O Grande Gatsby

O Grande Gatsby F. Scott Fitzgerald




Resenhas - O Grande Gatsby


317 encontrados | exibindo 16 a 31
2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |


Marcelo.Eduardo 30/01/2018

Classico antigo mas parece ser como hoje
Por se tratar de um livro dos anos 20, o autor consegue explorar bem o enredo e mesmo com toda a diferença de tempo a historia parece ser algo do cotidiano, sem gênero de tempo e espaço. Os personagens são marcantes e participam de forma intensa no enredo, particularmente gostei do livro, pois havia tentado ler outro titulo do autor e não gostei, mas o grande gatsby é uma historia a qual você quer saber o porque, o porque dos eventos? da onde ele veio? quem é ele? o que ele faz? Uma leitura facil de se entender e assim não tira a atenção do leitor
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Mallú 25/01/2018

Resenha completa no link.

site: http://malluamabili.blogspot.com.br/2018/01/jai-lu-o-grande-gatsby-f-scott.html
comentários(0)comente



Ildrimarck 24/01/2018

Um clássico dos anos 20 para entender a atualidade
Quase um século separa a publicação original de “O Grande Gatsby” dos leitores atuais. Era de se esperar que aqueles a quem o romance procurava atingir, na época de seu lançamento, já tivessem sido impactados de alguma maneira por ele. Hoje, a narrativa nos serviria apenas como um recorte histórico da vida levada pela alta sociedade americana na década de 1920, período de felicidade estonteante entre a Grande Guerra e a Grande Depressão.

Esse é um papel, aliás, que a obra mais famosa do escritor Francis Scott Fitzgerald cumpre como poucas outras contemporâneas a ela. Tão recheada de detalhes que beira o gênero autobiográfico, uma vez que o próprio Scott — acompanhado de sua esposa, Zelda— poderia ter vivido, fora da ficção, algumas das passagens de “O Grande Gatsby”.

Como alguém que encarnou o espírito dos anos 1920 (em todos os aspectos: prosperidade, liberdade, aparente felicidade…), talvez não haja autor mais indicado para apresentar esse período ao mundo de hoje que Fitzgerald. Inclusive, e apenas para não deixar passar um fato interessante sobre o autor, foi ele quem batizou a década como “a era do jazz”, termo que ainda define a Belle Époque americana.

Entretanto, a história de “O Grande Gatsby” vai além das preocupações (e em certos momentos, a falta delas) dos homens e mulheres da época. O livro também aborda questões que mesmo atualmente, 92 anos após a primeira publicação, continuam a ser debatidas. A principal — e que muito se tem comentado nos últimos tempos — é a obsessão amorosa, que descamba em um relacionamento possessivo ou abusivo.

Continue lendo:

site: https://revistaesquina.com.br/raz%C3%B5es-pra-ler-o-grande-gatsby-de-f-scott-fitzgerald-7cd5b4a8ba8b
comentários(0)comente



Suelen 17/01/2018

http://up-brasil.net/livros/resenha-de-livro-o-grande-gatsby-f-scott-fitzgerald/
Todo ano surge uma adaptação de clássicos da literatura para o cinema que alavanca as vendas e a popularidade da obra. Em 2013 não foi diferente com o lançamento de “O Grande Gatsby”.
Publicado pela primeira vez em 1925, ele é o terceiro livro lançado por Fitzgerald e não teve muito sucesso primeiramente. Ao ser republicado em 1945, a obra despertou a curiosidade e conquistou um vasto número de leitores, se tornando um clássico da literatura Americana. Ambientado em meados de 1922, o livro, ao contrário do que todos pensam, é narrado em primeira pessoa por Nick Carraway, vizinho do protagonista, Jay Gatsby.
Nick é um jovem de classe média que se muda para Nova York para trabalhar no mercado financeiro. Ele aluga uma simples casa na fictícia West Egg, em Long Island, vizinha à luxuosa mansão de Gatbsy. Um ex-oficial da marinha que misteriosamente virou milionário e é bastante conhecido por organizar grandiosas festas frequentadas por escritores, esportistas, produtores de cinema, pessoas famosas ou que estavam em busca de ascensão social.
Observando tudo ao seu redor, Nick acaba fascinado pelo glamour e mistério que rodeiam seu vizinho. Quem ele é Jay Gatsby? Como ele ficou rico? Ninguém sabe. Nem os frequentadores de suas festas. Conforme o verão vai passando, Nick é convidado para uma dessas festas e acaba conhecendo o famoso vizinho, que apesar de parecer ter tudo, não tinha. Aos poucos o leitor e Nick acabam descobrindo a história Gatsby. Ele, ainda um simples oficial da marinha, teve um breve romance com a bela e rica Daisy, prima de Nick, em Louisville.
Apaixonado, deixou sua amada nos EUA para servir na guerra e ao voltar, descobre que ela havia se cassado com outro homem, Tom Buchanan. Determinado a recuperar sua amada Daisy, Gatsby move mundos e fundos para enriquecer e reconquistá-la. Usando Nick como ponte para chegar até Daisy, Jay consegue marcar um encontro com sua amada e assim se reaproximar dela.
O autor usa várias partes do livro como uma critica a aristocracia americana da época, escrevendo personagens fúteis e arrogantes. No texto também é possível ver temas como: resistência a mudanças, idealismo, ascensão social, excesso, preconceito racial e o American Dream.
Durante toda a narrativa de Nick Carraway é possível ver que ele tenta se manter fiel aos fatos narrados de acordo com o que ele acredita se verdade, contando uma versão real sobre as ações e a reputação do amigo, do que a história em si. Por ser em primeira pessoa, a narrativa se torna envolvente, rápida, detalhista, cheio de dramas e segredos deixando o leitor curioso e interessado até o final.
Nesta edição do livro, conta com uma introdução analítica da história e diversas notas de rodapé que revelam várias informações importantes que poderão ajudar a compreender e contextualizar elementos do livro.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Gabriel.Silva 18/12/2017

O livro poderia ser bem melhor,esperava muito mais.Na minha opinião esse livro é superestimado !
Giovanna.Saviczki 21/12/2017minha estante
undefined


Trovo 17/03/2018minha estante
depois deste comentário, fica uma vontade enorme de visitar sua estante pra entender a calibragem do seu gosto literário.




Sérgio.Aquino 10/12/2017

Fitzgerald merece ser o ícone da geração perdida.
A sedutora trama deliciosamente contada, nos prende do começo ao fim da forma mais desejada em um bom romance. Recome do a leitura devidamente ambientada ao som de uma bela e contemporânea playlist de jazz dos idos dos anos 20.
comentários(0)comente



Ellem - @colecionandoprimaveras 28/11/2017

Nick Carraway acaba de se mudar para uma casa nova, vizinha à uma mansão, que pertence ao milionário misterioso, Jay Gatsby.

Todas as noites, Gatsby dá festas extravagantes e luxuosas com muitos convidados.

Nick é convidado para uma dessas festas e acaba por conhecer melhor Gatsby e os dois desenvolvem uma amizade e aos poucos, ele vai conhecendo e descobrindo os segredos desse homem tão misterioso.

OPINIÃO

Eu estou muito apaixonada por esse livro, nem consigo acreditar que demorei tanto tempo para lê-lo.

O livro é todo narrado em primeira pessoa pelo Nick e a escrita do autor é bem descritiva, o que deixa a leitura um pouco mais lento, mas em contrapartida, nos apresenta detalhes da sociedade na década de 20 e nos situa muito bem na história.

Mas o que faz essa história ser única e maravilhosa é a mensagem que tem nas entrelinhas. Eu terminei de ler querendo chorar, querendo abraçar o Gatsby, o Nick e o Fitzgerald

Apesar de ser um clássico, a mensagem é MUITO atual e me fez refletir bastante sobre a nossa sociedade.

Super recomendo essa leitura pra todo mundo. Sério mesmo, leiam esse livro!

site: https://www.instagram.com/p/BaaQopogVmc/?tagged=resenhascp
comentários(0)comente



Magali.Ferreira 27/11/2017

Sem palavras, só decepcionada!!
Foi o primeiro, mas se todas as escritas dele for assim, C'est fini!!
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Gladston Mamede 12/11/2017

Um retrato de uma época
Acho que nenhum livro explica melhor a América dos anos 1930 (incluindo a grande depressão), com reflexos sobre a Europa (incluindo o Nazismo), do que este. E ele foi escrito bem antes do crash de 1929. Mas as condições que levarão à grande crise estão todas ali, narradas como cenário de uma história de amor que, na verdade, é um drama sobre quem somos: nós, nossa personalidade, nossa condição social, nosso trânsito em meio a uma sociedade de aparências e que joga seus interesses impiedosamente. Gostei demais.
comentários(0)comente



leila.goncalves 09/11/2017

All That Jazz
"Às vezes não sei se eu e Zelda existimos de fato ou se somos personagens de um de meus romances." Essa frase é perfeita para sintetizar a obra do escritor estadunidense F. Scott Fitzgerald (1996-1940). Falecido prematuramente de um ataque cardíaco, ele viveu intensamente a mundanidade da época, dividido entre o glamour de Nova York, Paris e Hollywood onde atuou como roteirista de cinema. Contudo, também paira sobre sua vida, a sombra de um alcoólatra inveterado que consumiu boa parte do que ganhou, custeando o tratamento da mulher esquizofrênica nas mais caras instituições psiquiátricas.

Logo, não é gratuita a complexidade que jorra de suas narrativas, inclusive, "O Grande Gatsby", é considerado o maior romance realista norte-americano. Enfim, se você pretende conhecer a burguesia francesa do século XIX, leia Flaubert ou deseja descobrir a Inglaterra da Revolução Industrial, opte por Dickens. Porém, se seu sonho é deixar-se seduzir pelos loucos nos vinte, seu melhor retratista foi Scott Fitzgerald. Embalado pelo som de jazz, regado a álcool e pelo dinheiro fácil da ciranda financeira, esse livro apresenta o luxo, a ociosidade e o vazio que cercava o dia a dia dos ricos e famosos.

Seu foco remonta ao "American Dream" ou "Sonho Americano". Os Estados Unidos emerge como a terra das possibilidades e Jay Gatsby é o modelo de quem soube conquistar uma imensa fortuna do dia para noite, não importa como, aliás, essa é uma das incógnitas do enredo. Trata-se de um imenso patrimônio erguido em nome do amor ou obsessão por uma mulher, Daisy Buchanan, uma ex-namorada que já havia excluido seu nome da lista de pretendentes, quando ele não passava de um pobretão. Zelda fez o mesmo com Fitzgerald, rompeu o noivado que só foi reatado após o sucesso do seu primeiro romance, "Este Lado do Paraíso". Ambas jamais ousariam dizer "sim" para um homem que não pudesse proporcionar o alto padrão de vida que aspiravam.

Com resquícios autobiográficos, seu narrador, Nick Carraway, é o alter ego do escritor. Primo de Daisy, ele acaba de mudar para Nova York por conta de um emprego em Wall Street. Sem maiores recursos, vai morar num pequeno bangalô ao lado da mansão de Gatsby e não demora a fazer amizade com o enigmático vizinho. Metido entre milionários, Nick observa o que ocorre a sua volta, determinado a não transigir seus valores morais em troca de ascensão e riqueza.

Publicado em 1925, o livro foi recebido com indiferença e só mereceu o reconhecimento após a morte do escritor. Descrevendo o período que antecedeu o "crash" da Bolsa de Valores de Nova York, ocorrido em 1929, um furacão econômico cujas nefastas consequências alteraram o panorama mundial, sua leitura permanece bastante atual, tendo em vista uma crise semelhante ocorrida em 2008.

Finalmente, sua narrativa já foi adaptada seis vezes para o cinema:
- "Tudo Pelo Dinheiro" (1926) com direção de Herbert Brenon.
- "Ate o Céu Tem Limites" (1949) com direção de Elliott Nugent.
- "O Grande Gatsby" (1974) com direção de Jack Clayton.
- "O Grande Gatsby" (2000) com direção de Robert Morowitz.
- "G - O Triângulo Amoroso" (2002) com direção de Christopher Scott Cherot.
- "O Grande Gatsby" (2013) com direção de Baz Luhrmann.
Tive a oportunidade de assistir a dois filmes: o de 1974, que apresenta Robert Redford e Mia Farrow como par romântico, e o último, com Leonardo Di Caprio e Carey Mulligan. Sem dúvida, bons programas, contudo, privilegie o romance. Ninguém como Scott Fitzgerald soube contar quem foi realmente Gatsby, revelando sua maneira de encarar o mundo e o que obteve em troca.
comentários(0)comente



leila.goncalves 09/11/2017

All That Jazz
"Às vezes não sei se eu e Zelda existimos de fato ou se somos personagens de um de meus romances." Essa frase é perfeita para sintetizar a obra do escritor estadunidense F. Scott Fitzgerald (1996-1940). Falecido prematuramente de um ataque cardíaco, ele viveu intensamente a mundanidade da época, dividido entre o glamour de Nova York, Paris e Hollywood onde atuou como roteirista de cinema. Contudo, também paira sobre sua vida, a sombra de um alcoólatra inveterado que consumiu boa parte do que ganhou, custeando o tratamento da mulher esquizofrênica nas mais caras instituições psiquiátricas.

Logo, não é gratuita a complexidade que jorra de suas narrativas, inclusive, "O Grande Gatsby", é considerado o maior romance realista norte-americano. Enfim, se você pretende conhecer a burguesia francesa do século XIX, leia Flaubert ou deseja descobrir a Inglaterra da Revolução Industrial, opte por Dickens. Porém, se seu sonho é deixar-se seduzir pelos loucos nos vinte, seu melhor retratista foi Scott Fitzgerald. Embalado pelo som de jazz, regado a álcool e pelo dinheiro fácil da ciranda financeira, esse livro apresenta o luxo, a ociosidade e o vazio que cercava o dia a dia dos ricos e famosos.

Seu foco remonta ao "American Dream" ou "Sonho Americano". Os Estados Unidos emerge como a terra das possibilidades e Jay Gatsby é o modelo de quem soube conquistar uma imensa fortuna do dia para noite, não importa como, aliás, essa é uma das incógnitas do enredo. Trata-se de um imenso patrimônio erguido em nome do amor ou obsessão por uma mulher, Daisy Buchanan, uma ex-namorada que já havia excluido seu nome da lista de pretendentes, quando ele não passava de um pobretão. Zelda fez o mesmo com Fitzgerald, rompeu o noivado que só foi reatado após o sucesso do seu primeiro romance, "Este Lado do Paraíso". Ambas jamais ousariam dizer "sim" para um homem que não pudesse proporcionar o alto padrão de vida que aspiravam.

Com resquícios autobiográficos, seu narrador, Nick Carraway, é o alter ego do escritor. Primo de Daisy, ele acaba de mudar para Nova York por conta de um emprego em Wall Street. Sem maiores recursos, vai morar num pequeno bangalô ao lado da mansão de Gatsby e não demora a fazer amizade com o enigmático vizinho. Metido entre milionários, Nick observa o que ocorre a sua volta, determinado a não transigir seus valores morais em troca de ascensão e riqueza.

Publicado em 1925, o livro foi recebido com indiferença e só mereceu o reconhecimento após a morte do escritor. Descrevendo o período que antecedeu o "crash" da Bolsa de Valores de Nova York, ocorrido em 1929, um furacão econômico cujas nefastas consequências alteraram o panorama mundial, sua leitura permanece bastante atual, tendo em vista uma crise semelhante ocorrida em 2008.

Finalmente, sua narrativa já foi adaptada seis vezes para o cinema:
- "Tudo Pelo Dinheiro" (1926) com direção de Herbert Brenon.
- "Ate o Céu Tem Limites" (1949) com direção de Elliott Nugent.
- "O Grande Gatsby" (1974) com direção de Jack Clayton.
- "O Grande Gatsby" (2000) com direção de Robert Morowitz.
- "G - O Triângulo Amoroso" (2002) com direção de Christopher Scott Cherot.
- "O Grande Gatsby" (2013) com direção de Baz Luhrmann.
Tive a oportunidade de assistir a dois filmes: o de 1974, que apresenta Robert Redford e Mia Farrow como par romântico, e o último, com Leonardo Di Caprio e Carey Mulligan. Sem dúvida, bons programas, contudo, privilegie o romance. Ninguém como Scott Fitzgerald soube contar quem foi realmente Gatsby, revelando sua maneira de encarar o mundo e o que obteve em troca.
comentários(0)comente



Sanoli 01/11/2017

http://surteipostei.blogspot.com.br/2017/11/o-grande-gatsby.html
http://surteipostei.blogspot.com.br/2017/11/o-grande-gatsby.html

site: http://surteipostei.blogspot.com.br/2017/11/o-grande-gatsby.html
comentários(0)comente



317 encontrados | exibindo 16 a 31
2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |