Morte Súbita

Morte Súbita J.K. Rowling




Resenhas - Morte Súbita


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João 13/01/2016

Fantástico!!
Um dos melhores livros que li ultimamente,me prendeu do começo ao fim.
J.K. Rowling deu um show de escrita com esse livro.
Um mergulho de cabeça nas mesquinharias humanas,que a autora narrou com maestria.
Leitura excelente!!
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Maria Clara 11/01/2016

Resenha em Vídeo: Morte Súbita
Finalmente vim resenhar o livro Morte Súbita da J.K. Rowling só digo uma coisa meu deus que livro. Melhor eu nem falar nada pra não estragar, vamos ver o vídeo que vocês vão entender o que eu estou falando.


site: http://www.espelhodomundo.com/2015/01/resenha-do-livro-morte-subita.html#.VpPmV7YrKM8
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fbeiragrande 06/01/2016

Para aprender a construir personagens
Uma aula de construção de personagens, incluindo um dos principais, que morre na primeira página, e a verdadeira protagonista, que é um a cidade. Uma aula!
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Thiago Fernandes 04/01/2016

Denso, porém sensível!
Olá amigos, aqui resenho mais uma obra da corajosa e talentosa J.K. Rowling, a quem não canso de elogiar. A obra que sucedeu a hiper-ultra-mega-power bem sucedida e best seller mundial saga de Harry Potter (o que acabou sendo até perigoso, mas inevitável, ela teria que escrever algo após a história do bruxinho querido), “Morte Súbita”, título que fez bastante sentido mas que não se compara ao original “Casual Vacancy”, quem leu a história sabe do que estou falando.
Morte Súbita é um livro absolutamente e completamente diferente de Harry Potter, é uma abordagem infinitamente mais realista, menos lúdica, mais palpável que seu trabalho anterior, então se você estava esperando algo pelo menos parecido ou seguindo o mesmo gênero de Harry Potter você pode se decepcionar um pouco, pois são quase opostos.
Aqui, a narrativa é detalhista na tentativa de fazer o leitor enxergar uma realidade e acompanhar a história como se fosse um fato real em uma cidade pequena da Inglaterra chamada Pagford que é fictícia, o livro mostra uma realidade que não ocorre só no Brasil, é um problema do mundo todo, até nos países de primeiro mundo ou desenvolvidos como é o mais correto designar há a famigerada desigualdade social. Pagford é uma cidade pequena e a história inteira retrata uma confusão social e política e em como as relações interpessoais de uma cidade pequena são particularmente exageradas. A história fica um pouco enfadonha em alguns pontos do livro, isso é algo que muitas que pessoas que leram o livro chamaram atenção e é algo real durante a leitura, isso faz parte do modus operandi que J.K. Rowling utilizou, porém você se apega aos personagens muito facilmente, você identifica esses personagens, você os enxerga devido suas características pessoais mais do que suas características físicas.
O livro apesar de cansar pelo excesso de detalhes e diálogos longos acerta ao conseguir mostrar cada personagem como são e como eles são fundamentais para o desenvolvimento da história.
Desigualdade social, poder, interesses obscuros ou fúteis, segredos e fraquezas pessoais, o abandono de pessoas em situação ruim pelo governo, drogas e violência, foram somente alguns dos pontos que identifiquei no livro, ou seja, é uma história repleta de nuances que é muito bem apresentada na narrativa. O final do livro é um pouco triste, mas proposital para o contexto de tudo e no meu ponto de vista fechou muito bem a história.
Quem quer experimentar uma nova faceta da J.K. Rowling e não se prender somente em Harry Potter vale muito a pena a leitura, eu recomendo a obra e aconselho quem for ler a já ter em mente que o livro pode te cansar em certos pontos, mas é bem escrito e bem elaborado e se você for como eu que gosta de ler pois livros são obras de artes complexas e bonitas e não simples meios de entretenimento (mesmo não deixando de ser) você certamente gostará do livro. Nota “4.2”.

site: http://caixadeletras.com/2016/01/04/resenha-morte-subita/
Leo 05/01/2016minha estante
Agora fiquei muito mais ansioso pra continuar a leitura.




Arthur 01/01/2016

Não é Harry Potter
Quem pegou o livro esperando aquela narrativa de Harry Potter, se enganou feio. O livro é pesado, cru, forte, até doentio. Não há magia, há relações humanas, há emoções humanas de forma direta. De uma morte, algo corriqueiro, gera toda uma trama que termina de forma surpreendente. Esse livro gera ressaca literária. Há a necessidade de um tempo para digerir todos os acontecimentos por trás dele. O que mais me impressionou foi a versatilidade de JK Rowling que podia muito bem viver dos frutos de Harry Potter mas abriu sua mente e criatividade para criar algo totalmente novo e diferente.
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MisaoTR 29/12/2015

Não espere nada proximo à HP
No começo, achei maçante. Monótono e parado e cheeeio de personagens e nomes diferentes ao qual confesso fiz uma pequena listinha para saber quem era quem.
Conforme fui lendo, eu fui devorando o livro de certa forma, pois o drama vai se intensificando de forma que eu não esperava e gostei muito disso.
Definitivamente, JK sabe como escrever.
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Isa Temístocles 11/12/2015

J.K decepcionou
Todos sabem que J.K Rowling escreve excepcionalmente bem, com o jeito que ela descreve o ambiente, os personagens...
Mas nesse livro, ela exagerou na descrição dela, e tem muito mais personagem do que história. Para você entender o que passei pra tentar terminar esse livro (o que não consegui): tinha que ficar voltando as páginas para lembrar quem era o Sr. de Tal, para lembrar a relação que ele tinha com Beltrano, que era casado com Ciclana (assim por diante). Uma cidade inteira de personagens, exagerou muito J.K...
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Laís 10/12/2015

Superando Expectativas
Eu comecei a ler ele e inicialmente me desmotivei, achei que a J.K Rowling tinha perdido o jeito para livros e não superaria o HP de forma alguma, fiquei arrastando a leitura até que uma colega disse que se eu continuasse eu iria amar. Dito e feito! Eu voltei a leitura, uma cidade meio parada, com aquelas notícias banais que se espalham em um dia e com mil versões, vários personagens...você como um expectador vai visualizando as vidas de cada um, coisas acontecerem, pessoas mudarem, descobre seus motivos, torce pelo bem ou pelo mal...e quando chega ao final do livro você quer fazer brotar mais páginas...você se acostuma com os personagens, quer participar do desenlace do seu cotidiano, como um velho amigo querido, foi essa sensação que o livro me deu. Incrível meeeesmo. Por isso se iniciou e desanimou assim como eu, darei o mesmo conselho, vá um pouco mais além!
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Suelen 04/12/2015

Sensacional
Vi tantas críticas negativas sobre ele que decidi tirar as minhas próprias conclusões.
Já no início do livro me senti como sendo uma moradora de Pagford observando todos os outros personagens e vendo como um simples acontecimento pode mudar a vida de todos que o conheciam.
Morte Súbita serviu para abrir meus olhos e enxergar os problemas que eu fingia que não existiam no local onde eu moro.Entrou na lista dos meus favoritos do ano.
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Ribeiro X 29/11/2015

J.K. Rowling: A garota má.
Surpreendente, crú e bem estruturado, Morte Súbita tornou-se uma das minhas melhores leituras do ano. Ouso a dizer, que é uma das melhores obras escritas pela J.K. Em Pagford, uma pequena cidade fictícia, vivem inúmeras pessoas reais, que podemos encontrar virando a esquina ou dentro de casa; com sonhos, angústias, mentiras e uma verdade coletiva: nenhuma delas é aquilo que exibe. E quem de fato é? Todos nós representamos papéis, seja para agradar ou afastar as pessoas. Nos tornamos grandes, imponentes e inabaláveis, até que nossos monstros resolvam aparecer. Admito que o livro me causara um certo desconforto; incomoda quando somos obrigados a ver a realidade em nossa frente. Pagford é um reflexo do mundo: um lugar onde pessoas se acham mais importantes do que outras por terem um status.
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Bia 07/11/2015

A mudança de J.K.Rowling
Antes de começar, confesso que comprei o livro somente porque foi a J.K. Rowling que escreveu e como fã de Harry Potter que sou, achei que seria mais ou menos o mesmo estilo.

A escrita fantástica está lá, mostrando que independente do gênero, essa autora brilha e arrasa. O problema todo é a história.

O que livro te trás é uma escrita fantástica, mas com uma história entediante, que não te faz querer continuar lendo como se não houvesse amanhã. É leitura de um cotidiano que foi abalado pela morte de um dos Conselheiros do Conselho Distrital. E cá entre nós, quanta confusão com uma morte.
Você só tem vontade de continuar o livro quase nas últimas páginas, lá pra página 400, mas mesmo assim não se anime, que não é lá tanta coisa não.

Não foi o livro mais chato que li, mas certamente entre no top 5 de livros que demorei muito pra ler por causa da história não me intrigar muito. Cheio de palavrões e insinuações sexuais, Morte Súbita se mostrou que quase matar o seu leitor de tédio se ele não for daquele tipo acostumado com temas cotidianos e de famílias problemáticas.

E talvez esse seja o ponto que mais me alegrou no livro, a evidência de que nenhuma família é perfeita. J.K. trabalha isso durante a história, mostrando que não existe bonzinho e nem vilão, mostrando crises entre pais e filhos e entre os próprios esposos. Isso me deixou mais tranquila sobre o livro.

E a última confissão para terminar essa resenha: confesso que só li até o final por causa de uma personagem... E foi decepcionante.
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Tainá 06/11/2015

J. K. Rowling para adultos
Acho que é importante começar dizendo que nunca li Harry Potter, nem mesmo vi os filmes.
Foi ante muitas solicitações de conhecer essa "autora genial" que decidi ler esse romance; porque ler um livro (embora de 650 páginas) é mais fácil do adiquirir e ler sete.

A narrativa dessa estória é fragmentada em divisões não homogêneas e com cortes abruptos. Ou seja, a autora fala de um pequeno acontecimento e corta para outro não necessariamente relacionado. Talvez algumas pessoas se agradem desse estilo, porque pode facilitar a leitura quando se tem muitas páginas para ler. Mas eu não gostei. Tive dificuldade de me envolver na estória e até de memorizar os nomes dos personagens.

Como disse, nunca tinha lido nada da autora. Mas fiquei com a sensação de que ela quis apresentar para os seus fãs (adolescentes e jovens na sua esmagadora maioria) o mundo adulto. Essa impressão me veio pelo uso, às vezes desnecessários, de palavrões; um pano de fundo de sexo em algumas cenas; e a abordagem de temas espinhosos como pessoas viciadas em drogas, negligência, abuso sexual, violência doméstica, etc.

Ao bem da verdade é preciso admitir, que embora o texto fosse fragmentado, haviam trechos construídos com maestria. Especialmente em situações mais densas, como as mencionadas anteriormente. Dá para ver o cuidado da autora e a forma como ela lhe conduz a se identificar com um personagem específico dentro daquela cena; você se vê envolvido na situação e não pode evitar de se ver um pouco ansioso, nervoso, triste, frustrado ou com raiva.

Eu não gostei muito do desfeixo final do livro. Mas também sou particlarmente chatinha com os finais de livros. =)
Muitas vezes me perguntei durante a letura "sobre o que reamente é essa estória? Aonde eu estou indo? Será mesmo que vou simplesmente acompanhar a morte de Barry e a substituição da sua vaga no Conselho?"
Por muito tempo pareceu que sim. Mas, ao terminar o livro voltei a minha ideia inicial: esse é um livro que apresenta o mundo adulto. Nos mostra, que diferentemente do mundo infantil, não há vilões e mocinhos; que uma mesma pessoa pode ser capaz de gestos nobres e gestos podres; que por traz de um simples comportamento pode haver toda uma história de vida; que há muitas formas de ser corajoso e de sofrer; que há muito mais no mundo do que os problemas adolescentes e suas críticas impiedosas aos pais; e que na vida real, no mundo adulto, nem todos os finais são felizes.
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Adriano 31/10/2015

Morte Súbita - J. K. Rowling
Confesso que tive preconceitos com este livro. Protelei, deixei escondido na estante, passava outros na frente.... Tudo para adiar o momento em que encararia o desafio de “julgar” a mulher cuja série acompanhou minha vida desde os 12 anos de idade. Mesmo já gostando de ler na época, Harry Potter me impeliu a possuir minhas próprias coleções e livros pessoais. Acompanhou minha adolescência e fez parte de minha vida.

Mas ao comprar “The Casual Vacancy” – o primeiro romance da autora após Harry - tive sérias dúvidas quanto à capacidade de J. K. em manter-se invicta no cenário literário contemporâneo. Para minha sorte e grande surpresa, meus receios eram infundados.

Comece a história sabendo que este é um livro sobre perdas. Inclusive a primeira ocorre logo no início com a morte súbita de Barry Fairbrother, membro de maior destaque do Conselho da pequena cidade de Pagford. A partir da influência desta tragédia, as relações, conflitos e segredos de seus moradores são gradativamente revelados de maneira magnífica pela autora, evidenciando o quanto estamos presos às nossas próprias ilusões e hipocrisia. Sem deixar de notar, é claro, a incrível semelhança do lugar com nossa realidade. Outro aspecto importante refere-se ao impacto de nossas decisões na vida de outras pessoas. Realmente um livro para refletir, ajustar coisas aqui dentro da gente e seguir em frente.
Novamente J. K. Rowling prova que a verdadeira magia não sai pelas ranhuras de uma varinha de condão, mas sim pelas extensões de seus próprios dedos.


site: http://adrianorb10.wix.com/gatodearmazem
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Nay 21/10/2015

Extenso
O começo do livro é bastante extenso e nada lembra ser a JK que escreveu Harry Potter. Quase abandonei mas fiquei triste com a possibilidade, então resolvi procurar o resumo na Internet. Li um pouco e fiquei curiosa quanto ao final do livro. Depois disso resolvi não desistir da leitura apesar de ser um livro grande e com muitas informações. É uma leitura bastante madura.
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Ariella Martins 19/10/2015

Resenha para o blog Livros e Flores
Sinopse: A obra se passa no vilarejo de Pagford, onde os cidadãos estão atolados na lama da hipocrisia e das mentiras, e não gostam de escândalos. Uma cidade do interior onde há coisas negadas, coisas não ditas, coisas escondidas e disfarçadas. Onde os habitantes costumam chamar os seus próprios preconceitos de bom senso.

Minha opinião:
Resolvi começar a leitura por indicação da Juliana. Logo que tive a oportunidade e dinheiro comprei o livro. Nunca havia lido nada da escritora J.K. Rowling, a mesma de Harry Potter. Na primeira parte do livro não fica nenhuma dúvida de que a autora é simplesmente brilhante.
A estória acontece no pequeno vilarejo de Pagford, onde os seus habitantes, vivem as suas vidas mentirosas e mesquinhas. A grande maioria deles tem um grande orgulho do seu querido vilarejo.
Um dos pontos centrais da estória é um problema que vem provocando a fúria e o rancor em Pagford, trazendo uma desconfiança e antipatia do vilarejo pela cidade Yarvil que é a responsabilidade pela clínica de reabilitação para viciados em drogas, Bellchapel.
O que mais me chamou a atenção no livro foi a maneira que a autora trouxe questões sociais tão importantes de um jeito tão rotineiro. Com personagens muito bem construídos, conseguimos enxergar a forma que cada um age com as questões pessoais e alheias.
J.K. Rowling, conseguiu abordar temas muitas vezes esquecidos, preconceitos que muitas vezes não são mostrados. Trazendo situações que nos fazem pensar e com um final surpreendente.
O livro foi publicado pela editora Nova Fronteira, em 2012, são 651 páginas dividas em sete partes, contendo subdivisões.
A edição que eu tenho possui páginas brancas, com um tamanho bom para a leitura. Com subdivisões curtas, tornando a leitura menos cansativa. Cada subdivisão traz a estória de outro personagem, o que não torna a leitura monótona.
Descobri recentemente que o livro Morte Súbita, tornou-se uma minissérie da televisão britânica com o nome de The Casual Vacancy (nome original do livro), contendo três episódios. Teve estreia no dia 15 de fevereiro deste ano.
A estória que o livro traz não foi seguido à risca pela televisão britânica. A crítica social continua sendo a mesma, esta fica nomeada com apartheid social.

site: http://www.livroseflores.com/2015/10/resenha-morte-subita-jk-rowling.html?showComment=1445220759155#c1643552195216092274
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