Os Três Mosqueteiros

Os Três Mosqueteiros Alexandre Dumas


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Os Três Mosqueteiros


Les Trois Mousquetaires




O jovem D'Artagnan deixa sua terra natal no interior da França (nas antigas Províncias da Gasconha e Occitânia: a "Baixa Navarra" -- território do "País dos Bascos") e chega à Paris para se tornar membro dos mosqueteiros, a guarda especial do Rei Luís XIII. Após alguns acontecimentos, vê-se em meio a um embate com três mosqueteiros, os amigos Athos, Porthos e Aramis. Os duelos, porém, estão proibidos na França. Assim, inesperadamente, eles são flagrados pelos guardas do Cardeal Richelieu, que os atacam impiedosamente. Nesse momento, d'Artagnan se une aos três destemidos mosqueteiros, e, juntos, saem vitoriosos do combate. Os quatro se tornam companheiros inseparáveis e adotam o lema "Um por todos, todos por um!".

Eles combatem em nome do rei e pela defesa da honra da rainha, vivendo uma sequência de momentos de tensão, ameaças e aventuras eletrizantes. As suas vidas estão sempre por um fio. Entre lutas de espadas memoráveis e perseguições alucinantes, os quatro bravos guerreiros correm contra o tempo para moderar os avanços e manobras mais abusivas de Richelieu; se defender das armações da bela Milady de Winter e do Duque de Buckingham.

Recheado de intrigas, romance, bom humor, suspense e batalhas espetaculares, "Os três mosqueteiros" é um clássico da literatura mundial que continua encantando gerações de leitores. Na obra, Dumas relata cuidadosamente cada aventura vivida pelo quarteto, mesclando conhecimento histórico e ficção, numa reconstituição fiel do cenário político e social da França do século XVII. Não ficam de fora as conspirações e tramas palacianas, principalmente quando entra em cena o cardeal Richelieu, conselheiro de “Suas Majestades Cristianíssimas" de França e Navarra (S.M.C.).

A primeira publicação de Os Três Mosqueteiros é de 1844, no formato de folhetim. No mesmo ano, a obra fez tanto sucesso nos periódicos parisienses, que foi lançada como livro pelas Edições Baudry. Em 1846, foi reeditada por J. B. Fellens e L. P. Dufour e ganhou ilustrações de Vivant Beaucé. Desde então, foram realizadas várias adaptações do texto original para peças de teatro, obras infanto-juvenis, quadrinhos, desenho animado e cinema, que já teve umas vinte versões, desde filmes mudos até o mais recente, 3D.

Literatura Estrangeira / Aventura / Ficção / Romance

Edições (47)

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Magnífico!
on 23/8/10


Logo no começo do livro, temos esse parágrafo: "Em que se estabelece que, apesar de os seus nomes terminarem em "os" e em "is", os heróis da história que vamos ter a honra de contar aos leitores nada têm de mitológico." Sendo reais ou não, são verdadeiros heróis estes personagens que esta história conta. Apesar de não ser um livro mitológico, se assemelha bastante a um quanto ao seu poder. Há em todo o livro grandes tramas, há amor e ódio, há carinho e vingança. Há heróis magníficos, ... leia mais

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Carla
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orffeus
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