O Poder Verdadeiro

O Poder Verdadeiro Brasman
G. Norris




Resenhas - O Poder Verdadeiro


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G. Norris 28/12/2010

Meu Livro
Não posso comentar do meu livro, mas espero ver opiniões e críticas.
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Brasman 10/08/2010

Obra completa!
Site oficial: www.srcastelo.com
Este livro é o que deu início a este novo fenômeno literário Crônicas dos Senhores de Castelo. Primeira saga de ficção fantástica em português a ser publicada também no Kindle. Primeiro livro de uma série de 4. Deu início também a um projeto de Graphic Novel de padrão internacional além de um roteiro para animação cinematográfica.
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Nando 30/11/2011

Tentativa falha de ser ousado
Eu não faço resenha de tudo que leio, mas sinto que deveria fazer uma resenha deste livro. Pois marquei este livro como uma das piores coisas que já li na vida.

Vou dar aviso que esta resenha pode ter informações a respeito da trama que podem estragar a surpresa de quem ainda não leu. Leia por sua conta e risco.

Fantasia Medieval e Ficcção científica são dois temas muito populares em literatura. Mas quando você tenta unir os dois... É uma combinação perigosa, pois pode ser incrivelmente fascinante ou extremamente decepcionante.

Não sou exatamente contra a união de gêneros diferentes. Até prefiro algo diferente do que algo que se prenda demais ao clássico. Obras como Senhor dos Anéis e Crônicas de Nárnia, ou Star Wars imortalizaram os seus respectivos gêneros e ficar se prendendo demais a estas fórmulas acaba gerando uma história clichê. Existem mídias que conseguem unir perfeitamente ambos os gêneros como Final Fantasy e afins. E é este o problema que Crônicas dos Senhores de Castelo apresenta. Não consegue unir os dois gêneros e recheia a história de clichês. Do início ao fim. Personagens, situações, lugares, trama.

"Derr... Final Fantasy é video-game. Senhores de Castelo é um livro!" Acha que não é possível escrever algo inteligente, inovador unindo Fantasia Medieval e Ficção Científica? Leia Dragões de Éter. Uma fantasia medieval/ficção científica recheada de influências de Final Fantasy, Rock alternativo, filosofia, cinema e tudo mais que se possa imaginar.

Trama: CDSDC é ambientado num multiverso. Uma infinidade de universos que é protegida por um grupo de heróis fantásticos com poderes e habilidades únicos chamados Senhores de Castelo. A história é focada em três personagens principais. A princesa que está fugindo em posse de um artefato de imenso poder, e dois Senhores de Castelo. Um monge/mago/lutador de kung-fu que controla energia branca e um pistoleiro com pose de Han Solo. Acompanhando a princesa também há um andróide de batalha. Um feiticeiro do mal deseja capturar a princesa e sacrificá-la para obter o poder máximo do artefato que ela carrega. A típica situação de salve a princesa e derrote o bruxo. Trama assim eu encontro em The Legend of Zelda. Aliás, o tempo inteiro em que li este livro eu me senti lendo a narração de uma sessão de Dungeons & Dragons.

Cenário: Como o multiverso é composto de infinitas dimensões, encontramos em Senhores de Castelo mundos e realidades das mais diversas. Contudo, nenhum cenário pareceu interessante o bastante pra me fascinar. A história mesmo começa com uma briga de bar. Típica situação que se encontra em sessões de RPG ou filmes. Novamente o livro se baseia em clichê. Florestas, cavernas, castelos. Nada de novo. Os autores tem nas mãos um cenário de infinitas possibilidades a ser explorado e não exploraram. O mais próximo de um cenário trabalhado na trama é o lar onde vive a mãe das fadas.

Personagens: O maior problema dos personagens é que eles não são desenvolvidos no decorrer da trama. Eles são inseridos prontos na história e só ficam pulando de uma cena de ação para outra. Como já disse, os personagens são a princesa Laryssa. Uma princesa que está fugindo em posse de um artefato mágico. Supostamente é corajosa e bela. Destemida e honrada. De coração puro. E que participa da história como uma verdadeira donzela em perigo. Pra quem escreve ou lê fanfics (Como eu), existe um termo pra este tipo de personagem. Mary Sue. Um personagem que é tão perfeitinho e bonzinho, que chega a causar ânsia de vômito no leitor. O leitor não consegue se identificar com o personagem por que ele é artificial demais. O mago/monge/lutador chamado Kullat é o que mais se aproxima de um personagem interessante. Mas de personalidade rasa. Outra Mary Sue como a princesa. O pistoleiro Thagir é um verdadeiro crusamento de Han Solo com Chuck Norris e isso não faz dele um personagem interessante. Com personagens tão rasos e desinteressantes, o máximo que Senhores de Castelo consegue produzir são situações forçadas, clichês e diálogos que beiram a cafonice. Como o robô da princesa se mostrar como um traidor no fim e lutar contra os próprios aliados, depois se redimir com palavras belas de incentivo e o que quer que um robô tenha de mais próximo de amor pela princesa. Um romance surge entre Kullat e a princesa que até agora eu não sei de onde saiu, pois em momento nenhum da história os dois parecem demonstrar atração um pelo outro. Uma das últimas cenas do livro é um beijo entre a Princesa e Kullat que parece que foi inserido na história só pra falar que teve um romance, por que eu nunca vi um casal mais incompatível na minha vida. A festa dada pelo rei, a homenagem ao robô sentimental, tudo é cafona e meloso ao extremo. Tudo bem dar sentimentos ao seu personagem. O personagem não vai agradar ninguém se for um Exterminador do Futuro que anda pra todo lado com uma arma na mão, matando gente a torto e a direito. Mas o sentimentalismo desse livro no final, parece uma novela mexicana. O final do livro tem de ser memorável, mas tudo que eu consegui sentir ao ler foi vergonha alheia.

Enfim, eu comprei este livro totalmente enganado pela capa que exibe o tal Kullat com as mãos cobertas de energia branca (E que me valeu um: "Esse é o cara do Assassin's Creed?" de uma pessoa que me viu lendo o livro) e me arrependi. Eu troquei este livro por outro com uma amiga minha (Deixando bem claro pra ela o quanto este livro é ruim e trocando por um outro livro que ela também me disse não ser bom) e sinceramente, não recomendo pra ninguém. Se a sua curiosidade ainda estiver atiçada, peça emprestado ou pegue na biblioteca e poupe seu dinheiro.

Ilustrações: Deixando um detalhe por último, mas que acho que vale a pena mencionar: É interessante incluir ilustrações e até descrições no seu livro. Causa uma diferenciação. Mas é outro caso de faca de dois gumes. Inclua boas ilustrações. Contrate um artista realmente competente. Por que se a história descreve a princesa como realmente bonita, que ela seja desenhada bonita ou deixe a cargo da minha imaginação (Na minha imaginação ela seria a Megan Fox... *-*). É dificil imaginá-la como bonita se eu já vi que ela é um tribufu mal-rascunhado de lápis nas páginas do livro. Ou é dificil imaginar que o Robô dela seja tão legal quanto tentam descrever. A única ilustração realmente bonita é a da capa, mas... Enganosa.

Também gostaria de dizer que não sou daqueles que acredito de forma alguma que autores brasileiros são incapazes de se aventurar por este gênero que é facilmente dominado por estrangeiros. Provas disso incluem Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Eduardo Sphor (Batalha do Apocalipse). Autores brasileiros e incrivelmente talentosos, que merecem ter suas obras ocupando posições dos mais vendidos por muitos anos.
Arthur Araújo 22/08/2012minha estante
Estava lendo sua resenha, cheguei em "o tempo inteiro em que li este livro eu me senti lendo a narração de uma sessão de Dungeons & Dragons" e tive que dar uma pausa para comentar e concordar =/

True story bro (y)


Ler o resto agora.


Luiza 03/02/2013minha estante
Nossa gostaria de ter lido sua resenha antes... Esse livro me mostrou que nem todo jogador/mestre de rpg pode se tornar escritor. A história é muito mal desenvolvida e muito mal escrita, sem contar os personagens clichês, o enredo bobo. Não sei nem se vou conseguir terminar de ler. Está difícil de engolir um único parágrafo...


Alessandra 15/02/2015minha estante
Brother, me abraça eahaueaaehueau. Não consegui terminar a leitura desse livro por haver um excesso de informação e clichês mal trabalhados. Ainda bem que esse livro era emprestado. Devolvi pro dono, que disse para mim: "Valha, mas esse foi o único livro que li de uma só vez."

Beijos! :D




Alêh Bezz 26/09/2010

Perfeitamente espetacular!
Encontrei o livro em um Stand da Bienal, fiquei encarando-o por um bom tempo até que decidi comprar. Não me arrependo. A história é completamente magnífica.
Correndo pelo Multiverso, e resolvendo os problemas, Os Senhores de Castelo e a Lary me encantaram. Kullat e Lary, meus personagens prediletos, e também os protagonistas são duas figuras bem desenvolvidas. O misterioso Kullat, a corajosa Larissa...
Enfim, Senhores de Castelo me encantou e não vejo a hora de sair o segundo livro da saga!
Matheus 05/12/2012minha estante
Minha Historia é Pouco parecida , Eu estava na Bienal e Tinha Apenas 30 reais e o livro que eu queria era 40 e então li resenha e gostei e comecei a ler e gostei e eu vou comprar o efeito manticora




Luiza 11/03/2013

PARE!
Esse é provavelmente o pior livro que já li na minha vida.
Primeiro de tudo, se você se propõe a criar um universo (ou multiverso) com seres que saíram da sua cabeça, objetos mágicos e poderes extraordinários inventados por você, ótimo! Mas não relegue o seu mundo a nota de rodapé! A impressão que passa é que ele é tão dispensável que não merece uma construção complexa.
Segundo, se você precisa colocar desenhos dos monstros para que o leitor entenda sua história, isso significa que você é um mau escritor e não sabe trabalhar seu enredo.
Terceiro, os personagens parecem todos iguais! Nenhum deles têm personalidade marcante, o Thagir e o Kullat são tão semelhantes que não fosse a descrição de quem tinha falado o quê, por exemplo, eu jamais saberia.
Além disso, a história parece um compilado de cenas de ação, umas por cima das outras, mal acaba uma aventura e já se passa pra outra, o que seria tragável não fosse a sensação de que se está num jogo de rpg com um narrador ruim.
A narração por sinal, é outro ponto que chega a ser terrível, o narrador é TÃO onisciente que ele inclusive nomeia os vilões quando os próprios personagens ainda nem sabem quem ele é... os vilões aparecem sem objetivo nenhum e somem da mesma forma, sem acrescentar em absolutamente nada pra história. Os seres fantásticos e alienígenas que foram inventados são tão importantes na construção do cenário e do mundo que merecem menos de um parágrafo de descrição. Quanto a construção do personagem e das relações entre eles... esqueça, pois inexiste.
Além disso, a narração é tão linear que não dá nem tempo de ficar curioso com o destino da história. O capítulo acaba e logo em seguida já vem a resolução do problema anterior... mistério mandou lembranças.
Ah e por favor gente, vamos trabalhar na história aí! Desde o início o enredo se desenvolve favoravelmente aos heróis milagrosamente. Thagir e Kullat estão procurando uma princesa desaparecida e não sabem nem por onde começar. PAM! ela literalmente cai aos pés deles e precisa desesperadamente de ajuda! Pronto, nosso heróis já podem provar que estão do lado dela. Eles precisam achar uma sacerdotisa que todo mundo diz que é mito. PAM! a mulher que eles estavam procurando estava do lado deles o tempo todo e nem foi tão difícil chegar a ela. Eles precisam de uma arma que possa transpassar a armadura super poderosa do cara (não vou dizer quem é obviamente). PAM! misteriosamente Thagir conseguiu uma das armas poderosas que estava escondida sabe-se lá onde e apareceu na mão de um soldado. Isso sem contar a história do livre-arbítrio, as mensagens bonitinhas e o pseudo-romance no final da história. Eu juro que só não abandonei o livro porque tenho como meta zerar minha lista de abandonos.
guguty 24/04/2013minha estante
Concordo plenamente com seu comentário. A sensação que eu tive foi de estar lendo um jogo de RPG. Apesar de se chamar Senhores de Castelo, para que você entenda de onde surgiram é necessário que se leia a orelha do livro, uma vez que há pouquíssimas referências sobre isso no decorrer do livro.

Outra das cenas absurdas foi ter que encontras as duas pedras preciosas específicas numa caverna repleta de milhares delas e PAM! encontrou em duas linhas de história.

Não abandonei o livro porque não costumo fazer isso, por pior que seja.


Luiza 24/04/2013minha estante
Esse livro tem tantas cenas PAM! sem sentido que não sei até onde me dava vontade de rir ou de chorar rss


Brasman 22/05/2013minha estante
Luiza e Guguty. Sinto que não tenham apreciado o primeiro livro. Só gostaria de comentar que ele foi escrito com foco no público de jovens e novos leitores (o objetivo inicial eram crianças de 11 a 13 anos, que podem usar este livro como uma porta de entrada para a fantasia). Além de deixarmos a leitura "simplificada" para facilitar para este público, também trouxemos vários conceitos "construtivos", com mensagens que auxiliariam a construir o caráter destes jovens.

Contudo, apesar da repercussão entre este público ser bem positiva, percebemos que nossa série teve uma grande procura por pessoas mais maduras (como o caso de vocês). Por isto, nos permitimos escrever o livro 2 com mais profundidade na história e nos personagens. "Liberamos" nossas travas para que o Multiverso ganhasse o porte que merecia.
Espero que tenham chance de ler o livro 2 e experimentar o que realmente é o Multiverso castelar.

De qualquer maneira, suas opiniões são válidas e eu agradeço por expressá-las aqui.


Luiza 23/05/2013minha estante
Muito obrigada pela explicação Brasman, de verdade. =)
Mas de qualquer jeito, leio muitos livros voltados para o público infanto-juvenil que considero de exímia qualidade. Não acho que esse tenha sido o principal problema da minha aversão ao livro.
De todo modo, concordo que um público com menos idade possa não identificar esses problemas com a mesma facilidade.
Desejo sucesso pra vocês... de verdade! E que com o tempo venha a experiência. Pelo o que entendi esse é o primeiro livro de vocês, e no geral o sucesso só vem lá pelo quinto livro publicado. Já é ótimo que vocês tenham conseguido tantos fãs, logo de cara. Desejo boa sorte na caminhada de vocês. =)


Brasman 25/05/2013minha estante
Obrigado Luiza! Certamente o livro 2 será mais do seu agrado.


Alberto Mercier 25/01/2015minha estante
Bom pelo menos temos autores brasileiros, isso ja e um bom começo pra literatura nacional, espero que voces consigam muito sucesso com seus livros!
hã uma pergunta seus livros ja foram pro exterior?
to querendo comprar ele,parece do meu agrado!




Lorena Dana 28/12/2010

Crônicas dos Senhores de Castelo - O Poder Verdadeiro
Desde pequena eu adoro épicos. Guerras, sangue, batalhas, heróis, vilões e lugares inóspitos são tão divertidos pra mim quanto musicais da Disney para a maioria das pessoas. Por isso, quando ganhei o primeiro livro da série Crônicas dos Senhores de Castelo quase morri de alegria!!!

Em um passado longínquo, o grupo de combate especial chamado Senhores de Castelo venceu uma guerra devastadora e, por mais de três milênios incentivaram a paz e prosperidade nos quatro quadrantes do Multiverso.

Mas este equilíbrio fica em risco quando a princesa guerreira Laryssa e seu companheiro androide tentam reativar a antiga magia do Globo Negro

Junto a um pistoleiro com braceletes mágicos e um cavaleiro de manto branco que manipula energia tem início uma eletrizante jornada onde habilidades, magia e tecnologia decidirão o futuro e o destino de todo um planeta.

Uma missão, dois senhores de castelo e incontáveis perigos! A batalha pelo Multiverso começa agora...

Daí que, após ler umas cinco páginas já fiquei um pouco frustrada. Não sei se é porque eu sou bastante exigente com textos (jornalismo, oi!), mas encontrei vários erros bobos na pontuação. Sabe, esquecer uma ou outra vírgula é comum, mas simplesmente não existe vírgula nos vocativos da história. Sem falar na mistura esquisita de travessões e pontos finais.

Bem, mas falando da história, é um épico bem fundamentado na boa e velha Jornada do Herói, ou seja, uma aventura desencadeia a outra, e os personagens enfrentam tudo em busca da redenção. Além disso, os personagens ora são vistos por um narrador que só observa os fatos, ora por um narrador oniciente, que sabe tudo que os personagens pensam. De certa forma, isso me fez ficar confusa.

No início achei que ia ter uma "pegada" de romance na história, um triângulo amoroso, ou alguma coisa do gênero, mas não houve nada demais. O único relacionamento entre a princesa Laryssa, Thagir e Kullat é uma jornada de aventuras bem batidinha. No final, você fica sem entender muita coisa sobre o tal Multiverso, como as pessoas viajam entre os planetas, como é o tal mar boreal, como as fadas foram criadas, onde estão os elfos, e outros detalhes que os autores não explicam.

Os pontos positivos vão para a capa, que é linda; a tipologia (fonte maravilhosa!); para o mapa do reino de Agas'B; e para as ilustrações presentes em todo o livro.
Lorena Dana 28/12/2010minha estante
No meu blog uma garota comentou que a nova versão é bem melhor. No entanto, eu só posso falar do que li. Tudo que achei da edição anterior está aí na resenha. Tentei ser o mais sincera possível.
=***


Dani 07/03/2011minha estante
Esse foi o pior livro que eu á comprei até hoje... Comprei pela capa maravilhosa. Pois é, só a capa é boa.




naniedias 20/08/2010

As Crônicas dos Senhores de Castelo, de G. Brasman e G. Norris
"Assim surgiu a Ordem dos Senhores de Castelo, formada por seres únicos que usam seus dons, habilidades e artefatos de poder para incentivar a paz e a prosperidade pelos quatro quadrantes do Multiverso."
Em um bar, várias pessoas passavam a noite. Entre elas podia-se observar dois amigos jogando carta deprestensiosamente. Quem olhava não podia imaginar que eram dois Senhores de Castelo. Kullat, um mago guerreiro e Thagir, um pistoleiro estavam numa missão especial. Eles procuravam a filha do rei, Laryssa, que havia sumido.
De repente uma confusão começa no bar. E os dois são envolvidos. Sem querer acabam salvando a princesa Laryssa, que estava sendo perseguida e fogem.
É assim que começam as aventuras de Kullat, Thagir, Laryssa e Azio - o androide. Começa? Mas a missão não era encontrar a princesa? Mas a princesa explica aos Senhores de Castelo o porquê de seu sumiço e que não iria voltar, enquanto não conseguisse fazer o Olho de Dillys, um poderoso artefato mágico, funcionar novamente.
Muitas supresas aguardam esses quatro guerreiros em seu caminho.

O que eu achei do livro:
Eu adorei o livro! Eu gosto muito de livros de fantasia e esse foi surpreendentemente bom!
O primeiro volume trás uma história praticamente fechada. No final, deixa um gostinho de quero mais, mas o arco que se iniciou nesse volume é finalizado.
Eu estou morrendo de vontade de ler os próximos volumes, principalmente porque gostei muito do mundo criado por G. Brasman e G. Norris. E também fiquei muito curiosa para saber mais detalhes.
A cada capítulo eles contam um pouquinho sobre o mundo, entremeando com a aventura informações muito interessantes. Eu realmente espero que, no futuro, exista um guia do Multiverso, com mapas, histórias, personagens, etc.
Os personagens também foram muito bem construídos. Eu adorei! Esse livro me proporcionou maravilhosos momentos de leitura. Realmente me surpreendi com ele. As aventuras são muito bem narradas, a história é contada de uma maneira maravilhosa e as lutas são primorosas.
O estilo narrativo dos autores é simples e fácil de ler, mas nem por isso perde encantos.
Às vezes, é meio complicado redigir uma resenha que passe para o leitor o que eu realmente estou sentindo. Esse é um desses casos. O livro é um dos melhores livros de fantasia que já li na minha vida. E, sem dúvida, o melhor que li esse ano. Quero o volume dois!

Nota: 10
Dificuldade de Leitura: 7

Mais resenhas em: http://naniedias.blogspot.com
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CooltureNews 04/01/2011

Por: Junior Nascimento (CooltureNews)
Acesse o www.CooltureNews.com.br para outras resenhas e muitas promoções. Incluindo o Box da 1ª Temporada de Friends

Confesso que já tinha ouvido algumas pessoas falarem desse livro, e quando o Grupo Record me ofereceu o livro para resenha não pensei 2 vezes, primeiro porque adoro livros que fogem da realidade e muito mais aqueles que criam uma nova realidade e em segundo pela capa, simplesmente linda, e quando o livro chegou tive uma ótima surpresa, a capa é muito mais linda olhando de perto, isso sem contar as ilustrações que são simplesmente perfeitas! Só isso já bastaria para que eu comprasse o livro, mas de quebra ele vem com uma história envolvente e personagens cativantes. Virei fã do livro e sim, estou aguardando ansiosamente o lançamento do próximo.

O livro nos conta a história de dois amigos, Kullat (Senhor de Castelo do planeta de Oririn. Possui a habilidade de manipular energia mágica e é o atual portador das Faixas de Jerd) e Thagir (pistoleiro e Senhor de Castelo do planeta Curanaã e possuidor de dois braceletes mágicos) que tem como missão o resgate da Princesa do reino de Agas’B (o maior no planeta Agabier) Laryssa, que fugiu do castelo, junto de seu grande amigo e protetor Azio (um autômato humanóide, possivelmente o ultimo sobrevivente do planeta Binal) para encontrar a ultima peça do então quebrado Globo Negro (artefato mágico criado por Bollogo, capaz de prever acontecimentos do futuro, permitindo aprimorar as estratégias de guerra de quem o possuir. Também é capaz de aumentar o poder de um exercito, deixando-o com força e resistência acima do normal).

Quem encontra os Senhores de Castelo na verdade é a princesa Laryssa, no momento em que está sofrendo um ataque do feiticeiro Chibo, por sorte ou o fato da Princesa conseguir se comunicar com os animais, todos conseguem fugir e partem rumo a Dipra, cidade que fica no caminho para Kendal (onde fica o castelo de Abas’B, e lar da sacerdotisa Margaly, que segundo Laryssa tem as informações necessárias para ativar os poderes do Globo Negro.

No caminho nossos heróis encontram alguns inimigos, mas também pessoas de bem, e outras que perderam a esperança mas que ainda trazem consigo a bondade, mesmo que seus atos não sejam os mais corretos. Ao encontrar a sacerdotisa ela os levam para o encontro de Yaa, Mãe de Todas as Fadas, mas no caminho todos devem provar seus valores e são submetidos a provas. Com um final emocionante, onde percebemos que as coisas não são o que parecem. E nem todos vilões são realmente isso.

Uma trama muito bem feita com personagens cativantes, algumas reviravoltas e batalhas épicas. Eu que sou completamente apaixonado por tramas que fogem totalmente da nossa realidade virei fã da saga. Adorei a forma com que os autores escrevem, acrescentando um pouco de conhecimento sobre esse novo universo em pequenas doses a cada página, dessa forma a leitura não se torna cansativa e assim conseguimos assimilar melhor as informações.

Para facilitar a introdução nesse novo universo, somos presenteados com algumas das melhores ilustrações que já vi feitas pelo Marcos Vinicius Mello. E você, está pronto para conhecer um pouco mais sobre os Senhores de Castelo? Se você gosta de Senhor dos Aneis, Star Wars e Nárnia, tenho certeza que irão se apaixonar por mais essa obra, que por sinal é brasileira!
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Léli 10/03/2011

Gustavo Girardi e Gustavo Tezelli ou se preferirem, G. Brasman e G. Norris . Dois Curitibanos que em um casual bate papo em um Café, iniciaram uma jornada nas terras de Agas’B no Quadrante 1.

Para quem ainda não leu o livro, essas são as coordenadas do reino onde se passa a história. Cheia de magia e ação as Crônicas dos Senhores de Castelo – O Poder Verdadeiro narra as aventuras da Princesa Laryssa e do seu companheiro Azio, em busca de um artefato mágico de grande poder. No caminho, Laryssa encontra com dois Senhores de Castelo que se aliam a ela para ajudar na sua busca, são eles Thagir e Kullat. Assim como Azio, Thagir e Kullat vieram de outros planetas do Multiverso, Azio é um autômato e veio do planeta Binal, provavelmente é o único sobrevivente do seu planeta; o Senhor de Castelo Thagir é um pistoleiro e veio do planeta Curanaã; e Kullat, Senhor de Castelo do planeta Oririn. Num mundo de fadas e seres sobrenturais vários objetos mágicos, pedras preciosas e diferentes dons e poderes são possuídos por alguns seres, uns do bem e outros, nem tanto…

Confira na integra com entrevista com autores no blog do Roma! http://www.blogdoroma.com.br/resenha-do-livro-cronicas-dos-senhores-de-castelo-entrevista-com-autores/
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Ray 24/10/2012

Sensações contraditórias.
Então, eu estava pra ler 'O Poder Verdadeiro' há bastante tempo. Fiquei relutante com o início da leitura porque ainda não tinha previsão da publicação do livro 2, na época que me interessei pela história. Não vou mentir, as capas da Verus são ótimas iscas. E eu, que não sou grande fã de literatura fantástica, fiquei encantada com essa. Enfim, comprei CSC há alguns meses e enrolei enquanto não comprava o livro 2.
Para minha supresa, a leitura demorou uma semana e eu costumo ler bem rápido um livro deste tamanho. Uma das pequenas coisas que me incomodaram (talvez essa seja uma palavra muito forte) foi o vocabulário não tão vasto. As batalhas sempre eram mortais e os golpes caracterizados como precisos e rápidos. Talvez isso seja só uma babaquice de quem acha que conhece muitos adjetivos, mas fazem falta, ao meu imaginário, palavras que me façam viajar e não, apenas, virar as páginas.
Entendam, quando eu leio um livro que consegue me dar cada detalhe de uma luta sem que eu possa prever as próximas palavras usadas, viro a página por interesse e não porque o parágrafo acabou.
Outro ponto que eu tenho como negativo é o fato de que ao ler a história, eu a senti comprimida. Rápida demais, acho que vou acabar me enveredando pelo comentário de superficialidade. A história passa. Ela não acontece, simplesmente passou por mim.
Dentro disso, o que me deixou um pouco decepcionada foi a falta de informações sobre a vida dos personagens, senti que Thagir, por exemplo, foi tratado de forma rasa. Eu gostaria de conhece mais de sua história e saber de suas filhas. O mesmo se aplica a Azio e a história de sua raça. Queria ter lido sobre algumas aventuras anteriores, qualquer uma que tornasse mais compreensível a intimidade entre dos Senhores de Castelo.

Apesar desses pequenos pontos, me peguei apaixonada por eles. Por cada um deles. Amo esses personagens como se tivessem saído da minha cabeça, como se eu fosse Atena. *ba dum tss*
Assim que terminei 'O Poder Verdadeiro', passei a mão por 'Efeito Manticore' e não parei de ler até cair no sono ás 4 da manhã. E para todos os efeitos, o livro 2 está superando minhas expectativas.
No fim das contas, vivo essa relação de amor e decepção com CSC. Tenho minhas críticas, mas não é uma história que me afasta. Há algo que, apesar de eu não saber explicar, sinto tão fortemente me impelindo a gostar e querer mais da fantasia. Um treco que me faz acreditar que os autores podem me surpreender.
No fim, rendo-me a CSC e dou a chance para esse pessoal do Multiverso.

P.S.: Larys ser o pai da LARYSsa foi meio WTF, mas eu me acostumei.
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Marcinhow 27/12/2010

Incrível!
Kullar e Thagir, são dois Senhores de Castelo, que são mandados para Agas’B, para encontrar a princesa Laryssa e levá-la em segurança para Kendal, a cidade real que possui o mesmo nome que o rei.
Quando os Senhores de Castelo encontram princesa, vêem que ela está acompanhada de um ser metálico. A princesa fugiu do reino para recuperar as partes de uma relíquia poderosa que promete melhorar o reino de Agas’B.
Uma missão aparentemente simples, se torna uma aventura épica.

Não posso falar desse livro sem antes destacar as diferenças entre a antiga e a nova edição, feita pela editora Verus, selo do Grupo Editorial Record.
O que me chamou mais a atenção, com certeza foram as novas ilustrações, ficaram incríveis, mas a que eu mais gostei foi a da pagina 17.
O livro também ganhou mais paginas, e com elas veio um Epilogo e um glossário, que facilitam muito a leitura, pois lá, existem maiores informações sobre os personagens, lugares e planetas, objetos, flora e fauna, que ajudam muito a nossa imaginação. O mapa não está mais no final do livro, e sim no começo, além de ter ganhado cores mais vivas.

Como eu já disse na outra resenha, as principais características do livro é a mistura de elementos épicos com elementos futuristas. Mesmo sendo fácil encontrar as referencias dos autores, a obra é muito original.

Gostei muito de poder re-ler Crônicas dos Senhores de Castelo mais uma vez, pois além de relembrar a estória, eu pude perceber detalhes que eu não tinha percebido na primeira vez que li.
Livro super indicado, sem duvidas, um dos melhores livros nacionais que eu li nesse ano de 2010.

http://marcinhoweoslivros.blogspot.com/
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nanda 07/02/2011

Antes mesmo de começar a lê-lo, esse livro já tinha toda a minha simpatia. Porque eu gosto de fantasia e tudo que vem no pacote: o cenário medieval, cavaleiros, reis, princesas, guerreiros, jornadas, lutas, coragem, honra, devoção, propósito e magia. No livro tem tudo isso, com umas pitadas de tecnologia: robôs e armas de fogo. Eu achei a combinação muito boa!

A narrativa é feita em 3ª pessoa e o narrador não é um personagem. A história segue uma linha cronológica, com exceção de uma ou duas lembranças, que cortam a sequência de tempo. A leitura é fácil e fluída. O entendimento desse novo mundo apresentado, no início, é um pouquinho difícil de se “pegar”. Eu fiquei confusa em um ou dois pontos relacionados à organização do cenário geográfico e político. Mas nada que comprometa a história.

Eu achei interessante o enredo. Gostei dos acontecimentos. Mas, a leitura se alternou em momentos de narrativa meio chata, entre aqueles que eu lia sem nem conseguir respirar, de tão presa que fiquei.

Outro ponto positivo para o livro é que mesmo sendo uma série ele tem um final. Acaba como um livro e não como um capítulo. Eu detesto livros de séries que não terminam em si mesmos!

O meu problema com o livro foram os personagens. Eu não consegui me envolver com nenhum deles, não consegui ficar enveredada por suas causas, não me cativaram. Eles não foram reais para mim. Foram apresentados superficialmente. A jornada deles não se tornou a minha jornada, e a luta deles não foi minha também. Não conseguiram me fazer ficar ali lendo sem parar torcendo por eles ou na total expectativa do que “fulano” iria fazer ou falar. Eu não sonhei com os personagens e nem consegui imaginar como eles seriam no dia a dia. Eles ficaram muito distantes de mim.

Isso porque eu não tive acesso às motivações deles. Eles me foram apresentados dos seus próprios jeitos, mas não me foi explicado o porquê de cada um ser como era. Os senhores de castelo no geral são corajosos, guerreiros, leais, companheiros e se preocupam com o bem estar de todos. Mas por quê? Por que um nobre, líder, regente (wherever) abriria mão do seu bem estar, da sua vida, para lutar pelo bem dos necessitados? Por que os dois senhores de castelo que aparecem no livro fizeram isso?

Ninguém é simplesmente bom ou mau. O que caracteriza quem uma pessoa é são as escolhas dela. E eu não consegui compreender as escolhas dos personagens. Tive pouco acesso ao interior deles no livro. Por isso, eles não me ganharam.

Eu detestei a Laryssa, ela me pareceu apenas uma “princesinha” mimada e cheia de vontades que faz pose de guerreira, mas não tinha um verdadeiro motivo para unir o Globo Negro, a não ser agradar o papai.

O personagem de quem gostei foi o Bifax. Foi o único que eu consegui construir uma empatia por conhecer um pouquinho dos porquês dele. Também gostei do Azio. Não tinha lá muita coisa que explorar do interior e motivação dele. Entretanto, a simplicidade, com profundidade, do que foi mostrado sobre ele teve tudo a ver com o fato dele ser um robô.

Eu gostei de ter lido o livro, apesar de tudo. Eu o recomendo sim. Acho que os autores tem potencial. A ideia tem tudo para render boas histórias e talvez os personagens se desenvolvam e fiquem mais humanos. Gostaria de ler a sequência da série.
naniedias 07/02/2011minha estante
Nanda, eu gostei muito da resenha!!! Diferente de você, eu amei o livro =) Mas é justamente essa diferença de opiniões que é legal ^^ Acho que se deparar com pessoas que gostaram e pessoas que não gostaram de um livro (e, acredite, sempre vai existir os dois lados) instiga a leitura de um livro ^^


naniedias 07/02/2011minha estante
Essa foi a 1ª resenha do booktour Senhores de Castelo do blog Nanie's World =)




Bruno Leandro 14/04/2011

Três vivas para os Senhores de Castelo!
Crônicas dos Senhores de Castelo é um representante de peso da nova literatura nacional. Escrita pelos autores G. Brasman e G. Norris (pseudônimos), a saga, que ainda está no primeiro livro, tem tudo para alcançar um grande sucesso.
Cheia de referências e homenagens, a série também conta com um universo próprio que é riquíssimo em seus detalhes. E é tão crível que, se não fosse o fato de ser uma história de ficção, poderíamos achar que o Multiverso realmente existe.
A história gira em torno de quatro protagonistas, dois deles amigos e companheiros de longa data, e outros dois, uma princesa guerreira (não, não é a Xena) e um robô dourado parecido com a estatueta do Oscar. (Lembraram da Princesa Léia e do XPTO? Porque eu lembrei.) após um encontro conturbado e uma literal luta por suas vidas, o grupo, auxiliado pelo dono do bar onde tudo começa, segue viagem em busca de uma forma de reativar um antigo artefato que Laryssa (este é o nome da princesa) acha que poderia ajudar seu reino.
Kullat, que possui poderes energéticos e Azio, um pistoleiro com armas mágicas, são pertencentes a uma ordem chamada de Senhores de Castelo, um grupo de seres dedicados à proteção do Multiverso, um lugar onde existem vários mundos habitados, cada um com sua própria cultura.
Larryssa é uma princesa, filha de um rei tirano, mas que ama o pai acima de tudo e foi criada em uma redoma, sem conhecer seu povo de verdade nem seus sofrimentos. Ázio, o robô, é um autômato que parece ser capaz de decisões próprias e seu guarda-costas.
A história como um todo é muito agradável e, mesmo tendo seus momentos mais “pesados”, fala sobre muitas coisas positivas, como amizade, lealdade, companheirismo, honra e pureza. E sem ser demagógico! Você consegue acreditar nos sentimentos dos personagens. Embora, a bem da verdade, acho que alguns laços se estreitaram rápidos demais, mas isso é a minha opinião.
Um “semi-spoiler” que quero destacar é uma questão relacionada a nomes, e certos laços familiares (eu gostaria de dizer aos escritores que matei todas as charadas com certa facilidade). E que, em minha opinião, foram interessantes. Aos que vão ler o livro, digo logo: as pistas estão lá para quem as quiser ver. Se vocês chegarão às mesmas descobertas que eu, só lendo para saber.
Bem, para terminar, quero dizer que este livro me impressionou. Não por ser de autores brasileiros, pois eu sei da capacidade de nossos autores nacionais, mas porque tem uma história boa, consistente e que apresenta todo um novo universo onde os autores poderão mostrar muitas novas histórias, mesmo depois que a saga d’Os Senhores de Castelo terminar. Isso, claro, se os autores assim o desejarem.
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Siker 18/04/2013

Pior livro que já li
Escrita imatura e péssimo desenvolvimento da história, acontecimentos e diálogos tão estúpidos que o livro parece ter sido escrito por uma criança que só teve como referência filmes da Sessão da Tarde.
Brasman 22/05/2013minha estante
Pena que não gostou Siker. Realmente o primeiro foi focado em um público muuuito mais jovem (o objetivo inicial eram crianças de 11 a 13 anos, que podem usar este livro como uma porta de entrada para a fantasia).

Porém, percebemos que o público que lê nossa série é muito mais maduro. Por isto, nos permitimos escrever o livro 2 com mais complexidade, tanto para a história quanto para os personagens.
Espero que tenha oportunidade de ler o livro 2 e experimentar o que é o Multiverso na sua plenitude.
De qualquer forma, obrigado pelo feedback!




Dominique 20/03/2011

Poderia ser melhor...
"O poder verdadeiro", primeiro volume da saga épica Senhores de Castelo, é um livro recheado de muitas aventuras, brigas, descobertas e desafios sombrios. Com uma narrativa ágil e marcante, a impressão que dá ao leitor é que ele está em uma maratona, vivendo uma aventura após a outra, a fim de descobrir onde está o último fragmento perdido do globo negro.

Com uma edição muito bem feita, desde a capa até os detalhes interiores, o livro esbanja capricho e criatividade. Nele você encontra, o mapa de Agas´B, muito bem detalhado e fácil de acompanhar o percusso dos heróis. Ilustrações dos personagens em alguns capítulos, ajudando-lhes a montar o perfil de cada um deles. No final do livro, você também encontra um glossário para auxiliar o leitor a não se perder nos inúmeros personagens e nomes técnicos que encontra durante a leitura. Enfim, o livro tem um acabamento primoroso!

Masssss, eu não gostei, a história não me cativou e achei os personagens muito superficiais. Os personagens centrais, Thagir e Kullat, mereciam maior atenção em suas histórias pessoais. Senti falta de suas experiências em batalhas anteriores e como se formaram em Senhores de Castelo. Outro personagem que merecia destaque é o autômato Ázio, último "sobrevivente" de sua raça.

A história dá margem para muitos questionamentos, que não posso citar, pois seria spoiler, mas que um deles tem a ver sobre a identidade da princesa Laryssa e a história de seu reino.

Infelizmente, não consegui mergulhar na história e me sentir parte da trama. Eu adoro o gênero fantasia, principalmente, quando é um épico como Eragon e A Batalha do Apocalipse, mas "O Poder Verdadeiro" realmente não me conquistou. Porém, acredito que esse livro possa agradar outras pessoas menos exigentes do que eu, que com certeza apreciarão a agilidade da leitura e sua estrutura narrativa de fácil entendimento.
Léia Viana 20/06/2011minha estante
Sério que tão ruim assim?
Puxa vida! Estou com ele aqui
há um tempo e sem coragem de iniciar a leitura.




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