O Grande Gatsby

O Grande Gatsby F. Scott Fitzgerald




Resenhas - O Grande Gatsby


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Muni 13/02/2017

Um apaixonado solitário
Francis Scott Fitzgerald, autor norte americano nascido em 1896, inclui em sua bibliografia contos e romances da geração chamada “geração perdida” na literatura americana, que foram os autores que acabaram indo para a Europa. O autor é conhecido por suas críticas aos ‘endinheirados’ da era do jazz e acaba por retratar em suas obras questões pessoais e sociais com um requinte que é só dele.

Ao falar em romance, o mais famoso e conhecido do autor é o lindíssimo “O grande Gatsby”, lançado no ano de 1925. O romance pode ser encarado, até certo ponto, como uma autobiografia do autor.

A obra inicia com o narrador Nick nos contando sobre os acontecimentos que o levaram a conhecer Gatsby, o excêntrico novo rico de West Egg, um homem misteriosos e ‘suspeito’ que possui uma casa deslumbrante e gosta de dar festas gigantescas aos finais de semana, atraindo uma quantidade enorme de pessoas. O personagem principal só aparecerá no terceiro capítulo e, quando acontece, já estamos bastante envolvidos com sua história. Riqueza, jazz, gim (que é uma bebida quase proibida na época), sexo, carros e mansões colossais são as obsessões mais presentes na obra.

Nick é primo de Daisy. Daisy é casada com Tom. Jordan é amiga do casal. Gatsby ama imensurávelmente a Daisy. Tais personagens são utilizados para criar um retrato da época, cada qual a seu modo, representando as questões sociais, as máscaras, a conveniência, a futilidade e até mesmo irracionalidade de um tipo específico de sociedade. Gatsby funciona como um contraponto extremamente romântico dentro da narrativa, mas guarda ainda inúmeros traços de futilidade – que aqui ganha ares de profundidade – e usa também suas máscaras, afim de se tornar uma espécie de personagem de si mesmo e não transparecer seus reais sentimentos e valores.

Confira a resenha completa em: caminique.wordpress.com

site: https://caminique.wordpress.com/2017/02/13/resenha-o-grande-gatsby/
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Cláudia 09/02/2017

Um Livro Ok
De verdade, estava esperando muito mais de "O Grande Gatsby", de F. Scott Fitzgerald. Até então não tinha lido nada do autor, e criei uma certa expectativa a respeito.
Ele fez parte do meu desafio de leitura do mês de Setembro!, e a leitura foi arrastada - só deslanchou nos últimos capítulos - e foi sofrível até então. Não estou dizendo que o livro é ruim. Vejam só: apenas estou dizendo que a leitura foi ok! E o final foi bom, na verdade, muito bom!, o que me fez não desgostar do livro.
O começo achei chato, devagar. Do meio para o final a coisa andou bem melhor.
Não vi ainda o filme. Sou daquelas que prefiro à leitura antes de assistir na telinha - quando possível! Achei o livro devagar demais, acho que várias passagens foram desnecessárias. Sei lá. Não rolou química entre nós.
Li Hemingway recentemente e achei que encontraria a mesma poesia, só que não! Mas não são essas pequenas decepções que me faz desacreditar em Fitzgerald. Já tem outro livro na minha lista - "Suave é a noite". Quem sabe consiga, dessa vez, mudar meu olhar...
"O Grande Gatsby" foi lançado em 1925 e tornou-se uma parábola exemplar do sonho americano.
Protótipo do Self-made man, Jay Gatsby acumula grande fortuna e se torna figura lendária de uma América próspera, embalada pelo ritmo do jazz, das máquinas de Detroit e o cinema de Hollywood. Sua história de ascensão é narrada à distância por Nick Carraway, um convidado assíduo às suas festas. Carraway logo descobre a infelicidade íntima de seu "herói", que cultiva um antigo amor, mal resolvido,por Daisy, a mulher de um milionário.
Na Long Island nos anos 20 havia muitas jovens belas e exóticas, muito álcool, jazz, elegância, glamour e, pairando sobre tudo, a certeza de que a vida seria uma festa sem fim.
O livro retrata bem a recusa da maturidade, a incapacidade de envelhecer e uma obstinação: a de continuarem ricos e jovens para sempre.
A atmosfera de euforia e vazio que toma conta de "O Grande Gatsby" é uma das melhores imagens da geração de Scott Fitzgerald.
O livro flui leve da metade para o final, mas é desinteressante nos capítulos iniciais, o que me fez não coloca-lo entre os meus preferidos, mas não deixo de recomendá-lo. Ele define claramente o que foi a década de 20, suas festas, seus personagens, a cidade em franco progresso e as festas glamorosas que rolavam sempre.
Enfim, um livro ok!
Abraço,

site: http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com.br/2016/11/um-livro-ok-o-grande-gatsby.html
Marisa 11/05/2017minha estante
Gostei da sua resenha, é o mesmo que eu achei! Um livro satisfatório! Ah, o livro é bom! Gostei mais do que do livro! ;)




Pan28 08/02/2017

Opinião completa no site em baixo

Decidi, depois de muito ouvir falar do livro, finalmente ler O Grande Gatsby.
Uma vez que o livro, além de ser um clássico, se passa na época de prosperidade americana da década de 1920, eu esperava que fosse um livro denso a nível de escrita, no entanto, o livro é acessível e sem grandes complicações.
Relativamente às personagens, e apesar dos seus inúmeros, problemas, eu gostei bastante do Gatsby, penso que, em parte, devido a todo o mistério que surge à sua volta dele e à volta do seu passado.
Entretanto eu estava quase a chegar ao final do livro e estava a gostar, mas ainda não achava o livro merecedor de 5*, até que veio o incrível final que é, provavelmente, dos finais que mais gostei até hoje.
Assim sendo, obviamente que recomendo este incrível clássico que nos prende de tal forma na história que quando damos por ela já o terminámos.

site: http://presa-nas-palavras.blogspot.com/2017/02/o-grande-gatsby-opiniao.html
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Renato Silva 31/01/2017

Gatsby: o homem que tinha tudo, mas não tinha nada
O Grande Gatsby é uma obra singular, única em sua estética e atemporal em se tratando de seu conteúdo. Ora reflexivo, ora acidamente crítico, ora filosófico e tais elementos são apresentados em uma atmosfera contagiante: a década de 20 nos Estados Unidos. A história é resultado direto do pós-guerra, da ascensão econômica vivida pelos americanos e com isso o "American way of life" surge como uma entidade invisível intimamente ligada à mentalidade norte-americana. Aqui temos uma sociedade "próspera" pela crescente economia do País, onde automóveis, vestimentas, aparelhos para o lar, em suma, os bens materiais se tornam uma realidade, e são praticamente sinônimos de felicidade. O livro capta bem este estilo de vida americano, regado a festas, valorização dos bens materiais e ânsia por ascensão social. Este último talvez seja o ponto principal no enredo de o Grande Gatsby, visto que o personagem que dá nome ao livro é o grande protagonista em sua tentativa de sair da pobreza e se tornar rico, com o único propósito de conquistar a sua amada com quem não tinha contato por anos. O final do livro é trágico e demonstra a verdadeira natureza humana naquele período. A obra me lembrou bastante o filme "Beleza Americana" de 1999, um filme com proposta atual mas que reflete bastante o espírito do estilo de vida americano, com personagens perdidos em sua própria realidade, buscando transpor uma imagem falsa de si mesmos na sociedade, humanisticamente pobres e materialmente ricos. O Grande Gatsby merece ser lido e relido, discutido e refletido. Um eterno clássico da Literatura.
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LetAcia.Bargas 16/01/2017

O grandioso grande Gatsby
O romance de Fitzgerald conta a história de amor de Jay Gatsby e Daisy, que tentam restaurar a relação e os sentimentos que tinham um pelo outro depois de vários anos sem contato. O livro é narrado em primeira pessoa por Nick, o vizinho de Gatsby oferecendo um ponto de vista externo ao romance que se passa. A narração é extremamente rica não só em detalhes da situação e do ambiente como também no sentido a exposição e descrição do sentimento dos personagens que compõe a trama. A descrição dos personagens ocorre de forma que, mesmo falando muito sobre eles suas personalidades, passados e pensamentos continuam um mistério a ser desvendado e entendido pelo leitor. Além de uma história e uma escrita incrível Fitzgerald trás reflexões sobre materialismo, luxo e sobre o "sonho americano".
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Bianca.Stokinger 11/01/2017

Ah os detalhes !!
A narrativa é rica em detalhes , não somente detalhes cenográficos, mas principalmente detalhes das emoções dos personagens.
A leitura é leve e simples, apesar de possuir expessoes e palavras não usuais nos dias de hoje.
Um belo clássico.
Hollywood e o magnífico Leonardo Di CAprio, captaram exatamente a essência. ( aliás uma das melhores adaptações literatura/cinema que já vi).
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Regiane 11/01/2017

Scoott Fitzgerald
É um clássico, que vale ser lido, uma escrita que flui bem.
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Raquel 04/01/2017

O sonho dourado americano
O grande Gabsty, publicado originalmente em 1925 retrata os anos dourados logo após a primeira guerra mundial, no qual a economia americana estava em ascensão. A vida era uma grande comemoração contínua, regrada por festas, bebidas e libertinagem. O romance de F. Scott Fitzgerald passa-se na cidade de Nova Iorque, no verão de 1922, narrado pelo personagem Nick Carraway, que sai de sua cidade natal buscando seu lugar ao sol, porém dotado de certos princípios, não admite a superficialidade, a falta de limite moral ou caráter.
Nick acaba de mudar-se para Long Island com o sonho de torna-se um bem-sucedido corretor de ações. Sua casa, entre enormes mansões, de um lado tem como vizinho o enigmático Jay Gatsby e sua mansão em West Egg, e do outro uma prima muito rica, Daisy, casada com Tom Buchanan, um ex atleta universitário abastado. Descobrimos posteriormente que quando Jovens Gatsby e Daisy foram apaixonados, porém como ele era muito pobre e ela muito rica e a ida dele para a guerra, tornou esse amor inviável.
Gatsby é a sensação daquele verão. Um bilionário conhecido pelas festas estravagantes/carnavalescas todos os sábados e pela diversidade de pessoas que participam, os quais apareciam mesmo sem convite, porém uma figura misteriosa; nenhum dos convidados sabe sobre o passado do anfitrião ou qualquer detalhe relevante sobre sua personalidade. Existe uma variedade de rumores, desde ser sobrinho do Czar Guilherme, até um assassino ou contrabandista de bebidas.
Em uma ocasião, convidado para participar de uma dessas festas, Nick e Gatsby acabam se aproximando, resultando daí uma descoberta sobre os segredos que envolvem o bilionário e uma amizade verdadeira. De forma nítida, Fitzgerald expõe a sociedade americana do século XX e sua busca desenfreada pelo prazer. Tom, Daisy, Jordan, todos eram pessoas egoístas, que como o próprio autor afirma, esmagavam as pessoas e depois se protegiam nos castelos, onde a fortaleza era o dinheiro e a posição social ornavam com a frivolidade do caráter.

Conforme vamos adentrando a estória, descobrimos o verdadeiro Gatsby. Esse livro lembrou-me outro, “A escolha de Sofia” (recomendo a leitura), onde ambos os personagens, constrói uma verdade para si e repetem com tanta ênfase, que acaba por tornar-se verdade. Gatsby acreditou que poderia viver o passado que nunca existiu, prendeu-se as amarras de memórias inexistentes e sonhos irrealizáveis. O amor pela tola e superficial Daisy acabou por arruiná-lo totalmente, já que cinco anos antes, ele comprometera não apenas seu coração, como também o restante da vida. Descobrimos posteriormente que toda aquela festa protagonizada repetidamente tinha o intuito apenas de reaproximá-lo de Daisy, antigo amor, e Nick, o responsável pelo reencontro entre os dois.

Ao expor o caráter dos seus personagens, permeado de falhas morais, como o adultério(Tom e Myrtle; Gatsby e Daisy), a trapaça, a superficialidade nos relacionamentos, sejam amorosos (Nick e Jordan, e claro, Gatsby e Daisy) fadados ao fracasso, ou de amizade (a ausência dos amigos no enterro de Gatsby), assim como a mesquinharia, Fitzgerald expõe de forma magnífica a obscuridade dos anos dourados americanos.
Vários acontecimentos irão se somando ao longo da narrativa, responsável pelo final trágico: o acidente, o preço pago pelo inocente, a impunidade e facilidade de como o culpado sai de cena protegido no seu mundinho dourado, além da facilidade com que as pessoas rompem os laços quando estes não lhes convêm mais. O grande Gatsby, considerado um clássico americano, é realmente um bom livro. É uma leitura que além de descrever um período de uma sociedade, nos fala sobre as amarras do passado não vivenciado e sobre a possibilidade de um futuro inexistente, quando somos obsessivos o suficiente em correr para algo que nunca esteve ao nosso alcance.

“Gatsby acreditou na luzinha verde, naquele futuro orgiástico que de ano em ano se afasta de nossos olhos. O futuro já nos iludiu tantas vezes, mas não importa... Amanhã correremos mais depressa e esticaremos nossos braços um pouco mais além... É assim que todos nós deslizamos, barcos contra a corrente, impelidos incessantemente de volta ao passado.” (p.204)
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Lili 28/12/2016

O Grande Gatsby
Dá pra entender bem porque este livro é considerado um clássico. Muito bem escrito, com uma narrativa elegante e ainda assim fluida, o livro retrata uma sociedade deslumbrada com a própria prosperidade e fútil ao extremo.

Pode ser lido como a história de um casal com problemas no "timing", como uma crítica à sociedade mencionada ou simplesmente como um retrato da solidão de alguém que está sempre rodeado por multidões.

Gostei de ter lido e recomendo.
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Naila Soares 03/11/2016

A profundidade do raso
O que faz de "O grande Gatsby" um livro extraordinário é conseguir, concomitantemente, capturar as contradições e a fugacidade de um importante momento sócio-histórico vivido pelos americanos na década de 20 e ser um livro atualíssimo, em que o grande protagonista da história é o dinheiro e o mundo narrado é o das mansões, festas e pessoas que se reúnem apenas para serem ricas juntas.

O livro nos conta sobre a ascensão econômica e social do Gatsby que, por sua vez, se apaixona pela rica e fútil Daisy, que representa tudo aquilo que ele gostaria de ser e ter na vida. A partir daí a trama se desenrola com direito a encontros e desencontros. No entanto, o romance é secundário e funciona como uma isca para captar leitores menos atentos ao que de fato importa: a crítica à uma geração que tinha tudo e ao mesmo tempo não tinha nada. Enquanto as festas e os romances acontecem, o autor implicitamente nos revela a solidão e o vazio que permeiam toda a narrativa.

É admirável a capacidade do F. Scott Fitzgerald de, com sua escrita, trazer profundidade para uma história essencialmente rasa, sobre relações efêmeras que se alimentam das aparências. Enfim, Fitzgerald é um grande escritor e frasista.
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Fran 28/09/2016

O "Sonho" Americano
Esse livro é um excelente retrato dos EUA nos anos 20, e Gatsby ilustra a ilusão do sonho americano, e toda aquela ideia de se fazer dinheiro e enriquecer. A terra das oportunidades. A história é permeada pela aura de glemour e ostentação, muita festa e jazz!
É um livro tremendamente bem escrito e muito envolvente, cheio de frases fantásticas, muito perspicazes e bem humoradas até ... Maravilhoso!

Gatsby é meio que um anti-herói, cheiro de mistério e negócios escusos e ilegais, mas, se o compararmos com os demais personagens, ele é um dos melhores em questão de honestidade e caráter. Nick e Gatsby são os melhores personagens, sem dúvida. Os demais são odiosos, rsrs! Não tem muito a ver, mas me lembrei em todo momento de Jane Austen, que sempre chamava a atenção para personalidade forte e bom caráter de suas fantásticas heroínas, por meio de uma gama de personagens secundários muito ridículos, orgulhosos e mesquinhos. Tive essa sensação ao ler "O Grande Gatsby", ele não era a melhor pessoa, mas olhando para os demais, ele se torna "bonzinho".
Ele é fiel ao seu objetivo (Dayse), e luta por ele, faz tudo por ele (mesmo que não valha a pena, na minha opinião), e de certa forma isso me cativou.
Nick é quem narra a história. É aquele observador, que vê tudo acontecer, e algumas vezes até de forma passiva, como que "seguindo a maré", nas no fim do livro que ele se redime e faz o que ninguém mais faz!

Vale muito a pena ler esse livro, fiquei pensando em várias coisas ...
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Tateane 02/09/2016

<3
Esse livro deveria ser leitura obrigatória nos colégios, só digo isso.
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Zeka.Sixx 30/08/2016

O Grande Romance Americano
Uma aula de como escrever um romance. Um capítulo final arrebatador. Um livro que a todo instante foge da obviedade e nos surpreende. Leitura obrigatória!
"(...) Quase cinco anos! Devia ter havido momentos, mesmo naquela tarde, em que Daisy não correspondera totalmente a seus sonhos... Não por culpa dela, mas devido à colossal vitalidade da ilusão que ele alimentara. Uma idealização que havia crescido e se tornado maior do que ela, maior do que qualquer coisa no universo. Ele se lançara dentro do sonho com paixão criadora, acrescentando detalhes todo o tempo, decorando-o com cada pluma brilhante que passava em seu caminho. Não há intensidade de ardor ou de euforia que possa desafiar aquilo que um ser humano é capaz de armazenar em seu fantasmagórico coração".
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Isabella 29/08/2016

:)
Adorei esse livro! Um dos meus preferidos da vida.
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