A Escolha dos Três

A Escolha dos Três Stephen King
Stephen King




Resenhas - A Escolha Dos Três


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Jow 21/10/2010

Escolher é fundamental. Entender é preciso!
Não poderia existir um título melhor para esse livro. "A Escolha dos Três" tem como fonte principal de seu enredo a busca, a construção de novas possibilidades, e acima de tudo a superação. Seja ela pessoal, racial, física, psicológica. Cada personagem teve um momento de escolha, mas será que fizeram a escolha certa?

Neste livro S. King constroi um Roland mais humano, ainda muito afetado pela morte de Jake. E essa humanidade recém despertada de Roland, o faz sofrer e refletir sobre a sua busca. E a pergunta que me fiz ao ver a aflição de Roland foi: "Até quando uma busca vale a pena? Até quando, essa busca me fará respeitar os meus valores?" As portas encontradas por Roland, é metafóricamente sensacional. Foi uma nova possibilidade, um novo jeito de enxergar os mundos, e um novo jeito de enxergar as pessoas, principalmente os seus escolhidos.

É um livro muito rico do ponto de vista Histórico-Social, pois trata de assuntos polêmicos e conflitantes da sociedade Americana: A Segregação racial, o preconceito, o crime e a violência urbana(principalmente em Nova York), o despreparo policial, as culturas alternativas, a contra cultura, as drogas.

Eddie Dean e Odetta Holmes, são os clássicos exemplos de pessoas afetadas pelo problema social americano. Ele um branco, viciado em drogas, e que como tantos jovens americanos das décadas de 70 e 80 viviam com um pensamento liberal, aventureiro e de contra-cultura. Ela negra, esquizofrênica e deficiente física, estigmatizada por ser negra e rica. Desenvolveu a esquizofrenía como uma fuga para o seu contraste social, por não entender o porque dos seus semelhantes fugirem dela por causa de sua cor, por entender que os brancos eram apenas uns "putos mentirosos". King conseguiu trabalhar de forma magistral as personagens! Em minha opinião, o ponto alto do livro se encontra nos momentos de superação de cada personagem, no momento em que eles superam suas mazelas, e aceitam o novo destino que a eles fora oferecido.

Nessa montanha russa de questões, com várias referências a cultura social de cerca de 30 anos da vida americana, carregado de críticas sociais, sonhos perdidos, amores frustrados, passados sombrios, futuros incertos, e uma boa dose de ação "A Escolha dos Três" teve grande importância para a busca de Roland pela Torre Negra, por mais respostas e por "longos dias e belas noites."


Silvio 28/09/2013

Muito superior ao primeiro. Ideias fenomenais, todas com alguma lógica, inclusive, esclarecendo alguma coisa que ficou suspensa no livro 1.
O momento em que Roland "assalta" uma farmácia para roubar Keflex e, ainda por cima, paga com um Rolex foi demais...dei umas boas risadas...
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Ezequias 04/09/2012

Começa um épico
Embora o primeiro livro tenha sido, no mínimo, morno. O segundo livro da septologia da Torre Negra, de Stephen King, mostra o porquê deste autor ser um dos mais celebres da atualidade em seu campo.

A leitura é muito fácil e rápida, sem contudo ser rasa, isso se dá talvez pelo fato de que, muito embora os personagens estejam envolvidos em uma trama fantástica, ainda pensam e são humanos. Assim, cada fala de um personagem exprime sua unicidade.

Apesar do cenário não usual e extremamente imaginativo, a trama ainda é sobre os personagens. Quase como uma coleção de três contos, quase como três gênesis ou renascimento de personagens, tudo com a, as vezes forte ou as vezes tênue, ligação com a Torre Negra, a grande mística desta série.

O livro consegue se manter interessante por todo o momento, seja pela trama inusitada ou personagens bem descrito ou então seja pelo humor ocasional observado pelo autor.

Temos ai o verdadeiro início da saga, com um escritor mais maduro, e uma obra recomendadíssima.

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Thiago Tonani 11/12/2012

Depois da penosa leitura que eu tive com O Pistoleiro, fui pego de surpresa por este segundo volume, que é quando Stephen King começa a por pra foder de verdade. Deixando de lado a estrutura confusa do primeiro livro, com todas aquelas inserções de flashbacks que me deixavam meio perdidos na historia. Desta vez a historia segue uma linha totalmente linear, sem rodeios, e é quando King começa a fazer o que sabe de melhor, desenvolver personagens, e coloca-los nas situações mais surreais que puder imaginar. Os diálogos são com certeza o ponto alto do livro. Com todo aquele humor negro típico de King sendo vomitado nas paginas á todo instante, fiquei totalmente submerso na historia. A introdução de Eddie Dean foi uma adição foda pra trama, por se tratar de um personagem muito maneiro, e que fez um contraponto excelente a Roland, revelando um pouco mais da cabeça desse obcecado e obstinado pistoleiro em busca da sua tão sonhada Torre Negra. Enfim, esse livro me fez ficar empolgado e curioso com o que estar por vir nos próximos volumes...


Adib 15/07/2010

como alguem escreve algo tão perfeito
O segundo livro da série torre negra, nos lança a uma profunda busca; seguindo os fatos do livro anterior. Nosso protagonista procura escolher os “três” de quem o homem de preto lhe falou.
A sua primeira escolha é o prisioneiro como já lhe fora dito que seria; as cartas haviam lhe discorrido sobre um ser aprisionado por demônios; e o oráculo cita o nome deste demônio; Heroína. Muito óbvio para o leitor, mas totalmente inesperado para o pistoleiro; que chega a perguntar que demônio seria este.
O prisioneiro um cidadão americano separado do pistoleiro por vários anos e eras; ao alcance de uma porta. Ao se defrontar com a porta Roland se sente como se estivesse na cabeça de alguém; e de fato estava; a situação: ele se encontrava dentro da cabeça de um homem que teria que passar pela alfândega com dois quilos de cocaína; para um poderoso traficante de sua era. Algo impossível, mas não para quem tem dentro de sua mente uma passagem para outro mundo.
A segunda escolha a dama das sombras. “no mínimo duas caras” disse o homem de preto. Também americana. Na realidade se trata de Odetta e Detta. Pessoas diferentes que habitam o mesmo corpo. Uma estranha para a outra ambas lutam por sua existência. De uma época em que as cadeiras de rodas pesavam mais de dez quilos; a dama tinha ficado paraplégica ainda jovem quando fora empurrado por um ser desconhecido. Desconhecido que nos leva a terceira porta.
A terceira escolha representava muito mais do que escolher alguém propriamente dito; representava abrir mão de alguém; esta escolha fora representada pela carta morte; ou empurrador; que segundo Walter; queriam dizer a mesma coisa. O empurrador ou morte; foi quem matou Jake; menino que era companheiro de Roland no primeiro livro; e também o responsável pelo acidente de Detta.
Ao entrar na mente deste o pistoleiro se vê exatamente na mesma situação em que Jake disse que morrera; e assim o Pistoleiro salva a vida de Jake; e acaba com a vida da “morte”.
Assim depois das escolhas; que foram feitas Roland decide treinar seus escolhidos como pistoleiros; ambos agora compartilham o mesmo ka-tet, ou seja o mesmo caminho; rumo ao norte; rumo a Torre Negra.
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Karol 28/09/2011

O Prisioneiro, A Dama das Sombras e A Morte
Vocês devem estar estranhando eu postar uma resenha tão perto da outra, não estão? Não estão? Não estão? Sabia que estavam! Isso se deve a uma "antisse" minha... Eu alterei a minha lista de março do Desafio Literário para incluir um dos livros da série A Torre Negra, do Stephen King, nela... Só que eu fiz confusão e invés de incluir o livro 2, que era o que eu estava lendo, eu incluí o livro 3, que eu ainda não terminei de ler... Gênio. Agora, vou apressar um pouco essa resenha pra não postar a do livro três antes dessa e criar uma "confusão temporal" (expressãozinha muito humilde essa aí).

Então, devido à confusão do gênio aqui, vocês terão uma overdose de resenhas essa semana pois, no máximo no sábado, eu já posto a do livro 3 (=D). Mas quem liga né? A vida é bela! \o/

Vamos lá, então! O livro de hoje é o segundo da série A Torre Negra, como eu já avisei acima e eu ADOREI esse livro. Ok, vocês vão acabar enjoando de me ouvir falar que amei ler um livro e blá, blá, blá... O problema é que dificilmente eu termino um livro se não gostar dele, então vai ser bem difícil eu postar algo aqui sobre um livro que não gostei...

Ah, antes de me aprofundar: esse post terá alguns spoilers sobre o livro 1, O Pistoleiro, então, se você não leu o primeiro e não quer estragar as surpresas, vá ler outra coisa.

Nesse livro continuamos acompanhando a busca desesperada de Roland pela Torre Negra. Ele já encarou diversos problemas no livro anterior e, como é a tendência em séries, a situação só piora. No início do livro ele está sozinho na praia que o tal "homem de preto" o abandonou e precisa encontrar as três pessoas que lhe foram reveladas pelo homem de preto antes deste morrer: O Priosioneiro, A Dama das Sombras e a Morte. Roland se encontra, também, mais uma vez sozinho, pois deixou o garotinho, Jake, morrer em sua pressa de alcançar o homem de preto.

Ele começa então a sua busca e se depara com dois personagens interessantíssimos: Eddie Dean, um viciado em heroína na Nova York dos anos 80 e Odetta Holmes, uma ativista negra que luta contra o racismo na mesma Nova York de Eddie, mas nos anos 60. Tanto Eddie quanto Odetta tem as suas peculiaridades - que eu não vou contar aqui, óbvio - e são personagens incríveis. Muito mais vivos do que o próprio Roland durante quase toda a história.

Os dois novos personagens trazem ao livro uma cor que antes não havia: Roland, na minha cabeça, é cinza, e cinza é chato! Sério, é cansativo você ficar lendo uma história em que o cara fica por quase 70 páginas andando sozinho em uma praia. Bem melhor com três pessoas andando nessa praia. A história engrena de verdade nesse livro e aí sim dá vontade de continuar e descobrir se Roland vai encontrar essa bendita Torre Negra, porque o primeiro livro... Bom, o primeiro livro é cansativo. Esse segundo tem o dobro de páginas do primeiro e eu li em bem menos tempo: é uma história que cativa, que faz você querer saber o final. E, claro, a aparição de uma mulher que tem um cérebro na história ajuda bastante também - sim, sou bastante feminista.

O único problema do livro é o fato de ele sair do nada pra chegar em lugar nenhum, como qualquer livro de meio de série. E como são sete, acho que esse problema vai me acompanhar durante toda a leitura. É diferente de um Harry Potter, em que cada história tem um final: na Torre Negra, o livro pode acabar do nada, bem no meio da ação. Claro que o final é de arrepiar, mas mesmo assim, não é nada definitivo. Esta, por sinal, outra característica da série: nada é definitivo mesmo. Stephen King trabalha com flashbacks, viagens no tempo, alteração do passado... Tudo pode mudar de um livro pro outro e causar a maior confusão. Tanto na cabeça do leitor quanto na do Roland (dica! shhhh!).

Pra terminar, o livro vale muito a pena, como quase tudo o que o Stephen King escreve e é diferente do convencional, a gente raramente adivinha o que vai acontecer e não há certeza nenhuma de um final feliz. Eu me pego às vezes pensando se Roland vai chegar à Torre Negra mesmo ou vai morrer no caminho... Ou mesmo se eu vou descobrir o que diabos é a tal Torre Negra. E é esse suspense que faz a história ser gostosa de se acompanhar, é um verdadeiro exercício mental para quem está acostumado apenas com lindos finais felizes.

=)


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Dexter 04/02/2011

Me envergonho em dizer que demorei tanto pra ler quando não tinha motivo, preguiça continua sendo meu pecado capital mais latente. O livro continua na mesma qualidade de narrativa do primeiro, esse que demorei só uma semana pra ler.

Esse volume é só uma passagem e não vem pra responder perguntas, apesar de ligar coisas incríveis do primeiro volume. Os novos personagens são surpreendentes e até cativantes mesmo com tantos "defeitos". Notei uma demonstração mais humana de Roland, talvez pela aproximação que ele tem com o "Prisioneiro", a amizade tenha ajudado a demonstrar melhor essa parte dele.

Acho que o ponto alto é que a história de cada personagem não se repete em nada, mesmo dizendo que existe uma ligação em seus kas eles são muito diferentes.

Acho que finalmente um amigo meu me convenceu a ler outras obras de Stephen que não seja da série "Torre Negra" e mesmo assim só porque me afirmou ter uma ligação muito grande com a série então vou arriscar. Antes de pegar o próximo volume vou ler "O Talismã".

Intemais
Dex.
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Dessa 31/07/2013

A Escolha dos Três - Coleção A Torre Negra - Vol. 2
A Torre Negra. A Escolha dos Três, segundo volume da série, lança o protagonista Roland de Gilead em pleno século XX, à medida que ele se aproxima cada vez mais de sua preciosa Torre Negra, sede de todo o tempo e de todo o espaço.
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Acervo do Leitor 02/02/2018

A Escolha dos Três – A Torre Negra #2 de Stephen King | Resenha
“O Homem de Preto fugia pelo deserto, e o pistoleiro ia atrás.”

Destino. Poucas coisas são tão nebulosas e incertas. Ele embaralha as cartas, mas apenas nós podemos joga-las. Alguns resumem a uma questão de méritos, outros afirmam que só aqueles loucos e destemidos o bastante podem escolher ou fugir dele. Uma coisa é certa, sem saber o seu destino, nenhum vento torna-se favorável. Roland, o último pistoleiro, tem méritos, sabe jogar e é louco o bastante para sentir o vento. Ele busca a Torre Negra, e para isso enfrentará lagostas monstruosas, fusões de mente, assassinos, portas para outras realidades temporais e seus próprios medos para alcança-la.

“Os últimos pistoleiros de Cort, os 13 sobreviventes de uma turma que se iniciara com 56, estavam todos mortos. Todos com exceção de Roland. Ele era o último pistoleiro, avançando decidido num mundo que ficara caduco, estéril e vazio.”

Eddie Dean é um viciado em heroína usado como “mula” para o transporte de drogas. Vivendo o hoje, ele só pretende terminar seus dias com uma boa “dose” no sangue e na mente alem da companhia do seu irmão. Seu passado fragmentou seu espírito. Devido a uma porta especial que abre dimensões temporais descoberta por Roland, ele viu sua mente se fundir com a do último pistoleiro quando este atravessou esse portal e entrou em sua realidade. No seu medo ele encontrou a bravura do pistoleiro. Em sua incerteza, uma firmeza de propósito. Em sua carência, companhia. No tremor de suas mãos, a firmeza de um pulso treinado. Ambos se completando em uma angustiante cilada na Nova York da década de 80. A Torre Negra responsável por fundir mundos e realidades uniu estas duas almas tão distintas em busca de um destino comum. Mas para isso eles precisam antes sobreviver a privações, monstros e doenças que os consomem até a alma.

“Quem mata o que ama fica para sempre condenado. ”

Odetta Holmes é uma milionária ativista dos direitos de igualdade racial no auge de uma América em ebulição no começo dos anos 60. Vítima de uma tentativa de homicídio que a deixou sem as pernas no passado ela enfrenta também um adversário que ela desconhece: Detta Walker. Uma dupla personalidade agressiva e cleptomaníaca que foi despertada em sua infância quando ela sofreu um grave acidente. As duas habitam o mesmo corpo, mas isso é impossível. Odetta só queria terminar seus dias se mantendo “em pé” com sua dignidade frente a umas sociedade preconceituosa e opressora. Porem seu passado fragmentou seu corpo e mente. Devido a uma porta especial que abre dimensões temporais descoberta por Roland, ela(s) viram suas mentes se fundirem com a do último pistoleiro quando este atravessou esse portal e entrou em sua realidade. Em sua impetuosidade, encontrou o auto controle do pistoleiro. Em seu temor, a certeza. Na limitações de locomoção, suas “pernas”. Na solidão, amparo. Ambos se completando em busca de respostas por perguntas nunca antes levantadas. A Torre Negra responsável por fundir mundos e ralidades uniu estas três almas tão distintas em busca de um destino comum. Mas para isso eles precisam sobreviver antes a privações, monstros e doenças que consomem até a alma e ao desejo de se matarem.

“Mais tarde, com estranhas galáxias dançando lentamente pelo céu, ambos pensaram que o ato de amar nunca tinha sido tão doce, tão pleno. ”

SENTENÇA

São tantas “faces” e nuances neste livro que fica difícil abordar todos os aspectos. Apenas um maestro genial como Stephen King conseguiria sincronizar tantos elementos literários em uma história tão concisa sem se perder. Fiquei apreensivo, angustiado, emocionado, dei boas gargalhadas e me encantei com essa obra. O inesperado rumo tomado na vida de Roland imerso em magia e regado a doses cavalares de suspense elevou o patamar, já altíssimo, desta saga. Portas e possibilidades são apresentadas e dúvidas encerradas. Tome vergonha na cara, não se esqueça do rosto do seu pai e devore agora essa fábula!


site: http://acervodoleitor.com.br/a-escolha-dos-tres-resenha/
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Emerson 09/03/2013

Chato e esquisito
Sei que teve gente que gostou dessa série. Mas eu não.

Não posso julgar a série toda, pois eu desisti no segundo livro.

O primeiro pelo menos tenta ser mais estilo fantasia, já esse muda totalmente e vira um Twilight Zone da vida.

Pra deixar claro, no primeiro livro temos um pistoleiro num velho oeste de um mundo paralelo. Legal até, apesar da narrativa metida a intelectual e arrastada.

Segundo livro joga isso no lixo e põe esse pistoleiro tendo que lidar com um traficante de drogas usando um portal e entrando na mente desse cara quando possível. Só eu acho a premissa de misturar uma fantasia com drogas do mundo real ridícula? Seria igual no 7ª livro do Harry Potter A Hermione indo comprar droga de um traficante usando magia. Sei lá, tem coisas que não devem se misturar.

Não li até o final do livro, parei naquela enrolação de drogas mal feita ainda por sinal. Talvez melhore nos próximos livros? Pode ser, mas não tenho saco pra continuar lendo. Eu esperava MUITO mais dessa série. Ainda mais o próprio SK dizendo que se inspirou em Senhor dos Anéis.

Não é à toa que essa saga é de longe a menos famosa do SK e não é à toa que SK é famoso por história de terror e não de fantasia.

O primeiro livro então parece ser escrito por um adolescente com um dicionário de sinônimos complexos do lado.

Me desculpem, mas não recomendo isso. Ainda bem que consegui vender logo pelo mesmo preço que paguei.


BEREHEAVY 15/01/2011

Continuação muito boa
É incrivel como Stephen King escreve apesar de o primeiro livro da série ser um pouco confuso, nesse ele explica um pouco a história do pistoleiro e muita coisa do primeiro livro que você não consegue entender ele explica nesse o livro mantem um ritmo alucinante

Recomendo
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Adriana 18/06/2011

Em “A Escolha dos Três”, continua a saga de Roland a caminho da Torre Negra, porém, como o próprio título do livro sugere, dessa vez ele se junta a novos companheiros.

Esse segundo volume já se sobressai ao anterior logo num primeiro aspecto, aqui, a história deixa grande parte de sua “megalomania” de lado (presente no primeiro livro) e se concentra mais em seu próprio desenrolar – e não num possível “futuro épico”. Talvez um fator que auxilie essa melhora é o fato de, em grande parte, a história acontecer no “nosso” mundo (mais precisamente, na cidade de Nova York) e não em um mundo paralelo, fantástico, o que talvez tenha reduzido a necessidade de a própria narrativa constantemente se auto proclamar “grandiosa”.

Um aspecto interessante de se observar é como os “escolhidos” para companheiros de Roland podem, a certo modo, ser considerados marginalizados em nosso mundo, ao passo que no dele essa marginalização perde o sentido. É claro que o conceito de “marginalizados” talvez não possa ser totalmente aplicado à Odetta/Detta, por ser ela expoente de uma família rica, mas, levando-se em consideração à época e lugar em que vivia em nosso mundo (Os Estados Unidos em plena época de luta por direitos civis), ainda assim acredito que seja um conceito válido.

A história em determinados pontos soa um tanto prolixa (o que não deve ser novidade para leitores de Stephen King já que mesmo o próprio admite ter esse defeito), mas nada que torne a leitura maçante. Outro ponto presente na narrativa que incomoda um pouco e que, assim como a prolixidade, também aparece costumeiramente nos livros de King, mas diferente daquela talvez seja até mesmo mais profundo por se tratar, acredito, de um traço cultural, é o pragmatismo norte americano. Certas suposições sobre o futuro de uma pessoa, baseadas apenas em fatos pouco substanciais e ditas como verdade absoluta, acabam incomodando por possuírem naturalmente certa arrogância, mas não são tão recorrentes a ponto de atrapalhar a leitura.

Sendo assim, mesmo com alguns pontos negativos, “A Escolha dos Três” é uma boa continuação, divertida e instigante, que acaba se saindo melhor que seu predecessor, e, assim como ele, funcionando como uma história completa ao mesmo tempo em que se trata de mais um passo a caminho da Torre Negra. Que venha o próximo.
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Vinny Britto 12/08/2017

E segue o Caminha até a Torre...
Esse livro é bem diferente do primeiro, que por vezes achei um pouco confuso.
Adorei a forma como o Pistoleiro encontra os escolhidos, adorei os novos personagens, principalmente o Eddie Dean.
Estava até um pouco desanimado ao final do primeiro livro mas agora me empolguei pra saber como eles vão se sair daqui pra frente.
De uma coisa eu tenho certeza, o primeiro livro é o divisor dos que desistem e os que continuam, mas quem chegar até o final do segundo volume, dificilmente irá desistir.


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