O Histórico Infame de Frankie Landau-Banks

O Histórico Infame de Frankie Landau-Banks E. Lockhart




Resenhas - O Histórico Infame de Frankie Landau-Banks


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Biblioteca Álvaro Guerra 20/06/2018

Usando todas as suas habilidades, Frankie criará artimanhas para provar que pode ser ainda mais genial que os membros da Leal Ordem dos Bassês.


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site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788565765206
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?' 28/05/2018

Nas primeiras 14 páginas eu já estava gostando do livro. Quando cheguei na 40°, já estava amando. Me indentifiquei muito com a protagonista. Com o jeito que ela vê e pensa nas coisas. Ela me cativou desde o início.
Não consigo nem descrever o quanto esse livro é sensacional. Maravilhoso. A personalidade da protagonista é muito bem construída. Ela tem certeza de quem ela é e do que ela quer ser. Gostei muito dela.
Aconselho a todos que leiam esse livro, ele é fantástico. Eu li em um dia de tão rápida que é a leitura e de como o livro de prende do começoao fim.
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Sabryna 02/04/2018

O histórico infame de Frankie Landau-Banks
Frankie Landau-Banks é uma garota que quer fazer a diferença no meio das outras garotas, apesar de reconhecer que faz parte de um grupo privilegiado delas por estudar em conceituada escola particular e ter a referência como beleza. Mas quando descobre que seu namorado Matthew é membro de uma sociedade secreta exclusivamente masculina, ela quer aparecer e mostrar que também merece estar lá.

Por essa breve sinopse dá pra notar que O histórico infame de Frankie Landau-Banks é sobre como uma adolescente vive o feminismo. Frankie não quer ser vista como uma "princesinha", mas como uma menina inteligente, esperta, e muito mais que um rostinho bonito. Embora sua paixão pelo garoto popular da escola seja um pouco clichê no meio dessa temática.

A Leal Ordem dos Bassês, da qual o próprio pai de Frankie foi membro, existe na escola Alabaster há mais de 50 anos e tem como propósito promover travessuras dentro do campus com algum significado político ou ideológico. Acontece que nem todos podem participar, apenas os herdeiros, e dentro dos herdeiros, os escolhidos; todos homens que devem jurar lealdade e fidelidade à ordem. Entre eles Matthew.

As saídas repentinas e misteriosas do namorado despertam a curiosidade de Frankie e a fazem segui-lo até descobrir do que se trata. A partir daí ela resolve tomar o papel do líder, por trás dos panos, e articular os feitos que deveriam mostrar à escola que ali existe um grupo de alunos dispostos a instigar reflexões sobre vários temas, como religião e alimentação.

A ideia da sociedade secreta é fértil para muitas aventuras, mas os feitos dos garotos são fracos, ainda que possa estar protegida pela justificativa de que são apenas adolescentes. Depois que Frankie assume o controle, seus planos são mais elaborados - significando que as mulheres são melhores estrategistas e pensadoras -, mas a narrativa não deixa o leitor aproveitar a "genialidade" dela, apresentando capítulos corridos.

O romance entre Matthew e Frankie também poderia ser mais forte e arrasador de corações, ou a pequena atração que Frankie sente pelo Alfa melhor explorada, pois um triângulo amoroso deixaria a história bem interessante também.

Fora isso o livro cumpre seu papel em discutir o empoderamento feminino e em apresentar a teoria de que a forma como a mulher se vê interfere no seu relacionamento amoroso. Frankie não aceita a namorada que acompanha seu par em todos os eventos, mesmo que ache eles chatos, pelo simples fato de ser a namorada, a acompanhante. Em vez disso vai para seus próprios eventos com sua própria turma. Ao mesmo tempo que tenta pensar fora da caixinha que suas amigas da mesma idade estão inseridas. Coragem, determinação e uma ponta de sensibilidade também são características da pequena feminista que protagoniza esta obra.
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Mila 26/03/2018

"É melhor liderar do que seguir. É melhor falar do que ficar em silêncio."
Frankie Landau-Banks é uma garota de 15 anos do segundo ano da escola interna e conservadora Alabaster. É filha de Ruth e Franklin, apelidado por ela e sua irmã Zada de Sênior. O seu pai esperava receber um filho homem a quem queria dar o seu nome, mas teve uma menina e pôs o nome de Frances.
Frankie é uma garota bastante empoderada, embora eu tenha me decepcionado com algumas atitudes dela, e faz parte do Clube de Debates da escola.
O pai de Frankie sempre contou sobre uma sociedade secreta que participou, a Leal Ordem dos Bassês. Ela inicia um relacionamento com Mattew, que depois ela descobre fazer parte desta sociedade. Um ponto importante sobre esse grupo é que não aceitam mulheres e que aceitam apenas um certo perfil de garotos, com famílias de prestígio e que são herdeiros, ou seja, seu pai um dia também fez parte desta sociedade.
Frankie começa a se interessar pelas atividades deste grupo e a querer participar. Porém, encontra o problema de que nunca seria aceita por ser mulher. E então ela bola uma série de planos para poder participar e, futuramente, ganhar prestígio e conseguir fazer parte.

Um ponto muito importante e triste que é relatado é o sentimento que Frankie desenvolve a medida em que percebe o quanto é subestimada, inferiorizada, o quanto seu potencial é ignorado pelo simples fato de ser mulher. Uma angústia, tristeza.

"Mattew tinha dito que ela era inofensiva. Inofensiva. E estar com ele fazia Frankie se sentir como se estivesse esmagada dentro de uma caixa - uma caixa que ela deveria ser encantadora e sensível (mas não sensível demais); uma caixa para garotas jovens e bonitas que não eram tão brilhantes ou poderosas quanto seus namorados. Uma caixa para pessoas cuja força não merecia ser levada em conta."

Ao perceber que seu namorado prefere uma companheira frágil, incapaz de proteger-se, obediente a limites definidos, quiz surpreender a todos, mostrar que também era capaz.
A forma que Frankie tenta provar isso ao mundo, para mim, foi o ponto negativo do livro. Acho que ela fica obcecada e se perde no caminho.

"Eu queria provar o meu valor. Eu queria fazer as coisas acontecerem, queria mostrar que sou tão esperta quanto qualquer um de vocês, ou até mais, quando tudo que vocês sempre pensam a meu respeito é que sou linda."

E encerra...
"É melhor ficar sozinha, ela pensa, do que ficar com alguém que não te enxerga como você é. É melhor liderar do que seguir. É melhor falar do que ficar em silêncio. É melhor abrir portas do que fechá-las na cara das pessoas."
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Hellen @Sobreumlivro 15/11/2017

Lute como uma garota, Frankie!
"- Você tem mesmo uma mentezinha perversa, sabia? (...) Estou falando sério. Aposto que você é pura encrenca dentro dessa embalagem bonita."
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Vocês conhecem esse hino? Esse livro de título imenso e capa linda é da mesma autora de Mentirosos, super hypado por aí.

Infelizmente, "O Histórico Infame de Frankie Landau-Banks" não é tão conhecido assim, mas se engana quem pensa que a leitura é "menor" - é melhor, na minha opinião.

Trata-se de um livro repleto de rebeldia! Uma narrativa irônica e divertida, super girl power. A personagem não poderia ser melhor. Frankie é cativante, determinada e muito ousada - no melhor sentido da palavra.❤ Eu adorei a personagem porque ela não é a típica heroína, sabe? Ela tem rebeldia e às vezes passa dos limites (amém!), e o melhor é que a autora também desenvolveu essas atitudes com clareza e objetividade para mostrar que ela não sairá impune pelas coisas erradas que fez, ainda que tenha boas intenções.
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E. Lockhart escreve sobre sociedades secretas, esteriótipos, amadurecimento e nos faz refletir sobre a cultura do machismo e a padronização dos gêneros. É um livro repleto de surpresas e a autora tem um jeito único de desenvolver, que nos deixa com os olhos grudados afim de saber qual será a próxima traquinagem dessa menina (me senti representada, rs).
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Li esse livro há um bom tempo, por isso não farei resenha detalhada, mas deixo aqui alguns quotes para deixá-los curiosos. 😏
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"É melhor ficar sozinha, ela pensa, do que ficar com alguém que não te enxerga como você é. É melhor liderar do que seguir. É melhor falar do que ficar em silêncio."
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"Aqueles caras estavam tão seguros do seu lugar no mundo - profundamente confiantes nos seus méritos e no seu futuro - que não precisavam usar qualquer tipo de máscara."
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"Então eu fui um monstro, ela pensou. Mas pelo menos não fui a irmãzinha de alguém, a namorada de alguém, uma aluna qualquer do segundo ano, uma garota qualquer – alguém cuja as opiniões não importavam."

site: https://www.instagram.com/sobreumlivro/
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Thuanne Hannah 14/08/2017

Frankie Landau-Banks é uma garota que acabou de completar seus 15 anos e, como toda garota dessa idade, muda completamente. Seu corpo sofre várias modificações, ela fica bem mais bonita e as curvas aparecem. Junto com isso, Frankie também muda suas atitudes, ela não aceita ser tratada de uma forma diferente por ser garota e decide provar para si, e para todos os outros, que é capaz de fazer o que quiser.

– Como se você tivesse sido invisível (...). E agora não é mais. – Só porque os meus peitos cresceram? Não pode ser; eles devem olhar para os rostos das meninas de vez em quando. Se não, como é que iam reconhecer as pessoas?

Em casa, ela é conhecida como a princesinha da família, onde todos a veem como uma criatura sensível e incapaz de fazer qualquer coisa que fosse fora do padrão. Mas este ano, Frankie decide mudar a opinião de todos eles.

A garota começa a estudar num colégio bem tradicional, onde seu pai estudou, e sua irmã saiu de lá pouco antes de Frankie entrar. Ela não é muito popular, tem poucos amigos, mas acaba sendo “notada” por Matthew, o rapaz mais bonito do lugar.

Pouco tempo depois disso, Frankie e Matthew começam a namorar, e ela descobre que ele participa de uma sociedade secreta, a mesma que seu pai participou quando estudava no colégio. Só que ela sabe que essa sociedade é exclusiva para garotos e não acha isso justo, sendo assim, sente que precisa mudar isso.

A tal sociedade se chama A Leal Ordem dos Bassês e não faz grandes coisas, só causam algum tipo de desordem no colégio de vez em quando. Mas ainda assim, Frankie quer participar e mostrar que garotas também merecem um lugar no grupo.

Neste livro, encontramos a história de como Frankie fez pra mudar isso. O livro apresenta o tema feminismo de uma forma bem divertida, a garota tem uma mente brilhante e, com ajuda de um diário há muito tempo perdido, ousou muito nas travessuras. Seus planos eram bem mais interessantes que qualquer um outro já bolado pela Leal Ordem.

Frankie é uma garota que não quer passar pela vida sem ser vista, quer mostrar que não é só mais um rostinho bonito em meio a tantos outros. Mesmo com pouca idade, ela se mostra bem consciente sobre os fatos, sobre como é a sociedade. Ela quer que todos vejam o que ela pode ser, o que pode fazer. Não aceita ser diminuída pelo seu gênero e quer provar que pode ser tão boa quanto qualquer outra pessoa. No colégio, todos os presidentes foram homens. Frankie se incomoda muito com isso, ela sente que a mulher tem um papel muito inferior na sociedade e não quer que isso permaneça assim.

Então eu fui um monstro, ela pensou. Mas pelo menos não fui a irmãzinha de alguém, a namorada de alguém, uma aluna qualquer do segundo ano, uma garota qualquer – alguém cuja as opiniões não importavam.

Com relação aos personagens secundários, não tenho muito o que dizer. Matthew é muito chato, sem graça e, ainda por cima, se acha superior a todos ao redor. Ele parece ser totalmente manipulado por Alfa, o líder da Leal Ordem dos Bassês, que é outro personagem insuportável! Alguns outros amigos desse grupo também são bobos, aquele tipo de gente bem sem noção mesmo. Os únicos que gostaria de saber um pouco mais, é sobre Trish, a melhor amiga de Frankie, e Artie, seu namorado. Os dois parecem ter uma relação bem bacana, mas ficou bem escondida no meio da história, por não ser o foco do livro, claro.

Matthew tinha dito que ela era inofensiva. Inofensiva. E estar com ele fazia Frankie se sentir como se estivesse esmagada dentro de uma caixa – uma caixa onde ela deveria ser encantadora e sensível (mas não sensível demais); uma caixa para as garotas jovens e bonitas que não eram tão brilhantes ou poderosas quanto seus namorados. Uma caixa para pessoas cuja força não merecia ser levada em conta. Frankie queria ser uma força.

O livro é narrado em tom de confissão, relatando tudo o que Frankie havia aprontado na escola. O enredo é bem adolescente e possui um toque de humor, mas a autora conseguiu passar sua mensagem de uma forma muito clara. A escrita é simples e fluida, os capítulos são curtinhos, o que parece tornar a leitura bem rápida. Achei a capa muito bonita e chamativa. Em cada começo de capítulo, havia um Bassê, o que deixou o livro super fofo! Mesmo sendo uma leitura infanto-juvenil, recomendo a todos que desejam conhecer um pouco sobre feminismo de uma forma leve e divertida.

site: http://www.gettub.com.br/2017/07/o-historico-infame-de-frankie-landau.html
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GETTUB 05/08/2017

Frankie Landau-Banks é uma garota que acabou de completar seus 15 anos e, como toda garota dessa idade, muda completamente. Seu corpo sofre várias modificações, ela fica bem mais bonita e as curvas aparecem. Junto com isso, Frankie também muda suas atitudes, ela não aceita ser tratada de uma forma diferente por ser garota e decide provar para si, e para todos os outros, que é capaz de fazer o que quiser.

Em casa, ela é conhecida como a princesinha da família, onde todos a veem como uma criatura sensível e incapaz de fazer qualquer coisa que fosse fora do padrão. Mas este ano, Frankie decide mudar a opinião de todos eles.

A garota começa a estudar num colégio bem tradicional, onde seu pai estudou, e sua irmã saiu de lá pouco antes de Frankie entrar. Ela não é muito popular, tem poucos amigos, mas acaba sendo “notada” por Matthew, o rapaz mais bonito do lugar.

Pouco tempo depois disso, Frankie e Matthew começam a namorar, e ela descobre que ele participa de uma sociedade secreta, a mesma que seu pai participou quando estudava no colégio. Só que ela sabe que essa sociedade é exclusiva para garotos e não acha isso justo, sendo assim, sente que precisa mudar isso.

A tal sociedade se chama A Leal Ordem dos Bassês e não faz grandes coisas, só causam algum tipo de desordem no colégio de vez em quando. Mas ainda assim, Frankie quer participar e mostrar que garotas também merecem um lugar no grupo.

Neste livro, encontramos a história de como Frankie fez pra mudar isso. O livro apresenta o tema feminismo de uma forma bem divertida, a garota tem uma mente brilhante e, com ajuda de um diário há muito tempo perdido, ousou muito nas travessuras. Seus planos eram bem mais interessantes que qualquer um outro já bolado pela Leal Ordem.

Frankie é uma garota que não quer passar pela vida sem ser vista, quer mostrar que não é só mais um rostinho bonito em meio a tantos outros. Mesmo com pouca idade, ela se mostra bem consciente sobre os fatos, sobre como é a sociedade. Ela quer que todos vejam o que ela pode ser, o que pode fazer. Não aceita ser diminuída pelo seu gênero e quer provar que pode ser tão boa quanto qualquer outra pessoa. No colégio, todos os presidentes foram homens. Frankie se incomoda muito com isso, ela sente que a mulher tem um papel muito inferior na sociedade e não quer que isso permaneça assim.

Com relação aos personagens secundários, não tenho muito o que dizer. Matthew é muito chato, sem graça e, ainda por cima, se acha superior a todos ao redor. Ele parece ser totalmente manipulado por Alfa, o líder da Leal Ordem dos Bassês, que é outro personagem insuportável! Alguns outros amigos desse grupo também são bobos, aquele tipo de gente bem sem noção mesmo. Os únicos que gostaria de saber um pouco mais, é sobre Trish, a melhor amiga de Frankie, e Artie, seu namorado. Os dois parecem ter uma relação bem bacana, mas ficou bem escondida no meio da história, por não ser o foco do livro, claro.

O livro é narrado em tom de confissão, relatando tudo o que Frankie havia aprontado na escola. O enredo é bem adolescente e possui um toque de humor, mas a autora conseguiu passar sua mensagem de uma forma muito clara. A escrita é simples e fluida, os capítulos são curtinhos, o que parece tornar a leitura bem rápida. Achei a capa muito bonita e chamativa. Em cada começo de capítulo, havia um Bassê, o que deixou o livro super fofo! Mesmo sendo uma leitura infanto-juvenil, recomendo a todos que desejam conhecer um pouco sobre feminismo de uma forma leve e divertida.

RESENHA ESCRITA PELA THUANNE PARA O GETTUB!

site: http://www.gettub.com.br/2017/07/o-historico-infame-de-frankie-landau.html
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GETTUB 05/08/2017

Frankie Landau-Banks é uma garota que acabou de completar seus 15 anos e, como toda garota dessa idade, muda completamente. Seu corpo sofre várias modificações, ela fica bem mais bonita e as curvas aparecem. Junto com isso, Frankie também muda suas atitudes, ela não aceita ser tratada de uma forma diferente por ser garota e decide provar para si, e para todos os outros, que é capaz de fazer o que quiser.

Em casa, ela é conhecida como a princesinha da família, onde todos a veem como uma criatura sensível e incapaz de fazer qualquer coisa que fosse fora do padrão. Mas este ano, Frankie decide mudar a opinião de todos eles.

A garota começa a estudar num colégio bem tradicional, onde seu pai estudou, e sua irmã saiu de lá pouco antes de Frankie entrar. Ela não é muito popular, tem poucos amigos, mas acaba sendo “notada” por Matthew, o rapaz mais bonito do lugar.

Pouco tempo depois disso, Frankie e Matthew começam a namorar, e ela descobre que ele participa de uma sociedade secreta, a mesma que seu pai participou quando estudava no colégio. Só que ela sabe que essa sociedade é exclusiva para garotos e não acha isso justo, sendo assim, sente que precisa mudar isso.

A tal sociedade se chama A Leal Ordem dos Bassês e não faz grandes coisas, só causam algum tipo de desordem no colégio de vez em quando. Mas ainda assim, Frankie quer participar e mostrar que garotas também merecem um lugar no grupo.

Neste livro, encontramos a história de como Frankie fez pra mudar isso. O livro apresenta o tema feminismo de uma forma bem divertida, a garota tem uma mente brilhante e, com ajuda de um diário há muito tempo perdido, ousou muito nas travessuras. Seus planos eram bem mais interessantes que qualquer um outro já bolado pela Leal Ordem.

Frankie é uma garota que não quer passar pela vida sem ser vista, quer mostrar que não é só mais um rostinho bonito em meio a tantos outros. Mesmo com pouca idade, ela se mostra bem consciente sobre os fatos, sobre como é a sociedade. Ela quer que todos vejam o que ela pode ser, o que pode fazer. Não aceita ser diminuída pelo seu gênero e quer provar que pode ser tão boa quanto qualquer outra pessoa. No colégio, todos os presidentes foram homens. Frankie se incomoda muito com isso, ela sente que a mulher tem um papel muito inferior na sociedade e não quer que isso permaneça assim.

Com relação aos personagens secundários, não tenho muito o que dizer. Matthew é muito chato, sem graça e, ainda por cima, se acha superior a todos ao redor. Ele parece ser totalmente manipulado por Alfa, o líder da Leal Ordem dos Bassês, que é outro personagem insuportável! Alguns outros amigos desse grupo também são bobos, aquele tipo de gente bem sem noção mesmo. Os únicos que gostaria de saber um pouco mais, é sobre Trish, a melhor amiga de Frankie, e Artie, seu namorado. Os dois parecem ter uma relação bem bacana, mas ficou bem escondida no meio da história, por não ser o foco do livro, claro.

O livro é narrado em tom de confissão, relatando tudo o que Frankie havia aprontado na escola. O enredo é bem adolescente e possui um toque de humor, mas a autora conseguiu passar sua mensagem de uma forma muito clara. A escrita é simples e fluida, os capítulos são curtinhos, o que parece tornar a leitura bem rápida. Achei a capa muito bonita e chamativa. Em cada começo de capítulo, havia um Bassê, o que deixou o livro super fofo! Mesmo sendo uma leitura infanto-juvenil, recomendo a todos que desejam conhecer um pouco sobre feminismo de uma forma leve e divertida.

RESENHA ESCRITA PELA THUANNE PARA O GETTUB!

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Ju 01/08/2017

Isso nao é uma resenha.
Entao. Frankie poderia ter sido uma personagem incrível, mas o autor não soube usar isso ao seu favor. Ela é brilhante, inteligente e forte, o que faz com que parte do final tão banal quase anule isso. Ela tem um feminismo solto, como se ela e o movimento fosse partes iguais de um átomo que se repelem, nunca sendo um só, mesmo as vezes isso acontecendo. O autor fez com que quase tudo o que acontece no decorrer do livro tenha sido em vão, sugerindo uma personagem egoísta e ambiciosa a ponto de ser possessiva. O final te deixa indeciso sobre sua relação com a personagem e a historia dela, o que pode ser bom, ou talvez não. Enfim, é uma personagem com um potencial que nao foi muito bem explorado, e uma história que poderia ser mais aprofundada. É isso.
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 30/07/2017

Segredos são mais poderosos quando as pessoas sabem que você os tem.
Frankie Landau-Banks, 14 anos. "Princesinha" da família, leitora voraz, participante do clube de debates. Uma garota comum frequentando uma escola de alto padrão, a elitizada Alabaster.

Frankie Landau-Banks, 15 anos. Um corpo cheio de curvas de tirar o fôlego, dona de uma língua afiada e uma mente habilidosa.

Quando volta para às aulas para o segundo ano, a até então nem um pouco estimada Frances Landau-Banks evolui drasticamente no "termômetro de popularidade". Ela começa a namorar Matthew Livigston, o cara mais popular do colégio.

Até aqui, pode parecer o clichê de sempre, né? A garota nerd boba que evolui e começa a namorar o cara mais popular do colégio e o transforma de mulherengo à bom menino. Mas não. DEFINITIVAMENTE NÃO.

A nova Frankie veio acompanhada de outras mudanças além do corpo: ela não aceita um não como resposta. Principalmente quando esse não vem de um motivo segregacional e ridiculamente opressor.

"O que estou dizendo é que se você começa a afirmar que mulheres são solidárias e envolvidas com a comunidade, você começa a subestimar pessoas que poderiam facilmente, sei lá, dominar o mundo." (p.162)

Frankie descobre que Matthew faz parte de uma sociedade secreta chamada Leal Ordem dos Bassês, onde só homens são permitidos, e a tradição vem sendo mantidas há várias gerações.

"E estar com ele fazia Frankie se sentir como se estivesse esmagada dentro de uma caixa -uma caixa onde ela deveria ser encantadora e sensível (mas não sensível demais); uma caixa para as garotas jovens e bonitas que não eram tão brilhantes ou poderosas quanto seus namorados. Uma caixa para pessoas cuja força não merecia ser levada em conta. Frankie queria ser uma força." (p.212)

Usando toda a sua inteligência com sua mente assustadoramente genial, Frankie Landau-Banks provará que o gênero não define limitações de ninguém. Ela criará artimanhas e descobrirá segredos que há anos não são desvendados, e tornara a tão grande Alabaster, palco de pegadinhas inimagináveis que sempre vem acompanhadas de um significado oculto.

Com um foco em mente, os planos montados e calculista, ela conseguira manipular a Leal Ordem e trazer questões envolvendo gênero e poder, indivíduos e instituições.

Claro que como uma garota de apenas 15 anos, haverão alguns típicos pensamentos envolvendo dúvidas e inseguranças, mas isso não diminui a tamanha genialidade e capacidade de influência que Frankie carrega.


Frankie Landau-Banks não é apenas mais uma garotinha que cresceu e encorpou, ganhando espaço no grupinho popular.
Frankie Landau-Banks é a prova real de que rótulos não são maiores nem importantes do que se empoderar do que se é capaz.
Frankie Landau-Banks pode ter exagerado e quebrado regras demais.
Frankie Landau-Banks pode ser confundida com "psicopata" por manter seu foco e ir ATÉ O FIM.

"Pelo lado positivo, Frankie tem uma vida mais fácil do que muitas pessoas com o mesmos desejos, pensamentos e ambições. Ela é bonita e terá uma boa educação. Sua família possui uma boa quantidade de dinheiro, embora não tanto quanto outras. Muitas portas se abrirão facilmente para ela, e pode ser que ela abra aquelas que quiser sem muita dor ou esforço. E assim, outra possibilidade -a possibilidade na qual acredito- é a de que Frankie Landau-Banks abrirá ela mesma as portas que quer atravessar. E crescerá para mudar o mundo." (p.330)

Mas, Frankie Landau-Banks deixou sua marca e sempre será lembrada, não somente na Alabaster, mas por todos.
Porque, Frankie Landau-Banks não representa só uma coisa.

Frankie Landau-Banks é corpo, mente, e poder.
Frankie Landau-Banks é voz.
Frankie Landau-Banks é o GRITO.

"É melhor ficar sozinha, ela pensa, do que ficar com alguém que não te enxerga como você é. É melhor liderar do que seguir. É melhor falar do que ficar em silêncio. É melhor abrir portas do que fechá-las na cara das pessoas. Ela não será simples e doce. Ela não será o que as pessoas dizem que ela deve ser. Aquela princesinha está morta." (p.335)
Érica 31/07/2017minha estante
Nossa que bomba! Gostei hein, parece ser muito legal!


Kennia Santos | @LendoDePijamas 31/07/2017minha estante
É SENSACIONAL!!


Érica 31/07/2017minha estante
Já tô adicionando na lista!!!




carinavd 24/04/2017

Se eu tivesse que definir esse livro em uma palavra, seria INTELIGENTE.
O livro é muito inteligente. A autora explica o conceito de pan-óptico (que foi uma aula complicada na FACULDADE DE COMUNICAÇÃO - e os personagens estão no ensino médio).
Ao mesmo tempo ela faz piadas com peidos e arrotos, coisa de crianças de 5 anos, fala sério.
Mas a Frankie é uma pessoa muito inteligente.
E ela questiona coisas como: Se ele fez então é genial, mas se fui eu (uma menina) então é psicótico?
Como uma punição varia para quem está sendo punido: Se é o menino que tem bolsa na escola, sem grana: punição total, expulsão, vamos fazer dele um exemplo.
Se é o menino cujo pai dá dinheiro extra para a escola construir (escreva aqui qualquer prédio), então uma advertência basta.
Se é uma menina bonitinha cujo pai é ex-aluno, então a punição é algo no meio termo.

Tudo bem que o livro todo se passa em um ambiente dos privilegiados. É uma escola interna dos melhores dos melhores, que custa uma fortuna e garante a vida profissional da criança (debatível, mas não vamos entrar nesse mérito agora). E talvez por estar nesse ambiente tão privilegiado, que os protestos da Frankie fazem, e ao mesmo tempo não fazem, sentido.
Ela quer pertencer, mas ela quer mais que isso. Ela quer liderar e não ser a princesinha. Ela é maravilhosa e eu voto na Frankie para presidenta. =)
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Kate 10/03/2017

Me surpreendi!!
No início achava que seria apenas mais uma história estilo intriga entre alunas populares no colegial.
No entanto é incrível o desenrolar do livro, eu adorei e sem dúvidas lerei novamente.
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spoiler visualizar
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Nanda 27/10/2016

Meu primeiro contato com a escrita da autora foi em Mentirosos, e eu gostei bastante do que foi apresentado. O Matheus, do Vida de Leitor, me presenteou com esse e, mais uma vez, pude comprovar a genialidade da escrita de Lockhart.

Narrado em terceira pessoa, o livro tem muitos elementos característicos dos YA's. Junte um colégio interno + uma sociedade secreta e nós teríamos o famoso clichezão. Porém, a forma como a narrativa foi conduzida mudou tudo. Principalmente por conta da protagonista. Frankie não é nada parecida com as personagens dos livros que li do gênero. Ela tem uma personalidade única e, mesmo com alguns deslizes no seu pensamento, ela é incrível.

Eu demorei um pouco para me acostumar com o clima da narrativa, pois as coisas acontecem lentamente. Mas depois que peguei o jeito, pude perceber que essa "lentidão" se dá justamente por conta dos detalhes, que são muito importantes.

A história gira, basicamente, em torno da Leal Ordem dos Bassês, o que aliás me deu vontade de rir, porque não conseguia levar a sério uma sociedade secreta com esse nome. Mas enfim, o pai de Frankie (que é um porre, btw) pertenceu à essa sociedade e vivia tagarelando sobre ela. E como todo mundo tem curiosidade, a menina foi lá e descobriu várias coisas sobre a tal Ordem.

O início do livro já mostra uma carta de Frankie confessando todos os "crimes" cometidos pela sociedade, então não é spoiler falar sobre ela, ok? O interessante é como a personagem conduz todas as movimentações dos bassês, sem deixar nenhum vestígio aparente.

Em meio a tantas personagens vazias, Frankie se mostra mais do que a embalagem. Ela não se contenta em ser apenas a namorada bonita do cara popular. Ela toma à frente e impõe suas ideias, mesmo que eles não saibam que foi ela. E isso foi um dos melhores pontos do livro.

Poderia falar mais e mais sobre como amo Frankie Landau-Banks, mas isso tiraria a graça do livro. Então vocês façam o favor de ler já!

site: http://www.entrelinhascasuais.com/2016/08/resenha-o-historico-infame-de-frankie.html
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Thamires 08/09/2016

Não posso dizer que amei, porém curti bastante a leitura. Senti mais como uma montanha-russa, no começo O.k. que passou para legal depois meio chatinho, que logo virou para interessante e quando estava na crista na onda terminou.
Gostei bastante do final, primeiro por fugir do padrão de mocinha dependente e segunda por ser bem fiel à personalidade construída da personagem.
Em alguns momentos (poucos) me peguei pensando "por que Frankie ? let it go..." mas você lembra a idade dela o que de certa forma explica a intensidade das ações.
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