O Livreiro de Cabul

O Livreiro de Cabul Åsne Seierstad




Resenhas - O Livreiro de Cabul


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Jana 16/03/2020

Leitura sofrida
Estou até agora sem entender porquê esse livreiro mereceu ter sua história contada. Pelo título, dá a entender (ou eu entendi errado mesmo) que o livreiro é um revolucionário, um homem "das letras", que quer levar conhecimento a todos... Mas não é bem assim. A única coisa que ele quer é dinheiro no bolso.
Fiquei muito chocada pela diferença cultural, claro, mas sobretudo pela crueldade das pessoas, que se aproveitam dos menos favorecidos...
Vou dar uma estrela pelo fator "conhecer outra cultura", mas em geral foi um livro sofrido de ler, com personagens detestáveis e histórias sem pé né cabeça, com muitas dúvidas a respeito da veracidade dos fatos narrados.


Fabio.Oliveira 17/02/2020

Existem 03 tipos de verdade, a verdade contada por Asne Seierstad( "O livreiro de Cabul" ), a verdade de Shah Muhammad( "Eu sou o livreiro de Cabul" ) e a própria verdade....Cada leitor deve tirar suas conclusões!
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@moisesffelipe 08/12/2019

Ficou anos na minha prateleira
Esse livro ficou muito tempo parado na minha prateleira. Um dia eu comecei a ler ele meio por acaso e a leitura foi impressionante e incrivelmente intensa. Nunca imaginei que eu seria agarrado por uma leitura tão interessante. Depois de ler esse livro eu acabei entendendo um pouco mais sobre os conflitos ocorridos no Afeganistão. Mas o principal desse livro são as pessoas.
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caarolparker 15/10/2019

Diferentes vidas
Foi interessante saber mais sobre um país no qual a mídia se concentra por causa da guerra, é bom saber que existem mulheres como Leila que querem ser mais que uma criada para sua família e ser professora. Eu não sabia que a burca estava acostumada a moda antes e quanto eles comeriam em um casamento.
Primeiro fiquei chocado com a sociedade deles, mas o livro de Malala meio que me preparou para isso. Sultan era um homem hipócrita, tinha toda a educação que podia e um negócio de sucesso, mas seus filhos não sabiam ler.
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simone 10/10/2019

A forma como Seisrstad descreve a rotina dessa família afegã vai te prender ou pela revolta das tradições contrárias às nossas ou por curiosidade, além de lembrar fatos nem tão distantes assim como o 11/09 quando o world trade Center foi atingido por aviões, ou a procura por Osama Bin Laden de alguma forma vai te prender.
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Kelly Moura 12/06/2019

Estou muito satisfeita com essa leitura. Não a toa ser sucesso mundial! A autora trabalha as personagens ao mesmo tempo que apresenta os costumes da sociedade, a paisagem pós guerra, os conflitos políticos e a história do povo. E, claro, o papel tão limitado da mulher dentro dessa sociedade patriarcal.
Finalizo a leitura levando na memória cada uma das vidas citadas, seus pensamentos, a esperança ou desesperança de cada mulher que não deixa de ter desejos, ainda que sejam desejos muito aquém dos praticados em outras sociedades e culturas modernas. As mesmas mulheres que também tem muito da tradição, sempre tão severa, arraigadas, enraizadas dentro de si mesmas. As lutas e dilemas das mulheres afegãs ainda são minúsculas perto da liberdade já conquistada e tão comum em outros cantos do mundo. É como estar numa caixinha sem saber o tamanho real de seu potencial.
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Rita 02/05/2019

Livro vivo de Cabul
A leitura vale por termos um retrato de como é a vida das mulheres do Afeganistão e Palestino antes e após a queda do talibã. Pode-se pensar também como o livro pode assumir vários significados, desde um mero objeto que se faz negócio até como uma arma para libertação por meio do conhecimento.
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Ly 17/01/2019

Alarmante.
Asne consegue transmitir no livro toda sua experiência com a cultura afeganistã e faz uma crítica dolorosa a respeito da realidade das mulheres e jovens afegãs. Agradeço muito a Asne por ter coragem de publicar o livro e por toda atenção que deu para ouvir as mulheres que são injustamente silenciadas nesse país.
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katiadantas 12/11/2018

@cadalivroqueleio
Já li esse livro 3 vezes (2009, 2014 e 2018), de tão maravilhoso que é! Amo livros que se passam no Afeganistão e que falam sobre os costumes, a religião, os efeitos da guerra... e esse livro é uma completa imersão cultural!

O Livreiro de Cabul é um livro reportagem feito pela jornalista Åsne Seierstad, que morou por três meses com Sultan (o livreiro) e sua família, vivendo na pele os costumes afegãos, a submissão e privação da mulher na sociedade, o uso da burca, as tradições religiosas e as consequências do Talibã no país.

Pra nós ocidentais, muitas coisas nesse livro chocam. A falta de liberdade com coisas tão simples é absoluta. Uma mulher, por exemplo, não pode andar de táxi sozinha ou não pode escolher seu próprio marido, vivendo na sombra da família, até que estes resolvam o futuro dela. É impossível não se envolver minimamente com as histórias contadas e se revoltar com muitos aspectos culturais.

site: https://www.instagram.com/p/BoB6Uq2nIOV/
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Anytha 12/08/2018

O livreiro de Cabul
É incrível como a autora/jornalista consegue captar alguns mínimos detalhes de cada personagem, a gente até esquece de que conta uma rotina de uma família afegã que existe, um história real. Os relatos jornalísticos são muito bem descritos, até pra quem nunca leu nada a respeito do 11 de setembro, por exemplo. As relações familiares com os outros também é muito bem relatado, enfim, todos devem ler, é uma história incrível, jornalística com cunho de romance.
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Carol 12/07/2018

O livreiro de Cabul
Para disser a verdade não gosto muito de livros na 3° pessoa, ele traz história de muitas famílias paralelas e pode ficar meio perdido. Esse livro tem um modelo de documentário que não sou muito fã. Mas, mas é também um livro que conta do modo como as mulheres são tratadas, um lugar onde mulher não tem voz, nem rosto e nem escolha. Onde crianças são dadas em casamentos arranjados com homens 20 ou 30 anos mais velhos que elas, é uma e pedófilia arraigada em tradições. E que hoje não está apenas no Afeganistão mas em todo mund, lógico que não de um modo tão encravado, mas em todo o mundo mulheres vem sendo vítimas de uma sociedade machista, crianças perdendo suas vidas e tendo sua inocência roubada. É um livro que vale a pena ler, que os pós é maior do que os contra.
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Elisabete Bastos @betebooks 07/07/2018

Choque de culturas
A história do livreiro de Cabul traz a cultura do Afeganistão, no período de 2001, logo após a queda do Talibã. Antes eu tinha lido o livro eu sou Malala e com esta leitura foi uma complementação enriquecedora. Sei que devemos entender a cultura de outros povos com olhar afrouxado de preconceitos. Todavia, a submissão total da mulher pelo homem é algo perturbador e angustiante. A poligamia, os costumes que são marcados de forma indelével a sociedade, sobretudo, a coisificação da mulher são sufocantes...
Leitura necessária.
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Anatomia de uma leitora 02/07/2018

Um olhar humanizado
O livreiro de Cabul

A história é narrada por uma hábil jornalista norueguesa Åsne Seierstad, em que esteve durante três meses hospedada na casa do livreiro - Sultan Khan- e sua família afegã, logo após a queda do regime talibã. Åsne passa a experimentar os costumes, no dia a dia, de uma sociedade islâmica fundamentalista, que é muito diferente de mundo ocidental.

Os integrantes da família acostumaram-se à presença da autora sob uma burca. Assim, ela pôde observar e relatar situações dos quais viu e ouviu sobre sonhos, expectativas e frustrações a respeito de suas vidas particulares e a esperança de tempos melhores, entre rixas do clã e as imposições de um chefe de família, embora sendo letrado, se impunha soberano sobre o destino dos integrantes da família.

O que eu achei mais instigante no livro é o fato de como a jornalista aprofunda temas polêmicos, com sensibilidade, como por exemplo o papel da mulher ou sua ausência na sociedade afegã, sua submissão, o uso da burca, a proibição do aprendizado, e as outras tantas privações e violências as que estão sujeitas às mulheres.

Tem um relato, chocante, deve confessar que fiquei com arrepios quando li, de uma jovem adúltera sufocada com um travesseiro pelos próprios irmãos sob ordem da mãe. Sério, não é chocante?!

O livro apresenta um conjunto de histórias reais comoventes que reflete as contradições do Afeganistão, e nos emociona sobretudo ao apresentar a rotina, a pobreza e as limitações impostas às mulheres e aos jovens do país.

A obra de Åsne Seierstad é fantástica, vai muito além do jornalismo literário de convencional, uma vez que descreve com um olhar humanizado.



site: www.instagram.com/anatomiadeumaleitora
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Egídio Pizarro 20/05/2018

Um relato com visão jornalística
Peguei esse livro sabendo que a autora havia presenciado ou ouvido as situações narradas. O que eu esperava é que houvesse uma narrativa mais literária (no estilo de jornalismo literário consagrado por autores como Truman Capote e Tom Wolfe). Mas aqui a narrativa é um relato puramente jornalístico - o que não diminui o mérito e o impacto da obra.

Quem lê recebe um choque de realidade. É bem recomendável.
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Teofilo 20/05/2018

A jornalista foi magnefica e corajosa por relatar o cotidiano conturbado do Afeganistao...
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