O Jogo Infinito

O Jogo Infinito James Dashner




Resenhas - O Jogo Infinito


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Leo 11/05/2015

Infantojuvenil
Como dito "não é um Maze Runner...". Fiquei esperando algo no nível de Maze mas nem perto.
Os diálogos são forçados, situações pouco elaboradas.

Não costumo fazer isso, mas esse vou parar por aqui (88ª pag.)
adrianoprospero 12/05/2015minha estante
Cara chegou uma hora que eu cansei um pouco, mas vale a pena ir até o final. Mas de fato, não é um Maze Runner...




Dani 23/07/2015

Resenha: Um mundo que você pode literalmente estar dentro de um jogo de video game - basicamente isso -. A VirtNet - um mundo virtual - disponibiliza isso para você. Basta entrar em uma Caixa - que é chamada pelos personagens de Caixão - e adormecer. Seu corpo fica inerte, mas sua mente é transportada para uma realidade virtual, lá você se torna um jogador. Você é capaz de sentir tudo que acontece na VirtNet, porém não sofre nenhuma lesão.

Esse lugar Virtual está em perigo, pois Kaine - o vilão da história - esta causando varias mortes, que não só afeta a pessoa que esta na VirtNet como também o corpo no mundo real. Ou seja ela morre nos dois mundos.

Por Kaine ser um super Hacker, para capiturá-lo, a segurança da VirtNet - digamos assim - chama Michael e seus amigos Bryson e Sarah, que também são super Hackers. Eles conseguem invadir qualquer código de qualquer jogador. E por esse motivo estão ótimos para essa tarefa (mesmo que eles sejam apenas adolescentes, até porque é super normal crianças irem atrás de super criminosos, acontece a todo momento -_-).

Seguindo essa missão, os garotos vão passar por poucas e boas, e coisa e tals...

OBS: De longe, esse não foi um dos melhores livros que ja li. Não foi de total desagrado, mas não vai de jeito maneira entrar na MINHA lista de favoritos.

No inicio é um pouco confuso, pois se tem algumas girias e não tem uma certa apresentação da história, ai mais pro meio algumas coisas são explicadas. Mas mesmo assim eu fiquei boiando.

Depois que Michael e Companhia são "convocados" para pegar o Kaine, as coisas dão uma melhorada, pois chega a parte mais interessante que é a aventura. Algumas informações sobre o que Kaine esta planejando são reveladas, e mais uma vez momento de muita confusão. Ai você percebe que o que foi mostrado no meio do livro não tem muita concordancia ou compatibilidade com o final, pois não faz sentido. Mas o final é algo bem inusitado, e para MIM a única coisa que me faz querer ler a continuação, é o final, quem sabe assim algumas (se não várias ) perguntas serão esclarecidas.

O livro " O jogo infinito " e o primeiro volume de uma trilogia chamada a Doutrina da morte.

PS: talvez a minha confusão com a história seja porque eu não entendo muito de jogos (mentira, eu não entendo nada). Porem se tiver uma alma caridosa que ja tenha lido e entendido o livro, peço que por favor me explique, eu ficarei muito agradecida.

site: http://refugiand0-se.blogspot.com.br/2015/02/resenha-doutrina-da-morte-o-jogo.html#more
Tayanne 17/08/2015minha estante
Só eu achei que a história desse livro foi quase toda baseada no anime Sword Art Online??




LeRoux 08/01/2015

Não é um Maze Runner
Comprei o livro esperando a mesma qualidade e desenvolvimento cativante que Dashner teve na série do Maze Runner, mas não obtive isso. O livro é legalzinho, leitura fácil, não memorável.
lucianav 25/01/2015minha estante
Pensei exatamente a mesma coisa!




andwarf2004 30/12/2014

Os fins justificam os meios?
O título da resenha na verdade quer dizer: um final legal compensa uma história lenta e desmotivadora? Para se pensar...
O livro conta a história de Michael, que vive em um uma época onde existe um ambiente virtual chamado VirtNet para onde as pessoas vão diariamente - entrando em um dispositivo apelidado carinhosamente de "caixão" - para relaxar e sair um pouco do mundo real (elas vão lá pára jogar!). Michael é o típico garoto fissurado por internet e games e tem dois amigos íntimos, Bryson e Sara, que nunca conheceu pessoalmente, apenas na rede.
Então, um cara chamado Kaine começa a assassinar as pessoas na VirtNet, culminando na morte das mesmas na vida real, e Michael e seus amigos vão começar uma busca pelo "assassino", por assim dizer.
Qualquer comparação deste livro com Maze Runner não é por acaso. Você sente um calafrio ao ler as palavras "teste" e "padrão", algumas vezes no livro. Mas infelizmente, não é um calafrio de excitação, mas sim de medo.
Ao longo do livro a narrativa é lenta e ouso dizer, "brochante". Para mim, a personalidade dos amigos de Michael não foi devidamente desenvolvida. No final da história, você conhece Michael muito bem, mas sabe poucas coisas - quase nada, é sério - dos outros dois personagens, que estão praticamente no livro inteiro.
O final é muito interessante, diga-se de passagem, isso para quem conseguir chegar até ele.
Os diálogos entre os três amigos foi o pior. Era como se eu estivesse lendo um livro de criancinhas da quinta série.
Talvez eu não tenha gostado muito do livro por ter lido-o após terminar de ler Maze Runner, com 4 livros incríveis (tá, o quarto nem tanto assim). Então, se você acabou de ler Maze Runner também, sugiro que dê um tempo para que possa digerir mais facilmente essa história. Talvez usar o tempo ocioso de uma viagem de ônibus, por exemplo, como eu fiz.

Se você concorda que o fim justifica os meios, então vá em frente. Se não, procure um livro que seja interessante do começo ao fim!
lucianav 25/01/2015minha estante
Tirou as palavras da minha boca...




Igor 16/04/2015

BOM, POREM...
Porém, eu li um livro muito parecido com esse "O JOGADOR NÚMERO 1" e entre esses dois achei muito mais emocionante e surpreendente o citado acima. Vários motivos: Os personagens eram mais Dinâmicos, Rolava um romance mais intenso, o mundo criado pelo escritor era mais criativo e detalhado. Tudo isso na minha cabeça. O livro desta resenha não é ruir, porém faltou algo mais a essa história.
Alex 27/05/2015minha estante
Concordo. acabei de leu o "Jogador número 1" e logo depois fui ler esse. Me pareceu muito sem graça, quase desisti umas 2 vezes. Achei muito sem graça e sem detalhes. O final realmente é bom, mas até chegar lá é difícil. Não sei se vou querer ler o resto da história, que não me comoveu muito.




Hannah 06/09/2015

Final absurdo!
Tenho que admitir que eu só li "o jogo infinito" por causa do autor, James Dashner. Eu amei maze runner e sou fascinada pela estrutura e designação do livros do tio James. E não estava muito confiante a respeito da qualidade da saga " a doutrina da morte" tanto que ela estava na minha estante a muito tempo. Até que um dia quando terminei "o heróis perdido" de Rick Riordan, olhei para minha estante e vi o lindo livro me encarando com aquela linda capa esperando para ser explorada, e quando comecei a ler, simplesmente terminei praticamente na hora, te tão perfeito e inacreditavelmente bom, eu não conseguia simplesmente para de ler! E o final foi absurdamente fantástico! Achei tão bom quanto maze runner pois os dois tiveram uma mudança de lugar constante e ação toda a hora, o que eu amo?. A única diferença é que o final de maze runner não foi tão bom, na verdade eu odiei o final de maze runner, mas isso não vem ao caso.
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Patricia Paiva 09/04/2016

A VirtNet é uma evolução da nossa internet, mas muito maior e melhor. É um mundo virtual maior e mais complexo do que o real. E como a internet evolui, os jogos também evoluíram. Neles os jogadores que se conectam tem a possibilidade de ser qualquer coisa, de viver qualquer aventura, com a segurança que se morrerem ele podem voltar para tentar novamente, pois por mais dolorosa que seja a morte na VirtNet, você não morre no mundo real. E é nesse mundo virtual que Michael se conecta todos os dias, juntando pontos de experiência no seu jogo favorito LifeBlood, com o único objetivo de chegar a LifeBlood Deep, a fase onde somente os melhores jogadores são capazes de chegar.

E é justamente por causa desse objetivo que um dia Michael se vê tentando impedir que uma garota cometa suicídio ao pular de uma ponte. Ajudar um suicida iria te garantir vários pontos, mas a garota em questão não parece estar querendo contribuir. E a situação acaba indo de mal à pior quando bem diante dos olhos dele, ela remove o núcleo dela. O núcleo é o componente que impede que você morra no mundo real quando você morre na VirtNet. Michael tenta de tudo para salvá-la, mas não há muito que ele possa fazer. A garota estava claramente fora de si, dizendo que estava presa na VirtNet e quem havia a prendido lá era um jogador chamado Kaine.

Após essa terrível experiência, de testemunhar um verdadeiro suicídio, Michael procura a ajuda de seus dois melhores amigos, Sarah e Bryson para desabafar. Eles conversam sobre o tal de Kaine, sobre todos os boatos que estão correndo sobre esse jogador. Mal sabia Michael que sua vida estava preste a mudar por causa desse jogador misterioso.

Michael e seus amigos se vêem do nada recrutados pela SSV (empresa responsável pela VirtNet) para se juntar a cassada desse terrível jogador que está sendo acusado de vários crimes graves, como morte de outros jogadores, manter jogadores presos na VirtNet e de criar os SimKillers, umas criaturas capazes de destruir a mente dos jogadores dentro da VirtNet deixando apenas um corpo vazio no mundo real.

Mas não será nada fácil localizar Kane, pois este se esconde nos níveis mais profundos da VirtNet. Michael então precisará jogar como nunca antes, para garantir não só a sua segurança, mas a de todos que se conectam todos os dias na VirNet.

Quando comecei a ler esse livro eu espera uma estória tão empolgante quanto Maze Runner, e por causa disso fiquei um pouco decepcionada. Embora a estória seja boa, ela deixa a desejar pela o potencial disperdiçado. A estória se passa em um mundo virtual onde qualquer coisa poderia acontecer, mas o que acontece no livro é tudo muito limitado. É inevitável a comparação com o livro O Jogador Nº 1, então quem já leu o Jogador vai ficar esperando por algo mais. Outra coisa que não gostei foram as gírias não compatívels com a nossa época, ao menos ao meu ver. Não sei se o problema em questão seria do livro ou somente da tradução, seria o caso de ler o livro em inglês para poder verificar. Por vezes, as gírias utilizadas pelos personagens pareciam estar sendo faladas por aquele tiozão, que sempre diz que entende a língua dos jovens. Pode ser exagero da minha parte, mas segue um trecho de exemplo:

"No máximo, aquele jogador e seus cães de guarda haviam despertado a raiva da moçada."

Detalhe, a moçada em questão eram apenas os 3 personagens principais: Michael, Sarah e Bryson.

Mas, nem tudo está perdido, pois o final do livro fez com que eu acrescentasse uma estrela na minha avaliação. O final me deu esperanças de um segundo livro melhor e só por causa dele eu irei ler o segundo livro em sequência. Só espero que nesse segundo livro o nível do jogo melhore, tanto por parte do vilão quanto do protagonista. Acabei então dando 4 estrelas, por causa do final e por causa da escrita de Dashner, que mesmo não estando no nível Maze Runner, ainda assim é fluida. Quanto a edição eu não tenho do que reclamar, o livro está lindo e o acabamento está perfeito.

site: http://www.ciadoleitor.com/2016/03/resenha-o-jogo-infinito-de-james-dashner.html
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Brenno 20/03/2016

Sword Art Online?
Tentei ler esse livro algumas vezes, juro que tentei, mas não consegui terminar. Achei que faltou originalidade na história (se alguém aqui assiste anime sabe que existem milhares animes nessa temática), achei tudo um pouco forçado demais, sei lá. A história tem seus pontos positivos e tal mas simplesmente não me cativou. E olha que é raro eu desistir de um livro como eu fiz com esse mas toda vez que eu pegava pra ler eu pensava nos outros livros que eu ia ler depois e o interesse morria. Se lá, tenho certeza que vai agradar alguns mas pra mim não deu.

PS: O tempo todo senti como se estivesse lendo um livro escrito por alguém que acabou de ver Sword Art Online e só conseguiu adaptar a história em outros personagens, alguém aqui assstiu SAO e se sentiu assim também lendo esse lirvro? ahahaha
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Alex 21/10/2015

Interessante, mas fraco
O livro é interessante, traz uma idéia que vários livros ultimamente estão trazendo. No entanto, a história é meio fraca, fica bem chata. Quase larguei, só não o fiz por pena de ter já lido bastante. O final é surpreendente, dá uma reviravolta na história e dá até vontade de arriscar ler a sequência.
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João 23/07/2016

Salvo nas últimas páginas
Esse livro ganhou uma estrela a mais quando faltavam cinco páginas pra acabar, tudo por causa do que talvez seja uma das melhores e mais inesperadas reviravoltas que eu já li. Se surpreender está cada vez mais difícil hoje em dia, e isso - junto com o efeito *se debate na cama com as revelações finais depois de centenas de páginas apáticas* - deve ser valorizado.

Antes disso, contudo, apesar de nada extremamente errado com a narrativa, a trama parece totalmente sem propósito. O nome "o jogo infinito" vem a calhar, porque as personagens passam por um monte de tarefas que parecem infinitas de ler, que não tem uma razão plausível de estar ali e não levam a lugar algum. Bem no estilo *surge desafio - personagens sofrem, mas resolvem - seguem em frente com a jornada* Rick Riordan, mas sem o fator mitologia e desenvolvimento de personagem pra deixar mais interessante. Inclusive, as personagens são outro problema enorme: diálogos engraçadinhos à parte, é muito difícil detectar a voz de cada um, e foi mais de uma vez a necessidade de reler um trecho pra descobrir quem falava o quê. Sem contar o romance forçadíssimo que surge do nada que, não sei por qual motivo, muitos autores julgam ser o fermento do bolo neste tipo de história.

De qualquer forma, o fim me deixou curioso o bastante e explicou algumas poucas coisas que pareciam sem sentido no começo. Se eu estava disposto em disponibilizar para troca sem pensar duas vezes por mais da metade da leitura, as possibilidades abertas pelo final me fizeram dar uma segunda chance.
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Sayuri 14/01/2016

Impressionante!
Michael é um adolescente normal, viciado em video games e hacker. O livro se passa em um futuro (que segundo a minha teoria, é o mundo antes de The Maze Runner, antes do labirinto, antes do cruel, antes da Terra queimar, antes do livro "A Ordem De Extermínio") onde é comum entrar em um caixão (não é exatamente um caixão, é só o formato que lembra um) e entrar no mundo virtual, a VirtNet, onde você pode fazer o que quiser, desde ir a um shopping virtual a lutar contra dragões e em guerras.
Tudo está perfeitamente normal, até que Michael é chamado para combater um grande hacker, Kaine, que está ameaçando a VirtNet, controlando pessoas, e fazendo-as até se matarem. Com ajuda de seus melhores amigos Bryson e Sarah, eles embarcam em uma grande aventura, passando por lugares incríveis e perigosos para chegar a Kaine.

Gosto muito da maneira como Dashner escreve, com muito misterio e ação. A maneira como ele narra as mortes, por mais insignificantes que elas sejam, são muito dramáticas e ricas em detalhes.
O livro é bem estruturado e cativante com muitos acontecimentos inesperados.
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David 21/03/2015

Em O Jogo Infinito, diferente do que se possa esperar, Dashner aventura seu leitor em uma trama perigosa, com gostinho de thriller psicológico e romance policial, sem deixar de encantar e inovar nos cenários distópicos.

Michael é um excelente jogador. Desde cedo, recluso pelos pais e pelos poucos amigos que tem, se aventurou pelos mundos virtuais, onde construiu sua verdadeira existência. Ao lado de dois companheiros, viveu mais aventuras em poucas horas do em toda a sua adolescência, passando assim a basicamente morar no jogo. Quando em uma simples missão para acumular pontos, se vê frente a frente com uma garota que deseja se suicidar, seu universo se transforma. A morte da garota não acontece apenas no jogo, mas na realidade. Um perigoso hacker está ameaçando seu universo e sua existência. Pouco se sabe sobre ele, mas pouco a pouco, sua fama e tirania têm aniquilado mais e mais jogadores. Kaine, um estrategista potencialmente astuto está elaborando uma perigosa armadilha para tomar o universo virtual, mas não apenas ele, como também se apropriar de todos os jogadores. Depende de Michael e seus amigos descobrirem os planos do hacker, provando ser melhor que ele, em uma competição onde a aposta é sua própria vida.

A construção realística de James Dashner em mais um novo recomeço está sublime. O livro que aparentemente parece bem previsível surpreende o leitor em cada página que ultrapassamos. Com uma escrita muito melhor e mais enxuta, o autor não se alonga em dramas desnecessário, dando foco à missão principal de seus personagens e a trama no geral. Embora esse livro não tenha tantas críticas ou temáticas bem mais polêmicas como acontece na série Maze Runner, A Doutrina da Morte abordar a violência virtual com uma visão realística, que se analisada ou pelo menos vista com mais calma, não custa a escapar de nossa atual sociedade. O assunto é tratado com toda a crueldade que esse tipo de ato pode gerar em uma pessoa, focando especificamente nos traumas psicológicos ou em efeitos que remetam alguma sequela cerebral. O foco de Dashner foi inspirar-se em uma sociedade futurísticas (pós guerra), onde a tecnologia está inteiramente ligada aos seres humanos; e ligada no sentido literal da palavra. As pessoas possuem chips e entradas neurais para acoplar em computadores, tanto para jogar, como é o caso de Michael, como para viver cotidianamente. Mas o mais surpreendente é que o enredo se fecha inteiramente ao universo virtual, como se o real fosse lá e o virtual o aqui. Essa é sem dúvida uma das melhores contradições da obra, quando visualizamos que as experiências vividas por Michael são muito mais vívidas e verdadeiras no mundo virtual do que na sua própria “realidade”.

A escrita de Dashner também evoluiu 100% pra mim. Como citei acima, descrições mais sucintas e narrativa mais segura, me senti preso pela trama do início a fim, de forma que o autor não ficou se prendendo aos dramas bobos de cada personagem. Pelo contrário, Michael foi um protagonista que realmente me cativou, não só pelas qualidades semelhantes com a minha personalidade, mas pela fidelidade que apresenta aos amigos virtuais, que ao menos conhece pessoalmente. O laço entre eles é um ponto realmente admirável, e o autor trabalhou excelentemente bem este ponto sobre relacionamentos a distancia, de forma a deixar bem claro que fronteiras não são intransponíveis. O trio em si me recordou muito os bruxos mais amado do mundo. As características de todos batem muito com as dos personagens de Rowling, e talvez eles tenham sido realmente inspirados neles. Vale ressaltar claro, que não é uma cópia. Os personagens de Dashner possuem suas peculiaridades independentes e propriamente chamativas. Michael com certeza foi um narrador encantador, diferentemente de Thomas, que passou boa parte do primeiro livro reclamando ou chorando (me odeiem agora por eu não gostar do protagonista de Maze Runner). A pegada hi-tec, meio voltado ao universo geek (games), também me recordou bastante de Insígnia, outra distopia publicada pela editora (Resenha Aqui). As temáticas são bem parecidas, ou pelo menos, esta questão da ligação humana com a tecnologia. Suas diferenças surgem no universo em si, quando Dashner foca bem mais o racional humano e seus sentimentos, do que na questão distópica em si.


Em uma reviravolta totalmente inesperada, contando com uma edição perfeitamente linda e deslumbrante, O Jogo Infinito é uma ótima pedida de leitura. Em especial, para os nossos leitores otakus, a trama recorda bastante o enredo retratado no anime Sword Art Online. Com certeza é um livro imperdível para quem gosta de ação, distopia, aventura, amizade e tecnologia.

site: www.olimpicoliterario.com
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bela 13/10/2014

A genialidade de Dashner encontrada em The Maze Runner é repetida nesse instigante Jogo.
Já gostei quando li a sinopse e descobri que era sobre videogames. Fiquei curiosa, visto que livros sobre o assunto são raros de encontrar, e para escrever sobre é necessária toda uma linguagem viciante, que nos dê uma visão do jogo mesmo. E James, obviamente, conseguiu este feito.
A história também é bastante interessante. Temos um gênero policial em um mundo virtual, muitíssimo inovador e que nos deixa tão curioso sobre quem seria o culpado, como a história vai se desenrolar nesse diferente contexto e cenário que é impossível não devorar este livro.
Com um começo já viciante, este livro nos mostra um mundo futurista em que as pessoas mais vivem imersas em um universo diferente - com jogos de todos os tipos, em que se pode ir à qualquer lugar da galáxia e onde nunca se morre - do que no mundo real. E nesse mundo alternativo, surge uma personalidade criminosa. E um jovem hacker habilidoso e seus dois amigos devem descobrir e desfalcar tal crueldade contra os jogadores e o mundo real.
E o Caminho (com C maiúsculo mesmo) até o assassino é repleto de surpresas, mortes, monstros e certa insanidade - mesmo que, eu tenha que admitir, no meio eu fiquei meio entendiada com tanta trajetória. Também houveram certos cenários e monstros que me lembraram o CRUEL, os Verdugos e o Deserto - algo não muito bom visto que essa NÃO é a saga Maze Runner - mas nada que interfira muito na minha opinião geral sobre o livro.
E o final se mostra não sendo apenas uma caça à um criminoso, com um fim clichê como nos suspenses comuns, não. Com um quê de "Inception", a solução para este crime nos mostra que nada era o que achávamos ser. Que não existem apenas "humanos" e "jogadores", "real" e "virtual"; mas que na verdade a linha que separa os dois é mínima, praticamente nula. Uma solução que no começo nos deixa confusos, depois - por um breve momento - chateados, e por fim maravilhados com tal genialidade. E uma última frase cômica e que nos deixa com vontade de mais.
Aguardando ansiosamente o segundo volume.
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Jemilly 27/02/2017

Decisão final sobre o que eu achei... ou não.
Passei por quatro momentos de leitura com este livro. O primeiro foi a expectativa ao iniciar, por ser um livro de James Dashner o autor de Maze Runner (que, diga-se de passagem, eu amo), o segundo momento foi a novidade de está lendo um livro que se passa quase totalmente em uma realidade virtual, que me fez lembrar bastante Sword art online (um anime que tinha acabado de assistir na época dessa primeira leitura), o terceiro momento foi quando eu terminei a leitura e fiquei completamente enlouquecida querendo a continuação, tinha achado maravilhoso, perfeito e tudo mais...

O quarto e último momento se deu por não ter sido lançado a continuação (o que foi triste para mim na época), mas o tempo passou, outros livros foram e vieram, finalmente esse ano eu pude ter acesso a continuação, e pensei que como fazia quase dois anos que li o primeiro “vou reler”.

É ai meus amigos que a confusão de sentimentos começam, que a minha pessoa de dois anos atrás, não quer concorda com a minha pessoa de hoje, será que me tornei uma pessoa fria que tenta encontrar defeito em tudo? Ou ganhei mais experiência de leitura apenas? Chega de enrolar, vamos ao livro.

Não, eu não deixei de gostar do livro, O jogo infinito continua sendo um livro incrível e bem inteligente. Ele é um livro futurista que se passa dentro VirtNet, uma mundo virtual onde os jogadores podem ser o que quiser, muitos acabam optando por viver uma realidade virtual, o protagonista é o Gamer Michael, um adolescente que possui habilidades como hacker notáveis, junto com seus dois melhores amigos Sarah e Bryson (virt-amigos, só se conhecem nesse mundo).

As coisas se complicam quando se tem noticias de um jogador chamado Kainer, que está pretendo os jogadores como reféns dentro do Virtnet, eles não conseguem “submergir” para a realidade, causando em muitos morte cerebral, criando criaturas digitais capazes de destruir a mente deles, durante toda a narrativa não sabemos o motivo desse jogador, mas Michael, Sarah e Bryson acabam sendo recrutados pela SSV (empresa que é responsável pela VirtNet), mas colaborar com as investigações.

Não posso negar a boa escrita de James Dashner, o livro não chega ser tão bom quanto Maze Runner, na minha opinião, mas é bem fluido e inteligente, eu amei o mundo criado por ele, o único problema que descobrir quando eu reli foi a influencia que esse universo diferente fez na minha avaliação, pois apesar de ter gostado bastante, não sentir um grande apego aos personagens, e realmente eu gosto de ficar platonicamente apaixonada ou odiando eles com toda a minha força rsrs. Mas achei eles simplesmente ok.

Isso me frustrou principalmente por esse ser um dos livros com os melhores finais que já li, eu relia ansiosa para ler de novo o grande momento do livro, quando James Dashner te deixa de queixo caído com a sacada dele, tudo que você imaginou o que poderia acontecer, esqueça! Que genial! Realmente a Doutrina da Morte é um jogo muito louco, e só por isso vale a pena à leitura. Irei ler a continuação com altas expectativas apesar de tudo, só espero que a personalidade dos personagens tenha sido mais bem trabalhada, pois pelo que vi em Regras do Jogo, vem algo grande por ai, e que deve valer a pena a ler.

site: https://clubedofarol.blogspot.com.br/2017/01/resenha-o-jogo-infinito-doutrina-da.html
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adrianoprospero 12/05/2015

Sensacional e Intrigante!
O livro é "Flórida"! A história é "Flórida"! Sensacional! Intrigante! Depois de ter lido toda a série do Maze Runner, ao começar essa nova história, vejo que o autor continua com a habilidade de prender e surpreender. A história parece uma boa combinação de Matrix com Sword Art Online, alguns dos meus títulos favoritos, adicionando-se bons elementos surpresa. Muita ação, boa ficção e excelentes mistérios. Estou ansioso para ler o próximo!
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