Morte Súbita

Morte Súbita J.K. Rowling




Resenhas - Morte Súbita


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Estante da Rai 18/04/2016

Um livro sobre as pessoas como elas são
O livro se passa em um vilarejo fictício da Inglaterra, chamado Pagford. Já no início do livro, Barry Fairbrother um integrante do conselho do vilarejo e uma pessoa muito querida por todos morre, essa "morte súbita" muda completamente o cotidiano dos cidadãos. Já que o falecido deixou vaga sua cadeira de conselheiro. Começa uma espécie de disputa interna entre alguns membros do vilarejo sobre quem deveria ocupar a vaga deixada pelo Barry.

A história não possui um personagem principal, a comunidade como um todo tem sua cota de espaço no desenrolar dos fatos, mas, claro, alguns deles se destacam, no infrográfico interativo abaixo vocês verão algumas descrições dos personagens, é só passar o mouse por cima de cada uma das imagens. ;)

Resenha completa em:

site: http://ilustrese.blogspot.com.br/2016/04/morte-subita.html
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Ryokobel 11/04/2016

Morte Súbita - Resenha Completa no Estante Diagonal
"Morte Súbita acerta ao ser verdadeiro, ao fazer com que o leitor pense e tire suas próprias conclusões. Admito que não se trata de um livro para qualquer um, ele é complexo, recheado de críticas e reflexões, é perfeito em sua realidade e magnífico por demonstrar de forma tão sincera as imperfeições da sociedade. Essa história acerta em tudo, utiliza um pequeno distrito como pano de fundo para mostrar (porquê não?!) um mundo inteiro. Definitivamente, é um livro que faz jus ao talento e criatividade da autora. Para todos aqueles que são fãs dessa mulher maravilhosa e buscam um livro maduro e complexo, esse livro merece um espaço no seu coração. Com toda certeza entrou para minha lista de favoritos!"

site: http://www.estantediagonal.com.br/2016/03/resenha-morte-subita.html
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Rafael 27/03/2016

Decepcionado
Sinceramente sofri uma grande decepção pelo livro, talvez por ter colocado estimativas demais diante de um escritora que me encantou com o incrível mundo de Harry Potter. Não posso dar uma opinião integra a respeito pois esse foi o primeiro livro que abandonei, talvez daqui a algum tempo volte a lê-lo e o termine. Em resumo conta a história de uma cidade com alguma famílias que atuam como protagonistas do enredo e como a morte de um cidadão modelo na cidade afeta a todas elas.
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Isadora Morozzo 25/03/2016

Que livro genial e perturbador
Quando comecei a ler o livro, só sabia o básico: contava a vida de uma ''cidade'' após a morte de um morador. Também sabia que não deveria esperar nada nem remotamente parecido com Harry Potter.
Pois bem, o livro tem um ritmo bem lento inicialmente. Não tem como saber todos os nomes no início -são muitos personagens-, e tem que saber ler com calma, e não pular nenhum parágrafo. Com o tempo você se acostuma com todos os personagens da pacata Pagford, e vai adentrando na vida de cada um.
Barry Fairbrother, morto por culpa de um aneurisma no dia do seu aniversário de casamento, deixa vago um lugar no conselho do vilarejo. E a partir daí vemos como cada família lida com isso. Ninguém é o que parece ser, e vários temas como estupro, violência doméstica,e auto-mutilação são apresentados por JK ao longo da história.
é um livro forte, surpreendente e maravihoso! Recomendo a todos que estão a procura de uma história um pouco mais envolvente. Sem falar que o final é chocante.
Se tornou fácil um dos meus livros preferidos.
Thiago Valença 26/03/2016minha estante
Livro maravilhoso! Muito legal!


Isadora Morozzo 26/03/2016minha estante
né não? e a maioria não gostou, não sei como




Marina.Rocha 16/03/2016

Uma grata surpresa!
Este livro foi uma grata surpresa. Vale a pena conferir!

Como sugere o título do livro, a trama principal se desenvolve a partir das consequências geradas pela morte súbita de uma personagem, o conselheiro Barry Fairbrother.
O cenário é Pagford, uma pequena cidade inglesa, distrito de Yarvil (conforme a divisão territorial inglesa). Por várias décadas uma disputa política por questões territoriais e sociais assola essas duas cidades, o que divide o Conselho de Pagford em dois grupos e, em consequência disso, uma crescente hostilidade toma conta das relações entre os conselheiros, como uma guerra silenciosa.
A morte súbita de Barry Fairbrother gera a vacância de uma vaga para o conselho distrital, o que tornou necessária a realização de uma eleição. O grupo que conseguir eleger um representante alcançará a chance de impor seu posicionamento.
Paralelamente à situação do conselho (que influencia toda a cidade), são contadas as histórias de várias personagens que retratam um padrão da realidade social (independente de nacionalidade). Famílias destruídas pela relação com as drogas, violência sexual e doméstica; pessoas que se importam com essa realidade e querem fazer a diferença, outros que não se importam com tal fato; desenvolvimento dos adolescentes e as influências do mundo externo sobre eles; bullying; crises matrimoniais; fofocas... Os sentimentos e caráter humanos (ou sua falta) são retratados sem pudor. A cortina das vidas de aparência perfeita é puxada.
A corrida eleitoral para o conselho e seus reflexos (utilizados no livro como ferramenta de exposição da realidade) dão vazão ao que há de pior e de melhor em cada um dos personagens e J.K. explora isso de forma brilhante e, na minha visão, esse é o ponto principal do livro: mostrar do que o ser humano é capaz (para o bem ou para o mal) e como as relações humanas podem ser desprezíveis e/ou admiráveis. A história nos leva a uma reflexão sobre os nossos próprios atos.
Os diálogos são bem dinâmicos e a linguagem é bastante simples, o que permite que a leitura flua bem, apesar de que pelo menos as primeiras duzentas páginas são um tanto chatas (foi assim comigo).

A obra é surpreendente, apesar de possuir também muitas críticas negativas. É o tipo de livro que ou você gosta muito, ou não gosta. Aliás, não é demais ressaltar que quem espera aqui algum resquício da linha “Potteriana” de escrita de J.K., não vai encontrar. Ela prova aqui que tem mil e uma qualidades e que se destaca além do mundo da fantasia. Esta história não é nenhum pouco romantizada. É mesmo um retrato da sociedade.

Se você está procurando uma experiência literária mais “humana” e realista, esse livro é perfeito para isso.
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bielboyster 29/02/2016

Somos todos babacas
É o tipo de livro que te deixa mal ao fim da leitura porque você percebe o quanto o ser humano é babaca e hipócrita, e como uma rede de mentiras e aparências pode acabar com a vida de muita gente de uma hora para outra. Não é o melhor livro do mundo (e nem tenta ser) e a leitura é um pouco lenta e até cansativa em determinados pontos, mas os personagens são tão bem construídos e explorados que me peguei diversas vezes odiando-os como poucas vezes odiei personagens de livros no geral. É uma leitura que definitivamente vale a pena, mas não é para todos. E nem pense em compará-lo com Harry Potter, claro.
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Nathá(lia) 26/02/2016

Mix
A história me causou impressões e sentimentos muito contraditórios. O livro se desenvolve bem, a não ser pelo começo em que nada acontece. Algumas partes da trama são empolgantes e se desenrolam de forma a nos envolver.
Já em outros momentos da leitura senti como se estivesse assistindo uma novela brasileira com seus personagens que vivem em fofocas, alimentam mentiras e segredos ou são verbalmente agressivos. Tudo bem, o livro tem características de uma novela, mas em alguns aspectos pode ser tão mesquinho.
Achei o livro agressivo com as brigas e as desgraças... mas que ao mesmo tempo o tornaram mais realista. É claro que isso é muito relativo, o que pode me perturbar pode não significar nada para outros.
O que achei mais interessante foram as passagens que falam de algum medo, de um pensamento ou de uma fantasia que a pessoa teve e que a perturbou. E também que o livro aborda diversos temas como auto mutilação e homossexualidade. Porém, todas essas coisas têm pouco protagonismo se comparados as farsas.
Nunca li Harry Potter, mas pelo que escuto dizer espero que seja melhor que esse livro. Não diria que estou decepcionada, mas poderia ser melhor.
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Vickawaii 19/02/2016

Um excelente romance pós Harry Potter
Morte Súbita tem como palco Pagford, uma pequena cidade que por mais idealizada que seja, abrange inúmeros conflitos e questões sociais. Todos esses conflitos vão à tona com a morte de arry Fairbrother, cujo falecimento não só atinge aqueles diretamente relacionados com a sua pessoa, como sua esposa e a impetuosa adolescente Krystal, mas também o quadro político daquela comunidade, já que havia então uma vacância no Conselho que passou a ser disputada por três pessoas com interesses diferentes. Dentre os assuntos a serem tratados pelo Conselho, os mais polêmicos eram o fechamento de uma clínica de reabilitação, que "não apresentava bons resultados", e a ligação de Pagford com Fields, um bairro marginalizado com suas casas mal cuidadas e usuários de drogas, características que certamente os cidadãos decentes de Pagford gostariam de manter distância. Curiosamente, os cidadãos 'decentes' estão cada vez mais envolvidos em suas intrigas pessoais, e a morte de Barry não apenas serve para impulsionar diversos acontecimentos na vida dessas pessoas, mas também, para dar voz a cada um de seus defeitos.

(Resenha completa no blog Finding Neverland)

site: http://wheresmyneverland.blogspot.com.br/2013/02/resenha-morte-subita.html
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Gabi l Vai um spoiler aí? 18/02/2016

http://vaiumspoilerai.blogspot.com.br/2015/04/resenha-morte-subita.html
Esse livro está participando do Desafio Literário 2015, como "Um livro baseado em ou que deu origem a uma série de TV".

Bom, o livro já tem um título bem sugestivo. Ele começa com a Morte Súbita de Barry FairBrother, que participava do Conselho da pequena cidade de Pagford, no interior da Inglaterra.
A morte de Barry afeta todos na cidade, principalmente pelo fato dele ter deixado uma cadeira vaga no Conselho. A partir daí é uma competição para ver quem ocupará o lugar de Barry. De um lado, seus amigo, que querem dar continuidade as suas ideias e, do outro lado lado, aqueles que nunca concordavam com o que Barry fazia e aproveitaram a oportunidade para mostrarem as suas próprias ideias..

Morte Súbita nos mostra uma extensa ficha de personagens, cada um com suas singularidades. Ele mostra as versões de um único acontecimento, em vários pontos de pista diferentes.

J. K. cria personagens muito parecidos com o que conhecemos no nosso dia-a-dia. O filho rebelde, a vadiazinha da escola, a família "perfeita", os fofoqueiros, o marido que bate na esposa dos filhos, aquele que luta pelas causas nobres, a mulher insatisfeita com o casamento e outros. Ela mostra que nem tudo é o que parece e que ninguém é totalmente bom, nem totalmente ruim. Não existe essa coisa de "quem é do bem" e "quem é do mal".

Até a metade do livro, tudo é muito monótono, você perde a vontade de ler, mas depois algumas coisas vão acontecendo, que ligam um fato ao outro e vai tornando o enredo bem mais interessante.

O final do livro é tão surpreendente que o torna muito bom, compensando o início.

Se você leu HP, pode notar uma diferença gritante entre ele e Morte Súbita. Tão grande que nem parecem terem sido escritos pela mesma pessoa.
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Sara 17/02/2016

SINOPSE:
"J.K. Rowling define 'Morte súbita' como uma 'grande história sobre uma cidade pequena'.

Assim são as grandes e boas histórias. Elas nos envolvem com personagens que vivem, por exemplo, nos limites de um pequeno vilarejo. Sem que possamos perceber, J.K. Rowling vai nos envolvendo com a história da cidade de Pagford e nos mostrando que ela nos reserva muitas e grandes surpresas.

Num primeiro momento, Pagford nos parece apenas uma pequena cidade, como outra qualquer, mas ela pode ser comparada ao nosso bairro, ou à cidade de cada um de nós. Pagford é o nosso mundo urbano, repleto de contradições e violências, e ainda perplexo com o poder e as armadilhas da internet. Nos reconhecemos em Pagford, em seus conflitos e no seu dia a dia. No entanto, naquela pequena cidade, a morte súbita de Barry Fairbrother provoca um abalo sísmico na vida de todos e de cada um. J.K. Rowling nos mostra que a vida da cidade e a de seus habitantes se equilibrava como peças de um dominó, postas de pé a contragosto. Barry Fairbrother estava no cobiçado lugar da primeira peça, aquela que não podia tombar. J.K. Rowling constrói um personagem principal ausente, movimentando a trama exatamente por não estar mais lá.

'Morte súbita' é o primeiro romance de J.K. Rowling para adultos, e ele vem cercado de mistérios, intrigas, suspense e grandes revelações. A autora nos mostra, página a página, que as pessoas têm muitos, muitos segredos, e que todas elas reunidas são capazes de multiplicar e fazer explodir esses segredos. E a mais encantadora das revelações é a confirmação do talento raro de J.K. Rowling, que nos faz passar por mais de 500 páginas num só fôlego, aflitos para saber o que acontecerá com cada um dos seus personagens."

MINHA OPINIÃO:
Não é um livro para qualquer um. A história é longa, maçante, repleta de personagens complexos e só começa a engrenar pra mais da metade do livro. Porém, vale muito a pena! A história aborda temas como drogas, prostituição, estupro, bullying, traição, violência, pobreza extrema, suicídio, hipocrisia e por aí vai. De tantos personagens, só consegui simpatizar com uma única: Krystal Weedon, a menina odiada por tantos no vilarejo, conseguiu me cativar. Com o decorrer da história, fui conseguindo entender o porquê de ela ter uma personalidade extremamente forte e de ser tão turrona. Pra mim, além de Barry Fairbrother, Krystal também era a personagem principal. O livro te faz refletir muito quando chega ao seu fim. Fiquei totalmente perplexa e atordoada. Para algumas questões acabamos ficando sem resposta, mas mesmo assim recomendo muito! Uma pena que muita gente desistiu da leitura nas primeiras 100 páginas. Porém, como falei, o livro não é para qualquer um, precisa ter paciência. Ele foi adaptado para uma minissérie de três capítulos, com o título "The casual vacancy". Mas ele tem algumas diferenças quanto ao livro e alguns personagens nem aparecem.
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Gu Faggiani 16/02/2016

Morte Súbita - J. k. Rowling
Quando terminei este livro, fiquei um tempo parado olhando pra parede, pensando sobre ele, mesmo sendo carnaval, 6 horas da manhã e estando com muito sono. (Sim, ele me prendeu neste tanto)
Estava me decidindo se o amava ou o odiava.

Dedici e amei.

Lembro que assisti um documentário de J. K. Rowling sobre Harry Potter e ela disse que após finalizar a série mais ICÔNICA do mundo ela tinha começado a trabalhar em outro livro que considerava um “Romance Político”, mas que ainda estava inacabado. Pois bem, este foi o novo trabalho de Rowling é exatamente o que o livro é, um romance político.

Não leia achando que encontrará uma escrita suave, brilhante e que flui assim como em Harry Potter. Este livro é para adultos, com uma escrita um tanto maçante e pesada, pois de que outra forma a autora poderia nos mostrar os problemas sociais e políticos de uma pequena cidade inglesa chamada Pagford?

O livro começa com a “morte súbita” de um personagem chamado Barry Fairbrother e a sinopse não poderia ser mais fiel ao citar: “...Rowling constrói um personagem principal ausente, movimentando a trama exatamente por não estar mais lá.”

Barry era Conselheiro Distrital de Pagford, sendo assim, possuía um papel essencial na política do vilarejo e era o principal elo entre a classe abastada e a classe miserável da cidade. Com sua morte, abre-se um período de vacância referente à sua vaga como conselheiro e o conflito de interesses começa.

Passamos a conhecer diversos personagens e a entender como a morte de Barry afetou toda a cidade e a cada um de seus habitantes. Rowling é genial e nos traz não apenas descrições físicas, mas principalmente o modo com que cada morador de Pagford pensa e age. A narrativa é tão verdadeira e detalhada que consegui sentir uma raiva palpável de um certo personagem. Durante a leitura consegui sentir também compaixão, tristeza, dor, pouca alegria e pouca esperança. Enfim, me provocou um misto se sentimentos que só lendo pra saber. Percebemos que os personagens são exatamente como nós, nem sempre pensamos e agimos corretamente.

Os personagens são tão reais, a história é tão real que é inevitável fazermos uma analogia com o mundo capitalista em que vivemos. A trama aborda temas como vício, bulling, exclusão social, preconceito, política, problemas conjugais e uma série de outros subtemas não menos importantes e nos mostra que os problemas de uma cidade pequena são os mesmo que o de uma cidade grande.

A trama é muito bem elaborada. Não se trata de uma história artificial que começa com a morte de um personagem. O problema já existia há muito tempo, porém sua morte encorajou diversos acontecimentos. É importante frisar que este livro é mais sobre os personagens do que sobre os acontecimentos que montam um enredo. Quando você termina o livro, percebe que não existe começo e nem fim, olha pra janela e percebe que Rowling retratou nada mais, nada menos que o verdadeiro mundo em que vivemos.
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Lara 16/02/2016

Péssimo!
Quase abandonei o livro, mas isso é uma coisa que dificilmente eu faço, porque acredito que pode melhorar.
Eu sabia que a história não teria nada a ver com aventura, magia e nem nada parecido com Harry Potter. Mas não teve jeito de eu gostar da história. "Monótono" e "chato" são as palavras que mais me veem a mente com esse livro.
Vitor 13/03/2016minha estante
também achei o livro péssimo, tia Jo caiu no meu conceito.




Ricardo 14/02/2016

Enfadonho!
Livro muito chato, com uma historia que só começa de verdade após metade do livro (primeiro post do "Fantasma de Barry Fairbrother"), com muitos personagens fracos e final péssimo. Nada a ver com os livros de fantasia da autora (como Harry Potter) que cativam e prendem a tenção dos leitores.
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Camila 04/02/2016

Pensei que não ia... mas foi! Tocante...
O primeiro capítulo te prende, te faz imaginar no que virão nas próximas 400 páginas do livro, mas então você lê... lê... lê... e parece que a história não vai tomar o rumo que irá te fazer acreditar ser um livro brilhante. Mas ao mesmo tempo existem questões (embora sejam pequenas) que você quer ver resolvidas: um possível namoro, uma possível gravidez, uma possível descoberta. Os páginas vão acabando e você começa a suspeitar que fulano pode ser pai de um dos personagens, ciclano pode ser irmão de outra.... mas não a história continua meio que sem rumo. Até que, na penúltima parte você quer devorar todo o resto de uma vez. Você lê sem parar, não acredita no que está acontecendo. Você ri, se surpreende, se assusta. Até que no final, finalmente chora, e reflete sobre a vida, sobre como tudo é passageiro, efêmero e por fim, o que poderia ser uma avaliação ruim de um livro, vira um bom!
Recomendo para quem gosta de livros que te surpreendem no final, que mostram o outro lado da vida, que te tiram do 8 para o 80. ;)
Adilson 15/02/2016minha estante
Bela resenha




Cléo 02/02/2016

Intenso
Um livro que mostra claramente nossa condição de humanos:violentos,preconceituosos,covardes,hipócritas,egoístas,vingativos,apegados e iludidos. JK descreve a realidade com tanta clareza que chega ser assustador. Provocou-me risos e lágrimas,até uma vontade de fechá-lo e não mais tornar a ler,talvez porque a realidade machuque. O livro mostra esse ser cheio de imperfeições sendo capaz de coisas grandes. Não tão grandes como descobrir o fogo, mas pequenas grandes coisas,sutis e muitas vezes imperceptíveis mas que fazem toda a diferença. E que podem provocar catástrofes quando negligenciadas. Coisas como prestar atenção no outro com o coração. E jamais julgar seus atos,nunca sabemos o que os move. O livro mostra uma verdade muito óbvia que todos conhecemos,mas conhecer está longe de sentir com a alma. Mostra o quanto a estabilidade de um lar é importante para uma criança, e quando digo lar,refiro-me a alguém que a proteja e cuide,prepare seus alimentos e lave suas roupas,colocando o amor em ação. O livro é um convite a auto-avaliação e a luta contar nossos demônios internos.
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