A Era do Ressentimento

A Era do Ressentimento Luiz Felipe Pondé




Resenhas - A Era do Ressentimento


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Thais.Horta 20/04/2019

Não perca seu tempo
Comecei a ler a algumas horas e ja acabei . Não pelo fato do livro ser bom , mas ele é tão ruim, que só queria acabar logo. Uma perda de tempo, principlamente para qualque mulher que não vou dizer nem feminista , mas que tenha algum amor próprio. Um livro horrivel para qualquer pessoa que deseje ver a vida com um otimismo, e ter esperanca por dias melhores, pois na visão dele, isso tudo e ressentimento, ou seja , vamos ser tristes , desesperanços, e sendo exatamente o que a sociedade elitizada e cheia de valores da meritocracia acredita que é o melhor.

" Talvez a melhor forma de resumir uma mulher independente , seja defini-la como incapaz de encontrar um homem que queira fecundá-la e a obedeça"

Sinceramente, depois dessa frase tirada desse livro, decidam por si so se vale a pena .
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Guynaciria 21/01/2019

Pondé analisa de forma pormenorizada o efeito do ressentimento nos mais diversos problemas que afetam a sociedade moderna, como por exemplo a exacerbação do efeito politicamente correto, que acabou culminando no conhecido padrão mi mi mi, do qual todos somos reféns ao publicarmos nossas opiniões nas mídias sociais.

Para Pondé a nossa geração mergulhou em um mar de ressentimento, que está refletido em nossas atitudes em sociedade, assim como na forma critica, quase destrutiva com que nos observamos.

O autor nos define como uma geração de pessoas covardes, ressentidas e mimadas, que sera ridicularizada pelas próximas gerações, que não vão entender porquê nos apegamos a conceitos ultrapassados de democracia, e principalmente por que não tínhamos fibra para lutar pelas coisas que mais desejávamos. 

Em suma, somos fracos, mergulhados em um universo de ilusões, e com um forte complexo de inferioridade, que nos paralisa. 

Os textos são curtos e de fácil entendimento, a escrita é simples. Com temas que variam transitam entre solidão, redes sociais, beleza, narcisismo, feminismo, religiosidade e psicologia.

Confesso que esperava um pouco mais desse autor, já que o acompanho em diversos vídeos postados no youtube, mesmo assim foi uma primeira experiência agradável.
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Jordan 20/10/2018

Básico, porém necessário
O livro não traz uma análise aprofundada sobro o ressentimento, contudo traz análises/reflexões bem certeiras sobre como a praga do ressentimento tem originado boa parte dos problemas psicossocias do mundo contemporâneo. Pondé é impiedoso em suas críticas aos fomentadores e/ou propagadores do ressentimento pós-moderno, que funcionam como verdadeiras fábricas de mimimimi, o politicamente correto; que já contaminou boa parte do corpus teórico produzido nas academias, alguns pensadores contemporâneos, as mídias sociais etc. O livro cumpre seu papel: demonstrar os mitos do progresso e nos mostra a face medíocre da sociedade moderna. O pecado da obra é a profundidade tímida dada ao tema (porém entendo o objetivo de atingir um publico leitor mais amplo, de qualquer forma isso incomoda um pouco), e a vaidade do autor que vira e mexe aparece demais nos seus ataques aos ''idiotas do bem''. No todo, vale a pena lê-lo. Um livro que certamente incomodará os ressentidos de plantão e todos aqueles que se sentem superiores moralmente por comportarem alguma concepção de mundo ''melhor'' dentro de si, ou os ''inteligentinhos'', como diz Pondé .
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Kelly Oliveira 15/06/2018

É um livro desconfortável.
Fazia tempo que eu estava querendo ler um livro do Pondé. Dos três ditos intelectuais brasileiros, isso é, daqueles que mais aparecem na mídia: Clóvis de Barros, Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé. O Pondé é sem dúvida o que mais parei para ouvir até hoje; pois apesar do seu ateísmo declarado, assumido e as vezes irônico, suas ideias sempre me chamaram atenção.

Como estamos vivendo? Por que fazemos o que fazemos? A Era do Ressentimento é uma análise crítica (e ácida) do mundo contemporâneo. Pondé nos apresenta ao mar do caos cotidiano no qual, segundo ele, estão mergulhados todos (a maioria de nós) os ressentidos. Ele nos ridiculariza ao prever como as gerações futuras lembrarão de nós: "Lembrarão de nós como mimados, ressentidos e covardes. Rirão de nosso apego ao voto democrático e de nossa fé em manifestações do povo." E nos oprime ao explicar o que entende por ressentimento: "O ressentimento é uma forma invisível de cegueira."

É um livro desconfortável. De maneira geral ler sobre a realidade humana sempre incomoda, mas a visão de alguém como esse autor pode ser claustrofóbica. Entretanto, acho sempre muito interessante conhecer as diferentes percepções das pessoas quanto ao entorno à nossa volta. É incrível, eu diria, como todos os homens em todas as épocas, quando sinceros, narram perceber o caos no mundo; e mesmo em nossa era, com todo o nosso politicamente correto e tantas bolhas de ilusão, muitos ainda conseguem ver a própria escuridão.

Para um cristão verdadeiro, saber que o mundo está um caos não é saber nada novo e nem motivo de espanto, o que choca talvez, é a desesperança cega dos homens. Enxergar a própria perdição sem conseguir ver um meio de salvação é mesmo desesperador.

Gostei do formato do livro, textos curtos (aforismos). Tão rápido de ler quanto as coisas giram em nosso mundo. Todos os capítulos são relevantes, sem muitas repetições... Porém, não gostei tanto do estilo de escrita do Pondé, acho que esperava mais.

Alguns assuntos tratados no livro são: narcisismo, solidão, perfeição, beleza, redes sociais, feminismo, esterilidade, consumo, psicologia, secularismo, religiosidade... Sobre esse último, como um ateu, ele não deixa de fazer críticas brutais às religiões e principalmente, de maneira muito conveniente, ao cristianismo. Não há (pelo menos eu não vi) um comentário sequer citando os muçulmanos ou o Islã. E olha que em vários momentos, seguindo seu raciocínio, por exemplo, falando-se em radicalismo, qualquer um honestamente chegaria a religião mais radical do mundo, mas não, o que a maioria dos ateus fazem covardemente é só falar mal do cristianismo, chamando os cristãos de radicais violentos e perigosos enquanto fecham os olhos (e alguns até aplaudem) para aqueles que estão matando pela sua fé em tempo real. Não é absurdo?

Enfim, recomendo a leitura e que cada um tire suas conclusões.

site: https://cafeebonslivros.blogspot.com/2018/06/eu-li-era-do-ressentimento-de-luiz.html
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Gabriel 17/04/2018

"A era do ressentimento: uma agenda para o contemporâneo" desnuda a natureza humana, indo no seu âmago para trazer conclusões não tão agradáveis. A obra foi uma das melhores que já li do Pondé, que demonstra aqui uma profundidade maior -- sem, contudo, perder a sua característica coloquial ao expor diferentes vertentes das ciências humanas. Assim, apesar de exigir um esforço maior do leitor na associação lógica de determinados desfechos, o livro não é enfadonho nem pedante.

Como já era esperado, a obra é composta de vários ensaios e aforismos discutindo o contemporâneo e a sua marca mais visível: o ressentimento. Pondé define: "ressentidos são pessoas que passam a vida buscando não sentir o que a vida é: falta de sentido, indiferença, incerteza, sofrimento ou o que os psicanalistas chamam de 'falta'."

Tendo o ressentimento como pano de fundo, Pondé enumera as diferentes formas de como o mundo contemporâneo evidencia essa negação da vida (ou reafirmação da vida que julgam ideal). Para isso, ele pega emprestado alguns raciocínios do sociólogo Zygmunt Bauman, que discorre acerca do vazio da alma humana nos dias atuais sob o prisma da liquidez que se manifesta nas relações humanas.

"A era do ressentimento" é um raio-x do século XXI, dispondo-se a revelar o desequilíbrio da natureza, o caos da psiqué humana e a vaidade desenfreada que subsiste em cada um de nós, dando uma amplidão ainda maior aos nossos desgostos, frustrações e insatisfações. A conclusão do autor é categórica: não sabemos lidar com o problema. Eis a origem do ressentimento. Sejam os deuses ou seja o Mozart (de onde Pondé extrai o conceito de "complexo de Salieri"), qualquer coisa que esteja acima de nós pode servir como objeto fomentador do ressentimento.

"Vanitas, antes de ser uma luta contra o envelhecimento e a falta de beleza, significa o vazio que nos ronda é que se materializa em nossos limites tão indesejados. No mundo contemporâneo, pensamos que podemos votar contra o medo, o fracasso, a inveja, a mentira e a hipocrisia. Essa negação do fato de que não existe almoço de graça prepara a negação maior de que, no limite, não somos o que a psicanálise chama de "ser da falta". Como crianças malcriadas que atingiram os 40 anos, gritamos contra a "injustiça" do universo contra nós e declaramos esse vazio uma falta de respeito".
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Rafael 29/12/2017

Uma geração de mimados
Pondé, dentro da ótica contemporânea, nos mostra como o ressentimento tem afetado a vida das pessoas, e como esse sentimento está cada vez mais legitimado pela cultura – seja nos meios de comunicação – na academia - no debate público. Ou seja: a pessoa tem todo o aval para se ressentir e exigir direitos, e as demais tem o dever de ficarem caladas e acatar o desejo do ressentido.

A sociedade contemporânea está numa encruzilhada, pois os “igualitaristas do bem” querem equiparar a fraqueza deles para como o resto da sociedade. Querem a igualdade na economia por meio do estado (geralmente resulta em uma miséria para todos); querem instituir cada vez mais direitos (todos têm direito à felicidade, escutei um dia desses sobre um projeto de lei).E o caminho do ressentido trilha essa direção politicamente correta, onde o indivíduo nunca é culpado por seus atos, apenas os demais.

A sociedade de mercado promoveu na “sociedade moderna” um nível de conforto e privilégios nunca visto na história da humanidade. Essa camada de mordomias fomentou uma geração de pessoas mimadas, sem coragem e muito menos com disciplina individual - viraram um bando de narcísicos tirando selfs no espelho com seus iphones, e se gabam disso. Logo irão militar a favor de um Iphone para “todos”.

Certa ala das ciências sociais, com seus teóricos de gabinete ficam discutindo um outro “mundo possível”, e se esquecem de olhar para o mundo como ele é. Na área de educação populam ideias de que o aluno não pode sofrer nenhum tipo de zuação – pois ele vai ficar traumatizado. Já há teses em que o professor não pode dar notas baixas para os alunos, pois o jovem poderá ser discriminado pelos colegas. A culpa portanto, nunca é do indivíduo, mas sempre da sociedade que o “oprime”. O ressentido é um craque em demonizar terceiros.

E o resultado não poderia ser pior para essa geração, que não consegue resolver suas frustrações pessoais. A consequência é uma geração fraca, com medo de tudo, que não consegue encarar de frente o peso do mundo, por não compreender que não há garantias na vida. É uma geração que nas entranhas da história será esquecida por não ter produzido praticamente nada de relevante na sociedade. O legado será no máximo de muitas selfies fazendo compras num shopping center, e depois comer no McDonald's.
Alvim 25/01/2018minha estante
Fico pensando que nesse momento, os lixos doentios como Lenin, Stálin,Trotsky, Mao Tshung e mais um "punhado" de fdp fascinados pelo poder totalitário estão comemorando no inferno o sucesso da "ideias culturais" do seu discípulo Gramsci, que queime no inferno também. Vejo o momento político, cultural, social e econômico no Brasil, penso....acho que fomos a nação que a "merda" do Gramscimismo metodológico mais obteve sucesso. Pqp! Como pode o brasileiro não se ater aos fatos históricos? como pode não saber ou pesquisar sobre os regimes socialistas-comunistas e suas artimanhas? como pode fechar os olhos para a avalanche de deturpações de ideais constitutivos familiares? como pode não perceber as manobras ardilosas e inócuas da imprensa? enfim, penso...penso....só espero que não precisamos nos tornar um Síria para que o povo comece a acordar e perceber que o individuo é o único responsável pelo seu mundo e não o contrário.


Rafael 25/01/2018minha estante
Gramsci reinou no Brasil mais nos cursos de Ciências Humanas, e certa parte desses conceitos foi disseminada na sociedade. Porém, acredito que as pessoas sejam confusas mesmo - pois elas não possuem dados sobre a realidade.




Roberto 13/12/2017

Provocativo
Ainda discordando do viés político -- claramente de direita, conservador e pró-mercado --, do autor; impossível passar inerte às observações, provocações e reflexões do Professor Pondé. Um exercício interessante lermos textos de quem -- a princípio -- não concordamos, nem que seja para fazermos uma autocrítica de nossas certezas e dogmas mais caros. Dessa forma, mantemos um pensamento mais lúcido e aberto ao diferente.
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Marcelo.Kenji 30/07/2017

Numa época de "haters" é um bom recado
O Filósofo Pondé consegue ser bem crítico neste mundo de mi-mi-mis, não me toques, direitos adquiridos e outras baboseiras de nos acharmos o centro do Universo. Hoje é muito fácil partirmos para uma reclamação contínua do mundo sem a devida auto-crítica. A reclamação pela reclamação é uma armadilha que pode nos aniquiliar e levar ao mais profundo desespero, tirando-nos a Virtude da Esperança.
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Carlos 09/07/2017

Ressentimento
Não concordo com todas as ideias trazidas, mas tenho que admitir que o Pondé consegue passar com clareza seus pontos de vista e que em grande parte concordo com ele.
Um livro de fácil leitura e rápido entendimento.
A leitura feita sobre o mundo contemporâneo é muito interessante e trás um realismo que falta em outras obras ou estudos sobre nossos tempos atuais, sendo assim me parece uma obra importante para aqueles que não querem observar o mundo de uma única ótica e muitas delas irreais.
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Alex 22/06/2017

NÃO RECOMENDADO PARA MELINDROSOS
quinta-feira, 22 de junho de 2017
16:00

Ler Pondé é se sentir provocado da primeira à última página. Apesar de ter uma certa afinidade ideológica com o filósofo, em muitos momentos fico com raiva das sugestões que ele faz. Aquele tipo de sentimento que você tem quando sabe que a desfeita vai acabar causando-lhe algum proveito a longo prazo, ainda que isso aumente o sentimento de irritação.

Em "A Era do Ressentimento", o autor faz uma análise sobre como nossa sociedade contemporânea será lembrada nas próximas eras. Sugere que não seremos nada além de um pequeno parágrafo em livros de história, por sermos tão vazios de nós mesmos. Não seremos a geração da Apple, da tecnologia ou redes sociais, mas da mágoa, do melindre.

Instiga o leitor a imaginar o final do caminho de uma sociedade que luta por igualdade, felicidade e individualidade, através de seu próprio egoísmo. Mais uma vez nos lembra que salvar animais abandonados e continuar lutando contra os próprios familiares por causa de dinheiro é a principal característica de uma época que não irá promover nenhum avanço filosófico da razão humana com a sua própria natureza.

Trocaria todas as aulas de sociologia ideológica que tive no colégio durante minha vida, por meia dúzia de livros de Luiz Felipe Pondé.

Só me resta questionar: será que o autor vai aparecer por aí, daqui a algum tempo, e dizer: eu avisei?
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Ariani 20/06/2017

Pondé não tem medo de dizer o que pensa, e isso é ótimo!
No livro, Pondé reúne seus pensamentos sobre diversas coisas do cotidiano dando sua visão sobre tudo e onde vamos parar se continuarmos assim, ressentidos. É um livro simples e fácil pois está estruturado em tópicos, tornando a leitura mais rápida.
Levei muitos tapas na cara.

site: http://arianimartins.com/2015/05/a-era-do-ressentimento/
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Gabriel.Araujo 21/02/2017

Genial
Crítica os assuntos cotidianos polêmicos sem medo, em estrutura de aforismo. É o manual do contemporâneo certamente.
"O ressentimento é a forma mais invisível de cegueira"
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Wesley Vaz 14/01/2017

Muito bom!

Ser filósofo fora do establishment no Brasil é um desafio. E Pondé é um ponto fora da curva. Por meio de uma leitura simples e contagiante, o autor pincela sua opinião sobre vários assuntos do cotidiano e aponta uma possível causa de tanta balbúrdia. Vale a pena a leitura.
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Well.Barros 13/01/2017

Ótimo
Ótimo livro.
Dividido em capítulos com subtemas, dando rápidos insights sobre o assunto, sempre objetivo e acessível.
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Marcos Pedro 31/12/2016

Realidade atual
Pondé não tem papas na língua. Ele fala o que pensa, sem receios de atingir aos grupos que crítica. Isso fica bem claro já nas primeiras páginas do livro quando fala sobre a situação no Oriente Médio: (...) “as manias de luxo dos mimados ocidentais que creem fazer alguma diferença com suas causas do Facebook se dissolvem contra a realidade que se vê nas fronteiras políticas, étnicas ou religiosas em guerra nesses países.”.

A cada novo ato ele destila veneno (e verdades) sobre todos os assuntos: religião, feminismo, aborto, redes sociais e suas “causas”, bikes, jovens de hoje, preocupação excessiva com animais em detrimento de humanos etc. ... tudo isso abordando de forma clara e relacionando os assuntos ao que chama de “era do ressentimento”.

Destaque para o trecho que cita que “Se Hitler tivesse de enfrentar os jovens e adultos jovens de nossa época, teria ganho a guerra. Primeiro que seus professores afirmariam que matar é feio e opressor e que supor que os nazistas deveriam ser combatidos seria pura manifestação de intolerância e preconceito com o “diferente”.

Um outro trecho marcante é quando fala da tragédia do secularismo e a questão da demografia como questão de sobrevivência: “apesar de os seculares produzirem muitas ideias sobre como deve ser uma vida perfeita, equilibrada e saudável, os religiosos produzem mais bebês, o que conta muito mais em termos de adaptação da espécie”. Assim, pouco importa o que pensamos sobre o modo certo de viver, uma vez que aqueles que pensam diferente reproduzem muito mais e vão impondo aos poucos seus modos de vida.

Pode-se até não concordar com tudo o que ele fala (ele viaja as vezes e faz comentários meio sem sentido), mas é inegável que ele traduz exatamente o que vemos hoje em dia em nossa casa, nas ruas e na internet. Dizemos aceitar a diversidade, a diferença, mas na verdade queremos que os outros pensem como nós. E quando não o fazem, logo os taxamos por apelidos ou mandamos estudar uma história que nós mesmo não conhecemos, mas o nosso “EU” está sempre certo.
Heidi Gisele Borges 31/12/2016minha estante
Perfeito. Esse foi o primeiro livro do Pondé que li. Eu adorei as colocações. Pensamos igual em diversos momentos. E esde título é sensacional, porque é uma das maiores verdades de hoje. Você viu a palavra do ano? "Surreal" foi escolhida. Mas acho que deveria ter sido "Egoísmo" pq é o que somos hoje. Como diz no final do seu texto, queremos que os outros pensem como nós. Sigam as mesmas modas, os mesmos passos, ativismos, mesmo que não concordemos. Vc tem que ser de lá ou de cá. Nada basta. Veja esse extremismo de Facebook. Quantos "amigos" perdi por não pensar como eles! Não há conversa, troca de infirmações. Há imposição de uma maneira de vida que a pessoa escolheu para ela. E eu respeito enquanto eu for respeitada por não querer para mim o mesmo.


Cioran E. 31/12/2016minha estante
Leitura excelente!




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