O amor segundo Buenos Aires

O amor segundo Buenos Aires Fernando Scheller




Resenhas - O amor segundo Buenos Aires


21 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2


Bruna.Patti 07/10/2018

O amor segundo Buenos Aires
Resenha
Livro: O Amor Segundo Buenos Aires
Autor: Fernando Scheller
Ano de lançamento: 2016
Número de páginas: 288

O Amor Segundo Buenos Aires é, realmente, um livro sobre esse sentimento que nos move: o amor, em todas as suas formas e manifestações. O livro é o romance de estreia do jornalista Fernando Scheller.
Confesso que me interessei pelo livro a partir do título e pela foto de capa, que é magnífica. O titulo me chamou atenção pois tenho sonho de conhecer toda a América Latina, inclusive a cidade portenha, capital da Argentina. Não consigo pensar em cenário melhor para a história. Aliás, Buenos Aires não é somente pano de fundo da história. É uma das personagens principais. Mas vamos ao enredo.
Hugo, um brasileiro, decide se mudar para Buenos Aires por amor à sua namorada, Leonor, que tenta se reaproximar do pai argentino. Mas, logo no primeiro capítulo do livro, somos surpreendidos com o término desse relacionamento. O capitulo narra o momento que Hugo deixa Leonor, pois não enxerga mais reciprocidade naquela união, que se tornara unilateral. Nesse momento, já podemos observar uma inversão : é o homem que sofre pela mulher, não ao contrário. Ponto positivo já no começo do livro.
A partir disso, todos os capítulos são narrados por personagens diferentes , que falam sobre uma outra pessoa. Por exemplo, o primeiro capítulo se intitula: Leonor, segundo Hugo. Todos os capítulos obedecem à essa estrutura. Achei ótimo, pois nos apresenta a história sob variados pontos de vista.
Além de Hugo, temos Carol, uma comissária de bordo que nutria uma paixão platônica pelo Hugo; Eduardo, o melhor amigo de Hugo; sr Pedro, pai de Hugo. E Buenos Aires, que se torna um dos amores do nosso personagem principal, amor , esse sim, correspondido.
É importante destacar a presença de um casal homossexual na trama: Eduardo e Daniel. Um dos casais mais apaixonantes que já tive o prazer de acompanhar a história. O amor desse casal é retratado de maneira fluida, não sendo a sexualidade deles o que os determina, apenas mais um espectro, uma característica dos seres humanos Edu e Dani, mas sem deixar de abordar os preconceitos e dificuldades vividas pelos homossexuais em nossa sociedade.
O livro toca em temáticas sensíveis, como o aborto, de maneira não sensacionalista. Todos os personagens são bem reais, nada maniqueístas. Me identifiquei facilmente com todos eles, pois somos assim: seres não perfeitos, buscando conexões.
A obra é permeada por emoções. Muitas vezes me peguei rindo, chorando, pensando. Gosto de livros que me provoquem sensações, seja de que natureza for. Esse me provocou emoções diversas.
Acredito que o livro fale sobre conexões: aquelas que podemos encontrar com nossos amigos, ao longo da vida, que podem nos ajudar e estar do nosso lado muito mais que nossa família; aquela com nossos pais, onde alguns tem relacionamentos confusos, paradoxais, outros possuem uma relação mais leve , de puro amor; com nosso (s) amor(es), que conhecemos ao longo de nossa vida. Sobretudo, identificação com um lugar, o qual nos sentimos em casa. Esse lugar também pode ser uma pessoa. O capítulo final é homônimo do titulo do livro. Traz a cidade de Buenos Aires dissertando sobre o amor.
O autor descreve muito bem os locais da cidade portenha, aumentando muito a minha vontade de conhecer esse local. Todo capítulo vem com um mapa do lugar de Buenos Aires importante para o personagem em questão.
A obra fala sobre amor em todas as suas formas, manifestações, pluralidade existente. Em tempos de ódio, é melhor andar amado. Recomendo a leitura!

“Se você já amou demais
Se acredita que todo amor vale a pena
Esse livro é para você.”

LINK DO MEU BLOG ABAIXO

site: http://abiologaqueamavalivros.blogspot.com/2018/10/o-amor-segundo-buenos-aires.html
comentários(0)comente



mpin 16/07/2018

Inesquecível
Livro de estreia de Fernando Scheller. Um romance intimista, que acompanha os encontros e desencontros no amor de Hugo, Eduardo e Carolina, enter outros personagens. A própria Buenos Aires acaba se apresentando como personagem em várias ocasiões, apresentando, em suas entrelinhas, informações valiosas sobre as motivações e o estado de espírito dos protagonistas. Ao final de cada capítulo, temos mapas da cidade, que mostram por onde os personagens passaram. Uma solução engenhosa e que aumenta a imersão do leitor. O espírito portenho é trabalhado de forma inteligente aqui, e metáforas sofisticadas podem ser encontradas ao longo da narrativa, leve, prazerosa e por vezes melancólica e nostálgica. Para quem já foi à cidade, um prato cheio. Para quem não foi, um belo convite a conhecer Buenos Aires e seu romantismo decadente, nas palavras de seus personagens. Com um olhar único. As diferenças geracionais entre os personagens e expectativas que jamais serão atendidas permeiam os conflitos internos de cada um deles. Em algumas ocasiões, a trama pode remeter o leitor a algum filme de Woody Allen, mas as semelhanças param por aí. Nada de o autor ficar se personificando nos protagonistas por vezes repetitivos do cineasta norte-americano. Com um tempero latino-americano, o estilo introspectivo da narrativa casa muito bem com a cidade, melancólica mas vaidosa, combinado com as diferenças culturais entre alguns personagens, fazendo cada um, à sua maneira, a entrar em contato consigo próprio das maneiras mais inesperadas e envolventes. Não há respostas fáceis aos dilemas de cada um dos personagens, e a própria cidade convida o leitor a admirar seus encantos enquanto suas esquinas, eivadas de nostalgia e glórias distantes, promovem um paralelo bem delimitado entre as expectativas e as realidades, entre os passados e os presentes. E, como um pai impotente, incapaz de proteger os seus, Buenos Aires acompanha tudo em silêncio e promove encontros e desencontros inesquecíveis que permitem nos conhecer o que há de melhor (e pior) em cada um de seus personagens. Recomendadíssimo.

site: http://mpin-esc.blogspot.com/2018/07/o-amor-segundo-buenos-aires.html
comentários(0)comente



spoiler visualizar
Carla Aires 30/07/2019minha estante
Tbm senti falta de melhores explicações sobre a passagem do tempo em alguns momentos, mas em relação à Carolina, o filho que ela teve ainda era bebê no casamento, quem estava com dois anos era Victor, o filho adotado por Martín e ela.




Ronaldo Thomé 09/06/2018

Uma Grata Surpresa
Livro muito bacana e que veio a calhar, ainda mais depois de Terra Sonâmbula e Da Poesia (eu precisava de algo mais leve)...
Fernando Scheller estreia em grande estilo com um livro simples e muito bem escrito, que retrata a vida de Hugo, um jovem brasileiro morador de Buenos Aires, que, apesar de ser bastante integrado à cidade, é infeliz no amor. Logo, grandes personagens entram na trama, cada um tendo um capítulo próprio, o que faz assemelhar-se a uma obra de crônicas.
Apesar da linguagem simples, a história toca em diversos pontos delicados e os trata com atenção: o câncer, aborto, a relação entre pessoas do mesmo sexo e a delicada dinâmica entre pais e filhos.

O último capítulo encerra com uma frase belíssima de fazer suar os olhos...

Recomedado para: quem quer entender melhor o que se passa pela cabeça e o coração de quem ama. E quem quer conhecer a capital da Argentina!

Nota: 8,5 de 10,0.
comentários(0)comente



Luise 05/01/2018

ótima leitura
me interessei pelo livro por conta do nome, pois sempre gosto de ler livros em que a história se passa em algum lugar que já visitei. Foi uma ótima surpresa! Romance doce na medida certa, com um fluxo bem interessante de histórias que se encaixam. Me fez muito lembrar os sentimentos que tenho pela cidade de São Paulo.
comentários(0)comente



regifreitas 04/11/2017

A leitura começou muito bem, mas foi perdendo sua força com o passar das páginas. O uso de ponto de vista de diversos personagens é um recurso que me agrada muito, mas também pode ser uma armadilha em alguns momentos. Por exemplo, eu não senti uma mudança muito brusca nas alternâncias entre os narradores ao longo da história – pareceu-me sempre a mesma pessoa contando. Faltou um pouco de idiossincrasia, um trejeito, algo que marcasse e diferenciasse a forma de narrar desses personagens. Mas esse é um problema meu com esse tipo de recurso, a maioria dos leitores pode nem se importar com isso.

O final também não me agradou muito - meio que destoou do restante da narrativa. Apesar disso, o livro tem seus méritos. Como se trata da obra de um autor iniciante em ficção - Scheller é repórter e jornalista - pode-se esperar boas surpresas em suas próximas obras. Vou acompanhar.

Vale menção também o projeto gráfico, muito bonito - mapas da cidade de Buenos Aires dão as indicações onde os acontecimentos de cada capítulo ocorrem.

Leitura para o Desafio Livrada! 2017: um livro que se passa em um lugar que já estive.
comentários(0)comente



Yas 12/10/2017

Deu até vontade de comprar minha passagem pra Buenos Aires
De uma forma real Fernando Scheller criou um dos mais incríveis romances que eu já li. Delicado, poético, honesto, me causou tantas emoções que eu me senti praticamente amiga desses personagens que aprendemos a amar um por um.
Simplesmente apaixonada por essas histórias, pela atmosfera desse livro, pela tranquilidade que ele nos dá, e pela sutileza com que o autor retratou os temas abordados.

P.S.: A vontade de conhecer Buenos Aires depois dessa leitura é real meeeesmo.

P.P.S.: Arranje alguém que te ame como Dani ama Edu, e como Buenos Aires ama Hugo (meus dois capítulos favoritos)
comentários(0)comente



Ieda.Maria 23/07/2017

Delicado
Primeiro livro que decido resenhar aqui, mas também o livro mais especial que li nos últimos tempos. Delicado de várias formas, do contato que temos com cada personagem até a forma com que as histórias se entrelaçam. Uma Buenos Aires vista pelos olhos de um romântico, e explorada pelos passos de personas e relações, como caminhar por um álbum de fotografias ou assistir um filme, quase palpável. Me identifiquei em vários momentos e em vários nomes e mantive uma sensação de que essa identificação não é muito limitada, já que o livro trata sobre relações cotidianas, com momentos bons e ruins, e outros apenas de devaneios.
comentários(0)comente



Gui_Margutti 28/05/2017

Buenos Aires e Amor, combinação Perfeita!
Creio que esse seja um livro que muita gente quis ou queira ler, pelo título maravilhoso, que une Amor e Buenos Aires. Esses dois ingredientes parecem a mistura perfeita para um livro já ser, no mínimo, interessante. E esse livro é muito mais.

Eu sou apaixonada por Buenos Aires, então seria obvio que eu o comprasse, assim que soubesse de sua existência. Claro que o fiz, apesar de ter tido um certo receio que fosse apenas mais um livro água com açúcar com um super título. Já que esse é o primeiro romance de ficção do autor brasileiro Fernando Scheller, que é jornalista do jornal O Estado de S. Paulo e que já passou por diversos outros.

A descrição no site da editora dizia que "Com largas avenidas, cafés em estilo europeu e bairros charmosamente decadentes, Buenos Aires é o lugar perfeito para histórias de amor inesquecíveis. A capital argentina é cenário e, ao mesmo tempo, personagem do primeiro romance de Fernando Scheller... Em O amor segundo Buenos Aires, Scheller oferece a cada personagem a chance de narrar suas escolhas e percepções sobre diferentes formas de amor, como entre pai e filho, um homem e uma mulher, dois homens e também entre amigos."

Dessa forma, tomemos o exemplo do primeiro capítulo. Temos, Leonor segundo Hugo. Hugo descreve que foi por amor que ele, personagem principal, deixou o Brasil rumo à capital argentina. Embora o relacionamento com Leonor não tenha sobrevivido, ao longo do livro, e isso não é spoiler porque consta na descrição do livro; a relação de encanto e fascínio pela cidade resiste à dor da separação e à descoberta de que ele sofre de uma grave doença. (Também não é spoiler, eu juro!)

A narrativa é adorável. A prosa de Fernando Scheller é muito envolvente e democrática. Praticamente todos os personagens possuem sua voz no livro e opinam sobre os outros personagens. A estrutura é mais ou menos a seguinte: Fulano segundo Beltrano. E é aí que conhecemos um pouco mais da vida do Beltrano. E quando ele descreve sobre Fulano, nos dá pistas que serão confirmadas, ou não, no capítulo seguinte. Quando Fulano terá a sua voz no livro. (Será que deu para entender? rss) (Eu mesma precisei reler esse parágrafo para confirmar o que escrevi.)


Hugo desenvolve uma das amizades mais doces, que eu já vi em tudo que já li de literatura contemporânea, com o arquiteto Eduardo e com a comissária de bordo Carolina. Essa relação de amizade vai evidenciar o poder regenerador das amizades verdadeiras. O livro também enfatiza a relação de Hugo com o pai e a relação mais complicada com a mãe. Seu pai, Pedro, acaba trocando a rotina de um casamento desgastado por uma vida totalmente diferente, mas cercada de sentimentos singelos, doces e grandes afetos. Cada personagem tem a oportunidade de contar a sua versão dos fatos, numa trama absolutamente democrática. Não me recordo onde li ou se ouvi, algo em que diziam, que é impossível não se encantar com a presença de espírito e o senso de humor de Carolina, a lealdade de Eduardo, a maturidade e a determinação de Daniel, o jeito peculiar de Charlotte. Em comum, esses personagens adoráveis têm uma enorme capacidade de amar.
As relações de amizade, os relacionamentos afetivos, as diferentes formas de amor, os diferentes erros, as complicações próprias do amor e a complexidade do ser humano ao se relacionar são abordadas de forma sensível e real, nesse romance. Talvez um dos pontos mais tocantes seja que as histórias aqui são histórias possíveis, e os seres humanos aqui, são mostrados com seus fracassos, temores, tristezas, alegrias, mas principalmente com as suas capacidades de resiliência e amar novamente. A relação familiar com seus dramas e angustias reais como na maioria das família reais, são um plus à parte. Eu gosto muito de livros que fogem do comercial de margarina e daquela coisa inacessível. Com toda essa boa mistura para um romance temos ainda a capital Portenha, descrita com toda propriedade de quem conhece bem os lugares. Cada inicio de capítulo é apresentado com uma mapa mostrando lugares peculiares de quem tem mesmo uma relação com Buenos Aires.

Quem já conhece e gosta de BsAs terá vontade de sair correndo para lá. Quem não conhece também terá vontade de conhecê-la. A decadência de algumas partes, e contraditoriamente a capacidade de se manter em pé, da capital, também são constantemente insinuadas de uma forma tocante ao coração. Daquele jeito que te dá uma dorzinha de pena, mas ao mesmo tempo uma admiração porque Buenos é f... E Ela se mantem de pé, linda, receptiva e encantadora. O final do livro, o último capitulo, foi um plus. Bem encantador e original. Adorei o desfecho e deu aquele ar de terceira opinião, ou conclusão. Como se um segundo leitor ou observador dividisse a opinião dele sobre tudo que se passou, conosco.O livro é muito bacana e eu super recomendo. ;)



site: http://www.cafedaalice.com.br/2017/05/amor-segundo-buenos-aires-o-livro-de.html
comentários(0)comente



Pâmela 31/03/2017

Da série "livros que emocionam"
Não amei tudo no livro, tem uma ou outra personagem/cena um pouco clichê, mas amei tanto a história! É realmente um livro sobre amor - de todos os tipos: romântico, familiar, de amigo, pela cidade, pela vida. Gostei muito mesmo do que o autor construiu.
comentários(0)comente



Nicole.Riello 08/03/2017

Meu livro favorito
Este livro foi capaz de se tornar o meu favorito, após a primeira página lida. Uma escrita belíssima, extremamente detalhada e envolvente, é capaz de te fazer se apaixonar, pelo menos, por um dos muitos personagens que tem suas histórias cruzadas. Estas que fazem você se emocionar e sentir que vive aquelas experiências e cada uma daquelas sensações, causado pelo ritmo rápido e que se adapta às mudanças deste romance dramático, que contém um certo humor mas principalmente, é tomado pelo amor, que só foi bem contado, porque foi segundo Buenos Aires.
comentários(0)comente



Biahhy 03/03/2017

Sem Palavras para O amor segundo Buenos aires
Um livro que para mim sem duvida alguma foi diferente de qualquer outro que eu li, e o romance mais ainda diferente de todos os outros, não se deixe enganar totalmente pela capa e muito menos pelo titulo por que ao ler o livro você vai encontrar e se identificar com muito mais coisa do que o previsto, tudo o que o Fernando Scheller publicar vou sem duvida querer ler e que venha mais livros dele por ai. Post completo em breve no blog!

site: https://aliteraturanasuavidablog.wordpress.com/2017/03/14/o-amor-segundo-buenos-aires-fernando-scheller/
comentários(0)comente



sandra 03/02/2017

O amor segundo Buenos Aires
Preciso absorver melhor a historia ... não sei como descrever o que realmente achei desse livro , mas sinto que faltou alguma coisa .. não sei se foi a necessidade de maior entrosamento com os personagens , acho que se ele tivesse focado a historia apenas no Hugo teria gostado mais , pra mim as historias foram corridas poderia serem mais aprofundadas.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Saula 16/11/2016

Um ótimo romance nacional com o grau de "melosidade" certa
Gostei muito da história. Os personagens são ótimos, e o que eu mais gostei neles foi que eles são reais, sabe? Tem defeitos e qualidades, erram e acertam. E o melhor: aprendem com os erros. O cenário também é lindo (Buenos Aires) e me deixou com mais vontade de visitar a cidade. É um livro que fala de romances, mas não é chato nem meloso demais. É aquele romance bonitinho que te deixa torcendo para que os personagens fiquem juntos, sem sentir necessidade de revirar os olhos para diálogos clichês. Tem alguns livros românticos que só de você olhar pra capa já dá preguiça, mas esse não dá pra fazer isso porque gente... e essa capa? Simples, direta e linda!
Enfim, recomendo à todos que queiram ler um livro sobre vida real, mas que ainda mantenha aquele encantamento dos romances. E para quem quiser saber a opinião de uma cidade sobre o amor.
Flávio 18/11/2016minha estante
Uhul! Arraso!


Saula 18/11/2016minha estante
kkk s2




21 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2