O Mestre dos Mestres

O Mestre dos Mestres Augusto Cury




Resenhas - O Mestre dos Mestres


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Dani 27/07/2009

Deus sabe o quanto tentei dar uma chance ao Augusto Cury. Mas infelizmente este é mais um livro cheio de clichês, palavras cheias de aparente sabedoria, que não me convenceram em nada. Para ser bem sincera, não gosto de Augusto Cury. Seus livros me parecem extremamente mecânicos, programados para agradar. Além do mais...analisar a inteligência de Cristo? Será que isso é possível mesmo ao melhor dos psiquiatras e psicólogos?
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Ana 03/02/2010

Sobre O Mestre dos Mestres...
Augusto Cury faz uma análise psicoemocional surpreendente que nos elucidam a grandeza de Jesus na sua renúnica e amor para com a humanidade.

O livro retrata a sublimação de Jesus ao escolher 12 jovens indoutos e a sua fantástica capacidade de fazer surgir das limitações a consciência de que quando Ele nos escolhe, nos capacita e nos envia.

Uma obra que ressalta o amor incondicional e sublime de Jesus por nós, a grandeza de ensinar a toda multidão que o cercava, com toda singeleza de coração e a humildade e obediência a Deus, que marcava tão fortemente a personalidade de Jesus.

Como Ele já dizia, não se pode esconder uma candeia acesa debaixo da mesa, por isso, vocês são a luz do mundo.

Augusto Cury era ateu antes de começar a "despretenciosamente" escrever sobre a vida e a personalidade de Jesus. Ao lê-lo nos evangelhos e se propor a compor os ivros da série "Análise da Inteligência de Cristo", se surpreendeu e se apaixonou pelo simples e humilde homem de Nazaré.

Ana Paula Peixer
www.anapaulapeixer.com
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Mara 24/04/2012

Um livro maravilhoso, esse livro mim despertou para ser cada dia mais parecida com jesus.Nunca houvi falar de alguém mais inteligente, educado e cheio de amor do que ele o meu mestre, o mestre dos mestres.
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Alexandre 02/11/2016

Sobre 'Mestre dos Mestres'.
É desafiante dizer algo a respeito de um livro que a gente gosta muito. Sempre ficamos com aquela sensação de que não conseguiremos ser justos, pois certamente nos esqueceremos de mencionar alguma coisa importante da sua excelência. Enfim, deixo claro que isto não é uma análise do livro. É uma simples apreciação, um rascunho feito às pressas, mas com muito carinho a respeito do que ele me proporcionou - uma espécie de refinamento da compreensão cristã e humana, coletiva e de mim mesmo.

O livro chama-se Mestre dos Mestres . É o primeiro volume de uma série escrita por Augusto Cury chamada A Análise da Inteligência de Cristo .

Trata-se de uma obra que eu recomendo para todo mundo, e mais especialmente para os amigos cristãos como eu, independente da denominação religiosa que siga. Mas a narrativa é tão rica que até os amigos ateus irão se beneficiar do provimento de tantos elementos de ressonância com o universo humano em geral.

O médico Augusto Cury, psiquiatra, discorre a respeito do Cristo fazendo um paralelo entre o seu pensamento, suas ações, e o mundo humano em geral. Ele nos remete às passagens bíblicas do Novo Testamento, mais especificamente dos quatro Evangelhos que testemunham a vida de Jesus, analisando a inteligência do Cristo e demarcando o caráter de suas ações, a natureza do seu pensamento, do seu amor, e traçando um paralelo entre o seu modo de vida e o nosso mesmo.

O livro é uma fonte superabundante de inspirações valiosíssimas.

O poder estimulante desta obra fez, algumas vezes, que eu me sentisse melhor ao final das sessões de leitura do que quando as tinha iniciado. Lembro-me de pegar o livro para ler com o fôlego vulnerável, tendo o pensamento guiado por uma lenta neblina de entorpecimento dos sentidos, uma inércia aflitiva causada pelas outras leituras que venho fazendo para fins de estudo - textos fortes e marcantes - e, ao final, estar milagrosamente me sentindo são de novo.

Não se trata de misticismo, mas sim da elevada e luminosa atmosfera moral e intelectual da obra que nos coloca para cima e com uma mentalidade inflamada pelo amor do próprio Cristo. A mim serviu como uma espécie de medicamento, de remédio para a alma, na medida em que operou em mim sensações sublimes.

Diversas vezes eu me peguei "parado", sobre os cotovelos, olhando para o infinito e repensando a vida. Naqueles momentos eu contemplava o eterno, o belo e o maldito, a compaixão sincera e profunda, o individualismo exacerbado, o materialismo indelicado, a tirania infame, a vontade descontrolada, o profano desordenado, os delírios histéricos e ardentes, e inúmeras outras dessas coisas espetaculares e ao mesmo tempo misteriosas do imenso e majestoso oceano da vida humana.

De modo geral, resumindo muito, mas muito mesmo, quero expressar que este livro reergueu em mim algo que estava em declínio e fortaleceu a minha resistência contra os diálogos internos que em certos momentos de incerteza eu travo comigo mesmo, no profundo da minha alma.

É um livro simples, facílimo de ler. E que a simplicidade continue desatando os nós que a tolice humana foi desairosamente capaz de produzir.

Esta semana mesmo eu começarei o volume 2 desta série, intitulado - O Mestre da Sensibilidade .

Abraços a todos.
Luz e Paz.

Alexandre Guimarães Reis


site: www.facebook.com/alexgreis
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Silvia 17/07/2019

O Mestre dos Mestres
O livro abrange uma leitura simples porém apaixonante nos mostrando como JESUS interagia com as pessoas deixando sempre lições que faziam as pessoas refletirem e mexiam com o interior trazendo cura para vários problemas emocionais, de relacionamento, de enfermidades, amei conhecer melhor a personalidade do homem mais inteligente e amoroso que pisou nesta terra. Recomendo a quem já é apaixonado por ELE e quem ainda não se apaixonou pois é impossível continuar sendo o mesmo com relação a JESUS depois dessa leitura. ??
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HARRY BOSCH 28/02/2018

O Mestre
É um ótimo livro,na qual o autor traz uma interpretação diferenciada sobre os ensinamentos de Jesus.Particularmente esta obra me ajudou em um momento muito delicado de minha vida,em meus invernos existenciais....
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Denise 01/02/2017

O Mestre
Mestre dos Metres foi uma leitura mais que enriquecedora. Nesse primeiro volume Augusto Cury faz uma análise da inteligência de Cristo como “educador” que é simplesmente fantástica. Sem muita relação com a religião, focando apenas no quanto até um menor dos gestos dele tinha uma lição complexa, no quanto a sociedade perdeu no passar dos séculos por não estudar e aplicar os ensinamentos de Cristo.

É um daqueles livros que todo mundo deveria ler um dia, por falar de assuntos que nos fazem repensar nosso comportamento. Por falar de uma verdade "crua".

A abordagem do autor foca em estudar a personalidade de Cristo por meio da psicologia, assim ele discorre sobre a complexidade e imensidão de sua inteligência, de seu modo de pensar, maturidade psicológica. Tudo estava nos seus gestos, suas parábolas que despertavam a curiosidade e levava as pessoas a pensar, seus discursos, até seu silencio tinha grande significativo assim como tudo que ele fez, as multidões que mobilizou, as pessoas que o adoravam por onde passava, os opositores que ele calava usando apenas a sabedoria, a sua falta de preconceito e enorme humildade. A sua política de “dar a outra face”, sua imprevisibilidade, amor incondicional e inteligência sobre a “grande escola da vida”.

Tudo mostra a imensidão da sua “psique”.

Mal posso esperar para ler os outros livros da série. Logo eu que sempre vi os livros de Augusto Cury como "livros de autoajuda" - com os quais eu não simpatizava. Mas depois de ler O Vendedor de Sonhos, entre outros livros seus, passei a admirá-lo – admiração que só cresce.
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fernando.e89 14/12/2018

Um livro para todos!
Mesmo sendo um pouco repetitivo, Cury é um grande mestre em organizar idéias e mostrar o lindo caminho para uma mentalidade simples sob a tutela do mestre dos mestres Jesus Cristo. Um livro que todos deveriam ler!
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Ramon 18/10/2015

Mais uma obra do Augusto Cury...
Sempre tinha ouvido falar do A.Cury, mas nunca tinha lidos seus livros, o que sabia dele era de um vídeo contando seu passado ateu e sua conversão ao cristianismo, o que me chamou a atenção pela semelhança com minha história. Pois bem, resolvi dar uma chance ao autor, comecei pelo Vendedor de sonhos, e me maravilhei pela sabedoria contida, o rompimento de paradigmas e tudo mais...
Em o mestre dos mestres, é feita uma análise muito interessante de Jesus, mesmo que vc seja uma leitor da Bíblia, é muito agregador ver a profundidade como o A.Cury aborda certas passagens. Não interessa qual religião vc seja e mesmo que não tenha nenhuma, ler e aprender com Jesus é algo único, prezeroso e que muda sua vida de uma maneira inexplicável. Nesse livro vemos uma análise detalhada de certos aspectos de Cristo, seu imenso amor, seu caráter...Cristo foi único e sem igual na história, sua sabedoria, sua lógica e sua maneira de lidar com a vida e com as pessoas. A.Cury aborda todas essas relações de uma maneira muito interessante. Vale investir seu tempo nessa obra e aprender com o Mestre dos Mestres.
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Rui Alencar 05/04/2014

...Quem se embriaga com o orgulho está condenado à infantilidade emocional e à pobreza intelectual, além de fazer da sua vida uma fonte de ansiedade. O orgulho gera muitos filhos, um dos quais é a dificuldade de reconhecimento de erros e uma necessidade compulsiva de estar sempre certo. Aquele que recicla seu orgulho e se liberta do jugo de estar sempre certo transita pela vida com mais tranquilidade. A pessoa que reconhece suas limitações é mais madura do que a que se senta no trono da verdade...
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Artur 09/09/2015

Muito dificil
Livro muito bom, porem linguagem muito dificil de entender por conter linguagem cientifica demasiada .
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Michel Chagas Aragão 26/12/2018

Se Cristo fosse aplicado em unidades escolares como forma de educar e entender o ser humano as crianças se tornariam adultos melhores, sabendo que não somos perfeitos, mas podemos corrigir nossos erros com pensamentos e atitudes benéficas.
Augusto Cury é psiquiatra, cientista, pesquisador e escritor. Publicado em mais de 70 países, já vendeu no Brasil, 28 milhões de exemplares de seus livros. Em o Mestre dos Mestres primeiro volume da coleção Análise de Inteligência de Cristo, Augusto Cury faz uma original abordagem desse homem que mudou o mundo através de uma inteligência mais grandiosa do que imaginamos.

Antes de tudo é interessante saber em seu próprio relato que Augusto Cury era um dos mais extremistas ateus. Isso faz refletir diversos momentos como afirma ele mesmo que esse livro também é indicado não somente a cristãos, mas também para ateus, para psicólogos, estudantes da área de filosofia, sociologia, funcionando como um documento de autoajuda e para fiéis um aprofundamento da inteligência de Cristo.
Baseando-se não apenas em sua experiência, mas estudando a maioria dos ateus não tem como fundamento ideias profundas sobre a existência ou não de Deus, apenas tem uma forte indignação sobre injustiças, incoerências e discriminações sociopolíticas cometidas pela religiosidade.
Existem mais de cinco mil manuscritos do Novo Testamento o que torna o mais bem documentado dos escritos antigos. Augusto mostra que não haveria como criar um personagem como Cristo, pois todas as humilhações e fraquezas que os discípulos passaram não seriam descritas por eles mesmos intensificando o quanto eles eram falhos. Pedro jurou que não negaria Jesus e o negou mesmo assim. Isso poderia ser prejudicial para um homem servo de Deus e poderia ser escrito de outra forma. Mas o impacto que a atitude de Cristo a demonstrar o seu amor mesmo sendo negado foi maior que Pedro decidiu escancarar a sua fraqueza.
A ciência pode conquistar a Lua, descobrir planetas, mas não consegue fazer com que o ser humano entenda que não existem diferenças entre nós. A cor no universo pode ter significado diferentes, mas para verdadeiros cristãos a cor da pele não divide, mas une. A religião que deveria unir está dividindo as nações e as pessoas estão sendo mais automáticas em suas atitudes. Se cada um olhasse para dentro de si e percebesse que precisamos um do outro para seguir. Se Cristo fosse aplicado em unidades escolares como forma de educar e entender o ser humano as crianças se tornariam adultos melhores, sabendo que não somos perfeitos, mas podemos corrigir nossos erros com pensamentos e atitudes benéficas.
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Diego 02/08/2011

Uma maravilhosa obra de Augusto Cury, analisando do ponto de vista puramente psicológico e usando os seus estudos sobre a mente humana e a inteligência multifocal Cury conseguiu nos proporcionar um lindo livro que nos mostra o quanto significou cada ato, gesto, palavras pronunciadas ou momentos de silêncio de Jesus Cristo.

Confesso que não gosto muito desse estilo livro, mas sempre abro uma exceção para as obras de Augusto Cury, que apesar de ocorrerem algumas coisas em todos os seus livros que li até agora que poderiam ser melhoradas (na minha opinião), como o fato dele ser um tanto repetitivo, de explorar pouco as suas experiências nos consultórios e de discordar de alguns dos seus pontos de vista, suas obras sempre nos trazem lições importantes de como podemos nos tornarmos pessoas melhores, altruístas, com capacidade de se interiorizar de se questionar, de sermos menos preconceituosos, enfim, de nos tornarmos pessoas melhores.

Da maneira simples e clara que Cury nos fala dos feitos de Cristo não tem como não admirar esse homem que mudou a história da humanidade, principalmente levando-se em consideração o fato de que Cury é ateu, portanto, ele fala de Jesus Cristo do ponto de vista de um estudioso da mente humana, sem nenhuma relação ou sentimento religioso.

Aconselho a leitura desse livro, para religiosos ou não, independente de suas crenças ele poderá te proporcionar uma leitura prazerosa.
CAMILA 04/10/2017minha estante
Sou super fã, deste escritor. Todos os livros dele, transmitem um pensar, e refletir, e uma mensagem linda!




Rangel 15/12/2009

Uma psicanálise sobre Jesus Cristo, "o maior Mestre da História"
O livro “O Mestre dos Mestres”, da Editora Academia de Inteligência, tem com tema investigar e fazer a análise da inteligência de Cristo, com uma super-abordagem fantástica realizada pelo escritor, psiquiatra, psicoterapeuta e cientista Augusto Cury. A maior manifestação sublime da inteligência é a arte de pensar, conforme a própria personalidade humana, que Cristo, nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, é uma pessoa incomum, o qual viveu, discursou e expressou ao ser humano como interiorizar e reciclar profundamente os valores existenciais da vida, até em situações tensas de grandes sofrimentos para a pessoa ser honesta consigo mesma, ser fiel à sua própria consciência e assumir seus erros e suas fragilidades. O comportamento de Cristo fugiu dos padrões do intelecto humano, pois ele reagia se contrapondo aos nossos conceitos, estereótipos e paradigmas, mostrando a sua despojada humildade nas atitudes, sem desejar ser líder religioso ou político. O que Cristo propunha era revolucionar o interior do homem, o seu secreto ser, e não no seu exterior de ficar preocupado com a aparência, o poder, o status social e opinião pública. Jesus era um verdadeiro intelectual com grande eloqüência, que ocultava nas entrelinhas suas reações nas parábolas, pois Ele queria produzir uma transformação nas entranhas do espírito e da mente humana a tolerância, a humildade, a justiça, a solidariedade, a contemplação da natureza, a cooperação mútua e a consideração da angústia do próximo. Seu comportamento objetivava provocar a inteligência das pessoas com os quais convivia, pois ele desejava continuamente romper a ditadura do preconceito e o cárcere intelectual das pessoas. E por isso, foi um grande transformador da humanidade. Jesus Cristo era pessoa de plena consciência do que fazia, tinha metas estabelecidas, era seguro e determinado, mas ao mesmo tempo flexível, muito atencioso, paciente e educado. Era um verdadeiro mestre-educador que falava pouco com ousadia nos seus pensamentos, corajoso em enfrentar perseguições e sofrimentos, não se intimidava com os grandes e poderosos e era possuidor de grande amabilidade com eficácia. Ele não frequentou escolas de escribas e fariseus, mas frequentou a escola da vida, da existência, cujos pensamentos, limitações e crises da existência, passou por angústias, dores, opressões e rejeição social, dificuldades de sobrevivência, frio e fome. A grande jornada está na trajetória do próprio ser, em que as angústias, ansiedades, mazelas da vida são imprevisíveis e inevitáveis, como, também, acertos e conquistas, derrotas e perdas fazem parte da ordem e caos emocional. Foi nessa escola da sua grande jornada que Cristo apresentou manter a lucidez e a coerência de vida. É a sabedoria de saber se reciclar e trabalhar contrariedades com dignidade. A melhor forma de conhecer a inteligência da pessoa é observá-la em ambientes estressantes, onde as angústias existenciais e desafios enriquecem a arte de pensar e amadurecer a personalidade. Viver com dignidade e maturidade a vida é a grande arte de se aprender. Jesus usava cada angústia, cada perda, cada contrariedade como uma oportunidade para enriquecer a compreensão da natureza humana. Ele era sofisticado de transformar a miséria interior em poesia. Foi um projeto audacioso de expressar o seu mundo de pensamentos e emoções a serem vivenciados pelas pessoas, a fim de estas mesmas se transformarem como pessoas plenamente humanas. Fiel à sua própria consciência, Jesus não impunha suas idéias mas as expunha sendo amável, não repreendendo e nem pressionando aqueles que o seguissem. Ele conduzia as pessoas a repensarem pela dúvida e produção de pensamentos o modo de viver a vida. Por isso, Cristo foi rejeitado por diversos intelectuais da sua época porque foi considerado um perturbador social e religioso, pois Ele estimulava o processo de interiorização e desenvolvimento de se libertar o cárcere intelectual das pessoas. Foi insuperável na arte de pensar, quando discorreu sobre detectar a ansiedade do prazer de viver e ajudar as pessoas a superarem suas dores existenciais. Ele dialogava com franqueza e gentileza, compreendia a mente humana, preocupava-se com a qualidade de vida dos seus íntimos. Ele indicava que a ansiedade era normal e natural presente na vida de cada ser humano nas preocupações, planejamentos, desejos, mas que poderiam se tornar doenças em ficar neste constante estado psicológico. Ele receitou a arte de gerenciar os pensamentos para não sermos vítimas da ansiedade do consumismo, da estética e da segurança. Deixarmos de ser paranóicos, sem dores de cabeça, sem dores musculares, sem fadiga excessiva, sem sono perturbado, sem transtornos alimentares que podem gerar bulimia, anorexia e obesidade. A maior fonte de entretenimento é o mundo das idéias e pensamentos do ser humano, que constrói clandestinamente em sua própria que gera sonhos, planos e aspirações. É a viagem para o passado, o presente e o futuro, dos diversos problemas existenciais, que nós devemos julgar em quais devemos nos concentrar, daí a necessidade da vontade consciente de gerenciá-los, fazer leitura da memória como fonte de entretenimento para a formação sadia da personalidade. Cristo ensinava seus discípulos a pensar antes de agir, abria a mente deles diante do medo, dos erros, dos fracassos e das dificuldades. Ele era criativo de libertar o pensamento de informações decoradas. Ele queria que o homem não seguisse regras de comportamento, mas que olhasse e julgasse a si próprio antes de julgar e ajudar os outros. Ele entendia as limitações humanas e que as pessoas percebessem a ira, as tensões, a intolerância e o julgamento preconcebido como erros emocionais que deveriam ser superados. A arte da dúvida e da crítica podem quebrar preconceitos de pensamentos radicais, autoritários, agressivos e inquestionáveis. Jesus não classificava as pessoas e se relacionava com todos, não achava ninguém indigno dele. Ele rompeu os dogmas da época e introduziu uma nova maneira de ver a vida e compreender o mundo. Cristo realizava diálogo profundo, elegante, acolhedor e apreciador da franqueza e sinceridade. Jesus nunca olhou as pessoas pelas suas posses, títulos ou posição social. Ele considerou todos como seres humanos. Se Cristo vivesse hoje abalaria a medicina, a ciência e a psicologia ao dizer que tem todas as respostas de se viver bem e prazerosamente para que cada ser humano fosse feliz e tivesse certeza da eternidade. Ele perturbaria o sistema político porque falaria às pessoas agirem com a própria consciência como proposta de revolução interior humana e assim ia representar ameaça ao poder e regime vigentes. Com certeza, Cristo aprimorou e aprimoraria, nesta época, a educação como meta fundamental de viver a sinuosa existência, não sabendo só incorporar o conhecimento, mas que cada homem e mulher fossem engenheiros de idéias com o exercício da cidadania e do senso crítico. Todo ser humano deveria saber ser aprendiz da vida, superar o individualismo, saber considerar e perdoar o próximo, saber se entrelaça e cruzar as histórias de uns com os outros, saber que não há hierarquia de condição financeira, intelectual, estética, fama ou qualquer outro parâmetro. Todos são dignos em viver a felicidade. Ninguém deve ser excluído. A sede de saber viver bem a vida é combinar humildade e tolerância com ousada e determinação, algo cativante, sem alimentar orgulho ou auto-suficiência que infectam e abortam a inteligência e a arte de pensar. Saber investir em sabedoria é saber investigar cada ser humano nas suas limitações e fragilidades, aprender a viver com dignidade nos invernos existenciais, ser agente atuante na história, reescrever a vida com maturidade. Superar conflitos humanos é saber superar os grandes medos, não se intimidar nas aflições. Saber usar a arte da pergunta e da dúvida para crescer e se desenvolver. Saber dar a outra face, ou seja, não se sentir ofendido ou atacado pelos opositores, ou seja, transcender o agressor a repensar a sua atitude de fragilidade, a se interiorizar como ser humano. Combater a violência com anti-violência. Jesus, também, cultivou de forma fértil suas amizades, sabendo também estar sozinho consigo mesmo e valorizar o ser humano como ser humano. Ele tinha prazer na sua humanidade. Ele deixou bem claro que um amigo completa outro amigo, eles não se anulam. Não tratou seus discípulos como servos, mas como servidor e amigo deles. Ele viveu em jantares e festas, teve um convívio social alegre e amistoso. Ele pediu aos seus amigos a unidade no relacionamento inter-pessoal e íntimo de produzir vários amigos sem competição predatória e individualismo. Todos são irmãos e fraternos, com o princípio de amar uns aos outros. O amor fraterno supera a união sexual e interesses particulares, ele se preocupa mais com os outros do que a si mesmo. As mulheres entenderam esse amor proposto por Jesus porque são mais afetivas e sentimentais que os homens. Os homens podem aprender a amar se cultivarem a humildade. A prática do perdão de Cristo era fruto da sua capacidade fortíssima de amar e sublimar as dores. Jesus deixou claro aos seus discípulos não buscarem brilho social, mas servirem sem prática de coitadismo. Para Cristo, todas as funções sociais continuam a existir, o que todos deveriam aprender é despojarem-se da necessidade de estar acima dos outros, todos deveriam aprender e exercer a cidadania e a solidariedade sem amplos aspectos. Sem a reorganização interior, não dá para fazer a exterior. Seu objetivo não foi reformar a religião judaica, mas era transformar o cerne da alma humana a profunda mudança de pensar o mundo e a si próprio. É possível colocar metas coletivas acima das individuais. Em análise crítica, o livro tem o tema central de analisar a personalidade e a inteligência de Cristo, através dos evangelhos, o que foi muito bem abordado pelo autor, de forma clara, lógica, consistente e racional. A organização é feita por capítulos e o seu conteúdo contempla a problematização do tema, de forma científica e histórica. O livro utiliza de vários exemplos específicos e genéricos, com tom informal e envolvente ao público-alvo visado, que é para a grande maioria das pessoas, com citações ilustrativas, argumentações fortes e conclusão surpreendente.
Rangel 10/08/2011minha estante
No mínimo, tais avaliações mereceriam comentários com justificativas plausíveis. Se leu o livro, demonstre que leu ou que demonstre fundamentação.


Bete 02/05/2013minha estante
poderia ter sido mais objetivo hein amigo!!




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