A Viajante do Tempo


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Resenhas - A Viajante do Tempo


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Milla Carvalho 25/01/2015

"Eu teria imaginado que tudo não passava de algum tipo de espetáculo à fantasia..."
A primeira vez que li sobre Outlander - A Viajante do Tempo foi sobre uma reportagem a respeito de um novo canal que traria esta história em série. Inicialmente, pensei que seria algo SCFI. Perdoe-me a ingenuidade. (risos) Porém, ao ler mais a sinopse e os comentários de alguns internautas, trata-se de um drama épico, do jeitinho que eu iria amar.

Logo, Outlander se tornou meu livro de desejo. E por sorte, acabei ganhando num amigo secreto de uma amiga que também se encantou pela história. Mirela, mais uma vez meu obrigada.

Então do que se trata o livro? A história se passa na Escócia, quando Claire Randall e seu marido Frank se reencontram depois do fim da II Guerra Mundial, com o intuito de reavivar o casamento depois de anos separados pela guerra. Assim, ambos embarcam numa segunda lua de mel. Contudo, o que deveria ser simples momentos de amor e intimidade, acaba se tornando surpresa e desalento.

Em uma manhã ensolarada, Claire resolver visitar Craigh na Dun, um tipo de círculo mágico formado por pedras que dizem ter sido cultuado por bruxas no passado. O que ela não sabia é que estava prestes a entrar num portal para uma nova vida.

A partir de sua transição,nossa mocinha se vê em um lugar hostil, onde ingleses e escoceses brigam por poder no séc. XVIII. Assustada com sua viagem no tempo e sem a menor ideia de como voltar, Claire terá que usar sua sabedoria em esconder sua origem e sobreviver em um lugar onde não é benquista,

Diana Gabaldon soube muito bem como explorar sua trama, com elementos fortes e uma narrativa fluida e impecável. Repleta de ação e momentos de suspense, a autora soube dosar um pouco de tudo na história. Trouxe não só elementos históricos, mas também curiosidades sobre os Escoceses e o modo de vida do século XVIII. E ainda, desencadeou um romance muito forte e o estigma sobre o que acontecerá com o futuro, se as mudanças que Claire fez pode vir a interferi-lo.

Pois é, 799 páginas de drama, amor, dor, superação, crueldade, vilânia, surpresa, medo... tantos sentimentos e um único livro. Uma única história. Em uma teia do tempo maravilhosamente bem feita. Parabéns, Diana Gabaldon. Quero ver o que vais aprontar no volume 2 de Outlander.

‪#‎Recomendo‬ #MaisUmLivroParaNãoEsquecer #Incrível #DesafioDeLeitura2015 ‪#‎item49‬ ‪#‎UmLivroBaseadoEmOuSeTransformouEmUmProgramaDeTV‬
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Milla 21/01/2015

Extraordinário!!!
Esse livro me tirou o sono e quando eu finalmente conseguia dormir, acabava sonhando com montes verdejantes, escoceses, tiros pra todo lado e uma mulher perdida que poderia muito bem ser eu mesma! História maravilhosa e surpreendente! Embora, a autora em alguns momentos seja detalhista demais, creio que se não houvesse esses detalhes ela não conseguiria passar para o leitor a emoção necessária para nos encantar com os personagens, e nossa! que personagens são esses?! Simplesmente tão reais e envolventes, que realmente acreditamos em suas aventuras e reviravoltas. O cenário da história não é de todo imaginário, quando decidi que ia ler esse livro, eu fiz uma breve pesquisa sobre a Escócia e sua história no século XVIII, e depois de ler o livro, vi que muitas coisas realmente batiam com a realidade do país nesse século, o que fez com que a história se tornasse ainda mais interessante e real. Não consigo resenhar sobre os principais fatos da história, porque são muitos os fatos, o máximo que consigo expressar é que a história é ótima, muito bem desenvolvida e criativa, mas eu recomendo esse livro para pessoas que já são acostumadas com livros grandes e histórias profundas, caso contrário, terá dificuldade em ler por completo e sem pular partes do livro.
Sem dúvidas um dos melhores romances que já li em toda a minha vida! Estou completamente encantada com a Diana Gabaldon e sua genialidade, e com toda certeza irei ler seus outros livros e continuações de OUTLANDER!
E para quem esta receoso de assistir o seriado com medo de se decepcionar, vai lá e assisti sem preocupação, pois a série é muito fiel ao livro, embora algumas cenas tiveram que ser mudadas, para que ficasse mais apropriado para um seriado, mas atenção: Até o momento se tem disponível apenas a primeira temporada e até o oitavo episódio, pois a série deu uma pausa e voltará apenas a ser exibida em abril, isso se não adiarem mais, porém para nossa alegria já está confirmado a segunda temporada de Outlander, que será baseado no segundo livro.
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Pri 16/01/2015

FENOMENAL!
Bom, pra começar o que me fez ler esse livro foi a série, e mesmo sabendo que devia ser bom, eu não imaginei a extensão ! Eu nunca choro em livros, tipo nunca, mas esse livro me trouxe todas as emoções...eu ria alto, e chorava e sofria e gritava e durante essas 800 páginas eu me apaixonei por cada detalhe dos personagens, pela Escócia e por essa autora que criou esse livro maravilhoso! E você termina ele querendo que seu sobrenome seja Sra. James Fraser....tudo que eu tenho a dizer.
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anasazi 14/01/2015

No começo estava receosa de que fosse algo naqueles "romances cor-de-rosa", mas história se encaminhou para seu lado fantástico e aventureiro do que para o lado "romântico".
Não deixou de ser um romance bastante "feminino" mas o ritmo de aventura, até o momento deixa a leitura interessante e bem leve.
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Fernanda 13/01/2015

Resenha publicada no blog Caçadora de Livros
Boa noite, caçadores!
Tudo bem com vocês?
O livro que irei apresentar, eu li em 2014 e como sou compulsiva, já fui lendo o segundo livro, mas vamos focar agora em:


Skoob
Média do Skoob: 4.7
Compare & Compre
Exemplar enviado pela SdE Brasil
Série: Outlander - 8 Livros já publicados.
Cinco Lupinhas


E se o seu futuro fosse o passado?

Essa frase revoluciona o imaginário do leitor. Eu fiquei curiosa antes de ler e tocada ao final da leitura. Mas, antes que esta Caçadora fique gritando aos cinco ventos para você ler o primeiro livro da série e acompanhar a saga de Claire, irei expressar objetivamente o que achei da leitura e você por conta e risco pode ler agora as minhas impressões. ;)



Ficou? Está aguardando as impressões? Ok, eu avisei. Há alguns fatos que você não vai encontrar na sinopse e que se eu não revelar, você não vai entender, mas não se preocupe, não irei revelar os fatos importantes.

Claire Elizabeth Beauchamp Randall e Frank Randall são casados e após um longo tempo separados (A segunda guerra ocasionou isso, um lapso temporal de seis longos anos), decidiram renovar os votos com uma segunda lua de mel. Isso tudo acontece em 1945. Porém, Claire descobre que o seu esposo é alguém que apesar de amoroso, com toda certeza, fraquejou durante a sua ausência, o que não aconteceu com ela, que se manteve fiel ao relacionamento. Já perceberam que eu não gostei muito do Frank? Para mim, apesar de muito inteligente (ao menos pelos olhos da Claire), Frank é o típico homem que não suporta o desenvolvimento da mulher. Ele fica horrorizado com determinadas atitudes de Claire, porém quer que ela não sinta nada, quando ele que tem determinadas atitudes suspeitas. E quando digo suspeitas: Frank decidiu investigar um antepassado, Jonathan Randall, capitão do 8º Regimento de Dragões, que de acordo com os textos da época, era um grande homem (sabe de nada inocente) e Claire, cansada dos desvarios do marido, foi estudar botânica, passeando pelas lindas paisagens da Escócia. E aí que começa o livro, para a glória de todos, pois eu sinceramente não aguentava mais o Frank...

Claire, após ter presenciado um encontro místico de druidas na montanha Craigh Na Dun, mais precisamente em um círculo de pedras, resolve voltar no outro dia para coletar uma planta para pesquisas, porém quando ela entra no círculo, ela começa a escutar sons fortes de batalha e para fugir daquilo tudo ela entra em uma fenda entre as pedras e aí, para a animação do leitor e desespero de Claire, ela vai parar na Escócia de 1743, antes da revolução Jacobita, e encontra o antepassado de Frank, (que de bom não tem nada), e logo após um susto (ou melhor, quase foi vítima de um ato covarde) é salva por um grupo de escoceses, apesar de alguns quererem ter a mesma atitude de Jonathan Randall...

Desorientada e sem saber o que estava fazendo naquele ano e local, Claire é útil e respeitada por seus dons de enfermeira, que diante das dificuldades e falta de saneamento da época, conseguiu salvar um belo rapaz de 23 anos, que mais tarde viria a ser o seu amigo e confidente dentro do Castelo Leoch, o seu nome: Jaime Fraser, ou melhor, James Alexandre Malcolm Mackenzie Fraser.

Há personagens secundários que irão surpreender, como Colum ban Campbell Mackenzie, senhor do Castelo Leoch e o seu irmão, Dougal, que sinceramente é um porco.

Ian Murray, esposo de Jenny (irmã de Jamie), possui um ótimo temperamento e acaba sendo um ótimo amigo para o casal Claime (Claire + Jaime).

A Viajante do tempo é um livro completo e vou explicar o porquê: Há romance, aventura, mistério, magia, comédia e muita ação!

Claire é uma mulher independente, enfermeira, que com essa bagagem toda é respeitada e temida pela população de 1743. Uma mulher de 27 anos, que naquela época parecia que tinha 22 anos, para vocês terem uma noção de quão dura era a vida para as mulheres. Alguns pensavam que ela era espiã, outros que era uma bruxa, só para vocês terem uma noção de como Claire é poderosa. Outro fato que acho importante destacar é a força da personagem. Diana não foi leviana na construção dessa personagem e acredito que muitas mulheres se viram em Claire.

E o que falar de Jaime? Jaime é companheiro, carinhoso, respeitador, um verdadeiro cavalheiro. Forte, Justo e apesar de mais novo que Claire, chega a ser mais sensato que ela, ao menos, eu achei.

E o que dizer com essa frase:

Mo duinne = Minha Morena


Você não cansa de ler e acompanhar a vida dos dois, tanto que a transformação de amizade para amor, apesar dos pesares, foi natural. Todo mundo aguardava a transformação do relacionamento dos dois, até mesmo os personagens. |º/

- Deite sua cabeça aqui, rapaz - disse, lembrando-me de Jenny e seu filho.
- Minha mãe costumava fazer isso comigo - murmurou ele -, quando era era criança.
Jamie deu um grunhido, achando graça.
-Sassenach - disse ele, o rosto enterrado em meu ombro, um minuto depois.
- Hummm?
- Quem diabos é John Wayne?
- É você - respondi. - Durma agora.
P. 719.

As páginas são amareladas, as letras são médias e o livro dividido em sete partes. Cada parte mais intensa que a outra. E quando você termina o livro, já vai com sede para o segundo livro, mas isso é tema para a próxima resenha.

Por tudo o que falei, o livro levou a nota máxima do blog, afinal Claire e Jaime é amor! |º/


Gostaram da resenha?
Pois, fiquem de olho!
Teremos promoção em breve com um exemplar do segundo volume da série.
Até a próxima!

site: http://www.cacadoradelivros.com/2015/01/outlander-viajante-do-tempo-diana.html
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Cath´s 09/01/2015

Resenha A Viajante do Tempo.
O livro começa com Claire e Frank Randall indo passar uma segunda lua de mel na Escócia, visto que há poucos meses havia terminado a Segunda Guerra Mundial, na qual Claire era enfermeira.

Frank desenvolveu um fascínio pela sua história familiar, em especifico pelo seu antepassado Jonathan Randall, que lutou em Culloden, por isso Claire acabava ouvindo muitas histórias daquele tempo.

Já Claire, incentivada por Frank, foi estudar plantas, descobrir suas características e para que ajudavam.

E tudo ia basicamente bem na lua de mel (embora eu não saiba como ela aguentava Frank, pois ele visivelmente não era super interessado nela) até que Frank descobriu que ia ter um ritual de druidas nas pedras na montanha de Craigh Na Dun e resolveu que iriam assistir escondidos.

Nesse dia Claire resolve voltar a noite para pegar uma planta diferente que viu no local e é aí que ela acaba ouvindo uma das pedras soltar um som e a abertura no meio desta transporta Claire para o mesmo local, só que na Escócia de 1743.

Primeiramente, quando acorda Claire acha que esta fazendo parte da encenação de um filme, mas logo vê que não é isso quando conhece o antepassado de Frank, o Jonathan Randall, que não tem nada de nobre (sério, vocês vão odiar esse homem).

Claire acaba sendo "salva" pelos escoceses e levada ao Castelo Leoch depois de ajudar o Jamie, que acaba se tornando amigo dela no decorrer do livro e a chama de Sassenach, o que significa forasteira.

Eu não quero contar muito do enredo para vocês, pois achei ótimo não ter lido muitas resenhas e não saber o que ia acontecer e acho que vocês devem ter essa oportunidade, mas depois que passa esse começo vem Claire tendo que se adaptar a vida da época enquanto tenta fugir para voltar as pedras e assim a sua vida.

Ao mesmo tempo a maioria pensa que ela é uma espia inglesa, então está sempre sutilmente presa ao castelo e a olhares.

Existe sim um romance lindo a ser desenvolvido no livro e eu gostei de como a autora fez isso calmamente, com leves toques, humano e também de como o próprio Jamie tem os traços de herói que adoramos, é muito bonito, másculo, mas é mundano e um bebê chorão quando fica doente (que diga-se de passagem, a maioria dos homens são).

Eu li o livro em uma semana, isso porque pegou bem minha época de provas, caso contrário teria lido mais rápido, pois embora tenha 799 páginas a escrita da autora é suave e não é detalhista em excesso como me falaram.

Acho que a Diana conseguiu introduzir história sem ser cansativo, pois você acaba aprendendo daquele tempo na leitura, mas de forma que nem repara, porque está envolvido no enredo.

E outra coisa é que os personagens são cativantes e uma mistura de bom e mau em cada um, Claire mesmo acaba fazendo coisas tolas as vezes e Jamie tem um certo complexo de herói, mas não vou mentir, me peguei apaixonada por ele desde o inicio.

Quanto a capa achei muito bonita e tem tudo a ver com a proposta da obra e a diagramação está perfeita.


Posso dizer com toda sinceridade que o começo da história de Claire Elizabeth Beauchamp e James Alexandre Malcolm MacKenzie Fraser me cativou, e que já estou lendo o próximo, que pelo começo continua extremamente bom.

Curiosidades:
* A série já foi publicada pela Editora Rocco aqui no Brasil, as publicações começaram no ano de 2004, mas pararam sem completar a série, não sei porque.
* As capas da Rocco eram bem feias pelo que olhei na internet.
* Em agosto de 2014 foi lançado um seriado de televisão baseado na série de livros, não vi todos os episódios ainda, pois li o livro antes, mas vi até o 5º e eles mudaram algumas coisas, embora tenha momentos bem fieis, então indico que leiam o livro primeiro, pois ele é melhor.

site: http://www.some-fantastic-books.com/2014/12/resenha-viajante-do-tempo.html
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dani 04/01/2015

[Livro] Outlander: A viajante do tempo – Diana Gabaldon
Sabe aquele livro que te prende, que te faz mergulhar na leitura, que faz com que você não queira sair de casa e, por mais incrível que pareça, te mantém longe das redes sociais sem nenhum tipo de dor. Sabe aquele livro que chantageia o leitor, algo como “ou leia-me ou não conseguirá dormir a noite” foi essa a sensação que tive com Outlander, e devo admitir que fazia tempo que um livro não me prendia assim, e ter acontecido isso justamente com a minha última leitura de 2014 fez com que eu acreditasse que o novo ano pode trazer coisas ótimas (no mínimo os demais livros da série rs)

Outlander me ganhou pela premissa, uma mulher inglesa de 1945, com a vida estável, feliz no pós-guerra retomando a vida com seu marido Frank de repente se vê levada para a Escócia de 1743 e com isso ela terá que tentar entender o que lhe aconteceu e tentar se adaptar e viver nessa época tão remota e cheia de mistérios, guerras, clãs e Jamie.

Tenho que confessar que minha relação com o livro não foi de uma paixão a primeira vista, achei o começo um pouco amarrado, todas as descrições da vida de Claire com Frank (seu marido), a visita deles na Escócia, os estudos genealógicos, enfim a introdução de sua vida normal não me prendeu, porém após a viagem no tempo tudo mudou fiquei encantada com cada detalhe, com os costumes, com os clãs, com todo o estilo de vida; as Terras Altas me ganharam.

Tudo isso aconteceu também porque a narrativa de Diana Cabaldon é fluída e envolvente, ela mescla os dramas pessoais dos personagens com a história e detalhes da época sem que a leitura fique pesada, ela vai inteirando o leitor aos poucos na história aprofundando os enredos e tramas, mantendo o suspense e fazendo com que 100 páginas passem em um instante.

Os personagens são maravilhosamente construídos e retratados, amei a Claire (e olha que geralmente tenho dificuldades de gostar das protagonistas), mas ela tem força, fibra, mas não deixa de ser humana, com erros e fraquezas, e cresce durante a história. Jamie (aiiiiiiii) escocês, ruivo, gentil, forte... sim, um personagem encantador. Na verdade ela estruturou bem todos os personagens que trouxe para a história, eles possuem um motivador e uma linha de conduta que os define e nenhum deles se perde ou se contradiz.

Além de uma ótima narrativa com personagens marcantes e um romance bem construído a autora traz assuntos fortes, porém completamente normais no período em que é ambientado, a violência, o machismo, o estupro, elementos característicos que não poderiam ser deixados de fora, mas tratados com sensibilidade pela autora, afinal esses comportamentos poderiam ser naturais, mas ainda feriam suas vitimas.

Amei o romance, ele não é algo que acontece de uma hora para outra, mas sim construído e estruturado tanto entre os personagens como para os leitores, Apesar das muitas cenas de sexo (não estou reclamando), há também amor, romance, comprometimento e frases lindas para serem lembradas.

Simplesmente amei Outlander, e essa foi uma das resenhas mais difíceis de escrever, pois a única coisa que eu queria era um post surtado, cheio de Jamie e Claire e apelos desesperados pelos próximos livros e ansiedade para ver a série, uma das minhas melhores leituras de 2014.

site: http://vintecincodevaneios.blogspot.com.br/2015/01/livro-outlander-viajante-do-tempo-diana.html
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TamiresCipriano 04/01/2015

#1 - Outlander, A viajante do tempo
Este é o livro que vai entrar para um dos melhores do ano de 2014 com toda certeza, me apaixonei com cada capítulo, com cada página de Outlander.

Claire é enfermeira e esposa de Frank Randall, professor universitário. Passaram muito tempo separados por conta da segunda guerra mundial e com isso, decidem ir a um local da Escócia chamada Terras Altas, para uma lua de mel atrasada.

Frank como um grande amante da história, fica admirado com seu ancestral e com o que descobre sobre ele, além de tudo, ele reconstrói sua árvore genealógica e fica muito feliz por saber mais de seu parente distante, o Jack Randall.

De um lado temos uma enfermeira apaixonada por botânica, Claire, e de outro temos um professor universitário admirado com os seus antepassados, Frank.

Certo dia eles vão a uma montanha onde há um círculo de pedras, acabam presenciando um ritual e ficam de boca aberta de como é feito bem sincronizado.

No dia seguinte, Frank pede a Claire que vá ver se houve algo depois do ritual, uma fogueira ou resquícios de que algo ocorreu ali, ela também aproveitou para buscar uma muda de planta que ela queria estudar, mas não contava que as pedras iam começar a falar sozinhas, gritar como se estivessem em guerra, foi chegar perto e acabou sendo transportada para as Terras Altas, só que foi á 200 anos antes do ano do século em que estava.

"A voz dos meus pensamentos parecia a de tio Lamb. Minha família e tudo que eu conheci como amor quando era criança. Um homem que nunca me falara de amor, que nunca precisara, porque eu sabia que ele me amava, tão certo como eu sabia que estava viva. Porque onde todo o amor existe, não há necessidade de palavras. É tudo. É imortal. E se basta." Pág 742.

Em um local desconhecido, ela acaba se juntando com o clã dos Mackenzie onde era liderado pelo Colum e Dougal.

Jamie que a salvou das garras de Jack Randall, acabou sendo seu melhor amigo, ele tinha um especial dom de se machucar sempre. Como ela era uma enfermeira, o provável aconteceu, cuidava de todos seus ferimentos e ajudou o castelo com os feridos, era mais conhecida como Sassenach.

Não demorou muito para que Claire se apaixonasse por Jamie, houve até casamento para que Randall não a levasse... Devem estar se perguntado, mas não seria o certo já que era o ancestral de seu marido? Não! De forma alguma, Jack Randall era cruel, foi ele que deixou marcas em Jamie e agora, o homem que lembra Frank, é o homem que ela mais odeia.

Será que Claire vai consegui voltar para o círculo de pedras? Será que irá conseguir voltar para o seu século? Será que seria capaz de deixar seu grande amor, Jamie, para trás?

E SE O SEU FUTURO FOSSE O PASSADO?

O livro é magnífico, como eu disse, entrou para um dos melhores do ano, Outlander é lindo, cheio de aventuras e romance.

Conheci mais da cultura, das atrocidades praticadas no século XVIII e como eu agradeço por estar anos mais a frente. Claire conhece uma pessoa que também é do futuro, graças aos seus conhecimentos de cura e sua adaptação fácil, ela consegue viver normalmente, mesmo sabendo que logo irá ocorrer uma guerra...

O livro é lindo, mas achei que Claire aceitou fácil o casamento com Jamie, que estava no meio de pessoas mais antiquadas e em um local cheio de guerras, também achei que ela não lutou muito para chegar ao local das pedras e nem demorou tanto para aceitar facilmente outro homem em seu coração.

A autora arrasou com o livro, a leitura é bem agradável, apesar do início meio chato, as descrições dos locais são perfeitos, conseguimos realmente ultrapassar os duzentos anos e imaginar como é, juntamente com Claire.

A editora caprichou na capa, a fonte é ótima e as páginas amareladas também deixam mais agradável de se ler.

Leiam, eu indico e espero que o próximo livro não demore muito.

Saibam mais no blog:

site: http://de-tudo-e-um-pouco.blogspot.com.br/2014/10/resenha-outlander-viajante-do-tempo.html
maria valeria 04/01/2015minha estante
Tamires,eu também adoro essa série! E o Jaime...O que é aquilo? Aff


TamiresCipriano 04/01/2015minha estante
Nem me fale Maria, o mundo seria ótimo com Jamie haha.




kahcorso 03/01/2015

AWESOME
Fazia tempo que eu não lia um romance tão bom, que une tudo que eu gosto numa história só: romance épico, fundo histórico, violência, pessoas bonitas e sexo. Sem contar que é muito bem escrito e apesar das ínumeras páginas, nos faz querer devorar cada uma até chegar ao fim. Por sorte até agora são 8 ou 9 livros. (nem todos traduzidos para o português por enquanto.)E quem duvida de que este livro é tudo isso, convido a assistir o seriado.

site: http://meioliteral.blogspot.com.br/
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Leilane 26/12/2014

Je suis prest! (Estou pronto!) – Jamie
Antes de tudo, acho importante deixar claro que é A Viajante do Tempo é o primeiro livro da série Outlander e essa série representa um dos maiores compromissos literários que você terá na vida se decidir lê-la, pois além de já ter 8 livros e contando, cada livro tem mais de 700 páginas – um deles tem mais de mil páginas na edição em inglês. Este livro foi lançado em 1991 em inglês e o oitavo – depois de um hiato de 5 anos em relação ao sétimo – foi lançado este ano, 2014. No Brasil, a série havia sido lançada até o sétimo livro pela editora Rocco, sendo que a partir do terceiro eles foram lançados em duas partes, ou seja, por esta editora foram lançados no total 12 livros, poucos deles ainda são encontrados em livrarias, a maioria já está esgotada, sendo necessário recorrer a sebos. Mas a boa notícia é que agora quem detém os direitos da série é a editora Saída de Emergência Brasil, ou seja, os livros serão todos relançados com novas traduções, capas e quem sabe – ainda não confirmaram como será nos próximos livros – em volumes únicos, sem divisões de duas partes; nosso dinheiro agradece!
“Sing me a song of a lass that is gone… Say, could that lass be I?”
Esta resenha – e as dos próximos livros – é da edição da Saída de Emergência Brasil que foi lançada em agosto desse ano, então já aproveito para dizer que acho a capa lindíssima, representa bem o cenário que é o divisor de águas na vida da personagem principal e a beleza de tirar o fôlego da inebriante Escócia.
Conheci Outlander por meio da série de TV assim que a preview da série que estreou no mês passado saiu na internet e tão logo assisti ao primeiro episódio, corri para comprar o livro; tinha de começar a ler o quanto antes! E eu já estava tão apaixonada pelo Jamie que assim que chegou meu livro, aproveitei para imprimir meu mini Jamie pelo site da Starz e o transformei no meu marcador de livro e ele me acompanhou por toda minha leitura.
Com a temática de viagem no tempo, Diana Gabaldon juntou elementos que são receita para o sucesso: curiosidade por costumes pouco conhecidos ou até mesmo esquecidos, escolhas impossíveis, uma heroína forte do tipo pronta para o que der e vier, um guerreiro escocês que vai para sua lista de personagens favoritos assim que ele aparece pela primeira vez, um romance que faz com que você queira viver o presente, não importa se é no passado ou no futuro e, claro, kilts, muitos kilts!
Claire é o tipo de personagem que inspira o leitor, ela passa por tantos perigos, provações e tem de fazer tantas escolhas difíceis, além de estar numa terra hostil duzentos anos antes de tudo que conhecia e que estava acostumada, que você começa a torcer por sua felicidade antes mesmo de perceber que você já admira e gosta muito da personagem. E o Jamie é aquele personagem que você guardará no coração para sempre, seja por admiração pelo seu caráter, ou por seu espírito guerreiro, ou por sua resiliência ou mesmo – e principalmente – porque é o cara é um presente do passado embrulhado num kilt! E o ator que interpreta o Jamie na série de TV o faz tão bem e é tão parecido com tudo o que a Diana construiu para o personagem que toda essa admiração pelo personagem se potencializa, então me desculpem as declarações exacerbadas de minha parte, mas virei fã mesmo, não tem mais volta, a partir daqui é só amor e sofrimento – na verdade, já desde este livro foi muito sofrimento, o que acontece com Jamie é o retrato de uma crueldade humana por demasiado real e eu preferia nunca ter lido e ainda estou tentando me recuperar, não estou nem um pouco afim de ver isso na série de TV, mas no final só fez com que eu admirasse ainda mais o Jamie e a Clarie; é a Diana Gabaldon brincando com nossas emoções, destruindo-as e reconstruindo-as.
Não vejo a hora de ler o próximo, assim que o primeiro livro chegou aqui em casa mandei uma mensagem para a Saída de Emergência no facebook perguntando dos próximos, o que eles me adiantaram é que pretendem lançar o segundo ainda esse ano e assim que tiverem a data definitiva, eles a divulgarão nas redes sociais e no site, então é ficar na torcida para que isso se concretize!
Como eu disse no começo, é um comprometimento literário, mas diferente de muitos livros que você fica com pavor das continuações, morre de raiva quando sai mais um ou mesmo desiste da série por ter medo de estragar tudo o que você já leu até então, Outlander é o tipo de série que nunca você lerá o suficiente, fico muito feliz só de pensar que ainda poderei ler, sofrer por e amar Outlander por muito, muito tempo. E o melhor de tudo: tem a série de TV para potencializar toda a experiência!
E termino com a foto (em no link da resenha para ver) dos brindes do livro que recebemos de parceria (quem comprou o livro na Bienal SP de 2014 também ganhou), sendo que o que está escrito na camiseta e no bóton representa exatamente a sensação pós-Jamie.

site: http://lerimaginar.com.br/blog/2014/09/17/a-viajante-do-tempo-diana-gabaldon/
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mics 25/12/2014

este livro não tem historia! ta , ela viaja no tempo, e se adapta a ele. só! decepção!
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LariGaigher 25/12/2014

Melhor livro do ano!
Claire Randall é uma ex-enfermeira que acabou de sair de um período de guerra, no qual ficou seis anos sem ver seu marido, Frank Randall, com quem é casada há quase 8 anos. Para recuperar o tempo perdido e restabelecer a relação, os dois decidem passar um período em Inverness, um lugar no qual Frank tem muitos antepassados sobre os quais quer aprender mais.

Em uma dessas excursões, Claire conhece Craigh na Dun, um círculo de rochas muito antigo que carrega uma aura de magia, no qual antigos rituais ainda são praticados, e é lá que o acontecimento mais inacreditável da vida de Claire acontece: ela "desperta" na Craigh na Dun de 1743, no meio de conflitos entre escoceses e ingleses.

É no meio deste conflito que Claire conhece o antepassado de seu marido, Jack Randall, do qual tem que fugir após um ataque e como consequência é levada para o clã Mackenzie, onde encontra segurança, mesmo que limitada, e onde Claire começa sua trajetória.

Em suas precisas 800 páginas, Diana Gabaldon nos transporta para uma era totalmente diferente com suas precisas descrições de costumes, cultura e cenários da Escócia. O livro todo, inclusive sua narrativa tem o poder de demonstrar exatamente a época em que se passa. A autora consegue inserir descrições de acontecimentos característicos da época, e mais especificamente da cultura escocesa, sem fazer parecer que é um tedioso livro de história, ou que são informações desnecessárias, jogadas na história a esmo. Pelo contrário, todos os detalhes de uma punição por roubo por exemplo, ou superstições e lendas, são enquadrados com maestria à história e contados com muita veracidade. O livro é grande exatamente por isso, a autora não nos poupa detalhes da Escócia de 1743, criando uma cuidadosa ambientação, como se nos apresentasse aos costumes da época, assim como Claire está sendo apresentada.

A própria narrativa tem esse "que" de histórico, e apesar dessa característica mais rebuscada que nos transporta para 1945, e em seguida para 1743, ela é fluida e dinâmica, sem nunca nos deixar entediados ou se tornar massante. Essa é uma das qualidades do livro, nunca ser chato, são 800 páginas que se lê brincando e sem vontade alguma de largar o livro por um momento sequer.

Exatamente por ser um livro tão grande eu tive certo receio em me aventurar nele. É o tipo de livro que eu adoro, com uma temática até então inexplorada por mim, mas que mesmo assim me fez ficar com um pé atrás sem saber se teria ou não história suficiente para tantas páginas, mas me surpreendi com a dinâmica do livro. Diana transcorre a história lentamente, raramente fazendo intervalos muito grandes entre os acontecimentos narrados, e ela faz isso sem em momento algum tornar o livro cansativo ou massante já que que a cada novo dia da vida de Claire temos algum acontecimento novo, alguma nova informação, de modo que a história é fluida, apesar de toda a discrição feita.

Há ainda o fato de que o casal protagonista forma uma ligação muito natural, sem ter nada forçado. Pelo contrário a relação deles se constrói lentamente, firmando suas bases na amizade e no companheirismo, para só então começar a florescer o amor. Os dois percorrem um longo caminho até perceberem e assumirem que o que tem é mais do que simples atração ou amizade, é amor puro e sincero.

Além de tudo isso há ainda os personagens que são construídos com maestria pela autora. Cada um tem uma personalidade marcante, com uma característica que o distingue de todos os outros. Jamie é um personagem intenso, um típico escocês orgulhoso e corajoso, ao passo de que Frank é monótono e sem atrativos, e seu ancestral é cruel e sem compaixão. De qualquer maneira, cada personagem tem suas qualidades e defeitos, e são em sua maioria carismáticos ou no mínimo despertam o nosso interesse.

O enredo é muito bem explorado pela autora, com todos os conflitos da época demonstrados de forma verídica, dando um ar de plausibilidade ao livro. Percebe-se claramente que o livro tem uma base de pesquisa muito bem feita, que vão desde a geologia da Escócia, a botânica medicinal utilizada por Claire.

De todas as maneiras esse livro é perfeito, sem deixar brechas, com tudo muito bem explorado e desenvolvido. Os personagens, a narrativa, o enredo, a ambientação, é tudo brilhante e torna o livro ideal pra quem, assim como eu, gosta de romances históricos. Outlander se tornou sem dúvida o melhor livro do ano!


site: www.romanceseleituras.com
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Andreza 20/12/2014

O MELHOR QUE LI NO ANO
Falar deste livro será uma tarefa complicada, devido ao fato de não poder contar spoilers, por isso tentarei ao máximo ser direta ao falar sobre os protagonistas, e o que esse livro me fez sentir enquanto lia. Como é dito na sinopse, o livro conta a história de Claire que viaja no tempo de 1945, para 1743 nas terras altas da Escócia, ela descobrirá que o passado é o seu futuro.

A história começa com Claire e seu marido tentando estabilizar o casamento que esteve interrompido pelos acontecimentos da 2ª guerra mundial, Claire é uma enfermeira e seu marido quer lecionar, casados há 8 anos e sem filhos, eles tentam recomeçar o casamento mas são interrompidos, pois, Claire é transportada para o passado deixando o presente para trás. Na Escócia conhecemos aqueles que se tornarão as pessoas mais presentes e importantes na vida de Claire, a começar por Black Jack, um antepassado de seu marido, que só se parece com ele fisicamente, é um personagem detestável, e cruel, todos os sentimentos de ódio e revolta que se sente com o livro são devidos ao que ele faz, suas ações são tão nojentas quanto o personagem. Temos o Clã Mackenzie, que é composto por principalmente, Collum Mackenzie o líder, Dougal Mackenzie que é o irmão de Collum é responsável por atividades que o líder não pode executar, existem outros personagens importantes neste clã, mas não os citarei, temos então alguém que está no clã mas não faz parte dele efetivamente, como descobrirão no livro (não posso dar spoiler #sofrendo) Jaime Fraser, que virá a ser o melhor amigo de nossa protagonista.
CONTINUA NO BLOG

site: http://www.estantevoadora.com.br/review/outlander-a-viajante-do-tempo-diana-gabaldon/
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Ana Luiza 19/12/2014

Resenha do blog Mademoiselle Loves Books
Após o final da Segunda Guerra Mundial, o casal Claire e Frank Randall viaja para a Inverness, na Escócia, para se reconectarem depois de tantos anos praticamente separados. Mas, além da segunda lua de mel, o casal está ali também para pesquisar sobre Jonathan “Black Jack” Randall, um antepassado de Frank. Apesar de ainda terem muito carinho um pelo outro e estarem felizes, é inegável que há certa estranheza entre o casal, causada, provavelmente, pelas terríveis experiências da Guerra, onde Frank serviu como soldado e Claire como enfermeira.
Apesar da tradição católica, a Escócia também é marcada de tradições pagãs e certo ar místico, algo que Claire e Frank logo percebem. Movidos pela curiosidade, o casal presencia um ritual druida na montanha de Craigh Na Dun, que abriga um círculo de pedras, um monumento megalítico. Uma entusiasta por botânica, Claire volta ao círculo em outro momento, para colher uma planta que chamou muito a sua atenção, mas que ela não conseguira identificar. Mas, quando toca em uma das pedras do lugar, Claire acaba sendo jogada no passado, fato que ela demora um pouco a perceber.
Vendo homens com roupas antigas, Claire pensa ter esbarrado em uma gravação de algum filme, mas, a surpresa maior é quando ela esbarra em um homem muito parecido com seu marido Frank, mas que ela descobre ser o antepassado do mesmo, o Black Jack Randall. Randall não é um dos homens mais cavalheiros do mundo e, encontrando uma inglesa estranha, no meio do nada e em roupas inapropriadas, ele supõe que Claire é uma prostituta e está prestes a violentá-la quando um escocês a salva, mas apenas para torná-la prisioneira dele.
O homem que salvou Claire a leva para junto de seu grupo: escocês típicos, vestidos com kilts e armados até os dentes. Apesar de assustada, Claire não consegue segurar seus impulsos de enfermeira ao ver um dos homens do bando machucado e sendo tratado de forma errada. Ela assume os cuidados do homem ferido, chamado Jamie, o que desperta o respeito, mas ainda mais desconfiança do resto do bando. Incertos da identidade da moça – seria ela uma prostituta, uma espiã, uma bruxa? -, o grupo leva Claire consigo para o castelo do clã Mackenzie, clã ao qual o bando pertence.
Claire rapidamente se adapta ao ambiente, para ela, estranho e começa a buscar maneiras de voltar até Craigh Na Dun e voltar para seu próprio tempo. Entretanto, a tarefa não será fácil. Presa na violenta Escócia de 1743, com sua complicada política de Clãs, onde as mulheres têm pouquíssimo, quase nenhum, poder e voz, e os ingleses são odiados, será que Claire conseguirá, sozinha, completar sua missão? Quanto mais tempo se passa, mais a mulher vai compreendendo a dinâmica da sociedade escocesa da época, mas também atraindo suspeitas e inimigos. Entretanto, Claire também faz amizades e aliados, especialmente com um certo jovem escocês. Como ela, Jamie guarda muitos segredos, mas a amizade entre eles surge naturalmente, assim como uma atração inegável. Entretanto, seria Claire capaz de trair Frank e Jamie de se envolver com uma inglesa? Claire ainda quer voltar para casa, para seu tempo, mas será possível que ela possa encontrar mais motivos para ficar do que para voltar?
Desejei Outlander: A Viajante do Tempo, primeiro volume da série Outlander, desde o seu lançamento e, apesar de já ter grandes expectativas para o livro, acabei sendo em muito surpreendida ao longo de suas 800 páginas. Apesar de muito extensa, a minha leitura foi extremamente rápida e devorei esse gigante em apenas três dias! E como consegui isso? Bom, eu simplesmente não conseguia parar de ler!
A Viajante do Tempo me conquistou logo nos primeiros parágrafos, especialmente por causa da narração em primeira pessoa da Claire. Meio cínica e muito irônica, a protagonista passa longe de ser aquele tipo de personagem feminina bobinha e dependente. Claire é uma mulher forte, decidida, corajosa e muito benevolente, do tipo que fala palavrão mesmo e enfrenta qualquer pessoa, até mesmos escoceses altos, bravos e armados. Entretanto, felizmente, a autora não deixa também de mostrar as fraquezas, os defeitos, os medos e anseios da protagonista. Apesar de ser forte, Claire não é inabalável, e o leitor se cativa muito com essa personalidade tão humana.
De fato, todos os personagens de Gabaldon são humanos e complexos. Todos têm personalidades fortes e papel na história. Claire, claro, foi minha favorita. Mas é impossível não amar e suspirar por Jamie. Um exímio guerreiro, um homem inteligente e bonito, Jamie é um bruto e um fofo ao mesmo tempo. Ele é leal, corajoso, divertido e marcado por um passado de muitas alegrias, mas também muitas dores. Jamie não é o príncipe perfeitinho do cavalo branco, ele tem defeitos e comete erros, e isso apenas o torna mais incrível – e o sonho de qualquer mulher. Por ser tão extenso, o livro ainda tem muitos outros personagens, todos marcantes, e gostei de absolutamente todos.
Além de personagens incríveis, Gabaldon ainda me cativou com a excelente e fluída narrativa, assim como a trama extremamente bem bolada e bem desenvolvida. A Viajante do Tempo nos surpreende a cada momento e conquista com sua história recheada de ação, emoção e romance. Outro ponto a favor da autora foi a extensão de seu conhecimento histórico, Gabaldon conseguiu explorar com perfeição os costumes, assim como os conflitos, da época. Algo que amei é que a autora não nos mostra só o lado “bonitinho”, ela também explora a brutalidade do período, a violência, os jogos políticos, as batalhas, a falta de higiene, etc. Outlander é uma aula de história sobre a Escócia do século XVIII, mas também uma viagem ao lugar. O belíssimo cenário é explorado com perfeição e, além de sentir-se na época, o leitor sente-se também no local.
Estou até agora maravilhada com Outlander: A Viajante do Tempo, que entrou para a lista dos favoritos e me deixou louca não só pelos outros livros da série, mas também pela adaptação para a TV que a história ganhou. Também fiquei morrendo de vontade de visitar a Escócia e conhecer as belas paisagens e os lugares históricos citados no livro.
Outlander: A Viajante do Tempo pode ser uma leitura extensa, mas não é cansativa e vale muito a pena. Depois que se começa, é impossível parar de ler essa fantástica e emocionante história. O leitor viaja junto com a protagonista, mas, diferente dela, não deseja voltar. Outlander agrada fãs de diferentes gêneros, desde romance romântico, romance de época, até aventura, fantasia, e muito mais! Indico esse livro para todos!
A edição também não decepcionou. A tradução está perfeita, não encontrei nenhum erro, e a diagramação também – adorei o detalhe no início das diferentes partes do livro. Eu amo essa capa, que combina perfeitamente com a história.


site: http://mademoisellelovebooks.blogspot.com/2014/12/resenha-outlander-viajante-do-tempo.html
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