Despertar

Despertar Meg Cabot




Resenhas - Despertar


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Cah 10/12/2020

Ler essa trilogia foi um desafio de força de vontade, porque eu só terminei ela me obrigando.
A Pierce tem 17 anos, tudo bem que adolescente é insuportável, mas essa se supera.
Ela morre com 15 anos, conhece o deus da morte, surta, fica doida querendo voltar, diz que é por causa dos pais, mas quando volta nem interage com os pais, volta cheia de problemas e querendo ser a própria mulher maravilha, o que óbvio, não rola.
Com 17 anos ela volta a ter um contato maior com o John, os dois apaixonados, a Pierce ainda pentelhando, voltam pro mundo inferior, ela enchendo o saco, eu no lugar do John já tinha me livrado dessa chata.
A Pierce vai da resistência ao amor muito rápido, ontem odiava o mundo inferior e hoje acorda amando, sei lá, foi tipo ligar um interruptor.
A trilogia é BEM adolescente, tudo bem que a gente não pode esperar tantas coisas, mas a autora tinha um mito bem legal pra explorar, o mito da Perséfone e do Hades, mas focou muito nos chilique da Pierce, a autora focou muito no romance, deu uma esquecida na fantasia, acontece algumas coisas legais, mas depois volta pra monotonia, até a última metade do livro 3, que é onde acontece quase toda a ação da trilogia.
A história é bem maçante em várias partes, mas não é de todo ruim, se tiver paciência com a Pierce, talvez goste mais, eu, infelizmente não tive essa paciência, mas valeu a pena pelos secundários e pelo John.
Rayane 10/12/2020minha estante
É horrível ler livros em que a protagonista é insuportável. Te entendo kkkk


Cah 10/12/2020minha estante
Nossa, acho que o maior clichê literário é a mocinha chata, porque 99% é assim kkkkkkkkk




Agatha 09/11/2020

Maldito ou Bendito Tanâto?
Não fui muito com a cara do Alex desde da primeira vez que ele apareceu, sempre achei que ele ia virar o vilão. E não é que ele virou o vilão? E ficou 1000 vezes melhor como demônio no corpo. Amei essa conclusão e quero muitos bebêzinhos do submundo no futuro deles. Achei que essa conclusão ficou perfeita, não precisa terminar com a morte deles, ainda vai ter muitas idas e vindas mais esse foi o começo e mais um pouco. Virou minha triologia favorita.
Marquinhos 31/12/2020minha estante
Nossa. Fico muito feliz de achar uma opinião recente sobre essa trilogia!li ela.na minha adolescência, bem na época que lançou rara e só em 2020 eu comprei os livros
Amo Meg Cabot e Abandono ?




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Kari 01/10/2015

"Filho meu,
Aqui de fato poe haver tormenta,
mas morte jamais."
DANTE ALIGHIERI, Purgatório, Canto XXVII

Neste terceiro volume da Trilogia Abandono Pierce e John Heyden (#otudodebom) continuam em sua obstinada luta contra as Fúrias; nisso quando Alex é morto por Seth e seus amigos, John o ressuscita e leva não só Alex, mas Kayla para o Submundo, a fim de mantê-los a salvos! Mas ressuscitar alguém causa um caos fora de todo o terror que possa ser imaginado, pois as Fúrias ficam enfurecidas! Não interessa quanto poder Pierce e John detenham as coisas não funcionam ou não podem funcionar como eles desejam exatamente!


"Na escola , eles nos mandam seguir as regras.
Não fale com estranhos. A segurança vem primeiro, disseram. Não corra - a não ser que seja para fugir de um estranho, é clar. Esperava-se que fugíssemos de estranhos o mais rápido possível, da mesma forma que Perséfone, a menina daquele antigo mito grego, tentou fugir de Hades, o rei dos mortos, foi atrás dela.
(...) Segundo as regras pessoas da nossa família não devem nos machucar. Porém, não fugir da minha própria carne e sangue foi o meu primeiro erro. O segundo foi fugir de John Hayden. ele era exatamente o tipo de estranho que vivem descrevendo na escola. Não, ele não me ofereceu balas ou drogas. Mas um só contato com aqueles olhos cinzas, repletos de tormenta, e mesmo sendo uma menina inocente de 15 anos eu já soube que a sua oferta seria bem mais viciante do que chocolate ou metanfetamina."

As Fúrias são sempre motivo de terror e investidas que normalmente não seriam realizadas por Heyden, pois ao tentarem impedir que almas embarquem rumo ao seu destino conseguem matar Heyden que tenta impedir esse ataque delas. Mas como assim John Heyden morre? Pasmem! O Senhor do Submundo e "imortal" morre sim! Todos ficam devastados, incluindo Pierce é claro! Mas ela acredita que precisa tomar as rédeas e como Senhora do Submundo ou algo assim parte rumo a Isla Huesos para dar prosseguimento aos trabalhos que são realizados no submundo.

Mas lá ela se depara com Sr. Smith um sacristão do cemitério e Patrick que juntos estão realizando uma baita festa onde um furacão se aproxima. O médico cego do submundo revela a Pierce que a alma de Heyden pode estar presa com o Senhor da Morte Tânato e aí descobre que Seth está realizando uma festa, aquele Seth que fez o que fez com Alex o primo de Pierce e acredita que pode encontrar lá o tal Senhor da Morte e obter respostas sobre John. Porém ao ir para a “casa” onde deveria viver, já que não está morta, fica sabendo do retorno de seus pais e muitas outras coisas lhe vêm à memória e percebe o quanto sente falta de tantas delas! Alex é mais um que precisa acertar contas e entender sobre a prisão de seu pai, então juntos, todos vão de encontro a Seth em sua casa onde está acontecendo à festa do caixão!

Na intenção de evitar grandes problemas ela mantém Alex e Seth bem longe um do outro, o máximo que pode.. Mas aí descobre quem é Tânato – e que ironia! Aí queridinhos, ela travará sua própria batalha para libertar seu amado de Tânato e muitas coisas acontecem e é adrenalina pura!

Acredito que Meg Cabot fecha Despertar com chave de ouro e toda a trilogia me agradou bastante! Já estou com saudades do #tudodebom John Heyden - que Senhor do Submundo! Ah um desse lá em casa! kkk Protetor, honrado e um tremendo Bady-boy - Amo! Toda a trama é entrelaçada e sem pontas soltas. Terminei satisfeita!
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Fernanda 02/10/2015

Resenha: Despertar
CONFIRA A RESENHA NO BLOG:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/10/resenha-despertar-meg-cabot-galerarecord.html
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Moonlight Books 06/10/2015

Leia esta e outras resenhas no blog Moonlight Books, www.moonlightbooks.net

A história é recheada de perigos e muita perseguição. Ação não falta e só não é pesada por ter boas doses de humor e sarcasmo. Meg não deixa de trazer personagens que gostam de aliviar a tensão com tiradas irônicas e ousadas.

É um volume final conclusivo e que mostra que o amor de dois jovens pode unir todas as coisas, até mesmo dois universos paralelos. Pode vencer guerras e destruir o mal, isso por si só gera uma mensagem positiva: que o bem sempre vai prevalecer. Há não só uma abordagem da força do amor, mas também da amizade e da família.

site: Leia o restante da resenha em http://www.moonlightbooks.net/2015/10/resenha-despertar.html
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Patty Santos - PS Livros 13/10/2015

Com Despertar chega ao final à trilogia Abandono de Meg Cabot, se eu fosse definir essa trilogia em uma palava seria "morno". Comecei a leitura do primeiro livro da série com altas expectativas, afinal sempre escutei comentários elogiando a narrativa de Meg Cabot. Acabei a leitura dessa trilogia acreditando que escolhi a série errada de Meg para ler, pois apesar de ter uma proposta inovadora e um enredo bem construído, a narrativa dos três livros foi o carrasco da leitura pra mim, simplesmente não funcionou.

Pierce Oliveira é uma jovem que passou por uma EQM (experiência quase morte), e viu sua vida virar um desastre após esse evento. Ela foi expulsa do colégio, sua melhor amiga morre, e, além disso, ela tem que mudar de para Isla Huesos, uma pequena ilha onde sua mãe nasceu. Diferente do que as pessoas dizem, em sua experiência quase morte Pierce não viu a tal luz branca, ela sim se encontrou com o John, o misterioso guardião do mundo inferior. Para voltar a vida Pierce teve que fugir de John, tudo poderia não passar de um sonho ruim motivado pela EQM, porém para confirmar que o que viveu foi real. Pierce traz consigo de sua experiência um colar, que muda de cor toda a vez que ela encontra-se em perigo.

É assim que começa a história de Pierce e John, desde Abandono, o primeiro livro da série, até Despertar temos a épica história de amor entre a humana Pierce e o guardião do mundo inferior John, e todo o drama que isso possa trazer para suas vidas. Mesmo tendo um leque enorme de possibilidades para explorar, já que o tema da mitologia de Hades e Perséfone é vasto, a autora optou por focar no romance entre os personagens principais, e passamos boa parte da história observando o impasse de Pierce ir morar no submundo com John ou não, e realmente esse impasse me cansou.

Mesmo a autora dando um toque sarcástico, meio debochado na personalidade de Pierce, eu não consegui gostar pra valer da personagem, eu achei algumas atitudes dela em Despertar meio frias demais. Fiquei procurando durante toda a leitura motivos para me apegar a personagem, para sentir que ela poderia ser real, eu queria mesmo me conectar com ela, mas infelizmente não consegui. Quando eu esperava um surto dela, ela simplesmente se fechava. Quando eu esperava que ela fosse revidar as mentiras que John dizia para fazê-la ficar no mundo inferior, ela simplesmente ficava apática. Eu gostaria que ela tivesse mostrado um pouco mais de personalidade, que fosse mais firme em seus propósitos, gostaria que ela fosse uma verdadeira heroína, mas infelizmente não consegui enxergá-la assim.

Em Despertar não consegui enxergar o John como nos outros dois livros, mesmo o protagonista sendo meio manipulador, e eu ter uma relação de amor e ódio com o personagem, eu gosto do jeito badboy dele, do seu temperamento ora explosivo, ora protetor. Nesse livro ele estava meio apagado, salvo os diálogos entre ele e Pierce, os dois juntos são fofos! Nesse livro John está mais equilibrado, acredito que por conta da presença de Pierce no mundo inferior.

Finalmente as respostas que tanto precisávamos foram respondidas, o embate do senhor do submundo e as fúrias é o que dá a ação ao terceiro livro, as coisas realmente esquentam, sacrifícios são feitos, novos personagens são introduzidos e novas amizades são seladas. Nos livros anteriores John sempre salva Pierce, nesse volume os papéis se invertem e Pierce volta a terra com o propósito de salvar John, o objetivo final é que o mundo inferior recupere o equilíbrio.

Não posso dizer que o final da trilogia me surpreendeu, ou que o desenvolvimento da história como um todo tenha me encantado. Como eu disse anteriormente, não consegui me conectar aos protagonistas e acredito que a culpa foi totalmente da narrativa de Meg Cabot, arrastada demais, lenta demais, cansativa demais. Porém, tirando esse fato, acredito que a trilogia cumpriu bem o propósito, o enredo criativo baseado no mito de Hades e Perséfone foi o ponto alto da trilogia, para quem gosta de mitologia e quer se aventurar a trilogia é uma boa pedida.

site: http://www.coracaodetinta.com.br/2015/10/resenha-251-despertar-meg-cabot-galera.html#more
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Vanessa Sueroz 04/11/2015

Ótimo final de série
Neste último livro da série teremos o final da aventura de Pierce no mundo dos mortos. Neste livro John e Pierce continuam em sua luta com as fúrias, mas agora Alex, o primo de Pierce esta com eles e já sabe do que aconteceu. Agora Alex e Kayla estão no submundo ‘de férias’ por causa de tudo que aconteceu no segundo livro.

Quando Jonh tras Alex de volta a vida é a gota d’agua para as fúrias que agora faram de tudo para terminar com isso de uma vez por todas, mesmo que isso signifique não ter barcos para levar as almas para a próxima vida ou sumir com algumas coisas na terra.

” Segundo as regras pessoas da nossa família não devem nos machucar.”
Agora elas não querem que as almas embarquem para o seu destino final e com isso causar o caos no mundo inferior e tentar matar Jonh. Agora Pierce, tem que ajustar as coisas, trazer Jonh de volta – se é possível – arrumar a bagunça das Fúrias no mundo inferior e sobreviver a tudo isso, é claro.

Resenha completa:

site: http://blog.vanessasueroz.com.br/despertar-2/
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AndyinhA 04/11/2015

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Apesar da série trazer mitologia e ter sido escrita pela Meg Cabot, esta não foi uma série que morri de amores, coisas repetidas demais, coisas clichês demais, muito mais do mesmo e sem grandes momentos de reviravolta, o último livro termina como o primeiro, bem normalzinho e um tanto sem graça.

A série não é ruim, mas é fraca e previsível, talvez o grande problema tenha sido em ser série, até chegar ao desfecho neste livro, tivemos muitas enrolações e muitos momentos em que a gente já tinha entendido para onde a coisa ia rumar, mas a autora não saia do lugar e ficou de mimimi, fazendo com que sua história não evoluísse o que poderia.

Tivemos as explicações que estavam presas e não eram contadas nos dois livros anteriores? Sim! Tivemos momentos de lutinhas, lavagem de roupa suja e algumas enrolações desnecessárias? Também está presente. Mas nada disso foi de fato algo fora do comum. Isso já estava previsto ou era esperado desde as primeiras páginas do livro 1.

Mesmo que a autora tenha levantado considerações legais no livro anterior, nesta finalização, ela não soube trabalhar muito bem com o assunto que trouxe à tona e ficou parecendo mais aquelas explicações que são jogadas ao fim (ou no decorrer do livro para que a gente saiba o que era o enredo principal, ou parte dele) do que uma explicação elaborada e condizente com o que nos foi apresentado.

site: http://www.monpetitpoison.com/2015/10/poison-books-despertar-meg-cabot.html
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Henri B. Neto 07/11/2015

Resenha: Despertar
Sim, fazem mais ou menos uns dois anos que tenho a ARC de "Awaken", o último volume da trilogia sobrenatural "Abandono", de Meg Cabot. E sim, eu esperei o lançamento do livro por aqui, pela editora Galera, para resolver ler ele. Pois existem momentos em que bate a preguiça de ler em inglês (O que acontece muito comigo... É sério!), e sempre acabo achando mais fácil ler assim, em outro língua, pelo Kindle do que nos que eu tenho em formato físico. Mas eis que o inesperado aconteceu: Assim que solicitei o livro em português para editora, os Correios aqui do Rio entraram em greve - naquele momento, sem previsão de fim. O que parece que foi providencial, pois me forçou a parar de procrastinação e ler logo o livro que fazia aniversário na minha estante.
.Não é segredo que acho a série Abandono o Jovem Adulto Sobrenatural mais fraco da Meg Cabot. Ela tinha um material muito bom na mão, e preciso deixar isto claro! A ideia da autora abordar a mitologia grega e trazer o mito de Perséfone e Hades para os tempos contemporâneos me empolgou pra caramba. Mas a forma como ela conduziu a sua trama, principalmente nos livros 1 e 2, não me agradou. A parte fantástica da saga parecia truncada - como peças perdidas de vários quebra-cabeças. E a história seguia um ritmo louco (no mal sentido) de Brainstorm - o que NÃO É característico da autora. Pois quem conhece ela, sabe que a americana se esmera na construção de seus plots - por mais simples ou viajados que sejam.
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Entretanto, houve um plot twist... O último me surpreendeu. De verdade!
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Não sei se foi por não estar esperando nada, ou por ele finalmente colocar os pingos nos is, mas desta vez não me senti enrolado. Desta vez, eu REALMENTE senti o humor da autora presente nas páginas. Algo que senti MUITA falta tanto em "Abandono" quanto em "Inferno". Pois, com os outros, eu me sentia lendo uma série escrita por alguém que parecia querer criar algo com o toque inconfundível da Meg Cabot. E neste, você sente o toque dela TOTALMENTE presente. E isto fez toda a diferença para mim. Pois as situações engraçadas eram realmente engraçadas. As cenas de ação de fato eram empolgantes. E os personagens que não haviam me conquistado até então finalmente se tornaram carismáticos para mim.
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Sem falar que um dos pontos mais positivos da série enfim chamou a minha atençã: A representatividade presente em todo o livro. Como se tivesse ligado um interruptor, enfim percebi que Pierce Oliviera é a primeira protagonista com origens latinas da autora! Não só ela, como sua melhor amiga também é. E esta influência cultural está presente em toda a estrutura de Ilha Ossos - o cenário da série, que segunda a autora, fica mais próxima de Cuba do que de Miami. Além, é claro, de deixar nas entrelinhas (o que só um cego não perceberia) que o personagem Sr. Smith - sacristão do cemitério da cidade, e que é o equivalente ao "Padre Dom" de A Mediadora para a trilogia atual - é gay, e casado com um homem alguns anos mais novo do que ele.
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Então, fiquei com a sensação que me perseguia desde a leitura do primeiro volume: Abandono deveria ter sido um livro único, NUNCA uma trilogia. Dividir a história prejudicou bastante o material, principalmente as duas primeiras partes. Agora sim consegui ver o quão boa era a ideia da Meg ao recriar o mito de Perséfone, e o quão boa era a sua adaptação do Mundo Inferior. O que antes parecia difuso, com "Despertar", ganhou contornos mais fortes e mais claros. Uma pena que a autora só desenvolveu melhor tudo no último... Se a trilogia fosse um stand alone, sem sombra de dúvidas seria um dos MELHORES sobrenaturais da Meg. Como trilogia, se tornou a mais fraca. Mas indico a leitura de toda ela de uma vez, sem pausa entre os três, justamente por conta do último livro. Ele vale a pena.
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Henri B. Neto
''Na Minha Estante''

site: http://naestante-henribneto.blogspot.com.br/2015/10/resenha-despertar-abandono-3.html
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Michele Bowkunowicz 22/12/2015

Resenha de Despertar
Despertar é o terceiro e último livro da trilogia Abandono, baseada no mito de Hades e Perséfone, e a história continua de onde parou no livro anterior. Pierce está de volta no submundo com seu namorado John Hayde, o senhor do submundo, mas agora com seu primo Alex e sua amiga Kayla. Eles os levaram para o submundo a fim de protege-los das Fúrias. John salvou Alex quando ele foi morto por Seth e seus amigos, e quando John o ressuscita, ele quebra uma das regras mais severas, a de não ressuscitar uma alma, assim ele causa caos, e as Fúrias ficam enfurecidas.

Quando Pierce passa a ajudar John na tarefa de encaminhar as almas, o pior acontece! John morre, sim, o todo poderoso senhor do Submundo e imortal, morre sim, para a surpresa de todos. Agora cabe a Pierce tomar a liderança e partir para a Isla Huesos com seus amigos para libertar John que está preso com o senhor da morte, Tântalo, e restabelecer o equilíbrio entre a vida e a morte.

Leia o restante no blog, acesse:

site: http://www.lostgirlygirl.com/2015/10/resenha-661-despertar-meg-cabot.html
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Ani 25/07/2016

espertar é o último livro da trilogia da autora Meg Cabot, lançado pelo selo Galera Record. Para entender um pouco mais do enredo, vou deixar as resenhas de Abandono e Inferno aqui. Nesse volume, Pierce Oliviera se torna oficialmente a rainha do Mundo Inferior, ou se tornar namorada de John, o Senhor da Morte e seu trabalho é ajudar ele a organizar as almas e mandá-las para seu destino.




Porém, logo no inicio do seu trabalho, Pierce já encontra um problema e não sabe como resolver. Existe algum elemento entre os dois mundos que está causando um desequilíbrio em ambos e somente a jovem conseguirá restabelecer a ordem. Mas será que ela conseguirá?

"E agora, quando a tempestade vier, em vez de fugir, vou encará-la de cabeça erguida."

Quando eu ganhei de amigo secreto os dois livros, Despertar ainda não havia sido lançado, então fiquei um tempinho desejando a continuação da obra e finalmente consegui concluir a leitura da obra.
Para quem não conhece – e ainda não leu as demais resenhas – essa trilogia é baseada no mito de Persefones e Hades, mas especificamente, na obra A Mitologia de Edith Hamilton (publicações Dom Quixote, Lisboa, 1983) e isso é bem explicado durante o enredo. A autora teve um cuidado de utilizar como base a história fazendo com que os personagens buscasse mais sobre o mito e com isso, explicar ele.




A evolução dos personagens acontece gradualmente, Pierce não é a mesma adolescente do primeiro livro, agora é mais responsável, mesmo com um coração irritantemente bom. Meg tem o dom de escrever personagens apaixonantes, aconteceu com Jesse de A Mediadora, Cooper de The Heather Wells Series e agora com John. Ele é um jovem que tem como missão cuidar do mundo inferior, e por lidar apenas com mortos, seu jeito é um pouco bruto demais, ignorante e até mal educado, mas com o passar das obras, vamos acompanhando sua evolução e a forma como os sentimentos por Pierce vão te “moldando”.

"O tempo cura todas as feridas, sabe, Srta. Oliveira. Até mesmo neste lugar."

Mesmo com algumas partes mais tensas, o bom humor está presente e é impossível não rir dos diálogos deles.
Todos os questionamentos que vínhamos nutrindo durante a série vão sendo respondidas aos poucos e isso é ótimo. O final do livro é bem fechadinho, mas há um posfácio onde Meg explica sobre suas influencias e disse que:
“A pergunta que mais recebo por parte dos leitores quando termino uma série é: acabou mesmo?
É claro que Pierce, John e seus amigos podiam continuar a ter várias aventuras, e talvez um dia ouviremos falar sobre eles de novo, mas por enquanto me parece melhor dar um descanso a eles.”
Meg sendo Meg não é mesmo? Seria ótimo conhecer novas histórias do casal, mas preciso dizer que esse é o final mais perfeito para a obra. Como disse, tudo se encaixou no final e foi uma leitura rápida e prazerosa.




Sobre a parte gráfica, a capa está sensacional, não encontrei erros durante a leitura, a obra é dividida em capítulos e narrado em primeira pessoa. O único defeito é que a Record tem uma tinta muito forte, o que mancha algumas letras e falha em outras, não atrapalha a leitura, mas é um pouco desconfortável.
Vale ressaltar que de todos os livros da Meg, os únicos que ela afirmou que não escreverá mais nenhuma continuação foram: a duologia A Garota Americana, em que em um tweet ela disse que Sam e David estão muito bem e o Ela foi até o fim, que é um livro único.
Por fim, aconselho a leitura dessa trilogia para aqueles que gostam de mitologia e romances impossíveis. Tenho certeza que em breve reviverei essa história.

"Assim como Pierce, a minha amiga diz que é só quando se perde a vida que se aprende a vivê-la totalmente, e que a única forma de lutar contra a escuridão é levar um pouquinho de luz para as vidas daqueles que amamos."


site: http://www.entrechocolatesemusicas.com/2016/05/despertar-meg-cabot.html
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Bekah Abreu 03/02/2017

"os meninos em geral eram um mistério, com exceção do meu namorado, que era um mistério embrulhado em um enigma."

Terminar essa trilogia foi algo fora do comum, para mim, pois esse livro estava na ‘espera’ a tempos. Por algum motivo eu evitei ao máximo terminar esse mundo fantástico. Talvez por saber que sentiria falta dele.

A série Abandono é uma estória baseada no mito de ‘Perséfone’ misturada ao mundo adolescente e aqueles casos de ‘volta’ da morte. Ao mesmo tempo é uma estória legal de se ler, fofa, romântica e (quase) leve.
Nesse último livro, vemos os esforços da Pierce e John para ficarem juntos. Ao que parece quando um não é bruto e o outro não é cú doce, a autora apela para forças do além para separar o casal.

A estória começa já no meio do destroço. É duro pensar que mesmo após a morte vamos ter que passar por filas intermináveis e esperar horas pelo transporte correto para te levar ao seu destino final. Legal, né? Não!
No meio dessa burocracia pós-morte, Pierce está tentando se ajeitar no cargo de Senhora do Submundo. Algo um tanto complicado, para quem tem sensibilidade estomacal.

A partir daí tudo começa a piorar (sim, dá para piorar) e Pierce é forçada a retornar a seu lar, em busca de uma chance de salvar seu amado e...TODOS. Nenhuma pressão, querida!


Esse livro fechou tudo de uma forma bem “Meg Cabot” de ser. Teve as piadinhas de pé quebrado, teve os momentos de tensão (com piadinhas de pé quebrado), tem os momento in love e o final cutie.
O livro não me surpreendeu realmente, mas ele foi escrito de uma maneira tão fofa e legal que você acaba indo na onda e amando!


Claro que houve os pontos fracos, como algumas cenas forçadas e algumas revelações que deixam você com aqueles pensamentos “caguei” ou “A ta”. Acho que no último livro nossa rainha Cabot introduziu revelações e situações que perderam o rumo do livro dois para esse. Mas o show deve continuar, né? Por isso, é só ir na onda que você vai curtir.


“Elas eram minha responsabilidade agora, como um dia foram de John. Elas eram a escolha que fiz naquela noite na cama de John, quando ele perguntou se eu entendia as consequências do que estávamos fazendo. Achei que ele tivesse se referindo à probabilidade de fazermos um bebê demônio.”
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Rossana 09/03/2017

Uma Trilogia Fraca!
Sou fã de carteirinha da escritora Meg Cabot. Adoro sua escrita leve que me faz relaxar, mergulhar numa "história" divertida, fácil de ler e romântica. Mas infelizmente não posso exaltar a Trilogia Abandano da autora.

Desde o primeiro livro (não se preocupe, sem spoilers!), a personagem não demonstra profundidade. O "grande amor" que surge é incompatível com o tempo, fica inverossímil demais.

O segundo livro tem toda a trama baseado num erro de continuidade gigante! Se alguém leu e não percebeu, fica a dica: releia o último capítulo do primeiro livro e o primeiro capítulo do segundo! (Capítulo, não prólogo, epílogo, posfácio, etc e procure por tecnologias modernas!)

O terceiro livro é sem dúvida a melhor parte da história, embora eu questione muito a lógica de Tânatos e Alex. Meg escreveu um livro infantil onde todo mundo precisa ter um final feliz! Inacreditável nos dias de hoje e principalmente quando baseado numa Tragédia Grega! Parece mais um conto de fadas. Só faltou o livro terminar com a boa e velha frase "...e foram felizes para sempre!"

Resumindo, relaxei e passei meu tempo, sem contar que revisitei a obra de Dante, mas aviso que é abaixo da média de qualquer livro que já li da autora.

Leia se tiver tempo sobrando e nada melhor! Só compre numa super-hiper-mega promoção. E não espere muito!
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