O Resgate No Mar

O Resgate No Mar Diana Gabaldon




Resenhas - O Resgate no Mar - 1ª Parte


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Claire Scorzi 20/02/2009

... E Claire volta para Jamie
O grande momento dessa 1ª parte de O Resgate no Mar é o reencontro de Claire e Jamie; houve quem achasse fraco. Discordo. Mas considero esse volume 3 da série Outlander bastante injustiçado, e não só por isso.
Depois do reencontro, o que gosto mais no livro é o que Diana Gabaldon tentou fazer nele, e que (parece) quase ninguém entendeu. Uma dessas tentativas foi a de fazer desse volume um livro sobre livros; um livro sobre literatura, um "metalivro". O romance está cheio de referências literárias e de citações. Conversas sobre livros; personagens lendo livros (vale a pena ver Jamie lendo "Fanny Hill", um romance erótico da época - século XVIII - é hilário!), personagens lendo livros que depois são sutilmente satirizados dentro da trama de O Resgate...; enfim, uma delícia para aqueles leitores (como eu) que apreciam "metalivros".
Na minha opinião, o que O Resgate no Mar prova com largueza é que Diana Gabaldon nunca poderá ser igualada às autoras de best-seller da hora; ela supera e subverte o gênero. É inteligente demais, talvez, para se manter no agrado do grande público.
Isis 26/01/2015minha estante
Parabéns pelo comentário!
Muito esclarecedor.


Edméia 08/05/2017minha estante
*Terminei de ler "A Libélula no Âmbar " , segundo volume dessa série e já coloquei aqui a minha resenha do mesmo ! Este terceiro volume da série , parte 1 e o da parte 2 , pretendo lê-los no segundo semestre deste ano , por vários motivos , um deles , porque tenho alguns livros já comprados e ... precisam ser lidos ; né ?! Este volume 3 , ainda comprarei !
Claire Scorzi , gostei muito da sua resenha aqui e vou ler com melhor ânimo este volume 3 por causa disto ! Gosto do recurso de metalinguagem , de livro falando sobre livros ! Concordo contigo , Diana Gabaldon é um LUXO !!! Já sou fã dela !!! Obrigada pela resenha ! Um abraço e boas leituras !!!




Caroline 26/07/2014

Supresa, choque, agonia, amor, aflição, felicidade...
Li os dois primeiros livros da série há quase cinco meses e resolvi dar um tempinho antes de começar o terceiro. Eu já nem lembrava mais porque eu parara a série, mas foi só ler algumas páginas que, puft, claro!, ou eu parava ou a Diana Gabaldon me despedaçava completamente!

Os comentários abaixo são sobre as partes 1 e 2 de O Resgate no Mar, e contém spoiler dos livros anteriores - se não os leu, melhor parar por aqui.

Em A Viajante do Tempo Claire volta cerca de 200 anos no tempo através de uma fenda entre as pedras de Craigh na Dun, conhece Jamie, casa-se e se apaixona perdidamente. Entre muito amor, torturas, castigos e um toque de humor, a autora me conquistou e me fez amar esse casal em cada pequeno detalhe. Fez-me também sentir uma dor que eu jamais sentira em uma leitura, uma agonia quase insuportável, um gosto amargo, um cheiro ruim, uma raiva infinita de um certo Jack Randall e uma vontade imensa de fazer o que quer que estivesse ao meu alcance pelo Jamie, para curá-lo, para salvá-lo.

Passamos para A Libélula no Âmbar e, What the fuck?!, Diana joga um balde de água gelada bem em cima de nossas cabeças. Brianna Randall! Randall?! Claire e Jamie vinte anos separados?! O quê?! E começa a nos contar o que aconteceu com eles no período que antecedeu a tal separação. Não sei se devido ao choque inicial, mas confesso que achei esse livro longo demais, um pouco cansativo - apesar de ainda considerá-lo muitíssimo bom.

O Resgate no Mar é nossa esperança de entender o que aconteceu naqueles 20 dolorosos anos, ou melhor, é nossa esperança de que tudo não tenha passado de uma brincadeira - sem graça! - da sádica, ops, digo, da autora. É, principalmente, nossa esperança de um reencontro entre Claire e Jamie! *suspiros*

Há o reencontro, a sinopse já estraga essa surpresa, mas enquanto ele não chega lemos sobre os anos de Jamie na prisão e vemos Roger e Brianna ajudarem Claire a reunir todas as informações possíveis sobre seu grande amor.

A maior parte da estória continua sendo contada em primeira pessoa pela Claire, mas temos alguns trechos - sobre Jamie - em terceira pessoa. Oh, céus! Pensei que ia morrer de tanto medo e de tanta ansiedade a cada parágrafo, já que a autora adora maltratar o belo Fraser.

É impressionante como essa autora consegue escrever sobre...er...sobre nada e coisa alguma, mas de uma maneira tão envolvente que você nem percebe até que se dá conta de que leu duzentas páginas e nada avançou. Ledo engano! Tudo avançou, tudo tem uma razão, cada frase, cada ação, cada detalhe tem seu porquê e se conecta com algo lá na frente. Ela faz sumir, surgir e ressurgir personagens e histórias! E ai de quem se perder no meio do caminho!!

Como já era de se esperar, um turbilhão de sensações nos acompanha a cada capítulo, muitas sensações, todas, das mais diversas, das boas e das ruins. Porém, considero-as um pouco diferentes - e é difícil explicar o porquê, mas talvez seja por termos aqui situações distintas das que já vivemos nos primeiros livros.

Quantas paradas cardíacas tive? Não sei, algumas, mas cito três delas. Na primeira, lá pela página duzentos, meu coração ficou pequenininho. Não, Diana, não faça isso! Não! Jamie! Nãooooo!

Rá! Grande piada! Mal sabia eu que aquilo não era nada se comparado ao que a querida autora faria no início da parte 2. Diana, sua filha d....., se esconda, mas se esconda bem escondidinha porque se eu lhe encontrar vou lhe matar e lhe cortar em pedacinhos, mas antes disso vou fazer você sofrer, vou apertar uma corda ao redor do seu pescoço até você ficar sem respirar, vou cravar minhas unhas no seu peito e só parar quando o sangue começar a jorrar, vou fazê-la tremer, vou torturá-la até você perceber que é EXATAMENTE isso que você faz comigo! Jenny merecia ser estrangulada e até no Jamie eu quis bater!

E quando você acha que fez as pazes, puft, seus olhos se arregalam quando um certo lorde John Grey aparece. Inspira, expira, pira... Talvez uma parada cardíaca não se encaixe bem aqui, já que meu coração disparou, prendi a respiração, fechei o livro, tomei um copo d'água, reuni todas as minhas forças e continuei - suando frio, mas continuei! Como pode tudo parecer tão palpável? As reações que temos são tão verdadeiras que torna-se embaraçoso ler diante de alguma plateia. Afinal, como explicar que você jogou o livro na parede enquanto rangia os dentes de raiva?!

É o livro mais fantasioso dos três, tem muitas coincidências e um certo misticismo a mais, mas é tão bom quanto A Viajante - ou até melhor. Minha única ressalva é a parte em que se passa dentro do navio, que me entediou e me deixou tão enjoada quanto se eu estivesse a bordo. Adoro o fato do toque de humor continuar presente e do amor entre os dois ser cada dia mais forte, mais sincero e maduro. Amo a sinceridade e a confiança que existe entre eles, amo as declarações, as provocações. É difícil explicar esse amor, um amor que espera e que supera, um amor que transcende o tempo e que só se fortalece. Um amor que compreende sem que palavra alguma precise ser dita. Um amor que faz bem, que ilumina, que é vivo; que me encanta mais e mais, sempre mais! Diana, sua vadia, eu te amo!!!


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CarlaSK 26/07/2014minha estante
kkkkkkkkkkkk Adorei a resenha!
Mas vou te deixar um aviso. Vc ainda vai amar o Lord John Grey. ;)



Caroline 26/07/2014minha estante
Obrigada, Carla!
Olha, depois eu gostei dele, mas aquela parte me deu um susto daqueles! Fechei o livro na hora haha, só depois de respirar mil vezes consegui continuar
Bjs


Raquel 20/10/2014minha estante
Vc exprimiu exatamente o que sinto lendo esses livros, eu tive diversas paradas cardíacas, e ainda por cima já tinha assistido a série, e maldito seja o dia que eu assisti, porque eu tinha que saber o que aconteceria depois, e maldito dia que comecei a ler esses livros, porque não consigo parar... E ao assistir a série eu fiquei com a cabeça no Jamie real que, OMG, é desgraçadamente delicioso... Ainda falando Sassenach, eu tenho pensamentos pecaminosos sempre que ouço a voz desse homem... Minha vida está um saco, porque eu estou já na metade dos livros, cheguei nos Tambores de Outono e estou vendo que vou chorar se não publicarem em portugues logo o livro 08, e fiquei muito curiosa com o spin-off sobre o Lorde John Grey, gostaria muito de lê-los também, eu tenho uma certa admiração pela amizade que o Jamie e o Lord Grey fizeram...
Diana ela é realmente uma vadia e eu também a amo...


Aninha 22/07/2015minha estante
Caroline, eu amei a sua resenha do primeiro e segundo livros e me perguntei o que você estaria pensando desse terceiro.

Não concordei em parte nesse caso.

Estou terminando de lê-lo e ele me parece muito incoerente! Não vejo Jamie se casando com Laoghaire, justo uma pessoa que a sangue frio entregou seu grande amor para a fogueira!

Oferecer seu corpo como pagamento a John Grey também não me parece coerente com seu trauma! O que Black Jack o fez, ninguém pode apagar!

Às vezes noto que a autora está enrolando muiiiito para poder embolar toda a história e escrever mais livros.

Outra coisa que me incomoda: eu sinto Jamie e Claire cada vez menos conectados afetivamente. Apesar de terem expressado que se amavam mais vezes que nos outros dois livros...

Parece que, ao tempo, resistiu apenas o sexo, sabe?

Apesar disso, considero um bom livro. Amo o casal e acho que formam um dois mais arrebatadores que já li.

Jamie é um homem de verdade: bom, justo, culto e com um caráter inabalável. Pensa em todos e esquece de si. Incrível como se pode escrever isso de um fora da lei! Assim é Jamie: cativante e inocente, apesar de tudo.

Claire é uma mulher forte, astuta e incondicionalmente apaixonada por Jamie. Nesse livro, ela e eu nos decepcionamos um pouco com ele.

Espero que o quarto retome a coerência na história e que a qualidade prevaleça sobre a $$$... Não acredito que ela ainda esteja precisando de dinheiro, né? risos


Caroline 08/01/2016minha estante
Oi, Aninha, só vi agora teu comentário, desculpa.
Olha, entre o livro 3 e o 4, prefiro o 3, então nem tenho ideia do que você vai pensar do 4 rsrs


Janinha 17/03/2016minha estante
Para o mundo que eu quero descer!! Eu estou justamente no primeiro araque cardíaco do livro!! O que é isso gente, de novo nããooooo!!
To morrendo aqui!!




Queria Estar Lendo 20/02/2016

Resenha: O Resgate No Mar Parte 1 E 2
Outlander é o tipo de livro que você lê mil páginas e chora quando acaba porque leria mais mil, e O Resgate no Mar, apesar de trazer uma história bastante diferente do que estávamos acostumados nos dois primeiros livros da série, continua exatamente desse jeitinho.

Li ele ainda na versão da editora Rocco, já que foram emprestadas da biblioteca da faculdade em uma época que a Saída de Emergência ainda nem estava no Brasil. E confesso que emprestei as duas partes (desde sempre com essa papagaiada de dividir o livro) ao mesmo tempo simplesmente porque não podia me dar ao luxo de cortar aquela história ao meio.

A primeira parte foca bastante na descoberta de Claire no fim de A Libélula no Âmbar e se dividi em passado e presente. Enquanto acompanhamos os preparativos e as difíceis decisões de Claire de partir em busca do amado, somos apresentados a pedaços dos últimos vinte anos, seu relacionamento com Frank e Brianna, e como ela nunca pode realmente esquecer a Escócia -- ou Jamie.

Ao mesmo tempo temos, através do ponto de vista de Jamie, uma boa ideia de como os seus últimos vinte anos foram. Como Jamie foi salvo, seu encarcere e sua luta para seguir em frente, acreditando que Claire e o filho estão seguros no futuro.

"Comigo desde o inicio foi para sempre, sassenach."

A primeira parte é uma das que mais me emociona e ao mesmo tempo revolta. O tipo de amor que sinto por Jamie e Claire é apaixonado e ver os dois seguindo em frente, sozinhos, me parte ao meio. Odeio algumas decisões que eles tomaram e senti nojo e raiva do Frank -- ainda mais do que senti em A Viajante do Tempo.

Já a segunda parte inicia uma jornada diferente para eles. De volta a Escócia, agora encarando um país reprimido pela revolta jacobita, Claire precisa primeiro enfrentar Jenny para depois encontrar Jamie.

"-- Mas não podia vê-la sem pensar nele, não é? Sem essa lembrança permanente, eu me pergunto... Você o teria esquecido com o tempo?
-- Não."
Claire e Jenny sempre foram duas das minhas personagens preferidas, tão fortes e destemidas que você só pode pensar: quero ser como elas quando crescer.

Mas os relacionamentos estão bagunçados, machucados, e precisam ser reparados com cuidado e tempo -- não só o de Jenny e Claire, mas o de Claire e Jamie também.

Mas como nada é fácil, essa reparação precisa ser feita em alto mar, enquanto os dois partem em busca de Ian, o filho mais novo de Jenny, que acaba sendo sequestrado por piratas.

A segunda parte traz fantasmas do passado de volta a vida do casal e coloca ainda mais peso sobre essa reconciliação. Embora o que os manteve afastados foi unicamente a necessidade de sobrevivência, vinte anos é muito tempo. São muitos dias solitários, muita história passada e acontecimentos que eles não sabem, necessariamente, como enfrentar em um primeiro momento.

"- Sim, bem, imagino que arrastá-la para o mar e deixar que fosse sequestrada e mantida num navio devastado por uma epidemia seja suficientemente perigoso. Mas ao menos eu não a deixei ser devorada por canibais, ainda."

A Diana tem um jeito de entrelaçar os acontecimentos que fazem o meu coração parar. A forma como ela escreve essa história é forte, embora seja algo tão frágil. O foco é as relações humanas e o plano de fundo é uma sociedade escravocrata a qual Claire não estava completamente pronta para lidar -- considerando-se que a Escócia não vivia isso.

Envolvendo menos política do que estamos acostumados, mas dando um banho de história, a Diana conta o longo trajeto que o casal precisa fazer até verdadeiramente encontrar um ao outro, a redenção e ao perdão que tanto almejam. Até conseguirem, juntos, retomar a vida não como se os últimos 20 anos não existissem, mas como se eles não fossem páreo para o amor deles.

Aqui podemos ver claramente a proposta da Diana com a série, que não é escrever sobre um amor perfeito, mas sim sobre relacionamentos. Sobre altos e baixos, sobre imperfeições e problemas. Sobre como só amor não basta e como precisamos trabalhar continuamente para manter nossos relacionamentos e a nossa identidade.

Minha ressalva, assim como em A Libélula no Âmbar, é Briana e Roger. Não consigo gostar ou simpatizar com nenhum dos dois nesse livro. Para ser sincera, só não pulei as partes deles porque era escrito pela Diana. Os dois não parecem realmente ter química e todo o desenvolvimento incrível que vejo em Jamie e Claire como pessoas e casal, não consigo enxergar em Brianna e Roger.

"- Ter você e ser amaldiçoado por isso, eu acho – disse ele. Beijou minha testa ternamente. - Amar você me levou ao inferno mais de uma vez, Sassenach; mas eu correria o risco outra vez, se necessário."

No entanto, Brianna aos olhos de Jamie é quase um personagem gostável e essa é a minha maior tristeza na vida com Outlander: Jamie perdeu Bri. Jamie perdeu Faith e isso machuca, mas a Faith não chegou a viver nesse mundo. Bri sim, e ela vive longe dele, longe do tipo, 200 anos a frente. E isso sempre parte o meu coração.

Por mais que Frank tenha suprido o papel de pai -- e a ingrata da Brianna se recusa a reconhecer outro como tal -- Eu ainda queria essa chance para ele. A chance de vê-la crescer e conhece-la em todos os seus cantinhos, como é próprio dos pais -- como a Claire faz. De enxergar a Ellen no rosto dela, de perceber o gênio tão parecido com o seu.

"A parte mais irritante dos clichês, eu decidi, é o quão frequente eles são verdadeiros."

A única coisa que verdadeiramente me consola é o fato dele ter tido os filhos da Jenny e Fergus sempre ao seu lado. Aliás, Fergus! Tenho um amor imenso por ele e uma certa cena no fim do livro 1 me enche o coração de alegria e amor por essa família tão torta.

Tem como dar menos do que 4,5 estrelas para esse livro? JAMAIS.
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Ana Paula FZ1 14/06/2020

Como não amar uma historia dessa???!!!
"Só você Claire... Adora-la com meu corpo, dar-lhe todo o serviço das minhas mãos. Dar-lhe meu nome e todo o meu coração e minha alma tambem. Só você..."

A resenha completa ta no Blog, porque ela é sempre gigante rrsss
Talita 15/06/2020minha estante
tenho vontade de ler, mas são tantos livros enormes...


Ana Paula FZ1 15/06/2020minha estante
São mesmo viu Talita, esse tem quase mil páginas, mas vale a leitura ??


Talita 15/06/2020minha estante
Vou tentar um dia rsrsrs




Thais.Bento 14/02/2020

Bom...
Foi dentre os primeiros o que teve mais ação. Fiquei viciada demais na trama, os detalhes históricos te transportam no tempo, mesmo.
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Laura 16/04/2020

Épico
A saga Outlander é, sem dúvida, uma das melhores que já li. Acho incrível como é bem escrito, mesmo sendo um livro volumoso - veja bem, são quase 600 páginas apenas no primeiro volume da parte 3 - a história é apresentada de uma forma que você não consegue parar de ler.
Nessa primeira parte, Claire retorna para o passado para se reencontrar com Jamie, e, como de costume, novos desafios e aventuras os aguardam.
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bae 11/04/2020

Procurando defeitos pra dar menos que 5, mas não tem. A cada livro que passa essa série me conquista cada vez mais. Eu amo tanto os personagens que não sei nem explicar. As pessoas ficam receosas pq os livros são grandes, mas a escrita da Diana é tão boa que mesmo em capítulos enormes(q tem viu kkkkk), não sinto nenhuma dificuldade ou canseira. Ansiosa para começar a parte 2 desse 3 livro.
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Nanda 28/04/2020

Amei!!!!
Até o momento meu favorito. Personagens mais maduros e mais encantadores. Só tem um personagem que não simpatizei e vamos paro o quarto para tirar reais conclusões sobre ele já que o quarto dizem focar mais em Brianna..
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Bella 20/04/2020

O resgate no mar
Gosto dos romances na série Outlander: o amor entre Claire e Jamie é muito forte, emociona. Mas que lutas eles tem que vencer!! Toda hora uma dificuldade grande; mas ainda assim a leitura prende de forma cativante e me vi torcendo por eles. Gosto bastante dos personagens e as diferenças da série me agradaram em relação a alguns mas senti falta em relação a outros. De modo geral muito bom!
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Lua 12/02/2020

A história, escrita por Diana Gabaldon, narra sobre Claire Beauchamp que em uma visita às pedras circulares de Craigh na Dun, na Escócia, acaba viajando 200 anos para o passado, quando Escócia e Inglaterra estão em guerra devido a negação dos jacobitas (católicos) ao aceitar o rei inglês pagão, da casa Hanover. A partir daí, Claire sem saber voltar para sua época, acaba tendo que criar uma nova vida na Escócia antiga, sofrendo com as adversidades da época como: a precariedade da vida, o forte machismo, o drama de ter uma vida dividida entre duas épocas, etc. Apesar de tudo, no segundo livro a personagem consegue voltar à sua época e, por estar grávida foge da batalha e deixa seu marido James (uma longa história que se inicia 1º livro) na guerra de Colluden. .
Agora no terceiro livro, Claire já está com 40 anos e sua filha Brianna, com 18. Juntas elas voltam à Escócia de 1970 para descobrir sobre o paradeiro de Jamie na batalha e, com a ajuda de Roger, um historiador amigo da família de Frank Randall (marido de Claire em seu tempo presente), descobrem que James Fraser, apesar de várias mortes jacobitas e da vitória dos aliados, sobbreviveu à guerra. Claire então, decide que voltará ao passado, reencontrar o verdadeiro amor de sua vida. A partir disso, é que começa a jornada do Resgate do mar, com muitas emoções, sofrimentos, acordos políticos, lutas e amor, tão característicos da saga toda. .
Infelizmente não posso descrever todos os episódios e minhas sensações ao ler cada um, já que cada livro da série é um calhamaço, mas Resgate do mar não me decepcionou em nada, a trama é cheia de ação e acontecimentos históricos, que sempre me prenderam muito. Para quem acompanha a série, verá que os episódios são bem semelhantes ao livro- falo isso porque assisti a terceira temporada antes de ler. Diana Gabaldon constrói a narrativa de forma muito bem pensada (diante de tantas datas, países e acontecimentos) e mantém uma linguagem fluída e cheia de aventuras.

site: https://www.instagram.com/p/B7w2P5DhZ7m/
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Thais 02/05/2010

Claire volta para Jamie...
O ponto alto de O Resgate no Mar – parte I é, sem dúvidas, o reencontro. Tão ansiado, tão desejado, minhas unhas roídas, e então Claire está lá, frente a frente ao seu grande amor, e no momento em que os olhos de Jamie a encontram, é como se os 20 anos de solidão não tivessem existido.

De certa forma, pude compreender o enorme abismo dos vinte anos. Eles não teriam passado a maior parte desse tempo juntos, mesmo se Claire nunca tivesse voltado para o tempo dela.

Claire e Jamie ocupam, peremptoriamente, o primeiro lugar na minha lista de melhores casais da literatura. Além de apaixonantes, dão lições que levarei pela vida afora.

Gostei das citações literárias presentes neste liro, Jamie “descobrindo” a literatura erótica é impagável; mais uma agradável surpresa da mestre Diana e que nos mostra as múltiplas facetas de seu amplo conhecimento. Ela é, antes de qualquer coisa, uma autora inteligente.

Os livros da Diana são, inegavelmente, livros que precisam ser lidos!
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Julia 06/05/2020

Esperando a parte 2 pra formar uma opinião. Estava ansiosa por esse livro.
Maju · @leiturasdamaju 06/05/2020minha estante
Amo essa série...


Julia 06/05/2020minha estante
Eu tbm!




Tamirez | @resenhandosonhos 17/10/2018

OUTLANDER: RESGATE NO MAR I E II *esta resenha fala das duas partes
A primeira coisa que eu preciso ressaltar sobre essa resenha é que com a divisão dos volumes, ficou ainda mais complicado falar sobre a história. Eu optei por fazer uma resenha só, comentando ambos, pois afinal de contas estamos lidando com uma narrativa que foi concebida em um volume só. Para aqueles que ainda não leram até pelo menos o segundo, é claro que essa resenha conterá spoilers e, caso você só tenha lido o primeiro tomo dessa terceira parte, é possível que pegue algo por aqui também, então atenção, todo mundo foi avisado!

Eis que todos os forninhos caíram ao fim de A Libélula no Âmbar, quando descobrimos que Jaime estava vivo. Não que fosse algo completamente inesperado, afinal estávamos apenas no segundo livro de uma longa série e as esperanças de que algo tivesse acontecido diferente estavam altas. E esse é o dom de Diana, romper nosso emocional com revelações.

“Eu acordava gritando e gemendo, sentindo o cheiro de desinfetante e ouvindo palavras apaziguadoras, incompreensíveis diante de ecos da gritaria em gaélico dos meus sonhos. Depois adormecia de novo, a mão fechada com força sobre o pequeno ferimento na base do polegar. Então abri os olhos e Frank estava lá. Parado na porta alisando os cabelos negros para trás com uma das mãos, parecendo hesitar – e não era de admirar, pobre homem.”

Meu primeiro pensamento ao descobrir isso foi: Claire precisa voltar! E é claro que isso também passou pela cabeça dela. Porém 20 anos se foram, ela não sabe em que pé Jaime sobreviveu e, acima de tudo, ela tem uma filha e uma vida nos anos atuais.

Daqui em frente vivemos no livro uma busca por respostas: como Jaime sobreviveu, o que aconteceu, como é possível, pra onde ele foi, onde ele está. Esse é o drama principal da primeira parte, coletar informações sobre o que aconteceu. Vamos ter isso retratado através dos capítulos do “presente/futuro”, e também no passado, com um olhar sobre Jaime e sobre o que realmente lhe aconteceu.

O jovem escocês, por mais que pareça azarado, é na verdade dono de uma imensa sorte. Alguém o qual lhe devia um favor cruza seu caminho, e mesmo sendo um inimigo, deixa que ele escape, pois acha que ele está ferido o suficiente para que a viagem o mate, livrando-o o da culpa. Mas Jaime sempre foi resiliente, e não morrerá tão fácil. Sua vida a partir daí varia entre estágios de isolamento, enclausuramento e prisão. Mas ele sobrevive. E adquire novos amigos, inimigos e histórias pra contar.

“Ele nascera um líder, depois foi moldado ainda mais para adequar-se a esse destino. Mas e quanto a um homem que não nascera como o papel que exigiam que ele cumprisse?”

Enquanto isso se desenrola, temos uma Claire aflita e confusa. Ele viveu e isso significa uma série de coisas. E a principal delas é que sua vida poderia ter sido completamente diferente se ela não tivesse voltado. Isso a assombra também. E a vontade de voltar cresce cada vez mais.

Quando ela finalmente toma uma decisão é que a sua parte da história passa a ser interessante. Eu acho que qualquer leitor ávido de Outlander sabe o que ela vai escolher. É impossível ser outra coisa. Claire precisa voltar, reencontrar Jaime, reavivar esse amor e finalmente, finalmente viver.

O que não se pode esquecer é que com tanto tempo tendo se passado, nenhum deles é o mesmo de 20 anos atrás. Claire teve uma filha, fez faculdade de medicina, aceitou Frank novamente, voltou para alguns confortos de anos a frente, está mais velha, mais experiente, tem uma carga sobre seus ombros. E com Jaime não é diferente. Talvez o que ele tenha passado no primeiro e até segundo livro, não chega perto do que ele sobreviveu após Culloden. Ele também não é o mesmo. Será que o amor deles é?

Digo pra vocês que aflita foi pouco, para o que eu fiquei conforme esse momento parecia se aproximar. Eu queria vê-los junto novamente e temia o que iria acontecer. Afinal, no primeiro tomo sabemos apenas de alguns pares de anos, não da totalidade dos 20 que passaram. Será que ele se casou novamente? Tem filhos? O que ele está fazendo? São muitas incertezas, além daquela que lateja até a hora H, Claire é realmente capaz de voltar?

E uma coisa com toda certeza já ficou clara pra mim, Diana Gabaldon é mestra em me deixar agoniada com essa história. Toda vez que leio me pergunto como será possível estendê-la por tanto tempo e eis que ela apresenta algo novo. O fim desse livro (parte II) chegou completamente inesperado pra mim. Eu não fazia ideia e nem tinha recebido spoilers sobre. Agora estou novamente intrigada pra onde isso vai ir e em que encrencas vamos ver os personagens no volume quatro.

O título do livro, Resgate no Mar, acaba por só fazer sentido depois do começo da segunda parte, no primeiro tomo não há referência nenhuma e fiquei me perguntando quando isso iria se esclarecer. A escrita da autora segue cadenciada e muito gostosa de ler. Gabaldon é detalhista, mas não de forma ruim. Ela faz com que nos apaixonemos por seus personagens e lugares pela paixão com a qual os descreve.

“Sempre, sempre, eu tive que equilibrar compaixão e sabedoria, amor e ponderação, humanidade e impiedade.”

Algo que gostei muito de ver aqui foi o quanto ela modificou os personagens sem despi-los de sua essência. Muito tempo se passou, eles tiveram novas experiências, mudaram. Não são os mesmo do primeiro ou segundo livro. E, mesmo tendo algumas posturas diferentes, mantêm aquilo que lhes é mais característico. Eles evoluíram, mas não mutaram em algo completamente desconhecido.

Foi muito legal acompanhar as coisas que se passaram, o quanto eles conseguem sempre se meter em confusão e, até uma situação que acontece no primeiro terço da segunda parte onde eu achei que tudo iria ir por água baixo novamente. Confesso que achei a reação um pouco exagerada e Claire está bem mais no limite nesse livro do que jamais esteve nos outros. Acho que há uma sensação de tudo pode mudar a qualquer momento que a assusta e faz com que a personagem esteja tensa durante grande parte do livro.

2017 vai ser o ano de eu ler o quarto livro e dar continuidade à história desse casal que eu adoro. Comentando um pouco sobre a série, só tive coragem de ver a segunda temporada bem recentemente, pois não queria me despedir dela sem já ter uma próxima temporada. Achei as interpretações ótimas e a fidelidade está altíssima, assim como a primeira temporada. Não vejo a hora agora de ter a terceira temporada pra acompanhar a adaptação de Resgate no Mar. Mesmo estando bem longe do fim, já sei que quando ele chegar vou ficar bem orfã dessa trama.

Se você é fã da série e por algum motivo ainda não tocou esse terceiro volume, vá sem medo. Diana Gabaldon segue emocionando a gente e também fazendo com que demos altas risadas durante a narrativa. Os protagonistas e sua história é encantadora, e o background histórico ajuda a moldar a trama na sua direção. Não sei o que esperar do quarto livro, mas estou ansiosa para seguir em frente.

site: http://resenhandosonhos.com/outlander-resgate-no-mar-i-e-ii-diana-gabaldon/
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pantalaimonbooks 27/03/2020

Senhor, rezou, que ela estava a salvo. Ela e a criança.
Outlander: O Resgate no Mar é o terceiro volume do romance de Claire e Jamie Fraser, um casal separado por duas nações e 200 anos temporais.

Nesta primeira parte encontramos um salto temporal de vinte anos, Claire já está no futuro enfrentando a maternidade em uma nova vida com Frank, enquanto isso, Jamie tenta sobreviver aos eventos logo após a batalha de Culloden ? seu clã está a salvo, mas isso não significa que seus sofrimentos acabaram.

Ao longo das divisões de capítulos encontramos três ponto de vistas sobre o que aconteceu na vida de Claire desde o momento em que ela foi lançada para o século XVIII através de Craig nu Dun ? Roger Wakefield, o filho adotivo do reverendo e agora um crescido historiador que se encanta por Brianna, Jamie Fraser, suas andanças solitárias desde que escapou da morte nas trincheiras de Culloden, e Claire Beauchamp-Randall, uma médica que prepara-se para contar a filha sobre quem foi o seu verdadeiro pai.

As três perspectivas são bem interessantes, mas fiquei muito mais instigada com a de Claire tentando se habituar novamente ao século XX com um homem que ela não ama mais ? Frank voltou a narrativa sendo um grande filho da p*, mostrando seu pior lado possível, mas mesmo assim bastante respeitado por Claire por ele decidir criar Brianna como se fosse sua filha.

Enquanto isso, Jamie Fraser sobrevivia em cavernas, depois em uma prisão e por fim servindo como cavalariço de uma família britânica ? sua última parada antes da liberdade lhe rendeu um filho bastardo, que eu ainda estou esperando ansiosamente para saber qual será a reação de Claire quando descobrir.

Nesse volume voltamos novamente ao maravilhoso tópico do mostro do lago ness, o Roger tem uma teoria bastante interessante que eu amei e vou defender para o resto da vida ? também temos o mistério do esqueleto encontrado pelo Joe Abernaty, que eu espero muito que não seja da Claire.

Nessa obra também encontramos personagens carismáticos do primeiro livro como é o caso da Geillis, ela faz uma rápida, e chocante, aparição!

Adorei esse livro assim como gostei muito dos outros, no entanto fico bem triste quando os personagens envelhecem e tanto os outros queridos morrem. Jamie e Claire continuam apaixonantes, o amor deles não envelheceu um dia sequer.
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