Glória e Ruína

Glória e Ruína Tracy Banghart




Resenhas - Glória e Ruína


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Cau Leão @foconaleiturabsb 18/08/2019

Contém spoilers de Graça e Fúria, primeiro livro da duologia.
?Na continuação de Graça e Fúria, Serina e Nomi Tessaro vão dar início a uma revolução que vai mudar a vida de todas as mulheres de seu país. As irmãs Serina e Nomi Tessaro nunca imaginaram que acabariam em lugares tão distintos: Serina em uma ilha-prisão, Monte Ruína; Nomi no palácio de Bellaqua, como uma graça, à disposição do príncipe herdeiro do reino. Depois de sofrer uma grande traição, Nomi também é mandada para a ilha e, ao chegar lá, para sua surpresa, encontra Serina à frente de uma rebelião das prisioneiras contra os guardas.

Agora as irmãs têm um objetivo em comum: mudar o funcionamento de toda a sociedade. Além disso, elas sabem que Renzo, gêmeo de Nomi, está em perigo. Relutantes, elas se separam mais uma vez, e Nomi retorna à capital, enquanto Serina permanece em Monte Ruína para garantir que todas as mulheres encontrem um lugar seguro para viver. Só que nada sai como o planejado ? e as duas vão ter de enfrentar os seus maiores medos para mudar o país de uma vez por todas.?

É tão bom ler uma distopia, que as mulheres superam todos os seus medos e lutam pelos reais objetivos das mudanças!!! A Serina foi o exemplo, de uma mulher criada para ser uma graça, e que para sobreviver, tornou-se uma grande líder guerreira. A Nomi, não mudou tanto como a irmã, na minha opinião, mas os seus ideais foram mantidos até o fim. Gostei muito dessa história. Recomendo a todos que gostam de ler uma boa distopia.
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Emmie (Lady Whistlebooks) 17/07/2019

Temas importantes, mas pouco desenvolvimento...
ATENÇÃO — ESSA RESENHA CONTÉM SPOILER DO LIVRO ANTERIOR.


Na tão aguardada sequência de G&F, acompanhamos a jornada de encontros e desencontros entre as irmãs Tessaro. Depois descobrir que estava sendo enganada por Asa e presenciar o assassinato a sangue frio do Superior, Nomi é enviada junto com o herdeiro, Malachi para Monte Ruína.

Chegando lá, Nomi tem a chance de reencontrar sua irmã Serina que está completamente mudada e liderando uma revolução. Enquanto as prisioneiras planejam qual será o futuro delas no mundo, Serina tem que se manter firme depois de ver tantas perdas e passar por tantas provações, e Nomi tem que encontrar uma maneira de superar a traição de Asa e entender seus sentimentos por Malachi.

Confesso que eu tinha altas expectativas para esse segundo livro. Apesar de não ter sido uma leitura desagradável, o ritmo de acontecimentos continuou lento e, sem dúvidas, o que te prende mesmo é a escrita instigante da autora. O livro começa a se movimentar mesmo um pouco depois da metade e o final (para um desfecho de duologia) foi bem morno.

Muitas relações que deveriam ser desenvolvidas ficaram bem rasas e superficiais, como a de Nomi e Malachi, e quase não temos sinal da motivação do antagonismo de Asa além da sua misoginia.

Para mim, o que salvou mesmo foi o arco da Serina e as mulheres de Monte Ruína, que foram exemplos de garra, superação e sororidade. Verdadeiras sobreviventes. O livro abordou muitas questões feministas — o que é incrível — mas falhou na hora de dar profundidade a alguns personagens cruciais.



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