The Well of Ascension

The Well of Ascension Brandon Sanderson




Resenhas - The Well of Ascension


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Juli 20/01/2022

início meio lento, mas...
eu jurava que esse livro ia ir em uma direção e foi em outra totalmente diferente, o que me surpreendeu MUITO e me deixou sem falas quando terminei, essa história é simplesmente muito bem desenvolvida, com personagens e poderes que você consegue acompanhar e compreender, o único ponto negativo do livro >pra mim< foi o início meio mastigado, que me deixou meio lenta pra concluir a leitura, mas essa obra é simplesmente perfeita, sofri muito, logo 10/10
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Vini 08/01/2022

The Well of Ascension
O livro inteiro é sensacional, um ritmo maravilhoso. A história da trilogia, em um todo, ganhou mais corpo, o que sinceramente eu não via caminho quando acabei o primeiro livro pois ele já tinha trazido uma história muito boa e praticamente fechada. Mas Brandon conseguiu me surpreender mais uma vez.

Não vejo a hora de ler o terceiro e último volume desta era.

Tenho que comentar sobre os últimos capítulos: que ritmo alucinante, não dá nem pra respirar.

Maravilhoso.
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Jane 57821 30/12/2021

Uma continuação bem transitória e política
Depois dos eventos devastadores do final do 1° livro, Brandon Sanderson se debruça sobre as suas consequências e como momentos de caos social e político podem tensionar a frágil segurança estabelecida. Mais lento do que o livro anterior, "O Poço da Ascensão" acaba tendo bastantes altos e baixos e um final um pouco agridoce, não nego que acabei desanimando um pouco com a saga mas pretendo sim terminar e ver o que o autor tem em mente para a sua conclusão.
Aisha Andris @AishandoBooks 30/12/2021minha estante
É, para quem não curte tanto a parte política, esse livro é um pouco complicado mesmo, mas eu sou apaixonada por essa série. Continua, sim!


Jane 57821 31/12/2021minha estante
Eu até que curto a parte política, mas acho que o autor se estendeu demais em toda a trama a respeito do cerco da cidade, a gente acaba ficando muito preso dentro de um panorama só sem ter grandes mudanças gerais. Pretendo continuar sim, ainda acho os personagens do livro bastante interessantes de acompanhar kkk




Malu 23/12/2021

Uma boa continuação para uma excelente história de fantasia
Apesar de algumas falhas, Brandon Sanderson consegue sustentar a trama do segundo livro pela maestria com que construiu o impressionante universo de Mistborn. A sensação que tenho é de que o primeiro livro poderia ter sido mais longo, e, o segundo, mais curto.

As intrigas palacianas, disputas da nobreza e táticas de guerra e de política não me convenceram. Elend é um personagem de difícil compreensão, que poderia ter sido melhor desenvolvido, na minha opinião, em função do papel central que ocupa na trama.

Apesar dos pontos negativos, é muito bom acompanhar o desenvolvimento do universo. Um dos grandes méritos de Sanderson é dar para o leitor respostas que, geralmente, são negligenciadas pelos autores de fantasia. O que acontece quando o suposto grande vilão é finalmente derrotado? Será que, ao derrotar um grande mal, a vida das pessoas efetiva e necessariamente melhorará?

A construção da magia e dos poderes continua impecável. Apesar de menos lutas alomânticas no segundo volume, podemos visualizar melhor como o autor explora os poderes da Feruchermia. As poucas lutas entre mistborns são incríveis.

O livro competentemente deixa mais perguntas do que respostas e, principalmente no último terço da obra, aguça o leitor para a conclusão da trama. O final é arrebatador e faz aumentar a vontade de continuar acompanhando a história. Ansiosa para os próximos capítulos.
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Queria Estar Lendo 22/11/2021

Resenha: O Poço da Ascensão
O segundo volume da trilogia Mistborn é também o motivo do meu colapso. Em O Poço da Ascensão, retornamos ao território sombrio e terrível do império final para confrontar as consequências das ações rebeldes do primeiro título dessa era.

Esta resenha vai conter alguns spoilers do primeiro livro.

O Senhor Supremo caiu e o império ficou instável sem ele. Um ano se passou desde os acontecimentos liderados por Kelsier, o Nascido da Bruma; sua morte não foi em vão em relação a torná-lo um mártir, quase um deus, aos olhos do povo. Mas, sem sua liderança, aqueles que o seguiam se veem tropeçando cada vez mais no peso que é conduzir um governo.

Vin tenta lidar com todo esse caos à sua maneira, patrulhando as brumas e garantindo que seu novo rei - o homem por quem está apaixonada - esteja seguro. Elend, por sua vez, tem o peso da coroa, das expectativas e das tensões margeando o império final sobre seus ombros.

As brumas parecem mais densas, tal qual o cenário político em que se encontram. Libertar o império de um único terror deu certo, mas como farão para garantir que ele não desmorone de vez?

O Poço da Ascensão foi, sem sombra de dúvidas, um dos melhores livros de fantasia e política e reviravoltas que já li. Se O Império Final me surpreendeu na construção da tensão e da sensação impossível que a rebelião passava, esse volume trouxe um dos cenários mais complicados que poucas histórias exploram: o que fazer quando você vence e derrota o supremo soberano do mal? Quais são os acordos políticos necessários? Quais são as ações que vão garantir que nenhum outro inimigo tente tomar o seu poder? É realmente a hora de apelar para a liberdade total ou um pulso mais firme é igualmente necessário para impedir tudo de desmoronar de vez?

O desenvolvimento político dessa história é simplesmente impecável. Todos os diálogos que acontecem entre os personagens daquele grupo rebelde, que agora precisa resistir ao peso da liderança, são impressionantes. Elend, à frente de todo mundo, é um rapaz desesperado por fazer a coisa certa - mas honra e moral não são necessariamente as melhores qualidades quando se lida com uma crise daquele tamanho.

Porque, lá fora, o império final está em colapso. Quando um cerco se forma a cidade de Luthadel, você entende o terror que nasceu com a queda do Senhor Supremo; outros tantos como ele querem tentar pegar o poder que ficou vago. Elend não representa a voz e liderança que tamanho império demanda, e ele vai precisar trabalhar muito para garantir que sua oposição não seja sua derrota.

Ao seu redor, personagens como Clubs, Ham, Breeze, Dockson, companheiros de luta de Kelsier, que vieram das ruas e da rebeldia para a "távola redonda" do poder, são bons contrapontos a toda a honra do personagem. Eles são vozes da razão em alguns momentos, um pouco extremistas em outro; oferecem desafios às colocações de Elend, mas estão sempre ali por ele, como estiveram por Kelsier (alguns mais do que outros). Eu amo o Ham e o Breeze, a razão pura e dura e a sensibilidade um pouco debochada que cada um deles oferece.

"As profecias nunca foram feitas para dizer nada específico, mas falar de um sentimento geral. Uma esperança geral."

E eu amo tanto o Elend. No volume anterior, minha opinião sobre ele era meio a meio, mas mais para positiva por causa do final. Aqui, que salto de personagem ele teve! Do leitor apaixonado, filósofo sonhador, espectador em quase todas as mudanças sem realmente fazer parte delas para um rei que precisa tomar decisões e precisa impor suas ideias e que, mesmo em meio ao caos, ainda ama sua cidade e as pessoas que dependem dele para fazer sacrifícios grandiosos em nome deles.

Ao lado de Elend, Vin protagoniza a história vivendo alguns dilemas solitários, de confusão e de não entender seu lugar naquele mundo. Antes, ela tinha Kelsier para ajudá-la e guiá-la; agora, é uma Nascida da Bruma sozinha e confusa e amedrontada por coisas estranhas que vêm surgindo nas brumas.

Silhuetas e vozes e um tambor incessante que podem significar tudo e nada ao mesmo tempo, especialmente com as mudanças que começam a acontecer fora da cidade.

Eu amo tanto a Vin. Ela está muito mais madura e decidida, mostrando o grau de evolução de personagem da garota assustada que conhecemos nas ruas de Luthadel quando a rebelião estava para começar. Seus poderes são impressionantes e dignos do coração grandioso que ela carrega. É uma personagem feminina forte, cheia de nuances e com um arco digno de desespero e tensão por todo o livro.

Também tem toda a questão sobre pertencimento e aquela coisa de "estou sozinha, mesmo?" em relação a seus poderes e a ninguém entender realmente o que se passa em seu coração. O autor trouxe um elemento surpresa para confrontar essas dúvidas da personagem, e eu fiquei "eita!" durante todo o desenrolar desse arco.

Sua relação com Elend é muito explorada, mas sua amizade com Sazed e o estranho relacionamento com OreSeur também são essenciais para a protagonista. Esses personagens são essenciais para tudo que acontece na história.

Sazed, por exemplo. O Terrisman, estudioso responsável por armazenar memórias de todas as religiões que já existiram, está em uma peregrinação quando confronta uma atividade misteriosa e macabra que parece estar vindo diretamente das brumas; elas não estão mais aparecendo apenas durante a noite, e não parecem mais tão inofensivas quanto antes.

Teria alguma coisa a ver com a profecia do Herói das Eras? Ou seria algo ainda pior?

Ele é um personagem tão fantástico, tão bem desenvolvido; muito sensato e calmo mesmo nos momentos mais tensos e desesperadores. Todo o seu arco tem a ver com entender o que está rolando no império final em questão fantástica e medonha, conectando com o arco da Vin de maneira inesperada para antecipar algo grandioso - e talvez terrível - que está por vir.

"Caos e instabilidade, a bruma era os dois. Sobre a terra havia um império, dentro daquele império havia uma dúzia de reinos fragmentados, dentro desses reinos ficavam cidades, vilas, vilarejos, fazendas. E, acima de todos eles, dentro deles, ao redor deles, estava a bruma."

Minha nossa, como esse livro tem reviravoltas. Quando eu achava estar preparada para uma coisa, ele puxava meu tapete. Quando acreditava ter decifrado um enigma, ele dava uma cambalhota e me surpreendia de outra maneira. Do começo ao fim, O Poço da Ascensão é digno daquela sensação de crescente tensão que permeou o primeiro volume. Aqui, nós vemos essa tensão se multiplicar dez vezes, para todos os lados.

Ação não falta, assim como uma abertura para falar sobre o tamanho desse império e a diversidade de coisas que existem nele. Monstros, sociedades desconhecidas, criaturas com códigos morais capazes de te surpreender com revelações pra lá de bombásticas.

E o final! Que final!

É um pontapé para um terceiro livro carregado em mistério e em horror e eu não sei se estou psicologicamente preparada para essa leitura, mas estarei lendo assim que der uma respirada da jornada que foi O Poço da Ascensão.

De novo: se você ama fantasia, Mistborn é uma obrigação. Eu me arrependo de ter demorado tanto para ler essa história, mas jamais me arrependerei de ter mergulhado fundo na grandiosidade que é essa trilogia - e esse universo - criado por Brandon Sanderson.

site: https://www.queriaestarlendo.com.br/2021/11/resenha-mistborn-o-poco-da-ascensao.html
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@profderekpaiva 14/10/2021

a continuação da fantasia épica!
#13 Mistborn, the well of ascension, Brandon Sanderson

? ? ? ? ? +??

A continuação de "the final empire" não poderia deixar a desejar né. Acomoanhamos a continuação dessa história estupefata com mais tramas e quando vc acha que o Brandinho não tem mais nada a revelar... https://t.co/JdFIOvRkzn
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yascastro 27/09/2021

Eu esperava que seria impossível que uma continuação fosse tão boa quanto o primeiro livro, afinal é muito mais fácil se apegar aos inícios de jornada. Nesse caso essa regra não se aplica, o segundo livro é tão bom quanto o primeiro. Não cheguei ao último livro, mas já amo essa trilogia!!!
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Amy 12/09/2021

Muito bom!
O Poço da Ascensão já começa com tudo após o final eletrizante do primeiro livro. O clima político está praticamente insustentável e temos diferentes frentes querendo tomar o poder.
Um livro recheado de estratégias, descobertas do passado e personagens novos muito interessantes e mistérios envolvendo as brumas e o Poço.
No começo fiquei um pouco incomodada com o Elend sendo um personagem tão fraco com um papel tão importante, já que muitos se sacrificaram para fazer a revolução e mudar o poder. Porém, é um personagem que vai crescendo e madurando.
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Jessy 03/09/2021

Surpreendente
"Em vê-lo talvez. Em ouvi-lo, nunca. Gostei muito do tempo que passei longe do seu falatório perpétuo e pseudofilosófico."

"Ótimo, Elend pensou. Preenchi as vagas do meu conselho principal com um bando de masoquistas ávidos por emoção."

"Confiança - Tindwyl respondeu. - Um bom rei é aquele que tem a confiança do seu povo, e aquele que merece essa confiança."

"Todas as pessoas são mais complexas do que parecem à primeira vista."


Digo que nessa trilogia, a cada livro só melhora. Sou do time que ama um desenvolvimento político nas histórias e neste volume, o Brandon não me decepcionou. Amadureceu muito bem os personagens, principalmente Vin e o Elend, amo a construção de cada um e nem estou falando da questão do romance (que sinceramente? Nem ligaria se não tivesse, é bem superficial nessa história) e não me fez sentir falta não ter tido mais destaque do casal.

Sazed e o kandra, muito bem feitos e também bem desenvolvidos. O restante da gangue continuam por aqui com seus diálogos engraçados e profundos. Temos um novo personagem, mas que foi apenas para trazer uns detalhes para a história, a trama geral.

Já vi várias pessoas falando que se trata de um livro muito arrastado ou que tem muitas divagações da Vin. A minha opinião é bem contrária, é bem válido todas as dúvidas que a Vin possui (não podemos esquecer a idade dela) e tudo que ela passou quando mais nova.

O final?! Excelente, deixando um ótimo gancho para o próximo e deixa você se perguntando "o que vai vir agora?".
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spoiler visualizar
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isaadoraswn 02/08/2021

Aiai Brandon Sanderson??.
Honestamente, esse livro não é tão bom quanto o primeiro.

O que mais me incomoda nos livros dos Sanderson são os personagens insossos. OreSeur e Sazed sozinhos tem mais carisma que Vin e Elend juntos. Acho que esse livro teria passado bem mais rápido se eu tivesse me apegado à esses personagens.

Mas se tem uma coisa que o Brandon sabe fazer é plot viu!! A política aqui estava INCRÍVEL (passei muita raiva com o Elend sim!!!), assim como todo o arco ao redor do Well of Ascention e Hero of Ages. Os últimos 20% desse livro foram mais frenéticos do que o primeiro e metade desse segundo, simplesmente não da pra parar de ler.

Espero que o próximo tenha um pouco mais de ação e explore mais a relação da Vin com o Sazed e do TenSoon também.
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JuSchwinn 11/07/2021

Um pouco mais político do que eu esperava, com algumas partes um pouco arrastadas, mas mesmo assim conseguiu ser excelente! As reviravoltas, principalmente no final, conseguem te surpreender de um jeito que eu não via há bastante tempo em um livro. Tudo é bem construído e consegue se encaixar, e os personagens são cativantes e bem construídos. A Vin e o Sazed continuam sendo os meus preferidos! O livro não consegue bater o primeiro em relação à ação, mas mesmo assim é uma ótima continuação pra série! Me impressionei com a qualidade de escrita do Brandon Sanderson e fico só imaginando como deve ser a série mais grandiosa dele, The Stormlight Archives, que dizem que consegue ser melhor que Mistborn.
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Notawant 24/06/2021

A perfeição em livro?
Como sempre, o Brandon Sanderson nos entregou um livro excepcional, mas claro que cada capítulo iria te deixar com pelo menos uma pergunta kkkkkk. E obviamente quanto mais respostas recebemos mais perguntas elaboramos!

Ansiosa para o terceiro livro!!!
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Sil | @silreadings 23/06/2021

Sanderson, pra que fazer isso comigo?
Depois do final de O Império Final, precisei de alguns dias para pensar e absorver tudo o que tinha acontecido antes de iniciar O Poço da Ascensão. Essa foi uma decisão muito sábia, porque o segundo livro de Mistborn é de longe o melhor livro em construção de mundo e desenvolvimento político que já li até o momento.

Mesmo tendo vários momentos parados na história, o tempo todo coisas estavam sendo encaminhadas para acontecer e cada vez que uma nova virada na história acontecia eu pensava 'é isso, acabou a história aqui, não tem como ter ainda mais coisa!', mas não... ainda tinha muito chão pela frente.

Esse livro é um calhamaço (alô, 800+ páginas), porém valeu a pena cada uma delas. Não foi uma leitura rápida, porém foi INCRÍVEL. E se você ainda não sente que eu te convenci a ler, saiba que eu nomeei meu cachorro como Kelsier, um dos personagens presentes em Mistborn.

E isso é tudo que eu consigo falar sem surtar sobre a história. Enfim, se você ainda não leu, LEIA POR FAVOR!
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Marina 23/05/2021

💰Eu estava muito animada para começar esse vol. 2 de Mistborn, e apesar de ter tido partes que eu amei e achei de explodir o cérebro, também tiveram partes que me decepcionaram um pouco.


🐕O livro começa mais ou menos 1 ano depois do que aconteceu no 1º. Apesar de o grupo pensar que fez o melhor para todos, suas ações trouxeram consequências em relação ao povo que eles não esperavam e vemos como todos estão um pouco perdidos em como agir dali pra frente.


💰Nas primeiras interações entre os integrantes do grupo do Kelsier e entre a Vin e o Elend me deixou um pouco confusa. Tiveram falas, acho que principalmente do Ham e do Dox que não faziam sentido pra mim. Eles me pareceram muito fora dos personagens que conhecemos no livro 1, teve momentos em que faziam comentários sobre a Vin e sobre a relação dela com o Kelsier que foram desnecessários e que não condizem com as personalidades que conhecemos.


🐕Uma personagem que achei que teria mais importância na história foi a Allrianne. Achei que, mesmo ela sendo tão diferente da Vin, ela poderia ser uma boa amiga pra ela e até poderia ter feito mais em relação aos conflitos políticos. Outro personagem que queria conhecer mais é o Zane, achei ele muito interessante e que eu queria ter visto mais do que o autor me apresentou sobre ele.


💰A última coisa que não gostei, e estou apreensiva de como vai ser lidado no último livro, foi o acontecimento final com o Elend. Tenho medo do que o autor vai fazer em relação ao foco que a história vai tomar e como o relacionamento dos dois vai ficar e se desenvolver a partir dessa última mudança.


🐕O que amei nesse livro foram os conflitos políticos, os encontros para discutirem estratégias, as partes que lidam com a religião, mitologia e crenças, o mistério sobre o que realmente aconteceu e o que é real ou não sobre o Lord Ruler e sobre o herói das eras.


💰Gostei muito das partes da Vin, do Sazed e da Tindwyl investigando sobre a Deepness. O livro acabou sendo mais sombrio e deu até medo em alguns momentos, o que acabou me surpreendendo.


🐕Mesmo não sendo um livro de muita ação e mais de mistério e tramas políticas, essa “desaceleração” na história não me incomodou. Apesar de não ter gostado do que aconteceu com o Elend no fim o autor fez com que eu ficasse com mais perguntas ainda para serem respondidas e todas as teorias que eu tinha até ali foram por água abaixo kkkkk, agora mesmo apreensiva quero muito saber as respostas do que realmente está acontecendo e ver qual será o fim dos meus queridos personagens.

site: https://leiturasdamarih.blogspot.com/2021/05/resenha-mistborn-well-of-ascension.html
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