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    The Wind in the Willows -

    Kenneth Grahame

    Penguin Classics
    2012
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9780143106647
    3.8
    59 avaliações
    Leram97Lendo13Querem119Relendo0Abandonos8Resenhas5
    Favoritos1Desejados119Avaliaram59

    With paper and pen or needle and thread, storytelling has many traditions. Penguin's award-winning art director Paul Buckley presents Penguin Threads, a series of Penguin Classics Deluxe Editions inspired by the aesthetic of handmade crafts with specially commissioned cover art. Jillian Tamaki's embroidered artwork appears on The Secret Garden by Frances Hodgson Burnett, Emma by Jane Austen, and Black Beauty by Anna Sewell. This latest set features three beloved classics for both adults and children with cover art by painter and illustrator Rachell Sumpter. Sketched in a traditional illustrative manner, the final covers are sculpt embossed and present full front and reverse hand-stitched designs. Through story, style and texture, the Penguin Threads is an exciting chapter in Penguin's long history of excellence in book design, for true lovers of the book, design, and handcrafted beauty. Meek little Mole, willful Ratty, Badger the perennial bachelor, and petulant Toad. In the more than one hundred years since their first appearance in 1908, they've become emblematic archetypes of eccentricity, folly, and friendship. And their misadventures–in gypsy caravans, stolen sports cars, and their beloved Wild Wood- continue to capture readers' imaginations and warm their hearts long after they grow up. The Wind in the Willows is a timeless tale of animal cunning and human camaraderie.

    Edições (8)

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    jonasbrother16 picture
    jonasbrother1621/11/2024Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um livro que nunca teria ouvido falar, se não fosse por recomendação de outros britânicos (acho até que uma das frases deste livro foi citada num dos livros de C. S. Lewis). Parece que é um clássico de leitura obrigatória na Inglaterra. A narrativa segue a tradição poética romântica dos britânicos da segunda metade do século XIX, mostrando o encanto pela natureza desde o título do livro, traduzido por aqui como "O Vento nos Salgueiros". No melhor estilo fábula, dá voz e personalidade aos animais, especialmente quatro: Mole (Toupeira), Rat (Rato), Toad (Sapo) e Badger (Texugo), cada um com um jeito bem característico e distinto. Mas demorou um pouco para eu compreender a estrutura da narrativa, pois primeiro parece que o motor da história é o súbito interesse de Mole em conhecer o mundo fora de sua toca. Porém logo a narrativa se difunde em diversas pequenas histórias, e o livro ganha aspecto quase como de coleção de contos. Mais para o fim, entretanto, outra guinada acontece: Mr. Toad, com seu temperamento solar, atrai todas as atenções e dirige a narrativa, como se ela fosse um dos carros pelos quais ele nutre uma paixão cega. É aqui que o livro realmente brilha, com o retrato da obstinação vaidosa do ilustre Sr. Sapo. Tudo isso sem nunca deixar de ser um deleite. A escrita do livro no inglês original derrama todo o conhecido charme da prosa britânica, com suas piadas sutis e insights profundos, mas sempre singelos, sobre a natureza das coisas. É impressionante ver como isso era lido por e para crianças de menos de 10 anos de idade, uma realidade completamente diferente de hoje em dia, quando se tenta proteger as crianças de qualquer desafio cognitivo. Um exemplo disto são pequenas piadas como esta, para expressar um cavalo que perde a compostura diante de uma situação inesperada: "The old grey horse, dreaming, as he plodded along, of his quiet paddock, in a new raw situation such as this simply abandoned himself to his natural emotions". Mas um exemplo ainda melhor disto é o episódio quando Mole e Rat encontram o deus Pã na floresta. Eis o diálogo: "Rat!" [Mole] found breath to whisper, shaking. "Are you afraid?" "Afraid?" murmured the Rat, his eyes shining with unutterable love. "Afraid! Of him? O, never, never! And yet -- and yet -- o, Mole, I am afraid!" Que perfeito retrato do sentimento do "Numinoso", para usar o termo que C. S. Lewis usava. E para crianças! O que será que aconteceu conosco? Enquanto muito se fala do que ganhamos com a Modernidade, livros como esse ajudam a entender o que perdemos.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 59
    • 5 estrelas22%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas34%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas0%
    Kenneth Grahame profile picture

    Kenneth Grahame

    Grahame nasceu em Edimburgo, Escócia, mas já na infância, depois de perder a mãe, foi mandado pelo pai junto com seus irmãos (sem condições de criá-los) para viver com sua avó às margens do Rio Tâmisa. Era um excelente aluno no St. Edward's School em Oxford, mas não pôde estudar na universidade devido a falta de dinheiro. Ao invés disso, foi mandado para trabalhar no Bank of England em 1879. Aposentou-se em 1907 por causa da saúde, talvez por ter sido baleado certa vez num assalto ao banco alguns anos antes. O casamento com Elspeth Thomson foi infeliz. Só tiveram um filho, Alastair, cego de um olho e com diversos problemas de saúde. The Wind in the Willows foi um livro escrito para Alastair. Alastair suicidou-se numa linha de trem, dois dias antes de seu vigésimo aniversário. Kenneth Grahame faleceu em Pangbourne, Berkshire, em 1932. Foi enterrado no Holywell Cemetery, em Oxford. Seu epitáfio contém a seguinte frase, escrita por seu primo: "À bela memória de Kenneth Grahame, esposo de Elspeth, pai de Alastair, que atravessou o Rio em 6 de Julho de 1932, deixando a infância e a literatura mais abençoados para todos os momentos."

    25 Livros
    2 Seguidores

    Kenneth Grahame