A Batalha dos Mortos

A Batalha dos Mortos Rodrigo de Oliveira




Resenhas - A Batalha dos Mortos


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Aninha | @pactoliterario 18/05/2019

Depois dos incríveis acontecimentos de O Vale dos Mortos, nós continuamos a leitura com A Batalha dos Mortos, segundo livro da série Crônica dos Mortos.

Nesse livro nós iremos conhecer Isabel e Jezebel, irmãs gêmeas que têm poderes psíquicos, ambas conseguem ler mentes e descobrir coisas sobre a vida das pessoas e também se comunicarem entre elas apenas através da mente. Porém, Isabel só consegue ler mentes tocando a pessoa, já Jezebel consegue fazer a distância.

Elas duas ficaram mundialmente famosas após receberem um convite para participarem de um programa de TV. Após conhecer o amor de sua vida, Isabel se muda juntamente com Josué para uma cidade no mesmo estado, porém mais distante da irmã e do pai.

Após a grande população virar zumbi, seu marido se inclui entre esses seres, e Isabel é obrigada a mata-lo. Assim como Jezebel, que é obrigada a matar o próprio pai. Elas perderam o contato após isso tudo, mas Isabel está convicta que sua irmã ainda está viva.

Após fugir e tentar sobreviver, Isabel é capturada por um grupo de ex-presidiários que fazem as pessoas de escravas, com Isabel não é diferente, logo que chega é abusada por um deles e também é obrigada a trabalhar na plantação daquele lugar.

Canino, um dos líderes do lugar, logo que vê Isabel nota uma certa diferença nela, e acaba a protegendo para Emmanuel, outro líder daquele local, não machuca-la. Mas o que é uma amizade acaba se tornando um amor, Isabel e Canino estão extremamente apaixonados um pelo o outro.

As coisas começam a se complicar, Emmanuel quer de todo jeito matar Isabel, então ela traça um plano de fuga junto com um outro pessoal que também detesta aquele local. O plano acaba dando errado e Isabel é a única que sai viva do local.

Ela quando vai arrumar um esconderijo, acaba encontra um casal de idoso, que no começo foram meio relutantes, mas depois do convencimento de Isabel, acabam acreditando que a garota não irá fazer mal à eles.

Por sorte, Isabel consegue se comunicar com Estela e Ivan através de um rádio, então nossos protagonistas do primeiro livro pedem calma, pois irão montar uma equipe para resgata-los dentro de alguns dias.

Óbvio que eles obtém sucesso na operação, o local que Estela e Ivan juntamente com seus amigos restauraram contém fortes armamentos do exército, então eles vivem em uma comunidade calma e tranquila, com mais de duas mil pessoas habitando o local.

Isabel rapidamente conta para eles o que presenciou enquanto esteve com os ex-presidiários, logo pede para eles resgatarem o resto do pessoal que ficou lá. Ivan pensa em chegar matando qualquer um que fique em seu caminho, mas Estela o convence ao contrário e então eles buscam uma tática para conseguirem resgatar o pessoal.

Mas a tática deles acaba dando errado, e eles vivem grande momentos de guerra por causa deste erro.

Isabel consegue se comunicar com sua irmã, que ainda está viva, e a promete que logo assim que a missão acabar, irá busca-la para então voltarem a viver juntas.

Vou começar falando dos personagens, dando total destaque para Estela, que me irritou durante o livro todo com suas atitudes. Eu tinha vontade de entrar dentro do livro e dar uma boa dose de semancol à essa mulher, sério. As mesmas ideias que Ivan tinha, eram as minhas, mas chegava a mulher maravilha para estragar tudo, e ele burro por seguir os "conselhos" dela, acabou se dando muito mal.

Isabel é outra que me irritou bastante, a garota queria bancar a super-heroina. juntamente com Estela para salvar o mundo. Acordem, garotas, vocês estão no meio de milhares de zumbis e querem bancar as super poderosas, não vai dar certo!

Ivan, tirando o fato que me irritou bastante acatando todas as ordens de Estela, continua com o mesmo espírito lutador e estratégico de sempre.

Eu juro que não queria fazer essa comparação, mas Ivan e Estela me parecem muito com Rick e Lori de The Walking Dead (espero que a Estela tenha o mesmo destino que a Lori, me desculpem!). E também essa luta de refugiados contra o grupo principal me lembrou um pouco o Governador x o povo de Rick. E eu adorei isso! TWD é uma das minhas séries favoritas, é impossível não gostar.

A narrativa do autor continua super fluída, terminei esse livro que tem um pouco mais de 300 páginas em menos de dois dias, e eu considero isso uma coisa muito boa. Quanto mais você lê, mais você quer. As páginas passaram que eu nem vi, quando fui perceber já tinha acabado o livro e estava querendo mais.

O cenário é ótimo, com os detalhes durante a narrativa, dá pra ver exatamente como é o lugar e imaginar tudo. E isso é super incrível. Mais um ponto!

E o final? Gente, fiquei extremamente passada, não esperava nada daquilo, na verdade, eu fiquei tipo: é isso mesmo?! O final foi genial e o autor soube surpreender direitinho, só me deixou mais ansiosa ainda para ler o próximo volume, que se chama A Senhora dos Mortos.

A edição está maravilhosa, a capa é lindíssima, a diagramação, como sempre, está impecável. As páginas são amareladas e eu não encontrei nenhum erro de revisão. Parabéns a Faro mais uma vez, você fazem um trabalho maravilhoso!

Apesar da minha grande vontade de ler o próximo volume, acabei solicitando Elevador 16 como próxima leitura, já que era para mim ter lido esse livro primeiro. Ele é um spin-off da série, mas dá para fazer igual eu fiz, começar a ler os livros e depois ir para o spin-off. Mas irei adiantar a leitura, já que Elevador 16 será adaptado!

É isso pessoal, espero ter conseguido transparecer todos os meus sentimentos durante a leitura do livro, que sinceramente, foram bem intensas.

Resenha postada originalmente no blog Pacto Literário.

www.pactoliterario.blogspot.com.br
www.instagram.com.br/pactoliterario
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Flavia Kalpurnia 18/05/2019

E o que foi esse segundo livro? Nossa, se eu tinha sentido o mundo acabar com o primeiro, esse segundo foi mais um soco no estômago.
Seguimos os sobreviventes do Condomínio Colinas, e as pessoas que estão chegando nele. Nesse conhecemos Isabel e sua irmã, Jezebel. As duas são diferentes das pessoas normais, e estão separadas por muito quilômetros. Gerando o novo conflito e a nova confusão.
Isabel se salva de uma vida desgraçada nas mãos de ex-presidiários, mas ainda tem muito a enfrentar. Principalmente por ter deixado seu namorado para trás, nas mãos dos monstros humanos.
Um livro com mais do que reviravoltas e provando mais uma vez que o autor, arrebentou.
Nota 4,5/5
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Jessica.Wodiska 24/04/2019

Cada vez está ficando melhor...
Continuação do livro "O vale dos mortos", ele conta com 312 páginas de tirar o folego e sai um pouco do foco que são zumbis e foca mais nas descobertas de outros sobreviventes. O foco também sai de São José dos Campos e vai para Taubaté, passando rapidamente por São Paulo. Algumas mortes acontecem e são extremamente sentidas, pelo menos por mim. Novos personagens surgem, assim como as irmãs gêmeas Isabel e Jezebel, o vilão Emmanuel e o ex presidiário Canino, que demonstram ter papel importante daqui pra frente.

O livro conta a história a fundo de Isabel e Jezebel, as gêmeas com poderes psíquicos. Após o grande dia Z, morando distante, Isabel é obrigada a matar seu esposo que virou zumbi, assim como Jezebel é obrigada a matar seu próprio pai. Com tudo isso as duas perdem o contato e Isabel tendo certeza de sua irmã está viva, ela começa a aventura atrás da irmã. Isabel é capturada por um grupo de ex presidiários que fazem pessoas de escravas em uma base militar na cidade de Taubaté. La irá se desenrolar boa parte da história, onde Ivan irá travar uma batalha com Emmauel, afim de libertar todos os escravos.

Esse livro conta com muitos detalhes e acontecimentos, confesso que em determinados momentos fiquei com muita raiva de Isabel, assim como teve alguns momentos que vinculei muito a história do livro com The Walking Dead. Tentei não fazer essa comparação, mas me lembrou muito a batalha do Rick contra o Governador, mas vou ser sincera, eu amei isso!

O autor narra tudo com muito detalhe, e isso me cativou muito pois consigo imaginar perfeitamente tudo que estou lendo. Agora o final desse livro, gente... me deixou passada! Não vou soltar spoilers, mas confesso que não esperava, fui surpreendida e isso me deu mais vontade ainda de ler a continuação "A senhora dos mortos".


site: https://www.instagram.com/p/BbRVZQhD4v7/
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Brubs 13/04/2019

A batalha dos mortos
Neste segundo livros da série crônicas dos mortos a história toma um rumo onde prende o leitor e simplesmente fiquei mais apaixonada ainda por esta história muito envolvente
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Binho 25/02/2019

Sensacional
A história me deixou sem palavras, agora ler o próximo e ver Jezebel buscando vingança
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Thayna.Silva 16/01/2019

O começo do fim
Esse livro conseguiu me prender mais que o primeiro. A história de Jezebel e Isabel é fascinante e o trajeto que leva ao final assustador e que deixa aquela vontade de saber á continuação imediatamente é magnífica
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Raphael 06/09/2018

Gostei do livro, tirando algumas partes que já não gostava do primeiro livro, em geral é ok
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Tania Regina 31/08/2018

A Batalha dos Mortos
A Batalha dos Mortos faz parte de uma série de terror nacional. É o segundo livro da série, logo após o primeiro "O Vale dos Mortos".
A capa é muito assustadora. Todos os detalhes artísticos no livro deixam bem claro que é de terror.
Depois do primeiro livro em que, no planeta Terra inteiro, depois da aproximação de um planeta, 2/3 de todas as pessoas do mundo se transformam em zumbis.
E os sobreviventes lutam para se manter vivos, sem serem atacados pelos zumbis. Um grupo de sobreviventes criam um grupo de refugiados em São José dos Campos, onde se organizam para manter a segurança, longe do ataque dos zumbis e poder contar com água e alimentos.
o que eles não sabiam é que não eram os únicos sobreviventes. Um grupo de criminosos do presídio de Taubaté, também sobreviveu e criou uma resistência, com uso de exploração de pessoas com trabalho escravo e abusos sexuais de mulheres.
Nesse meio tempo aparece uma mulher, com poderes sobrenaturais, Isabel, que se manteve viva conseguindo sobreviver em meios a zumbis praticamente sozinha. Ela é uma personagem com uma inteligência extraordinária.
Muito boa a narrativa. E o capítulo final é um prefácio para o próximo livro da série "A Senhora dos Mortos" que já está na minha lista de desejados.
É muito bom saber que temos escritores talentosos no Brasil. O Rodrigo de Oliveira prova isso com essa série.
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Emanuel 13/08/2018

?A Batalha dos Mortos? é um livro mais maduro que seu antecessor. Claro, havia mortes em ?O Vale dos Mortos?, batalhas, sangue e até mesmo uma mini-investigação em um determinado momento da obra, mas era ?só?. Tudo se resumia a sobreviver aos zumbis e assim foi por quase toda a história. Porém, neste segundo livro a coisa é um pouco diferente. Se eu pudesse escolher um subtítulo, esse seria: ?O Inimigo agora é outro?. A ameaça liderada por Emmanuel se mostra muito mais perigosa que as hordas de infectados. O autor desenvolveu uma trama mais ?realista? no sentido de "o que os humanos estão dispostos a fazer para sobreviver?? Matar nossos semelhantes é uma dessas coisas que somos levados a fazer quando chegamos ao limite e ?A Batalha dos Mortos? explora isso com mais intensidade que o primeiro volume.
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Nana 04/08/2018

E aí zumbizetes? Continuando a nossa maratona de As Crônicas dos Mortos, com muito gosto e empolgação. Chegamos ao segundo volume, A Batalha dos Mortos. Resenha super livre de spoilers!

Em 2018, a passagem do planeta Absinto deixou uma lembrança catastrófica para os habitantes na Terra. Muitos estavam animados para observar o fenômeno com suas famílias, mas testemunharam um show de horrores; entes queridos se tornaram criaturas de olhos leitosos e famintas. A família de Ivan sobreviveu à contaminação e suou para encontrar um abrigo para proteção. Sua esposa Estela, se transformou numa bela combatente. Juntos, olham por seus filhos e outros sobreviventes no Condomínio Colinas.

Neste volume, temos a introdução das gêmeas Isabel e Jezebel que são de suma importância para o destino da série. Elas compartilham um dom e, durante toda infância, foram alvos de estudos e também, fuxicos na mídia. Por um lado foi ótimo, pois ganharam o bastante para sustentar uma bela vida com o pai em Canela-RS. Mas aqui é a vez de Isabel, que no dia D., assistiu o marido se transformar e o matou. Ela se escondeu e se protegeu o quanto pôde, porém, acabou esbarrando com os capangas de Emmanuel e foi levada para um presídio em Taubaté.

Emmanuel e seus homens dominaram o presídio após a contaminação. Diferente de Ivan, ele abriga as pessoas para obter bem estar, as escravizando. A maioria são mulheres, que já desistiram de sonhar com a liberdade. Logo no primeiro dia, Isabel conhece as regras daquele lugar da pior maneira. Nutrida de ódio, ela nunca esqueceria, e se libertar daquele show de horrores seria prioridade. Porém, Isabel conhece Canino, um dos líderes do presídio que sempre se opõe ao método Emmanuel. Canino se torna um grande protetor para Isabel, e apesar da aproximação, a moça não desiste da fuga.

Numa noite, Isabel e mais alguns amigos prisioneiros, decidem fugir. O plano não sai como esperado e Isabel precisa lidar com mais perdas. Contudo, ela está disposta a libertar aquelas pessoas do domínio de Emmanuel. Isabel segue seu destino e mais tarde, consegue contatar Ivan. Logo, a ira de Isabel se torna a ira de Ivan e Estela. O casal não mede esforços para ajudar outros sobreviventes, e unidos com alguns soldados do condomínio, decidem traçar um plano de ataque.

O problema é que a harmonia entre Isabel e Ivan é testada. Assim que descobre que a irmã está viva, Isabel exige que o homem a resgate em Canela. Ele recusa, pois está mais focado no confronto em Taubaté e um resgate em outro estado, seria ainda mais complicado. E ainda tem Canino, quem Isabel também pretende libertar das garras de Emmanuel. Porém, Ivan não o vê como um inocente. Será que Ivan aceitará de vez que é um líder e se posicionará como tal? Suas escolhas vão refletir e muito nas suas dores futuras.

Para completar, conhecemos uma autoridade que sobreviveu e lidera estudos sobre a contaminação. Ele observa a comunidade de Ivan por meses e enfim, decide contatá-los. Uma nova ameaça?

"- Desista, meu amor. Vai demorar muito ainda para você poder ter uma vida sossegada de novo."

Mais uma ótima construção de Rodrigo de Oliveira. A gente sente todo cenário sendo montado, ao passar das páginas, e assim se preparar para o próximo volume, A Senhora dos Mortos. Continuo vidrada, meio que impossível, já que o início da trama nos estimula com a tentativa de fuga de Isabel e seu grupo, do presídio. O frio na rabiga se instala e ao conhecermos o grande vilão deste capítulo, desejamos sua cabeça numa estaca. Um nojo de ser humano. É o que eu digo: seres humanos conseguem ser piores que qualquer coisa sobrenatural. E aliás, praticamente não falei sobre os zumbis no resumo, né?

O autor preza uma narrativa rica em detalhes, principalmente nas cenas dos confrontos. Os momentos de ação são constantes. Aprecio bastante o cenário construído pelo autor e toda essa familiaridade do território nacional. Quando eles partem para Taubaté, pode ter certeza que cenas eletrizantes e sanguinárias te aguardam. Um cerco formado por humanos e zumbis, praticamente não há como se proteger. E tristemente, perderemos alguns personagens. Um deles, muito importante para o grupo de Ivan.

Mas, não só as lamúrias exaltam a nova era, por trás dos muros no Condomínio Colinas. Novos moradores estão chegando; novas vidas. Há esperança para os sobreviventes seguirem em frente. Ivan e Estela transmitem força e segurança a todos e dificilmente, se opõem as decisões do casal. Até a chegada de Isabel.

Infelizmente, tive problemas com Isabel e as exigências dela. Criei bastante empatia em torno da história da personagem, mas a personalidade me desapontou. É claro que não deixaria de me preocupar com meus familiares nessa situação, mas também seria muito grata por estar a salva, num lugar com uma baita proteção. Imagina se os mais de cem habitantes do condomínio resolvessem exigir que Ivan percorresse todo país, num estalo de dedos, para salvar familiares. Sinceramente, achei de muito egoísmo da parte dela. E continuou em relação ao resgate do Canino...

"...E pelo visto não poderiam ser cometas. Mas ainda assim não há provas de que fossem almas."

A Batalha dos Mortos, nos deixa ainda mais ávidos para os próximos volumes. Nos trás uma ótima continuação e já prepara todo o terreno para a vez de Jezebel. O autor expõe bastante da personalidade da irmã de Isabel, e certamente, Ivan não vai querer cruzar com ela tão cedo. O final surpreende; ressentimentos despertam eventos que a gente nem imagina.

Mais um trabalho excelente da Faro Editorial com a edição. As capas trazem várias imagens, que você tem que analisar minuciosamente, e notará a simbologia aos grandes momentos deste volume. E assim como as outras capas. Os rastros de sangue marcam presença pelos capítulos. Nas orelhas, mais opiniões dos nossos amigos blogueiros.

site: https://cantocultzineo.blogspot.com/2018/07/livro-batalha-dos-mortos-rodrigo-de.html
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@injoyce_ 04/07/2018

A Batalha dos Mortos
Segundo volume da melhor série de zumbis que estou lendo na vida...
Conhemos a história de Isabel e Jezebel. Gêmeas com um secredo encantador, que pode se tornar assustador em meio ao apocalipse zumbi.
Isabel se separou da irmã, quando se casou, e o fatídico planeta separaram-nas para sempre.
No segundo volume, vemos a trajetória de Isabel e a ajuda de Ivan para resgatar os reféns das mãos dos bandidos, que fugiram da penitenciária de Taubaté.
Para mim, o segundo volume da série, esta sendo o melhor até o momento.
E seu desfecho foi espetacular, com uma continuação, que sei, será de tirar o fôlego.
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@injoyce_ 04/07/2018

A Batalha dos Mortos
Segundo volume da melhor série de zumbis que estou lendo na vida...
Conhemos a história de Isabel e Jezebel. Gêmeas com um secredo encantador, que pode se tornar assustador em meio ao apocalipse zumbi.
Isabel se separou da irmã, quando se casou, e o fatídico planeta separaram-nas para sempre.
No segundo volume, vemos a trajetória de Isabel e a ajuda de Ivan para resgatar os reféns das mãos dos bandidos, que fugiram da penitenciária de Taubaté.
Para mim, o segundo volume da série, esta sendo o melhor até o momento.
E seu desfecho foi espetacular, com uma continuação, que sei, será de tirar o fôlego.
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Sissi Freire @dicasdasissi 16/06/2018

Estela e Ivan! Para sempre!
Hoje é dia de falar sobre A batalha dos mortos, segundo volume da série As crônicas dos mortos escrito pelo brasileiro Rodrigo de Oliveira e publicado pela Faro Editorial. Mas, antes de começar, um aviso: este post pode conter spoilers do primeiro livo - O vale dos mortos - então se você ainda não leu, siga em frente por sua conta e risco!

E se você não tem ideia sobre o que estou falando clique aqui para ler a resenha do primeiro livro e depois volte para me contar!

O vale dos mortos tem um gancho em seu epílogo, uma fórmula de sucesso que o autor repete nos próximos volumes e que nos deixa salivando em antecipação ao que vem por aí.

Deixamos Estela e Ivan em segurança no Condomínio Colinas, porém, já prontos para atender ao chamado de SOS que receberam pelo rádio, diretamente de Taubaté. E quem leu sabe que é lá que está o presídio, atualmente em poder dos piores criminosos da nossa história.
E nesse segundo volume, após a passagem de aproximadamente um ano do Dia Z, temos o desenrolar da trama focado em tudo que vem acontecendo dentro do Comando do Exército de Taubaté, que foi tomado pelos ex-presidiários. Somos apresentados a novos personagens, como Emanuel, o bandido sem escrúpulos e sem compaixão, que trata os sobreviventes humanos como se fossem escravos, dispondo de suas vidas como se ele fosse Deus. O que ele acha que é!

Dentro dessa outra comunidade, conhecemos também Isabel, uma jovem que tem poderes psíquicos. Sua irmã gêmea Jezebel, que está em Canela, no sul do país, compartilha desses poderes e ambas sofrem com a distância e com a falta de notícias uma da outra. Isabel está sob o jugo de Emanuel e sua turma, mas tem planos bem formados para escapar de toda a crueldade que a rodeia. Esse homem é tão brutal que mesmo enfrentar os zumbis parecem uma alternativa melhor.
"- Eu acabo com mil iguais a você se for preciso, maldito! - afirmou. E Isabel voltou a andar pela mata."
A fuga de Isabel acontece e com ela as consequências dos seus atos. No decorrer da trama ficamos sabendo de muitos detalhes sobre Isabel e Jezebel e sobre o vínculo que as une. Outro personagem que vai nos cativar é Canino, um ladrão que acaba se mostrando um ser humano muto interessante e controverso.

Enquanto isso a vida corre quase que normal dentro da comunidade estabelecida no Condomínio Colinas, e vamos acompanhando o desenvolvimento dos personagens que vão se mostrar cada vez mais importantes para ao desenrolar da nossa história. Vamos acompanhar Gisele e Zac, que lutam contra as memórias dos acontecimentos do livro passado, e temos que nos preparar para o grande final desse volume, que, por mais que você acredite ser a batalha pelo Comando do Exército de Taubaté e extermínio de Emanuel, não poderia estar mais enganado.

Mais uma vez temos atos heroicos por parte de Ivan e Estela, que podem deixar você se perguntando se não seria heroísmo demais. Eu como sempre afirmo: se tivermos um Dia Z por aqui, espero que Ivan e Estela sejam meus amigos mais íntimos e mais queridos. E tenho dito!
"O inferno, naquele momento, sem dúvida explodia em festa. O Anticristo agora caminhava pela Terra. O profano finalmente havia sido desencadeado"


site: www.youtube.com/dicasdasissi
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Charlitto 23/04/2018

A Batalha dos Mortos
Como se já não bastasse a horda interminável de zumbis em todos os lugares do planeta, uma nova ameaça surge diante dos sobreviventes, trazendo consigo uma preocupação muito maior. Agora Ivan, Estela e seus amigos da comunidade que criaram no Condomínio Colinas precisam lidar com um grande grupo de ex-detentos de uma penitenciária de Taubaté que, munidos de armamento pesado, tomaram de assalto o Comando de Aviação do Exército e criaram um campo de concentração, com diversos reféns. Sem nenhuma chance de revidar, esses reféns são oprimidos e escravizados para servi-los, e, no caso das mulheres, tornando-se escravas sexuais. A brutalidade é tamanha, que até mesmo estupros coletivos são cometidos na frente de todos.
°
É nesse cenário assustador que conhecemos Isabel, uma mulher com poderes paranormais, que consegue arquitetar uma fuga e chegar até um posto policial, sendo resgatada posteriormente por Ivan e seus amigos, livrando-se de toda aquela barbaridade. Ela implora para que seus salvadores sigam até o Comando de Aviação e resgatem os outros reféns. À frente do comando dos bandidos está Emmanuel, um marginal desumano que já havia assassinado vários fugitivos, jogando-os para os zumbis do lado de fora dos portões.
°
Ivan tem de decidir se vale a pena arriscar centenas de seus soldados nessa investida suicida em prol da salvação de algumas dezenas de cativos, numa luta descomunal contra um poder de fogo igual ou maior que o seu. Zumbis são lentos e nenhum pouco inteligentes... mas bandidos fortemente armados, já é uma situação bem diferente e perigosíssima.
°
Rodrigo de Oliveira desta vez traz uma narrativa implacável e ágil, tornando a leitura alucinante e angustiante. A todo o momento me senti tenso e ao mesmo tempo empolgado com a narrativa e diálogos. O poder de fogo dos sobreviventes protagonistas cresceu muito, garantindo mais a resistência contra as feras sedentas. Ainda há um elemento surpresa no final que deixa o leitor aflito pela continuação. Os personagens crescem no enredo de forma grandiosa, criando agora, uma afinidade muito maior por cada um deles. Este livro foi facilmente favoritado!

site: https://www.instagram.com/charlitto_ogami/
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Além das Páginas 18/04/2018

Ivan e Estela criaram uma comunidade de sobreviventes, organizando os recursos como água, medicação, armamentos e alimentos para manter todos em segurança. Ainda é uma situação precária, repleta de necessidade de ajustes e trabalho árduo para sobreviverem. Mas, sua comunidade não foi a única a sobreviver. Um grupo de detentos escapou do presídio de segurança máxima de Taubaté. Liderados por Emmanuel, um homem vil e desprovido de qualquer sentimento, esse segundo grupo irá "caçar" sobreviventes para escravizá-los. E não apenas isso. As mulheres são vítimas de violência física, psicológica e sexual e tratadas como um objeto passado de mão em mão.

“Quem quiser sobreviver terá que se preparar para uma nova vida. A antiga está perdida para sempre. Não existem armas nem balas suficientes para matar tantas criaturas, e o tempo está ao lado delas.”

Dentre essas mulheres, está Isabel, uma mulher com dons peculiares. Ela tem habilidades de mover pequenos objetos e ler a mente das pessoas e no momento, tudo o que ela consegue pensar é em fugir desse local onde é subjugada, violentada e mantida em constante estado de medo.

Nesse livro, vamos alternando a visão de duas comunidades completamente diferentes: uma liderada por alguém que quer prosperar e manter todos a salva e outra liderada por um psicopata.

"Eram muitos, vindos de diversas direções. 'Ela' começou a sentir a respiração cada vez mais pesada e o corpo ficando entorpecido, junto com uma enorme vontade de vomitar. Sabia estar infectada, já vira aquilo acontecer. Em breve aquele pesadelo terminaria, e uma nova e desconhecida fase começaria. Pensou em se matar, mas não tinha coragem. Só rezava para que tudo acabasse. Tinha esperanças de que aqueles seres não guardassem lembranças, vontades ou medos." (p.300)

Mais uma vez o autor Rodrigo de Oliveira acerta em cheio ao tratar a crueldade do ser humano, mesmo diante de uma situação aterrorizante. Vemos pessoas cruéis, inescrupulosas e violentas.

“Lá no fundo do coração todas as pessoas possuem um canto escuro, frio, empoeirado, onde ficam guardados todo o ódio, a fúria, o remorso e o descontentamento. E quando essa caixa de Pandora é aberta, alguém sempre sai ferido.”
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