O Menino no Alto da Montanha

O Menino no Alto da Montanha John Boyne




Resenhas - O Menino No Alto Da Montanha


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Niájera 08/02/2020

Maravilhoso...Favoritado
Esse livro deveria ser objeto de estudo sobre como se constrói o caráter de uma pessoa. Daqueles livros que terminamos com lágrimas de emoção e ao longo da história é indescritível todas os sentimentos que vamos tendo... Como a sinopse diz, trata-se de um menino, puro de coração, que por circunstâncias do destino precisa ir morar na casa de ninguém menos que Adolf Hitler e nessa jornada, nossa vontade é gritar: Pierrot o que fizeram com você?... Se esse livro não está na sua meta, simplesmente coloque.. Mais um presente de John Boyne pra cada um de nós.
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httpsrob 09/07/2020

Uma história pesada, contada de forma leve.
Recomendo para quem gosta de qualquer gênero literário. O livro é curto e conta com capítulos curtos. A história é cativante e desperta sentimentos que não sabia sabia existiam. Magnífico!
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Gaby 23/10/2020

Maravilhoso
Até mesmo a mais pura das crianças pode se tornar uma pessoa desprezível. Gostei muito. Recomendo!!
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Dan 22/05/2020

Que livro excelente! A história é muito envolvente, quando iniciamos a leitura é difícil largar o livro.
Pierrot, nascido na França é o personagem principal da obra. Filho de pai alemão (que lutou na primeira guerra) e de mãe francesa. O menino era uma criança excelente! Muito educado, inteligente, carinhoso e de ótimo caráter.
Aos 6 anos de idade, após ficar órfão de pai e mãe, Pierrot vai morar na Alemanha com uma tia que é governanta na casa de Adolf Hitler. Muito próximo do Fuhrer, ele tem que mudar de nome (agora se chama Pieter) e "esquecer" o passado. Inclusive que um dia teve um melhor amigo judeu.Toda a infância, até o início da adolescência Pieter convive com Hitler, que tenta passar toda a ideologia nazista para o menino.
O livro trás uma reflexão muito importante sobre como uma influência negativa impacta na formação de uma criança.
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Wandeson Felipe 21/04/2020

Quer conhecer uma pessoa? Dê poder a ela! Essa é mais uma história sobre o holocausto que John Boyne nos faz chorar/refletir!

5 estrelas!
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Júlia 09/07/2020

"Porque quem veste um uniforme acredita que pode fazer o que bem entender. E começa a tratar os outros de um jeito que jamais trataria se estivesse com roupas normais. Camisa, sobretudo, botas. Uniformes permitem que a gente exerça nossa crueldade sem sentir culpa."
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Letícia 18/06/2020

O livro conta a história do garoto Pierrot, filho de um veterano alemão da Grande Guerra e mãe francesa. Pierrot fica órfão em Paris, vai para um orfanato e pouco tempo depois é contatado por uma tia e vai morar na Alemanha. Sua tia é governanta da casa veraneio de ninguém menos que Adolf Hitler.

A partir daí a gente consegue observar o poder da lavagem cerebral e de persuasão que o Fuhrer tinha, mas pelo ponto de vista de uma criança.

Não é uma leitura pesada, apesar do tema abordado.
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Pedro Guilherme 13/09/2020

Nunca finja que não sabia o que estava acontecendo; essa mentira seria o pior crime de todos.
"Porque quem veste um uniforme acredita que pode fazer o que bem entender. E começa a tratar os outros de um jeito que jamais trataria se estivesse com roupas normais. Camisa, sobretudo, botas. Uniformes permitem que a gente exerça nossa crueldade sem sentir culpa."
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Helder 27/10/2016

Uma criança "criada" por Hitler
Como é bom quando lemos um livro assim. Simples, criativo, inteligente e muito bonito. Da vontade de convencer o mundo a lê-lo também.
O Menino no Alto da Montanha é um presente escrito por John Boyne e me conquistou logo pela sinopse.
Pierrot, é um bom menino nascido na França após a primeira guerra mundial. Sua vida de criança é tranquila, junto com seu amigo surdo judeu que adora escrever. Porém, ao ficar órfão de seu pai alemão e de sua mãe francesa ele é encontrado por uma tia alemã, que o leva para morar com ela em seu local de trabalho. Só existe um problema em seu trabalho: Ela é governanta. Onde? Na casa de campo de Hitler, conhecida como Ninho da Águia que realmente existe até hoje na Áustria. E assim, de repente, com 7 anos, Pierrot encontra-se morando na casa do Fuhrer. E ali existem perigos difíceis de perceber para uma criança nessa idade.
Logo ao chegar, a tia lhe explica que muitos cuidados devem ser tomados, O primeiro deles é ele mudar de nome. Pieter é uma versão mais alemã de seu nome. Outro ponto problemático que precisa ser cortado são as cartas trocadas com o amigo judeu, que passa a descrever cada vez mais a invasão nazista e perseguição a judeus em Paris.
Ao chegar à casa, Pierrot é um menino que está sempre apto a ajudar e se sente importante sendo útil. Porém, com o tempo nossos olhos começam a perceber um processo de transformação. Em sua ingenuidade, Pierrot vai se transformando em Pieter e passando a ver o Senhor da casa como um exemplo a ser seguido. Tudo em nome da pátria! E aí tudo é valido, e o conceito de certo ou errado passa a ser outro. Vale a pena machucar pessoas em nome de seu país.
John Boyne tem um talento incrível para mostrar o mundo cruel girando ao redor da inocência, mas aqui, diferente de seu livro de maior sucesso, esta inocência vai se deteriorando e sentimos a dor de acompanhar esta triste mutação. Sempre baseado em seu “exemplo de pessoa correta, Hitler”, Pieter vai se tornando um menino egoísta e egocêntrico, achando-se o braço direto de Hitler e acreditando ter direitos diferentes de todos os outros moradores da casa. O menino sempre apto a ajudar passa a acreditar que deve servir somente a Hitler, e deve ser servido por todos, mesmo que para isso precise humilhar pessoas que lhe estenderam a mão.
Neste ponto o autor nos faz pensar em como uma criança pode ser moldada por um adulto. É possível que uma criança tenha princípios ou consiga agir completamente diferente daqueles que as educam? Ok, Boyne pega pesado e coloca Hitler como este “educador”, mas é possível trazer para nossa realidade e nos fazer pensar o cuidado que devemos ter para educar nossos filhos, pois o que fazemos com certeza servirá de exemplo e em muitos casos, até de objetivo de vida destes pequenos. Dia a dia estamos moldando o caráter destas crianças
Outro ponto que deixa a leitura muito interessante é que esta transformação vai acontecendo em paralelo a fatos históricos. Boyne mistura diversos fatos reais com sua estória romanceada e torna tudo extremamente crível. E viajamos junto com ele na imaginação. Como seria ganhar um uniforme do próprio Hitler? Ou presenciar conversas políticas com grandes líderes como o Duque de Windsor, que contrário a seu país, resolveu conhecer Hitler, por quem foi assediado? Ou participar de uma reunião onde se discute a arquitetura dos primeiros campos de concentração?
Para Pieter estes são fatos corriqueiros, e participar de tudo isso, nem que seja só como ouvinte, o tornam um menino extremamente orgulhoso e arrogante. Por mais que nunca tenha ido ao front, ele se sente participando da guerra em uma posição especial, já que está “ao lado” de Hitler.
E ai vem a dúvida: O mal nasce com a gente ou pode ser gerado? É fácil destruir a ética de uma pessoa? Se Hitler conseguiu mexer com a cabeça de um país, o que não seria capaz de fazer com um garoto órfão com necessidade de aprovação.
De acordo com Boyne, algumas pessoas, um dia percebem seus erros e precisam lidar com este peso, e nem sempre existe redenção. E os erros cometidos por Pierrot são enormes e com certeza o marcarão para toda a vida. Que vontade que temos de evitar que ele siga estes caminhos, pois sabemos que não terão volta e que as marcas serão enormes.
Acho ainda, que outros autores teriam escrito um livro mais pesado, mas Boyne consegue nos mostrar a crueldade em pequenos detalhes. Uma mão leve, mas extremamente eficaz.
O final do livro é muito especial e nos traz um pequeno alivio. A história foi contada como devia ser.
Lindo! Para ficar pensando após terminar a leitura.
Recomendo!
Eli Coelho 19/01/2017minha estante
Depois dessa vai entrar na minha booklist




callowaylils 09/07/2020

o menino no alto da montanha.
no início do livro, você sente a inocência do personagem, de apenas 6 anos, entre todo o horror da segunda guerra. mas, aos poucos, ele acaba absorvendo tudo aquilo ao seu redor e se torna cada vez mais desprezível. isso nos faz pensar o que acabaríamos a ser se fôssemos o menino no alto da montanha.
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Lariane.Coutinho 06/09/2020

Muito bom
Adoro a escrita desse ator, é fácil saber o que o personagem está sentindo e sentir raiva dele, tudo é bem explicado e simples.
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borgesc.gabriela 14/07/2020

Primeiro de muitos do John Boyne
Como minha primeira leitura do John Boyne, o livro só me fez querer conhecer ainda mais o autor. O desenvolvimento do protagonista na história é sensacional, meus sentimentos em relação a ele iam de extremos (amor e ódio) em poucas páginas. A ascensão e queda do poder que o livro mostra emociona demais. A leitura foi muito rápida, em um dia tinha lido 28% e no outro acabei, muito bom.
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axcel0773 29/07/2020

Primeiro livro que leio do John Boyne, mas já havia visto o filme do Menino do pijama listrado que me emocionou bastante. Neste livro não é diferente, a narrativa é bem construída e tocante. Livro recomendado!.
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Patricia Lima 02/05/2019

O Menino no Alto da Montanha
Esse livro me surpreendeu muito porque ele foi totalmente diferente do que eu estava esperando.

Primeiro porque eu pensava que o Hitler só seria mencionado durante a história, mas ele é um personagem do livro, e eu não esperava por isso e acabou sendo impressionante termos um protagonista tão próximo dele durante a guerra.

Outra coisa que me pegou de surpresa é que o ponto de vista que nós temos nesse livro sobre a guerra é de uma criança que era inocente e gentil mas que foi sendo corrompida pelo poder

Ao contrário de o menino do pijama listrado onde o bruno não sabia de nada do que estava acontecendo, aqui o Pierrot sabe de tudo, ele vai sendo criado dentro da ideologia nazista e o Hitler passa a ser uma referência pra ele.

E eu que estava esperando outra história de guerra com uma criança pura e fofa, me peguei odiando o personagem e vendo as coisas acontecendo de uma forma muito perturbadora.

As vezes você até duvida se ele realmente entendia os planos do Hitler, e tem uma parte do livro onde uma pessoa fala pra ele jamais tentar se convencer de que não sabia de tudo, que seria o pior crime. porque nunca haveria perdão pra todos eles.

O livro é incrível, é uma leitura é muito válida, e foi mais um livro do autor que eu acabei gostando bastante.
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