Uma Irmã

Uma Irmã Bastien Vivès




Resenhas - Uma Irmã


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Rafaella @blogancoraliteraria 04/03/2020

Sexual d+
Trabalho ótimo, bonito, mas a sexualização infantil me incomodou, a garota tem 16, ele somente 13. A descoberta existe, mas acho 13 cedo d+.
Hely 04/03/2020minha estante
Os franceses costumam abordar muito o tema sexo nas suas Hqs, existe até uma Hq infantil que aborda tal tema, mas de maneira mais educativa.

//Essa Hq fez até polêmica no Brasil durante as eleições, pois estavam dizendo que fazia parte de um tal de "Kit Gay".


Rafiza 29/06/2020minha estante
foi um ponto que me questionei se, caso fosse o homem com 16 nao haveria mais problematização nesse sentido.


Rafaella @blogancoraliteraria 01/07/2020minha estante
Menina de 13 e menino de 16 é pesado tbm, não é problematização e sim q não achei correto




Bernardo 22/06/2020

Ótima leitura!
Chegou o verão e mais uma vez Antoine vai passar as férias no litoral da Bretanha, junto com seus pais e seu irmão caçula, Titi. Durante a viagem, sua mãe recebe uma mensagem no celular da sua amiga Sylvie, dizendo que ela havia perdido o bebê que estava esperando e, como seu marido estava viajando a trabalho, ela a convida para juntar-se a eles por uns dias na casa da praia. Antoine não sabia, mas essa mensagem mudaria completamente as suas férias e talvez a sua vida.

Confira a resenha completa no site:

site: vidadecolecionador.com.br/2020/06/09/uma-irma/
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2020eueoslivros 17/05/2020

Uma irmã
"Uma irmã" retrata a adolescência, as descobertas.
Uma HQ sensual mais ao mesmo tempo com uma certa dose de ingenuidade.
Traços simples leitura rápida e fluida, só não gostei muito do final esperava mais.
Ainda assim indico.
#leiam e tire suas conclusões.
#desafioSKOOB
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Nicc 24/08/2020

Bom eu achei bem legal. Eles são adolescentes, Eu não vi problema algum nisso; Porém eles tem bastante diferença de idade o que me deixou meio desconfortável porém não foge da realidade em nenhum momento
Eu gostei, foi um final bastante real, com nada fantabuloso. (Sobre a arte da HQ ela é bem minimalista eu diria mas não deixa de ser lida)
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Luan 27/08/2020

O descobrimento da inocência juvenil
Uma boa lembrança dos tempos de ingenuidade, apenas de diversão e sem preocupação. Boa leitura!
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@desaniversarios 30/12/2019

U A U
Recebi essa HQ do @fbarretooli de aniversário e estou completamente apaixonada! Li algumas resenhas "negativas" sobre a história e confesso que fiquei com medo. Mas quando comecei a leitura, foi amor à primeira vista! Ou seria paixão?

Achei o roteiro muito envolvente! Todos já tivemos uma amiga como Hélène: irreverente, ousada e com comportamentos à frente das coleguinhas. hehe

Hélène mexe com os brios de Antoine, e achei muito interessante a maneira que o autor expressa isso. Por muitas vezes os personagens não tem desenho na face e você precisa imaginar a expressão deles. Foi um recurso bem diferente e que ainda não tinha encontrado em outras histórias em quadrinhos.

Além disso, as ilustrações são todas em tons pastel. Senti que a leitura tornou-se nostálgica, e acredito que por esse motivo, relembrei de minha adolescência e das histórias que ouvi em rodinhas de amigos.

É um enredo que mostra uma realidade crua, nada romantizada. Gosto disso e da maneira como foi abordada. A trama me prendeu do início ao fim. E ainda terminou com um plot twist que me fez voltar algumas páginas para ver se eu tinha lido exatamente o que estava descrito em um dos últimos balões.

Recomendo demais a leitura! Obrigada Fernando por me proporcionar essa experiência incrível!

site: https://www.instagram.com/p/B27ocGLj8KI/
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Yago.Grassini 15/04/2020

Uma irmã
Um transporte a adolescência, a descoberta da sexualidade, uma explosão de nostalgia.
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Delirium Nerd 30/08/2018

As nuances e sutilezas humanas ao despertar do primeiro amor
O primeiro amor da vida inflama o peito, ao passo que o suaviza como brisa leve. Bastien Vivés, aclamado autor francês, em seu mais novo quadrinho Uma Irmã, mostra à leitora as dores e as delícias das pequenas descobertas amorosas de dois adolescentes, Antoine e Hélène, em uma história repleta de nostalgia e amadurecimentos.

Bastien Vivés tem uma mão certeira para desenvolver um romance delicado entre os protagonistas da história de Uma Irmã. Do enredo ao traço do artista, a leitora é transportada para momentos que remetem às palpitações derivadas das primeiras paixões, ao breve desvencilhar de velhos hábitos considerados infantis e, sobretudo, ao despertar da consciência de si e do outro. Antoine, ao descobrir os vários mundos que Hélène traz para dentro da própria casa, sente-se vulnerável pela primeira vez, mas ao mesmo tempo aceita o sentimento desconhecido de braços abertos.

Ao passo que para Antoine tudo é uma grande novidade, Hélène mostra-se muito mais madura do que o garoto; a garota fuma, ingere bebidas alcoólicas e conversa sobre assuntos com os quais Antoine não possui tanto conhecimento e, para ela, aquele não é seu primeiro contato amoroso com alguém. Mas, por mais que ela tenha tido mais experiências que Antoine, demonstra também um lado ingênuo e se equipara à idade do menino ao conversar com ele, nos momentos de brincadeiras e nas idas à praia com Antoine e seu irmão, Titi.

O relacionamento dos dois não é forçado e, apesar das cenas em que se relacionam sexualmente, não vemos Hélène como uma caricatura da sexualização feminina em histórias do gênero. Por já ter conhecimento do próprio corpo, ela ajuda o menino a se descobrir também e, assim, passar inconscientemente da infância à adolescência em um piscar de olhos, da forma mais natural possível. Antoine passa da surpresa do primeiro contato, ao conhecimento à fundo por Hélène, culminando nas típicas frustrações amorosas que paixões na tenra idade são fadadas a experimentar.

O mistério das relações humanas, no quadrinho, também fica evidenciado pela ausência dos olhos nos desenhos; em alguns quadros, as personagens ou estão olhando para o horizonte, ou de óculos escuros ou, até mesmo, encarando o leitor com um rosto completamente nu.
Por mais que as janelas da alma não estejam presentes no todo, a leitora consegue compreender as emoções das personagens através das posturas e quadros contemplativos, nos quais ninguém diz nada, mas há sempre alguma mensagem ou sensação pairando no ar.

O silêncio é um dos recursos mais bonitos e utilizados por Vivés: saber ouvir o outro em um quarto pouco iluminado, ouvir os sons da praia ou dos momentos de concentração em que um quebra-cabeças está sendo montado é uma forma de também dizer que o momento é significativo para as personagens. O ritmo adotado em Uma Irmã é cinematográfico – a leitora envolve-se do começo ao fim e mal vê a história chegar ao seu fim, assim como o verão tão inesperado de Antoine (mesmo todos os quadros sendo dispostos em preto e branco, a leitora consegue sentir o sol, o calor, a maresia e as cores praianas).

O desenvolvimento do enredo é simples e cresce junto às personagens principais. Não há muitas viradas na trama, além da cena final. Uma Irmã carrega a doçura nostálgica e fica na lembrança da leitora muito após o seu término: impossível não voltar ao nosso próprio passado a lendo.

site: http://deliriumnerd.com/2018/03/27/uma-irma-bastien-vives-resenha/
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Pedro 19/11/2018

No verão, a família de Antoine ocupa uma casa no litoral francês. Com 13 anos, o jovem vence o tédio desenhando Pokémons e conversando com Titi, o irmão mais novo. Mas, nestas férias, devido a um dramático acontecimento, os garotos dividirão o quarto com Hélène, uma garota três anos mais velha que Antoine, que enfrenta as turbulências da adolescência. O convívio com a hipnótica Hélène faz com que Antoine percorra um labirinto de descobertas e sensualidade, e o verão dos dois jovens será marcado por eventos trágicos e por experiências inesquecíveis. Com traços delicados, o quadrinhista francês Bastien Vivès retrata gestos silenciosos e diálogos carregados de sutileza, abordando com rara sensibilidade a difícil descoberta de si e o enfrentamento daqueles momentos únicos que definem uma vida.
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Rafiza 29/06/2020

é um bom retrato do erotismo, da pré adolescência e da adolescência. traço incrível e único. história bem feita, nem só um desenhista nem só um escritor, de fato um quadrinista.
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Jhonny.Silva 27/07/2019

Me transportei para infância.
Eu to amando quadrinhos europeus, pois eles conseguem te fazer pensar, emocionar.

As narrativas são lindas, os jogos de cores e tons te fazendo perceber o que o personagem está sentindo.

Imagens tem sons e te amarra de uma forma incrível.

Material imperdível.
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Dri - @oasisliterario 26/06/2018

Se eu puder resumir a minha experiência de leitura em uma palavra, seria 'agridoce'.
Durante as férias de verão, Antoine conhece Hélène e, consequentemente, o curioso universo feminino. O que seria apenas mais uma história de verão, se torna uma jornada de descoberta, emoções e transformações na vida de um adolescente que, aos poucos, passa conhecer um lado mais adulto da vida.

A graphic novel "Uma Irmã" apresenta ao leitor as descobertas de um adolescente e as emoções do primeiro amor través de uma representação visual simples, porém primorosa. Com traços leves e finos, o autor conseguiu tornar os quadrinhos expressivos, possibilitando a percepção da transição da ingenuidade de uma criança para a vivacidade adolescente em um único personagem.

Com um toque autobiográfico, Bastien Vivès transformou em história os desejos de um adolescente que anseia pelo afeto e demonstração de carinho, trazendo uma abordagem psicológica dos personagens e evitando que a história seja banal.

No entanto, a diferença de idade entre os personagens foi algo que me causou desconforto durante a leitura. Antoine tem apenas treze anos, enquanto Hélène já tem dezesseis. O jovem, que no início tinha aspectos mais infantis e se preocupava com brinquedos e jogos, é gradativamente introduzido por Hélène a descobertas como álcool, masturbação e sexo. Hélène gosta de fumar, ingerir bebidas alcoólicas e se insinuar para homens mais velhos e, aos poucos, incentiva Antoine a tomar atitudes iguais.

"Uma Irmã" apresenta traços sensíveis sobre os sentimentos contraditórios de quem está entrando na adolescência, mas erra em algumas cenas.
Eu, particularmente, achei algumas situações cruas demais pela questão da idade e, por mais que a intenção do autor seja uma representação mais realística possível, acaba tornando a história um tanto depreciativa.
Se eu puder resumir a minha experiência de leitura em uma palavra, seria 'agridoce'.
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10/08/2018

Essa HQ me lembrou a This One Summer. Ambas tem essa vibe férias-de-verão-que-mudou-minha-vida, sabe?

Antoine, um garoto de 13 anos, vai com a família para a casa de praia deles em alguma cidade da França. No caminho, a mãe atende uma ligação na qual a amiga dela informa que sofreu mais um aborto espontâneo e para tirar ela da eminente tristeza, a convida para passar uns dias com eles na praia. Essa mulher tem uma filha de 16 anos, a Hélène, e adivinha? Antoine acaba se apaixonando por ela gradualmente e descobrindo um novo mundo de sensações, se é que você me entende.

Uma história de autodescobrimento que te faz sentir preguicinha como se estivesse lá com eles, desfrutando de uma tarde na praia.
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