A escolha da Dra. Cole

A escolha da Dra. Cole Noah Gordon




Resenhas - A Escolha da Dra. Cole


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Henrique Moutinho 22/06/2020

Uma boa sequencia
A trilogia fecha bem com esse livro, embora sejam todos independentes entre si. A história não tem tantos atrativos quanto os livros anteriores mas é envolvente e faz jus ao tema global da série, medicina. A história se desenvolve na década de 90, portanto com boa tecnologia. E apresenta o retorno do conceito de médico de família.
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Neto.Antonelli 12/06/2020

Vida e Medicina
A Dra Cole já tem sua vida e sua carreira, porém em um certo momento, por uma decepção, para deixar uma tristeza para trás ou por uma inspiração para ter uma vida melhor e maior realização profissional, opta por uma mudança que altera tudo e para muitas pessoas.
Uma história bonita e bem contada, com motivos de alegria e momentos de tristeza como ocorre na vida de cada um de nós.
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Saulo Gervásio 25/05/2020

Gostoso de ler
Conheci Noah Gordon com "O físico" e continuei com a trilogia cole. Posso dizer que de todos os três livros esse é o mais fraco, mas mesmo assim ainda é gostoso de ler. A escrita do Gordon é realmente diferenciada.
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Kate 09/05/2020

Bom livro.
Da triologia de Noah Gordon esse livro carrega a essência dos outros porém se mostra mais simples e menos carregado de detalhes como O físico (livro maravilhoso). Mostra o empoderamento feminino diante de vários simples afazeres do dia a dia e fala sobre o trabalho de uma médica de família em uma cidade do interior. Por meio de uma narrativa bem cotidiana o autor trabalha os desafios que tais médicos enfrentam. Durante o livro o autor coloca o aborto como um assunto livre para discussão, mostrando as diversas opiniões sobre o tema. Recomendo a leitura para aqueles que não esperam muito clímax ao longo da leitura ou no final do livro, mas é um bom livro para se ler com calma e refletir sobre várias temáticas.
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Etiene ~ @antologiapessoal 26/05/2019

Final ruim de uma história que começou tão incrível...
A Escolha da Dra Cole fecha uma trilogia que eu conheci através de O Físico (que é um dos meu livros preferidos da vida!), e traz a história de mais um médico da família Cole e o seu Dom de sentir a iminência da morte em seus pacientes. Com temas como legalização do aborto e liberdade feminina, além de trazer à luz a importância de uma relação mais pessoal entre médico-paciente, a história que Noah Gordon nos entrega é justa, porém não me encantou como a primeira.
Não sou nenhuma profissional da área, mas depois de tantos livros a gente vai aprendendo alguma coisa sobre estruturas narrativas. Aqui acho q o autor se perdeu um pouco, incluiu personagens demais e ainda assim a teia que sustenta a história é fraca, não achei os personagens tão bem estruturados. Faltou uma conexão real com as histórias, fiquei com a sensação de faltou-aquele-quê-a-mais! O autor ainda deixou umas super pontas soltas no final, parece que ele tinha que acabar logo o livro... Não sei explicar... Acho que Gordon poderia tranquilamente ter encerrado a história dos Cole com O Físico. Seria aquele bom e velho "não mexe com time que tá ganhando"...
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Claudia.Araujo 06/09/2018

A escolha da Dra Cole
Terceiro livro da trilogia, esperava mais conteúdo científico, maior contato com a história de Rob J Cole, referências que acrescentassem ao primeiro livro, contudo vale a pena a leitura. Mesmo não tendo sido empolgante, este livro apresenta algumas reflexões importantes sobre as escolhas e suas consequências. Roberta J Cole é digna de atenção, leiam. :)
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celof 23/06/2017

O pior da trilogia, mas ainda bom
Mesmo sendo o mais fraco da trilogia ainda vale a pena
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Paula.Dantas 12/03/2017

Decepção
Um dos piores livros que já li... me avisaram que era ruim, mas tendo lido O Físico e Xamã ( excelentes) resolvi terminar a trilogia. Nem parece que foi escrito por Noah Gordon. Livro água com açúcar... pra ler em sala de espera de consultório. Até o texto foi mal redigido... umas falas meio infantis. Sério, não parece mesmo ter sido escrito pelo mesmo autor.
Ana.Paccola 01/04/2017minha estante
Bom saber, PQ estava querendo terminar pelo mesmo motivo que vc. Pq amei os dois anteriores. Então nem vale a pena?


Paula.Dantas 11/07/2017minha estante
Desculpe a demora em responder. Não vale mesmo... Nada a ver com os títulos anteriores. Aproveito pra indicar ( se já não leu) os livros de Sidney Sheldon... são suspenses, com um pouco de romance a aventura. Tenho gostado de todos que leio. Ouvi falar também de um autor muito bom: Jo Nesbo. Quero ler em seguida..


Ana.Paccola 15/07/2017minha estante
Poxa, muito obrigada pelas dicas! Vou ler! Bj




Fábio Valeta 11/09/2016

Terceiro e último ato da saga da família Cole, iniciado pelo bom “O Físico” e pelo razoável “Xamã”. Este terceiro livro possui uma estrutura diferente em relação aos anteriores, primeiro ao ter uma protagonista feminina e por não focar no período de aprendizado da mesma. Enquanto os dois outros livros da saga mostram o amadurecimento e aprendizado de seus protagonistas, este possui como personagem principal uma médica já madura. Mas os dois temas favoritos do autor continuam presentes: a já citada medicina e o judaísmo

R.J. Cole é uma mulher com mais de 40 anos, que, após se divorciar, decide deixar a cidade grande e se tornar uma médica de família em uma pequena cidade do interior. É a partir da protagonista que o autor trata os problemas do sistema de saúde norte-americano, passando pela dificuldade de muitas pessoas de conseguirem atendimento por não possuírem seguro-saúde e a ausência de médicos em várias regiões do país. Também é muito importante a questão do aborto. A história do livro se passa na primeira metade da década de 1990, período em que grupos antiabortos realizavam desde protestos em clinicas de planejamento familiar à atentados e assassinatos contra médicos que trabalhavam nelas.

O que acaba faltando ao livro é uma estrutura narrativa mais consistente. Não há um “McGuffin” que norteie a trama. O que faz com que vários trechos pareçam estar jogados na história. Apesar da escrita agradável, a falta de uma história mais interessante acaba prejudicando o livro.

Para quem não conhece os livros de Noah Gordon, eu recomendo fortemente “O físico”. Esta continuação acaba sendo dispensável, mesmo que não seja exatamente ruim.
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Nalí 03/12/2015

É um livro agradável e certamente interessante na proposta. As inovações na medicina abordadas nos livros anteriores (Xamã e O Físico) devem ser mais palatáveis para o público em geral, visto que são sobre procedimentos comuns na atualidade, além das histórias terem o aspecto épico, porém com este terceiro volume muita gente deve ter se incomodado. Ele segue a cartilha feminista e, se fosse escrito por uma mulher, provavelmente seria acusado de panfletário (mas não acho que seja).

Não me incomodou o lado "homem ditando como feminista deve ser", exceto um pequeno trecho que relata a época da faculdade da dra. Cole. Em geral, me impressionou a delicadeza com que o autor tratou a construção da personagem e a força da mensagem, que é sobre aborto e outras escolhas da vida - daí o título do livro: Choices. Literatura americana naquele estilo bem seco e vendável, mas, quem diria, transgressor, com conteúdo.
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emanuel.dearauj 28/05/2015

Uma Médica Confusa
Antes tudo, preciso avisar que não estou considerando princípios morais e éticos ao dar essa nota ao livro, penso que eu não precise explicar o porquê, mas mesmo assim explicarei para haver menos problemas quanto a questão: os tipos de aborto mostrados no livro não são aceitos por militantes pró-aborto brasileiros pois eles creem que o aborto pode ser feito até o segundo mês de gestação, e que depois disso qualquer prática abortiva pode comparar-se ao infanticídio, e eu sou um pró-vida e tenho orgulho de ser contra o aborto.

Dra. Cole é uma médica clínica geral que também é formada em direito e ministra aulas em uma faculdade de medicina sobre acidentes de trabalho e processos jurídicos que isso pode acarretar, ela se vê em um cenário um tanto sem sal. Seu casamento está indo mal, ela trabalha demais e tem pouco tempo para ela, e mesmo assim por conta de acreditar no "direito da mulher sobre seu próprio corpo" trabalha em uma clínica de aborto nas quintas-feiras apesar de não gostar dos procedimentos. Com o tempo acaba se separando e se cansando da rotina e decide montar uma clínica no interior, assim seguindo uma certa tradição que muitos Cole tinham seguido: a de serem médicos rurais.
O primeiro problema que ocorre na narrativa é que Noah Gordon parece prometer muito no começo com uma mensagem sobre a descaracterização do papel do médico, e realmente é possível verificar que ele tenta mostrar isso em algumas raras citações, creio que a existência das clínicas de aborto na trama poderiam ser cruciais para demonstrar a descaracterização e o problema de agora além do médico ser responsável pela vida, é também responsável pela morte (também era esperado que tocassem no assunto de eutanasia, porém ele é tocado de maneira tão tímida e curta que nem é notado), então claramente, o assunto da descaracterização da área médica é deixado em último plano
O segundo problema ocorre com os personagens em si, infelizmente Noah Gordon não deu uma personalidade interessante os personagens, salvo raras exceções como Sarah e David, os personagens não demonstram carisma e alguns eventos ocorrem com Sarah e David acabam sendo tão prematuros que não se é capaz de captar os sentimentos decorrentes na situação. A própria Dra. Cole parece não ter uma personalidade bem definida, e tudo acaba sendo definido em atos, não na personalidade.
O terceiro problema ocorre nos acontecimentos e descrições das personagens. As personagens muitas vezes são descritas de forma tão fraca que não é possível imaginar a cena em sua mente, descrições mal feitas com palavras ambíguas como "sexy" e coisas do gênero acabam tirando boa parte da graça da narrativa que raramente tem algum valor poético de tal forma que seja possível mergulhar na história e adorá-la, tudo está lá e é isso. Além disso, os acontecimentos parecem ser muito aleatórios, não existe um foco na vida de R.J., que poderia ser uma personagem muito bem interessante caso fosse melhor explorada e não existe uma emoção forte que te prenda (salvo em raros casos que não duram mais de duas páginas) e a narrativa é muito fraca (isso desconsiderando as outras obras do autor, pois ele é um ótimo escritor e não preciso citar obras mil vezes superiores a essa do mesmo autor, caso seja consideradas as outras obras e faça uma comparação, o livro é muito inferior ao que se espera dele),
Agora comecemos pelo único ponto positivo do livro: Ele nos faz entender o contexto histórico do cenário médico dos EUA no final do século XX, a descrição geralmente é uma porcaria, porém é possível ter alguma base, e não se deve desqualificá-lo como literatura histórica (apesar de ser um livro que mostre um mundo um tanto atual) e é interessante para entender como o povo dos EUA (principalmente os pró-aborto) pensavam e viviam com essa questão.

Finalizando: O livro é desinteressante, frustrante (por se esperar muito e vir nada em contrapartida), muitas vezes maçante (cheguei a parar de lê-lo duas vezes e me forcei a terminar o resto), com personagens nada carismáticos (às vezes parecem mais robôs do que gente) e uma personagem principal que não é interessante. Eu não recomendaria a leitura de tal livro e creio que seja bem compreensível o porquê de ser a ovelha negra da trilogia da família Cole.
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Eloiza Cirne 15/04/2014

Acabei de ler o terceiro livro da saga dos médicos Cole, escrita pelo Noah Gordon e que começa com O FÍSICO, seguido de XAMÃ. O terceiro livro trata de uma descendente dos médicos retratados nos livros anteriores, no século XX. Para mim, uma grande decepção. Achei fraca demais a história: nem é um romance de amor, nem é a saga de um médico.
A história "passeia" por temas como "existência de Deus", "aborto", "vida nas montanhas". Tudo meio solto, meio sem nexo.
A personagem R. J. Cole não convence nem encanta. O livro não parece ter vindo da mesma "pena" que escreveu os dois primeiros. Melhor seria não saber da sua existência e jamais tê-lo lido.
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Bruno T. 03/01/2014

Final ruim da trilogia
Após ter lido as primeiras sessenta páginas do livro, achei que os colegas skoobers que, em suas resenhas, haviam afirmado tratar-se de uma obra muito inferior a "O físico' e a "Xamã", estavam exagerando.
A história prometia, mas aí a Dra Cole resolveu "mudar-se para as montanhas" e a trama virou apenas uma série interminável de relatos curtos, piegas e desinteressantes do "cotidiano da médica".
Fui lendo depressa, pulando partes e doido para terminar esta obra menor de um ótimo autor, que, em consideração aos dois outros livros já citados, melhor seria não ter sido escrita.
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Bruno 30/11/2013

PROTAGONISTA SEM DIREÇÃO (A VOCAÇÃO "COLE" DEIXADA DE LADO)
Ao ler este livro você fica com a impressão de que a saga dos Cole poderia ter tido um desfecho melhor.

Dra. Roberta (R.J) é descendente direta da família de médicos Cole, dona de um dom que passa de geração a geração (descobrir o potencial de morte dos pacientes com apenas um toque).

Ao contrário das histórias anteriores da saga, a maior parte do livro não retrata os percalços da personagem principal para se tornar médica (a isto são dedicados poucos capítulos) mas sim sua vida como já formada: seus dissabores amorosos, pessoais e profissionais, todos em contexto contemporâneo.

As idas e vindas de R.J., as péssimas escolhas que faz, o fato de ser uma protagonista "sem sal" e a superficialidade dos demais personagens fazem de "A escolha da Dra. Cole" o pior livro da série.

Não raro parece que o leitor está frente a frente a um manual de auto-ajuda ou a um panfleto de propaganda pró-aborto.

Só vale a pena se você tiver lido os 2 primeiros livros e queira saber o destino da família nos dias atuais.

"O físico" continua insuperável!
Anne.Margareth 01/08/2015minha estante
Gostei da análise que você fez. Eu esperava muito mais deste livro! Nem parece escrito pelo Noah Gordon que escreveu O Físico e Xamã. Amo tanto os Cole, que estão entre meus personagens inesquecíveis, que eu até gostaria que o terceiro fosse reescrito. A Roberta parece distante do histórico familiar e, mesmo tendo O Dom, na minha opinião não merece o bisturi de Rob. J. O que me agrada é saber que há outros Cole ainda na Escócia e outros Cole primos, como a Roberta relata ao David. Talvez algum deles renda uma história digna de final de trilogia! rsrsrs


Bruno 09/11/2015minha estante
Você disse tudo Anne.

Não parece um Noah Gordon.

Abraços.




Maria Tereza 05/09/2013

Fácil perceber que todo trabalho é gratificante, é prazeroso, quando se faz aquilo que gosta, aquilo que dá prazer. A trilogia deixa isso muito claro. A escolha da Dra. Cole, assim como Xamã e O físico são de leitura envolvente. Deixam sempre um "q" de quero mais. Leiam!
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