Infinito + Um

Infinito + Um Amy Harmon




Resenhas - Infinito + Um


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Thaina Ferreira 29/03/2018

Me surpeendeu
história empolgante e envolvente amei muito
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Daisy 18/02/2018

Quando é Infinito + 1?
Que delicinha de livro...
Estava esperando um mega dramaaa, passei boa parte do livro com o coração na goela, mas não!!
Gostoso,tem seus momentos tensos,mas nada exagerado. Amei demais...pela leitura fluída e por me lembrar dois livros que amo demais...esse tmb vai para a lista dos favoritos!!!!


Mega indico!
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Mari | @PitacosLiterários 08/11/2017

Infinito + Um é um romance da maravilhosa Amy Harmon, autora de Beleza Perdida. Nele vamos conhecer a história de Bonnie e Clyde, um casal unido pelo destino e pela dor.

Bonnie é uma jovem cantora de pop country, linda, rica, queridinha da América e explorada pela avó gananciosa (e escrota). Ela está cansada de viver de aparências e não ser ouvida. Muito fragilizada com as perdas e os sofrimentos que a vida e a carreira lhe impôs, a menina decide fugir.

Clyde é maravilhoso (assim como todas as pessoas do 8 do 8 💁🏻), debochado, muito bom com números, assim como seu pai, e não teve uma vida fácil, especialmente nos últimos anos. Mas a vontade de ajudar o próximo é o que o leva até Bonnie.

O casal começa uma viagem cheia de aventuras cruzando os EUA. E apesar de todos os problemas que encontram pelo caminho, ficam cada vez mais unidos.

Infinito + Um é um livro que nos faz rir, refletir e mexe com as nossas emoções. Mas, principalmente, nos faz torcer para que tudo dê certo. Porque se tem um casal que merece ser feliz, esse casal é Bonnie e Clyde.

"Eu acredito em Bonnie e Clyde!" ❤

site: https://www.instagram.com/p/BP7jb_fhnqC/?taken-by=pitacosliterarios
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Silvia.Souza 26/09/2017

Perfeito!
É o segundo livro que leio da autora e achei simplesmente lindo... A forma como ela escreveu sobre a matemática nos mostra seu profissionalismo para se aprofundar em pesquisas para a elaboração da obra. Magnífico!
Em relação a história em si eu achei Bonnie meio egoísta ao não se preocupar com o destino de Clyde em relação a polícia, mas nem isso diminuiu o brilho da obra... Super recomendo a leitura...
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Patrícia 25/07/2017

5 Estrelas + um
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Carol 16/07/2017

Resenha: Infinito + um
Sou apaixonada pelo livro Beleza Perdida da Amy Harmon e no momento que vi que a Verus estava lançando mais um livro da autora, simplesmente enlouqueci! E a loucura só piorou quando eu (1) vi a capa divina desse livro e (2) li a sinopse. Falou em new adult com mundo de Hollywood, eu já estou com o dinheiro na mão no caixa da livraria!

Li algumas resenhas super positivas do livro e esse foi o último empurrão para eu comprar o livro. Depois de enrolar alguns meses, cá estou eu aqui para falar sobre essa história para vocês… Bora lá?

O livro contará a história de Bonnie Rae Shelby, uma cantora country (com aquele toque de pop) famosa, a garota que todas querem ser por beleza, fama e voz! Mas a verdade é que as aparências enganam e o que os fãs veem é uma imagem criada, Bonnie tem um outro lado, o lado da dor que a faz querer tirar a própria vida. Depois de vários acontecimentos, Bonnie estava desistindo de viver e no momento que estava em uma fase decisiva de escolha ela conhecerá Finn Clyde, um gênio da matemática e que quer se livrar do passado e encontrar uma chance de viver.
Esse encontro irá gerar muitas fofocas da mídia e Bonnie e Clyde buscarão, juntos, uma forma de viver.
Se você não sabe quem são Bonnie e Clyde, saiba o básico: os dois eram um casal de criminosos na década de trinta que se tornaram famosos. E com base esse casal, Amy criou os personagens de seu livro (só vou falar isso sobre eles!).
O livro é narrado em duas visões, na de Bonnie e de Finn, mas de formas diferentes. Na versão de Bonnie teremos em primeira pessoa a narração, mas de Finn foi narrado em terceira pessoa. Por conta disso, a narração não funcionou para mim, dificultando em alguns momentos a leitura, pois ter dois tipos de narração confundia em alguns momentos.

“Às vezes a esperança é a diferença entre a vida e a morte.”

Quando eu li o livro só sabia isso que eu estou contando para vocês, então eu me surpreendia com cada detalhe do enredo e em como a autora caminhava com a história, além da construção dos personagens (um ponto positivo para o livro!).
Sabe o que eu amei na história? O cenário! Cada lugar que Bonnie e Finn passavam fazia com que eu quisesse entrar nessa viagem completamente doida!
Outro ponto positivo (se não, o melhor) é que em cada começo de capítulo tínhamos uma matéria da mídia falando sobre o ocorrido e depois começava a história dos personagens, mostrando muito bem o que a mídia faz: mudar a realidade!

“O problema com a vida é que às vezes é difícil saber o que é real.”

Apesar de ter vários pontos positivos, a história não me prendeu como imaginava, estava com tanta expectativas que quando eu terminei a última página eu senti um vazio, faltava algo na história, mas não sei dizer o que falta. Infelizmente a minha expectativa foi maior do que a história realmente é, mas de jeito nenhum foi uma leitura negativa. O livro é recheado de quotes maravilhosos, cenas fofas, cenas engraçadas… Aquele jeitinho que tanto amamos!

site: http://uniaodefandoms.com/?p=2227
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Lu 28/06/2017

Quero começar dizendo que eu amei essa estória e que preciso de mais traduções dos livros dessa mulher 💛

Bonnie Rae Shelby é talentosa, uma famosa cantora country, não está contente com sua vida e quer morrer. Ela planeja seu próprio suicídio sem querer encarar o futuro, descobrimos ao longo da estória uma série de fatores que desencadeia tal atitude.
Finn Clyde é inteligente, sua vida gira em torno de conceitos e equações matemáticas. Ele quer tomar um rumo na vida e esquecer o passado. Quando decide deixar tudo para trás e recomeçar uma nova vida acaba encontrando Bonnie no caminho, Finn acaba a salvando de si mesma.
Os dois embarcam em uma viagem sem rumo e sem volta, com direito a muita música, histórias, matemática e encrencas para enfrentar.
Esse livro me lembrou Entre o agora e o nunca, por se tratar de uma viagem onde ambos os personagens se autodescobrem, percebi que eu amo essa temática, poderia ler 1000 livros nesse estilo e não me cansaria, mas não se preocupe, não são cópias, cada um tem seu próprio charme e valem a pena serem lidos.
Infinito+um aborda a depressão, o suicídio; o ter e o ser, mostrando que ambos não tem relação direta, ou seja, não é o que você tem que define quem você será, que a felicidade independe de bens materiais. Outro ponto que me interessou, foi a forma que a matemática é abordada, mais humana, como filosofias de vida, e olha que eu não chego nem perto de gostar da matéria, mas durante a estória eu fiquei fascinada, pela maneira que o Finn vê o mundo, através dela. Talvez os nomes Bonnie & Clyde não signifiquem nada pra você, mas assim que descobri quem eles eram achei genial o trocadilho dos personagens do livro, com os nomes de pessoas reais, se você não conhece vale a pena pesquisar no Google, algumas cenas do livro se conectam com a história real, o que tornou os personagens mais reais pra mim.

"Não éramos tão diferentes, Finn e eu. Prisões vêm em muitas cores e formas diferentes. Algumas são douradas, enquanto outras têm uma porta que bate. Mas algemas de ouro ainda são algemas."
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Feh 01/02/2017

Infinito+um é um livro escrito pela Amy Harmon(Autora também de Beleza perdida), o livro nos conta a história de Bonnie e Clyde, SIM!! Bonnie e Clyde, e NÃO!! não é aqueela Bonnie e nem aqueele Clyde.
Eis um "pequeno" trecho de quem foi "Originalmente Bonnie e Clyde para quem não conhece.

"Bonnie Parker conheceu Clyde Barrow no Texas, em janeiro de 1930. Era o auge da Grande Depressão, e as pessoas estavam sem dinheiro, aflitas e sem esperança. Bonnie Parker e Clyde Barrow não foram exceção. Clyde tinha vinte anos; Bonnie, dezenove, e, embora nenhum dos dois tivesse muito a oferecer ao outro — Bonnie já era casada, mas o marido havia partido há tempos, e Clyde não tinha nada além de uma ficha suja na polícia e a capacidade de sobreviver —, eles se tornaram inseparáveis. Ao longo dos quatro anos seguintes, entre passagens pela prisão e uma vida em fuga, eles abriram caminho pelo sul empoeirado, roubando bancos, lojas de conveniência e postos de gasolina, matando policiais e um punhado de civis, nunca parando em algum lugar por muito tempo. Um rolo de filme e uma coleção de poesias escritas por Bonnie, encontrados num esconderijo em Joplin, Missouri, trouxeram o romance dos jovens bandidos à vida e consolidaram seu lugar no panorama da história americana e na imaginação do público em todo o mundo. Eram jovens, loucos e estavam apaixonados, com pouca consideração pelo que não fosse um ao outro. Fugiam da lei, sabendo que a morte era inevitável, e, em maio de 1934, encontram seu destino. Sofreram uma emboscada numa estrada solitária da Louisiana, e cento e trinta tiros atingiram o carro do casal; eles tombaram juntos, o corpo crivado de balas; duas jovens vidas e uma onda de crimes trazidas ao fim. Eles partiram, mas não foram esquecidos. Então a história se repetiu? Temos nossa própria versão moderna de Bonnie e Clyde? Dois amantes em fuga, deixando o caos por onde passam? Embora não sejam idênticas, as duas histórias têm semelhanças notáveis. E é de se perguntar se a fama e a fortuna em tão tenra idade não são parcialmente culpadas de tudo isso. Em vez da pobreza, que foi o pano de fundo para Bonnie e Clyde da década de 30, temos o extremo oposto. De qualquer forma, em ambos os casos, temos jovens que cresceram rápido demais, foram expostos à dura realidade muito cedo e, no fim das contas, se rebelaram contra o sistema."



Felizmente não é deles que vamos falar hoje, vamos falar hoje de Bonnie Rae Shelby e Infinity James Clyde "Fin"


Infinito+um fala sobre uma popstar e um ex-presidiário que não tinham nada em comum- nem mesmo o gosto musical-que se encontram em um momento de dor e desespero da parte dos dois. É um dos livros mais bonitos que eu já li, a Amy soube colocar em palavras os sentimentos dos personagens e mostrar ao leitor que está tudo bem não querer fazer determinada coisa, está tudo bem desistir de algo que você acha que te faz mal. O livro ele mostra o tempo todo que precisamos passar por um momento triste antes de sentir a alegria de novo, pois se não existisse a escuridão não saberiamos apreciar a luz.


"Não quis apenas morrer de repente. Isso não é algo que acontece de repente. Começa como um pensamento que cintila nos recessos mais sombrios do nosso cérebro por um instante, como uma vela de aniversário pouco antes de ser apagada. Só que a morte é uma vela traiçoeira. Do tipo que a gente atiça outra vez só para vê-la se inflamar de novo. E de novo. Cada vez que ela pisca de volta à vida, demora um pouco mais e brilha um pouco mais forte. A luz parece quase cálida. Amigável. Não parece algo que vai nos queimar."


Bonnie está sofrendo pois sua irmã gêmea morreu de leucemia e isso não exatamente "recente", ela passou meses sofrendo e a sua querida avó (Sintam o sarcasmo no "querida") se aproveitou disso e praticamente jogou Bonnie nos palcos e mandou ela ir fazer shows em todo canto do mundo desde que ela ganhou o prêmio de um show (tipo "The voice).

"Quando o cabelo da Minnie começou a cair por causa da quimioterapia, decidimos raspar a cabeça juntas, cabelo castanho-claro caindo no chão em pilhas macias. Éramos gêmeas. Gêmeas idênticas. Gêmeas espelhadas. Se Minnie ia ser careca, eu tinha de ser careca também. Mas vovó disse que eu não poderia ser careca no palco, de modo que, no dia em que fiz o teste para Nashville Forever, ela pegou nosso dinheiro do ônibus (e nosso dinheiro para comida) e me comprou uma peruca com longos cachos loiro-acinzentados. "


"— Tem alguém para quem a gente possa telefonar? — Não quero telefonar pra ninguém! Não quero ver ninguém. Não quero ser sua cúmplice, nem roubar bancos, Clyde. Agora eu quero ficar sozinha. Quero que você vá embora. Está bem? "


Já o Fin(suspiros) oh meu Deus, ele é o meu tipo...definitivamento o meu tipo. Fin é uma pessoa muito Inteligente (Com "I" maiusculo) ele é mais inteligente que o normal, vamos dizer que é um nerd da matemática, é sensivél e um pouco impulsivo mas também é honesto com seus sentimentos(até a metade do livro), ele é o herói da mocinha, o ladrão da sociadade e a vítima da sua família.

"Finn Clyde não era burro. Na verdade, ele era brilhante. Quando criança, era fascinado pelos temas recorrentes na natureza. Por que a maioria das flores tem cinco pétalas? Por que os favos de mel têm forma de hexágono? Por que os números têm cores correspondentes? Ele tinha oito anos quando percebeu que nem todas as pessoas enxergavam as cores. Os números também tinham peso. Quando ele os multiplicava, eles giravam em sua cabeça como uma nevasca num globo de brinquedo. As respostas se assentavam suavemente em seu cérebro, como os flocos, como se a gravidade fosse a responsável pela solução. Quando ficou mais velho, o fascínio pelos padrões apresentados na natureza cresceu e se transformou em fascínio por probabilidade, por utilizar fórmulas matemáticas para prever resultados. E suas previsões se tornaram assustadoramente precisas. Tanto que ele podia vencer com folga qualquer um no xadrez, assim como no pôquer, ou mesmo em jogos que pareciam regidos pelo acaso. Não existia essa coisa de acaso para Finn. O acaso podia ser analisado, cortado, fatiado e vinculado a outras coisas, utilizando-se um pouco de poder cerebral. "


"— Em que você é bom, Clyde? — perguntou Katy, docemente. — O Finn é bom em matemática — respondi quando ele ficou em silêncio. — Ah, é? Quanto é vinte vezes vinte? — Katy desafiou. — Quatrocentos — respondeu Finn. — Mas essa não foi muito difícil. Aposto que você também sabia. — Pergunte a ele uma coisa que você não saiba. Uma coisa bem difícil — instruí. — Quanto é seiscentos e noventa... e cinco — Katy franziu o nariz, tentando deixar o número tão complicado quanto podia. — Vezes quatrocentos e... cinquenta e dois? Finn mal parou para pensar. — Trezentos e catorze mil, cento e quarenta."


"— Quanto é infinito mais um? — interrompi Katy, fazendo a Finn minha própria pergunta. — Ainda é infinito — respondeu ele, com um suspiro. — Errado. É dois. — Ah, é? Como foi que você chegou a essa conclusão? — Infinito — disse eu, traduzindo o nome “Infinity” e apontando para Finn. Depois apontei para mim e disse: — Mais um. Ou seja, dois, gênio. — Eu queria muito não ter te falado o meu nome. — Ha, te peguei! Você acha que é tão bom em matemática, mas acabei de ganhar de você. "


"- Me diga uma coisa: a matemática existe porque é um reflexo do nosso mundo, ou o mundo existe por causa da matemática?"


Peoples eu vou acabar por aqui a resenha já ta longa demais e eu nem falei muita coisa(eu acho) mas saibam que eu recomendo esse livro muitíssimo a qualquer um queira ler ou/e estava precisando de um incentivo.

Boa leitura!!

e

Beijos infinitos !!!
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ELB 31/01/2017

Every Little Book
Amy Harmon já é uma autora queridinha por aqui depois da publicação de seu primeiro livro e este aqui só veio consolidar nosso afeto por ela. ‘Infinito + um’ é um livro muito fofo e interessante que com toda certeza vai agradar muitos leitores do gênero.

“Não quis morrer de repente. Isso não é algo que acontece de repente. Começa como um pensamento que cintila nos recessos mais sombrios do nosso cérebro por um instante, como uma vela de aniversário pouco antes de ser apagada. Só que a morte é uma vela traiçoeira”.

Bonnie é a típica menina que aparenta ter tudo que o dinheiro possa comprar, mas nem por isso é feliz. Desde que perdeu sua irmã gêmea no ano anterior, ela sente que está sempre em busca de uma parte dela mesma que está faltando. Tentando se encaixar com as pessoas da maneira que ela e sua gêmea se encaixava, mas não está conseguindo. É ela quem narra a maioria do livro apesar de ter alguns capítulos alternados.

Finn, por outro lado, está tentando se reerguer depois de cumprir 5 anos de cadeia depois de ter ajudado o irmão a fugir de um assalto a mão armada, mas nada está dando certo já que ninguém quer dar uma nova chance pro rapaz.

É então que de repente a vida dos dois se cruzam e Finn acaba salvando Bonnie de cometer um ato de desespero. No começo, a vibe entre eles não parece ser das boas, mas depois que resolvem que juntos podem cruzar o país rumo ao mesmo destino, as coisas começam a esquentar.

“Mas esta é a verdade: comida quente em estômago vazio, água fresca em garganta seca, o primeiro vislumbre de casa ao virar da curva, ou a primeira garfada de algo que a gente achava que nunca teria coragem de experimentar, apenas para perceber que era a melhor coisa que já tinha provado. O beijo de Finn era tudo isso”.

Nunca fui muito fã de livros de viagem. Parece que todo mundo se apaixona forte demais num espaço curto de tempo. Ou então eu penso que a mocinha é muito louca pra entrar no carro de um completo estranho e nunca consigo superar esses fatos pra aproveitar a obra, rs. Mas este livro me conquistou. A emoção que a autora transmite da dor deles para nós é especial, algo que nos compadece e realmente nos colocamos no lugar deles. A escrita da Harmon é doce e ela nos apresenta duas pessoas que estão sofrendo muito, tentando se recuperar de perdas importantes, tentando encontrar um novo rumo para suas vidas.

Apesar de tudo isso, é um livro bastante previsível e incompleto em várias coisas. Me pareceu um fim apressado, sem fechar todas as pontas e eu com certeza descontei algumas estrelinhas por isso. Recomendo que leiam com a mente aberta para curtir um livrinho com vibe de sessão da tarde. A boa notícia é que é um livro único! Só por esse motivo já me conquistou, rs. Quem já leu me diz ai o que achou, ou então se vocês se interessaram a ponto de adicionar na lista de leitura.

“Você não me disse? Você e eu? Somos duas metades de um todo. Nós somos um”.

site: http://www.everylittlebook.com.br/2016/05/resenha-infinito-um-amy-harmon.html
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Nanda {@talvezumaleitura} 31/01/2017

Infinito + Um
"A estrada era mal iluminada.
Não havia placas para orientar.
Mas eles tomaram a decisão:
Se nenhuma estrada tinha saída,
Não desistiriam até morrer."

Um romance que você vai querer viver. Cada um com suas diferenças e dores, mas que juntos formam um só. Com diálogos reais que você aprende, como quando se ouve com atenção. Eu apreciei cada palavra e achei mais uma vez a Amy Harmon genial.

"O paradoxo revela um descompasso entre a forma como pensamos sobre o mundo e como o mundo realmente é, seu pai havia dito."

"- Mas você tem a chave, Finn, e eu te dei permissão para entrar - disse eu. - Mesmo que esteja escuro e você não saiba o que vai encontrar, você entra, está bem? - (..) - Quero você aqui comigo, mesmo que isso não seja bonito, mesmo se eu não te convidar."

Eu acredito em Bonnie e Clyde!
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lo 13/01/2017

Eu acredito em Bonnie e Clyde
Um romance bem cliché, mas muito gostoso de ler, porém não supera o Beleza Perdida. Uma história envolvente, confesso que a maioria da vezes senti vontade de matar a Bonnie, mais também me diverti horrores com ela... Uma leitura bem leve com bastante humor... vale a pena a leitura
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Jéssica Spuzzillo @pintandoasletras 12/01/2017

Infinity + Bonnie
“(...) às vezes a resposta é muito simples. Tanto na matemática como na vida.”
Infinito + Um começa com Bonnie Rae Shelby vivendo como cantora popstar country, ela vem sendo uma boa menina seguindo todas as exigências de sua avó/agente, mas estava completamente esgotada e pronta para se matar. Mas, Finn Clyde a fez mudar de ideia.

E, é assim minha gente que começa a história. Uma cantora rica que atingiu o ponto de ebulição e só quer morrer, e um zé ninguém que só quer uma chance na vida. Juntos, porém, eles podem ser a melhor coisa um para o outro, mas isso não é o que os canais de notícias estão dizendo. Eu disse, fugitivos?

Simpatizei muito com Bonnie. Ela está passando por um momento difícil, sofrendo e a minha vontade era de dar-lhe um abraço. A única coisa que ela pensa é fugir para sempre, mas o destino entra na forma de Finn, e como dizem, o resto é história.

Finn está tentando fugir do seu passado, quer começar de novo onde ninguém sabe o que ele é ou o que supostamente fez. Ele é um matemático brilhante. Eu amei como Amy fez a matemática parecer uma bela poesia.

"Somos Bonnie e Clyde! Procurados e indesejados. Enjaulados e encurralados. Estamos perdidos e estamos sozinhos. Somos uma grande piada."

Eu tinha ouvido falar um pouco sobre a dupla famosa “ Bonnie e Clyde” de que eram bandidos, desafiaram as leis e se amavam tanto que morreram um pelo outro, mas enquanto por volta de 1930, tinham trazido só morte e destruição, nossos Bonnie e Clyde, trouxeram bondade e amor.

Eu gostei muito dessa leitura, me surpreendi do início ao fim, das matemáticas envolvidas de Finn e das canções de Bonnie, você pode ver muita paixão e o resultado final é impressionante! É uma narrativa maravilhosa, a trama e a tecelagem do enredo são brilhantes.

Este livro, como "Beleza Perdida” me fez se sentir viva. Mais uma vez não posso recomendar o suficiente, espero que todos possam experimentar essa viagem com Bonnie e Clyde! Leiam esse livro !

site: www.pintandoasletras.com.br
Nesca 13/01/2017minha estante
Amei. a resenha vou add na lista




Carol 02/11/2016

"Eu acredito em Clyde e Bonnie"
“Você me faz sentir… coisas malucas. Coisas desesperadas. Coisas impossíveis. Você me faz sentir. E sentir tudo isso às vezes é irresistível. Você às vezes é irresistível.”

Nesse livro conhecemos a cantora country queridinha dos Estados Unidos Bonnie Rae, que após a morte da sua irmã gêmea Minnie, perde a sua metade. Tudo o que ela queria era estar ao lado da irmã na hora da morte, parar com a sua turnê e sofrer a sua perda em paz. Mas esses não são os planos de sua empresária e avó nas horas vagas (mas põe vagas nisso) planeja pra ela.

Cansada de todas as coisas que tem feito a mando de sua avó, Bonnie resolve fugir em seu último dia de turnê, cortar o cabelo, se jogar de uma ponte e, finalmente, conseguir dar o último abraço em sua irmã, o último dos primeiros. Porém quando vai pular da ponte, ela é puxada e salva por Clyde.
Bonnie e Clyde.

Finn Clyde é um gênio em matemática, ex-presidiário e inocente, mas que não ligou por se defender na hora de levar a culpa por um crime que não cometeu, afinal ele havia perdido o seu irmão Fish, o que seria mais importante que isso? Decidido a recomeçar, a ter uma nova vida, ele salva Bonnie da morte, mas não consegue salvar sua vida da loucura que será após o encontro com a pop star, pois a avó de Bonnie não aceitará tão facilmente que a sua "galinha dos ovos de ouro" simplesmente precisou de um tempo para si mesma.

"Eu acredito em Clyde e Bonnie."
E vocês?

Quem nunca tentou fugir de uma dor tão esmagadora quanto a perda da pessoa que mais se ama? Quem nunca precisou tomar as rédeas da própria vida? Quem nunca teve que recomeçar do zero? Essas coisas acontecem com os dois protagonistas da nossa história e ele me tocou de uma forma tão bela. Nesse livro vemos a mudança que uma pessoa pode trazer a vida da outra e como o amor pode ser a âncora de salvação para uma vida vazia e repleta de dor.

"Infinito + um" foi inspirado na história real de Bonnie e Clyde e eles são citados diversas vezes no livro, aliando a realidade a uma escrita perfeita.
Amy Harmon, parabéns! Após esse livro você entrou para a minha lista de autoras mais amadas e eu sinto que você veio para ficar!

"Talvez eu pare de procurar o real, agora que encontrei o infinito."


site: www.nossaressacaliteraria.blogspot.com.br
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Marciel 31/10/2016

QUANTO É INFINITO MAIS UM?
Quanto é infinito mais um? Para Finn continua sendo infinito, mas para Bonnie a resposta tem outro significado.

Bonnie Rae Shelby é uma jovem cantora rica e famosa, mas ela cansou da vida de estrela e agora quer morrer.

Finn Clyde é um ex-presidiário que só quer uma chance de recomeçar a vida. Ele acaba conhecendo Bonnie no momento em que ela decide pular de uma prédio, mas o rapaz acaba salvando a vida da jovem cantora.

Sem saber o que fazer, nem para onde ir, Bonie pega uma carona com Finn até Las Vegas. Juntos, vão se meter em algumas confusões durante o trajeto.

A avó de Bonie que é sua empresária e manipula a vida da neta logo noticia que a cantora está desaparecida, mesmo depois de ter conseguido falar com ela. Então começam a surgir boatos de que a menina foi sequestrada por um ex-presidiário, pessoas que cruzam o caminho deles começam a dar versões do que viram e a mídia começa uma caçada aos dois jovens. Eles passam a ser comparados ao casal de criminosos, Bonnie e Clyde, que aterrorizaram os Estados Unidos na década de 30.

Então Bonie precisa chegar a Las Vegas e mostrar para todo mundo que tudo o que saiu na mídia era mentira. Que a única coisa que Finn lhe roubou foi o seu coração.

Durante a viagem eles descobrem que têm mais coisas em comum do que imaginavam e que o amor pode nascer nos momentos mais inesperados.

Amy Harmon nos mostra o outro lado da fama e como a mídia consegue ser manipuladora. Com sua escrita sensível e inteligente ela constrói personagens verdadeiros e apaixonados. Há excelente diálogos na trama e muito sobre matemática, até quem não gosta de números vai se apaixonar por esse romance.
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Dani 15/10/2016

Livros & Café
"Talvez eu pare de procurar o real, agora que encontrei o infinito."

Meu primeiro contato com a Amy Harmon foi através do livro Beleza Perdida. E como me apaixonei perdidamente por esse livro, não via a hora de poder ler mais uma obra escrita por ela e saber se me encantaria com mais um de seus livros. No final, foi um bom livro, com uma história muito legal, mas não o suficiente para fazer com que me apaixonasse. Meu preferido continua sendo Beleza Perdida.

O livro conta a história de Bonnie e Finn Clyde. Bonnie é uma cantora muito famosa, que faz muito sucesso, mas que está cansada de tudo e, ainda mais, de ser controlada pela avó. Mesmo vivendo num mundo de riquezas e luxo, ela não se sente completa. Em um momento de desespero, ela faz algo totalmente impensável e é salva por um rapaz. Clyde é um completo desconhecido, que está se mudando para Vegas por conta de uma proposta de emprego. A vida de ambos se cruza e traz várias mudanças que farão suas vidas virarem de cabeça para baixo.

?Eu Acredito em Bonnie e Clyde?

A narrativa é feita de dois tipos: primeira e terceira pessoa. Primeira pessoa quando o foco está em Bonnie e terceira quando o foco é Clyde. No começo fiquei um pouco confusa, mas depois de um tempo, fui me acostumando.

?-Quanto é infinito mais um?
-Não é infinito. Não é nem dois. É um, Bonnie Rae. Você não me disse? Você e eu? Somos duas metades de um todo. Nós somos um.?

A Bonnie conseguiu me irritar em alguns momentos. Ela faz algumas coisas sem pensar, e isso coloca Clyde em situações um pouco perigosas, isso sempre me tirava do serio. Já Clyde tentava sempre colocar um pouco de juízo e fazer com que Bonnie percebesse algumas coisas e o que ela estava fazendo. Ele é um mocinho forte, que já sofreu muito no passado, que traz consigo as dores sofridas - tanto física, como emocionalmente.

"Infinito mais um é igual a dois, viu só? Eu e você."

A história de Bonnie Rae Shelby e Infinity Clyde é inspirada na história real de Bonnie e Clyde, e é citada várias vezes durante a narrativa. Ainda temos a presença de alguns flashbacks, onde podemos conhecer um pouco mais sobre os protagonistas.
Além do romance entre o casal, a autora ainda aborda a exploração e pressão que sofre alguns artistas. Bonnie teve que crescer sendo pressionada pela avó, e isso afetou muito o psicológico da garota. As cenas entre o casal são muito bem desenvolvidas. É perceptível a química que existe entre eles. Torci para que eles conseguissem se encontrar e permanecem juntos.

Um personagem que me irritou além do extremo foi a avó da Bonnie. Ela explorava a menina, sempre pensando no dinheiro, na fama. Também há os irmãos de Bonnie e Clyde. Eles foram os responsáveis por boa parte dos momentos emocionantes e divertidos do livro. Amy também soube mesclar muito bem matemática e Deus. É uma das coisas que mais gosto em seus livros; a forma especial como ela encontra para falar sobre Deus.

?(...) às vezes a resposta é muito simples. Tanto na matemática como na vida.?
Amy Harmon soube mais uma vez me prender a uma narrativa. Tenho certeza que agradará aos leitores de romances e fãs da autora.
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