O Jogo Infinito

O Jogo Infinito James Dashner




Resenhas - O Jogo Infinito


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Alex 21/10/2015

Interessante, mas fraco
O livro é interessante, traz uma idéia que vários livros ultimamente estão trazendo. No entanto, a história é meio fraca, fica bem chata. Quase larguei, só não o fiz por pena de ter já lido bastante. O final é surpreendente, dá uma reviravolta na história e dá até vontade de arriscar ler a sequência.
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Hannah 06/09/2015

Final absurdo!
Tenho que admitir que eu só li "o jogo infinito" por causa do autor, James Dashner. Eu amei maze runner e sou fascinada pela estrutura e designação do livros do tio James. E não estava muito confiante a respeito da qualidade da saga " a doutrina da morte" tanto que ela estava na minha estante a muito tempo. Até que um dia quando terminei "o heróis perdido" de Rick Riordan, olhei para minha estante e vi o lindo livro me encarando com aquela linda capa esperando para ser explorada, e quando comecei a ler, simplesmente terminei praticamente na hora, te tão perfeito e inacreditavelmente bom, eu não conseguia simplesmente para de ler! E o final foi absurdamente fantástico! Achei tão bom quanto maze runner pois os dois tiveram uma mudança de lugar constante e ação toda a hora, o que eu amo?. A única diferença é que o final de maze runner não foi tão bom, na verdade eu odiei o final de maze runner, mas isso não vem ao caso.
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Dani 23/07/2015

Resenha: Um mundo que você pode literalmente estar dentro de um jogo de video game - basicamente isso -. A VirtNet - um mundo virtual - disponibiliza isso para você. Basta entrar em uma Caixa - que é chamada pelos personagens de Caixão - e adormecer. Seu corpo fica inerte, mas sua mente é transportada para uma realidade virtual, lá você se torna um jogador. Você é capaz de sentir tudo que acontece na VirtNet, porém não sofre nenhuma lesão.

Esse lugar Virtual está em perigo, pois Kaine - o vilão da história - esta causando varias mortes, que não só afeta a pessoa que esta na VirtNet como também o corpo no mundo real. Ou seja ela morre nos dois mundos.

Por Kaine ser um super Hacker, para capiturá-lo, a segurança da VirtNet - digamos assim - chama Michael e seus amigos Bryson e Sarah, que também são super Hackers. Eles conseguem invadir qualquer código de qualquer jogador. E por esse motivo estão ótimos para essa tarefa (mesmo que eles sejam apenas adolescentes, até porque é super normal crianças irem atrás de super criminosos, acontece a todo momento -_-).

Seguindo essa missão, os garotos vão passar por poucas e boas, e coisa e tals...

OBS: De longe, esse não foi um dos melhores livros que ja li. Não foi de total desagrado, mas não vai de jeito maneira entrar na MINHA lista de favoritos.

No inicio é um pouco confuso, pois se tem algumas girias e não tem uma certa apresentação da história, ai mais pro meio algumas coisas são explicadas. Mas mesmo assim eu fiquei boiando.

Depois que Michael e Companhia são "convocados" para pegar o Kaine, as coisas dão uma melhorada, pois chega a parte mais interessante que é a aventura. Algumas informações sobre o que Kaine esta planejando são reveladas, e mais uma vez momento de muita confusão. Ai você percebe que o que foi mostrado no meio do livro não tem muita concordancia ou compatibilidade com o final, pois não faz sentido. Mas o final é algo bem inusitado, e para MIM a única coisa que me faz querer ler a continuação, é o final, quem sabe assim algumas (se não várias ) perguntas serão esclarecidas.

O livro " O jogo infinito " e o primeiro volume de uma trilogia chamada a Doutrina da morte.

PS: talvez a minha confusão com a história seja porque eu não entendo muito de jogos (mentira, eu não entendo nada). Porem se tiver uma alma caridosa que ja tenha lido e entendido o livro, peço que por favor me explique, eu ficarei muito agradecida.

site: http://refugiand0-se.blogspot.com.br/2015/02/resenha-doutrina-da-morte-o-jogo.html#more
Tayanne 17/08/2015minha estante
Só eu achei que a história desse livro foi quase toda baseada no anime Sword Art Online??




andrejorgejr 05/07/2015

O mundo é virtual. Mas o perigo é real!
O livro conta a história de um gamer muito habilidoso (Michael), que passa a maior parte do tempo dentro da VirtNet, que é uma rede de jogos online. A VirtNet é fantástica por poder fazer novas amizades, se comunicar com pessoas do outro lado do mundo e o principal, encarar aventuras de uma vida real com um personagem fictício, isso possibilita a não sofrer nenhum dano a sua vida real, mas Michael foi além disso tudo, pois além de ser um bom gamer também é um ótimo hacker. E quando você fala pra um hacker que aqui existem regras e elas não podem ser quebradas, eu acho que pula um espirito de superioridade de dentro da alma e se cria um desafio pessoal, não é mesmo? Hahahaha

Para que pudesse entrar na VirtNet você precisaria ter um caixão no seu quarto, esse caixão possibilitava que o jogador sentisse todas as sensações do seu personagem na vida real. Michael tinha o melhor caixão e quando saia da VirtNet ele sentia muita fome por passar horas e horas jogando, chamava Helga (sua empregada) para pedir um lanche, ou algo para comer. Os pais de Michael, ah eles estavam sempre viajando mesmo.

Michael não estava sozinho, ele já tinha feito duas amizades na VirtNet, eram Sarah e Bryson. Os três eram os melhores do jogo, seus amigos também sabiam hackear, não tão bem quanto Michael, mas eram essenciais a ponto de serem os escolhidos pelo SSV (governo), mas ainda não sabiam o que estavam fazendo de bom para que o SSV fosse atrás deles (e só vão descobrir no final).
O SSV estava em busca de um Hacker chamado (Kaine) que fazia mal a outros jogadores, ele tinha o poder de fazer os próprios gamers serem seus reféns e nada melhor do que outro hacker para dete-lo.
A partir daqui os 3 inseparáveis amigos aceitam o desafio proposto pelo SSV e embarcam em perigos constantes, onde Kaine construiu o Caminho cheio de armadilhas e predadores incapazes de serem imaginados. Michael passou por tanta coisa na VirtNet e estava conectado por tanto tempo que nem se lembrava mais de seus pais. Até que Kaine enviou uma mensagem dizendo que eles estavam mortos!
Kaine tinha firewals excelentes o que impossibilitava Michael e seus amigos de hackearem o código!
Michael foi além do sistema de segurança de Kaine e chegou até ele…

site: http://basepoint.com.br/o-jogo-infinito/
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Wyll 04/07/2015

Magicamente diferente!
Michael é um garoto diferente da maioria, ele é um gamer, e não é um gamer comum. Ele vive a maior parte da sua vida junto aos seus amigos na VirtNet (vida virtual), que na vida real (nosso mundo).
Michael já está acostumado com a vida na VirtNet, e preparado para qualquer coisa que possa acontecer nela. Até porque ele vive a vida lá sem se preocupar com nada, até por que não há nada de mais mexer de vez em quando em códigos para poder melhorar o convívio lá. Só que um estranho jogador está mexendo com a vida na VirtNet, capturando gamers e mantendo-os reféns. Tempos depois esses reféns são declarados como mortos.
O governo está fazendo de tudo para capturar esse misterioso jogador que está ameaçando a vida das pessoas, tanto na Virgília quanto na VirtNet. Eles sabem muito bem que para pegar um hacker é preciso de outro hacker, e para isso vão atrás de Michele para que possa ajudá-los a pegar àquele que ameaça a vida deses.
Michael sente-se emaranhado de duvidas, quer ajudar, mas sabe dos perigos que tudo isso pode trazer até ele. Agora ele está nessa bagunça que é a vida real misturada a vida virtual.

Bom, acho que consegui fazer minha resenha, agora irei falar um pouco sobre o livro em si, sem Spoiler claro.

Dashner tem o magnífico dom de criar mundos e coisas que faz com que nossos pequenos cérebros se esforcem ao máximo para conseguir imaginar como tudo isso seria se existisse na vida real. Só que esse mesmo dom pode vir a ser um incômodo para alguns leitores.
Já tinha começado a perceber isso à partir do livro "Prova de Fogo" da saga Maze Runner, Dashner sabe escrever muito bem, e sem falar que também sabe terminar muito bem um livro, só que ao decorrer da história ele tem a mania de começar a jogar muitas informações. E essas "informações" que falo não são quanto a história, mas sim, quanto a cenários e acontecimentos, ele começa a mudar de acontecimentos um atrás do outro, e sem falar que nesse livro isso acontece mais que nos da Saga Maze Runner, sei que tem a ver com jogos e tal, que realmente em cada fase isso vai mudando, mas ao meu ver isso acaba sendo meio que sem necessidade. Daria sim para ele fazer aventura com muitos cenários e tal, mas nem tantos.
Tirando essa parte, o livro é incrível, Dashner sabe escrever MUITO BEM e cativar muito aos leitores, e esse final em? Muito bom!
Com personagens que em nenhum momento deixam a desejar, e com uma leitura gostosa de passar às páginas.

Quanto à estrutura do livro pela Editora:

Não posso reclamar da forma física do livro, acho difícil eu reclamar da estrutura de um livro hoje em dia. Falo mais sobre espaçamento, fonte e tal, e quanto a isso também não posso reclamar. Estruturação perfeita, pelo menos para mim, espaçamento agradável aos olhos, com uma capa linda, só posso recomendar bastante O jogo Infinito - A Doutrina da morte do mesmo autor de Mare Runner - James Dashner.

site: www.facebook.com/ResenhadoSobreLivros
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Trigo 21/05/2015

Resenha - Jogo Infinito
O livro se passa em uma geração onde a diversão das pessoas é uma maquina de realidade virtual que se chama caixão, que ao entrar você cai em um mundo virt-net em que tudo é possivel, de lutar com monstros até viajar para outro planeta, isso era o mundo dos sonhos para Michael, ele podia fazer qualquer coisa, ele não poderia morrer mesmo, isso até que ele descobre que um assasino esta a solta, mantendo jogadores como refens e até perseguindo eles até não aguentarem mais e tirar o nucleo, oque deixa as pessoas vivas no caixão, e Michael é chamado para parar esse assasino, é ai que esse não é mais o mundo dos sonhos, entrando nos lugares mais sombrios da virt-net.
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ViagensdePapel 13/05/2015

O jogo infinito, de James Dashner
A obra se passa em uma sociedade futurística, na qual a maior diversão dos jovens é entrar em uma realidade virtual e aventurar-se em novos locais e situações. É isso o que faz Michael na maior parte do tempo. Quando vai para o seu "Caixão" e entra na VirtNet, ele encontra os amigos virtuais Sarah e Brison, passa horas por lá e tem como maior objetivo passar para o nível Deep do Life Blood.

Como passa bastante tempo no jogo, Michael aperfeiçoou suas habilidades de mexer com o código, o que permite que ele tire vantagens do jogo. Um dia, ele encontra uma garota e se depara com o que nunca tinha visto antes: desesperada, ela arranca o seu núcleo, que contém o código e faz com que ela não volte viva para a realidade caso morra no jogo. Logo depois, ela se joga de uma ponte. Após assistir ao suicídio que não conseguiu evitar, ele não para de pensar nas poucas palavras atormentadas ditas pela garota a respeito de alguém chamado Kaine, que aos poucos fazia fama na VirtNet pelos crimes virtuais que estava cometendo.

Buscando saber mais sobre o homem misterioso, ele descobre que seus atos afetavam as pessoas fora do jogo, deixando-as mortas ou em estado vegetativo. Um tempo depois, Michael é convidado pela empresa responsável pelo jogo a ajudar a solucionar o caso, devido à sua habilidade com o código. Sua missão seria procurar Kaine nas profundezas do jogo, descobrir mais informações sobre o grupo denominado "Doutrina da Morte" e entregá-lo para as autoridades competentes. Para isso, poderia levar os amigos e receber como recompensa o passe livre ao nível Deep.

Depois de perceber que estava mais imerso na situação do que gostaria, ele decide ajudar e segue as pistas que o levam ao "Caminho". Esta é a jornada que deve seguir para encontrar Kaine. Até lá, o trio deve passar por uma série de obstáculos, que os deixam no limite e os fazem questionar sobre o que é realidade ou imaginação. Além disso, os três percebem que estão indo cada vez mais em direção a um caminho sem volta e que deverão abdicar a muita coisa para ir até o final.

O Jogo Infinito é um livro que é adrenalina do começo ao fim. Com toques um tanto sombrios, o livro agradará a aqueles que gostam de uma boa aventura. Depois de certo tempo é difícil de largar, uma vez que o leitor fica louco para descobrir o desfecho da história. Além disso, o livro não é muito longo. Os curtos subcapítulos tornam a leitura ainda mais dinâmica.

Leia mais em http://www.viagensdepapel.com/2015/02/o-jogo-infinito-por-james-dashner.html.



site: http://www.viagensdepapel.com/2015/02/o-jogo-infinito-por-james-dashner.html
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adrianoprospero 12/05/2015

Sensacional e Intrigante!
O livro é "Flórida"! A história é "Flórida"! Sensacional! Intrigante! Depois de ter lido toda a série do Maze Runner, ao começar essa nova história, vejo que o autor continua com a habilidade de prender e surpreender. A história parece uma boa combinação de Matrix com Sword Art Online, alguns dos meus títulos favoritos, adicionando-se bons elementos surpresa. Muita ação, boa ficção e excelentes mistérios. Estou ansioso para ler o próximo!
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Leo 11/05/2015

Infantojuvenil
Como dito "não é um Maze Runner...". Fiquei esperando algo no nível de Maze mas nem perto.
Os diálogos são forçados, situações pouco elaboradas.

Não costumo fazer isso, mas esse vou parar por aqui (88ª pag.)
adrianoprospero 12/05/2015minha estante
Cara chegou uma hora que eu cansei um pouco, mas vale a pena ir até o final. Mas de fato, não é um Maze Runner...




Caverna 23/04/2015

Anos à frente, num futuro distante, a tecnologia está bem mais avançada e desenvolvida. Os jogos mais utilizados pelos adolescentes não são mais de Xbox ou Playstation; eles são reais. Entrando num caixão que você compra e deixa bem acomodado em sua casa, eles se conectam ao VirtNet, onde podem montar o personagem com a característica que quiser e se aventurar pelos desafios e estágios a passar como se estivesse realmente lá. Enquanto o corpo está tranquilo no caixão, eles estão se movimentando a toda pelos jogos, vivenciando aquilo e sentindo todas as emoções, inclusive as dores. É para tudo parecer de fato real.

O assunto mais falado no momento no mundo virtual é sobre Kaine, o maior jogador e o mais temido por ser um dos suspeitos de estar levando outros jogadores ao coma. Nisso, Michael é recrutado pelo SSV, uma organização da vida real que quer acabar com os planos de Kaine, mas ninguém sabe sobre seu paradeiro, então cabe a Michael se infiltrar e descobrir. Junto de seus amigos Bryson e Sarah (que ele nunca encontrou na vida real), eles partem numa jornada de extremo perigo atrás do Caminho que os levará até Kaine e a Doutrina da Morte.

Mas eles não imaginavam que fossem passar por nem um terço da montanha russa ao qual foram expostos. Por diversas vezes eles pararam e pensaram em desistir, mas aquela missão tinha sido encarregada a eles por serem os melhores hackers de códigos disponíveis, e eles se sentiam curiosos e envolvidos demais para largarem tudo àquela altura.

Eles teriam que enfrentar o que viesse pela frente. Seja lá o que fosse.

Não vão pensando que O jogo infinito é parecido com Maze Runner, porque está longe disso. Tem o mesmo estilo de uma aventura atrás da outra, sim, a mesma intensidade que nos deixa eufóricos querendo devorar o livro, mas muitos detalhes são diferentes, incluindo os personagens.

Michael é corajoso, inteligente, divertido e tranquilo; nós conseguimos acompanhar sua narração e explicações sem maiores complicações (o que é um alívio, porque são entregues várias informações a respeito tanto da tecnologia quanto às estratégias do jogo que as vezes nosso cérebro pode acabar dando nó). E mesmo assim, ele tem seus momentos digamos que humanos onde ele hesita, e se pergunta se aquilo é o certo a fazer, principalmente por ter enfiado os amigos nessa.

Eu adorei a Sarah e o Bryson, eles aparecem em grande parte do livro e, embora ainda assim eles não tenham sido bem descritos ou caracterizados, acredito que o autor vá trabalhar nisso no segundo volume.

O Kaine, bom... Nesse sentido peca um pouco, pois é tipo Harry Potter, passam o livro inteiro falando nele pra aparecer rapidinho de intruso, então nem deu para vê-lo como um vilão de verdade.

O final também me deixou bem confusa e cheia de dúvidas. Mas de resto, não tenho o que reclamar. Pelo contrário: eu fiquei moorta de vontade de poder entrar num jogo desses, de me infiltrar num novo mundo onde basicamente ninguém te conhece e você tem várias missões a concluir. Sério, alguém me transporte pro futuro e me dá esse joogo!

site: http://caverna-literaria.blogspot.com.br/2015/04/desafio-de-generos-aventura-o-jogo.html
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Igor 16/04/2015

BOM, POREM...
Porém, eu li um livro muito parecido com esse "O JOGADOR NÚMERO 1" e entre esses dois achei muito mais emocionante e surpreendente o citado acima. Vários motivos: Os personagens eram mais Dinâmicos, Rolava um romance mais intenso, o mundo criado pelo escritor era mais criativo e detalhado. Tudo isso na minha cabeça. O livro desta resenha não é ruir, porém faltou algo mais a essa história.
Alex 27/05/2015minha estante
Concordo. acabei de leu o "Jogador número 1" e logo depois fui ler esse. Me pareceu muito sem graça, quase desisti umas 2 vezes. Achei muito sem graça e sem detalhes. O final realmente é bom, mas até chegar lá é difícil. Não sei se vou querer ler o resto da história, que não me comoveu muito.




Samuel Simões 22/03/2015

Vale a pena!
Ao falar deste livro é impossível não lembrar do maravilhoso livro escrito pelo Ernest Cline " Jogador N1 ". Por ter essa pegada futurista e RPG! Um livro excelente com personagens bem interessantes e um enredo muito original! Recomendo!
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David 21/03/2015

Em O Jogo Infinito, diferente do que se possa esperar, Dashner aventura seu leitor em uma trama perigosa, com gostinho de thriller psicológico e romance policial, sem deixar de encantar e inovar nos cenários distópicos.

Michael é um excelente jogador. Desde cedo, recluso pelos pais e pelos poucos amigos que tem, se aventurou pelos mundos virtuais, onde construiu sua verdadeira existência. Ao lado de dois companheiros, viveu mais aventuras em poucas horas do em toda a sua adolescência, passando assim a basicamente morar no jogo. Quando em uma simples missão para acumular pontos, se vê frente a frente com uma garota que deseja se suicidar, seu universo se transforma. A morte da garota não acontece apenas no jogo, mas na realidade. Um perigoso hacker está ameaçando seu universo e sua existência. Pouco se sabe sobre ele, mas pouco a pouco, sua fama e tirania têm aniquilado mais e mais jogadores. Kaine, um estrategista potencialmente astuto está elaborando uma perigosa armadilha para tomar o universo virtual, mas não apenas ele, como também se apropriar de todos os jogadores. Depende de Michael e seus amigos descobrirem os planos do hacker, provando ser melhor que ele, em uma competição onde a aposta é sua própria vida.

A construção realística de James Dashner em mais um novo recomeço está sublime. O livro que aparentemente parece bem previsível surpreende o leitor em cada página que ultrapassamos. Com uma escrita muito melhor e mais enxuta, o autor não se alonga em dramas desnecessário, dando foco à missão principal de seus personagens e a trama no geral. Embora esse livro não tenha tantas críticas ou temáticas bem mais polêmicas como acontece na série Maze Runner, A Doutrina da Morte abordar a violência virtual com uma visão realística, que se analisada ou pelo menos vista com mais calma, não custa a escapar de nossa atual sociedade. O assunto é tratado com toda a crueldade que esse tipo de ato pode gerar em uma pessoa, focando especificamente nos traumas psicológicos ou em efeitos que remetam alguma sequela cerebral. O foco de Dashner foi inspirar-se em uma sociedade futurísticas (pós guerra), onde a tecnologia está inteiramente ligada aos seres humanos; e ligada no sentido literal da palavra. As pessoas possuem chips e entradas neurais para acoplar em computadores, tanto para jogar, como é o caso de Michael, como para viver cotidianamente. Mas o mais surpreendente é que o enredo se fecha inteiramente ao universo virtual, como se o real fosse lá e o virtual o aqui. Essa é sem dúvida uma das melhores contradições da obra, quando visualizamos que as experiências vividas por Michael são muito mais vívidas e verdadeiras no mundo virtual do que na sua própria “realidade”.

A escrita de Dashner também evoluiu 100% pra mim. Como citei acima, descrições mais sucintas e narrativa mais segura, me senti preso pela trama do início a fim, de forma que o autor não ficou se prendendo aos dramas bobos de cada personagem. Pelo contrário, Michael foi um protagonista que realmente me cativou, não só pelas qualidades semelhantes com a minha personalidade, mas pela fidelidade que apresenta aos amigos virtuais, que ao menos conhece pessoalmente. O laço entre eles é um ponto realmente admirável, e o autor trabalhou excelentemente bem este ponto sobre relacionamentos a distancia, de forma a deixar bem claro que fronteiras não são intransponíveis. O trio em si me recordou muito os bruxos mais amado do mundo. As características de todos batem muito com as dos personagens de Rowling, e talvez eles tenham sido realmente inspirados neles. Vale ressaltar claro, que não é uma cópia. Os personagens de Dashner possuem suas peculiaridades independentes e propriamente chamativas. Michael com certeza foi um narrador encantador, diferentemente de Thomas, que passou boa parte do primeiro livro reclamando ou chorando (me odeiem agora por eu não gostar do protagonista de Maze Runner). A pegada hi-tec, meio voltado ao universo geek (games), também me recordou bastante de Insígnia, outra distopia publicada pela editora (Resenha Aqui). As temáticas são bem parecidas, ou pelo menos, esta questão da ligação humana com a tecnologia. Suas diferenças surgem no universo em si, quando Dashner foca bem mais o racional humano e seus sentimentos, do que na questão distópica em si.


Em uma reviravolta totalmente inesperada, contando com uma edição perfeitamente linda e deslumbrante, O Jogo Infinito é uma ótima pedida de leitura. Em especial, para os nossos leitores otakus, a trama recorda bastante o enredo retratado no anime Sword Art Online. Com certeza é um livro imperdível para quem gosta de ação, distopia, aventura, amizade e tecnologia.

site: www.olimpicoliterario.com
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Wellington 30/01/2015

História Inovadora Final surpreendente
Li o Livro em 2 dias, e comecei muito animado, a parte em que me desanimei um pouco foi na qual fala de animais falantes e que serviam a um homem, esperava que todas as aventuras estivessem ligados ao ciberespaço e não entrando em assunto de espíritos e demônios, esta foi a parte em que apaguei do livro, li mais não levei em consideração....
e logo depois as coisas ficaram ótimas, e começou um suspense que não deixou eu parar de ler.... para aqueles que vão ler, o final é sem igual...

só não gostei desta parte, acho que foi meio desnecessário...
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LeRoux 08/01/2015

Não é um Maze Runner
Comprei o livro esperando a mesma qualidade e desenvolvimento cativante que Dashner teve na série do Maze Runner, mas não obtive isso. O livro é legalzinho, leitura fácil, não memorável.
lucianav 25/01/2015minha estante
Pensei exatamente a mesma coisa!




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