Cilada Para Um Marquês

Cilada Para Um Marquês Sarah MacLean




Resenhas - Cilada para um Marquês


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priscila.rosa.50 16/06/2017

Lindo !
O livro é lidinho demais , o romance foi bem construído , a história é bem divertida e em vários momentos me peguei suspirando e sorrindo. Super recomendo !!
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22/05/2017

Sarah sempre arranjando um modo de fica melhor... Não é possível um negocio desse.
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Eu Pratico Livroterapia 03/05/2017

Cilada Para Um Marquês
É incrivelmente gratificante terminar uma leitura com vontade recomeçá-la. Sabe quando você não consegue largar o livro? Mas sente que se ler em uma noite, vai se arrepender por não ter apreciado mais? Eu me senti assim, e durante uma semana li Cilada para um Marquês. E foi a semana mais deliciosa de todas, em cada capítulo me vi viajando em cabriolés e carruagens.

Apreciando a vista, a comida, as aventuras e claro as novas amizades e descobertas. Sobre romances de época, primeiro: não sou de ler livros de época pelo simples fato de : a) não me prende (começo a achar incrivelmente chato antes mesmo do quinto capítulo) e b) as mocinhas são tão irritantes, ingênuas, bobas, chatas... já disse chatas? Segundo... não curtia mesmo e pronto.
Porém, acabei por ler esse, e não me arrependo. Aliás, sim me arrependo, de não ter lido logo!Que leitura deliciosa!
" - Você é o próprio retrato da decência.
- Eu não negocio decência, amorzinho."
Sophie não se encaixa na sociedade aristocrata de Londres, sua família e principalmente suas irmãs, estão sempre envolvidas em algum escândalo, sendo intituladas irmãs perigosas. A história começa em uma festa, onde Sophie está com todos os olhos voltados para si, quando derruba em um tanque de peixes o marido traidor de sua irmã.

Sophie me surpreendeu, ela é forte, decidida, incrivelmente corajosa. Desde as primeiras páginas, isso me agradou, e quando o Marquês de Eversley praticamente cai em cima de Sophie ao fugir por uma janela, as coisas ficam super divertidas ! O Marquês, claro não é qualquer um, é o mais canalha, destruidor de corações e claro, de casamentos de toda Londres. Depois do desastre que aconteceu na festa, Sophie decide que já é hora de partir, mas não pode fazer isso passando pela festa, ou saindo com a carruagem de sua família,então ao encontrar o Marquês, pede uma carona, e ele é claro nega.
Ela acaba encontrando o cocheiro do Marquês, e compra sua roupa, e vai na carruagem como clandestina.

A interação entre esse dois é muito divertida, a todo momento " Rei " alfineta Sophie, que não deixa por menos e sempre responde à altura.
" - Eu também nunca disse que você era desinteressante, Rei contestou.
- Não. Creio que você usou o termo desdivertida, que é ainda mais insultuoso, pois parece que eu sou tão entediante que preciso ser definida por uma palavra que até hoje não existia."
Várias discussões depois, tiros, sim teremos tiros nesse livro, e apesar de não gostarem um do outro, a química é forte, e aos poucos aprendem a se respeitar e mudar a visão que tinham um do outro.
" - Você não deveria morder a mão que te alimenta," ele disse.
" - Você está me chamando de cachorro?"
"- Não", ele respondeu. " Cachorros são dóceis e obedientes de um jeito que você jamais conseguirá ser."
Rei aos poucos percebe que Sophie é muito mais do que os jornais dizem, e claro Sophie, percebe que Rei não é o que aparenta ser, ou o que dizem que ele é. Esse é um daqueles livros em que você se pega com aquele sorriso bobo e preguiçoso no rosto, é daqueles que você suspira, daqueles divertidos ao ponto de uma gargalhada! Cilada Para um Marquês é leve, romântico, incrivelmente fofo, as cenas mais picantes (calma, são poucas!) são tão ... íntimas, de uma escrita ímpar.

Esse livro tem alma, corpo e opinião! Não deixem de ler!



site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2016/12/resenha-cilada-para-um-marques.html
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Três Leitoras 18/04/2017

Resenha: Confira completa no blog!
Acho que agora fui arrebatada de vez pela Sarah MacLean. Já tem tempos que estou querendo ler outros livros dela, mas primeiro precisava concluir a série O Clube dos Canalhas, feito isso, aproveitei que o Clube do Livro da Autêntica de Fevereiro escolheu mais um livro dela, engatilhei em uma nova história... E eu achava que seria impossível me encantar mais e mais por ela, só que foi justamente isso que aconteceu.

As Irmãs Talbot são conhecidas na sociedade como as Irmãs Perigosas, afinal elas fazem de tudo para laçar um aristocrata. Porém, Sophie Talbot abomina a aristocracia e tudo que vem no pacote junto com ela. E é por esta razão, que ela faz de tudo para não ser notada e não virar alvo das fofocas e disse-me-disse da Sociedade. Mas tudo nessa vida tem limite e em uma situação na qual foi impossível se controlar, a irmã sem graça se tornou o centro de um escândalo.


Após os fatos, tantos sentimentos permearam o coração de Sophie e nele uma grande certeza, está na hora de ir embora de Londres e voltar para o lugar no qual ela sempre foi feliz, o local onde morou antes do seu pai "receber" o título, Sophie decide voltar para Mossband, reencontrar o seu lugar, abrir a sua livraria e quem sabe casar com Robbie, mesmo depois de 10 anos, ela acredita que ele estará esperando por ela.

No seu caminho de fuga, Sophie irá encontrar Rei, o Marquês de Eversley, um futuro Duque e um dos maiores canalhas de toda Londres, afinal ele é o maior destruidor de noivados e vive arruinando as damas perante a Sociedade. Ele está indo visitar o seu odioso pai, em Cumbria, dando graças a Deus que o velho está dando as mãos para a Dona Morte.

site: http://www.tresleitoras.com.br/2017/03/resenha-cilada-para-um-marques.html Concluído
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Fabiana.Martino 15/04/2017

Uma não-cilada que virou cilada rsrsrs
Adoro as histórias da Sarah! Super empolgantes e sem marasmo. Essa tb não foi diferente. Só acho que Rei magoou muuuuito Sophie até chegarem ao amor. E, por causa disso, acho que a Sarah deveria fazê-lo correr atrás de Sophie muito mais do que foi mostrado no livro, pois essa parte foi muito rápida.
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Marcos Antonio 03/04/2017

Cilada
Como todos os livros de época amor, paixão, lutar contra o amor e no fim. E como sempre digo os homens são muito ingênuos e as mulheres muito espertas.
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Cristine 03/04/2017

história boa, coisas acontecem o tempo todo, vc se diverte lendo
o Rei e a Sophie são fofos juntos, até porque não se apaixonam a primeira vista...ela é uma pedra no bota dele desde o primeiro momento...

é um livro para distrair, quando se quer uma história bonitinha, engraçada, com situações inusitadas, vários personagens interessantes que com certeza vão ganhar livros próprios...

mas tem que estar no humor para ler o livro, se estiver num momento meio realista, nem comece, pq se for analisar bem, a história do dois é completamente improvável, e no fundo a Sophie é tão cabeça de vento quanto as irmãs (só mais decidida), e o Rei, pobre menino rico....
Cris Paiva 03/04/2017minha estante
Eu peguei birra desse negocio de amor a primeira, eu gosto quando o romance vai mais devagar, fica mais "real".


Prisciane.Lopes 26/04/2017minha estante
e boa vc gostou??




Ariana 03/04/2017

A Cilada perfeita !

Antes de aventurar pelas linhas dessa resenha, devo avisar que esse livro tem alto poder de cativação! É o primeiro livro que li dessa autora e com toda certeza, preciso ler seus outros escritos.

Sophie Talbot não tem lá a melhor das reputações, ela é a caçula do grupo chamado “Irmãs Perigosas”, mulheres da família Talbot supostamente dispostas a fazer qualquer coisa para fisgar um marido na aristocracia. Só que Sophie não é assim, tudo que ela deseja é a felicidade que reinava em sua vida antes do pai conseguir o título de conde e ela ser obrigada a deixar a pacata cidade no norte da Inglaterra para se arriscar entre os hostis nobres londrinos. Então, quando ela se vê no centro de um imenso escândalo na capital, decide que é hora de partir de Londres e encontrar seu próprio caminho! Mas, o que ela não contava é que esse caminho se cruzaria com o maior libertino do país, conhecido por arruinar noivas prestes a estarem no altar!

Rei, o Marquês de Eversley e futuro Duque de Lyne, jamais imaginaria ter sob sua responsabilidade uma das Irmãs Perigosas e traçando uma viagem rumo ao norte do país para visitar o pai a beira da morte, nem sonha que leva em seu encalço uma das conhecidas filhas da família mais escandalosa da aristocracia. Quando ele descobre a presença de Sophie, tudo que ele consegue imaginar é que está na cilada de umas das conquistadoras mais oferecidas da Inglaterra, que visa com isso conquistar apenas o título de duquesa. O que ele não esperava é que Sophie fosse tão encantadora e que surgisse uma desejo tão ardente por ela!

É um livro divertidíssimo, inúmeras vezes me peguei as gargalhadas com as discussões mais vívidas que já li! Sophie tenta a todo momento mostrar que Rei não significa nada para ela e ele, passa metade do livro negando o desejo, repetindo o seu mantra “Ela não é problema seu”, só que era e muito! Porque com seu jeito corajoso e sua vontade de encontrar a felicidade, Sophie é a mulher mais espetacular que ele já conheceu. É impossível que eles não se sintam atraídos, com tanta eletricidade que passa entre eles toda vez que se tocam, com as discussões acaloradas e as ondas de desejo ardente! É viciante ver como pouco a pouco as amarras se soltam e eles conseguem tocar a alma um do outro, enxergar a natureza da personalidade de cada um e isso tudo em meio a divertidas e perigosas aventuras!
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nathy 02/04/2017

Mais uma boa trama criada pela Sarah
A principal causa que me fez amar às histórias da Sarah é a maneira como ela as desenvolve; sempre recheadas de romance, pitadas de humor ácido, doses picantes em algumas cenas e personagens femininos sempre à frente do seu tempo. Neste volume ela trás novamente todos esses elementos e escreve - mais uma vez - uma ótima história para os amantes de livros românticos de época.

A trama gira em torno de Sophie, a filha mais nova entre as cinco irmãs Talbot (apelidadas de irmãs perigosas), que sempre estão envoltas em escândalos por possuírem personalidades, no minimo, extravagantes em relação aos membros da sociedade londrina do século XIX. Aliado a isso, é notório para todos que a sociedade só "aceita" a família Talbot por causa do pai das meninas que conseguiu um titulo de nobreza nas cartas e por sua grande riqueza adquirida das minas do carvão. Sophie, é considerada a mais "sem graça" de todas elas pois não possui a beleza das irmãs e não é tão talentosa e extravagante, apesar disso, ela apresenta uma força de espirito que simplesmente encanta e que a faz negar e odiar tudo aquilo que sua mãe e irmãs tanto adoram.

Cansada de viver em um mundo de aparências e que nunca irá aceitá-la, a mesma decide voltar ao seu antigo lar, aquele em que foi "obrigada" a deixar e que apesar de simples era cheio de felicidade. O problema era que ela não avisou a ninguém e em sua fuga acabou encontrando e dependendo do arrogante - terrivelmente libertino e canalha - Rei, Marquês de Eversley e futuro duque de Lyne.

Uma das coisas que mais me diverte neste enredo são as discussões entre a Sophie e o Rei, que são personagens com personalidades bem opostas, e que de sua maneira se completam. Definitivamente, o envolvimento dos dois é o ponto chave da trama (com direito a cenas bem, mais bem sensuais). Falando nos protagonistas tenho que destacar a Sophia, amei conhecê-la: seus desejos pela liberdade, pela vida mais simples e verdadeira, pelo seus sonhos (ter uma livraria para ser mais especifica) e seus medos e inseguranças. Enfim, fazia muito tempo que não me encantava e se identificava dessa forma com uma personagem feminina em um livro.

LEIA MAIS...

site: http://ventoliterario.blogspot.com.br/2017/03/o-vento-me-disse62-cilada-para-um.html
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Tashiro 21/03/2017

Que cilada, hein!
Queridos leitores,

Se ainda no século XXI a fofoca reina, imagina no século XIX, quando as aparências eram tudo e um pouco mais, a reputação era considerada a joia mais preciosa de uma dama e a aristocracia não tinha mais nada a fazer, além de tomar conta da vida dos outros. De certa forma, a fofoca só migrou de plataforma, apesar de os jornais e revistas especializados ainda existirem sob o pretexto de “informar” os interessados em saber quem é a nova conquista de Neymar Jr.

Você tem ideia do quão infame alguém pode se tornar na Inglaterra e mais adiante no século XIX? Porque os protagonistas de hoje figuram num dos maiores escândalos já registrados, e isso aconteceu em junho de 1833. Mesmo sendo extremamente comum fugas de casais apaixonados para Escócia, não é comum que uma dama empurre seu cunhado em uma fonte, degrade a forma de vida ociosa da aristocracia em frente da própria, peça uma carona para um dos canalhas mais famigerados, roube sua bota, pegue uma carona clandestina vestida de criado, acabe numa viagem na estrada para o Norte com o tal celebre canalha.

Poderia até ter conquistado fãs, uma linda história de amantes que fugiram para Escócia. Contudo — mesmo que tirássemos da equação as injurias à nobreza —, lady Sophie Talbot é uma d’As Cinderelas Borralheiras, uma das Irmãs Perigosas, embora seja considerada a mais desinteressante e calma entre as cinco. Sophie, a desdivertida. Você pode estar se perguntando o que são as Irmãs Perigosas, eu diria que aonde elas forem um show é armado, a diversão é certa e os escândalos são abundantes. Elas são desprezadas, elas são aclamadas, e elas podem ser ladies, mas não têm um pingo de sangue azul. São filhas de um mineiro, que teve muita sorte na vida, e conseguiu de forma misteriosa — ainda que haja muita especulação sobre jogos e apostas — um título há 10 anos.

Já pensou? Um dia você é a filha de um mineiro, no outro, rodopia nos salões de baile. Parece um sonho — para as irmãs e a mãe de Sophie, mas não para ela. Ela estava satisfeita com a vida antes do título, viviam muito bem em Mossband, nunca imaginou ter nada mais que uma livraria e se casar com seu amigo de infância, Robbie — o filho do padeiro. Mas a vida aristocrata é triste e frustante, uma vida de aparências, de tentar se encaixar onde não é aceita, ser algo que ela não é e não quer. Sophie quer liberdade, ela quer ser amada, ela quer livros e mais livros, filhos, uma vida singela, porém, uma vida feliz. No meio da clandestinidade, ela decide correr atrás do passado, correr para Mossband e encontrar um futuro em um lugar que ela já chamou de lar.

“Felicidade! É esse o cheiro dos livros. Felicidade. Por isso eu sempre quis ter uma livraria. Existe vida melhor do que vender felicidade?” — Sophie, p.219

Entretanto, Sophie não contava com uma variante em seus planos: o Marquês de Eversley e futuro Duque de Lyne, Rei. Um canalha com tanta fama quanto suas irmãs, um homem conhecido por arruinar damas prestes a se casarem. Não espere um cavalheiro, Rei é do tipo grosseiro e tem certeza de que a mais nova Irmã Perigosa armou uma cilada para que ele se casasse com ela, tomando posse de um dos títulos mais desejáveis da Inglaterra. Pobre coitado, mal sabe ele o ódio que Sophie tem da aristocracia. Ela não casaria com ele nem que ele fosse o último homem da cristandade; principalmente depois de ele ser tão cruel com ela. Vale ressaltar que Sophie sabe guardar rancor como ninguém. Para Rei, a questão do casamento é mais complexa que não se casar com uma mulher interesseira ou viver na vagabundagem, ele nunca irá se casar com Sophie ou com mulher nenhuma. Já basta ele ter de fazer uma longa viagem para o norte para ver o pai que ele despreza — Sophie que se vire, ela não é problema dele.

“— Nós não deveríamos gostar um do outro — as palavras dela saíram num suspiro.

— Não se preocupe. Nós não gostamos.

Que grande mentira.” — Sophie e Rei, p.163

É no percurso que a trama se desenrola, o casal se desenvolve e conhecemos o passado e os desejos de cada um. Eu adoro os livros da Sarah MacLean, isso não é novidade. Acho que ela consegue sempre apresentar o feminismo nos seus livros de formas diferentes e mostrar que ele está relacionado a escolhas. Vejamos, na série O clube dos canalhas, ela cria uma heroína numa posição de poder. Uma mulher que se esconde atrás de ilusões, que criou seu próprio reino, e não se deixou ser vítima. Ela se revela como carrasca daqueles que a menosprezaram, e é a guardiã do dinheiro e dos segredos da nobreza. Já em Nove regras a ignorar antes de se apaixonar, ela apresenta uma personagem acomodada com sua posição na sociedade, mas que quer experimentar o que a vida tem a oferecer. Ela procura por uma liberdade que os homens usufruem sem pensar duas vezes, mas depois — assim que realizar sua lista de regras a quebrar —, ela pretende se acomodar novamente. A trajetória da personagem é recheada de pensamentos que vão contra a posição que as mulheres têm de ter na sociedade; ela não é feminista, mas as ideias são. Sophie é mais uma dessas manifestações que a autora conseguiu fazer acerca do assunto, e de forma brilhante. Sophie quer uma vida pacata, quer casar e ter filhos, mas com quem ela escolher e onde escolher. Ela quer ter uma livraria, acordar cedo para trabalhar e ser útil, isso é uma escolha dela. São os sonhos dela, independente do que a sociedade acha que uma mulher pode fazer e deve fazer.

“Opções, não. Opção. No singular. Porque a verdade era que as mulheres, na Inglaterra de 1833, não tinham opções. Elas tinham um caminho que deveriam trilhar. Que eram obrigadas a trilhar. E que deveriam se sentir gratas por serem obrigadas a trilhar esse caminho.” — Sophie, p. 65-66

Uma coisa interessante, gostaria de ressaltar o trabalho lindo de diagramação do livro. Cada capítulo se inicia com uma manchete bem chamativa; algumas são divertidíssimas e outras, um tanto peculiares… Por fim, eu indico com fervor esse livro. A autora sempre consegue me prender e segurar a carga certa de drama pra não ser exagerada ou leviana. Eu adoro a forma como sinto aquela pontada no coração a cada página, e como o clímax da estória sempre me leva às lágrimas. Apesar de eu não ter falado tanto do Rei, ele é um personagem incrível, mas vocês, ao ler, precisarão descobrir sozinhos a longa trajetória — muito maior que a Grande Estrada do Norte — que ele precisará percorrer para ter um final feliz.

Beijos, May.

site: https://silenciocontagiante.wordpress.com/2017/01/10/resenha-cilada-para-um-marques-de-sarah-maclean/
Monique 22/03/2017minha estante
Amei a resenha!! Parabéns!!!


Tashiro 22/03/2017minha estante
Obrigada!!




mitigo 07/03/2017

Resenha Cilada para um marquês
Comprei este livro ano passado e fui tentar começar a ler só em janeiro, mas achei um pouco chato as 5 primeiras páginas e parei de ler. No último dia 16 teve o Clube do livro da Gutemberg e o livro escolhido tinha sido este. Li um pouco do livro no dia do evento, livro-cilada-para-um-marques-sarah-maclean-resenha-serie-escandalos-canalhas-romance-de-epoca-mademoisellelovesbooks-2suficiente para já ter me arrependido de não ter lido.

A história gira em torno da Sophie que é a filha mais nova de um conde recém-nomeado. Por não terem nascido em um berço real e sempre estarem no meio de escândalos, a família é desprezada pela maior parte da aristocracia. Enquanto suas irmãs adoram participar de festas e todo o luxo de Londres, Sophie detesta o jeito esnobe dos aristocratas e sempre tem saudades da infância dela (quando não eram ricos). Em uma determinada festa ela se mete em uma confusão com seu cunhado e acaba tendo que sair da festa sozinha. Ao se preparar a ir a pé até sua casa, um bota acaba caindo em sua cabeça e um homem começa a descer uma treliça. Este homem é o Marquês de Eversley, conhecido como Rei, vendo que o Rei também terá que sair da festa, ela pede carona a ele, mas Eversley recusa e acaba deixando-a sozinha, mas como nossa mocinha odiou o jeito que foi tratada, resolve utilizar meios ilegais e entra em sua carruagem, porém isso acaba dando em confusões.

Esse livro me surpreendeu muito, ele consegue misturar romance, comédia, aventura e drama de um jeito que não achei enjoativo. As cenas de comédias são muito engraçadas e a maioria das cenas eu não imaginava que iriam acontecer. O romance do casal começa de forma inocente, o marquês sempre a acusa de estar armando uma cilada para eles se casarem, mas ela só quer liberdade e o conforto de um lar. Quando eles finalmente se apaixonam, também já estou apaixonada e queria muito a felicidade dos dois. Dá metade para o final a história começa a ficar mais sentimental, me causando borboletas no estômago, chorei até o final feliz. Apenas uma coisa me deixou enjoada foi a síndrome do Rei achando que ele não a merecia, em alguns momentos isso é muito forçado, mesmo assim foi o melhor livro que li esse ano até agora. Mal posso esperar o volume 2 que ainda não foi lançado.

site: https://muitoalemdasinopse.wordpress.com/2017/02/21/resenha-cilada-para-um-marques-candidato-a-melhor-livro-do-ano/
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PorEssasPáginas 07/03/2017

(...)
Essa série é sequência da primeira série publicada pela editora, O Clube dos Canalhas (que eu não li ainda, mas vou ler logo, logo…), e acredito que tenha os mesmos ingredientes dos romances da autora (eu já acompanho a série Números do Amor, publicada pela Arqueiro e que precede O Clube dos Canalhas). Na verdade, eu acabei gostando mais do tom deste livro, Cilada para um Marquês. Ele pareceu menos floreado, acho que mostrando um pouco mais de sarcasmo em seu humor e também um cinismo contido nas atitudes e pensamentos dos personagens que apimentam ainda mais a leitura.

Sophie é o típico patinho feio e que, para variar, tem uma auto-estima um tanto frágil. A própria família não a considera a mais “vendável”, como diz uma de suas irmãs, para fazer um bom casamento – aparentemente, apenas o pai de Sophie não liga para essas coisas e a ama incondicionalmente (apesar de algo que ele pediu a ela que achei que forçou a barra). Eu ficava muito chateada quando Rei falava algo que sabia que ia machucá-la e acaba acertando, apenas para depois se arrepender. Affe! Mesmo assim, Sophie erguia a cabeça e seguia em frente, assumindo riscos e dando a volta por cima.

Rei já é um daqueles homens cheios de convicção e que se acha dono da verdade. E que vê essas “verdades” ruírem uma a uma no decorrer da história – para grande satisfação dos leitores! Você passa a gostar dele mais no momento em que ele começa a tentar entender Sophie do jeito que ela é e não como a sociedade a pinta.
(...)
***resenha completa no blog***

site: http://poressaspaginas.com/resenha-cilada-para-um-marques
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Ana Caroline 02/03/2017

Resenha | Cilada Para Um Marquês
Falar em romance de época, e não lembrar de Sarah Maclean é porque você ainda não leu nada dela. Afinal com uma das melhores escritas do mercado, a autora junto com a Gutenberg nos presenteia com mais uma série. Dessa vez, é Escândalos e Canalhas. Vamos conhecer mais sobre o primeiro volume, Cilada Para Um Marquês?

Sophie é a filha mais nova da família Tabolt, família que era pobre e conseguiu seu título de nobreza através de compra, e as más línguas dizem de forma ilícita. Seu pai trabalhando com extração de carvão, e sua família com nenhum treinamento aristocrático, eles logo viram a piada da sociedade londrina. Com todas as filhas metidas em confusões e escândalos, Sophie irá causar um de grande repercussão com o marido de sua irmã mais velha, que lhe fará sair correndo da festa em que estava. Sem muitas opções de fuga, ela vê uma alternativa quando reconhece o marquês de Eversley saindo da casa de uma moça — tentando escapar da ira do pai da dama — precisando de sua carruagem o mais rápido possível, o que ela também queria.

Com a maior fama de libertino e de arruinar casamentos, o Rei — apelido dado ao marquês — vê que não será uma boa ideia dar carona para uma das Irmãs Perigosas, apelido dados as meninas Talbot, em vista que estão atrás de homem ricos para casarem-se, até mesmo acabando com suas reputações, e por isso resolve negar ajuda. O que eles não esperavam, é que essas ações iriam unir-lhes de qualquer maneira. E em uma viagem não esperada, os dois irão passar por altas aventuras, perigos, paixão e quem sabe no final por amor.

Posso passar meses sem ler nada da autora, porém é sempre pegar algo escrito por ela e ter certeza de me apaixonar. A simplicidade e ao mesmo tempo a complexidade que temos dos personagens, nos fazem ter uma leitura muito rápida e fluida. Conhecemos de primeira os protagonistas superficialmente, e a medida que a leitura avança, temos um desmembramento das personalidades, conhecendo-os um pouco mais a fundo, conectando-os com a andar da história. Essa situação de fechar, e deixar "redondo" o enredo, além de ser característica da escrita dela, faz com que fiquemos mais interessados e presos nas páginas. Eu praticamente fiz a leitura em 1 dia.

"Elas nunca enxergaram a verdade — que as irmãs Talbot poderiam se casar com príncipes da família real e mesmo assim não seriam bem-vindas na Sociedade. A aristocracia tolerava sua presença porque não podia se arriscar a perder a inteligência do novo conde, ou os fundos que vinham com cada uma de suas filhas. Casamento era afinal, o negócio mais lucrativo na Inglaterra." pág. 19

O que talvez considere um pouco negativo, por talvez não estar mais com paciência no momento, é a alta quantidade de drama nas 50 páginas finais. Vemos uma sucessão de acontecimentos descritos por causa de atitudes de ambos os protagonista. Sei que isso é necessário para render a narrativa e para o leitor se afeiçoar mais ao casal, entretanto após ler tantos romances de épocas seguido, acabei enjoando um pouco. Deve funcionar e muito bem para quem for ler entre livros pesados, ou não irá ler vários do gênero de forma sucessiva. Apesar de tudo que falei, isso não tira o mérito, nem a nota 5 que dei. Acho que isso é mais questão de momento do que erro da trama em si.

As figuras principais, possuem personalidades bem fortes, fazendo com que tenhamos bastantes cenas dos dois batendo de frente, e de ocorrências de humor, onde você dará altas risadas e talvez esse seja o principal diferencial aqui. Como falei, li muitos romances de épocas um atrás do outro, e se houvesse muitas mocinhas de mesma aparência e jeito, iria enjoar rapidamente. Aqui não. Trabalhamos ao mesmo tempo com uma mulher decidida, mas que seu lado insegura em certos momentos fala mais alto, como temos inusitadamente a mesma situação no lado masculino. É praticamente em âmbito que os dois possuem bastantes igualdades em caráter e são cabeças duras.

O desenvolvimento e os cenários construídos — em que alguns momento envolve a Escócia e eu adoro — foram bem satisfatórios fazendo com que o leitor não queira parar em nenhum momento a leitura. Sempre alerto para a questão das cenas adultas, em que a autora tem uma mão mais descritiva, mais esdrúxula no palavreado, que no conjunto não afeta a obra. É sempre bom avisar pois tem pessoas que não gosta.

Na parte física mais uma vez tenho que falar: a editora Gutenberg arrasa. Sei que houve inicialmente um pequeno desagrado com a primeira capa escolhida, e a editora atenciosamente abriu votação para outras onde o público escolheu esta. Não tem tanta referência quanto outros livros da mesma, mas está dentro do contexto. Outro elogio é a diagramação que ficou bem parecida com manchetes de jornais da época, junto com cada título de início de capítulo. Achei de uma criatividade absurda e que tem super a ver com o que é tratado aqui — afinal para ser escândalo, tem que ter saído em algum jornal de fofoca. Só a revisão, que possui alguns erros de gramática, contudo não afeta a leitura.

site: http://diariasleituras.blogspot.com.br/2017/03/resenha-cilada-para-um-marques-sarah-maclean.html
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Luciane 26/02/2017

Maravilhoso
Livro maravilhoso, como todos os livros da diva Sarah MacLean!! Começou a série arrasando!!

Sophie é uma mulher diferente, ela não sonha em arranjar um casamento com um aristocrata, diferentemente de suas irmãs, ela quer apenas ter uma livraria, já que ama livros, quer uma vida tranquila longe de Londres e da falsidade dos nobres. Mas por ser uma das "Irmãs Escandalosas" seu nome a precede e quando ela encontra Rey, marquês de Eversley, ele acha que ela quer apanhá-lo.

Rey é um homem amargurado pelo passado, jurou nunca casar, é um homem cínico e arrogante, mas vai ter que aturar a determinada Sophie, que só quer uma carona para longe de tudo que odeia.

Os dois juntos são lindos, não é um romance que acontece a primeira vista, há uma atração sim, mas o amor mesmo, vai nascendo aos poucos, porém eles são teimosos demais para admitir os sentimentos.

A estória é ótima, tem romance, tem paixão, tem confusões, tem humor, tem tudo que a gente ama num bom livro. Impossível não se apaixonar pelo casal protagonista e não ficar roendo as unhas de curiosidade pelas próximas estórias. Querendo muito ler o livro do Duque de Haven, que traduzam logo (pelo amor de Deus).

Enfim, simplesmente perfeito. Leitura rápida e envolvente, não dá para largar antes de terminar. Muito bom!!
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Carol 25/02/2017

Cilada para um marquês, 1o.romance de época que li
Cilada para um marquês foi o primeiro romance de época que li, por ser livro escolhido para o clube do livro da Autêntica. Nem preciso dizer que gostei, não é?.. Afinal, Sophie não é uma personagem como outras... ;)

Confira.

site: https://carollivros.wordpress.com/2017/02/20/cilada-para-um-marques/
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