Réquiem

Réquiem Lauren Oliver




Resenhas - Réquiem


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Dani Fuller 05/05/2014

Quero saber onde foi parar a pessoa que escreveu Pandemônio
Os autores não estão sabendo encerrar suas trilogias.

Haviam me alertado que não era tão bom, mas eu achei que pudesse ser algo com a história sei lá.... quando seu personagem favorito morre ou escolhe no final uma outra pessoa. Algo mais específico.. e não um livro todo quase sem sentido..

Contando tudo devagar, mudando a forma de narrar, mostrando alguém para um futuro incerto e com arrependimentos, e de alguma forma no final podendo voltar atrás nisso... e mesmo isso não sendo específico. Nada por fim pudemos ter certeza.

Sei que a vida é incerta, mas o livro? Foram escritos 3 deles, não dava tempo de me deixar alguma certeza? Mesmo que fosse algo ruim ou um final feliz algo para eu me agarrar e não sentir que foi tudo em vão. Um final apenas com um texto bonitinho, tentando plantar uma semente para derrubarmos nossos muros não é suficiente... pois até mesmo o texto não me deixou claro que foi quem falou.. a personagem, a autora?? A parte que quase me emocionou até mesmo perdeu o sentido já que não aconteceu grandes coisas depois pelo que pude imaginar.

Quero saber onde foi parar a pessoa que escreveu Pandemônio. Tragam ela de volta para reescrever isso, obrigada

site: http://danifuller.com
Carol 17/05/2014minha estante
Eu acho que das ultimas trilogias aí, essa ainda não me deixou tão furiosa. Mas, que faltou no mínimo um epílogo, isso faltou!

Ou então é estratégia pra lançar um 4º livro no futuro!


Dani Fuller 17/05/2014minha estante
Nossa será mesmo que terá um livro no futuro????? Seria tudo de bom né... daria aquele último suspiro e poderia salvar em si todo o resto ehehe


Maria Fernanda 03/06/2014minha estante
"Os autores não estão sabendo encerrar suas trilogias." Não li sua resenha pois ainda estou finalizando Delírio, mas essa frase chamou minha atenção. Concordo com você, parece que os autores se perdem do meio para o fim do processo. A trilogia Destino, da Ally Condie, é o melhor exemplo disso.


Carol Bespalec 04/06/2014minha estante
Concordo plenamente com você.
Terminei Réquiem ontem, e a única coisa que eu pensei foi: "tá, cadê o sentido e o final disso?"...


Agnes 19/06/2014minha estante
Eu achei um final perfeito para a série, e adorei esse último livro, principalmente o reencontro da Hana e da Lena. Mostra que nem tudo é perfeito. O final com a Hana foi demais também, mas principalmente o último capítulo da Lena. Contou o que tinha que contar o resto é que nem o amor: você nunca sabe como ele vai ser no dia seguinte


jupepper 19/06/2014minha estante
Não poderia me expressar melhor. Concordo completamente com você.


Cris 24/06/2014minha estante
Ah Dani, que decepção!!! Gostei tanto de Pandêmonio e vc já é a terceira opinião de amigos do Skoob falando isso :(
Por que fazem isso as séries, tanta expectativa e vem isso?!


Rayanne 25/06/2014minha estante
Não acho que foi o melhor livro da trilogia, mas também não é tão ruim assim. Acho que faltou um epílogo, gostei bastante do livro, principalmente as partes da Hanna. Foi um pouco cansativo aquele blá blá blá do Alex, tirando isso achei o final ótimo porque parece mais com a realidade do que muitos outros finais.


Jessicabry 11/07/2014minha estante
Cpmo a colega a baixo mencionou ''A trilogia Destino, da Ally Condie, é o melhor exemplo disso.''
Sem palavras...


Cris 29/07/2014minha estante
Tem razão Dani, a minha frustração foi igual a sua, dei 2 estrelas tb, começou tão promissora e fez aquele final, me poupe. Como disse a Jessicabry, fez como em Destino, aliás achei pior!


Kamyla.Freitas 07/09/2014minha estante
ficou faltando um pedaço parece, apesar de ter gostado, realmente ficou vago :c


Ana Paula 13/09/2014minha estante
Acabei de terminar e estou arrancando meus cabelos!! Mas até que concordo a Rayanne. ~~~~ SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER~~~~
Apesar de AAAAAAAAH QUE ÓDIO, Lauren Oliver, mande então o Julian pra minha casa, pq como q ele fica?? E Graúna?? PORRA, OLIVER! Houveram muitos pontos positivos nesse livro, o modo como ela lidou com a crueldade da natureza humana e diversos outros pontos, mas essa ponta solta no final. Credo!! Faltou mesmo um epílogo. Quando eu tava começando a achar o final bom e ficar feliz, me emocionar e pá, vi que já estava na penúltima página!
Agora para conseguir dormir vou me forçar a imaginar um final ~~SPOILER AGAIN SPOILER AGAIN SPOILER AGAIN~~ onde como a Lena fica com o Alex, a Hana encontra ela, fazem as pazes com um certo buraco que ficou, encontra Julian magoado, triste, sozinho QUE DÓ GENTE, QUE DÓOOOO, LENA MÁ, OLIVER MÁ!! e eles descobrem o amor de verdade juntos


Julinhaew 06/10/2014minha estante
Tiroooooou as palavras da minha mente! Gente, cade a pessoa que escreveu Pandemônio???? Que ooooodiooooo desse final, acaba com a história que me surpreendeu tanto, saindo do lugar comum. Ridículo ridículo, terminei o livro aqui é sai xingando. Alguém me arruma o email dessa mulher louca para mandar ela escrever outro livro resolvendo a vida, ou rescrever esse, só que direito.... Nossa, to inconformada com a discrepância da evolução entre os livros.... Muito triste, eu estava falando tão bem dos livros pra todo mundo... Até acabar...


Bianca 27/11/2014minha estante
Eu já adorei,saiu um pouco da Monotonia.


l i n a 01/01/2015minha estante
Nossa, comprei os dois primeiros mais ainda não lí, queria comprar os 3 antes de começar... Mas a maioria das pessoas que leram falaram que os melhoreszinhos são os dois primeiros... Você recomenda que eu compre o terceiro?


fernanda.hahne 21/02/2015minha estante
Nossa, comprei Delírio hoje porque gostei da sinopse e principalmente da capa. Nem sabia que era uma trilogia. Mas, vendo os comentários agora, não sei se não vou me arrepender. Detesto quando a história não tem uma boa conclusão e já me decepcionei com algumas distopias: Divergente, Legend e Reiniciados.


Daniel 14/12/2020minha estante
Decepcionado com esse final, pandemonium foi incrível, a expectativa estava alta demais, final podre.


Clarispectiana 14/12/2020minha estante
Ai gente eu amei, li todos. Para mim as historias não prescisam ter um filme estabelecido, a gente pode criar.
Gostei demais da narrativa rsrsrs
É incrível né como a gente vê coisas diversas na narrativa, enfim foi só o meu ponto de vista :)


Daniel 14/12/2020minha estante
Verdade, legal como cada um vê a história de uma forma diferente, eu amo os dois primeiros livros, apesar de tudo, foi bom acompanhar essa história. ???




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Keith 16/07/2014minha estante
-Spoiler-
Sua resenha me define. Me decepcionei tanto... poxa é o último livro da série! Ela não podia deixar desse jeito: " o resto fica por conta da sua imaginação"
Eu preciso saber o que vai acontecer com Julian mesmo sendo team Alex. Preciso saber sobre Hana,preciso saber do futuro ! Ela simplesmente terminou o livro com eles derrubando os muros. Isso não significa muita coisa!! Portland não é o único lugar em que o amor é proibido! E Nova Iorque e outros locais?? Mesmo ela mencionando que iria acontecer uma resistência em Nova Iorque e talz, isso não responde! Eu to sem palavras pra definir minha decepção... E a morte de Graúna?? Que morte escrota! Ela não podia morrer !
Completamente desolada.


Carol 30/07/2014minha estante
Concordo SUPER com a sua resenha
Apaixonada pela trilogia como um todo; de ressaca literária por causa do último livro


Ju Musin 20/06/2015minha estante
Tenho exatamente o mesmo sentimento que você sobre a trilogia, sobre Lauren. Apesar do carinho enorme que tenho por essa coleção, estou tao chateada com o final, li três livros pra terminar assim... querendo um quarto livro de tão insatisfeita;




Aninha 01/06/2014

Cansou de escrever?
Se eu fosse enfartar, provavelmente seria pela demora do lançamento de Réquiem pela Editora Intrínseca. Já fazia muito tempo que o último livro da série tinha saído nos EUA e mesmo assim a editora nos fez esperar 1 ano inteiro para lê-lo traduzido. Finalmente quando saí fui correndo comprar para começar a ler.

Depois do final bombástico de Pandemônio, quando Lena encontra Alex novamente, não via a hora de saber como iria se resolver esse triângulo amoroso, formado pela protagonista, Alex e Julian Finemam, filho do ex representante da ASD (America sem deliria). O começo de Réquiem deixa uma tensão no ar, uma curiosidade ao não tocar sobre o assunto do triângulo e nos deixa envolvidos na luta pela sobrevivência do grupo de Inválidos de Lena. Revemos Graúna, Prego, Pique e outros e sua longa fuga para um lugar mais seguro, mas eles descobrem que não há mais lugar seguro, então é hora de lutar.

No segundo capítulo temos uma surpresa ao descobrir que o livro também é narrado por Hana, que já foi curada e está se preparando para o grande casamento com o filho do prefeito Hargrove. Descobrimos também que talvez a cura de Hana não tenha dado completamente certo, já que vive lembrando como era sua vida antes da cura, os dias ensolarados com Lena.

O livro segue com capítulos intercalados entre Lena e Hana, cada uma com a sua luta diária, Lena pela vida e tentando entender porque Alex a ignora e Hana fazendo passeios por áreas proibidas e tentando descobrir o que afinal afastou Cassie, a primeira mulher do seu futuro marido, dele. Há até dúvida se tudo mesmo vale a pena, por parte de Lena, pois ela fugiu para ser livre e poder amar, mas no final das contas vive com um grupo sendo perseguido e sem paz. Não há muita ação durante o livro, nenhuma revelação, nada que faça parecer que a luta entre um lado e o outro seja contra e a favor do amor.

O final simplesmente pareceu que foi esquecido, é como se a autora tivesse acabado o livro no meio e falado: Vou terminar no meio dessa cena, cansei de escrever. Fiquei decepcionada, pois tenho certeza que mais 100 páginas poderiam fazer um ótimo desfecho para o livro. Não curti essa coisa de ficar subentendido nessa estória, afinal os personagens estão no meio de uma guerra, e qualquer coisa pode acontecer. Eles estão lutando e a autora definitivamente quer passar a mensagem de que precisamos lutar pelo que queremos, mas achei tudo muito vago. Não odiei o livro, mas não achei nem um pouco a altura para um bom desfecho de série. Depois de dois livros tão bons, como Delírio e Pandemônio, me pergunto o que aconteceu com Lauren Oliver.


site: http://leitorax.net/resenha-requiem-lauren-oliver/
Julia 04/06/2014minha estante
[spoilers]
Concordo.. Quando eu via que chegava nas ultimas paginas e ainda nao tinha nada "esclarecido" ficava angustiada, e de repente acabou '-' também me decepcionei. Amei delirio, e pandemônio também. Requiem ficou muita coisa no ar, tipo, e o Julian? Ela simplesmente fica ma com ele e nem termina direito com o coitado. E o final da guerra como ficou, eles conseguiram ganhar?
Caberia ate um outro livro :(


Lilly 17/07/2014minha estante
O livro realmente foi incrível e nos fez ver que a luta pela liberdade é mais forte que qualquer ideia politica. Mas sinceramente eu fiquei chocada quando eu terminei o livro, fiquei procurando páginas não existentes e relendo a última frase diversas vezes ainda sem acreditar. Eu imaginava tudo, e nada aconteceu. Por um tempo eu ainda acreditei que poderia existir a possibilidade de ela escrever um livro á parte como um epílogo ou algo do gênero, mas depois de ver a entrevista com ela minhas esperanças literalmente foram arrancadas de mim. Por mais que a vida seja REAL DEMAIS e ela tenha tentado nos fazer imaginar um final não achei certo, já que até mesmo a vida tem um final. Pra minhas amigas que ainda vão ler, eu já disse pra se prepararem porque vão se chocar com o desfecho.




Bia 14/06/2014

Isso aí é um final?
Não tenho nem palavras pra dizer o quão desapontada fiquei com esse livro.

Primeiro que parece livro infantil - você olha o número de páginas e parece que na hora de ler tem bem menos, justamente porque tem momento em que uma narrativa tem dois, três parágrafos e isso inutiliza duas páginas.

Segundo que ela continua com aquele jogo de troca constante de narrador, embora não tão confuso quanto aquele de espaço-tempo. E traz de volta Hana, que ao meu ver era dispensável; havia mil pontos de vista mais favoráveis e interessantes para retratar a visão de que não está na Selva.

Terceiro, aquele final... em alguns momentos usar do final em aberto que permite ao leitor imaginar como será o futuro das personagens é uma boa, mas não tão em aberto assim! Ela praticamente interrompeu a obra no meio de uma ação e disse "se virem aí".

Não foi uma série exemplar, mas esse volume de desfecho... mal formulado, óbvio, chato. Nada da emoção nas perseguições, nada de uma reflexão maior de Lena sobre Alex e Jullian, este último um personagem com uma carga de vida que renderia uma narrativa super promissora e foi totalmente mal aproveitado.

A relação coma mãe dela, como tudo o mais, se resolveu nas pressas e só temos uma ideia bem por cima de que elas conversavam e tentavam uma aproximação, foi ridículo.


Dificilmente darei outra gente a algum trabalho futuro da autora, cometeu erros primários que nem uma amador faz.
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Sophie 13/04/2021

Decepcionante
que bagunça foi essa...?
conclusão péssima, cheia de pontas soltas e mal planejado. parece que a autora esqueceu que estava no último livro enquanto descrevia os pormenores das árvores e inventou um final ?aberto? (leia-se preguiçoso) em 50 páginas.

- lena continua a mesma menina mimada e criança, a única diferença é que ela sabe lutar
- teve um triângulo amoroso desnecessário (e sem conclusão)
- lauren fica falando coisas óbvias para o leitor, como se não soubéssemos interpretar
- esse livro me fez passar a questionar a revolução, em vez de aderir a ela
- 100 páginas pelo menos são de enrolação.

uma bagunça total. 2,5 generosos.
Tentando ser leitora 28/06/2021minha estante
Nossa, concordo em gênero, número e grau. Decepção, leitura maçante. Zero amadurecimento dos personagens, em especial da protagonista. E o pior de tudo, não dá nem um pouco vontade de aderir a revolução: não houve construção de laços reais de amizades ou família entre os Inválidos (vários personagens mal explorados), não há um objetivo claro entre eles (a autora coloca a Lena às cegas o tempo todo e acha isso incrível), e pra ser sincera, nem mesmo faz parecer valer a pena amar (dentro do conceito do livro) já que não tem nenhuma construção profunda ali, que de fato traga felicidade e abrigo, apesar das diversidades. A Lena só pareceu querer companhia mesmo, poder escorar a cabeça no peito de alguém, não importa de quem. A autora escolheu por triângulo amoroso de 1 semana de construção, ao invés de trabalhar com o que já tinha. E ainda conseguiu anular a personalidade mais legal da trama: Alex. O livro é péssimo, muito aquém do plot apresentado inicialmente. Você sintetizou brilhantemente, mas foi bem mais generosa do que eu seria. Nota 1,5, por ter tido a decência de salvar a Grace (ainda que de uma forma bem sem graça).




Nathália 06/06/2020

Decepcionada
Não tem nada que eu odeie mais que livros sem final. Odeio tanto que só leio fanfiction concluída e one shot. A trilogia tinha uma premissa incrível, mas a autora se cansou no meio dele e chutou o balde. Não terminou a história, estragou o par romântico e quando estávamos quase lá, brochou. É isso, não tem termo melhor. No ápice da guerra, decidiu que iria finalizar a trilogia e os leitores que se virem. Fiquei bem triste com o final, ou melhor, a falta dele, mas vida que segue. Não me arrependi de ler os dois primeiros, mas esse terceiro... Puts, que perda de tempo.
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Ju 15/06/2014minha estante
Ótima resenha!
Eu amei o livro e final, que não tem fim, foi o que mais gostei. É uma guerra e não existe finais felizes em guerras. Existem sobreviventes. Lena tem um mundo pela frente e muito o que ajeitar nesse mundo e seria impossível colocar isso em livro.
Deixar um final aberto, foi a melhor coisa que Oliver fez.

Bjos




Larissa Endil 25/09/2020

Merecia um final melhor!
Eu detesto finais inconclusivos, abertos, detesto mesmo, mas às vezes até entendo o objetivo do autor em finalizar um livro assim. Nesse caso, não teve o menor sentido, parece que faltam páginas no livro. O livro todo só mostra os Inválidos indo de um lugar para outro, aí quando chega nos últimos capítulos, acontece absolutamente tudo. Acho que a autora deveria ter dedicado mais capítulos para o final, para fazer algo bem feito. A única coisa boa que fica para mim ao terminar esse livro (e a trilogia) é a mensagem final, "derrubem os muros". A mensagem que a trilogia passa é realmente muito reflexiva, muito interessante, pois, por pior que seja a dor que sentimos por simplesmente sentir algo, não diminuiu a alegria que é poder amar, odiar, ficar feliz, ficar triste, ficar animado etc. Ter sentimentos e ser livre para senti-los sempre valerá a pena. Porém, eu realmente esperava muito mais desse livro, da conclusão da trilogia, uma pena ter terminado assim, tirou todo o brilho do universo, da narrativa, para mim!
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Cota 15/09/2021

Eu não acredito que termina dessa forma!! EU ME RECUSO!!! Precisa ter mais um livro! Aí tá, eu entendi que é pra mostrar que a gente não precisa saber, mas eu quero saber!!!
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Nica 28/03/2020

Decepção
Ridículo.
Pelo visto, a autora cansou da história mas precisava de um final, então escreveu tudo em duas semanas e perdeu as últimas páginas.
Apressado, sem propósito, sem conclusão.
Fora que, (SPOILER), os livros anteriores nos preparam para uma grande guerra, cheia de rebeldes e opositores. Acontece que os rebeldes são fracos, poucos, desorganizados, não parecem ter muita motivação e, o pior, a guerra não é explicada. Quando ela atinge o seu auge a autora ACABA com o livro. Não tem final, simples assim.
Além do porre da indecisão de par romântico. A protagonista não faz nada com ninguém e trata os dois mal. Tenho para mim que ela quer ser solteira.
Para então, no final, a autora não dizer quem ela escolhe.
Acho que quem escreveu Pandemônio morreu.
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MiCandeloro 24/05/2014

Intenso e controverso!
ATENÇÃO, ESTA RESENHA PODE CONTER SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES DE DELÍRIO. SE VOCÊS AINDA NÃO LERAM OS PRIMEIROS LIVROS, TOMEM CUIDADO!

Depois de salvar Julian da morte iminente, de reencontrar Alex e sua mãe, Lena volta a Selva com o seu grupo de inválidos sobreviventes.

"Fira ou seja ferido."

Eles precisam mudar de estratégia, já que o líder da ASD está morto e diversos Incidentes ocorreram em cidades aleatórias dos Estados Unidos. Depois de passarem muita fome, frio, sede, viverem escondidos feitos animais acuados e indignos de serem felizes, os inválidos se aliam a Resistência e programam uma rebelião com proporções nunca antes vistas. Os inválidos clamam pela liberdade. Querem ter o direito de retomar as suas vidas, de viver sem regras, de amar sem medo.

"Quem sabe? Talvez eles tenham razão. Talvez nossos sentimentos nos enlouqueçam. Talvez o amor seja mesmo uma doença e ficaríamos melhores sem ele."

Porém, o grupo de Lena nunca esteve tão fraco. Muitas pessoas morreram e uma traidora foi descoberta entre eles abalando ainda mais as suas convicções, mas não os impedindo de lutar. O que Lena não podia imaginar é que o próximo alvo da Resistência seria Portland, sua cidade natal. Lena custa a assimilar a ideia, já que a região foi palco de tantas tragédias, assombrando-a desde então.

Mas Lena precisava acertar as contas com o passado para seguir em frente e, invadir Portland, representaria a sua libertação.

"(...) Amor deliria nervosa não é uma doença de amor. É uma doença de egoísmo. (...)."

Nesse interim, Hana prepare-se para casar com Fred, o filho do falecido prefeito da cidade. Sua mãe não podia estar mais orgulhosa da filha, afinal, estava dando tudo certo como planejado. Hana havia sido curada e deixado para trás Lena juntamente com todos os seus sentimentos mais obscuros.

Entretanto, a cura não funciona igual para todos e Hana percebe que algo está errado com ela, principalmente depois de rever Jenny, uma das primas de Lena, completamente imunda, faminta e maltrapilha. Finalmente em Réquiem todos os fãs irão descobrir o segredo de Hana que me fez odiá-la desde que li seu conto que ainda não foi publicado no Brasil. Um segredo que fará Hana pagar pelos seus pecados pelo resto da vida.

Mas a vida às vezes se compadece da gente e dará a Hana uma chance de se redimir. Restará a ela decidir o que fazer e de qual lado escolherá lutar.

Querem saber o que vai acontecer? Então leiam!

***

Faz séculos que aguardo o tão esperado lançamento de Réquiem, terceiro volume da trilogia Delírio, de Lauren Oliver. Sou tão fã desta história que, para mim, este era um dos livros mais aguardados do ano, principalmente por causa do desfecho tão enlouquecedor de Pandemônio. Quem já leu sabe do que estou falando.

Infelizmente as coisas não aconteceram da forma como eu queria, nem o final foi como eu esperava, mas não posso culpar a autora por isso. Ela escreveu o livro do jeito que quis e nem sempre as coisas são como nós, fãs, gostaríamos, ainda mais no término de uma trilogia. Mas isso não significa que o livro não seja bom. Pelo contrário, Réquiem é tremendamente bem escrito, narrado em primeira pessoa por Lena e Hana, em capítulos intercalados e é desenvolvido no presente, algo que costumo estranhar um pouco, mas que não me atrapalhou.

Réquiem é um livro muito intenso e muito sofrido, que me deixou com as emoções a flor da pele, em todos os sentidos. Sinceramente, xinguei o tempo todo os personagens. A Lena está mais irritante do que nunca, Hana é odiosa, Alex podia ter permanecido "morto", Bel é incompreensível e Fred é o novo vilão da história. O único que se salva é Julian, que nesse meio tempo cresceu, se tornou um homem doce e gentil, porém forte, destemido e abnegado. Mas, infelizmente, ninguém o valoriza, algo que me deixou completamente furiosa.

"Nem imagino o que ele deve pensar deste lugar, o que deve pensar de nós. Essa é a visão do mundo contra a qual sempre o alertaram: um mundo da doença é um mundo de caos e sujeira, egoísmo e desordem."

Se vocês estão esperando por definições, esqueçam. Nenhuma das minhas dúvidas e expectativas que remontam a Delírio e Pandemônio foram respondidas ou sanadas. Não sabemos quem fica com quem nem o destino de nenhum dos personagens, porque sim, Lauren terminou a trilogia com um final em aberto! Como isso foi acontecer? Eu não poderia ter ficado mais chocada.

Na verdade, Lauren se utilizou dos personagens que mais amamos para contar uma história de revolução política e social. Ficou completamente claro em Réquiem que o foco não era o drama pessoal de cada um, mas sim o futuro da humanidade. Lauren nos provoca uma série de questionamentos a respeito do nosso modelo atual de governo, da pseudo liberdade, das regras e privações, direitos e deveres, certo e errado, nos mostrando os dois lados da moeda e nos forçando a escolher.

No final das contas, a impressão que tive é que não importa de que lado nós estamos, apenas de que devemos lutar com unhas e dentes pela nossa felicidade e pelo o que achamos ser certo. E, somente por isso, acabei favoritando o livro e dando cinco corações, porque a sua mensagem político-social é tão forte que foi impossível me manter impassível a esta história que Lauren quis nos contar.

Lauren conclui a história nos dando um recado arrepiante que me provocou um soco no estômago. Nunca li uma mensagem tão direta em um livro, um acorda, um sacode tão enérgico como este dado por Lauren. Em Silo e The 100: Os Escolhidos, os recados lá contidos são muito mais sutis e subliminares, em que apenas os leitores mais atentos conseguirão compreender. Já em Réquiem não. E fico tão feliz de ainda poder me deparar com textos inteligentes e de conteúdo que possam realmente mudar as nossas vidas e nos fazer enxergar as coisas sob outro prisma.

Enquanto lia Réquiem ia me lembrando da época da ditadura militar, da queda do muro de Berlim e de todos esses eventos em que a humanidade cansou de se esconder feito ratos e de consentir com os abusos governamentais e lutou. Lutou sem saber se ia dar certo, lutou sem saber se o futuro seria glorioso, lutou sem ter certeza de nada, apenas tendo fé, derrubando os muros.

"Não posso convencê-los se não quiserem ouvir. Bem-vinda ao mundo livre. Damos às pessoas o poder de escolha. Elas podem até escolher fazer a coisa errada. Lindo, não é?"

E é assim que concluo a minha resenha, dizendo que, independente de Réquiem não ter terminado como muitos gostariam, não deixem de lê-lo. Abram seus olhos para onde ruma a humanidade, não se deixem seduzir por falsas promessas, não se iludam com as pseudo liberdades e se permitam inflamar com o desejo de um mundo melhor para nós e nossos filhos: "Derrubem os muros". As eleições desse ano serão um excelente termômetro para sabermos para qual direção o nosso país irá caminhar. E confesso, isso muito me assusta!

"Os curados querem saber; nós escolhemos ter fé."

Resenha originalmente publicada em: http://www.recantodami.com/2014/05/resenha-requiem.html
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Sandy 16/07/2020

Derrubem os muros!!!!
É, chegamos ao final da trilogia Delírio, uma trilogia que sinceramente, não teve erros!
Réquiem foi mais um acerto da autora, impecável com todos os personagens, com a divisão da história que, nesse livro, foram contadas nas visões de Lena e Hana. Duas perspectivas diferentes dos acontecimentos da vida dos párias e dos curados de forma simultânea.
Me impressionei demais com a forma que esse livro me deixou inquieta, principalmente quando os capítulos eram mais curtos, mas era uma inquietação completamente positiva, chegava o próximo capítulo e o suspiro vinha junto com a pergunta: que diabos vai acontecer agora? Eu preciso saber!!! E o próximo era a mesma coisa.
Eu cheguei até as últimas páginas agonizando, morrendo de vontade de saber mais, de imaginar o final, aflita a cada página que passava, pelo simples fato de não ter nada de previsível, eu simplesmente não conseguia imaginar se no final das contas iriam todos morrer ou não. Uma agonia que só acabou lá pras duas últimas páginas.
O final maravilhoso desse livro, com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, uma mistura enorme de sentimentos, foi incrível.
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Heloisa 03/03/2015

Nem tudo que falam é verdade...
Particularmente eu adoro livros que o final fica subentendido, minha imaginação corre solta... A criatividade vai longe. Pra mim, o final desta trilogia foi muito bem escrito, é como se a autora passasse uma mensagem clara: "agora é com vocês, leitores. Criem, imaginem e se divirtam!".
Enfim, terminei de ler a uns dois dias e a história não sai da minha cabeça, me pego imaginando mil coisas. Assim como até hoje eu me pego imaginando se a Capitu traiu ou não Bentinho. Bom, cada um vê esse final de uma forma.

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Camila 15/07/2014

Com spoiler dos outros livros
Eu não fiz resenha para os outros livros porque eu prefiro dizer no final o que eu achei da série toda.
Bom, vocês já devem ter lido outras resenhas sobre o último volume da série e pelo menos as que eu li, a maioria era uma crítica ruim dizendo que esperava mais da autora e que o final foi horrível. Eu não achei isso. Talvez seja porque faz tempo que li os outros dois livros ou porque estava esperando um livro muito lixo. Sei lá, não importa. Eu amei o livro, o final e tive momentos de choro assim como tive nos outros.

Eu amo de paixão a ideia da Lauren Oliver escrever sobre uma sociedade sem amor. Cara, ler sobre como aquelas pessoas agiam, pensavam e viviam é tremendamente assustador! Eu pelo menos achei. No primeiro livro eu só sabia criticar e dizer como seria horrível uma vida assim. Mas, assim como Lena, eu percebi que de certa maneira o Shhh estava certo. Uma sociedade com a cura pode até ser uma sociedade sem amor, mas também é uma sociedade com menos violência, ganancia e todos esses absurdos que vemos. É obvio que não quero nunca ter que fazer uma operação para ser curada, mas não podemos negar que eles estavam certos. Assim como Lena diz, o Shhh está mais certo do que gostaríamos.

Agora sobre a história mesmo. Alex está de volta e Julian e Lena estão juntos. A Resistência está cada vez mais forte, assim como o ataque sobre eles. Hanna está para se casar e logo percebe que sua cura não funcionou inteiramente. E este é o cenário do livro, guerra entre Resistência e Curados, Lena e o seus sentimentos por Julian e Alex.

Eu amei o final, mesmo te deixando sem muitas respostas. Para quem já leu e para quem vai ler, tenha em mente uma coisa: "Os Curados querem saber; nós escolhemos ter fé." E este é o motivo do livro não nos dar todas as respostas que queremos. Se alguém quiser discutir sobre o livro comigo, vou ficar muito feliz com isso. Mas por favor, não fiquem bravos com a escritora, ela nos deu opção de termos fé no que queremos acreditar. É disso que o livro fala, sobre podermos ter escolhas.
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Ortiz 16/06/2014

Derrubem os Muros.
O livro é fascinante. De certa forma, a autora consegue deixar a personalidade dos personagens muito coincidente com suas atitudes. Neste livro, Lauren escreve a visão de Hana também, o que nos proporciona saber como é vida COM A CURA e a vida SEM A CURA, pela parte de Lena. De certa forma, entramos em questionamento com uma unica questão: Você queria ser "curado"?
O final é fantástico. Na verdade, não é um final. É o começo da vida dos personagens, deixando nossa criatividade a cargo para imaginarmos o que cada um fará adiante.
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