As filhas do Capitão

As filhas do Capitão María Dueñas




Resenhas - As filhas do Capitão


33 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Lu 19/09/2020

Livro de leitura fluida e gostosa mas não muito empolgante. As filhas do capitão acompanha a história das jovens irmãs Arenas, forçadas a atravessar o oceano e se estabelecer em Nova York e lutando para encontrar seu caminho.
comentários(0)comente



Isabel.Dornelles 26/08/2020

Envolvente
Uma história envolvente, cheia de altos e baixos que nos faz pensar sobre o poder das mulheres e as dificuldades da vida. Mesmo sendo longo, a leitura é fácil e prende até o fim. Adorei!
comentários(0)comente



Andressa.Moura 08/08/2020

Uma narrativa impressionante que mostra a força de 4 mulheres para sobreviver em um país diferente. Escrita detalhada que torna o livro cansativo em alguns pontos. Mesmo assim, uma leitura que vale a pena.
comentários(0)comente



Serginho 22/07/2020

Desbravamento
Resolvi comprar o livro ao folheá-lo numa livraria . Não conhecia a autora mas a narrativa sobre tres irmãs unidas e de fibra me chamou a atenção.
É um livro sobre força feminina , amor , união , percalços , imigração tudo isso numa cidade grande como Nova York dos anos 1936 . Lembrei da trajetória da minha avó que foi também uma imigrante e passou por essas adaptações , e assim fui me encantando com as irmãs Arenas . Seus amores , seus humores , enfim o livro é interessante , e cativa .
Recomendo
comentários(0)comente



Mariana 09/07/2020

Romance histórico
María Dueñas conta a história de três irmãs: Victoria, Mona e Luz Arenas, e sua mãe, Remedios, imigrantes espanholas na Nova Iorque da década de 1930.
A autora se esmera em retratar o cenário da cidade naquela época, sobretudo a vida da comunidade espanhola. É, assim, um romance histórico.
No entanto, na minha opinião, a narrativa se estende demasiadamente no cenário e peca na construção das personagens, dificultando criar uma empatia com as irmãs Arenas.
Enfim, gostei do livro pelo aprendizado sobre a comunidade espanhola daquela época, mas não me encantei pelo romance.
comentários(0)comente



Adriana.Lopes 14/06/2020

Mulheres lutadoras
Sonhos, desencantos, lutas frustrações, paixões, amores e desamores, fraternidade e apreço aos laços sanguíneos.
comentários(0)comente



gigi 25/05/2020

As filhas do capitão
Este livro é muito bom a história de desenvolve bem porém eu acho que não precisava acabar ali poderia continuar com o romance das irmãs Arenas, o final não me decepcionou só queria mais um pouquinho do mundo delas na Rua Catorze. Recomendo por falar de amor, imigração, estupro, abusos e tantas outras coisas expondo a verdade nua e crua. O começo não me prendeu muito e a apresentação foi meio entediante mas conforme a história foi indo, fui gostando cada vez mais um livro muito interessante mesmo que o final não tenho sido dos melhores.
comentários(0)comente



Danielle.Brito 24/05/2020

O livro conta a história das irmãs Arenas, Victoria, Mona e Luz, que por um conjunto de circunstâncias e fatalidades, se veem obrigadas a imigrar do interior da Espanha para os EUA, nos anos 1930, em busca de uma vida melhor. As três são filhas de Emilio Arenas, que desde sempre foi um marido insensato e pai ausente, que levava um estilo de vida sem amarras, percorrendo o mundo de maneira errante. Poucos meses depois da chegada das filhas em Nova York, ele morre em um acidente nas docas e deixa para elas um pequeno restaurante com inúmeras dívidas e a dificuldade de sobreviverem na nova terra, cujo sequer o idioma dominavam. A trama principal é a motivação das três filhas e da mãe delas na luta pelo recebimento de uma indenização pelo episódio da morte trágica de Emílio Arenas.

Porém, a meu ver o principal foco da trama é o clã formado por quatro mulheres, que lutam para sobreviver e progredir em um país diferente do delas, são confrontadas com as diferenças gritantes presentes nessa sociedade, onde os opostos são muito evidentes. Riqueza/pobreza; honestidade/desonestidade; sonho/realidade.

Para compor a história do livro María Dueñas entrevistou pessoas, hoje bastante idosas, que viveram a imigração nos anos de 1930, e a partir de suas narrativas conseguiu mostrar como era a vida de um imigrante espanhol, a maioria deles vindos de uma Espanha rural para uma cidade que já naquela época tinha proporções magníficas. Pela narrativa compartilhamos a sensação das personagens, de se perceberem como “estranhas no ninho”, a importância que tem para elas a convivência com seus iguais e a cultura de seu país de origem (há muitos momentos que resgatam isso no livro). “As Filhas do Capitão” é um romance histórico e a narrativa é tão boa que nos transporta para os bairros e a vida naquela época.

Recomendo a leitura!
Os primeiros infectados pela epidemia são isolados em quarentena, para preservar aqueles que ainda não foram expostos à cegueira e tentar assim reduzir a expansão da quantidade de cegos. Porém, a quarentena não é suficiente para frear o avanço da cegueira e os serviços do Estado começam a falhar. À medida que todos vão ficando cegos, as prioridades se alteram, as pessoas acabam reduzidas a meros seres lutando pela necessidade mais básica de todas, comer. E para isso, solidariedade, ética e moral são totalmente desconsiderados.

A trama tem como protagonista a personagem nomeada como “a mulher do médico” (aliás, nenhum personagem tem nome mencionado ao longo da história, “para que nomes quando não se enxerga?”), a única pessoa que não é afetada pela doença. Com isso, cabe a ela registrar sob seu olhar o horror que toma conta da cidade, o desmoronamento completo da sociedade, que se “animaliza”, perdendo tudo aquilo que até então se considerava como “civilizado”.

A narrativa de Saramago é genial, faz com que sintamos a cegueira branca, por meio da ansiedade, inquietação, claustrofobia pela qual aqueles personagens passam a partir do momento que se descobrem cegos. As situações terríveis pelas quais eles são submetidos nos permitem também, em muitos momentos da história, sentirmo-nos também cegos e perdidos.

“Ensaio sobre a Cegueira” é uma metáfora brilhante do autor, na qual a “cegueira branca” por ele descrita tem relação direta com a “cegueira moral”, relativista do sofrimento alheio, que hoje vemos se aprofundar em nossa sociedade. Em suma: "Cegueira também é isto, viver num mundo onde se tenha acabado a esperança" (José Saramago).

Livro emocionante! Recomendo a leitura!
comentários(0)comente



Barbarella 18/04/2020

Muito bom
No início a história não me prendeu mas quando chegou na metade começou a ficar bem interessante. Achei a leitura rápida porém em algumas partes a autora se atenta a muitos detalhes ficando um pouco cansativo. O final poderia ter sido mais desenvolvido após o acontecimento mais chocante mas a história é bem interessante e a personagem que mais chamou minha atenção foi Mona que das três irmãs foi a única que pareceu acordar pro mundo mais cedo.
comentários(0)comente



Dayana 13/04/2020

Resenha - Livro: As filhas do Capitão
Após a mudança para Nova York e a morte de seu pai, as irmãs Arenas, atormentada pela necessidade urgente de sobrevivência irão trilhas seus caminhos na nova cidade e decididas a transformar seus sonhos em realidade.

O livro me surpreendeu bastante e que me fez apaixonar-me pela escritora María Dueñas. De início, achei uma leitura chata, demorei um pouco pra me apegar, mas depois, me apaixonei pelas história das irmãs Victória, Mona e Luz e de como elas lutaram para sobreviver após a morte do seu pai. É uma leitura bem gostosa e que me despertou muita curiosidade a ponte de devorar o livro.
comentários(0)comente



AnnaFernani (@maeefilhaqueleem) 05/04/2020

As filhas do capitão, da María Dueñas conta a história das irmãs Arenas q forçadas pelos pais, deixam a Espanha p/ se mudar p/ a colônia Espanhola de Nova York em 1936, onde seu pai q foi antes abriu a taberna El Capitán.
Acontece q um acidente tira a vida de Emilio Arenas e agora Victoria, Mona e Luz precisam tomar sérias decisões já q contas e dívidas precisam ser pagas e elas só conseguem pensar em voltar p/ o seu país e suas vidas. Elas decidem reabrir o El Capitán, mas de uma forma diferente, renovada e mais moderna, mesmo contra a vontade da mãe e durante esse caminho elas conhecerão uma Nova York cheia de adversidades e passarão por diversas situações q mudarão a vida de cada uma p/ sempre.

Maria Dueñas escreve de forma maravilhosa a personalidade dessas mulheres tão diferentes entre si, mas tão fortes. Amei as passagens onde elas brigam entre si, se batem, gritam, mas como protegem uma a outra apesar desse jeito feroz delas, rs!
Foi muito bom acompanhar a vida dos imigrantes em uma Nova York cheia de possibilidades e luta p/ sobreviver e crescer.
comentários(0)comente



Cris Aragão 17/03/2020

Uma narrativa apaixonante, a história das irmãs Arenas é contada de forma envolvente. A imigração e os desafios de enfrentar uma sociedade tão diferente daquela de origem.
comentários(0)comente



Anelise Silva da Rosa 02/03/2020

Ótima e detalhada narrativa.
comentários(0)comente



firestar 02/03/2020

Esse foi o meu primeiro livro da María Dueñas e sinceramente eu gostei muito.
Existem alguns furos na história, mas, não é nada que a estrague. Eu nunca tinha lido nada relacionado a imigrantes e imigração e esse livro abriu mais a minha a mente e meu entendimento sobre esse assunto.

Obs: Caso encontrem erros na minha "resenha" (entre aspas porque não sei se isso pode ser considerado uma resenha KKK), me corrijam, por favor!!
comentários(0)comente



Giuliana.Fiori 28/02/2020

Impossível parar de ler.
comentários(0)comente



33 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3