O Grande Gatsby

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Resenhas - O Grande Gatsby


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Sil 20/05/2016

A HISTÓRIA DE UMA HOMEM QUE CONSTRUIU TODA UMA VIDA POR AMOR
Olá,

faz frriooo!! Adoro dias assim ♥ Vamos ao que interessa:

Jay Gatsby, quando jovem, não pôde se casar com sua amada Daisy, por ser de uma classe inferior. A mocinha acabou se casando com um atleta milionário. Seu casamento porém, não é muito feliz: seu marido possui uma amante, que de vez em quando resolve incomodar o casal.

Gatsby, agora inexplicavelmente podre de rico, promove festas espalhafatosas para atrair a atenção de sua querida Daisy, na esperança de que ela vá aparecer em uma delas. Quando enfim se reencontram, ele tem o desafio de reconquistar e convencer sua querida, de que é o melhor para ela, de que poderá fazê-la feliz.

O livro é narrado pelo vizinho de Gatsby, o Sr. Carraway, que por uma feliz coincidência, é primo de Daisy. Com o tempo, o Sr. Carraway acaba profundamente envolvido no caso de amor dos dois, e fica extremamente cansado das confusões de ambos.

Um clássico espetacular escrito pelo norte americano F. Scott Fitzgerald (adorooo esse sobrenome). Um livro com personagens muito interessantes. Uma crítica á sociedade consumista. Uma linda história de amor.

Amo ♥

site: http://www.colunadovale.com.br/a-historia-de-uma-homem-que-construiu-toda-uma-vida-por-amor/
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Caren 26/04/2016

O Grande Gatsby
Outro daqueles crimes que cometo e depois imploro perdão: Assisti o filme (2013) muito antes de ler o livro. Para ser bem exata, nas férias de junho de 2014. E eu me lembro, com exatidão, de como me apaixonei por ele. Principalmente porque, na época, tinha aula de literatura com a melhor professora que jamais imaginei encontrar, e ela simplesmente não parava de falar sobre a queda da visão do tempo como algo circular, na pós-modernidade o tempo é elíptico. Então, da pra entender como eu viajei bastante assistindo esse filme. E como eu me arrependo de ter levado tanto tempo para devorar o livro.


"Sua ilusão tinha-se projetado além dela, além de tudo. Ela lançara-se ao seu sonho com uma paixão criadora, acrescentando-lhe incessantemente alguma coisa, enfeitando-o com todas as vigorosas plumagens com que deparava. Quantidade alguma de ardor ou de entusiasmo pode competir com aquilo que um homem pode armazenar em seu fantasmagórico coração."


O texto é considerado um clássico da literatura norte-americana, e não é para menos. A história que se passa em 1922 (alô Modernismo!) é uma critica ferrenha ao American Dream, principalmente num período pós Primeira Guerra Mundial, quando a sociedade se desfazia no caos e tentava, a todo custo, se recompor e readequar depois das mudanças provocadas pela mesma.

Um dos detalhes mais interessantes da obra e que vale ser comentado aqui, é a escolha do autor sobre como conta-la. Ao invés de usar o usual narrador observador, ou deixar o próprio Gatsby contar a sua história, ele passa a palavra para Nick Carraway, um narrador personagem que também é observador -e por acaso, escritor- o que permite ao texto uma infinidade de floreios literários que tornam a leitura fácil e, é claro, muito me agradam.

Mas deixando de lado a parte teórica, o que encanta mesmo nesse livro é o seu personagem principal. Numa sociedade impregnada pela amoralidade e egoísmo, Gatsby talvez seja o ultimo dos românticos. Beirando quase a ingenuidade, o amor do protagonista por Daisy, mulher por quem move céus e terras, é absoluto, obsessivo e por vezes, nocivo.

Não, eu não sou louca. É que, como pessoa que adora literatura, eu vejo nesse queridíssimo personagem principal, o confronto entre o romantismo idealizador e a modernidade que tenta, a todo custo, romper com essa tradição que já não cabe mais. E eu não poderia deixar de falar daquela que representa essa ruptura, é claro.

Deisy é o retrato do próprio conflito. Ela o ama, ou o amou o suficiente para não se esquecer como era. Mas agora mais velha, casada, com uma filha, um esposo e uma vida com todos os caprichos que foi ensinada a querer, vê-se diante da escolha entre viver uma grande aventura e se livrar da depressão que a vida infeliz a levou, ou continuar na segurança de saber que, por pior que se sinta, sua vida é perfeita como a de outras jamais foram.

Gatsby ainda nos faz refletir sobre a ideia de que tudo é valido para conseguir nossos objetivos, os meios não importam, desde que consigamos alcançar o fim tão almejado. Em sua bondade para tudo que envolvesse a sua amada ou que pudesse o ajudar a se aproximar um pouco mais dela, Gatsby se perde em meio a atos ilícitos e péssimas companhias que, no fim, não valem tanto a pena.

Mas esses são só alguns pontos que me chamaram a atenção na história, e me fizeram a amar como a poucas outras ao longo dos anos. O Grande Gatsby não é só uma boa história, é um ótimo livro, escrito de maneira que faça os olhos do leitor escorregarem pelas linhas com suavidade e no fim das duzentas e poucas páginas, sentir-se mergulhado no drama do infeliz homem que se atreveu a, sobre todas as coisas, amar.


"Durante algum tempo, esses devaneios proporcionavam uma válvula de escape à sua imaginação; eram uma sugestão satisfatória da irrealidade da realidade, uma promessa de que o rochedo do mundo se apoiava com segurança sobre uma asa encantada."


F. Scott Fitzgerald foi um escritor, romancista, contista, roteirista e poeta norte-americano. É considerado um dos maiores escritores americanos do século XX e suas histórias, reunidas sob o título Contos da Era do Jazz, refletiam o estado de espírito da época. Foi um dos escritores da chamada "geração perdida" da literatura americana.

site: http://palavra-insana.blogspot.com.br/2016/04/o-grande-gatsby-f-scott-fitzgerald.html
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Bella 19/04/2016

O Grande Gatsby
Clássicos e mais clássicos nesse site minha gente!

O clássico de hoje é O Grande Gatsby, o livro foi lançado em 1925 por F. Scott Fitzgerald e é conhecido como uma grande crítica ao American Dream ou Sonho Americano em tradução literal, ele se passa no verão de 1922 e é narrado não por Gatsby e sim por Nick Carraway que irá se tornar um grande amigo do senhor Gatsby.

O mais interessante no livro, além da crítica é claro, é o pano de fundo, os Estados Unidos da América que com a Primeira Guerra Mundial estavam a todo vapor, uma economia próspera, uma alta sociedade regada a cigarros, bebidas e festas, quem estudou um pouco de história sabe que tudo isso irá ruir depois com a crise de 1929.

Nick é um jovem que se muda para estudar e conhece o Grande Gatsby, mal sabe ele que o ilustríssimo senhor irá trazer alguns problemas para a sua vida, mas antes disso Gatsby irá convidá-lo a muitas festas, irá fazer com que conheça muitas pessoas e com certeza o dará um verão inesquecível.

Um personagem memorável no livro é a querida Daisy, prima de Nick e com um marido que a traí descaradamente ela terá importância no desenrolar da trama e com certeza, ao menos espero, vocês irão ficar tão surpreendidos quanto eu fiquei com a história da moça.

O livro trata de sentimentos, da relação: dinheiro x poder, e de outros assuntos interessantes, se você quer entender melhor o livro pode escutar:

O Grande Gatsby, Projeto X

site: https://heyvamosfalar.wordpress.com/2015/12/18/o-grande-gatsby-alma-leitora-13/
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Conchego das Letras 11/04/2016

Resenha completa
Olá, pessoal, tudo bem?

Passei algum tempo sumida por conta das eventualidades da vida, mas estou de volta com muitos clássicos para vocês!

Hoje irei falar de um livro que é muito conhecido e se você nunca ouviu falar do livro em si, certamente já ouviu falar pelo menos do filme. É um clássico muito bom do escritor norte-americano F. Scott Fitzgerald e se passa na década de 20, num pós Primeira Guerra Mundial, onde a sociedade americana está vivendo um nível sem precedentes de prosperidade , assim como a sua economia. Já conseguiram adivinhar? Pois é... O livro de hoje é O Grande Gatsby.


O enredo gira em torno do aspirante a escritor Nick Carraway, que se muda para Nova Iorque em busca de novos ares, deixando seus negócios em Midwest. Nick é um rapaz sonhador e tem infinitos desejos; é admirador da riqueza e do glamour da sociedade, apesar de não se conformar com o materialismo. Enfim, é um típico rapaz americano e as únicas pessoas que conhece na cidade são Daisy e seu marido, Tom Buchanan.

Numa certa tarde, em Long Island, ele recebe um convite para participar de uma das animadas festas de seu vizinho. Até então, Nick não tem ideia de quem ele seja e nesta festa fica conhecendo o famoso Gatsby, cuja fortuna vem de "fontes" desconfiáveis, questionadas por todos os seus convidados. As festas de Gatsby são animadíssimas e, mesmo com a proibição da bebida, nelas esta não faz falta. Todo o glamour do vizinho, a princípio, assusta Nick, mas ele acaba conhecendo Jay Gatsby mais intimamente e eles se tornam amigos.

Nick se sente muito bem em ter a atenção daqueles de que todos falam e numa tarde em que vai tomar chá com a prima, Deisy, uma de suas amigas, uma atleta, chamada Jordan lhe fala que Deisy e Gatsby já se conheciam e em um episódio mais a frente, descobrimos que Jay Gatsby só mantinha essas festas luxuosas na esperança de se encontrar com Deisy, uma vez que toda a sociedade faz questão de frequentar sua casa.

Assim, Nick se compromete a realizar este encontro, uma vez que descobre que Tom Buchanan trai sua prima com uma mulher casada, chamada Myrtle, E por regras do blog, não posso falar mais sobre o enredo em si, pois isso seria spoiler e não podemos dar spoiler!

O que posso dizer? O livro é bastante leve, apesar de ser um clássico, a linguagem é bem acessível e flui muito bem. Gostei da constituição dos personagens, mas senti que algo deixou a desejar no final e é por este motivo que não dei cinco estrelas. Parece que foi muito rápido e os motivos dos personagens não me convenceram.

Eu gosto muito de Nick, acho que ele realmente é um excelente narrador-personagem, mas sinceramente, odeio Deisy! Gastby é incrível, nós conseguimos sentir a profundidade dele, mesmo pelo ponto de vista de Nick. Ele é um homem que já viveu de tudo e não se importa com o que dizem dele, mesmo que algumas acusações absurdas como ser um 'gangster" circule abertamente entre os convidados de suas festas. O que me incomodou nele é essa obsessão por Deisy.

O fim, fim, foi surpreendente para mim. Eu realmente não estava esperando e fiquei com o coração na mão! Acho que ele traz uma mensagem super importante para nós: que a sociedade só se impota com aparências, riqueza e luxo e não mais com a amizade, pois as pessoas não consideram os demais.

CURIOSIDADES:

01 - O grande Gatsby teve cinco adaptações para o cinema e a mais recente, com Leonardo di Caprio na pele de Gatsby, ganhou dois Oscars: um por Melhor Direção de Arte e outro por Melhor Figurino,

02 - O filme é bem fiel ao livro, o que foi um ponto bem positivo para a adaptação, garantindo, assim, o seu sucesso absoluto.

03 - Amanda Seyfried e várias outras atrizes foram cogitadas para o papel de Deisy, mas ele acabou ficando com Carey Mulligan, após o diretor, Luhrmann, mostrar sua audição para os executivos da Sony Entertainment que ficaram impressionados com o comando que a atriz tinha sobre o personagem.


Enfim, é por aqui que eu fico, pessoal! Espero que tenham gostado da resenha e que ela os encoraje a ler este clássico americano, ou mesmo assistir ao filme, de verdade, vale muito a pena!

Abraços e até a próxima!

(Esta resenha foi escrita pela colaboradora e autora Letícia Godoy)

site: http://conchegodasletras.blogspot.com.br/2016/04/resenha-o-grande-gatsby-f-scott.html#more
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Tamires 02/04/2016

O Grande Gatsby
"Em meus anos mais vulneráveis de juventude, meu pai me deu um conselho que jamais esqueci: Sempre que tiver vontade de criticar alguém ele disse -, lembre-se de que ninguém teve as oportunidades que você teve." (p. 65)


O Grande Gatsby, romance escrito por F. Scott Fitzgerald e publicado originalmente em 1925, é um livro incrível! Uma leitura que você começa sem dar tanta atenção mas que poucas páginas depois já não consegue parar de ler.

Nosso narrador é Nick Carraway, observador atento de uma sociedade materialista e fútil do pós Primeira Guerra, em que a proibição das bebidas alcoólicas enriqueciam os contrabandistas e muitos viviam o sonho americano. Seu vizinho, Jay Gatsby, é um milionário excêntrico que promove, constantemente, grandes festas em sua mansão. Ninguém sabe sobre as origens da fortuna de Gatsby ou sobre ele próprio, mas todos adoram suas festas. Ficamos sabendo, um tempo depois, que a prima de Nick, Daisy Buchanan, teve um envolvimento amoroso com o milionário quando este não podia ostentar tantos luxos, e que ele nunca a esqueceu.

Gatsby é um personagem apaixonante, meu velho! (quem já leu, vai entender a expressão). Você se envolve em seu mundo de ilusão, com as suas camisas nunca usadas e seus livros nunca lidos. Sua vida é um castelo de areia e seu objetivo é chamar a atenção de sua amada com coisas que ele imagina que ela considera importante. Mesmo desconfiando que o resultado pode não ser dos melhores, você torce por Gatsby, pois ele simplesmente merece a nossa torcida.

Em uma sociedade deslumbrada com o luxo e sem um pingo de moral, uma pessoa como Gatsby está fadada a solidão. Felizmente, ele encontra em Nick Carraway não só um cúmplice para se encontrar com a sua amada Daisy, mas um amigo verdadeiro, pois embora estivesse inserido de certa maneira naquela sociedade, Nick a desprezava.

A história é bem curtinha e de leitura rápida, mas deixa reflexões valiosas para nós, leitores: expectativas muito altas podem ter consequências trágicas, portanto, é sempre bom ter limites ao colocá-las em outra pessoa.

O Grande Gatsby não foi muito popular na época de sua publicação, em 1925. Hoje, é considerado um clássico indispensável da literatura norte-americana.


Sobre a edição da Penguin Companhia
Particularmente, gosto muito das edições da Penguin Companhia, embora os livros não tenham orelha... Em O Grande Gatsby, temos uma longa introdução feita por Tony Tanner, um crítico literário inglês falecido em 1998, cujo trabalho inspirou a Universidade de Cambridge a incluir em sua matriz curricular os primeiros cursos sobre literatura americana. O texto, apesar de muito bom, é recheado de spoilers, inclusive de outros livros. Portanto, o ideal é partir para a história de Fitzgerald, a partir da página 60, e ler a introdução posteriormente.


site: http://www.tamiresdecarvalho.com/resenha-o-grande-gatsby/
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Laís 01/04/2016

Muito bom!!!
Gente, venham conferir minha resenha no meu blog ;)

site: http://sopadeletrinhasblog.blogspot.ch/2016/04/o-grande-gatsby-f-scott-fitzgerald-1925.html
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spoiler visualizar
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Filipe.Pereira 23/02/2016

Da Literatura clássica tu tira muito da escrita do autor, são estetas da linguagem, monstros do estilo; mas no quesito enredo, as obras clássicas nos enchem de tédio com romances repetitivos, onde há um esquema central já manjado por todos. Há melhores do Fitzgerald. Mas não é um mal livro. A crítica o considera o maior romance do ´seculo XX. Putos safados! Pode ser um dos maiores estilos da prosa inglesa, mas não o melhor livro de um século inteiro.


É ISSO.
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sarinha.nishikawa 16/02/2016

Não me fez refletir tanto quanto eu queria....
Talvez, na época em que foi escrito onde era o início da época frivola, muito parecida igual a que estamos atualmente, porém, em muita maior escala. Li o livro com grande expectativa por ser um clássico a que todos os filmes que tentam trazer um mínimo de conhecimento literário, comentam sobre.

Não li resenhas nem resumos, peguei o livro da edição de capa vermelha sem nenhuma descrição sobre a história. Achei a escrita fácil e tranquila de se ler, porém, não consegui imaginar tantas extravagâncias como se vê no filme. Mas, como muitos comentam, não achei que esse livro se tratava de uma critica para a época futil e gastadora. Porque, oras, gastar dinheiro tanto pro americano como para nós brasileiros é super ok. Tanto que isso continua até hoje. Mas vejo uma critica mais interna: Como gatsby poderia ter tantos conhecidos e mesmo assim ninguem o conhecer? Como todos poderiam honrá-lo mas depois esquecê-lo tão facilmente? Como as pessoas se envolvem com outras pessoas pelos seus próprios interesses e depois é como se nada tivesse acontecido?

Mas acho que o ator se conectou mais com o triangulo amoroso que não foi lá aquelas coisas, depois da metade do livro, tudo se passou tão rápido, parece-me que as críticas do ator deveriam ter sido mais exploradas, o psicológico de cada personagem.

Não sei também se busquei no meio do livro uma história de amor mais empolgante, porque o enredo anterior não estava me empolgando tanto e porque atualmente é uma critica realizada sempre... Como disse no começo, no ano que foi escrito deveria ter sido um grande choque. Ou não.
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Mica 11/02/2016

Sobre sonhos
Logo no início da obra o narrador nos traz algo sobre sua própria personalidade "antes de julgar alguém, lembre-se que o mesmo não teve os seus mesmos privilégios", desta forma, Nick Carraway, o narrador, procura se manter distante das suposições acerca de seu misterioso vizinho, Jay Gatsby!
Gatsby possui uma majestosa casa em uma região de milionários na cidade de Nova York (?). O ricaço Gatbsy costuma promover festas badaladas, regadas a muita bebida e comida, no qual são frequentadas por diversas pessoas mesmo estas não sendo formalmente convidadas. Nisto, o nosso narrador recebe um convite para ir a uma dessas festas e nesta mesma oportunidade conhece o então misterioso Gatsby, daí em diante, tornam-se amigos e todo o romance se desenrola! O enredo é muito bem delineado, desde a forma como se dá a construção dos personagens até o envolvimento destes com o clima detalhado pelo narrador, explico: a cada etapa da história o autor procurou associar com os detalhes do clima, se está quente, espere o clímax do livro etc.
"O grande gatsby" trata sobre amor, no entanto, acredito que dois pontos se destacaram ainda mais na história, o primeiro, gira em torno dos nossos sonhos e o quanto de expectativa devemos depositar nas pessoas que amamos, quanto tempo devemos acreditar nos nossos sonhos? Valem nossa vida? Nosso esforço?
E, o segundo ponto, gira em torno da crítica feita por Fitzgerald sobre a sociedade estadunidense em suas futilidades e extravagâncias!
Vale a pena a leitura! É um clássico da literatura universal.
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Thami 29/01/2016

O Grande Gatsby

O Grande Gatsby é narrado por Nick, o homem que foi fiel a seu amigo Gatsby até o fim. Nick conhece Gatsby depois de se tornar vizinho dele. Ele passa algumas noites observando o intenso movimento de carros que chegam e saem a todo momento das festas dadas na grande mansão. Um dia ele é convidado a participar de uma festa, então finalmente conhece o grande Gatsby: Um homem cercado de luxos, mas com um coração bastante simples.

Gatsby sempre foi apaixonado por Daisy, que no momento estava casada com outro homem. Nick se encarrega de contar a história de amor (e dor) dos dois. Porém, isso não foi o ponto mais importante de toda a história, em minha humilde opinião. Apesar de tudo girar em torno desse fato, há outra coisa que me fez refletir bastante. E é sobre isso que quero comentar.

“– Essa gente toda não presta – gritei através do gramado. – Você vale mais do que todos eles juntos.”

O Grande Gatsby me fez refletir sobre algo que eu já sabia: no quanto os bens materiais são descartáveis e no valor altíssimo que uma amizade possui. Havia uma grande diferença entre as condições de Nick e Gatsby, mas isso não os impediu de construir um belo relacionamento. O que acompanhamos, então, no decorrer do livro, são as situações pelas quais Gatsby passa (situações bastante inusitadas) acompanhado de seu amigo Nick.

Gatsby é admirável! Eu senti uma grande empatia por ele assim que entendi o seu posicionamento na história. Ele é engraçado, meu velho! E tem pensamentos bondosos, prestativos e inocentes. Quem já leu o livro, vai entender o porquê de eu dizer o que direi agora: Sofri imensamente. Meu coração se quebrou ao meio. Gatsby está entrando na minha lista de personagens favoritos.

Por fim, quanto a história, de modo geral, muito me surpreendeu. O início me deixou confusa, mas logo tudo foi se acertando. A trajetória de Gatsby é muito interessante e nos faz sentir sentimentos aleatórios. E o final... Bom, o final me fez respirar fundo e pensar sobre o que eu estou fazendo da minha vida.


site: http://thamirisdondossola.blogspot.com.br/
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Bru (@umoceanodehistorias) 29/01/2016

Em resumo, O Grande Gatsby é narrado por Nick Carraway, um americano de classe média do interior que muda para o litoral leste, próximo a Nova Iorque. Sua modesta casa destoa das mansões luxuosas da região. Como num passe de mágica, Nick consegue, através de sua prima, Daisy, e seu amigo e vizinho, Gatsby, passaporte livre para esse mundo de luxo. Por vezes, nosso narrador sente-se um peixe fora d’água nas festas que frequenta.

Com o passar das páginas vamos conhecendo um pouco mais Gatsby e a origem de sua riqueza. O maior motivo para a conquista de sua riqueza é estar à altura de Daisy, seu grande amor. Apesar de Daisy estar casada com outro homem, Gatsby pede para que Nick seja uma ‘ponte’ entre os dois e isso gera uma reaproximação e muitas outras coisas acontecem.

De início, devo dizer que O Grande Gatsby é um livro muito difícil de ser lido. Talvez seja pelo vocabulário utilizado pelo autor ou por não sabermos direito quem são os personagens e com quem eles são casados ou o que fazem ou, ainda, por não conseguirmos nos apaixonar de primeira, mas, com o passar das páginas, a leitura torna-se viciante e foi muito difícil deixar de ler, pois eu senti necessidade de saber o final.

Esse livro foi bastante reflexivo pra mim. Ele me fez pensar o quanto bem materiais podem ser dispensáveis, mas, mesmo assim, como existem pessoas que dependem dele. Outro ponto que me fez refletir é como as pessoas se deixam influenciar e, ainda mais, tornam-se fãs ou seguidores de pessoas que deveriam aprender a agir diferente.

O livro teve dois pontos altos em minha opinião, o primeiro foi quando Gatsby reencontrou Daisy e o segundo foi o último capítulo que me deixou sem fôlego durante todo ele. Recomendo a leitura, apesar de ter esperado um pouco mais.

“O futuro já nos iludiu tantas vezes, mas não importa... Amanhã correremos mais depressa e esticaremos nossos braços um pouco mais além até que, em uma bela manhã...”

site: http://mileumdiasparaler.blogspot.com.br/2016/01/resenha-o-grande-gatsby-f-scott.html
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Mauricio.Alcides 24/01/2016

O livro favorito de um dos meus autores favoritos tinha de ser um bom livro.
O livro favorito de um dos meus autores favoritos tinha de ser um bom livro. Gostei muito de como Fitzgerald narra a sua história e me apaixonei pelas referências históricas. Ênfase para a compra de substitutos para a guerra da independência e a brincadeira sobre quem sujou as meias do White Sox.

Nota: 9

PS: Era o livro favorito de Hunter S. Thompson, pai do jornalismo gonzo é dono de "medos e delírios em las Vegas"
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Valéria 22/01/2016

Confesso que tinha um certo preconceito em ler "O Grande Gatsby". Eu achava, vendo algumas cenas do filme, que seria mais um filme americano enaltecendo o luxo, a riqueza, as festas, enfim, o Sonho Americano. No entanto, como o crítico Tony Tanner afirma, Fitzgerald aborda esse sonho mais como uma questão de privação do que de aspiração. É uma história triste de um homem que sacrificou todos as aspirações em troca de um único sonho.
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Tisa 19/01/2016

Basicamente, o livro é narrado pelo personagem Nick, com tudo começando de verdade a partir do momento em que ele aluga uma casinha em um bairro muito rico. Lá ele conhece o Sr. Gatsby, que é quem, claramente, dá nome ao livro.
É um romance trágico que se passa na década de 20, seguindo a linha do famigerado sonho americano que vemos até hoje em filmes: pessoas exageradamente ricas, festas exageradamente extravagantes, pessoas exageradamente felizes, romances exageradamente românticos, e é interessante como o narrador-personagem se mostra perdido em todos esses exageros, já que ele não faz parte dessa classe endinheirada que vive em uma bolha e enxerga o mundo cheio de ornamentos com forma de dólares.

Enfim, eu não posso deixar de comentar que é um livro muitíssimo bem escrito, com uma narrativa elegante e de alta qualidade, e admito que esse foi um dos maiores motivos d'eu não ter largado a leitura, pois me senti herege só de pensar no abandono de uma obra tão bonita, hahaha
Não posso dizer que a estória é chata, muito menos que ela é ruim, mas posso dizer que, definitivamente, não faz o meu tipo. Apesar dela ser - como eu já disse - bem escrita e não ser prolixa (odeio "enche linguiça"), infelizmente continuou não me prendendo, muito menos me conquistando. Careceu de um bom ápice, ou de segredos mais intrigantes, ou sei lá, qualquer coisa que não se parecesse tanto com a realidade.
Não curto muito coisa pé no chão demais, sabe? Meu negócio é mais o inalcançável e o utópico (ou distópico, como preferir), pois sempre achei que o dia-a-dia é para ser vivido, e não lido. Talvez seja por isso que eu não goste tanto de Bukowski.
Entretanto, a estória te toca com carinho e te deixa pensativo, questionando o limite das coisas e o que é verdadeiro ou não. Amor sempre é um tema muito bom para quem gosta de questionar esse tipo de coisa.
Talvez se as pessoas não criassem tantos adornos para esse livro eu tivesse gostado mais, pois o maior problema mesmo foi a expectativa. Esperei por uma grande estória, mas encontrei algo comum - bonito, mas comum.

Agora, sobre o filme.
Fiz questão de assisti-lo pouco após o término da leitura, por pura curiosidade mesmo, mas não sou cinéfila e não sei fazer nenhum tipo de crítica a filmes, mas posso dizer que me impressionei com a fidelidade do filme para com o livro, o que é muito raro de acontecer.
Ah, eu assisti o último, aquele com o Leonardo-diCaprio-sem-oscar e o Homem Aranha.

Até a próxima. :)

site: http://magoevidro.blogspot.com.br/2016/01/o-grande-gatsby-livro-e-filme.html
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