Réquiem

Réquiem Lauren Oliver




Resenhas - Réquiem


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Dani Fuller 05/05/2014

Quero saber onde foi parar a pessoa que escreveu Pandemônio
Os autores não estão sabendo encerrar suas trilogias.

Haviam me alertado que não era tão bom, mas eu achei que pudesse ser algo com a história sei lá.... quando seu personagem favorito morre ou escolhe no final uma outra pessoa. Algo mais específico.. e não um livro todo quase sem sentido..

Contando tudo devagar, mudando a forma de narrar, mostrando alguém para um futuro incerto e com arrependimentos, e de alguma forma no final podendo voltar atrás nisso... e mesmo isso não sendo específico. Nada por fim pudemos ter certeza.

Sei que a vida é incerta, mas o livro? Foram escritos 3 deles, não dava tempo de me deixar alguma certeza? Mesmo que fosse algo ruim ou um final feliz algo para eu me agarrar e não sentir que foi tudo em vão. Um final apenas com um texto bonitinho, tentando plantar uma semente para derrubarmos nossos muros não é suficiente... pois até mesmo o texto não me deixou claro que foi quem falou.. a personagem, a autora?? A parte que quase me emocionou até mesmo perdeu o sentido já que não aconteceu grandes coisas depois pelo que pude imaginar.

Quero saber onde foi parar a pessoa que escreveu Pandemônio. Tragam ela de volta para reescrever isso, obrigada

site: http://danifuller.com
Carol 17/05/2014minha estante
Eu acho que das ultimas trilogias aí, essa ainda não me deixou tão furiosa. Mas, que faltou no mínimo um epílogo, isso faltou!

Ou então é estratégia pra lançar um 4º livro no futuro!


Dani Fuller 17/05/2014minha estante
Nossa será mesmo que terá um livro no futuro????? Seria tudo de bom né... daria aquele último suspiro e poderia salvar em si todo o resto ehehe


Maria Fernanda 03/06/2014minha estante
"Os autores não estão sabendo encerrar suas trilogias." Não li sua resenha pois ainda estou finalizando Delírio, mas essa frase chamou minha atenção. Concordo com você, parece que os autores se perdem do meio para o fim do processo. A trilogia Destino, da Ally Condie, é o melhor exemplo disso.


Carol Bespalec 04/06/2014minha estante
Concordo plenamente com você.
Terminei Réquiem ontem, e a única coisa que eu pensei foi: "tá, cadê o sentido e o final disso?"...


Agnes 19/06/2014minha estante
Eu achei um final perfeito para a série, e adorei esse último livro, principalmente o reencontro da Hana e da Lena. Mostra que nem tudo é perfeito. O final com a Hana foi demais também, mas principalmente o último capítulo da Lena. Contou o que tinha que contar o resto é que nem o amor: você nunca sabe como ele vai ser no dia seguinte


jupepper 19/06/2014minha estante
Não poderia me expressar melhor. Concordo completamente com você.


Cris 24/06/2014minha estante
Ah Dani, que decepção!!! Gostei tanto de Pandêmonio e vc já é a terceira opinião de amigos do Skoob falando isso :(
Por que fazem isso as séries, tanta expectativa e vem isso?!


Rayanne 25/06/2014minha estante
Não acho que foi o melhor livro da trilogia, mas também não é tão ruim assim. Acho que faltou um epílogo, gostei bastante do livro, principalmente as partes da Hanna. Foi um pouco cansativo aquele blá blá blá do Alex, tirando isso achei o final ótimo porque parece mais com a realidade do que muitos outros finais.


Jessicabry 11/07/2014minha estante
Cpmo a colega a baixo mencionou ''A trilogia Destino, da Ally Condie, é o melhor exemplo disso.''
Sem palavras...


Cris 29/07/2014minha estante
Tem razão Dani, a minha frustração foi igual a sua, dei 2 estrelas tb, começou tão promissora e fez aquele final, me poupe. Como disse a Jessicabry, fez como em Destino, aliás achei pior!


Kamy 07/09/2014minha estante
ficou faltando um pedaço parece, apesar de ter gostado, realmente ficou vago :c


Ana Paula 13/09/2014minha estante
Acabei de terminar e estou arrancando meus cabelos!! Mas até que concordo a Rayanne. ~~~~ SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER~~~~
Apesar de AAAAAAAAH QUE ÓDIO, Lauren Oliver, mande então o Julian pra minha casa, pq como q ele fica?? E Graúna?? PORRA, OLIVER! Houveram muitos pontos positivos nesse livro, o modo como ela lidou com a crueldade da natureza humana e diversos outros pontos, mas essa ponta solta no final. Credo!! Faltou mesmo um epílogo. Quando eu tava começando a achar o final bom e ficar feliz, me emocionar e pá, vi que já estava na penúltima página!
Agora para conseguir dormir vou me forçar a imaginar um final ~~SPOILER AGAIN SPOILER AGAIN SPOILER AGAIN~~ onde como a Lena fica com o Alex, a Hana encontra ela, fazem as pazes com um certo buraco que ficou, encontra Julian magoado, triste, sozinho QUE DÓ GENTE, QUE DÓOOOO, LENA MÁ, OLIVER MÁ!! e eles descobrem o amor de verdade juntos


Julinhaew 06/10/2014minha estante
Tiroooooou as palavras da minha mente! Gente, cade a pessoa que escreveu Pandemônio???? Que ooooodiooooo desse final, acaba com a história que me surpreendeu tanto, saindo do lugar comum. Ridículo ridículo, terminei o livro aqui é sai xingando. Alguém me arruma o email dessa mulher louca para mandar ela escrever outro livro resolvendo a vida, ou rescrever esse, só que direito.... Nossa, to inconformada com a discrepância da evolução entre os livros.... Muito triste, eu estava falando tão bem dos livros pra todo mundo... Até acabar...


Bianca 27/11/2014minha estante
Eu já adorei,saiu um pouco da Monotonia.


l i n a 01/01/2015minha estante
Nossa, comprei os dois primeiros mais ainda não lí, queria comprar os 3 antes de começar... Mas a maioria das pessoas que leram falaram que os melhoreszinhos são os dois primeiros... Você recomenda que eu compre o terceiro?


fernanda.hahne 21/02/2015minha estante
Nossa, comprei Delírio hoje porque gostei da sinopse e principalmente da capa. Nem sabia que era uma trilogia. Mas, vendo os comentários agora, não sei se não vou me arrepender. Detesto quando a história não tem uma boa conclusão e já me decepcionei com algumas distopias: Divergente, Legend e Reiniciados.




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Keith 16/07/2014minha estante
-Spoiler-
Sua resenha me define. Me decepcionei tanto... poxa é o último livro da série! Ela não podia deixar desse jeito: " o resto fica por conta da sua imaginação"
Eu preciso saber o que vai acontecer com Julian mesmo sendo team Alex. Preciso saber sobre Hana,preciso saber do futuro ! Ela simplesmente terminou o livro com eles derrubando os muros. Isso não significa muita coisa!! Portland não é o único lugar em que o amor é proibido! E Nova Iorque e outros locais?? Mesmo ela mencionando que iria acontecer uma resistência em Nova Iorque e talz, isso não responde! Eu to sem palavras pra definir minha decepção... E a morte de Graúna?? Que morte escrota! Ela não podia morrer !
Completamente desolada.


Carol 30/07/2014minha estante
Concordo SUPER com a sua resenha
Apaixonada pela trilogia como um todo; de ressaca literária por causa do último livro


Ju Musin 20/06/2015minha estante
Tenho exatamente o mesmo sentimento que você sobre a trilogia, sobre Lauren. Apesar do carinho enorme que tenho por essa coleção, estou tao chateada com o final, li três livros pra terminar assim... querendo um quarto livro de tão insatisfeita;




Aninha 01/06/2014

Cansou de escrever?
Se eu fosse enfartar, provavelmente seria pela demora do lançamento de Réquiem pela Editora Intrínseca. Já fazia muito tempo que o último livro da série tinha saído nos EUA e mesmo assim a editora nos fez esperar 1 ano inteiro para lê-lo traduzido. Finalmente quando saí fui correndo comprar para começar a ler.

Depois do final bombástico de Pandemônio, quando Lena encontra Alex novamente, não via a hora de saber como iria se resolver esse triângulo amoroso, formado pela protagonista, Alex e Julian Finemam, filho do ex representante da ASD (America sem deliria). O começo de Réquiem deixa uma tensão no ar, uma curiosidade ao não tocar sobre o assunto do triângulo e nos deixa envolvidos na luta pela sobrevivência do grupo de Inválidos de Lena. Revemos Graúna, Prego, Pique e outros e sua longa fuga para um lugar mais seguro, mas eles descobrem que não há mais lugar seguro, então é hora de lutar.

No segundo capítulo temos uma surpresa ao descobrir que o livro também é narrado por Hana, que já foi curada e está se preparando para o grande casamento com o filho do prefeito Hargrove. Descobrimos também que talvez a cura de Hana não tenha dado completamente certo, já que vive lembrando como era sua vida antes da cura, os dias ensolarados com Lena.

O livro segue com capítulos intercalados entre Lena e Hana, cada uma com a sua luta diária, Lena pela vida e tentando entender porque Alex a ignora e Hana fazendo passeios por áreas proibidas e tentando descobrir o que afinal afastou Cassie, a primeira mulher do seu futuro marido, dele. Há até dúvida se tudo mesmo vale a pena, por parte de Lena, pois ela fugiu para ser livre e poder amar, mas no final das contas vive com um grupo sendo perseguido e sem paz. Não há muita ação durante o livro, nenhuma revelação, nada que faça parecer que a luta entre um lado e o outro seja contra e a favor do amor.

O final simplesmente pareceu que foi esquecido, é como se a autora tivesse acabado o livro no meio e falado: Vou terminar no meio dessa cena, cansei de escrever. Fiquei decepcionada, pois tenho certeza que mais 100 páginas poderiam fazer um ótimo desfecho para o livro. Não curti essa coisa de ficar subentendido nessa estória, afinal os personagens estão no meio de uma guerra, e qualquer coisa pode acontecer. Eles estão lutando e a autora definitivamente quer passar a mensagem de que precisamos lutar pelo que queremos, mas achei tudo muito vago. Não odiei o livro, mas não achei nem um pouco a altura para um bom desfecho de série. Depois de dois livros tão bons, como Delírio e Pandemônio, me pergunto o que aconteceu com Lauren Oliver.


site: http://leitorax.net/resenha-requiem-lauren-oliver/
Julia 04/06/2014minha estante
[spoilers]
Concordo.. Quando eu via que chegava nas ultimas paginas e ainda nao tinha nada "esclarecido" ficava angustiada, e de repente acabou '-' também me decepcionei. Amei delirio, e pandemônio também. Requiem ficou muita coisa no ar, tipo, e o Julian? Ela simplesmente fica ma com ele e nem termina direito com o coitado. E o final da guerra como ficou, eles conseguiram ganhar?
Caberia ate um outro livro :(


Lilly 17/07/2014minha estante
O livro realmente foi incrível e nos fez ver que a luta pela liberdade é mais forte que qualquer ideia politica. Mas sinceramente eu fiquei chocada quando eu terminei o livro, fiquei procurando páginas não existentes e relendo a última frase diversas vezes ainda sem acreditar. Eu imaginava tudo, e nada aconteceu. Por um tempo eu ainda acreditei que poderia existir a possibilidade de ela escrever um livro á parte como um epílogo ou algo do gênero, mas depois de ver a entrevista com ela minhas esperanças literalmente foram arrancadas de mim. Por mais que a vida seja REAL DEMAIS e ela tenha tentado nos fazer imaginar um final não achei certo, já que até mesmo a vida tem um final. Pra minhas amigas que ainda vão ler, eu já disse pra se prepararem porque vão se chocar com o desfecho.




Bia 14/06/2014

Isso aí é um final?
Não tenho nem palavras pra dizer o quão desapontada fiquei com esse livro.

Primeiro que parece livro infantil - você olha o número de páginas e parece que na hora de ler tem bem menos, justamente porque tem momento em que uma narrativa tem dois, três parágrafos e isso inutiliza duas páginas.

Segundo que ela continua com aquele jogo de troca constante de narrador, embora não tão confuso quanto aquele de espaço-tempo. E traz de volta Hana, que ao meu ver era dispensável; havia mil pontos de vista mais favoráveis e interessantes para retratar a visão de que não está na Selva.

Terceiro, aquele final... em alguns momentos usar do final em aberto que permite ao leitor imaginar como será o futuro das personagens é uma boa, mas não tão em aberto assim! Ela praticamente interrompeu a obra no meio de uma ação e disse "se virem aí".

Não foi uma série exemplar, mas esse volume de desfecho... mal formulado, óbvio, chato. Nada da emoção nas perseguições, nada de uma reflexão maior de Lena sobre Alex e Jullian, este último um personagem com uma carga de vida que renderia uma narrativa super promissora e foi totalmente mal aproveitado.

A relação coma mãe dela, como tudo o mais, se resolveu nas pressas e só temos uma ideia bem por cima de que elas conversavam e tentavam uma aproximação, foi ridículo.


Dificilmente darei outra gente a algum trabalho futuro da autora, cometeu erros primários que nem uma amador faz.
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Ju 15/06/2014minha estante
Ótima resenha!
Eu amei o livro e final, que não tem fim, foi o que mais gostei. É uma guerra e não existe finais felizes em guerras. Existem sobreviventes. Lena tem um mundo pela frente e muito o que ajeitar nesse mundo e seria impossível colocar isso em livro.
Deixar um final aberto, foi a melhor coisa que Oliver fez.

Bjos




Heloisa 03/03/2015

Nem tudo que falam é verdade...
Particularmente eu adoro livros que o final fica subentendido, minha imaginação corre solta... A criatividade vai longe. Pra mim, o final desta trilogia foi muito bem escrito, é como se a autora passasse uma mensagem clara: "agora é com vocês, leitores. Criem, imaginem e se divirtam!".
Enfim, terminei de ler a uns dois dias e a história não sai da minha cabeça, me pego imaginando mil coisas. Assim como até hoje eu me pego imaginando se a Capitu traiu ou não Bentinho. Bom, cada um vê esse final de uma forma.

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Ortiz 16/06/2014

Derrubem os Muros.
O livro é fascinante. De certa forma, a autora consegue deixar a personalidade dos personagens muito coincidente com suas atitudes. Neste livro, Lauren escreve a visão de Hana também, o que nos proporciona saber como é vida COM A CURA e a vida SEM A CURA, pela parte de Lena. De certa forma, entramos em questionamento com uma unica questão: Você queria ser "curado"?
O final é fantástico. Na verdade, não é um final. É o começo da vida dos personagens, deixando nossa criatividade a cargo para imaginarmos o que cada um fará adiante.
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Carol 22/11/2014

Decepção define?
Eis que mal terminei o segundo livro da trilogia "Delírio" e já sai devorando o "Réquiem" com todas as forças possíveis, pois depois daquele final, ai, ai, ai...
Esse terceiro livro é narrado por Lena e Hana ( de quem os leitores estavam morrendo de saudades, não é mesmo?), para mostrar o lado da resistência e o lado dos cidadãos curados de Portland. Lena assume importante papel em seu grupo, que agora é composto por mais pessoas, entre os novos membros estão: Julian e Alex!
Decepção 01: Alex volta completamente mudado, fechado depois de tanto sofrimento e ele a Lena, depois de toda aquela linda história de "amor deliria nervosa" não conversam. ISSO MESMO, não há diálogos esclarecedores entre eles, tapa na cara, acusações, conflito, romance, beijos etc.
Decepção 02: no começo do livro Lena, fica com Julian (tá, ele é uma amor, fofíssimo e tals, BUT do outro lado nós temos o Alex, pelo amor de Deus) durante os dias na Selva, em que eles andam, andam, andam e não chegam em lugar algum.
Hana, por sua vez, já curada da doença e pareada com o futuro prefeito começa a pensar que talvez a cura não tenha dado certo, visto que ainda pensa em Lena, ainda se sente CUL-PA-DA por Lena. Sim, quer saber o motivo? Leia!
No terceiro livro temos a oportunidade de conhecer melhor as Criptas e entender o desespero de estar trancafiado naquele presídio/manicômio.
Lauren Oliver vem nesse desfecho repleto de frases de efeito (para postarmos no face, insta e twitter) nos mostrando o melhor lado da Distopia: fazer com que as pessoas pensem melhor nos fatos, entendam a injustiça, ver que talvez nenhum lado tenha completa razão, fazer com que os leitores enxerguem além do muro. Mas é só isso que se resume essa nova tendência literária?
Decepção 03: muitas incógnitas não foram respondidas.
Decepção 04, a maior de todas: o livro não possui um desfecho digno, ou melhor, não possui desfecho nenhum. Lena por ter ido pro norte, como pode ter ido pro sul; pode ouvir rock, como também pode ouvir arrocha; e por aí vai... Lauren Oliver encerra a distopia com uma linda frase de efeito, mas cada leitor pode imaginar o seu próprio final e em alguns livros isso é legal, mas nesse não foi, pelo amor de Deus, não foi.

Mas sabe, como sou brasileira e não desisto nunca, acredito que a Dona Oliver não cansou de ganhar dinheiro ainda e vai escrever o epílogo que faltou nesse livro e transformá-lo em uma sequência de 300 páginas, ganhar rios de dinheiro e, finalmente, dar um desfecho que "Delírio" merece (assim seja, amém!)
Carol 28/01/2015minha estante
oi xará, tbm me decepcionei com esse final :( sei que a autora quis que tivéssemos a liberdade de escolher o final dos personagens, que entendêssemos que a vida, o amor e liberdade são incertos, que o importante é "derrubar os muros", criar suas próprias convicções e lutar por elas... Lindo, lindo, lindo, tá na essência da distopia, mas fala sério...
Ela PRECISA ter um final para Hana, Lena, o Alex e o Julian, meu Deus ( e a Graúna, Jesus, quase surtei)
A resistência ganha? continua lutando? com quem a Lena vai ficar? o Prefeito morre ou não? E a Hana?
Q desespero :/


Carol 06/09/2015minha estante
Xará, concordo PLENAMENTE COM VOCÊ!
Além de não ter NENHUM DIÁLOGO DIGNO entre Alex e Hana, né?
Aí gente, precisa de uma continuação, precisa hauaha




Camila 15/07/2014

Com spoiler dos outros livros
Eu não fiz resenha para os outros livros porque eu prefiro dizer no final o que eu achei da série toda.
Bom, vocês já devem ter lido outras resenhas sobre o último volume da série e pelo menos as que eu li, a maioria era uma crítica ruim dizendo que esperava mais da autora e que o final foi horrível. Eu não achei isso. Talvez seja porque faz tempo que li os outros dois livros ou porque estava esperando um livro muito lixo. Sei lá, não importa. Eu amei o livro, o final e tive momentos de choro assim como tive nos outros.

Eu amo de paixão a ideia da Lauren Oliver escrever sobre uma sociedade sem amor. Cara, ler sobre como aquelas pessoas agiam, pensavam e viviam é tremendamente assustador! Eu pelo menos achei. No primeiro livro eu só sabia criticar e dizer como seria horrível uma vida assim. Mas, assim como Lena, eu percebi que de certa maneira o Shhh estava certo. Uma sociedade com a cura pode até ser uma sociedade sem amor, mas também é uma sociedade com menos violência, ganancia e todos esses absurdos que vemos. É obvio que não quero nunca ter que fazer uma operação para ser curada, mas não podemos negar que eles estavam certos. Assim como Lena diz, o Shhh está mais certo do que gostaríamos.

Agora sobre a história mesmo. Alex está de volta e Julian e Lena estão juntos. A Resistência está cada vez mais forte, assim como o ataque sobre eles. Hanna está para se casar e logo percebe que sua cura não funcionou inteiramente. E este é o cenário do livro, guerra entre Resistência e Curados, Lena e o seus sentimentos por Julian e Alex.

Eu amei o final, mesmo te deixando sem muitas respostas. Para quem já leu e para quem vai ler, tenha em mente uma coisa: "Os Curados querem saber; nós escolhemos ter fé." E este é o motivo do livro não nos dar todas as respostas que queremos. Se alguém quiser discutir sobre o livro comigo, vou ficar muito feliz com isso. Mas por favor, não fiquem bravos com a escritora, ela nos deu opção de termos fé no que queremos acreditar. É disso que o livro fala, sobre podermos ter escolhas.
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MiCandeloro 24/05/2014

Intenso e controverso!
ATENÇÃO, ESTA RESENHA PODE CONTER SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES DE DELÍRIO. SE VOCÊS AINDA NÃO LERAM OS PRIMEIROS LIVROS, TOMEM CUIDADO!

Depois de salvar Julian da morte iminente, de reencontrar Alex e sua mãe, Lena volta a Selva com o seu grupo de inválidos sobreviventes.

"Fira ou seja ferido."

Eles precisam mudar de estratégia, já que o líder da ASD está morto e diversos Incidentes ocorreram em cidades aleatórias dos Estados Unidos. Depois de passarem muita fome, frio, sede, viverem escondidos feitos animais acuados e indignos de serem felizes, os inválidos se aliam a Resistência e programam uma rebelião com proporções nunca antes vistas. Os inválidos clamam pela liberdade. Querem ter o direito de retomar as suas vidas, de viver sem regras, de amar sem medo.

"Quem sabe? Talvez eles tenham razão. Talvez nossos sentimentos nos enlouqueçam. Talvez o amor seja mesmo uma doença e ficaríamos melhores sem ele."

Porém, o grupo de Lena nunca esteve tão fraco. Muitas pessoas morreram e uma traidora foi descoberta entre eles abalando ainda mais as suas convicções, mas não os impedindo de lutar. O que Lena não podia imaginar é que o próximo alvo da Resistência seria Portland, sua cidade natal. Lena custa a assimilar a ideia, já que a região foi palco de tantas tragédias, assombrando-a desde então.

Mas Lena precisava acertar as contas com o passado para seguir em frente e, invadir Portland, representaria a sua libertação.

"(...) Amor deliria nervosa não é uma doença de amor. É uma doença de egoísmo. (...)."

Nesse interim, Hana prepare-se para casar com Fred, o filho do falecido prefeito da cidade. Sua mãe não podia estar mais orgulhosa da filha, afinal, estava dando tudo certo como planejado. Hana havia sido curada e deixado para trás Lena juntamente com todos os seus sentimentos mais obscuros.

Entretanto, a cura não funciona igual para todos e Hana percebe que algo está errado com ela, principalmente depois de rever Jenny, uma das primas de Lena, completamente imunda, faminta e maltrapilha. Finalmente em Réquiem todos os fãs irão descobrir o segredo de Hana que me fez odiá-la desde que li seu conto que ainda não foi publicado no Brasil. Um segredo que fará Hana pagar pelos seus pecados pelo resto da vida.

Mas a vida às vezes se compadece da gente e dará a Hana uma chance de se redimir. Restará a ela decidir o que fazer e de qual lado escolherá lutar.

Querem saber o que vai acontecer? Então leiam!

***

Faz séculos que aguardo o tão esperado lançamento de Réquiem, terceiro volume da trilogia Delírio, de Lauren Oliver. Sou tão fã desta história que, para mim, este era um dos livros mais aguardados do ano, principalmente por causa do desfecho tão enlouquecedor de Pandemônio. Quem já leu sabe do que estou falando.

Infelizmente as coisas não aconteceram da forma como eu queria, nem o final foi como eu esperava, mas não posso culpar a autora por isso. Ela escreveu o livro do jeito que quis e nem sempre as coisas são como nós, fãs, gostaríamos, ainda mais no término de uma trilogia. Mas isso não significa que o livro não seja bom. Pelo contrário, Réquiem é tremendamente bem escrito, narrado em primeira pessoa por Lena e Hana, em capítulos intercalados e é desenvolvido no presente, algo que costumo estranhar um pouco, mas que não me atrapalhou.

Réquiem é um livro muito intenso e muito sofrido, que me deixou com as emoções a flor da pele, em todos os sentidos. Sinceramente, xinguei o tempo todo os personagens. A Lena está mais irritante do que nunca, Hana é odiosa, Alex podia ter permanecido "morto", Bel é incompreensível e Fred é o novo vilão da história. O único que se salva é Julian, que nesse meio tempo cresceu, se tornou um homem doce e gentil, porém forte, destemido e abnegado. Mas, infelizmente, ninguém o valoriza, algo que me deixou completamente furiosa.

"Nem imagino o que ele deve pensar deste lugar, o que deve pensar de nós. Essa é a visão do mundo contra a qual sempre o alertaram: um mundo da doença é um mundo de caos e sujeira, egoísmo e desordem."

Se vocês estão esperando por definições, esqueçam. Nenhuma das minhas dúvidas e expectativas que remontam a Delírio e Pandemônio foram respondidas ou sanadas. Não sabemos quem fica com quem nem o destino de nenhum dos personagens, porque sim, Lauren terminou a trilogia com um final em aberto! Como isso foi acontecer? Eu não poderia ter ficado mais chocada.

Na verdade, Lauren se utilizou dos personagens que mais amamos para contar uma história de revolução política e social. Ficou completamente claro em Réquiem que o foco não era o drama pessoal de cada um, mas sim o futuro da humanidade. Lauren nos provoca uma série de questionamentos a respeito do nosso modelo atual de governo, da pseudo liberdade, das regras e privações, direitos e deveres, certo e errado, nos mostrando os dois lados da moeda e nos forçando a escolher.

No final das contas, a impressão que tive é que não importa de que lado nós estamos, apenas de que devemos lutar com unhas e dentes pela nossa felicidade e pelo o que achamos ser certo. E, somente por isso, acabei favoritando o livro e dando cinco corações, porque a sua mensagem político-social é tão forte que foi impossível me manter impassível a esta história que Lauren quis nos contar.

Lauren conclui a história nos dando um recado arrepiante que me provocou um soco no estômago. Nunca li uma mensagem tão direta em um livro, um acorda, um sacode tão enérgico como este dado por Lauren. Em Silo e The 100: Os Escolhidos, os recados lá contidos são muito mais sutis e subliminares, em que apenas os leitores mais atentos conseguirão compreender. Já em Réquiem não. E fico tão feliz de ainda poder me deparar com textos inteligentes e de conteúdo que possam realmente mudar as nossas vidas e nos fazer enxergar as coisas sob outro prisma.

Enquanto lia Réquiem ia me lembrando da época da ditadura militar, da queda do muro de Berlim e de todos esses eventos em que a humanidade cansou de se esconder feito ratos e de consentir com os abusos governamentais e lutou. Lutou sem saber se ia dar certo, lutou sem saber se o futuro seria glorioso, lutou sem ter certeza de nada, apenas tendo fé, derrubando os muros.

"Não posso convencê-los se não quiserem ouvir. Bem-vinda ao mundo livre. Damos às pessoas o poder de escolha. Elas podem até escolher fazer a coisa errada. Lindo, não é?"

E é assim que concluo a minha resenha, dizendo que, independente de Réquiem não ter terminado como muitos gostariam, não deixem de lê-lo. Abram seus olhos para onde ruma a humanidade, não se deixem seduzir por falsas promessas, não se iludam com as pseudo liberdades e se permitam inflamar com o desejo de um mundo melhor para nós e nossos filhos: "Derrubem os muros". As eleições desse ano serão um excelente termômetro para sabermos para qual direção o nosso país irá caminhar. E confesso, isso muito me assusta!

"Os curados querem saber; nós escolhemos ter fé."

Resenha originalmente publicada em: http://www.recantodami.com/2014/05/resenha-requiem.html
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Bia 21/06/2014minha estante
Achei que era a única com essa sensação! Quando o livro acabou, te juro que fiz questão de ir no sobrelivros chegar se não tinha previsão de mais um pra série... achei realmente medíocre o "final".

Minha classificação tem apenas uma estrelinha a mais que a sua e foi a nota mais baixa que já dei nesse site.


Lore 23/06/2014minha estante
Sim ...eu acho que foi o pior final de trilogia que eu li alias nem considero um final :/


Cris 29/07/2014minha estante
Tb detestei, tanta coisa em aberto, vago, foi um final sem "final"...




Isadora 09/05/2014

Muito, muito triste
Essa série tinha tudo para ser ótima. A história é excelente, a autora escreve muito bem, o primeiro livro foi ótimo... porém, infelizmente para mim, tudo aconteceu bem diferente do que eu esperava. A história não cumpriu com minhas expectativas. Sinto que perdi o meu tempo. Fiquei triste com esse final.

Fazer o que neh....
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Debora 14/12/2014

Réquiem - Lauren Oliver
Réquiem é o terceiro e último livro da série Delírio. Nesse ponto da história Lena descobre que Alex, seu antigo amor, está vivo, porém ele não é mais o mesmo depois de ter ficado preso nas Criptas. E Lena está com Julian, ela o arrastou para o seu mundo, não pode abandoná-lo agora. Mas o mundo (e a história) vai muito além da vida amorosa de Lena. O impasse em que vive a sociedade criada por Lauren Oliver atinge o seu ápice, as rachaduras que vimos surgir na aparente perfeição do sistema nos livros anteriores se transformam em fendas e em algum momento irão ruir.

Enquanto vemos Lena e a Resistência lutando pela liberdade e naquilo que acreditam, também temos o ponto de vista de Hana na história. Ela está finalmente curada, ou seja, segura e vai se casar em algumas semanas com o futuro prefeito de Portland. Tudo está, aparentemente, perfeito, mas Hana tem sonhos (ela não deveria ter sonhos!!!!) e ela ainda sente algumas coisas; culpa, principalmente. Será que algo na cura pode ter dado errado?

Gostaria de dizer que adiei a leitura de Réquiem o quanto pude, não tenho um histórico muito bom com últimos livros, parece que o autor faz um esforço extra para arruinar a história. Por isso, tenho uma relação dual com esse livro. Eu o amo e o odeio ao mesmo tempo. Nunca sei o que esperar do fechamento de uma história, mas Réquiem me surpreendeu em alguns momentos, me fez feliz em outros, me aborreceu, me fez querer jogá-lo na parede, mas o sentimento que resta é que posso indicar essa série para meus amigos sem receios.

"Quero sangrar todos os sentimentos para fora do corpo. Por um segundo penso em como seria fácil passar de volta para o outro lado, ir até os laboratórios e me oferecer para os cirurgiões. Vocês estavam certos; eu estava errada. Tirem isso de mim." pág. 30-31

Lena definitivamente é uma das minhas personagens favoritas, já falei nas duas resenhas anteriores o quanto ela é corajosa, incrível, forte. Mas o que mais admiro nela é o modo como ela se supera, como nunca desiste, não importa o quão ruim as coisas estejam ou os obstáculos que lhe são impostos. Ela pode fraquejar, pode duvidar de si mesma tanto sobre o amor quanto em seus ideias de liberdade, mas ela nunca vai parar de seguir em frente. Ela cresceu tanto desde Delírio, mal consigo me lembrar daquela garotinha frágil e assustada do começo, agora ela é tão destemida e dura, tão dona de si. PORÉM, não acredito que a Lauren contradisse a sagacidade da personagem fazendo-a cair no papinho de "eu nunca amei você, foi tudo mentira". Fala sério! Só vou relevar porque temos uma trama onde o amor é uma doença e tudo que diga respeito a ele é mais confuso e desconhecido que normalmente.

Demorei um pouco para me acostumar com a dinâmica de um capítulo narrado por Lena e outro pela Hana. Nunca fui muito com a cara dela, mas ela cresce muito dentro da história, podemos entendê-la melhor e também acompanhar o que está acontecendo do lado daqueles que governam e tomam as decisões. Outra coisa interessante e que me mordia de curiosidade de saber é como os curados pensam, como é toda essa coisa do “não sentir”. Creio que toda minha curiosidade não foi saciada, mas temos um belo vislumbre de como é o mundo após se passar pelo procedimento.

"Mas o que vai acontecer quando começar a esfriar? - insisto. (...) - O que as pessoas vão fazer? - Acho que vão descobrir que a liberdade não aquece - diz ele, e posso ouvir o sorriso em sua voz" pág. 95

Nesse último volume senti uma mudança na escrita da Lauren Oliver, talvez pelo livro ser composto de mais diálogos e menos momentos introspectivos, porém as reflexões e descrições metafóricas que tanto amo ainda estão lá. A leitura fluía rapidamente e, apesar, de alguns momentos (principalmente nos momentos finais) a história se arrastar o ritmo é ótimo, sempre uma bomba explodindo, um regulador espreitando, sempre a Selva mostrando o quanto cheia de surpresas é.

Mas chega de falar o quanto a Resistência está organizada, o quanto eles estão perto de conseguir que a Zumbilândia veja que o amor não é uma doença e ser livre pode ser a melhor escolha, mas ainda é a melhor possível. Vamos falar de Alex e Julian. Gosto muito do Julian. Mesmo. Mas meu coração bate mais forte por Alex e cada olhar da Lena que ele ignorava, cada palavra não dita doía mais que um tiro em mim. No entanto, achei que a autora vacilou, ambos ficaram apagados e a história do Alex poderia ter sido bem melhor desenvolvida.

"(...) nunca escolhemos, não completamente. Estamos sempre sendo empurrados e espremidos de um caminho para o outro. Não temos escolha além de seguir em frente, e seguir em frente de novo, e depois seguir em frente de novo; de repente, nos vemos em uma estrada que não escolhemos.
Mas talvez a felicidade não esteja em escolher. Talvez esteja na ficção, em fingir que, onde quer que formos parar, era o lugar onde pretendíamos chegar o tempo todo." pág. 143

Só ouvi praticamente críticas ruins sobre o final que a Lauren escolheu para Réquiem, não discordo que poderia ser melhor fechado, que o encerramento poderia ter sido mais trabalhado, mas acho que a intenção era exatamente essa: a imprecisão do futuro, do que pode acontecer na próxima página e que nós vamos ter que supor. Afinal, estamos falando de uma distopia, de uma revolução que está engatinhando e que tem nesse livro o seu primeiro grande e possível sedimentador passo, então é compreensível que nem tudo seja certeza no final. E quero deixar registrado que estou muito magoada pela autora ter entrado na onda do “preciso matar um personagem meio importante pra provar que minha história é feita de sacrifícios” e decidir (CLARO) matar uma das MINHAS personagens FAVORITAS.

Mas, em resumo, a trilogia Delírio vale muito a pena a leitura. Cresci e descobri coisas juntos com esses personagens sobre sacrifício, liberdade, livre arbítrio e, sobretudo sobre o amor, o quanto ele pode destruir, mas também o quanto é curador e sublime.

P.S: Quero casar com essa capa. Que azul brilhoso a-r-r-a-s-a-d-o-r

site: http://vanille-vie.blogspot.com.br
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Ju 15/06/2014

O fim é apenas o começo
(...) sempre, e para sempre.
Derrubem os muros.
Réquiem, pág. 303


Ao contrário dos livros anterios, em Requiém a história é contada sob pontos de vistas diferentes: dos Inválidos por Lena, e dos Curados por Hana. E as coisas boas já começam aí. Nos primeiros livros ficamos sabendo de tudo sob o ponto de vista de uma pessoa que não passou pela intervenção, e aqui temos a oportunidade de conhecer o outro lado.

Tanto no lado curado quanto na Selva, o clima é tenso. Os reguladores romperam a linha imaginária que separava o mundo curado daquele doente, estão entrando na Selva, e ninguém mais está seguro. Lena, está na Selva depois do ocorrido em Nova York e ao mesmo tempo em que enfrente uma luta diária pela sobrevivência, vai tentando organizar seus sentimentos em relação a Alex e Julian. Enquanto Hana, a nova narradora está se preparando para o seu casamento com o filho do prefeito, Fred Hargrove, que em breve será o prefeito de Portland.

Hana, apesar de curada é assombrada por sonhos e por sentimentos de culpa que deveriam ter sido eliminados após a cura mas, apesar de todas as mudanças em seu temperamento e em seus sentimentos, ao que parece a cura não funcionou completa e perfeitamente como deveria. E por vezes a vemos questionando a cura, já que esta deveria lhe trazer a paz eterna e não é o que está acontecendo.

Lena, também vive seus dilemas. Ela escolheu o caminho da liberdade, no entanto esse caminho implica viver nas sombras, se escondendo, encurralados como animais, perseguidos. Será que é isso mesmo que é ser livre? é um questionamento que faz constantemente.

Pra mim Lena só evolui. De uma menina tímida e covarde para uma combatente que sempre se põe na linha de frente. Que não foge, que encara tudo e todos. No começo eu estava começando a me irritar com o triângulo amoroso_ o clichê de todo livro teen_ mas, pela primeira vez consegui compreender a confusão de sentimentos que dificultam Lena escolher logo um dos garotos. De um lado tem Alex que a salvou, que abriu mão de tudo por ela, que lhe mostrou o amor. Do outro tem Julian, o garoto que ela salvou, pelo qual lutou, que fez reascender nela o amor. E de repente ela tem os dois e tudo isso no meio de uma guerra.
E além de tudo ainda tem a sua mãe. Que age como se não a conhecesse. Como se entre as duas nunca tivesse existido nada.

Enquanto Lena ganhou meu respeito, fiquei com ódio de Hana (e sei que não fui a única), mas também fiquei com seus medos. Medo que deveria ter sido eliminado pela cura. E fiquei confusa e angustiada com a Lena. Porque raios a mãe dela não falava com ela? porque aquilo tudo não se esclarecia de uma vez?
Era algo sufocante durante a leitura em uma madrugada fria.

Eu amei Delírio e achei Pandemônio meio fraquinho mas, em Requiém Lauren Oliver me surpreendeu. Ela soube casar a tensão da guerra com os sentimentos e conflitos dos personagens de uma forma que fez o enredo se desenvolver ligando cada fala, cada acontecimento. E ter ora a visão de Lena, ora a de Hana, faz a tensão da história se tornar um pouco nossa. Toda a confusão de sentimentos, a culpa, a vingança, o amor, o não se importar, é tudo tão intenso, tão vivo, que parece por vezes tangível.

Lauren, nos faz ficar decididamente em dúvida quanto à liberdade. Somos livres inclusive para escolher o que é errado. E se realmente precisamos de algo que nos controle? De alguém nos diga o que fazer? É atormentador! Nossa escolhas, por mais nossas que sejam, acabam impactando a vidas das pessoas ao nosso redor. É inevitável.

Eu não conseguia de forma alguma imaginar um final pra essa trilogia mas, ainda assim achei o desfecho de Lauren surpreendente. É porque apesar de assustadora, é a liberdade o que todos queremos.
Como em toda guerra há os mortos, os feridos e os sobreviventes, e apesar dos resistentes conseguirem vencer, não dá pra saber o que vem depois. Fiquei curiosa, porque afinal, como eles iriam reorganizar o governo? E nas outras partes do país, quem será que venceu? Mas essa é a questão, não sabemos o que há do outro lado do muro. Pode ser o paraíso ou a destruição.

site: http://entrereaiseutopias.blogspot.com.br/2014/06/resenha-requiem-quotes.html
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Patricia Paiva 21/02/2016

Desfecho?
O primeiro livro foi ótimo, o segundo nem tanto. Mas esse realmente se superou. O livro se arrasta em um enrolação sem fim, mais bla bla bla do que wiskas sache. Uma história perdida e sem propósito que se encerrou de forma insossa. Essa trilogia vai entrar na minha lista de piores finais. Não é nem uma questão de não concordar com o desfecho escolhido pela autora e sim o fato de parecer que a própria autora não tinha idéia do que fazer com a história . É realmente uma pena, uma história com um potencial tão grande ser desperdiçada dessa forma.
Jociane Silva 30/05/2017minha estante
Achei o Alex muito chato. Lena chata. Único personagem q eu amei foi o Julian ... Único q se salva. Ele teve um forte crescimento em toda a trama. Único mocinho. Dou 2 estrelas so por ele. N daria nenhuma pelos outros




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