A Viajante do Tempo

A Viajante do Tempo
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Resenhas - A Viajante do Tempo


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Andréia Karoline 28/03/2015

Sem palavras, Extraordinário...10 estrelas!!!
Eu me sinto tão tãão mal em não conseguir fazer uma resenha sobre esse livro.
Li A Viajante do Tempo já a algum tempo, várias vezes tentei fazer uma resenha sobre o livro mas nunca consegui organizar meus pensamentos para saber por onde começar, foi aquela leitura que me deixou tão atordoada que só de lembrar vem aquela avalanche de sentimentos, mas acho que é mais do que minha obrigação pelo menos dizer o quanto o livro é MARAVILHOSO e RECOMENDAR essa série (TV e livro) com louvor.
A viajante do Tempo e meu livro favorito de TODOS os tempos, e aquela leitura que me fez chorar, suspirar, sorrir, suar, me deixou sem dormir...eu fiquei fascinada, consumida com a história e universo que a Daiana Gabaldon criou, eu não a conhecia, e quando ganhei o livro (Obrigada para sempre Lane
Andréia Karoline 29/03/2015minha estante
Cadê o resto da minha resenha?
:O




Jéssica 26/03/2015

E então esse foi o primeiro caso de um livro que foi superado pelo seriado...

Fui levada a ler este livro pois sua história prometia ser daquelas imprevisíveis, afinal, quando se volta ao passado o futuro não é assim tão previsível não é mesmo?

A autora escreve bem, disso não existe queixa, no entanto o que peca são os personagens.
Claire é incrível, em plena guerra ela era enfermeira em sua época original, ja demonstrando então uma personalidade forte para encarar os horrores da morte todos os dias em sua frente e pior que isso, o sofrimento dos soldados que estavam a beira da morte, mas teimavam em tentar sobreviver. Ela então volta no tempo, e tudo esta indo muito bem até que... ela toma uma surra do homem com que se casa... e não um simples tapinha( o que ja é grave) chama-se surra com direito a gritos, marcas e etc... e isso como castigo por desobedecer uma ordem de seu marido que até aquele momento era um príncipe. Pior que isso é no dia seguinte ela ter que enfrentar um grupo de homens que possuem a mesma opinião sobre seu marido, de que aquilo era tratar uma esposa. O absurdo que me tomou no momento da leitura não pode ser descrito, não pode ser justificado por uma simples "na época era assim e a autora apenas quis retratar fielmente" simplesmente não me convence, pois continuando a ler o livro outras cenas de abuso são descritas em excesso, dessa vez não com o marido da Claire, mas com Randall que tenta a tenta violar(ja até perdi a conta de quantas vezes) não satisfeito, ele ainda por cima viola o próprio marido de nossa personagem principal ... em uma cena absurda!
Sobre Jaime, sim ele é um príncipe em diversos aspectos, ele é um bom homem no livro e sabe como viver em seu mundo, não falta atitude dele para demonstrar que ama Claire e foi o que me convenceu a continuar a leitura, porém passando para o terço final do livro o enredo começa a se tornar de uma melosidade grande.
Randall é um vilão daqueles de por medo, esperto, sagaz, forte, imprevisível e seu melhor aspecto: irredutivelmente maligno em seu caráter. Nesse personagem não vemos uma gota de bondade, não existe forma de converte-lo em mocinho não importa o quanto ele lembre o verdadeiro marido de Claire, que ela deixou em seu tempo real antes de se casar com Jamie, nenhuma tentativa de Claire surte o menor sentimento nele, ele não pode ser sensibilizado nem por lágrimas, nem por histórias, nem por nenhum tipo de atitude. A maldade dele não é desvairada, mas premeditada o que o torna ainda mais perigoso e um personagem bem feito.
Além disso, Randall é pervertido e a autora aqui pesa a mão mais uma vez (como tudo o que se dispõe sobre sexualidade). Este traço dele poderia passar, se bem que pesado até mesmo para um vilão, se não fosse tão "demais". Seu ato final com Jamie é assombroso... e até fui pulando as partes de leitura quando nosso herói é resgatado e se mostra profundamente abalado. Em minha opinião é um tipo de assunto que é impossível não mexer com o psicológico de um leitor, soma-se a isso o resto do livro que possui referências sobre sexualidade durante todo o seu percurso e a história começa a decair, perde seu foco histórico para se resumir nesse tema, por vezes pervertido, por vezes entre os casais,mas sempre em torno disso....
Jenny, irmã de Jamie, é infelizmente previsível... com uma personalidade forte e mandona não me agradou e a disputa dela com Claire sobre quem trata melhor Jamie, foi triste de ver. Mais triste ainda quando Jenny, para controlar seu irmão durante uma discussão e mostrar sua força, aperta o homem em local inadequado...Mas para que isso gente? Desnecessário ao extremo!
A autora me parece sempre querer colocar o valor de sua história em cima de apelações sexuais que sinceramente... podia passar sem. Este tipo de apelação que vi por todo o primeiro livro da saga foi me entristecendo de uma forma... afinal, até Claire casar com Jamie e mesmo até um pouco depois disso, estava indo tudo tão bem! Surpresas de outros personagens como Geillis, fugas, lutas, estratégias, enfim o livro estava tão bem escrito a história tão bem pensada então por qual motivo ela resolve apelar tanto para pesar o livro? Será que agora os livros para serem bem sucedidos precisam ter apelação sexual a todo momento como 50 tons de cinza e derivados? Não podemos ter uma história balanceada?
Ainda estou na torcida de que a história se equilibre novamente, pois tinha tudo para ser incrível(e foi até determinado momento) sem as apelações.
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CIDA 14/03/2015

Leia esta e outras resenhas no blog Moonlight Books, www.moonlightbooks.net
A história é longa e tem como pano de fundo o iminente levante jacobita, Diana Gabaldon não teve pressa em desenvolver os acontecimentos, o livro é dividido em várias partes e em cada uma a vida de Claire entra em nova fase, ela amadurece a cada capítulo e ao aprender sobre aquele tempo, nos ensina também. Fechei o livro encantada, não vejo a hora de ler sua sequencia, preciso reencontrar Claire e Jamie e saber o que o destino reserva para ambos, espero que menos sofrimento, pois Jamie passou por momentos sofridos aqui. Foi um livro que sempre desejei ler e minhas expectativas foram plenamente atendidas.

site: Leia o restante da resenha em http://www.moonlightbooks.net/2015/03/resenha-viajante-do-tempo.html
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Camila Márcia 14/03/2015

Há tempos não li algo tão extremamente bom!
Outlander: A Viajante do Tempo é um romance histórico que acontece na Escócia no pós-segunda guerra, 1945, e na Escócia de 1743. Além de romance a série traz muita aventura, mistério, fantasia, pesquisa histórica e cultural, fábulas, misticismo, ficção. É, de fato, uma obra completa.
Essa resenha é uma das mais difíceis que escrevo em minha vida porque não consigo traduzir a multiplicidade de sentimentos que me envolveram durante esta leitura, só digo uma coisa que pode servir de exemplo: Nunca tinha lido um livro tão fantástico, bem escrito, viciante, com uma história original e envolvente como este. Minha resenha estará muito inferior ao potencial de descrição e qualidade deste livro.
Sobre o enredo, é normal já termos lido ou ouvido falar de algum livro com viagens no tempo, mas Outlander tem suas particularidades e são essas particularidades que envolvem TODOS os leitores. Se um livro bom for aquele que faz com que seus leitores sejam incapazes de descrevê-lo através de palavras literais, este livro é exatamente assim e só consigo pensar em metáforas para descrevê-lo: Outlander é como um mergulho histórico, cultural, sensível, cruel, irreverente, impiedoso e devastador de uma época em que a Escócia tinha um brilho e naturalidade exuberantes, mas escondia coisas devastadoras, é impossível não se perder em suas páginas e viajar no tempo com Claire para a Escócia de 1743.
Claire, uma mulher casada, enfermeira, que experiênciou e viveu a Segunda Guerra Mundial de perto, ao desfrutar de sua segunda lua de mel na Escócia com seu marido Frank após a guerra, vê-se numa situação inimaginável e que seu cérebro não conseguiria processar de maneira científica: transporta-se magicamente para uma Escócia inóspita de 1743 e está jogada a própria sorte, aventuras e perigos que jamais supôs que algum dia viveria, até conhecer o Clã Mackenzie e consequentemente Jamie, um foragido sobrinho do representante do Clã e está sob sua proteção.
Os personagens de Galbadon são extremamente reais, quase palpáveis. Numa época em que o “bum” literário está voltado para os romances juvenis, nos depararmos com personagens maduros, capazes de nos cativar, inteligentes, sem mimimis, briguinhas bobas e conflitos psicológicos rasos me faz perceber o quanto a literatura é um mundo incrível e inovador. Os personagens de Oultander surpreendem por sua profundidade e personalidades fortes e isso vale para os personagens principais e secundários – a escritora soube trabalhar perfeitamente bem em todos, uma artesã das palavras e descrições – Claire e Jamie são personagens capazes de cativar todos os tipos de leitores: uma mulher a frente do tempo em que foi mandada, com conhecimentos, mas incapaz de lidar com a forma de viver, por isso Jamie vem ao seu socorro, com delicadeza, dureza, brutalidade, amor, admiração.
Sobre o romance entre Jamie e Claire, que acontece de forma inusitada e, portanto, não tem aqueles fogos de artifícios, mas que nasce de uma profunda admiração e de forma paulatina, de forma em que ambos se descobrem apaixonados desde o primeiro instante, mas as circunstâncias não favoreciam em nada o romance, então, ele vai acontecendo página a página e podemos nos apaixonar pelo casal na medida em que eles se apaixonam. Cá entre nós, os dois tem uma química incrível e o relacionamento deles soltam faíscas capazes de nos queimar. Sim, há muito erotismo – sem vulgaridade – entre o casal e cenas (muitas cenas) de amor e paixão torrenciais.
Diana Galbadon não é apenas uma ótima escritora no sentido de ter escrito uma boa história, mas ela é capaz de prender o leitor e sem sombra de dúvida teve que fazer uma vasta pesquisa histórica e cultural da Escócia para escrever este livro, além de idiomas como o gaélico, o inglês, nomes de lugares, trajes como o kilt, armamento da época, as mudanças entre a Escócia de 1743 e 1945, com tudo isso ela ainda nos presenteou com a proeza de um livro rico em detalhes e cujas informações são ligadas e sem fios soltos desnecessários, a não ser aqueles necessários para dar vazão a continuação. [ainda estou curiosa com relação ao homem que Frank vê espiando a janela enquanto Claire se arruma em 1945].
Sem sombra de dúvidas já estou ansiosa pela leitura de Oultander: A Libélula no Âmbar, embora esteja com aquela dúvida de todo leitor: Será que o segundo livro é páreo ao primeiro? Não obstante, a escrita de Diana Galbadon e seu potencial de criatividade já me cativaram tanto que deposito todas as minhas expectativas em seus livros e tenho certeza que ela não irá me decepcionar. Dou o voto de confiança e a escritora já se tornou uma de minhas favoritas.
Então, tá esperando o quê para ler Oultander e se encantar também por essa história? Vá com tudo e perca o fôlego! Detalhe, se prepare porque a leitura fará você: perder o fôlego, rir, chorar, ficar tensa, arregalar os olhos, falar palavrões, querer quebrar a cara de algum personagens, jogar o livro fora, esculhambar um personagem, se apaixonar e, como todo bom livro, você ainda corre o risco de ficar com um enorme DPL, e ficar com os personagens e a história rondando sua cabeça por dias e meses, mas garanto: Vale a pena!

site: www.delivroemlivro.com.br/
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ELB 10/03/2015

Every Little Book
"Era uma daquelas idas normais na livraria do shopping, daquelas que você anda sem rumo olhando as prateleira arrumadas, sentindo o cheiro dos livros e procurando algo que te chame a atenção. Então uma vendedora me parou e comentou sobre esse livro, dizendo que estavam fazendo uma serie de TV baseada nele. Acabei levando, cheguei em casa sem muitas expectativas então comecei a ler."

(...) Leia mais no blog!

Resenha feita pela Gabriela, postada no ELB!

site: http://www.everylittlebook.com.br/2015/02/resenha-viajante-do-tempo-diana-gabaldon.html
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Bárbara 09/03/2015

Recomendo
Não sou de fazer resenha mas para esse queridinho aqui é impossível não fazer. A primeira coisa que tenho a dizer é que esse livro tornou-se meu preferido no primeiro momento em que comecei a lê-lo.. A leitura é rica, e os personagens são bem explorados, sem falar que a Claire e o Jamie são simplesmente fantásticos. A autora conseguiu trabalhar a ficção com a história de forma que não ficasse "bobo" por assim dizer, além de narrar os traumas do Jamie sem parecer que ele seja fraco. O livro é perfeito, quem quiser ler, super recomendo.
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AmadosLivros 05/03/2015

Resenha do Blog Amados Livros
Não deixe de conferir nossa opinião sobre este livro no nosso blog! E lá também tem muitos outros livros legais! Dê uma passadinha lá! ;D
Link no final da postagem! ;]

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2014/12/livro-viajante-do-tempo-serie-outlander.html
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Nanda 25/02/2015

Faltou história!
Pense em livro desnecessariamente longo!
Comecei a ler com muita expectativa, achando que serio O Livro, mas como de praxe só me decepcionei. A história é realmente boa, mas a autora perde um pouco a noção no decorrer das páginas. Primeiro que eu achei um absurdo as agressões e violências sofridas por Claire, um mulher que aliás tinha uma personalidade moderna para a época, o mais impressionante é que ela aceita e se conforma com aquilo!!! Como assim??!! Tentei achar que a questão da violência era por causa da época e tal, mas... não desceu.

Outro ponto péssimo foi a repetição incessante da infância de Jaime. Tipo: ele conta logo no início da relação com Claire que era uma criança levada e que apanhava muito do pai (relação violenta novamente), depois de alguns capítulos a criatura passa mais 300 páginas (exagero) contando novamente e novamente como Jaime apanhava do pai. Não tinha outra coisa pra contar? Eu já tinha entendido da primeira vez.
É uma história que parece promissora, mas infelizmente se perde no longo caminho, pois na minha opinião não eram necessárias 800 páginas para no final de tudo o enredo se focar apenas no romance de Claire e James.
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Ana Paula 22/02/2015

A Viajante do Tempo
Quando ganhei este livro, me animei com a sinopse, uma enfermeira que trabalhou em um hospital para soldados durante a segunda guerra mundial que através de um acontecimento acaba viajando no tempo. Infelizmente, pelo menos pra mim, um romance é iniciado no meio da história e tudo passa a gira em torno do casal e sua paixão. Uma história que poderia ter sido contada em 400 páginas, foi escrita em 800, o que tornou a leitura um pouco chata às vezes. Além da dificuldade que tive para entender o que escritora escrevia em alguns momentos. O trama tomou um fôlego no fim e fiquei até animada. É algo pessoal, este livro já vendeu mais de 20 milhões de cópias, mas o estilo da narrativa não faz "meu tipo". rs
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Jessie 22/02/2015

A Viajante do Tempo {Resenha Paraíso Literário}
Já faz um tempo que estava de olho nesse livro, mas quando eu finalmente o vi pense: nossa! Que livro enoooooorme! O mais engraçado é que conforme fui lendo a quantidade de páginas parou de me assustar e comecei a devorar avidamente a obra da Diana Gabaldon.

Outlander conta a história de de Claire, uma inglesa que se tornou enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, ela é casada com Frank Randall, cuja profissão é professor universitário, mas que também estava lutando durante a guerra. Com o fim do conflito eles estão novamente juntos e, em função do amor que Frank tem por história e principalmente pela história de sua família, decidem ir para uma cidade no norte da Escócia chamada Inverness.

Ao passear pela cidade, Claire encontra um círculo de pedras chamado Craigh na Dun. Mesmo o lugar possuindo uma aura diferente, meio mística, ela se surpreende ao ver uma cena que só pode ser descrita como singular e por isso ela volta lá mais tarde, tentando encontrar uma explicação razoável para aquilo que viu. E é desta forma que Clair se torna a viajante do tempo!

Claire encontrou uma fenda no tempo, ao passar pelas pedras ela acessa esta fenda temporal. Ela está no mesmo lugar de antes, com as mesmas roupas que usava no momento que passou pelas pedras, mas cerca 200 anos antes de seu tempo. Ela é encontrada pelos homens do clã McKenzie e não entende nada do que aconteceu e as dúvidas daqueles homens (ela é uma prostituta? Uma bruxa? Uma espiã?) precisam ser esclarecidas para que ela volte a ficar segura.

Para tentar resolver aquela questão eles decidem levá-la com eles até que a melhor solução se apresente. É assim que Claire e Jamie se conhecem. Ela é obrigada a se casar com Jamie para que não caia nas mãos do grande vilão: um antepassado de seu marido Frank. Mas casar-se com Jamie... isso seria errado! Como ela poderia se casar com outro quando já era casada com Frank? E fazer isso quando estão em de lua-de-mel! Claire precisa tomar uma decisão que pode mudar absolutamente tudo!

Fãs de fantasia: apostem em Outlander porque ele é o tipo de livro que não tem como errar. E pra quem não gosta: você tem que ler também, a história criada por Diana Gabaldon é madura, repleta de ação e reviravoltas e, acima de tudo, bem escrita. Aprendemos sobre a cultura escocesas que, não sei vocês, mas da qual eu não sabia muita coisa, principalmente a sociedade de 1743.

Com personagens concretos e um enredo envolvente, o primeiro livro da série Outlander, faz com que desejemos um número maior de páginas para ele, que não possui poucas (são 800 páginas, segundo o Skoob). Quando finalmente cheguei ao final só conseguia pensar: "não, nada disso! Eu preciso de mais!". Fazia um tempinho que não me sentia assim e estou grata por ter conseguido ter esse mix de emoções que A Viajante do Tempo provocou em mim.

Uma coisa que não poderia deixar de comentar é que a capa da Saída de Emergência ficou PERFEITA, sem quaisquer ressalvas. É, de longe, uma das mais lindas que recebi ano passado e já tem um lugar de destaque na minha estante . Olhem a capa antiga e a atual abaixo.

Bom, em breve termino o segundo livro da série e volto aqui para contar para vocês o que achei, o que posso adiantar é que minhas expectativas estão altíssimas (assim como estavam para esse primeiro volume) e tenho a impressão de que ainda vou me surpreender com o que a autora vai fazer.

site: http://www.paraisoliterario.com/2015/01/resenha-viajante-do-tempo-outlander-1.html
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anasazi 18/02/2015

Quando ganhei os dois primeiros volumes da série, ainda não tinha ouvido falar sobre o livro, o seriado de tv ou a autora.
A premissa não era nova. Viagens no tempo são um "plot" bastante comum para fãs de fantasia e ficção científica. Neste caso, a história está totalmente voltada para a fantasia e o sobrenatural.
O livro, escrito e protagonizado por uma mulher não deixa dúvidas quanto a isso. É realmente um livro "feminino". E embora toda a pesquisa histórica que a autora diz ter feito, algumas coisas pareceram muito inverossímeis. Como a naturalidade com que uma mulher, no final dos anos 40 e em pleno pós-guerra lida com a sexualidade. Neste ponto, faltou acuridade histórica.
O livro é longo e cansativo muitas vezes. Apesar de sempre estar acontecendo alguma coisa, com muita ação e aventura. São muitas páginas descrevendo as paisagens, e a descrição física de personagens, inclusive dos secundários e dispensáveis.
Ainda assim a curiosidade em saber o que virá a seguir nos faz continuar virando página a página.
Confesso que fiquei desanimada ao descobrir que seriam 8 livros. Mas, a perspectiva das cenas de batalha e revolução me deram novo fôlego.
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Bruna 17/02/2015


A história começa em 1945, logo após o final da Segunda Guerra Mundial. Claire Randall, uma enfermeira que trabalhou em hospitais militares durante a guerra, está em Inverness, Escócia, em uma segunda lua de mel com seu marido, Frank Randall. Frank é um estudioso e professor universitário de história, que também atuou na guerra, como integrante do serviço secreto britânico. Os dois passaram seis anos separados, e agora estão num momento de reencontro e de se conhecerem novamente. Como um aficionado por história e por sua genealogia, Frank aproveita a estada em Inverness para pesquisar sobre um de seus antepassados, Jonathan Randall, um capitão do exercito britânico do século XVIII.

Em um dos passeios pelo local, Claire conhece uma colina com fama de amaldiçoada, que tem um círculo de pedras no topo. E um dia, enquanto estava sozinha no topo da colina, Claire toca em uma das pedras verticais, a maior de todas, e se vê, inexplicavelmente transportada para 1743. E é aí que a história começa de verdade.

Claire se vê “hospede” do poderoso Clã MacKenzie. Ela é suspeita de ser uma espiã inglesa, e portanto, mantida contra a vontade na propriedade. Enquanto vive ali, Claire começa a atuar como curandeira do local, e se destaca por suas habilidades de cura. Apesar de ser inglesa, ela não pode recorrer ao exercito inglês, uma vez que sua chegada foi marcada por um encontro nada amigável com Jonanthan Randall, o perverso capitão e ancestral de seu marido. Black Jack, como é conhecido, é um homem cruel, que não mede esforços para conseguir as informações que deseja, e ele também desconfia que Claire seja uma espiã. E enquanto isso, tudo que ela deseja é voltar ao círculo de pedras, e assim, para seu tempo e marido.

No meio dessa loucura, ela conhece Jamie, um jovem do clã MacKenzie, que obviamente guarda vários segredos, pelo menos dela. Ele é um fugitivo dos ingleses com cabeça a prêmio, e tem as costas cobertas de cicatrizes, marcas de um açoitamento mais que violento ordenado pelo Capitão Randall. Jamie é sobrinho do líder dos MacKenzie, e os poucos vamos descobrindo mais coisas sobre esse incrível personagem, e vamos tomando conhecimento de uma verdadeira rede de intrigas e traições, quem não respeita nem laços familiares.

O relacionamento entre Claire e Jamie foi muito bem construido, e nada daqueles romances instantâneos. Eles se envolvem por necessidade: ela precisava de proteção, e ele a oferece. Os sentimentos só vieram depois.

Esse é um livro muito bem escrito. A narração é em primeira pessoa, feita pela Claire, e esta se tornou uma das minhas protagonistas favoritas. Claire é forte, corajosa, um tanto quanto tupetuda e não tem medo de se arriscar. Algumas atitudes dela me irritaram, mas então me coloquei no lugar dela, uma mulher do século XX jogada naquele tempo, e a entendi. Jamie é o mocinho perfeito. Um guerreiro nato e destemido, também um homem culto para a época. Mas, além de tudo, alguém preocupado com aqueles a quem ama. Uma alma altruísta e capaz dos maiores sacrifícios pelos outros. Impossível não amar! *-*

A voz dos meus pensamentos parecia a de tio Lamb. Minha família e tudo que eu conheci como amor quando era criança. Um homem que nunca me falara de amor, que nunca precisara, porque eu sabia que ele me amava, tão certo como eu sabia que estava viva. Porque onde todo o amor existe, não há necessidade de palavras. É tudo. É imortal. E se basta.
Pág 742

Outlander é uma trama composta por personagens muito fortes e marcantes, todos muito bem construídos. A autora não coloca ninguém ali aleatoriamente. Se alguém teve um pequeno destaque em um momento, basta esperar um pouco, que logo teremos uma definição mais explicita desse personagem.

Alguns que tiveram especial destaque foram os irmãos Callun e Dolgal MacKenzie, Geillis Ducan e Jennie Fraser. E claro, não podemos nos esquecer de Jack Black Randall, o grande vilão do livro. Esse cara é foda! De um jeito cretino e cruel, mas é um personagem mais que marcante e de uma importância inestimável. Quando acreditava que o tinha entendido, vinha alguma nova revelação e reviravolta. E apesar de ser o principal vilão do livro, ele não esteve presente o tempo todo, o que foi legal. Muitos dos problemas que nossos protagonistas enfrentaram não foram causados diretamente por Randall.

O livro é dividido em 7 partes, cada uma composta de vários capítulos. Isso é interessante, porque cada parte aborda um tema em especial, e em todas elas temos um pico de ação nos acontecimentos. Fiquei absolutamente vidrada no livro, e nem liguei para suas 800 páginas. A escrita da autora é viciante, e o trabalho da Saída de Emergência ajuda a leitura a fluir. A diagramação está impecável, a capa é maravilhosa, as letras tem um tamanho ideal para leitura.

O livro é incrível! A autora soube dosar bem história, romance, drama, humor e aventuras. É um livro que agradará amantes de vários gêneros literários. Mas devo avisar sobre o considerável teor de violência. Não pense que esse é um fofo romance de época, no estilo dos publicados pela Arqueiro. Oulander é um livro adulto, que mostra claramente os costumes da época em que se passa. E estamos falando de uma época marcada por radicalismo religioso e crendices, caças as bruxas, baixos índices de higiene, e muita violência. Aqui conceitos de infância e família não são como hoje em dia. Há traições e intrigas em todas as instâncias, e é difícil saber em quem confiar. E mais, é uma época em que a violência física, e mesmo estupro, eram usados como forma de impor e demonstrar poder. E Diana não foi nada sutil ao mostrar tudo isso. Sem falar nas cenas de sexo, que não são nada explicitas ou vulgares, mas que estão presentes.

Bom, essa resenha ficou imensa, mas foi impossível resumir. A história é muito complexa, os personagens muito impactantes, então foi impossível falar de tudo em poucas linhas. Mas mais uma vez volto a recomendar o livro. Não se intimidem pelo tamanho, pois o conteúdo compensar e muito.

site: http://meumundinhoficticio.blogspot.com.br/2015/01/resenha-outlander-viajante-do-tempo.html
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Mari Siqueira 13/02/2015

História, amor, romance e ficção
Viagem no tempo, amor e suas consequências. A mistura homogênea de ficção científica e romance na série de Diana Gabaldon se mostra tão incrível quanto fantástica. Há alguns anos ouvi falar de A Viajante do Tempo pela primeira vez, porém, eu não podia imaginar que esta viria a ser uma das minhas mais ricas leituras. Rica em todos os sentidos. A narrativa cheia de detalhes, transporta o leitor para outros lugares e outros tempos, sem permitir que ele desgrude do livro.

Confesso que a princípio suas oitocentas páginas me assustaram, mas depois de pouco tempo percebi que a autora poderia ter escrito mais dez mil páginas e eu nunca me cansaria de ler. O texto de Gabaldon mostra pesquisa, profundidade, cultura e história. Foi uma das leituras mais intensas que eu já fiz e por isso, demorei mais que de costume para absorver cada capítulo. Uma trama bem construída, que engloba ficção e história na medida certa, é algo raro, mas o que eu encontrei em Outlander foi além disso. Uma obra de arte, um leitura memorável.

1945. Final da Segunda Guerra Mundial. Em meio a famílias dilaceradas, amantes separados e filhos que morreram em combate, Claire e Frank voltam para casa. Marido e mulher foram separados pela guerra por cinco anos. Em um clima de lua-de-mel, o casal tenta recuperar o tempo perdido e reconstruir a vida de onde pararam. A pequena cidade de Inverness é onde eles decidem recomeçar.

Inverness é uma cidade no norte da Escócia, onde muitas lendas sobre bruxaria e paganismo circulam. O que Claire não poderia imaginar é que os mitos e histórias contadas pelas pessoas são verdadeiros. Após encontrar um estranho círculo de pedras, ela se vê atraída para aquele local. As pedras são um portal e a jovem enfermeira vai voltar no tempo, para 1745, em uma Escócia dominada por clãs, onde a selvageria é lei.

Desnorteada, perdida e confusa, Claire encontra um rapaz muito parecido com seu marido. Se trata do capitão Jonathan Randall, um ancestral de Frank. O capitão, porém, como vamos percebendo, é um sádico, cruel e desumano, bem diferente do tão amável marido de Claire no futuro. Como sua história é bastante inacreditável, a jovem inventa uma outra versão sobre sua origem. Tudo é tão surreal, que às vezes ela mesma gostaria de poder acreditar no que diz.

Em tempos em que as mulheres eram tratadas como propriedades e deviam se submeter aos homens, Claire teme por sua segurança. Quando o capitão Randall está prestes a estuprá-la, um guerreiro a salva e a leva para seu clã. O clã em questão é o dos Mackenzie, um poderoso grupo de guerreiros escoceses que vive em guerra com os ingleses. Muitos relatos históricos sobre a Grã-Bretanha são feitos pela autora, os clãs escoceses, inclusive, tiveram um papel muito importante na real história da Escócia. A riqueza de detalhes e fatos verídicos é fruto de intensa pesquisa e anos de dedicação da autora para que apesar de fantástica, a história tivesse elementos realistas.

No clã dos Mackenzie, Claire encontra um rapaz ferido. Um escocês lindo, chamado Jamie. Por seus conhecimentos médicos, a moça cuida de seus ferimentos e acaba virando sua amiga. A amizade, no entanto, não é tudo que o destino reserva para eles. Uma intensa paixão e um amor verdadeiro vão surgir desse relacionamento e enquanto os dois protagonizam cenas fofas, românticas e apaixonantes, nós leitoras suspiramos eternamente.

Jamie se tornou um dos meus personagens favoritos. Ele dilacerou meu coração tantas vezes no primeiro livro, que tenho medo de não conseguir aguentar os próximos volumes da saga. O jovem escocês ruivo e de olhos claros, tem uma inocência, uma pureza e ao mesmo tempo uma coragem ímpar. Poucas vezes me apaixonei tanto por um personagem, espero que Claire saiba merecê-lo.

Em um romance que fala sobre viagem temporal e amor em tempos de guerra, cada segundo é precioso. Outlander evidencia isso com inúmeros trechos onde pequenos efeitos podem alterar o curso das coisas. O futuro pode ser escrito, mas Diana Gabaldon permite que o passado seja reescrito. O destino, a fé, a coragem e o amor verdadeiro vão acompanhar essa viajante do tempo, que tem a vida dividida em duas épocas, mas seu coração só pode permanecer em uma. Outlander é um portal, como o círculo de pedras, que me levou para outros tempos, roubou meu coração e o entregou à Jamie Fraser.

" - Cortar a garganta é mais fácil, mas faz muita sujeira.
Inclinei-me para pegar a adaga.
- Seria bem feito para você se eu o fizesse - observei. - Filho da mãe convencido.
O sorriso visível por baixo da curva do seu braço se ampliou ainda mais.
- Sassenach?
Parei, a adaga ainda nas mãos.
- O quê?
- Eu morreria feliz." (p. 300)


site: http://loveloversblog.blogspot.com
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Appromances 12/02/2015

A história inicia-se no ano de 1945. Narrado em primeira pessoa por Claire, somos apresentados a uma mulher de vinte e sete anos enfermeira que, após o fim da II Guerra Mundial, é finalmente capaz de desfrutar a lua de mel. Ela casou-se alguns anos antes e o casal nunca foi capaz de viver uma vida conjugal por causa da guerra. É bom frisar isso, senti que Frank não estava tão focado na viagem de lua de mel, era absolutamente enfadonho e chato. (*revirando os olhos*)
Claire se quer poderia imaginar o que o destino reservava para a sua vida, quando escolheu uma manhã dar um passeio sem a companhia do marido em Craig Na Dun, um círculo de pedra mágico. Quando de repente é projetada do século XX para o século XVIII, na Escócia de 1743.

A nossa protagonista não é o tipo de donzela em perigo, pelo menos, isso é o que ela pensa a maior parte do tempo. Ela é audaciosa, teimosa e às vezes irritante! Quando se vê então em outra época, aonde ninguém não confiava nela e não sabe qual será o seu destino tenta se adaptar as tradições e costumes, até que tenha uma oportunidade de fuga. Enquanto isso acaba fazendo amizade com Jamie; um homem misterioso que, capaz de quase tudo, exceto uma coisa: ficar longe de problemas.
A relação que se estabelece entre eles se aprofunda, assim sendo, para assegurar a sua vida e escapar da teia de intriga que a rodeia no clã dos MacKenzies, o casamento indesejado com Jamie seja a única coisa que poderá salva-la, mesmo ela tendo um marido em outra época. Gente! Uma das dores emocionais mais devastadoras é a traição, mas no caso da Claire me peguei tendo um olhar extremamente condescendente.


A única certeza da qual a nossa heroína tem é que há uma inegável química entre os dois e de um jeito intenso ela se envolve por mais que não seja um relacionamento definido. Não é à toa que ela se sentisse assim, sutilmente percebemos que o rústico guerreiro é extremamente romântico, o seu jeito é apaixonante, ele também é inteligente, de bom caráter e, é lógico como qualquer um tem defeitos.
Nossa! Fazia-me suspirar cada vez que chamava carinhosamente Claire de “Sassenach”.
Além dos personagens principais há muitos outros apresentados: como o repulsivo e sádico Capitão Jack Randall, os desconfiados MacKenzie, o rabugento, mas sempre protetor Murtagh e outros! No entanto, o que me fez amar este livro e me fez decidir que valeu a pena ler foi o personagem do Jamie. Minha parte predileta da sua personalidade era seu senso de humor, não há como não amar seu jeito provocante até nas piores situações rendia boas risadas.

Diana Gabaldon transposta de maneira muita habilidade o leitor para a Escócia de 1743, mostrando como a vida naquela época era muito cruel e nem sempre justa. Ela conseguiu descrever muito bem o cenário e as pessoas que habitavam a país daquela época fazendo com que o leitor se pegue virando as páginas com a respiração suspensa vibrando de ansiedade e emoção! Li algumas resenhas onde disseram que a leitura foi lenta. Eu não senti o mesmo, apesar das 800 páginas, achei a leitura hipnotizante e fluindo muito bem até o final.

A história é envolvente, cativante e, sedutora, protagonizada por personagens marcantes. Eu amei as referências as lendas antigas, os termos lingüísticos pertencentes à época, porém nada complicada. Tal como eu disse no início, fiquei empolgada para conhecer essa história e tudo que eu posso acrescentar é que esse livro me deu palpitações, lágrimas e sorrisos em vários momentos.
Eu gostei da capa do livro, ela é simples e captura muito bem a atmosfera da história. Agora me sinto a vontade para acompanhar á série de TV, e recomendo sim esse livro, ele superou sem dúvidas, minha expectativa, entrou para minha lista de melhores leituras.

site: http://www.apaixonadaporromances.com.br/2015/02/a-viajante-do-tempo-outlander-diana.html
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Raphaela Rcmas 12/02/2015

Comparação entre o livro e a série
Foi a sinopse que me fez ter vontade de ler o livro e encarrar as 800 páginas que viriam pela frente, mas eu consegui e valeu muito a pena. Como vocês leram acima, Claire, personagem principal, é transportada para 1743. Isso acontece em um circulo de pedras que ficam no alto de um monte chamado Craigh na Dun. – Podemos dizer que o circulo é como um Stonehenge, só que menor- Já no século XVIII, Claire chega no mesmo ponto de quando saiu de 1945, no alto do monte. Lá ela conhece Jonathan Randall, um ancestral do marido, que tem uma semelhança física muito grande com Frank, porém nada parecido no caráter e nas qualidades. Entre uma discussão com Randell, Clairoutlandere é resgata – ou sequestrada, talvez- por um membro do Clã Mackenzie e levada para junto do restante do grupo que está em uma cabana. Nessa mesma cabana é onde ela conhece o jovem Jamie. E aí, a história se desenrola.
Quando eu comecei a ler, já estava prá lá de claro que a dúvida que Claire teria seria por causa do Jamie, se ela ficaria ou não com ele, afinal estamos lendo um romance. Porém o que acabou me surpreendendo foi a maneira como eles ficaram juntos. Na minha cabeça iria acontecer algo que geralmente acontece em romances, porém eu não tinha parado para refletir -até então- que o livro é narrada em 1743, ou seja, a maneira como eles ficaram juntos me surpreendeu. Depois de passado o momento em que eles finalmente ficam juntos eu me perguntei: E agora, o que mais tem para ser contado? eles já estão juntos. - isso por que ainda faltavam muuuuitas folhas para o fim do livro- Mais uma vez a Diana veio e me surpreendeu, por que depois que eles ficam juntos muita coisa acontece. -não vou falar que coisas para não ter spoiler, mas confie, tem história-
Depois de já não me aguentar mais de curiosidade e de já estar bem adiantadinha no livro resolvi que iria começar a ver a série, só pra ver como estava. - Sim, sou daquelas chatas que gosta que a adaptação siga o livro e não que o diretor e roteirista construam uma nova versão da história- E aí minha gente outra surpresa, QUE ADAPTAÇÃO SEN-SA-CI-O-NAL.Sem Título-1 Tá certo que algumas coisinhas foram adaptadas para que não houvessem explicações demais, que para a série não tinha necessidade, até por que cada episódio tem em média 55 minutos, então se podemos cortas, vamos cortar. Mas fora isso, ela é ótima. Segue bem a história que a Diana escreveu, e a mesma fez uma participação em um episódio -s01xe04- Por enquanto apenas oito episódios foram lançados, mas ao todo serão 16. Então aproveita o tempo de hiato para ver os oito primeiros por que o nove só sai em abril. :( Para dar um gostinho deixo aqui o trailer.
Espero ter despertado o interesse de vocês por essa incrível história. Até o próximo. Tchau!

site: https://entaodeixaqueeuteconto.wordpress.com/2015/02/11/outlander-livro-1-e-primeira-temporada/
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