Criatividade S.A.

Criatividade S.A. Ed Catmull




Resenhas - Criatividade S.A.


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MauricioTiso 15/07/2019

Uma viagem na montanha-russa
Ed Catmull generosamente nos presenteia com uma incrível história de construção e realização de um sonho e que, como consequência, entrega lições profundas sobre liderança e inovação.

Abordando aspectos como pessoas, imprevisibilidade, cultura e obstinação, o autor traz os conceitos dentro de histórias reais o que facilita muito a absorção do conceito e a comparação com o dia a dia corporativo.

Outro bônus e uma nova visão sobre a genialidade de Steve Jobs e como lidar com uma pessoa visionário que reconhecidamente tem dificuldade de se comunicar com o mundo em sua volta.

A leitura é muito fluida e consistente, cheia de exemplos e a abordagem dos conceitos são muito acessíveis.

Recomendo à todos que queiram se inspirar para transformar seus negócio e suas vidas.
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Michael.Oliveira 14/02/2019

O Livro que eu queria ter lido bem antes
Um dos melhores livros sobre criatividade (e também sobre enfrentar bloqueios criativos) que já li. Me fez descobrir bastante coisa principalmente da indústria de animação como um todo. Saber como grandes empresas como Disney e Pixar trabalham juntas é incrível. E entender como a mente desse gênio que é Ed Catmull é sem palavras.
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Fernanda Araújo 23/01/2019

Fantástico
A persistência pode te levar a realizar coisas "impossíveis". Acreditar em seus sonhos e ir em busca das suas metas com todo o seu coração e a sua garra é o que te faz ser uma pessoa de sucesso. Muitas vezes você levará um NÃO na cara, mas isso não deve ser motivo para você desistir.
Buscar sempre pessoas mais inteligentes que você é essencial, mesmo que isso possa soar como uma ameaça às vezes. Muitos irão te dizer que está louco (a), mas não escute essas pessoas, procure estar sempre com aqueles que apoiam e ajudam a desenvolver a sua "loucura".
Um ambiente divertido e relaxante é sempre essencial para o desenvolvimento da criatividade e ideias inovadoras que te trarão sucesso, ouça todas as sugestões com atenção, ainda que elas possam te ferir um pouco, serão sempre importantes para ajudá-lo (a) a enxergar pequenos problemas ocultos aos seus olhos que, se não resolvidos a tempo, podem te levar à ruína.
Estas são algumas das reflexões que o livro "Criatividade S.A." traz para os leitores. Indico esta leitura para todos aqueles que têm o seu próprio negócio ou estão pensando em abrir o seu. Indico também aos professores, embora seja um livro de negócios ele contém ideias fantásticas para dinâmicas nas aulas. É ainda uma sugestão para aqueles que estão desanimados, perdidos na vida, sem conseguir encontrar o seu caminho, é uma obra motivadora que nos faz ter vontade de voltar a viver com todo o gás.
Fica a dica do mês de Janeiro 😘
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Dalves 22/12/2018

Muito bom
Trata de muitas questões presentes no dia a dia do mundo corporativo, dando mais atenção às barreiras que existem e que impedem o afloramento da criatividade.

Através de exemplos reais, Catmull tenta descrever as diferentes estratégias que foram necessárias para que a Pixar crescesse e amadurecesse como companhia, porém preservando os traços da sua cultura criativa.

Como é de se supor, não se trata de uma aventura, ponto pelo qual alguns capítulos podem parecer levemente desconexos ou repetitivos. Contudo, dentro da proposta na qual o livro se insere, acho que cumpriu muito bem o papel.

Por fim, gostei bastante da parte destinada ao Steve Jobs.
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Igor13 26/10/2018

Abandonei com uns 20% não porque o livro fosse ruim ou desinteressante, mas porque falava muito sobre o que já havia lido no livro de Steve Jobs, de Walter Isaacson.
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Ana 01/09/2018

Criatividade SA - Opinião
Acredito que Ed Catmull foi muito generoso conosco ao dividir suas experiências como cofundador e Presidente da Pixar Animations no livro ?Criatividade SA?. Sempre admirei a Pixar, por suas criações inovadoras, pelas mensagens passadas através das animações e os detalhes de cada produção, mas conhecer melhor a mente dos seus criadores, os desafios para realizar seus sonhos e o senso de propósito da empresa, me fez admira-la ainda mais! O livro é sobre trabalhar acima de tudo com um propósito definido, é sobre relacionamentos sólidos com os companheiros de equipe, sobre inovação sempre, sobre não ter medo de errar e aprender com o fracasso, sobre ser sincero acima de tudo e ter o Feedback como principal aliado para o crescimento pessoal e profissional. É sobre acreditar em um sonho e acreditar em si mesmo para realizá-lo. Amei o livro! Muitas lições!
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mboga 04/03/2018

História da Pixar com várias dicas sobre inovação
Foi muito legal conhecer a história da Pixar e como eles criam uma cultura para proteger o processo criativo como um todo. Além de todas as dicas incríveis, destaco também o emocionante posfácio sobre Steve Jobs. Muito bom!
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Bela Lima 14/07/2017

Criatividade traz informações aleatórias que me fez pensar várias vezes sobre aquilo, do quão interessante era aquilo.
O livro é uma biografia interessante do criador da Pixar, Ed Catmull, de como foi difícil e interessante e inovador conseguir fazer o primeiro filme animado completamente por computador -Toy Story.

"Como diz Lee Unkrich: “Fizemos o impossível. Fizemos aquilo que todos diziam que não poderíamos fazer. E fizemos espetacularmente bem. Aquele foi o combustível que tem continuado a queimar em todos nós."

Contado de forma linear, apresentando superficialmente alguns pontos para se aprofundar depois nele, descobrimos o fascínio de Catmull quando criança pelo Maravilhoso Mundo da Disney, que Walt Disney mostrava periodicamente toda noite, seu sonho de fazer parte daquele mundo e sua incapacidade de desenhar, assim Ed Catmull decide fazer graduação em física (seu segundo exemplo após Walt era Albert Einstein) e pós-graduação em animação gráfica, um ramo ainda no inicio.

De posse de uma máquina grotesca e pré-histórica (para os padrões de hoje), a meta de fazer um filme totalmente gráfico era impossível de ser alcançada, mas, juntos com outros que compartilhavam do mesmo sonho, Catmull criou Pixar, uma subdivisão da Lucasfilm - empresa criada pelo autor de Star Wars - que passou por altos e baixos, quase que vendida muitas vezes e enfim comprada por Steve Jobs, mudando de setor e então mudando novamente para o original, e então fazendo o filme Toy Story um sucesso mundial.

"(...) a mudança irá acontecer, gostemos ou não. Algumas pessoas consideram eventos randômicos imprevistos como algo a ser temido. Para mim, a aleatoriedade não é apenas inevitável: ela faz parte da beleza da vida. Reconhecer esse fato nos ajuda a reagir de forma construtiva quando somos surpreendidos. O medo faz com que as pessoas busquem certeza e estabilidade, nenhuma das quais garante a segurança esperada. Eu adoto uma abordagem diferente. Em vez de temer a aleatoriedade, acredito que podemos fazer escolhas para ver o que ela é e deixar que trabalhe para nós. O imprevisível é o terreno no qual ocorre a criatividade."

Não vou entrar em detalhes de como tudo aconteceu, porque (basicamente) isso é o livro. Isso e as várias dicas que o autor dar de como agir diante de problemas e de como criar um local favorável a criatividade. E de que as pessoas precisam aceitar o medo e não estigmatizá-los, precisam de meta e estar sempre abertas para críticas produtivas.

Todavia, Criatividade traz informações aleatórias (talvez especifica sobre arte e ser humano?), que me fez pensar várias vezes sobre aquilo, do quão interessante era aquilo. Você sabia que a animação feita com computador é tão perfeita que os olhos humanos não se sentem confortáveis? Tiveram que criar "erros" por assim dizer para que pudéssemos aceitar o que víamos. Ou você sabia que não conseguimos desenhar algo igual ao que vemos, porque desenhamos nossa percepção sobre aquilo e não aquilo?

Outra coisa que gostei foi da apresentação de Steve Jobs na história. Você sabia (mais um você sabia) que Steve foi um dos fundadores da Pixar? Eu não. Já li diversas histórias que falava do arrogante Steve Jobs, entretanto essa foi a primeira que eu consegui ver que era real, que falavam de uma pessoa, com defeitos e qualidade como qualquer um, e não de uma maçã (apple) completamente podre.

"Para muitas pessoas, mudar de curso também é um sinal de fraqueza, equivalente a admitir que você não sabe o que está fazendo. Isso me soa particularmente bizarro – pessoalmente, acho que a pessoa que não consegue mudar de opinião é perigosa. Steve Jobs era conhecido por mudar de ideia instantaneamente à luz de novos fatos, e não sei de ninguém que o achasse fraco."

Ed diz que esse livro têm um público específico, concentrando-se em pessoas que dirigem outras, mas eu discordo. Qualquer um pode ler, mesmo que não seja um empresário ou um animador gráfico, porque é muito interessante, com vários fatos surpreendentes, que mostra que nada começa do nada, que você precisa de determinação para começar e terminar algo, e que o medo de errar é difícil de superar, mas erre e erre e erre, não tenha medo de errar, e então acerte.

site: http://sougeeksim.blogspot.com/2017/07/resenha-criatividade-sa.html
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Emanuel.Antunes 13/03/2017

Esse livro foi uma baita aula de gestão e empreendedorismo. Ed Catmull e os outros fundadores da Pixar conseguiram construir uma cultura diferenciada que possibilitou a consolidação da Pixar e o renascimento da Disney Animation. É um livro realmente inspirador que me trouxe uma outra visão sobre os filmes de animação e comprovou a importância de uma cultura para o sucesso de uma empresa.
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Raquel Comunale 19/01/2017

Nesse livro Ed Catmull, cofundador da Pixar, aborda de maneira cronológica a história da Pixar além de fornecer dicas valiosas de gestão de riscos, processos e pessoas. Deixando de lado aquelas frases de efeito que o corporativismo adora Ed aborda casos de sucesso e falha, lições aprendidas ao longo dos anos e ainda fornece curiosidades sobre o processo de criação dos diversos filmes consagrados como Toy Story, Valente, Ratatouille e outros. O autor enaltece o sentimento de equipe da empresa, assim como reconhece o brilhantismo dos seus funcionários. Aborda um fato bastante curioso: a sequência de filmes de sucesso, em um determinado momento, passou a ser um ponto negativo pois, em novos projetos, o medo de fazer o primeiro filme "mais ou menos" da Pixar era enorme. Cabia aos gerentes e diretores descobrirem a melhor forma de proteger as mentes criativas desse medo. Além de tudo isso nos capítulos finais Ed fala um pouco mais sobre Steve Jobs, CEO da Pixar, principal patrocinador e defensor da empresa. É impossível não se emocionar.

Abaixo meus comentários sobre alguns trechos do livro que me marcaram bastante. Foi definitivamente uma leitura prazerosa e cheia de ensinamentos.

A definição de animação
Desde o início a Pixar focou em algo muito simples: os seus personagens nas animações deve levar o telespectador a acreditar que o personagem é um ser pensamente. Não apenas visualmente ao se movimentar ou interagir com outros elementos, as emoções e intenções do personagem vão garantir que uma conexão única com quem assiste o filme.

O início
Em 1976 a ideia de incorporar alta tecnologia à produção de filmes em Hollywood não era apenas uma baixa prioridade, mas nem mesmo estava no radar. George Lucas foi a pessoa que mudou esse mindset. Em 1977 Guerra nas Estrelas foi lançado com incríveis efeitos visuais do filme e uma bilheteria enorme. Isso mudaria a indústria cinematográfica para sempre. Sua empresa, a Lucasfilm, estava moldando o futuro. Ed Catmull foi contratado como gerente da Lucasfilm após Guerra nas Estrelas alcançar o sucesso.

Barreiras Humanas
Ed foi contratado para fundir o processo de produção de filmes com tecnologia. O problema era que George Lucas queria inovações mas os funcionários, acostumados a lidar com processos manuais, não estavam interessados nas tecnologias desenvolvidas por Ed. Por mais desafiador que fosse o problema técnico ele era insignificante diante do maior e eterno impedimento ao progresso: a resistência humana a mudanças.

O sufoco
Na Lucasfilm Ed e seus engenheiros construíram um dispositivo chamado de Pixar Image Compute. Basicamente era um computador que dispunha de resolução e poder de processamento para escanear filmes, combinar imagens de efeitos especiais com cenas de ação ao vivo e registrar o resultado final em um filme. E aí começaram os conflitos. Enquanto Ed e sua equipe estavam interessados em fazer um filme animado de longa-metragem, George Lucas estava interessado no que os computadores poderiam fazer para melhorar filmes com personagens vivos. Em 1983 George Lucas decidiu vender a divisão de computação chefiada por Ed. A Lucasfilm começou então a procurar empresas interessadas nisso. Em 1985 Steve Jobs entrou no radar.

O CEO Jobs
Em 1986 Jobs assinou o contrato que criou a Pixar. Dono de uma uma personalidade ímpar descrito por Ed como impaciente e lacônico, Steve Jobs tinha uma maneira peculiar de testar as pessoas. Seu método para medir alguém era dizer alguma coisa definitiva e ofensiva – “Estas plantas são um lixo!” ou “Este acordo não presta!” – e observar as reações das pessoas. Se a pessoa tivesse coragem de retorquir, geralmente ele respeitava sua atitude. Era sua maneira de deduzir o que a pessoa pensava e se tinha coragem para defender suas ideias. Steve usava a interação agressiva como uma espécie de sonar biológico. Obviamente isso gerou barreiras no início. Ed e os demais funcionários da Pixar era um grupo de piadistas com a crença básica em se divertir. Lidar com com alguém sem humor e com tão pouca empatia foi um desafio e tanto.

O Banco de Cérebros
Basicamente era um grupo de pessoas cujo os membros eram comprovadamente solucionadores de problemas que trabalhavam muito bem em conjunto para dissecar cenas que não estavam dando certo. Esse grupo analisava as pulsações emocionais de um filme sem que qualquer dos seus membros ficasse emotivo ou caísse na defensiva, era um sistema que permitira uma conversa direta entre pessoas inteligentes, apaixonadas e, acima de tudo, sinceras. O Banco de Cérebros se tornou uma tradição na Pixar. Cada filme produzido era avaliado periodicamente por esse grupo e funcionou muito bem por alguns motivos:
- o Banco de Cérebros não tem autonomia para mudar o enredo de um filme ou algum personagem, ele apenas dá o feedback para que o diretor do filme e sua equipe pensem na solução;
- as críticas dadas são diretamente relacionadas ao material, os diretores e demais envolvidos no filme precisam ter isso claro em suas mentes;
- com o feedback em mãos a equipe de produção consegue fazer os ajustes necessários até encontrar o tom certo que é tão característico dos filmes da Pixar.

site: http://desencontre.blogspot.com.br/
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bedantas 15/12/2016

Não é wow! Mas é bom.
O grande problema de ser ler muitos livros é que cada vez vai ficando mais difícil achar um livro daqueles wow. Mas este não é daqueles livros de se jogar fora, tem muitos pensamentos e linhas de raciocínio boas e um tanto óbvias, mas que são extremamentes difíceis de se colocar em prática. Primeiro que é difícil uma empresa, ainda mais aqui, de pensar como Jobs e segundo é encontrar funcionários dispostos a quebrar paradigmas. Principalmente o de subordinado, hoje todo mundo não quer ser mandado, mas espera ser mandado para poder fazer o que tem que ser feito. Loucura total!
Hellen 23/10/2017minha estante
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Joao.Pedro 31/10/2016

Ótimo livro sobre gestão em um ambiente criativo.
Sempre fui fã da Pixar, e principalmente, Toy Story. Sendo assim, sou suspeito em falar sobre um livro que além de trazer ensinamentos valiosos sobre gerência de pessoas e dificuldades, traz consigo a história de uma das empresas mais criativas e valiosas em seu ramo.

Ed Catmull conta de forma linear, a trajetória da Pixar desde o seu nascimento até os dias atuais: como conheceu Steve Jobs, quais foram as principais dificuldades no começo, quais foram os pontos a se levar em consideração para continuar em frente com o seu sonho: criar o primeiro filme animado por computador.

A mensagem mais clara para mim no livro é: em um ambiente empresarial, principalmente aquele em que deve-se ser criativo, sempre haverão fracassos, mudanças e aleatoriedades, e o segredo não é tentar ao máximo evitá-los, e sim agir da maneira correto quando acontecerem.

Recomendo à todos que desejam conhecer mais sobre a Pixar, Steve Jobs e claro, tirar lições valiosas sobre como lidar com pessoas e dificuldades em um ambiente criativo.
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Douglas 26/08/2016

Maravilhoso
mt bom esse livro,amei ele, maravilhoso
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Paulo A.A 14/06/2016

Empresarial e biografico
O livro fala de boas práticas para o meio empresarial e é contada através da evolução da Pixar, como o autor e presidente da empresa as foi descobrindo e evoluindo essas práticas. Como livro empresarial quem se interessa pelo assunto vai ter lições valiosas (o que não é meu caso), mas este livro também tem um excelente relato da história Pixar e seu presidente, como tudo começou, detalhes dos bastidores, a importância de Steve Jobs e outras coisas.
As partes mais divertidas é saber como alguns filmes começaram 90% diferente da ideia inicial pretendida além de outras inúmeras curiosidades dos bastidores. O livro também mostra que os sucesso da Pixar é graças ao seu coletivo, seu ambiente de trabalho e a preocupação de localizar problemas e sempre trabalhar para melhorar o processo.
Acho que o livro deixa claro que o sucesso da Pixar e o reavivamento da Disney Animation foi graças a Edwin Catmull e John Lasseter e para mim ficou um pouco a dúvida de se quando eles um dia saírem outras pessoas conseguiram manter essa cultura.
Finalizando quem quiser aprender boas práticas e modernas práticas para empresas ou quem é admirador da Pixar e quer conhecer um pouco mais sua história e curiosidades este livro com certeza deve ser lido.
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