Axolotle Atropelado

Axolotle Atropelado Helene Hegemann




Resenhas - Axolotle Atropelado


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Daphiny 26/12/2012

Me dá até vergonha de dizer que abandonei... Mas nunca vi um livro tão confuso em toda a minha vida. Tenho plena consciência de que é porque a menina que narra está sempre drogada e blablabla mas simplesmente não consegui. Nada nesse livro me prendeu, eu não consegui entender absolutamente nada. Não consegui nem chegar na parte do tal axolotle...
Talvez eu tente ler outro dia, em outro momento..mas por agora, é um livro bem confuso pra mim...
XX
jennniifer 11/02/2014minha estante
Concordo com você. Um livro altamente confuso. :x




Murphy'sLibrary 05/08/2012

Mifti é uma garota cheia de problemas e, pior, problemas que ela mesma cria, imagina, aumenta e inventa. Achou pouco? Mifti também não tem um senso de moral e, aliada a uma narrativa desapegada e avoada, não tem nem meio dedo do pé no chão. Resumidamente, Mifti é a personificação dos problemas e erros de adolescentes sem rumo que existem por aí. E, como toda adolescente sem rumo, ela é aquela ignorante que se acha inteligente.

Acho que esse breve resumo da personagem principal de Axolotle Atropelado já serviu para demonstrar que seus dramas não me causaram nenhum tipo de pena. A garota narra o livro com um tom que dá a entender que seus devaneios, baseados em substâncias ilícitas, são cool quando, na verdade, ela só passa ao leitor, aquele que tem um pouquinho de bom senso, a certeza de que ela é uma garotinha facilmente impressionável que se acha legal, mas não é.

A narrativa é forte, é feita para te causar reação. E causa. Mas, ao mesmo tempo, a indignação em determinados pontos é tão grande que você precisa fechar o livro. Não é um livro para ler numa sentada, bem pelo contrário, é um livro de difícil digestão.

Quando terminei Axolotle me recordei de uma história que me contaram certa vez, sobre uma viciada que estava em sua décima internação e que naquele momento estavam tratando sua necessidade de usar sadomasoquismo como forma de aliviar a pressão dos problemas que ela mesmo se causava. Não senti pena, nem compaixão, pois não consigo entender auto-destruição. Assim como não consigo entender Mifti, mesmo que ela desenhe! Talvez seja mesmo um Axolotle Atropelado, um bichinho raro e esquisito pelo qual um trator passou por cima. Mas não posso entender como Mifti pode ter sido atropelada por ela mesma, repetidamente.

Mas é como dizem: só o dono de uma dor pode dizer o quanto ela dói.
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Monaliza 29/06/2013

Perturbador.
Nem sei o que me levou a comprar esse livro . Acho que foi o preço, ele estava em promoção, ótimo preço, e isso bastou pra me chamar a atenção. Quando o li pela primeira vez certas coisas me escaparam. É uma leitura difícil, cheio de verbetes complicados, quase que exagerados e por vezes sem logica. Durante a leitura,eu me perdi. Houve um momento em que eu não sabia se o que acontecia era real ou era uma das "pira" da drogada personagem principal. Além do mais, não há um fio no livro sabe? Não há nada que ligue um ponto a outro , uma cena com a outra. Você se perde no mundo de Mifti . Mas mesmo assim, com todos esse perdidos, o livro me encantou. Não, o que me encantou foram as palavras de Mifti, foi a identificação que eu tive com alguns dos momentos dela. Parecia que Mifti , eu sua forma louca e desregulada de escrever, escrevia pra mim, escrevia por mim. Eu não sou uma drogada , não tenho mais 16 anos, não moro em Berlin, não sou orfã de mãe, não tenho irmãos mais velhos loucos e rebeldes. Mas mesmo assim, eu me identifiquei sabe? Eu vi parte da minha historia, parte dos meus pensamentos, dos meus sentimentos retratados nas frases desconexas de Mifti. Talvez seja porque ela use e abuse da velha crise dissociativa, e me diga, quem , no auge de sua vida não teve sequer uma unica crise dissociativa ? Eu tive milhares, eu venho tendo milhares. Não posso fazer uma resenha valida desse livro, pelo simples que ele se tornou pessoal demais pra mim. Quando o li pela segunda vez, não me controlei e fiz uma coisa que não convém com minhas atitudes : sublinhei as frases que me descreviam, marquei parágrafos que eu queria ter coragem de dizer pra certas pessoas, escrevi nas bordas do livro minhas próprias palavras, e agora o livro é uma mistura da loucura de Mifti com a minha própria loucura, minha própria crise dissociativa. Ok, chegue de misturar vida pessoal com a "vida de resenha" . O fato é que o livro é bom, é uma leitura difícil mais que vale a pena, afinal , não dizem que as coisas difíceis são as que mais valem a pena ? Então, leia esse livro, lute contra sua vontade de querer abandona-lo logo na primeira pagina, abra sua mente, deixe sua loucura vir a tona. Tenho certeza que você vai gostar, e quem sabe, dependendo do seu grau de surto psicológico , você torne esse livro um diário segredo da loucura que você mente não existir em você.
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Cinthia 27/04/2013

Não recomendo pra ninguém.
O livro não tem história, são apenas fatos aleatórios contados por uma drogada que mistura fantasia com realidade no meio dos diálogos.
jennniifer 11/02/2014minha estante
Vou ter que concorda com você. Realmente este livro requer muito do leitor para compreende-lo, e eu não entendi nada. 'o'


Arthur Conrado 26/08/2018minha estante
Melhor resenha deste livro.




Rafa 22/01/2012

Resenha - Axolotle atropelado - Helene Hegemann
Torturante e inebriante, eu jamais tomaria conta de um livro como esse. Por mim, não quando se tratava de uma polêmica. Bucólico no começo. O livro passou por base como masoquista e charlatão, pois trata-se de cópias em estilos e misturas de literaturas modernas.

Eu me cansei em várias partes das emoções de Mifti, ela é uma pervertida e fala coisas sem nexo, bissexual, desentende com a maioria dos personagens tratados, que acho que talvez exista só na percepção dela.

Tive que rabiscar umas partes tensas do livro, não tive coragem de colá-las aqui, eu queria era destruir daquela parte do livro, como se fosse possível, o que me é por direito, talvez. Não quero lhes assustar com a linguagem trucidante, mas o livro quer chocar.


Read more: http://www.leiturasvivas.com/2012/01/resenha-axolotle-atropelado-helene.html#ixzz1kDt8B23h
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Raffafust 18/08/2013

Eu tinha muita vontade de ler esse livro, já tinha visto em uma Bienal no estande da editora mas acabei não comprando. Ao pegá-lo para ler em um domingo terminei no mesmo dia!
O que o livro tem de bom? Bom, para começar ele me lembrou muito que li e reli desde meus 13 anos e que tenho um imenso carinho pela obra : " Christiane F.". Famoso porque foi um dos primeiros livro que tratou o tema sobre drogas abertamente, pela menina ser muito nova, acredito que o fato de ter me chocado e eu saber que era real fez dele um de meus livros preferidos.
"Axolotle Atropelado" é muito bom e segue a mesma linha. Apesar de não ser auto biográfico, a autora também é alemã, e sua personagem de nome complicado Mifti, mora em Berlim.
Porque então gostar de um livro tão forte onde sabemos que a personagem se auto destrói? Explico o meu ponto de vista, porque é a realidade, porque está aí para quem quiser ver, porque pode sim acontecer com sua melhor amiga, com sua filha, com a prima ou com a vizinha.
Para mim desde cedo livros que relatam o universo com drogas me fizeram ter muito horror delas e fugir como o diabo foge da cruz.
Mifti é digna de pena, mas nem ela vê isso, aos 16 anos ela falta aula todos os dias, tem irmãos que não estão nem aí para ela e se sente completamente perdida após a morte de sua mãe.
Na verdade o que vemos é que o mundo dela literalmente desaba e ao invés de ter sua adolescência sadia ela faz tudo que não é certo : se droga o tempo todo, bebe demais, faz sexo oral em qualquer um que peça e tem um relacionamento homossexual com uma mulher que tem o dobro de sua idade.
Sim, o livro é forte, intenso e por isso achei maravilhoso!
Fugindo dos finais felizes, a autora mantém os diálogos da personagem principal com seus demônios até o fim, mesmo que saiba que faz tudo que não deveria, Mifti prossegue com sua vida desregrada, onde vemos que a falta de uma base sólida a família faz toda a diferença.
Mifti é nossa Christiane F, versão anos 2000.
Fabi 11/01/2017minha estante
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Amanda Sarmento 26/03/2014

Ruim como jiló
Tão ruim que nao vale uma resenha .Tchau
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Esdras 31/03/2014

I see two dimensions
Não sei como acho esses livros. Quando menos espero, tem um livro quase desconhecido em minhas e mãos e é sempre uma experiência única.
Essa vez foi o Axolotle Atropelado. O tal do roadkill.
Um livro curto, denso, opressor e, sim, complicado. E, tambem, mal compreendido. Talvez pelo fato de ele ser pequeno, todos ja o peguem achando que lerão rapidamente. Comigo foi assim. E como me enganei.
Um livro tão surreal que beira a literatura fantasiosa, so que não há em momento algum algo irreal. Ou melhor, há? Será mesmo?
Logo no começo entramos na mente de Mifti. Uma garota 'aparentemente', de dezesseis anos que, 'aparentemente' é viciada em qualquer droga que a deixe fora do ar e que 'aparentemente' vive so com os irmãos. Esse bocado de "aparências" provem do fato da historia ser do ponto de vista de Mifti. Tudo o que ela diz, é a historia. Você escolhe, se acredita ou não. Por ser do ponto de vista de uma 'aparentemente' drogada, a historia é composta por fragmentos. Em um paragrafo Mifti conta uma ida ao mercado, no seguinte vemos sua mãe morta. Esse deve ser um dos pontos em que muitas pessoas percam a paciência. Afinal, tem que ter uma certa base para Mifti não lhe carregar também nesse furacão que é a mente dela.
Um livro extremamente inteligente e criativo. (Apesar da historia de que a autora plagiou muitas frases do livro. O que acho uma tremenda besteira. Por que primeiro: Não é plagio, se no final a autora da os seus devidos créditos. É a mesma coisa que alguns outros autores fazem, de se inspirar em musicas. E segundo: As frases "plagiadas' são totalmente diferentes das originais.)
Um otimo livro e merecedor de uma média de nota bem melhor que esse 2.8 do Skoob.
Mas enfim, o tesouro está lá. E os que notarem o brilho, ficarão maravilhados.
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Barbara Sant 07/07/2011

Oie Gente!!

A resenha de hoje é de um livro que recebi essa semana da Intrínseca.

Quando recebi o e-mail de divulgação aceitei ele sabendo que seria um desafio, já que tudo que li nos últimos dias foram autoras(es) que eu amooo e que mesmo me frustrando em alguns momentos só me trouxeram felicidade.

Então, quando terminei de ler Axolotle, o que me meio a mente foi o seguinte:

Uma viagem alucinada pela mente enevoada por drogas de uma adolescente alemã.


Acho que essa é a descrição perfeita para a leitura.
Gente, o livro é muito louco!
Se você não tem estômago forte, não leia!
Porque, sério, tem cenas de fazer o estômago embrulhar e o corpo suar frio!

Saquem só o que o "O Globo" disse sobre o livro e a polêmica causada pela autora.

Deu pra ter uma ideia do que enfrentei?

Ele é cheio de referências a blogs, músicas e textos de outras pessoas e tem algumas mudanças de tema entre os capítulos e uma viagem depois da outra.
Sério, gente, tem coisas que por mais loucas que tenham sido as minhas leituras nos últimos doze anos, me deixaram absolutamente agoniada!
Eu confesso que algumas partes do livro eu simplesmente não consegui ler. Sério, aquelas cenas não estavam exatamente no clima do meu estado emocional... muito... muito... muito, entendem?
Meu "Recomendo" de hoje fica aqui com a absoluta e completa anotação de que você só deve lê-lo sabendo que ele é forte, dramático e alucinante ou alucinado!


Até!
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Marcia 01/12/2012

Sei lá entende?
A narrativa desse livro realmente nos leva a acontecimentos que na verdade só existe na mente de Mifti, que filosofa sobre tudo, embora em contexto confuso as divagações são bem inteligentes. Mas fico confusa, inteligência de quem?
Nesse livro você não terá uma história, só simples relatos que não levam a nada e a lugar nenhum. A não ser na grande "merda" que é como ela enxerga a sociedade e na qual ela está mergulhada até o pescoço.
A autora copiou e colou várias citações de blogs e de músicas e pelo que li das referências no final do livro, até os diálogos que ela troca por e-mails com uma amiga são copiados de correspondências particulares e outras várias fontes e muito provavelmente existem outras, a Editora pede que se houver direitos autorais que ainda não foram reconhecidos que por gentileza entre em contato. (riso irônico)
Em uma entrevista quando perguntaram para a autora sobre o plágio ela disse que isso é autenticidade, ela não vê como cópia. Bem de qualquer forma não gostei do livro, me antipatizei com a escritora que na minha opinião é uma garota arrogante.
Eu li no Up Brasil a única resenha positiva que eu achei sobre Axolotle na qual a blogueira compara os textos do livro com Baudalaire e sou obrigada a concordar que lembra mesmo.
Talvez eu tenha me deixando levar pela antipatia ou pela minha falta de " intelectualidade" claro que levando muito em consideração a frase de Osho em "Intelectualidade não é inteligência" rs
Quanto a história o que eu consegui perceber que o sofrimento da Mifti é muito grande e que talvez por causa disso anestesia seu cérebro com grandes quantidades de drogas e através de seus relatos confusos, incoerentes e nada eloquentes percebe-se que ela tem uma inteligência acima da média e traumas de infância, talvez um estupro aos seis anos de idade e a morte de sua mãe bêbada, drogada que a ama, que a odeia. Tem um trecho que me senti quase próxima da personagem.
" Estou chorando no quarto de minha mãe, e duas caixas de porcelana com meus dentes de leite e alegações infundadas me são jogadas na cara. Ela diz que vai morrer. Ela disseca a minha fossa poplítea com uma lâmina avulsa de estilete. Ela corta meus tendões usando pouca força, ela corta tudo o que mais remotamente me pertence, ela ateia fogo às minhas feridas abertas com um acendedor elétrico de fogão que tem uma propaganda de filme de PVC impressa e uma trava de segurança para crianças. Ela diz que sou a melhor coisa que já lhe aconteceu, ELA DIZ QUE SOU A MELHOR COISA QUE JÁ LHE ACONTECEU" Pag 71
Tenso né? Confesso que me emocionei e pensei agora descubro qual é a dessa menina. Nada! O livro continua assim sem coerência com frases pseudo inteligentes até o final. E "pseudo" é o que ela mais usa em suas divagações.

Enfim está aqui um livro que não indico, se o acaso levar este às suas mãos leia ou não. De repente até eu faça um dia quem sabe uma segunda leitura e entenda essa brisa toda.
http://mundoliterando.blogspot.com.br/
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Len 08/01/2013

Quero meu dinheiro de volta =(
Quando li a sinopse do livro pensei que iria dar de cara com alguma historia tipo Christiane F.Alguma coisa depressiva num mundo de drogas e questionamentos sobre a vida

E me dei mal

Tudo o que li,ou o que me esforcei em ler pra passar das primeiras 20 paginas era uma narrativa confusa de uma menina que só fica falando "to drogada" "to chapada" e xinga até o formato das gotas d'agua do banho de merda...uhhhh..super revoltz e muitíssimo inteligente.Só que nao.

Os diálogos são confusos e nem sempre da pra saber quem esta falando o que,muito menos o que isso significa.O livro apenas fica repetindo o quanto ela esta deprimida drogada e bêbada sem realmente fazer o leitor sentir ou vivenciar a depressão e o desespero da personagem

e pra pior,tem o papo do plágio

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Selene.Barreto 05/04/2019

Axolotle atropelado
Um dos livros mais entediantes que já li!!! ?
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Biblioteca Álvaro Guerra 06/02/2019

Aos dezesseis anos, Mifti assumiu sua condição de 'garota-problema' participante da cena underground de Berlim, onde mora desde a morte da mãe. A narrativa de suas experiências, influenciadas pelo uso de drogas diversas, apresentam uma sequência de acontecimentos paradoxais e incomuns. Em sua busca por uma parceria e por uma compreensão incondicional, ela encontra um mascote exótico e surpreendente - o axolotle - uma espécie de salamandra mexicana que, por um defeito genético, permanece em estado larvário, sem se desenvolver.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788580570588
Priscila 11/09/2019minha estante
Poxa, que legal essa divulgação da Biblioteca aqui! Show!




steh 11/04/2012

Faz tempo que eu não lia algo nesse estilo. O modo da escrita de Helene Hegemann me lembrou muito Lolita Pille em Hell, só que de uma forma mais atual. Hell foi o livro que me fez pegar gosto pela leitura, então óbvio que eu amei Axolotle Atropelado. Mas confesso que não é qualquer um que vai gostar com a facilidade que eu gostei.

Mifti, aos 16 anos, mal vai a escola, vive dias intensos e enevoados por drogas, festas e sexo com estranhos. A jovem perdeu a mãe e vive com seus irmãos, Anika e Edmond, pois seu pai aparentemente não cresceu mentalmente e ainda pensa ser adolescente, namorando meninas mega jovens. Tudo isso acarretou sérios problemas psicológicos em Mifti, e ela se sente incompreendida pelo mundo, então desabafa tudo em seu diário.

Por ser escrito em forma de diário, o livro conta as cenas detalhadamente e com linguagem fula, cheio de palavrões e cenas "quentes". No meio do livro Mifti ganha um axolotle de um amigo, uma espécie de salamandra aquática, e é isso que dá nome ao livro. Só acho que deveria ter sido mais explorada a história do axolotle, porque ela o ganha, fica um pouco com ele mas nunca mais volta a falar no bixinho. (Eu, como sou louca pra ter um axolotle, me decepcionei um pouco com isso).

Eu já falei aqui que o livro causou muito bafafá pela escritora ter sampliado textos de outros autores, mas todos os créditos foram devidamente colocados ao final do livro!

Eu gostei muito e recomendo a leitura!
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Aline Moreira 31/05/2012

Pesado!
Ganhei o livro só pelo motivo de ser fã do axolote, mas apesar da história me prender muito, achei bem pesado e desconexo...faltando 50 páginas pra terminar preferi deixar de lado e retomar quando estiver melhor preparada psicologicamente para as doideiras da Mifti!
Laís M. 09/06/2014minha estante
Fã do axolote?


Ester.Allves 01/06/2018minha estante
Axolote é o bixinho da capa Laís




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