Os Três Mosqueteiros

Os Três Mosqueteiros Alexandre Dumas




Resenhas - Os Três Mosqueteiros


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@milvidasmilmundos 24/06/2020

Um por todos...
O livro se desenvolve bem até perto dos capítulos finais, onde se torna meio enrolado, depois acelera e o final.... bom dá pra dizer que esperava mais! ?


https://www.instagram.com/p/CCMcBlDjXG_/?igshid=xgd4jusx1yol
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Nath 04/02/2020

Os Mosqueteiros que me desculpem, mas esse livro só deu MILADY
"Ora, vamos, que loucura me exaltar dessa forma", disse Milady consigo mesma, mergulhando no espelho que reflete em seus olhos um olhar de fogo, por meio do qual parece interrogar a si própria. "A violência não resolve nada, a violência é uma prova de fraqueza. Em primeiro lugar, nunca triunfei assim. Talvez, se usasse a minha força contra mulheres, eu tivesse a sorte de contestá-las mais fracas que eu e, por conseguinte, vencê-las. Mas é contra homens que luto, e para eles não passo de uma mulher. Lutemos como mulher então, a minha força reside na minha fraqueza!"

Este foi o meu segundo livro do INCRÍVEL Alexandre Dumas (o meu primeiro foi o favoritaço O Conde de Monte Cristo), mas essa também foi mais uma experiência SENSACIONAL dentro dos mais variados sentidos que a literatura poderia me proporcionar na vida. E agora eu posso dizer sem sombra de dúvidas que o Dumas tornou- se um dos meus autores favoritos da vida. E disparado o meu autor francês favorito!

Como todos bem sabem, o Dumas foi um autor que escrevia unicamente em formato de folhetim e este foi mais um publicado em sua fase mais prolixa no ano de 1844.

Os Três Mosqueteiros é hoje considerado um dos maiores romances dentro do gênero "romance de capa e espada" e um dos mais adaptados por diversas outras mídias como: filmes, peças de teatro, desenhos animados e até outras sequências não autorizadas por outros autores que se apossaram “indevidamente” da história original do Dumas.

O nome de dArtagnan tornou-se hoje sinônimo de coragem e perseverança; e os três mosqueteiros Athos, Porthos e Aramis tornaram-se também um dos maiores sinônimos de amizade, coragem e lealdade.

O romance na verdade é uma grande ficção histórica e uma aventura adulta, usando como pano de fundo uma suntuosa intriga política na Paris do reinado do rei Luís XIII, cujo enredo girou em torno do cerco a La Rochelle (1627-28), e teve como personagens principais o próprio Rei Luís XIII, a rainha Ana da Áustria, o cardeal Richelieu, o amante da rainha o Duque de Buckingham e os nossos quatro amigos mosqueteiros, juntamente com os seus implacáveis vilões; como a maquiavélica vilã Milady de Winter.

E meu Deus, que personagem IN-CRÍ-VEL!!! A Milady mostrou-se uma daquelas vilãs magistrais que a gente odeia amar ou ama odiar, TANTO FAZ, porque quando a mulher finalmente entrou em cima ela apagou todos os outros personagens e reduziu os Mosqueteiros á segundo plano na estória. Tanto que, bem na reta final, quando o Dumas deixou os Mosqueteiros de lado e focou somente na estória da Milady, o ritmo frenético ganhou ares muito mais dinâmicos e eu me vi devorando as páginas até o derradeiro final da nossa amada vilã... E, ah! Que ninguém se engane com a bela aparência meiga e sedutora de Milady, pois até o fim ela mostrou-se uma perfeita femme fatale e uma incrível observadora de extrema inteligente, manipulando friamente os homens e as mulheres e deixando atrás de si um rastro de sangue por onde passava. Nas palavras do próprio Dumas:

"Milady era como um general, que considera conjuntamente vitória e derrota, preparando- se, conforme o andamento da batalha, para marchar adiante ou bater em retirada." (Os Três Mosqueteiros, P.641)

Verdade seja dita, apesar da forte presença "vilãnesca" da Milady, eu senti falta de mais representatividade feminina na estória. Eram tantos os homens poderosos, destemidos e com fortes laços leais uns com os outros que eu me perguntava: "E as mulheres?" Quando não eram mocinhas puras e ingênuas como a namoradinha do dArtagnan, eram mulheres submissas aos padrões impostos pela sociedade da época, como a rainha Ana da Áustria. E a Milady quando apareceu quebrando todo o estereotipo feminino da época, igualou-se, inclusive, aos poderosos homens da estória.

Eu definitivamente não entendi o motivo dessas milhares de adaptações cinematográficas dos Mosqueteiros nunca ter representado a Milady com toda a força que ela apresenta na estória original; e deixando para focar somente na amizade, coragem e lealdade dos rapazes Os Mosqueteiros . Mas, talvez, a resposta esteja justamente aí na pergunta...

Como já dizia a nossa maravilhosa Virgínia Woolf em seu questionador/incrível livro Um Teto Todo Seu:

"Seria mil vezes uma pena se as mulheres escrevessem como os homens, ou vivessem como eles, ou se parecessem com eles, pois se dois sexos é bastante inadequado, considerando a vastidão e a variedade do mundo, como faríamos com apenas um?" (Virgínia Woolf, Um Teto todo Seu)
Cristian 04/02/2020minha estante
Excelente resenha!


Nath 04/02/2020minha estante
Muito obrigada, Cristian! :)


Erika 09/02/2020minha estante
De todas as coisas incríveis desse livro, Milady é a maior! Resenha incrível a sua!


Nath 10/02/2020minha estante
Obrigada, Érika! Realmente, a Milady foi a parte mais instigante de toda a estória! Merecia ser protagonista muito mais q os próprios Mosqueteiros ahahah :D


Gaby 22/06/2020minha estante
Resenha incrível!


Nath 22/06/2020minha estante
Obrigada, Gaby!




João Paulo 22/09/2010

Magnífico!
Logo no começo do livro, temos esse parágrafo:
"Em que se estabelece que, apesar de os seus nomes terminarem em "os" e em "is", os heróis da história que vamos ter a honra de contar aos leitores nada têm de mitológico."

Sendo reais ou não, são verdadeiros heróis estes personagens que esta história conta.
Apesar de não ser um livro mitológico, se assemelha bastante a um quanto ao seu poder. Há em todo o livro grandes tramas, há amor e ódio, há carinho e vingança. Há heróis magníficos, corajosos como Hércules, astutos como Jasão.
Há homens e mulheres que, como demônios do mundo inferior, tramam contra os bons como feiticeiras cheias de maldade e desejo de vingança.

Quanto ao autor, a sua escrita poética é perfeita! Coisa que, dá a desejar ler os outros livros de sua autoria.

Por este livro não se vale só a pena ler, vale a pena reler e reler de novo! É um clássico que não vai sair de minha cabeça nunca! Sempre ficarei encantado toda vez que ver os nomes dos heróis da trama. Sempre respeitarei o autor desde livro.
Nunca esquecerei de Os Três Mosqueteiros.

Ass: João Paulo Garcia
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Lhama 26/01/2021

Uma trama envolvente!!!
Durante a leitura conhecemos os famosos três mosqueteiros, que na verdade são quatro, Athos, Porthos, Aramis e d'Artgnan.
Toda a intriga política descrita por Dumas é emocionante, acompanhar todos os personagens envolvidos no que parece ser núcleos totalmente diferentes da história mas que ao fim todos as decisões, brigas, desconfianças, perseguições e traições levam a um único e conciso final. Quando você pensa que está tudo decidido a favor de um personagem o autor apresenta um novo caminho para a narrativa. Personagens apaixonantes, Athos de longe meu favorito, porém seus outros três companheiros não deixam a desejar, cada um com suas peculiaridades e trejeitos.
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Albieri 05/08/2020

Fantástico
O que dizer de Os Três Mosqueteiros?

Simplesmente um livro sensacional, com certeza uma aventura épica de nossos quatro herois, que enfrentaram tudo com uma amizade incrível. Os mosqueteiros são daqueles tipos de amigos que você quer ter sempre por perto, que estarão ao seu lado sempre, que dizem o que for melhor para você e não aquilo que você deseja.

A performance da escrita é de tirar o fôlego juntamente com seu enredo e o final foi fechado com chave de ouro.

Amei.

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Max 29/01/2021

Que livro, senhoras e senhores!
Publicado originalmente em 1844, ?Os três mosqueteiros? narra a história de quatro amigos, D?Artagnan, Athos, Aramis e Porthus, na França de 1600. Cercados por duelos, intrigas e romances, os amigos se envolvem em grandes aventuras, das quais prova-se o real valor da amizade.
Apesar de ter quase duzentos anos desde que foi escrito e contando com mais de 600 páginas, Dumas conseguiu criar um texto dinâmico e rápido, que faz com que o leitor devore página após página, sem querer se desprender da história.
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Morena.Santos 05/01/2021

Perfeito, amei cada detalhe, sem palavras.
Sou apaixonada por clássicos, e esse me deixou completamente mais apaixonada ainda.
Lolo 05/01/2021minha estante
Amo esse livro




Ingrid 31/10/2020

Passar as ferias lendo as aventuras desses personagens foi fantástico!
Como não amar a bravura de Porthos, os galanteios de Aramis, a juventude de D'artagnan e a sobriedade do meu mosqueteiro favorito, Atos. Para mim o mais apaixonante de todos!
Alexandre Dumas nunca decepciona!
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Cintia.Oliveira 25/08/2020

INCRÍVEL
Amei, amei, amei que leitura gostosa, fluída, envolvente, engraçada(como ri em algumas partes), tensas em outra. Apaixonada pela escrita do DUMAS, nem vê o tempo passar. Super Recomendo. Pretendo ler toda a trilogia, vamos ver kkkk.
Andre 09/11/2020minha estante
Um dos melhores que já li, disputando em igualdade com o Conde de Monte Cristo. Também pretendo ler a trilogia. Inclusive, já iniciei a leitura de Vinte Anos Depois.




Érika dos Anjos 13/02/2009

Um por todos e todos por Dumas!
Esqueça todas as 3.876.561 adaptações para o cinema que vc já viu para esta história. Pois, o livro é muito melhor (óóóóóóóóóóóó). Alexandre Dumas cria uma narrativa tão linear, tão envolvente, tão aquecida, que o leitor se encontra diretamente com cada um dos personagens e passa a torcer com algum deles (eu sempre gostei do Porthos).

Para quem gosta de história, Dumas oferece um prato cheio sobre a França de 1600 e sobre o regime monárquico da época. O gastão (fanfarrão, diga-se de passagem) D'Artagnan cruza o caminhos dos mosqueteiros e passa a fazer parte daquela ilibada tribo, que tem seus próprios costumes e tradicões, de centenas de anos.

Todo o excelente texto é pontuado por lutas extraordinárias, mulheres lindas e valentes, sallons, comida e muita, muita, muita bebida. Por isso, um brinde ao melhor livro de capa-espada já escrito! Saúde!
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bruno.veiga.33 08/09/2020

Nem senti o tempo passar
Não é qualquer livro de mais de 600 páginas que te faz ler ele sem nem sentir o tempo passar. Comecei a ler o livro por conta de uma série que assisti, baseada na obra, e decidi comprar essa edição da Zahar que é sensacional. A edição vem com algumas ilustrações e notas de rodapé que tem por objetivo explicar alguns termos antigos encontrados no livro, nos aprofundando mais e mais na cultura da época. É um livro sensacional sem dúvida alguma e recomendo pra qualquer um.
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Matt 26/09/2020

Fim
"-Você é jovem - respondeu Athos -, e suas recordações amargas têm tempo para se transformarem em doces lembranças!" p.654
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Danilo 03/02/2015

Ler Os Três Mosqueteiros é, definitivamente, algo que deveria estar na lista de "coisas para se fazer antes de morrer" de todas as pessoas.

Os romances que ocorrem no livro são absurdamente belos, indo de relações gananciosas até fins trágicos, gerando sentimentos de vingança e até mesmo guerras!

A interligação dos acontecimentos é feita de forma extremamente perspicaz, nos surpreendendo quando já críamos que o desfecho estava certo.

E os personagens, então?! Eles foram tão bem construídos, que Dumas chega ao ponto de te fazer sentir raiva dos mocinhos e empatia pelos vilões, tamanha é a complexidade do caráter de cada um. É impossível não se envolver pessoalmente com cada personagem, e mais impossível ainda não escolher entre os Três Mosqueteiros e d'Artagnan, qual dos quatro mais reflete nossa própria personalidade (confesso logo que, desde o início, as descrições sobre Athos já me fizeram querer ser como ele quando eu crescer. hahaha).

O enredo é tão variado e amplo, que te oferece uma riqueza de acontecimentos que poucos autores conseguem criar situações de interdependência entre esses causos, fazendo com que a história tenha coesão quando vista holisticamente.

Por fim, e de igual importância para o enriquecimento da obra, tanto quanto os outros tópicos que já comentei, vem a escrita de Alexandre Dumas! Quanta beleza na escrita, é como um belo poema posto em prosa, galanteios inflamados de paixão, demonstrações de ódio transbordando malignidade, desejos de vingança expressos de um modo sanguinário, a amizade descrita como um laço de confiança inquebrantável, mesmo quando submetida às mais árduas provas de fogo. Simplesmente magnífico!

E falando em amizade, finalizo este texto com a máxima dessa obra, conhecida até mesmo por aqueles que ainda não a leram, e que, por incrível que pareça, só é dita uma única vez no livro, no momento em que o início da amizade sem desconfiança dos nossos quatro protagonistas, Athos, Porthos, Aramis e d'Artangnan, é selada.

Todos por um e um por todos!
Danniele 06/02/2015minha estante
Que resenha linda! Deu mais vontade ainda de lê-lo!


Danilo 06/02/2015minha estante
Valeu Dandan!!! XD
Esse livro é extremamente lindo, poético e romântico, leia mesmo, entrou fácil para os meus "melhores de sempre". kkkkkkkkkkkkk...


Thalia.Ramos 22/07/2016minha estante
resenha é resumo ?




A.N.D.E.R.S.O.N 12/06/2009

O ponto principal desse, que é um dos clássicos incontestáveis da literatura mundial, é a composição dos personagens. Longe de serem aqueles cavalheiros venturosos de todas as fábulas e desenhos animados baseados nessa obra, os quatro personagens principais(Athos, Portos, Aramis e D´artagnan) são muito mais do que isso, sua composição é tal que a personalidade de cada um vêm se moldando do princípio ao final do livro, expondo suas vontades, seus métodos, suas regras de cáracter, costumes e o principal, suas feridas. E é uma grata surpresa saber que não pára por aí, pois os quatro são muito bem acompanhados cada qual com o seu lacaio, que muito além de meros coadjuvantes, prestam papel fundamental em diversas passagens da estória. Além de um enredo fantástico e diversas outras personagens que entram e saem da estória cada qual deixando sua marca, ora roubando demasiado a cena, mas somente para abrilhantar cada vez mais a aura de nossos quatro(quem sabe oito) heróis. Tudo começa entre uma ferrenha disputa entre os poderes de duas guardas principais, a saber, os mosqueteiros de Sr. de Tréville e a guarda do cardeal Richelieu, que nada mais é que um reflexo da disputa política travada em meio à corte por esses dois senhores, e quando tudo parece óbvio, a estória vai se desenvolvendo de forma fantástica, ganhando cada vez mais camadas o que torna a leitura imprevisível. Certo, nem tudo são flores, e devo dizer que o autor peca pelo excesso de pequenas aventuras paralelas(excelentes pequenas aventuras paralelas diga-se de passagem) deixando por vezes a saga principal em segundo plano, tornando tudo pouco linear, apesar de a maioria delas se conectar à estória principal de forma bastante enriquecedora. Ao mesmo que o livro pode ser facilmente dividido em duas partes, pois em determinado momento a narrativa ganha uma guinada sem precedentes(onde o autor opta por uma narrativa bem mais sombria) quando finalmente a estória passa a ganhar uma forma bastante definida. É válido mencionar que praticamente todos os personagens e intrigas são baseadas em histórias e personagens reais(e que vida agitada essas pessoas tiveram), facilmente identificadas pelas notas de Octávio Mendes Cajado, tradutor da versão nacional. Sem mais delongas, eu recomendo!
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Mari Doroteu 11/10/2011

Posso dar 1000 estrelas?
Nossa, maravilhoso demais! Uma história impecável, escrita com tamanha maestria que apenas um gênio como Alexandre Dumas poderia ter feito. Simplesmente brilhante! Vou sentir saudades das aventuras dos mosqueteiros, dá até uma tristeza de ter acabado..
Micheline.AraAjo 27/01/2016minha estante
Caramba, você escreveu EXATAMENTE o que eu senti!!!
Fiquei triste de ter acabado! Queria que fosse infinito! Apaixonei com a escrita do Dumas!!




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