Por Quem os Sinos Dobram

Por Quem os Sinos Dobram Ernest Hemingway




Resenhas - Por Quem os Sinos Dobram


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Alessandro232 01/05/2023

A genialidade "simples" de Hemingway
Na superfície, "Por Quem os Sinos Dobram" parece ser um livro simples. Temos uma narrativa que vai direito no ponto: um homem recebe a missão de destruir uma ponte e a partir de então tudo gira em torno dessa situação que assume contornos cada vez mais dramáticos. Mas, é somente isso ou essa é só a ponta de um iceberg, tratando-se uma obra assinada por Ernest Hemingway.
Ao poucos, gradativamente, percebemos que há várias camadas de leitura em "Por Quem os Sinos Dobram? Assim, a narrativa vai revelando ao poucos, sua complexidade, principalmente no modo peculiar como Hemingway explora episódios envolvendo a Guerra Civil Espanhola - uma das mais sangrentas e que prenuncia em seus aspectos mais violentos e insanos os horrores da Segunda Guerra Mundial.
Assim como em outras obras do autor, o que chama atenção em "Por Quem os Sinos Dobram" é que grande parte dos fatos são contados por meio de diálogos. Ou seja, o leitor é informado do que acontece por meio da fala dos personagens. Ao dar "voz" a cada um deles, com destaque para Robert Jordan, o autor propõe reflexões sobre temas complexos, tais como a sensação de sentir-se estrangeiro em sua própria terra, a banalidade do Mal e da violência e até mesmo a falta de sentido em uma guerra; não há vencidos e vencedores, sempre ambos os lados saem perdendo no conflito armado.
Neste aspecto, não se pode deixar de mencionar o breve caso de amor entre Jordan e a espanhola, Maria, visto por muitos leitores como um ponto fraco no livro. Este relacionamento amoroso pode parecer "forçado" levando-se em conta o tom meloso dos diálogos entre eles. - talvez uma concessão feita pelo autor para que o livro tivesse mais apelo comercial.
No entanto, apesar do emprego de uma linguagem "melosa", o amor intenso e imediato entre Maria e Robert pode ser visto como um traço de humanidade que os une diante de tantas atrocidades cometidas. É por meio dessa situação que pode ser vista como inverossímil, que o autor ressalta a sensação constante de é necessário aproveitar o tempo da melhor forma possível diante da constante ameaça da morte, principalmente, durante a guerra, onde tudo parece ser transitório e pode acabar a qualquer momento.
Mas entre as personagens femininas, a que mais destaca é a também espanhola Pilar, que revela ser uma das mais notáveis criações de Ernest Hemingway. Diante das dificuldades, Pilar reage como uma força da natureza que está disposta a enfrentar tudo que se coloca em seu caminho, em contrapartida ao seu companheiro Pablo, que é um homem quebrado que se envolve no conflito movido somente por uma ideologia política.
Também em alguns trechos, Hemingway para dar veracidade à sua narrativa, menciona personalidades históricas, que realmente tiveram uma participação ativa nos conflitos entre os nacionalistas e franquistas.
Vale lembrar que apesar do autor em muitos trechos do livro demonstrar maior simpatia pelo lado nacionalista, que representava grande parte do povo espanhol, oprimido e massacrado pelos exércitos franquistas, Hemingway também menciona os horrores cometidos por eles, a exemplo de massacre em uma aldeia, uma das sequencias mais marcantes e assustadoras do romance.
"Por Quem os Sinos Dobram" revela ser um livro no qual Hemingway com maestria, sem soar artificial, mistura fatos reais e ficção, de modo a demonstrar sua genialidade como romancista. Isso se faz a partir de uma estrutura narrativa simples, mas que revela ser intricada, cheia de diálogos rápidos e certeiros. Além disso, é uma obra que traz a visão abrangente do autor sobre um evento histórico muito importante, com trágicas consequências para a nação espanhola, representado em sua barbárie e dramaticidade de maneira marcante no quadro "Guernica" de Pablo Picasso.
É por suas qualidades, com destaque para sua escrita incomum, que dá ensejo a passagens eletrizantes e cinematográficas, principalmente em sua parte final, que "Por Quem os Sinos Dobram" tornou-se grande clássico da literatura norte-americana, assim como um poderoso manifesto antibélico, conforme ressalta seu belo título tirado do poema de John Donne.
É um livro que seja por sua temática, pela caracterização de personagens e pela maneira como é narrado, deve ser lido pelo menos uma vez na vida. Talvez, seja a obra-prima do autor, seu romance mais vigoroso e vibrante. Até agora, é o livro que mais gostei de Hemingway, um autor que merece ser descoberto e lido e que nos faz refletir sobre a fragilidade da condição humana.
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Roberta.Beira 12/05/2023

História muito bem escrita e com muita riqueza de detalhes, sendo muitos bem cruéis e impressionantes sobre a guerra civil espanhola. A linguagem utilizada é bem acessível, mas a leitura não flui devido ao extremo apego aos detalhes para a descrição de algumas cenas. De qualquer forma é um clássico e merece ser lido!
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Elaine Messias 21/05/2023

Retrato da guerrilha
O Autor foi enviado como correspondente para a Espanha durante a Guerra Civil espanhola e, estando lá, pegou em armas e viveu vários momentos de perigo.
O livro: são 3 dias na vida da personagem principal, da qual temos narrados os fatos e os fluxos de pensamento. Retrata desde da burocracia militar até as histórias locais vividas pelos espanhóis.
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Tiago.Cecconello 29/05/2023

3 DIAS E ALGUMAS HORAS DE AMOR VALEM MAIS QUE QUALQUER COISA
De Hemingway, eu tinha lido apenas o Velho e o Mar, há uns 20 anos, e gostei bastante da obra. Resolvi revisitar o escritor e ler a sua grande obra: Por Quem os Sinos Dobram.

Primeiramente, o livro segue o estilo de linguagem do autor: simples, pragmático e prosaico. O enredo também é muito simples e MONÓTONO. Quem espera um livro com grandes reviravoltas e um estilo de literário rebuscado e rico, poderá ficar decepcionado, pois o mérito de Hemingway está no subtexto e na temporalidade. Se você sair de Thomas Mann, Victor Hugo, Nabokov, Flaubert, entre outros, que possuem uma escrita rica, detalhista e profunda, você poderá estranhar e até, injustamente, a meu ver, achar Hemingway “meia-boca”.
É importante explicar que a MONOTONIA talvez seja o recurso mais importante da obra de Hemingway, ainda mais tendo como temática a Guerra Civil Espanhola. Aquilo que muitas pessoas chamam de CHATO, uma história em que NADA ACONTECE, é a chave para aproveitar melhor esse livro. Para entender isso, precisamos enxergar a Guerra sob o ponto de vista TEMPORAL. Em um guerra, NINGUÉM TEM TEMPO. Se você é soldado, ordens são dadas e você tem que executá-las, sem questionar. Se você é civil e nem entende direito porque isso está acontecendo, ou é totalmente contra, não pode fazer nada, tem que fugir ou se esconder. A Guerra é um tsunami criado por poucas pessoas que arrasta todo mundo que aparecer no caminho.

Em um cenário assim, surge gente como Robert Jordan, o personagem principal do livro. Ele representa todo aquele revolucionário maniqueísta extremamente apaixonado pela sua causa, que acredita fervorosamente na sua ideologia. Ele é enviado pelas forças em prol da República para cumprir uma missão: explodir uma ponte. Para realizar o feito, ele se junta a um grupo de guerrilheiros, que vivem em uma caverna, próximo ao alvo, e convive com eles por quase 4 dias. E é nesse cenário bucólico e monótono, onde as pessoas TEM TEMPO DE SOBRA PARA PENSAR E ACESSAR SUA CONSCIÊNCIA, que as coisas acontecem.
O Robert Jordan que chega à montanha é um homem que só tem olhos, ouvidos e atenção para a sua missão. Ele chega a dizer, para seu superior, antes de assumir a missão, que não tinha tempo para garotas. As únicas palavras que ele proferia, feito uma marionete, eram: TENHO QUE EXPLODIR A PONTE, ACIMA DE TUDO, E SÓ ISSO, MINHA VIDA É ISSO. Eis que na montanha a convivência com outras pessoas, sobretudo com a jovem chamada Maria, começa a modificar a visão de vida e, até mesmo política, do rapaz.

Robert Jordan começa a ouvir relatos sobre a guerra, entre eles, talvez o mais forte do livro, sobre o massacre que os guerrilheiros fizeram executando cruelmente as pessoas supostamente fascistas da cidade que conquistaram. Nessa passagem podemos ver, por exemplo, o efeito TRIBAL, que ocorre quando um grande grupo de pessoas, hipnotizado pelo senso de tribo, comete atos irracionais de violência (efeito visto em torcida de futebol, por exemplo). Também podemos ver a famosa BANALIDADE DO MAL, tão estudada por Arendt, em que pessoas comuns obedecem às cegas, de forma burocrática, ordens para cometer atrocidades.

Interessante que Hemingway, que sempre foi associado à esquerda e à causa republicana, mostra, de forma imparcial, que o lado que ele defende também pode ser cruel e cometer atrocidades. Outro tema abordado também é a burocracia e a boa vida que alguns figurões militares levam enquanto os soldados-peões precisam cumprir ordens e executar missões mal compreendidas e justificadas.

Robert Jordan teve 3 dias e algumas horas para se questionar que o que estava fazendo talvez não tivesse sentido, que o lado que ele estava defendendo é tão cruel e desumano quanto o inimigo, e que o amor e a amizade, sim, pode ser um propósito muito maior que qualquer outra coisa, e que três dias e algumas horas dele valem uma vida inteira. Em diversas passagens, Hemingway faz seus personagens agirem irracionalmente, sem saberem ao certo pelo que estão lutando.

O livro é uma crítica poderosa contra a guerra e a desumanização que ela gera. Quando um soldado é solto para matar, ele atira em números. As mortes são contadas em números. Os nazistas colocavam números nos judeus. Porém, do outro lado existem irmãos, pais, filhos, todos peças manipuladas por ideologias, que agem burocraticamente e ideologicamente, não com uma crueldade premeditada, por quem os sinos dobram.

Da próxima vez que você ouvir um sino, saiba que ele dobra por alguém que tinha nome!
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Italo139 02/06/2023

A cara as entre linhas são complexas eu li mais n entendi mt bem o livro e otimo tlvz eu q seja mt lerdo
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Fabio.Fatori 24/06/2023

Os sinos dobram por ti
Leitura fácil, com bastante diálogos.
O livro traz um romance ambientado na guerra civil espanhola protagonizada por Robert Jordan, um americano chamado de inglês, que se apaixona por Maria, uma republicana sofrida pela guerra. A história mostra o quando a humanidade pode ser barbara, tanto do lado republicano quanto o fascista, seguindo ideais as vezes impostos, e quando toma proporções maiores, os ideais as vezes nem são mais lembrados e torna uma vingança pelo que fizeram com suas famílias, amigos e conhecidos.
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Tina 11/08/2023

Belo e tocante como só Hemingway sabe criar
Robert Jordan é um americano que luta na Guerra Civil Espanhola ao lado da República, como guerrilheiro. Especialista em explosivos e bombas, ele é convocado para uma missão: explodir uma ponte em uma região específica, durante uma ofensiva realizada pela República contra o governo totalitarista de Franco. Para concluir a missão, ele recebe a ajuda de guerrilheiros que se refugiam nas proximidades da ponte, que serão seus aliados nessa empreitada. Pablo, Pilar, Anselmo, o cigano, Maria. Todos na luta pela libertação da Espanha, ansiando por dias melhores. Ao acompanharmos o desenrolar da missão de Robert, notamos uma transformação em seus pensamentos no que diz respeito à explosão da ponte. Planos, mapas, estratégias, e um amor descoberto no meio do caminho. Junte tudo isso com o sonho de um futuro melhor, cheio de desejos que qualquer um na idade dele tem. Os obstáculos, as dúvidas, as perguntas..."mas será que dará certo? Estou no caminho certo? E o futuro?" "Ah, mas cala-te, deixa de pensar bobagens e coloca mãos à obra para concluir tua missão"! Conhecemos os pensamentos do nosso protagonista de forma límpida e profunda, numa escrita envolvente que nos emociona. Ernest Hemingway, o autor das poucas palavras, faz jus a esse título e nos presenteia com uma obra de fácil entendimento e, ao mesmo tempo, que deixa profundas marcas. Sem floreios, ele diz o que quer, com uma simplicidade tocante. Importante e reconhecida como é, essa obra de Hemingway carrega muitos dos louros de sua fama, e como leitora assídua eu não poderia deixar de conhecê-la e admirá-la. Em 2016, ainda na graduação, um professor citou o livro em aula e perguntou quem o conhecia. Eu fui a única que levantou a mão, ainda sem ter lido para dar meu parecer. Hoje eu sei o porquê de ele o ter mencionado, e posso dizer que correspondeu às expectativas depois de tantos anos ansiando pela leitura. Sem contar quão belo e emocionante o final da história é.

"[...] Não se engane sobre amar alguém. Porque a maioria das pessoas não tem a sorte de sequer descobrir o amor. Você nunca teve essa chance, e agora a tem. [...] Sempre existirão pessoas que dizem que isso não existe, porque nunca o conheceram. Mas eu lhe digo, isso é verdadeiro, é seu e é sua ventura, mesmo que você morra amanhã".
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Mari 30/10/2023

Gostei
Li para a faculdade por causa do contexto histórico. Gostei muito, mas acredito que era muito jovem para entender todas as nuances da narrativa.
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Marcos Aurélio 31/12/2023

A morte sempre vence na guerra
Quanto mais leio Hemingway, mais me apaixono pela escrita. As frases curtas, construções claras, poucos adjetivos. Descreve sem descrever, sutil.

Apesar de constar em várias listas como um dos melhores de Hemingway, o livro não ficou entre meus preferidos. Continuo com, "O velho e o mar", "As ilhas da corrente", e "Ter e não ter".

Hemingway narra a história de Robert Jordan, que recebe a missão de explodir uma ponte próxima a Segóvia, durante a Guerra Civil Espanhola.

Durante três dias e três noites, Jordan precisará se ambientar com os guerrilheiros escondidos numa caverna na montanha, persuadi-los a ajudá-lo e conquistar sua confiança.

Jordan é recebido no bando de Pablo, mas logo descobre que Pilar é quem comanda o bando. Em meio ao ambiente caótico da guerra,o "inglês" conhece Maria. Se afeiçoa não apenas por ela, como por Anselmo, seu primeiro contato. O tempo é curto, entre lembranças do pai, do avô, do passado recente e um vislumbre do futuro, ele tenta manter-se firme em seu propósito.

A guerra é sempre um sonho de liberdade para uns, poder para outros. Vida, morte e esperança. De um lado os fascistas, de outro os republicanos. Jordan em seu trabalho quer romper o laço que une, pelo menos fisicamente, estes dois grupos. E, depois viver o sonho da república ao lado de Maria, bem longe dali.

Hemingway retrata as atrocidades cometidas pelos dois lados de uma guerra. Não há vencedores, a morte sempre vence as batalhas, e Jordan tentará ludibriá-la.
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ABANDONADOPORVOCE 10/01/2024

Emocionante
Hemingway despejou todo seu talento e toda sua genialidade nesse livro, a partir deste podemos ver do que o autor é capaz, consegue criar uma história que se torna interessante em todo o livro, personagens inesquecíveis e cheios de personalidade, é possível captar bem a mensagem que o autor quer passar ao longo de toda sua bibliografia, a luta honrada do homem contra a natureza e as convenções maiores que o ser.
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Leticia2513 17/01/2024

Muito bom!
Sempre pensei que este livro fosse tedioso por narrar uma conflito de uma guerra, mas me enganei! É muito bom, eu recomendo a todos, tem muitos diálogos e dependendo do seu entusiasmo pode lê-lo bem rápido!?
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Marcos 26/01/2024

Então...
Ao contrário de algumas resenhas que li, não foi o livro transformador para mim que muitos disseram ser para eles.
A perspectiva do livro é muito pessoal, por mais que haja pensamentos de outros personagens, fica focada na visão de Robert Jordan. Além disso, o personagem não me pegou muito. Parecia muito o "herói americano" (tanto que ele era americano e, se tem um negócio que é contraditório é um americano lutando ao lado de socialistas e anarquistas - por mais que o contexto da época abrisse margem para isso, ao contrário de hoje).
Quanto a história da guerra, é boa mas se tornou plano de fundo do romance adolescente de Jordan e dos casos de família com Pablo. E olha que Pablo, Pilar e Anselmo me pareceram personagens melhores que Jordan. Justamente porque seus defeitos e medos eram mais concretos, ao contrário do que achei de Jordan. Parecia um herói que o autor não quis correr muito risco de arranhar seu heroísmo.
Não é que o livro seja ruim ou superficial, mas não me conquistou.
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Cesar Garcia 02/02/2024

Detalhado e tocante
O livro conta a história de um soldado norte americano durante a Primeira Guerra Mundial em uma missão na Espanha.
Robert Jordan se envolve com os habitantes locais que estão ajudando a lutar pela república e tem a missão de explodir uma ponte.
Nós acompanhamos os pensamentos e os preparativos para essa missão em uma descrição interessante sobre a guerra.
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Maristela 08/02/2024

POR QUEM OS SINOS DOBRAM ~ página 547

"Quão pouco sabemos do que há para saber. Gostaria de ter uma vida longa, em vez de morrer hoje, pois aprendi tanto sobre a vida nestes últimos quatro dias, muito mais, eu acho, do que em todos os anteriores. Gostaria de me tornar um homem velho e verdadeiramente sábio. Tenho curiosidade de saber se a gente segue aprendendo, ou se há um certo limite de aprendizagem para cada homem. Pensei que soubesse tantas coisas e na verdade não sei nada. Queria ter mais tempo.
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Richard Alves 04/03/2024

Foi quando eu aprendi a ler livros para gente grande
A primeira leitura que fiz foi quando me imaginava com um quê de escritor. Li pois achava que tinha que ter lido, sem qualquer noção do tamanho e impacto do autor. Li de forma arrastada e me debatendo até a metade, e depois senti que a história finalmente me atraiu. Finalizei chocado, pois realmente senti que era algo bom. Os anos se passaram e reli novamente, quase uma década depois. A profundidade da narrativa, entregue em frases e pequenas reflexões de forma despretensiosa, entrou nessa casca que a vida vai criando e passei realmente a apreciar esse clássico, ainda que meio a contragosto rs
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