Pequenas Realidades

Pequenas Realidades Tabitha King




Resenhas - Pequenas Realidades


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Guynaciria 03/03/2021

Nesse livro somos apresentados a socialite decadente Dorothy Hardesty Douglas, mulher maldosa, que por ser filha de um ex presidente norte americano, sempre teve tudo o que quis.

Aqui vemos que pessoas infelizes, fazem os outros infelizes. Esse é o caso de Dorothy, ela sempre esteve cercada dos mais luxuosos bens materiais, porém não foi amada e tão pouco educada da forma correta.

Anos se passaram, a menina inconsequente se tornou uma mulher, que usa o sexo como moeda de troca e manipulação, e quando isso não funciona, ela recorre a sua imensa fortuna.

Em um ponto da história, Dorothy conhece um homem estranho, que possue uma máquina capaz de transformar qualquer coisa ou pessoa em miniatura, mantendo suas características intactas.

Como ela é fanática por miniaturas, vocês já podem imaginar o que aconteceu, né? Então, mas se ela não quiser mais só ter bens diminuídos, e se as pessoas forem seus novos alvos? Será que alguém está a salvo dessa mulher?

Dorothy não tem limites, e vocês vão poder conferir isso nessa história de terror/suspense. Confesso a vocês que muitas vezes me senti sufocada com tanta maldade.
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Matheus.Giovanazzi 01/03/2021

Confesso que esse livro me levou por rumos que eu não esperava, tendo lido a sinopse. Mas no final supreendentemente gostei. Com certeza leria outro livro da autora.
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Leon 19/02/2021

Surpreende mas não convence.
Esse livro é uma nuance, começa arrastado, atinge o ápice da trama no meio revelando um grande segredo que tempera a narrativa mas decai muito rápido.
Aqui acompanhamos a socialite Dorothy Hardesty Douglas, que tem uma obsessão pela sua Casa Branca de bonecas, gastanto mais de 100 mil dólares pra mantê-la bonita e funcional, e Roger Tinker, um ex funcionário do governo americano.
Tinker é um ladrão, que surpreende depois por ter alguma pontinha de compaixão.
Dá pra comprar a ideia de Dolly como vilã, praticamente doente pelo universo em miniatura, mas o que não da pra comprar são as motivações simples e vagas.
O triângulo de odio estabelecido por Dolly - Leyna - Lucy funciona até certa medida, só que a autora exagera um pouco na dose.
Seria um livro perfeito com 100/150 páginas a menos, mais enxuto.
Não é um livro em que uma página puxa a outra, tem seus méritos mas morre na praia.
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Sollyane 05/02/2021

Miniaturas da vida
Em uma sociedade que tende a megalomania, as miniaturas podem parecer uma peculiaridade para muitos. Porém, não para Dorothy
?Dolly? Hardesty Douglas, filha do ex-presidente dos Estados Unidos e socialite americana, que enxerga um potencial específico para a habitação de sua casa de bonecas mais querida, a réplica da Casa Branca, à medida que Roger Tinker desenvolve um aparelho redutor. Em uma trama que conduz os extremos da obsessão, egocentrismo e loucura, Dolly não vê limites para usufruir de seu poder em mãos.

Escrito por Tabitha King, em 1981, ?Pequenas realidades? tem o intuito de discutir o propósito das miniaturas e como elas estão presentes no dia a dia. Contudo, não se engane pensando que as miniaturas em questão são apenas bonecas com suas respectivas casinhas ou itens para colecionadores. Eis que o enredo da história, narrado em terceira pessoa, mostra também como os pensamentos e os comportamentos formam-se em miniaturas, um aqui outro acolá, e progressivamente, juntam-se em uma espécie de coágulo, resultando nas ações.

?Grãozinho de areia, mas era assim que as praias nasciam?.

Sob esse prisma, fica evidente que o ponto alto do livro são os problemas psicológicos de Dolly, sobretudo a obsessão, dentre outros, como isolamento social, depressão, narcisismo e sociopatia. Por meio dos grãos de areia que dispunha, Dorothy idealizou sua praia perfeita, um universo em que se sentia confortável e no controle, cujas patologias mentais eram bem-vindas e sem críticas.

Ademais, ?Pequenas Realidades? apresenta seu segundo ponto alto: a tecnologia. Isso porque Roger Tinker conclui seu projeto embrionário, oriundo do governo, e cria o miniaturizador, uma espécie de dispositivo que encolhe as coisas materiais e biológicas num mecanismo, não muito bem explicado pela autora, de espelhos. Diante disso, Roger visualiza um leque de oportunidades com sua invenção, bem como Dolly que não permanece insatisfeita com sua vida de socialite, ainda que rendesse inúmeras fofocas para a revistas VIP, de qualquer forma.

?Nossa tecnologia é ao mesmo tempo a coisa mais perigosa do mundo e a nossa maior salvação ?

Logo, em uma maneira de ilustrar o quão perigoso pode ser a tecnologia nas mãos erradas em consonância com poucas informações dos efeitos colaterais da aplicabilidade tecnológica, Tabitha King, cria o desfecho perfeito para isso. Numa realidade inesperada, Lucy Douglas compreende as facetas do perigo e anseia por uma possível salvação para seu futuro e das pessoas que ama, comprometido pelas loucuras de sua sogra. No fim das contas, todos ao redor de Dolly, em especial Lucy, ...

? Finalmente tinha idade e experiência suficiente para entender que cada pessoa podia ser seu próprio universo, com suas leis naturais e peculiares?.

Sob esse prisma, no que tange as expectativas que podem ter lhe ocorrido, como um enredo investigativo ( referência a imagem da capa ) e a sinopse ( questões políticas devido a Casa Branca) , permaneceram apenas no que poderiam ter sido, pois nem de longe são o foco da história, uma vez que o enredo discorre estritamente sobre a tecnologia disponível nas mãos de Roger e Dolly e seus fins. Frente a isso, o enredo decai com uma escassa adrenalina, e somado a extensos parágrafos descritivos com pouquíssimos diálogos, aparenta deixar uma leitura um tanto maçante e exaustiva. Assim, o fluxo da leitura é bem difícil de se acostumar, e para engatar na história é preciso sobreviver ao início do livro que têm bombardeios de informações constantes que só farão sentido ao final, quando a história já estiver completa em sua mente.

Contudo, ?Pequenas Realidades? é reticente nos ensinamentos de vida que transmite. Conhecemos uma realidade que pode ser grandiosa não pelo tamanho das coisas em si, mas pela importância que lhe é dada. O desfecho comprova isso. Mostra que o mundo não é constante, mas está mudando a cada segundo, assim como a ciência, as descobertas, os pensamentos, as pessoas, a sociedade... Tudo muda num piscar de olhos, ou talvez diante das loucura de Dolly e Roger, num piscar de um flash. Em palavras derradeiras, a mensagem final, creio que seria, a importância de se adaptar as improbabilidades, pois ...

?Diante da vida, tudo parece pequeno?
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Quequel 03/02/2021

Adorei
Começou devagar, mas rapidamente a leitura engatou e me prendeu. Eu achei a história muito interessante e diferente, e o no final eu senti meu coração disparar conforme ia lendo e virando as páginas.
Eu achava que não tinha como encerrar a narrativa de uma maneira decente, estava preparada pra uma grande decepção, mas fui positivamente surpreendida.
Na minha opinião não foi a opção mais óbvia, mas me agradou o destino de um personagem em específico, e gostei do jeito como a história foi encerrada, porque é um final que acaba realmente a história, mas te dá espaço para "decidir" o que você quer que aconteça depois.
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Daiane 27/01/2021

Diferente de tudo que eu achei que fosse. No entanto me surpreendeu.
Ouvi algumas pessoas comentando sem muito ânimo sobre esse livro. Então comecei a ler sem muita expectativa. No entanto me surpreendeu. A construção dos personagens foi um espetáculo.
As páginas finais me cativou.
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Ileana Dafne 16/01/2021

Chato e decepcionante.
Essa não foi a primeira vez que li esse livro, há vários anos já o tinha lido com o nome de Miniaturas do Terror, mas não recordava praticamente nada da trama, então quando a Darkside Books lançou esse livro, decidi reler. E durante a leitura percebi porque fiz questão de esquecê-la.
A edição é caprichada como sempre, se tratando dos livros dessa editora, mas no que a edição é digna de nota, o mesmo não se pode dizer da história.
Nesse livro acompanhamos a obsessão da filha mimada e egocêntrica de um ex-presidente dos EUA, uma socialite que ultrapassa todos os limites para ter suas amadas miniaturas.
Infelizmente nesse livro não há aquela sensação de que poderia ser real, não há lógica alguma ou coerência nos acontecimentos, os personagens não são bem desenvolvidos, então não entendemos bem o que ou por que as coisas vão acontecendo.
Os acontecimentos vão se sucedendo e as coisas parecem não irem se encaixando. E no fim tudo acontece tão rápido e de forma tão inesperada que acabei de ler e fiquei atônita sem entender como cheguei até ali. Li o mais rápido que consegui para terminar logo, pois sabia que ou terminava rápido ou nunca iria terminar.
Não conheço outros livros da Tabitha King, mas não sei se me aventuraria em outro.
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Camila.Suares 16/01/2021

Família King?
Provavelmente não é um livro pra todos, uns amam, outros odeiam. E eu estou no meio.
Livro de difícil leitura, arrastado, com detalhes excessivos e repetitivos.
Algumas informações foram jogadas no início, e esquecida logo em seguida.
Não gostei de nenhum personagem, mas acho que a intenção é essa mesmo. Me forcei a terminar, pois queria saber a resolução, e quando chegou, pra mim, foi uma decepção.
Final corrido, sem explicações, sem porquês, sem atitude.
Comparam a escrita dela ao do já famoso esposo, Stephen King, confesso que nunca li nenhuma obra dele e se realmente a escrita for assim, nunca lerei.
Nick 16/01/2021minha estante
Eu gostei menos que você ainda hahaha.. me esforcei muito pra conseguir terminar de ler.




Débora 15/01/2021

O miniaturizador
Um livro interessante, aterrorizante no contexto da história e ainda assim instigante.

Um elemento inimaginável, torna tudo ao mesmo tempo intrigante e curioso, ameaçador e assustador.
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Nat 12/01/2021

Colecionar, confeccionar, criar, ganhar e vender miniaturas pode parecer um hobby qualquer (talvez um pouco caro) e não muito longe da realidade de muitas pessoas.
Dorothy Hardesty Douglas é uma dessas pessoas. Filha de um ex presidente, Dolly coleciona miniaturas, e uma delas é uma réplica quase perfeita da Casa Branca.
Dorothy é uma pessoa conhecida, tanto por ser filha de um ex presidente, que com carinho a chamava de Dolly, e ter sido conhecida desde a infância por causa de seu pai (e passar a odiar ser conhecida por Dolly), quanto por ter sido retratada em uma pintura por um pintor famoso.
Roger Tinker, um anônimo que já trabalhou em projetos para o governo, desenvolve algo inimaginável. E acredita que Dolly (que ele conhece das notícias) é a pessoa ideal para ter essa sua invenção.
No entanto, quando os laços são estreitados entre ele e ela, Roger começa a perceber quem é Dorothy e o que ela é capaz de fazer para ter aquilo que quer.
E o que ela quer? Alguém para habitar a sua Casa Branca de Bonecas.
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Luiza 11/01/2021

"Pequenas Realidades" conta a história de Dolly Hardesty, uma socialite nova-iorquina que coleciona miniaturas e casas de boneca. A vida de Dolly dá uma reviravolta quando conhece Roger Tinker, um cientista que trabalhou no governo norte-americano em um projeto super secreto para construir um aparelho miniaturizador. Dolly e Roger vivem um romance e exploram com crueldade os limites do dispositivo.

Fui ler esperando que fosse uma história de terror ou suspense, mas achei que o livro se assemelha mais à ficção científica. A edição da DarkSide é muito linda, mas a história em si e os personagens não me cativaram tanto... Achei o ritmo arrastado e não achei o final nada demais. É um livro interessante, mas realmente deixou a desejar. Um detalhe que eu adorei foi o livro ter sido dedicado ao bicho papão.
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MelQuezado 11/12/2020

Achei que a história passou muito lenta e o final foi fraquíssimo. Fui morrendo de sede ao pote.
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Cah 08/12/2020

Não eh Stephen
Eu não esperava realmente me deparar com uma versão feminina do Stephen king.. mas também não contava com uma narrativa tão ruim, falta contexto em algumas partes enquanto outras são excessivamente explicadas, os protagonistas não cativam e os antagonistas menos ainda ... Enfim, péssimo
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Gisele.Rodrigues 24/11/2020

“Diante da vida, tudo parece pequeno.”

Pequenas Realidades é o primeiro livro publicado pela autora Tabitha King. Ela é nada mais nada menos do que a esposa do autor Stephen King.
A filha de um ex presidente, Dorothy Hardest Douglas, coleciona miniaturas e casas de bonecas. É fascinada e vive pedindo para que sua ex nora, que decore sua casinha e que restaure com as miniaturas, onde Dolly, sempre leva a exposições para exibir a todos suas peças. Mas Dolly conhece Roger Tinker, um vigarista que mora ainda as custas de sua mãe, e começa a trabalhar para ela, quando Dolly descobre que ele possui um miniaturizador, uma máquina com a aparência de uma câmera fotográfica, e como o nome sugere, consegue diminuir objetos e seres vivos. Agora o que uma mulher malévola como Dolly e um inventor de um aparelho do qual ela fica fascinada, poderia fazer? É o que você vai descobrir! O livro no inicio é um pouco arrastado, mas fundamental para a compreensão dos acontecimentos posteriores.
Isa 05/12/2020minha estante
Deveria avisar que tem spoiler ?


Gisele.Rodrigues 06/12/2020minha estante
Desculpe?




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