Os Irmãos  Karamázovi

Os Irmãos Karamázovi Fiódor Dostoiévski




Resenhas - Os Irmãos Karamázov


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Elisa.Motta 27/02/2021

Boa parte do que tinha pra falar, fui fazendo ao longo da leitura. A trama é complexa, ela envolve tantas nuances e persongens ambíguos, e ainda assim é cativante, intrigante e te faz querer saber o que vai acontecer até o final.
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Renisson 26/02/2021

Os Irmãos Karamázov é um livro que possuí muitas características que precisam ser descritas aqui.
O livro não tem a pretensão para romantizar algo. Ele tem algo mais filosófica falando sobre a convivência, a religiosidade que é um ponto muito abundante no livro uma surpresa.
O livro tem o seu andamento complicado ele começa bem pela pegada filosófica, da uma caída, e no final tem mais variação.
A história do livro é boa bem desenvolvida até o fim e cheio de diálogos que pode deixar a leitura cansativa para alguns, para mim não foi problema o seu final que cativa.
E por fim, o desenvolvimento dos personagens é muito bom, apesar de ter bastante personagens na história, mas que não se perde na história.
Mesmo com seus pesares é um bom livro que é preciso até mais de uma leitura.
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Mari Lacerda 22/02/2021

"O maior romance já escrito."
"Reconhecido como um dos grandes feitos literários de todos os tempos, o livro influenciou pensadores do porte de Nietzsche e Freud."

Lembro quando decidi ler meu primeiro Dostoiévski e me disseram que eu não iria gostar porque era muito difícil. Fiquei um pouco receosa, mas sempre gostei muito de experimentar coisas novas, então encarei como um desafio e decidi tentar. Caso não gostasse, era só seguir o baile ?. Comecei por Crime e Castigo... Fiquei tão surpresa com a facilidade que foi pra ler. Apesar de ser incrível, profundo, reflexivo, não é nada difícil de ler. Mesmo assim, diante de tantos elogios, fiquei um pouco com "medo" de encarar os Irmãos Karamázov. Sendo o último romance de Dostoiévski, deu pra perceber que ele se entregou por inteiro. É surreal!! Além da parte policial da história, de assassinato, a filosofia presente no livro é fantástica. Eu amei. Favoritado ?
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@felipe.sennin 22/02/2021

Irmãos Karamazov
Um livro que necessita ser lido e relido algumas vezes para identificar todas as sutilezas presentes em suas 969 páginas. Me parece que não acaba, não por ser um calhamaço, mas por dar a sensação que Dostoiévski poderia continuar a escrevê-lo até hoje, se fosse vivo, que não faltariam leitores para seu arsenal psicológico intrigante, comovente e de uma beleza profunda.
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Giovana 22/02/2021

Melhor livro do mundo
Nossa, sem palavras
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Matheus Gonçalves 22/02/2021

Muito bom, mas deeeeeeenso
Esse livro veio para mim como um fardo pesado. Por vezes me peguei triste ao pensar, enquanto lia, em quem me deu esse livro. Demorei um bom tempo, mas consegui finalizar.
Muito bom, cativante e denso.
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fernanda 13/02/2021

Clássico russo
A literatura russa requer paciência. São livros extensos que abordam temas de maneira profunda. Com 920 páginas, foi uma leitura que exigiu de mim calma e força de vontade para os primeiros capítulos. Lentidão inicial, porém, as análises investigativas do final mostram o potencial de Dostoiévski de montar uma intensa teia de aranha, que te faz lembrar de momentos da história que pareciam inocentes, mas acabam fundamentais para o desenrolar do mistério.

Terminei amando nossos queridos personagens Irmãos Karamázov!
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Rodrigo.Souza 09/02/2021

Um presente para a humanidade
Em um livro que domina seu leitor de forma nunca vista antes (e nem depois). Com total domínio ofício, no auge de seu talento e com inspiração descomunal, o gênio sanguinário da literatura escolheu uma família conturbada russa como foco de seu presente para a humanidade. Em milhares de páginas chamou para sua épica viagem leitores de todo o mundo.

Torna-se totalmente impossível definir esta obra, mas fica bem claro o que Dostoiévski quis dizer a humanidade: sou imortal.

Machado de Assis disse aos seus amigos da época: "vocês me aplaudem, me exaltam, me chamam de inovador... mas eu não chego nem aos 10% daquele inconsequente russo."
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Ana 02/02/2021

Uma citação
Nada do que eu fale vai acrescentar muito ao que já se disse sobre esse livro. Ele é magnífico. Não estava nos meus planos seguir para o segundo volume tão logo, mas vou feliz.
"Pois que em nosso século todos se dividiram em unidades, cada um se isola em sua toca, cada um se afasta do outro, enconde-se, esconde o que possui e termina ele mesmo por afastar-se das pessoas e afasta-las de si mesmo...Contudo, é inevitável que também chegue o momento desse isolamento terrível e todos compreenderão de uma vez como se separaram uns dos outros de forma antinatural". Profético.
themichkin 02/02/2021minha estante
Dostoieviski é ótimo




Mamá 21/01/2021

Considerada a obra-prima de Fiódor Dostoiévski, Os Irmãos Karamázov (na excelente edição da Ed. 34), virou referência para quem deseja se aprofundar na escrita do autor russo. Embora seja esse clássico todo, em termos de narrativa, não é meu favorito. Mas isso não empalidece seu brilho. Karamázov é uma baita obra.

O autor conta a vida de três irmãos, Iván, Dimitri e Aliêksiei, e de seu degenerado pai, Fiódor Pávlovitch. A relação dos quatro personagens - um mais diferente do que o outro, e cada um representando uma faceta da sociedade russa - envolve mulheres, brigas, dinheiro, ácool e, eventualmente, um assassinato (tema que permeia os principais livros do escritor). Não posso contar muito, pois o livro é inteiro recheado de descobertas, seja sobre a época ou sobre a estória.

É como todos os grandes críticos dizem: um retrato da Rússia, misturado com os temas que Dostoiévski mais apreciava: religião (do envolvimento da igreja aos pormenores filosóficos) e as questões político-sociais do século XIX no país. Um calhamaço com referências maravilhosas e uma tradução impecável (e cheia de notas) feita por Paulo Bezerra. Imperdível!

site: https://www.instagram.com/livrosdamaira/
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isa 19/01/2021

Genial e extremamente inteligente
*Essa é uma resenha dos dois volumes de ?Os irmãos karamazov?, apesar de eu estar fazendo ela apenas no segundo volume.

Bom, esse é meu terceiro livro de Dostoiévski e o que eu mais fiquei com ?medo? de ler, por conta de todo peso que sempre colocaram nele. Realmente, é um livro complexo, não na linguagem em si mas sim nas coisas que ele traz, e como eu gosto de ter a experiência da leitura compreendendo tudo que leio e não lendo só por ler, foi bem desafiador. Eu adoro ser desafiada e ter que pausar a leitura para pesquisar referências, as posições do autor, o ponto de vista de outras pessoas etc. Pois bem, com base nesse breve resumo da minha experiência pessoal com o livro, vamos a minha resenha!

Muitas pessoas utilizam frases clichê para descrever esse livro; geralmente, as mesmas presentes na sinopse, sobre como os três irmãos eram e como Dostô explora a psicologia humana. Isso é completamente correto, porém acho que falta uma explicação melhor, uma coisa mais profunda. Vou utilizar inclusive algumas descrições que o promotor e o defensor utilizam no final do livro, porque é exatamente a união desses dois pontos de vista divergentes que faz o ?sentido? do livro.

Fiódor Pavlovitch, aquele cidadão promíscuo e lascivo, nada mais é que a representação da própria Rússia ou do mundo; ele é todo errado e sujo, no maior sentido de tais palavras, e tem os três filhos, que obviamente não escolheram o próprio pai porém sofrem as consequências de tal ?ninho? durante a formação de suas personalidades (Freud intensifies). Dmitri, filho mais velho, de um casamento bem bizarro, é esquecido pelo pai, criado por um tutor, muito bem estudado e viajado, mas é bem lascivo e apaixonado, apesar de ter lá suas virtudes. Dmitri é extremamente parecido com seu pai, apesar de odiá-lo; ele representa portanto as pessoas do mundo que sofreram muito com ele mas acabam, no final, se tornando um tanto parecidas com tal. A diferença maior é que, diferente do pai, Dmitri as vezes tem seus momentos de virtude. Depois vem Ivan, meu personagem favorito. Ivan é filho do segundo casamento, também é criado por outras pessoas, estuda muito e questiona a vida e principalmente Deus. Ivan se sente muito diferente do pai, porém Smierdiákov diz uma verdade dura: ?De todos os Karamazov, Ivan é o com caráter mais parecido com o do pai?. Ivan traz todos esses questionamentos exatamente porque não consegue compreender a própria natureza; ele vive em uma luta com si mesmo, e numa conversa com Aliocha até assume que realmente sente que está lutando desesperadamente para ser diferente do pai, porém sabe que se tornará como ele. Para mim, Ivan não é ateu, ele apenas odeia Deus, o que é muito diferente. Ele representa os filhos da Rússia e do mundo que tentam buscar no realismo e na ciência, no questionamento, a fuga do seu péssimo destino, de sua própria ?natureza? (que não é exatamente uma ?natureza? e sim o que foi sendo formado dele, pelo ambiente em que nasceu): a de se tornar um cidadão como seu pai, como a Rússia, como o mundo. O terceiro filho é Aliocha. Do segundo casamento também, teve educação parecida com a do irmão Ivan, e encontra na religião o seu refúgio. Dá para notar porque Dostoiévski chama Aliocha de seu ?herói?: ele representa quem quer fugir da natureza Karamazov pela fé, pela busca por Deus. É o completo oposto de Ivan, porém os dois são personagens cativantes. Quanto ao quarto e bastardo Smierdiakov, ele é completamente transtornado exatamente por ser um bastardo, pois sua natureza Karamazov se revela de uma forma ainda mais suja e violenta que a dos outros irmãos. Ele odeia ser russo, ama excessivamente a si mesmo, tem alguns traços até de psicopatia (sua obsessão com machucar animais prova isso). É um Karamazov renegado, o que é ainda pior que ser um Karamazov, pois nem mesmo a maior sujeira do mundo o quis. Acho que a maior parte dessa ?esquisitisse? e maldade dele vem exatamente da angústia em ser renegado. Para mim, Smierdiakov representa exatamente as pessoas que nem sequer têm a opção de seguir um dos três caminhos Karamazov: ele simplesmente está ali como um servo, odiando a tudo e todos, pois foi o que restou.

Com todo esse estudo sobre o humano, Dostoiévski revela portanto sua visão sobre os russos e a humanidade em geral. O crime cometido é inserido dentro disso e demonstra exatamente toda dor e raiva que esses quatro homens sentiam por Fiódor, e na realidade todos tem uma certa culpa. Em diversos diálogos, o autor apresenta os pensamentos que regiam a juventude e a sociedade russa em geral na sua época; recomendo a leitura de ?Crime e castigo? antes dessa, para o leitor ter uma certa noção dessa atmosfera.

O diálogo do Grande Inquisidor para mim foi o ponto mais alto dos dois livros; eu nunca tinha lido algo como aquilo. Podemos ver nele a ideia de Dostoiévski sobre a fé. Há debates fortes sobre religião, sim, e isso combina com o principal ponto do livro que é mostrar, como eu já disse, os diferentes tipos de seres humanos, todos frutos de um ninho sujo e corrompido, em sua busca por se tornarem diferentes, por fugir daquilo que foram criados pra ser. Não é à toa que se transformou num dos maiores livros da humanidade. Com certeza, foi o livro mais inteligente que já li.
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CaDoe 14/01/2021

Narrativa maravilhosa
A personalidade de cada personagem, suas vivências, aflições e dores, muito bem trabalhadas, de modo que mantém a leitura fluída ao longo de toda a narrativa. Leitura recomendada.
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Pedrorodrigo8 08/02/2021minha estante
Concordo, o final me decepcionou um pouco também.




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