lafaiete 17/04/2017

O Grande Gatsby: O reflexo de uma época!

Eu sou completamente apaixonado por este livro e ele é um dos poucos clássicos com uma linguagem acessível e com uma narrativa fluida. Mas isto não significa que ele seja uma leitura de fácil compreensão.

Ele foi escrito por Fitzgerald em um momento sócio-econômico que foi marcado pela ascenção dos Estados Unidos no mundo financeiro e ele retrata exatamente este momento histórico.

Narrado por Nick Carraway um americano que acaba de se mudar para Nova York, nos deparamos com um narrador moralista que vai nos apresentando uma sociedade dominada pela futilidade proveniente do famoso sonho americano. É através desta narrativa, que conhecemos Gatsby, o personagem central do livro, que apesar deste status, não é o verdadeiro protagonista desta obra.

O Grande Gatsby possui diversos aspectos ambíguos acerca tanto da construção dos personagens quanto da narração. Acompanhamos a aproximação do narrador com Gatsby, que no passado foi apaixonado por Deise, prima de nosso contador. Gatsby era pobre e Deise filha de uma importante família americana. Devido a este contraste social, ambos não ficam juntos e anos depois (no momento em que a estóra se inicia), Gatsby aparece misteriosamente Bilionário, e resolve se reaproximar de Deise com a intenção de reconquistá-la. A maneira em que ele enriquece, nunca será revelada e ficará por conta do leitor criar uma resposta para este enigma.

O primeiro ponto a ser analisado, conforme já citado, é a grande critica à socidade da época. Os diálogos muitas vezes são superficiais, exatamente pela futilidade que predomina todo o livro. Tudo gira em torno do status social dos personagens e o que eles conseguem fazer com o dinheiro que possuem. Gatsby cria festas colossais que são frequentadas por pessoas que nem se dão ao trabalho de o conhecerem.

Outro ponto interessante é que Gatsby é claramente a reencarnação da sociedade americana da época e o grande ponto que cria e instensifica o que conhecemos hoje como sonho americano; que reforça que os Estados Unidos são a terra onde tudo é possível. Assim como Nick é o reflexo do próprio autor. Ele possui vários pontos que se assemelham com a vida do próprio F. Scott Fitzgerald.

Apesar da relação entre o Gatsby e a Deise ser algo muito bacana de se ler, ele é apenas a isca que o autor utiliza para fisgar o leitor na estória que ele quer contar. O ponto chave não é romance e sim a relação entre TODOS os persongens que compõem este clássico. A construção destes relacionamentos é muito interessante e se você ler com atenção, você conseguirá sacar que o grande protagonista é o dinheiro, que manipula e molda toda a narrativa. E isto é simplesmente genial!

Esta manipulação evidencia o quanto os personagens são vazios, frágeis e demonstra todo o talento de Fitzgerald em captar todas estas características sociais destacando como muitas pessoas são capazes de colocar o dinheiro acima de tudo. Toda a narrativa culmina em um final trágico, mas ainda assim justo

Sonhar é necessário, mas esta obra demonstra que o sonho americano que muitos pessoas anseiam, talvez não passe de apenas uma ilusão. Uma distorção da realidade que muitos se negam a enxergar!
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Rodrigo 12/04/2017

muito bom
basicamente identico ao filme que eu ja tinha assistido, vale a pena... recomendo.
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Paula.Oliveira 16/03/2017

Te mantém interessado, intrigado e reflexivo até o final.
Muito bom
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Alefe Luiz 05/03/2017

O melhor personagem
Simplesmente um dos melhores livros que ja li.
Com certeza Jay Gatsby é o melhor personagem que conheci, meu preferido em toda literatura. Consegue em todo seu mistério e esperança representar qualquer coisa que sonhamos na vida, e Fitzgerald consegue mostrar que nem sempre é possível ter o que desejamos, e nem sempre o que desejamos. Gatsby é a personificação do sonho (não só o sonho Americano) mas os nossos sonhos. A riqueza, a fama, o glamour , o luxo nada disso importava, tudo isso era uma forma de tentar chamar a atenção do seu "sonho" mas o seu sonho nao precisava ou queria isso, e ele tao focado e dedicado se esquece de que tudo pode ser feito independente do que você tem ou o que você conseguiu, o que realmente importa é o que você representa para os outros e mais do que isso para você mesmo. Gastby me fez perguntar: 'O que eu represento?'Por isso jamais esquecerei desse livro ou desse deslumbrante livro e personagem O Grande Gatsby.

Leitura mais do que recomendada, historia envolvente, surpreendente e apaixonante, personagens bem desenvolvidos. o livro e rápido, e a leitura fácil, um clássico!!!
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Alan Martins 20/02/2017

O GRANDE GATSBY – F. SCOTT FITZGERALD
Escrever sobre um livro tão prestigiado e reconhecido não é uma tarefa fácil. O Grande Gatsby influenciou diversos autores ao redor do mundo e é estudado por muitos linguistas. Não se trata de apenas mais um livro, F. Scott Fitzgerald escreveu cada aspecto dessa obra de uma forma que trouxesse um significado a mais, algo por trás do que está escrito, algo além das ações das personagens, da história em si. Por isso muitos estudiosos se dedicam a esmiuçar cada palavra e descobrir o que o autor queria dizer com aquilo. Talvez seja por isso, e outros motivos certamente, que essa é uma obra cultuada até hoje. Dessa forma, por não ser um pesquisador da literatura e não possuir tais habilidades, essa análise parte do ponto de vista do leitor comum. Aquele amigo que já leu o livro e você lhe pede sua opinião antes de compra-lo.

A história se passa nos Estados Unidos dos anos 20; a era do jazz, da lei seca, um período logo após a Grande Guerra. Somos apresentados à vida dos ricos de Nova York, às suas futilidades e a seus relacionamentos mesquinhos. O enredo principal não é dos mais interessantes ou originais, trata-se de uma história de amor, daquelas onde sempre há dificuldades a serem superadas. Entretanto, o elemento principal é o personagem que dá nome ao livro. Jay Gatsby é muito bem construído, sempre cheio de mistério, os segredos de sua vida, seu passado, sua riqueza. Ninguém o conhece realmente, o que instiga a curiosidade do leitor. Além disso, há sempre uma dúvida sobre suas ações. Será que ele é bom ou ruim? Devo amá-lo ou odiá-lo? O que será que ele esconde por trás de tanta ostentação?

Os fatos são narrados pela perspectiva de Nick Carraway, que talvez seja o protagonista, mas não o personagem principal. Ele conta a história a posteriori, após os acontecimentos da narrativa, e coloca sua própria visão sobre os detalhes da história, distorcendo-a em favor de suas convicções. É um narrador onisciente, que está ali mais para apresentar a história ao leitor do que realmente ser parte importante dela. Não parece que ele realmente faz algo que altere o rumo das coisas. Mas é parte intrínseca dela, presente em cada momento. Dessa forma, descobrimos as coisas ao mesmo tempo que ele.

Fica difícil dar detalhes do enredo sem contar coisas demais. A visão da década de 1920 que podemos tirar pelas descrições são vívidas, transportando-nos para essa época. Também descobrimos detalhes de como os ricaços daquele tempo viviam, suas enormes residências, as enormes festas, o desdém para com os considerados inferiores. É um livro com personagens apaixonantes, outros que causam repulsa, e o principal – Gatsby – que causa curiosidade. É difícil encontrar um personagem tão bem construído. A parte romântica da história é um pouco clichê, mas encanta. Antigamente o romance era narrado com aspecto muito mais… romântico. Diferente dos atuais, onde o sexo é a parte mais chamativa dos relacionamentos, ou o ponto principal da história. Não quero dizer que se trata de algo puritano, porém não é algo tão carnal.

A edição da Penguin-Companhia faz parte de uma linha lançada pela parceria entre as duas editoras, publicando obras clássicas da literatura mundial. É um livro com capa comum, sem orelhas, conhecido como paperback. Apesar disso, o papel utilizado nas páginas é de qualidade (Pólen Soft), com boa impressão e fonte de bom tamanho. Essas edições sempre trazem algum bônus, como notas de rodapé ou introduções sobre os autores, escritas por estudiosos do mesmo. Em o Grande Gatsby isso não é diferente. A introdução é de Tony Tanner, que se dedicou a estudar as obras de Fitzgerald. Nessa introdução podemos descobrir que ele foi um um grande autor, desvendando como a história foi construída e seus significados ocultos em uma leitura superficial. É um livro que deve ser lido muitas vezes para total compreensão, e acredito que valha a pena, pois é um clássico que os apaixonados por leitura devem ler, e os aspirantes a escritor também.

O livro já foi adaptado diversas vezes para o teatro, televisão, espetáculos de dança e cinema. A mais recente versão para o cinema é de 2013 e traz Leonardo DiCaprio no papel principal.

Uma leitura recomendada. Uma obra que é citada por diversos autores famosos deve ler lida, com certeza.

Visite meu blog.

Alan Martins

site: https://anatomiadapalavra.wordpress.com/2017/02/20/minhas-leituras-9-o-grande-gatsby-f-scott-fitzgerald/
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Muni 13/02/2017

Um apaixonado solitário
Francis Scott Fitzgerald, autor norte americano nascido em 1896, inclui em sua bibliografia contos e romances da geração chamada “geração perdida” na literatura americana, que foram os autores que acabaram indo para a Europa. O autor é conhecido por suas críticas aos ‘endinheirados’ da era do jazz e acaba por retratar em suas obras questões pessoais e sociais com um requinte que é só dele.

Ao falar em romance, o mais famoso e conhecido do autor é o lindíssimo “O grande Gatsby”, lançado no ano de 1925. O romance pode ser encarado, até certo ponto, como uma autobiografia do autor.

A obra inicia com o narrador Nick nos contando sobre os acontecimentos que o levaram a conhecer Gatsby, o excêntrico novo rico de West Egg, um homem misteriosos e ‘suspeito’ que possui uma casa deslumbrante e gosta de dar festas gigantescas aos finais de semana, atraindo uma quantidade enorme de pessoas. O personagem principal só aparecerá no terceiro capítulo e, quando acontece, já estamos bastante envolvidos com sua história. Riqueza, jazz, gim (que é uma bebida quase proibida na época), sexo, carros e mansões colossais são as obsessões mais presentes na obra.

Nick é primo de Daisy. Daisy é casada com Tom. Jordan é amiga do casal. Gatsby ama imensurávelmente a Daisy. Tais personagens são utilizados para criar um retrato da época, cada qual a seu modo, representando as questões sociais, as máscaras, a conveniência, a futilidade e até mesmo irracionalidade de um tipo específico de sociedade. Gatsby funciona como um contraponto extremamente romântico dentro da narrativa, mas guarda ainda inúmeros traços de futilidade – que aqui ganha ares de profundidade – e usa também suas máscaras, afim de se tornar uma espécie de personagem de si mesmo e não transparecer seus reais sentimentos e valores.

Confira a resenha completa em: caminique.wordpress.com

site: https://caminique.wordpress.com/2017/02/13/resenha-o-grande-gatsby/
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