Minha Vida de Menina

Minha Vida de Menina Helena Morley




Resenhas - Minha Vida de Menina


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Robélia 02/02/2011

Encantador!
Uma leitura macia, delicada. Demonstra o carater sensivel de uma menina observadora, inquieta, inteligente e crítica.
Trata-se do diário de Helena, que narra de forma bastante espontânea e bem humorada, o seu dia-a-dia, na cidade de Diamantina-MG, durante o período de 1893 a 1895. Helena, pseudonimo da autora Alice Dayrell, tem 13 anos quando começa a escrever o diário. Ela conta os casos familiares, intrigas domésticas, superstições cotidianas, religiosidades e costumes sociais da época.

O livro deu origem ao filme "Vida de Menina".
Erika 02/02/2011minha estante
Robélia, muito legal sua resenha, deu-me vontade de ler o livro. Gosto muito dessa época e tenho bastante curiosidade sobre o cotidiano de antigamente.


Celso 09/03/2014minha estante
O filme também é excelente e retrata a mesma delicadeza do livro. A felicidade está nas coisas simples.


Luciana.Alves 21/01/2019minha estante
Eu li e reli esse livro é um dos meus favoritos!
Não sabia que tem o filme.
Que ótimo!




Lyeti 04/02/2009

Completo
Doce, forte, tocante, sensível, simples, complexo, injusto, justo, honesto, lindo. Como a vida.
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Larissa 23/05/2013

"Forte Coisa"
Li Minha Vida de Menina" porque comecei a assistir o filme na escola há algum tempo. Como minha faculdade tem uma biblioteca fantástica, lembrei-me de procurar este livro.
E valeu a pena ler ! O livro é... não achei um adjetivo que faça jus ao seu estilo. Uma pérola da literatura brasileira que, infelizmente, nao é divulgado.
Somos transportados para um Brasil que há pouco libertou os escravos e proclamou a República, por meio de crônicas relatadas no diário de Helena Morley, que nos envolve com seu estilo meigo, um misto de infantilidade, sinceridade, com argúcia não tão comum às crinças.
Leiam e surpreendam-se com um dos melhores retratos da infância já criados!
Simone 03/01/2014minha estante
Concordo plenamente com suas palavras. O livro é uma delícia, desperta um saudosismo, mesmo não tendo vivido os tempos narrados. Ao chegar às últimas páginas senti um aperto no peito, uma coisa difícil de explicar.




TaynA.Scatolin 03/09/2016

Meu ver
O livro chama muita atenção por ter a estrutura de um diário. Nele, Helena conta seus segredos, seus sentimentos, momentos de alegria e tristeza. Tem-o como fiel e melhor amigo. A "história" se passa no final do século XIX, nos anos de 1893, 1894 e 1895..
Helena mora em Diamantina, MG, com a mãe e os irmãos; o pai trabalha fora e fica em casa nos finais de semana. É também muito apegada à avó materna, a qual tem-a, por sua vez, como neta preferida.
É interessante perceber no livro os traços da época em que se passa, principalmente a condição dos negros no Brasil, afinal a escravatura havia sido abolida há pouco tempo. Nota-se, pelas descrições da personagem, a condição que eles viviam e o preconceito que passavam, não sendo, ainda, vistos como humanos por muitos. Helena descreve também como sua avó tinha respeito por eles e não fazia questão de mantê-los como escravos, o que é algo importante, no meu ver. Sendo este livro obrigatório para o vestibular da FUVEST no ano de 2018 e, provavelmente, dos próximos, é importante enxergá-lo pelo âmbito histórico. E, volto a dizer, o que mais achei marcante foi a questão da descriminação racial, que, por sinal, é um assunto muito discutido hoje.
Outro fator muito interessante é a condição de vida da mulher na época. Helena estudava para ser professora, e esta era a única profissão que mulheres exerciam, se exerciam. A personagem narra também algumas coisas da vida de menina da mãe e das tias, e algo interessante é o fato de que seu avô que preparava o casamento das filhas, e estas chegavam a conhecer o marido somente na hora do casamento.
Uma coisa que fiquei impressionada também foi a descrição da vida na cidade e no campo. É tão diferente do que é hoje que fica até difícil de imaginar; fica difícil de acreditar que foi verdade um dia.
Então, resumindo, acho importante prestar atenção às coisas narradas e encaixá-las na história do país, pelo ponto de vista social e político, principalmente.
O livro é muito bom, e tenho certeza que muitas garotas se identificarão com Helena.
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Leonardo 20/07/2010

Se desse para colocar seis estrelas...
Um livro ótimo. Escrito na forma de diário, apresenta não só o dia-a-dia da menina Helena, mas também o cotidiano de uma época. Em cada página o leitor mergulha nas inocentes aventuras da garota. Da vontade de ter vivido naquela época...
Um dos meus livros favoritos.
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Jonara 30/04/2010

Este é um ótimo livro pra se dar e receber de presente! Eu ganhei de aniversário e simplesmente adorei. Só de ver a capa fiquei encantada, a equipe do design tá de parabéns! A maneira de dividir os dias do diário é simples e linda. Já estou planejando dar de presente pra minha avó e pra algumas amigas.
A Helena é um doce de garota, riso solto, alegre e muito boazinha. Ela conta as coisas de um jeito que faz a gente sentir saudades da infância. Aquele jeito de ser muito espontâneo, que a gente só tem nessa idade. Me diverti muito com várias histórias, fiquei espantada com outras. Um amor mesmo, recomendo!
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Zuca 04/05/2009

A autora nos faz viajar no tempo e observar o comportamento das pessoas frente à abolição da escravatura. Helena Morley apresenta Diamantina dos anos 1893 a 1895, os costumes do povo mineiro. A busca incessante pelo ouro. Leitura fácil que pode ser recomendada até para crianças.
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G. Rubbo 07/03/2016

História de Vida
Agora uma palavra às minhas netas. — Vocês que já nasceram na abastança e ficaram tão comovidas quando leram alguns episódios de minha infância, não precisam ter pena das meninas pobres, pelo fato de serem pobres. Nós éramos tão felizes! A felicidade não consiste em bens materiais mas na harmonia do lar, na afeição entre a família, na vida simples, sem ambições— coisas que a fortuna não traz, e muitas vezes leva."

Como era ser uma garota no final do século XIX? A brasileira Helena Morley nos apresenta esse livro delicioso, leve e divertido sobre uma infância simples e feliz na cidade de Diamantina, em Minas Gerais, em meados de 1890. Embora seja um livro de leitura leve, vale observar os costumes da época, com destaque para as questões étnicas e raciais no Brasil, detalhes pouco explorados em outras obras.

site: http://giovannarubbo.blogspot.com.br/2016/03/meucaldeirao-5-livros-incriveis-que.html
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Karina 01/09/2017

Pavoroso
Comecei a leitura pra fazer uma prova de língua portuguesa e honestamente, a reprodução de que Helena é uma garotinha boa, meiga e contra o racismo é completamente ridícula. Entendo que a época é pós abolição da escravatura, mas, por favor parem de reproduzir essa falsa bondade dela. Egoísta, egocêntrica, reproduz o racismo e o vê sendo feito na sua frente e ainda o aplaude em suma maioria. Honestamente é uma leitura cansativa, desinteressante e força a idéia da garotinha doce salvadora.
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sonia 05/03/2012

Horrível!
Para quem estuda história, pode ser interessante saber como viviam os medíocres brasileiros pobres do século vinte. Trata-se de um diário, que
relata o cotidiano de uma mocinha de treze anos, bem comportada, que na minha época servia de modelo para que as garotas resolvessem não fazer nada de interessante na vida.
A garota fala de sua família absolutamente simplória, de seu colégio absolutamente medíocre, de suas não atividades pois ela não pode fazer nada de interessante e de sua total falta de pensamentos, pois ela aparentemente não pensa, apenas relata o que observa sem desta observação concluir nada de interessante.
Mesmo nos idos de 1960 o livro fazia as garotas bocejarem de tédio.
Thiago 11/05/2017minha estante
Mas a história se passa no Século dezenove, parece que alguém não fez o devido contexto histórico, e saiu destilando parvoíces.




Bit 01/03/2011

Muito mais do que diário de garota de província do final do século XIX, 'Minha vida de menina' antecipa a voga das histórias do cotidiano ao traçar um retrato vital e bem-humorado do dia-a-dia em Diamantina entre 1893 e 1895. Publicado pela primeira vez em 1942, o livro é um painel multicolorido daquele momento histórico singular no Brasil, com o sabor e a vivacidade de um diário de adolescente.
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Mamachado 30/09/2016

Cativante
Encontrei este livro por acaso, passeando pela livraria. Li na contracapa que foi elogiado por Drumond e fiquei encantada com a capa. Pronto, levei-o comigo e fomos juntos para vários lugares. É um diário. Diário da menina Helena, Alice na verdade. Belo retrato da vida de uma menina no final do século XIX, em Diamantina-MG, filha de pai inglês e mãe brasileira, sua relação com a família, principalmente a avó amada, a convivência com os escravos recém libertos, e, aqui, nesse período do politicamente correto, é possível sentir um constrangimento, um ligeiro mal-estar. Eu senti, mas é um documento, um retrato da época. Valeu a leitura.
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Rafa 24/10/2018

Tem muitas passagens interessantes sobre a vida interiorana de Diamantina no final do séc. XIX, mas na maior parte do tempo é apenas o diário de uma menina, então acaba sendo um pouco repetitivo.
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Quelinha 07/01/2018

Bem divertido e interessante!
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Pris.rocha 30/09/2009

Um livro surpreendentemente muito bom. A esperança era ler um livro complexo, que tratasse de temas de uma forma irônica, pois tratava de um diário de menina (que eu esperava não ser nada comum). Mas para minha surpresa veio uma estória simples, com uma menina comum e adorável. A autora retrata sua estória de forma habilidosa, visto que omite fatos que não são importantes e mostra o seu dia-a-dia comum; tema que sempre mexe com as pessoas, pois retrata a época em que os problemas eram pequenos e as alegrias enormes, a doce infância!
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