A Viajante do Tempo


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Resenhas - A Viajante do Tempo


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Nanda 25/02/2015

Faltou história!
Pense em livro desnecessariamente longo!
Comecei a ler com muita expectativa, achando que serio O Livro, mas como de praxe só me decepcionei. A história é realmente boa, mas a autora perde um pouco a noção no decorrer das páginas. Primeiro que eu achei um absurdo as agressões e violências sofridas por Claire, um mulher que aliás tinha uma personalidade moderna para a época, o mais impressionante é que ela aceita e se conforma com aquilo!!! Como assim??!! Tentei achar que a questão da violência era por causa da época e tal, mas... não desceu.

Outro ponto péssimo foi a repetição incessante da infância de Jaime. Tipo: ele conta logo no início da relação com Claire que era uma criança levada e que apanhava muito do pai (relação violenta novamente), depois de alguns capítulos a criatura passa mais 300 páginas (exagero) contando novamente e novamente como Jaime apanhava do pai. Não tinha outra coisa pra contar? Eu já tinha entendido da primeira vez.
É uma história que parece promissora, mas infelizmente se perde no longo caminho, pois na minha opinião não eram necessárias 800 páginas para no final de tudo o enredo se focar apenas no romance de Claire e James.
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Ana Paula 22/02/2015

A Viajante do Tempo
Quando ganhei este livro, me animei com a sinopse, uma enfermeira que trabalhou em um hospital para soldados durante a segunda guerra mundial que através de um acontecimento acaba viajando no tempo. Infelizmente, pelo menos pra mim, um romance é iniciado no meio da história e tudo passa a gira em torno do casal e sua paixão. Uma história que poderia ter sido contada em 400 páginas, foi escrita em 800, o que tornou a leitura um pouco chata às vezes. Além da dificuldade que tive para entender o que escritora escrevia em alguns momentos. O trama tomou um fôlego no fim e fiquei até animada. É algo pessoal, este livro já vendeu mais de 20 milhões de cópias, mas o estilo da narrativa não faz "meu tipo". rs
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Jessie 22/02/2015

A Viajante do Tempo {Resenha Paraíso Literário}
Já faz um tempo que estava de olho nesse livro, mas quando eu finalmente o vi pense: nossa! Que livro enoooooorme! O mais engraçado é que conforme fui lendo a quantidade de páginas parou de me assustar e comecei a devorar avidamente a obra da Diana Gabaldon.

Outlander conta a história de de Claire, uma inglesa que se tornou enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, ela é casada com Frank Randall, cuja profissão é professor universitário, mas que também estava lutando durante a guerra. Com o fim do conflito eles estão novamente juntos e, em função do amor que Frank tem por história e principalmente pela história de sua família, decidem ir para uma cidade no norte da Escócia chamada Inverness.

Ao passear pela cidade, Claire encontra um círculo de pedras chamado Craigh na Dun. Mesmo o lugar possuindo uma aura diferente, meio mística, ela se surpreende ao ver uma cena que só pode ser descrita como singular e por isso ela volta lá mais tarde, tentando encontrar uma explicação razoável para aquilo que viu. E é desta forma que Clair se torna a viajante do tempo!

Claire encontrou uma fenda no tempo, ao passar pelas pedras ela acessa esta fenda temporal. Ela está no mesmo lugar de antes, com as mesmas roupas que usava no momento que passou pelas pedras, mas cerca 200 anos antes de seu tempo. Ela é encontrada pelos homens do clã McKenzie e não entende nada do que aconteceu e as dúvidas daqueles homens (ela é uma prostituta? Uma bruxa? Uma espiã?) precisam ser esclarecidas para que ela volte a ficar segura.

Para tentar resolver aquela questão eles decidem levá-la com eles até que a melhor solução se apresente. É assim que Claire e Jamie se conhecem. Ela é obrigada a se casar com Jamie para que não caia nas mãos do grande vilão: um antepassado de seu marido Frank. Mas casar-se com Jamie... isso seria errado! Como ela poderia se casar com outro quando já era casada com Frank? E fazer isso quando estão em de lua-de-mel! Claire precisa tomar uma decisão que pode mudar absolutamente tudo!

Fãs de fantasia: apostem em Outlander porque ele é o tipo de livro que não tem como errar. E pra quem não gosta: você tem que ler também, a história criada por Diana Gabaldon é madura, repleta de ação e reviravoltas e, acima de tudo, bem escrita. Aprendemos sobre a cultura escocesas que, não sei vocês, mas da qual eu não sabia muita coisa, principalmente a sociedade de 1743.

Com personagens concretos e um enredo envolvente, o primeiro livro da série Outlander, faz com que desejemos um número maior de páginas para ele, que não possui poucas (são 800 páginas, segundo o Skoob). Quando finalmente cheguei ao final só conseguia pensar: "não, nada disso! Eu preciso de mais!". Fazia um tempinho que não me sentia assim e estou grata por ter conseguido ter esse mix de emoções que A Viajante do Tempo provocou em mim.

Uma coisa que não poderia deixar de comentar é que a capa da Saída de Emergência ficou PERFEITA, sem quaisquer ressalvas. É, de longe, uma das mais lindas que recebi ano passado e já tem um lugar de destaque na minha estante . Olhem a capa antiga e a atual abaixo.

Bom, em breve termino o segundo livro da série e volto aqui para contar para vocês o que achei, o que posso adiantar é que minhas expectativas estão altíssimas (assim como estavam para esse primeiro volume) e tenho a impressão de que ainda vou me surpreender com o que a autora vai fazer.

site: http://www.paraisoliterario.com/2015/01/resenha-viajante-do-tempo-outlander-1.html
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anasazi 18/02/2015

Quando ganhei os dois primeiros volumes da série, ainda não tinha ouvido falar sobre o livro, o seriado de tv ou a autora.
A premissa não era nova. Viagens no tempo são um "plot" bastante comum para fãs de fantasia e ficção científica. Neste caso, a história está totalmente voltada para a fantasia e o sobrenatural.
O livro, escrito e protagonizado por uma mulher não deixa dúvidas quanto a isso. É realmente um livro "feminino". E embora toda a pesquisa histórica que a autora diz ter feito, algumas coisas pareceram muito inverossímeis. Como a naturalidade com que uma mulher, no final dos anos 40 e em pleno pós-guerra lida com a sexualidade. Neste ponto, faltou acuridade histórica.
O livro é longo e cansativo muitas vezes. Apesar de sempre estar acontecendo alguma coisa, com muita ação e aventura. São muitas páginas descrevendo as paisagens, e a descrição física de personagens, inclusive dos secundários e dispensáveis.
Ainda assim a curiosidade em saber o que virá a seguir nos faz continuar virando página a página.
Confesso que fiquei desanimada ao descobrir que seriam 8 livros. Mas, a perspectiva das cenas de batalha e revolução me deram novo fôlego.
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Bruna 17/02/2015


A história começa em 1945, logo após o final da Segunda Guerra Mundial. Claire Randall, uma enfermeira que trabalhou em hospitais militares durante a guerra, está em Inverness, Escócia, em uma segunda lua de mel com seu marido, Frank Randall. Frank é um estudioso e professor universitário de história, que também atuou na guerra, como integrante do serviço secreto britânico. Os dois passaram seis anos separados, e agora estão num momento de reencontro e de se conhecerem novamente. Como um aficionado por história e por sua genealogia, Frank aproveita a estada em Inverness para pesquisar sobre um de seus antepassados, Jonathan Randall, um capitão do exercito britânico do século XVIII.

Em um dos passeios pelo local, Claire conhece uma colina com fama de amaldiçoada, que tem um círculo de pedras no topo. E um dia, enquanto estava sozinha no topo da colina, Claire toca em uma das pedras verticais, a maior de todas, e se vê, inexplicavelmente transportada para 1743. E é aí que a história começa de verdade.

Claire se vê “hospede” do poderoso Clã MacKenzie. Ela é suspeita de ser uma espiã inglesa, e portanto, mantida contra a vontade na propriedade. Enquanto vive ali, Claire começa a atuar como curandeira do local, e se destaca por suas habilidades de cura. Apesar de ser inglesa, ela não pode recorrer ao exercito inglês, uma vez que sua chegada foi marcada por um encontro nada amigável com Jonanthan Randall, o perverso capitão e ancestral de seu marido. Black Jack, como é conhecido, é um homem cruel, que não mede esforços para conseguir as informações que deseja, e ele também desconfia que Claire seja uma espiã. E enquanto isso, tudo que ela deseja é voltar ao círculo de pedras, e assim, para seu tempo e marido.

No meio dessa loucura, ela conhece Jamie, um jovem do clã MacKenzie, que obviamente guarda vários segredos, pelo menos dela. Ele é um fugitivo dos ingleses com cabeça a prêmio, e tem as costas cobertas de cicatrizes, marcas de um açoitamento mais que violento ordenado pelo Capitão Randall. Jamie é sobrinho do líder dos MacKenzie, e os poucos vamos descobrindo mais coisas sobre esse incrível personagem, e vamos tomando conhecimento de uma verdadeira rede de intrigas e traições, quem não respeita nem laços familiares.

O relacionamento entre Claire e Jamie foi muito bem construido, e nada daqueles romances instantâneos. Eles se envolvem por necessidade: ela precisava de proteção, e ele a oferece. Os sentimentos só vieram depois.

Esse é um livro muito bem escrito. A narração é em primeira pessoa, feita pela Claire, e esta se tornou uma das minhas protagonistas favoritas. Claire é forte, corajosa, um tanto quanto tupetuda e não tem medo de se arriscar. Algumas atitudes dela me irritaram, mas então me coloquei no lugar dela, uma mulher do século XX jogada naquele tempo, e a entendi. Jamie é o mocinho perfeito. Um guerreiro nato e destemido, também um homem culto para a época. Mas, além de tudo, alguém preocupado com aqueles a quem ama. Uma alma altruísta e capaz dos maiores sacrifícios pelos outros. Impossível não amar! *-*

A voz dos meus pensamentos parecia a de tio Lamb. Minha família e tudo que eu conheci como amor quando era criança. Um homem que nunca me falara de amor, que nunca precisara, porque eu sabia que ele me amava, tão certo como eu sabia que estava viva. Porque onde todo o amor existe, não há necessidade de palavras. É tudo. É imortal. E se basta.
Pág 742

Outlander é uma trama composta por personagens muito fortes e marcantes, todos muito bem construídos. A autora não coloca ninguém ali aleatoriamente. Se alguém teve um pequeno destaque em um momento, basta esperar um pouco, que logo teremos uma definição mais explicita desse personagem.

Alguns que tiveram especial destaque foram os irmãos Callun e Dolgal MacKenzie, Geillis Ducan e Jennie Fraser. E claro, não podemos nos esquecer de Jack Black Randall, o grande vilão do livro. Esse cara é foda! De um jeito cretino e cruel, mas é um personagem mais que marcante e de uma importância inestimável. Quando acreditava que o tinha entendido, vinha alguma nova revelação e reviravolta. E apesar de ser o principal vilão do livro, ele não esteve presente o tempo todo, o que foi legal. Muitos dos problemas que nossos protagonistas enfrentaram não foram causados diretamente por Randall.

O livro é dividido em 7 partes, cada uma composta de vários capítulos. Isso é interessante, porque cada parte aborda um tema em especial, e em todas elas temos um pico de ação nos acontecimentos. Fiquei absolutamente vidrada no livro, e nem liguei para suas 800 páginas. A escrita da autora é viciante, e o trabalho da Saída de Emergência ajuda a leitura a fluir. A diagramação está impecável, a capa é maravilhosa, as letras tem um tamanho ideal para leitura.

O livro é incrível! A autora soube dosar bem história, romance, drama, humor e aventuras. É um livro que agradará amantes de vários gêneros literários. Mas devo avisar sobre o considerável teor de violência. Não pense que esse é um fofo romance de época, no estilo dos publicados pela Arqueiro. Oulander é um livro adulto, que mostra claramente os costumes da época em que se passa. E estamos falando de uma época marcada por radicalismo religioso e crendices, caças as bruxas, baixos índices de higiene, e muita violência. Aqui conceitos de infância e família não são como hoje em dia. Há traições e intrigas em todas as instâncias, e é difícil saber em quem confiar. E mais, é uma época em que a violência física, e mesmo estupro, eram usados como forma de impor e demonstrar poder. E Diana não foi nada sutil ao mostrar tudo isso. Sem falar nas cenas de sexo, que não são nada explicitas ou vulgares, mas que estão presentes.

Bom, essa resenha ficou imensa, mas foi impossível resumir. A história é muito complexa, os personagens muito impactantes, então foi impossível falar de tudo em poucas linhas. Mas mais uma vez volto a recomendar o livro. Não se intimidem pelo tamanho, pois o conteúdo compensar e muito.

site: http://meumundinhoficticio.blogspot.com.br/2015/01/resenha-outlander-viajante-do-tempo.html
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Mari Siqueira 13/02/2015

História, amor, romance e ficção
Viagem no tempo, amor e suas consequências. A mistura homogênea de ficção científica e romance na série de Diana Gabaldon se mostra tão incrível quanto fantástica. Há alguns anos ouvi falar de A Viajante do Tempo pela primeira vez, porém, eu não podia imaginar que esta viria a ser uma das minhas mais ricas leituras. Rica em todos os sentidos. A narrativa cheia de detalhes, transporta o leitor para outros lugares e outros tempos, sem permitir que ele desgrude do livro.

Confesso que a princípio suas oitocentas páginas me assustaram, mas depois de pouco tempo percebi que a autora poderia ter escrito mais dez mil páginas e eu nunca me cansaria de ler. O texto de Gabaldon mostra pesquisa, profundidade, cultura e história. Foi uma das leituras mais intensas que eu já fiz e por isso, demorei mais que de costume para absorver cada capítulo. Uma trama bem construída, que engloba ficção e história na medida certa, é algo raro, mas o que eu encontrei em Outlander foi além disso. Uma obra de arte, um leitura memorável.

1945. Final da Segunda Guerra Mundial. Em meio a famílias dilaceradas, amantes separados e filhos que morreram em combate, Claire e Frank voltam para casa. Marido e mulher foram separados pela guerra por cinco anos. Em um clima de lua-de-mel, o casal tenta recuperar o tempo perdido e reconstruir a vida de onde pararam. A pequena cidade de Inverness é onde eles decidem recomeçar.

Inverness é uma cidade no norte da Escócia, onde muitas lendas sobre bruxaria e paganismo circulam. O que Claire não poderia imaginar é que os mitos e histórias contadas pelas pessoas são verdadeiros. Após encontrar um estranho círculo de pedras, ela se vê atraída para aquele local. As pedras são um portal e a jovem enfermeira vai voltar no tempo, para 1745, em uma Escócia dominada por clãs, onde a selvageria é lei.

Desnorteada, perdida e confusa, Claire encontra um rapaz muito parecido com seu marido. Se trata do capitão Jonathan Randall, um ancestral de Frank. O capitão, porém, como vamos percebendo, é um sádico, cruel e desumano, bem diferente do tão amável marido de Claire no futuro. Como sua história é bastante inacreditável, a jovem inventa uma outra versão sobre sua origem. Tudo é tão surreal, que às vezes ela mesma gostaria de poder acreditar no que diz.

Em tempos em que as mulheres eram tratadas como propriedades e deviam se submeter aos homens, Claire teme por sua segurança. Quando o capitão Randall está prestes a estuprá-la, um guerreiro a salva e a leva para seu clã. O clã em questão é o dos Mackenzie, um poderoso grupo de guerreiros escoceses que vive em guerra com os ingleses. Muitos relatos históricos sobre a Grã-Bretanha são feitos pela autora, os clãs escoceses, inclusive, tiveram um papel muito importante na real história da Escócia. A riqueza de detalhes e fatos verídicos é fruto de intensa pesquisa e anos de dedicação da autora para que apesar de fantástica, a história tivesse elementos realistas.

No clã dos Mackenzie, Claire encontra um rapaz ferido. Um escocês lindo, chamado Jamie. Por seus conhecimentos médicos, a moça cuida de seus ferimentos e acaba virando sua amiga. A amizade, no entanto, não é tudo que o destino reserva para eles. Uma intensa paixão e um amor verdadeiro vão surgir desse relacionamento e enquanto os dois protagonizam cenas fofas, românticas e apaixonantes, nós leitoras suspiramos eternamente.

Jamie se tornou um dos meus personagens favoritos. Ele dilacerou meu coração tantas vezes no primeiro livro, que tenho medo de não conseguir aguentar os próximos volumes da saga. O jovem escocês ruivo e de olhos claros, tem uma inocência, uma pureza e ao mesmo tempo uma coragem ímpar. Poucas vezes me apaixonei tanto por um personagem, espero que Claire saiba merecê-lo.

Em um romance que fala sobre viagem temporal e amor em tempos de guerra, cada segundo é precioso. Outlander evidencia isso com inúmeros trechos onde pequenos efeitos podem alterar o curso das coisas. O futuro pode ser escrito, mas Diana Gabaldon permite que o passado seja reescrito. O destino, a fé, a coragem e o amor verdadeiro vão acompanhar essa viajante do tempo, que tem a vida dividida em duas épocas, mas seu coração só pode permanecer em uma. Outlander é um portal, como o círculo de pedras, que me levou para outros tempos, roubou meu coração e o entregou à Jamie Fraser.

" - Cortar a garganta é mais fácil, mas faz muita sujeira.
Inclinei-me para pegar a adaga.
- Seria bem feito para você se eu o fizesse - observei. - Filho da mãe convencido.
O sorriso visível por baixo da curva do seu braço se ampliou ainda mais.
- Sassenach?
Parei, a adaga ainda nas mãos.
- O quê?
- Eu morreria feliz." (p. 300)


site: http://loveloversblog.blogspot.com
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Appromances 12/02/2015

A história inicia-se no ano de 1945. Narrado em primeira pessoa por Claire, somos apresentados a uma mulher de vinte e sete anos enfermeira que, após o fim da II Guerra Mundial, é finalmente capaz de desfrutar a lua de mel. Ela casou-se alguns anos antes e o casal nunca foi capaz de viver uma vida conjugal por causa da guerra. É bom frisar isso, senti que Frank não estava tão focado na viagem de lua de mel, era absolutamente enfadonho e chato. (*revirando os olhos*)
Claire se quer poderia imaginar o que o destino reservava para a sua vida, quando escolheu uma manhã dar um passeio sem a companhia do marido em Craig Na Dun, um círculo de pedra mágico. Quando de repente é projetada do século XX para o século XVIII, na Escócia de 1743.

A nossa protagonista não é o tipo de donzela em perigo, pelo menos, isso é o que ela pensa a maior parte do tempo. Ela é audaciosa, teimosa e às vezes irritante! Quando se vê então em outra época, aonde ninguém não confiava nela e não sabe qual será o seu destino tenta se adaptar as tradições e costumes, até que tenha uma oportunidade de fuga. Enquanto isso acaba fazendo amizade com Jamie; um homem misterioso que, capaz de quase tudo, exceto uma coisa: ficar longe de problemas.
A relação que se estabelece entre eles se aprofunda, assim sendo, para assegurar a sua vida e escapar da teia de intriga que a rodeia no clã dos MacKenzies, o casamento indesejado com Jamie seja a única coisa que poderá salva-la, mesmo ela tendo um marido em outra época. Gente! Uma das dores emocionais mais devastadoras é a traição, mas no caso da Claire me peguei tendo um olhar extremamente condescendente.


A única certeza da qual a nossa heroína tem é que há uma inegável química entre os dois e de um jeito intenso ela se envolve por mais que não seja um relacionamento definido. Não é à toa que ela se sentisse assim, sutilmente percebemos que o rústico guerreiro é extremamente romântico, o seu jeito é apaixonante, ele também é inteligente, de bom caráter e, é lógico como qualquer um tem defeitos.
Nossa! Fazia-me suspirar cada vez que chamava carinhosamente Claire de “Sassenach”.
Além dos personagens principais há muitos outros apresentados: como o repulsivo e sádico Capitão Jack Randall, os desconfiados MacKenzie, o rabugento, mas sempre protetor Murtagh e outros! No entanto, o que me fez amar este livro e me fez decidir que valeu a pena ler foi o personagem do Jamie. Minha parte predileta da sua personalidade era seu senso de humor, não há como não amar seu jeito provocante até nas piores situações rendia boas risadas.

Diana Gabaldon transposta de maneira muita habilidade o leitor para a Escócia de 1743, mostrando como a vida naquela época era muito cruel e nem sempre justa. Ela conseguiu descrever muito bem o cenário e as pessoas que habitavam a país daquela época fazendo com que o leitor se pegue virando as páginas com a respiração suspensa vibrando de ansiedade e emoção! Li algumas resenhas onde disseram que a leitura foi lenta. Eu não senti o mesmo, apesar das 800 páginas, achei a leitura hipnotizante e fluindo muito bem até o final.

A história é envolvente, cativante e, sedutora, protagonizada por personagens marcantes. Eu amei as referências as lendas antigas, os termos lingüísticos pertencentes à época, porém nada complicada. Tal como eu disse no início, fiquei empolgada para conhecer essa história e tudo que eu posso acrescentar é que esse livro me deu palpitações, lágrimas e sorrisos em vários momentos.
Eu gostei da capa do livro, ela é simples e captura muito bem a atmosfera da história. Agora me sinto a vontade para acompanhar á série de TV, e recomendo sim esse livro, ele superou sem dúvidas, minha expectativa, entrou para minha lista de melhores leituras.

site: http://www.apaixonadaporromances.com.br/2015/02/a-viajante-do-tempo-outlander-diana.html
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Raphaela Rcmas 12/02/2015

Comparação entre o livro e a série
Foi a sinopse que me fez ter vontade de ler o livro e encarrar as 800 páginas que viriam pela frente, mas eu consegui e valeu muito a pena. Como vocês leram acima, Claire, personagem principal, é transportada para 1743. Isso acontece em um circulo de pedras que ficam no alto de um monte chamado Craigh na Dun. – Podemos dizer que o circulo é como um Stonehenge, só que menor- Já no século XVIII, Claire chega no mesmo ponto de quando saiu de 1945, no alto do monte. Lá ela conhece Jonathan Randall, um ancestral do marido, que tem uma semelhança física muito grande com Frank, porém nada parecido no caráter e nas qualidades. Entre uma discussão com Randell, Clairoutlandere é resgata – ou sequestrada, talvez- por um membro do Clã Mackenzie e levada para junto do restante do grupo que está em uma cabana. Nessa mesma cabana é onde ela conhece o jovem Jamie. E aí, a história se desenrola.
Quando eu comecei a ler, já estava prá lá de claro que a dúvida que Claire teria seria por causa do Jamie, se ela ficaria ou não com ele, afinal estamos lendo um romance. Porém o que acabou me surpreendendo foi a maneira como eles ficaram juntos. Na minha cabeça iria acontecer algo que geralmente acontece em romances, porém eu não tinha parado para refletir -até então- que o livro é narrada em 1743, ou seja, a maneira como eles ficaram juntos me surpreendeu. Depois de passado o momento em que eles finalmente ficam juntos eu me perguntei: E agora, o que mais tem para ser contado? eles já estão juntos. - isso por que ainda faltavam muuuuitas folhas para o fim do livro- Mais uma vez a Diana veio e me surpreendeu, por que depois que eles ficam juntos muita coisa acontece. -não vou falar que coisas para não ter spoiler, mas confie, tem história-
Depois de já não me aguentar mais de curiosidade e de já estar bem adiantadinha no livro resolvi que iria começar a ver a série, só pra ver como estava. - Sim, sou daquelas chatas que gosta que a adaptação siga o livro e não que o diretor e roteirista construam uma nova versão da história- E aí minha gente outra surpresa, QUE ADAPTAÇÃO SEN-SA-CI-O-NAL.Sem Título-1 Tá certo que algumas coisinhas foram adaptadas para que não houvessem explicações demais, que para a série não tinha necessidade, até por que cada episódio tem em média 55 minutos, então se podemos cortas, vamos cortar. Mas fora isso, ela é ótima. Segue bem a história que a Diana escreveu, e a mesma fez uma participação em um episódio -s01xe04- Por enquanto apenas oito episódios foram lançados, mas ao todo serão 16. Então aproveita o tempo de hiato para ver os oito primeiros por que o nove só sai em abril. :( Para dar um gostinho deixo aqui o trailer.
Espero ter despertado o interesse de vocês por essa incrível história. Até o próximo. Tchau!

site: https://entaodeixaqueeuteconto.wordpress.com/2015/02/11/outlander-livro-1-e-primeira-temporada/
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Luh 09/02/2015

Outlander: A Viajante do Tempo - Diana Gabaldon
Quando conhecemos Claire logo de cara percebemos que ela não é uma mulher que se encaixe exatamente nos “padrões” da época dela, impulsiva e desbocada, ela sempre fala o que pensa mesmo não sendo o mais apropriado para a situação. Quando ela vai para Inverness, uma cidadezinha nas montanhas da Escócia, ela espera que essa viagem a reaproxime de seu marido Frank, já que a guerra fez com que eles ficassem muitos anos separados.
Logo após Claire e Frank presenciarem um ritual mágico em Craig na Dun, um círculo de pedras no meio da floresta, ela se sente terrivelmente atraída a voltar ao lugar do ritual, e quando toca em uma das pedras, é inexplicavelmente mandada para outro tempo, sua vida começa a mudar, talvez para sempre.

“Jamie. Jamie era real, é verdade, mais real do que qualquer coisa já fora para mim, até mesmo Frank e minha vida em 1945.”

Claire vai parar no ano de 1743, onde tudo o que ela conhece é diferente, tem que se adaptar rapidamente para que ninguém descubra sua real “condição”. Obviamente no meio de seu caminho ela faz amigos, inimigos e acaba encontrando um certo rapaz que desperta os melhores e piores sentimentos em Claire. Ela vai amá-lo? Mas e seu marido? Tentar voltar para o seu tempo ou aceitar a sua nova vida, e com isso seu novo amor, que talvez seja seu verdadeiro amor? Essas são apenas algumas das questões que Claire enfrenta ao longo da sua jornada.

Meu Deus minha gente, que livro é esse? Sério, acho que um dos melhores livros da minha vida! Uma história bem construída, rica em detalhes e descrições sem ficar chato ou maçante, tem amor, paixão, intrigas e cenas de ação incríveis! Se você ainda não leu, pare tudo agora e vá ler! Acho que não tem nada que eu não tenha gostado no livro, todos os personagens são tão bem construídos que mesmo aqueles que são “maus”, são bons. Dá para entender? Espero que sim.

As descrições das paisagens da Escócia são incríveis, dá muita vontade de conhecer os lugares citados nos livros, com todas aquelas montanhas e árvores, parece ser um lugar mágico, com certeza se um dia eu tiver a oportunidade vou visitar esse país.
Óbvio, que meu personagem favorito é o Jamie, e olha que ele não é o vilão, mesmo não sendo o mocinho o tempo todo. Ele é uma pessoa normal, que tem suas virtudes mas também comete erros e paga por eles, adoro quando os autores abordam suas personagens desse ângulo, como seres humanos normais, como nós. Claire também é fantástica, uma mulher forte e determinada, que corre atrás dos seus objetivos.

“Um escocês das Terras Altas em roupas de gala é uma visão impressionante – qualquer um, por mais velho, feio ou desgracioso que seja. Um jovem escocês das Terras Altas , alto, empertigado e de forma alguma feio, visto de perto é de fazer perder o fôlego”
Há uma série de televisão baseada nessa série e até agora está sendo bem fiel aos acontecimentos, não deixem de conferir!


site: http://estantedasbruxas.blogspot.com.br/2015/01/resenha-outlander-viajante-do-tempo.html
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isa25 08/02/2015

Surpreendente
“A Viajante do Tempo” conta sobre Claire Beauchamp Randall, uma ex-enfermeira da 2ª Guerra Mundial que, durante uma viagem com o marido Frank, acaba descobrindo um circulo de pedras onde bruxas realizam ritos todas as manhas. Ao se aproximar demais das pedras, acaba indo parar no passado e a primeira pessoa com quem se depara é um antepassado de Frank, e que é idêntico a ele (só na aparência). Claire é “resgatada” por um clã escocês e conhece Jamie, um rapaz gentil e corajoso. Nas tentativas de voltar ao seu tempo, Claire acaba criando ligações que não esperava, o que complica ainda mais sua volta à Escócia de 1945 e à seu marido.
Quando comecei a ler o livro, não sabia direito sobre a história, só sabia que se tratava de uma viagem no tempo (dã!). Pensei que o livro tivesse muita ação e aventura. Ter, tem, porém não tanto quanto imaginei. Mas tem romance. Muito. E muitas cenas beeeem impróprias para menores de 18. Sério, essas cenas correspondem a 80% do livro inteiro.
Mas se engana quem pensa que é um livro chato, cansativo. Adorei a escrita da autora, ri muito lendo esse livro, um dos mais engraçados que já li (pelo menos até metade dele, quando acontece algo horrível!). As personagens são todas muito bem detalhadas, adorei a escrita em primeira pessoa pela Claire, que não é uma daquelas personagens femininas que reclamam de tudo e que é totalmente dependente de homens.
Jamie é simplesmente o homem dos sonhos de qualquer garota. Quase um Mr. Darcy, só que mais ‘sassy’. Não acho que haja algo sobre ele que não tenha gostado. Claro que ele tem suas falhas, mas isso o torna ainda mais ‘perfeito’.
Os personagens secundários tiveram muita importância na história, como Dougal, Collum, Murtagh e Geilie. Adorei o modo como a autora escreveu o antagonista, capitão Randall, que conseguiu perfeitamente passar a imagem de um homem de sangue frio, sem coração e completamente louco. Em certas partes eu tinha tanta raiva dele que queria tacar um tijolo na cara dele, especialmente por causa de tudo que ele fez com Jamie. Não posso falar mais, para não dar spoiler.
Quanto ao cenário da história, achei que a autora poderia ter detalhado um pouco mais sobre as paisagens da Escócia, mas aprendemos bastante sobre a cultura deles, que é bem interessante.
O desafio literário pedia um livro ambientado em outro país, mas achei que seria muito fácil, pois a maioria dos livros se passa nos Estados Unidos, então marquei esse livro que é num país não tão 'usado' no mundo literário.


Concluindo: Amei o livro, pretendo continuar lendo a série, mas não tão cedo. Pensava que era uma trilogia, e ao pesquisar descobri que são 7 (na verdade 8, se contar com o que ainda não foi lançado aqui no Brasil), todos com aproximadamente 900 páginas. O tamanho pode assustar, mas acreditem: vale à pena.

site: http://marcadordesonhos.blogspot.com.br/2015/02/resenha-outlander-viajante-do-tempo.html
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Psychobooks 07/02/2015

Há muito tempo queria ler "Outlander - A Viajante do tempo" e me aventurar na série (gigantesca) de Diana Gabaldon. Com o início da série na TV minha vontade aumentou e quando a Saída de Emergência anunciou que relançaria os livros, sabia que a hora da leitura tinha chegado. Minhas expectativas estavam nas alturas e sabia que seria um caso de amor intenso ou ódio profundo. Tudo se resumiria a:

Jamie Fraser, como não te amar? - aka Enredo - aka Se jogando de cabeça na Escócia - aka Você disse KILT?

Claire está em 1945 de férias com seu marido Frank Randall na Escócia. Eles estão no pós-guerra; ela enfermeira, ele um agente especial. Os dois ficaram anos separados e agora têm que se acostumar novamente um com o outro. Estão em Inverness, onde Frank pesquisa sua árvore genealógica, em especial Black Jack Randall, um oficial inglês que lutou contra o Levante Jacobita em 1745.

Aqui faço um à parte para explicar para vocês algo MUITO IMPORTANTE: Essa parte é bem morosa, mas de suma importância para toda a construção do enredo posterior, então aqui vai minha dica: perseverem nesse começo, fiquem atentos a tudo o que é falado e se preparem para o amor que vem depois.

Toda lenda escocesa começa com a frase "Há duzentos anos..." E é lá em 1743 que Claire vai encontrar o seu futuro no passado. Confuso, mas romântico, gente! O Levante Jacobita é palco para a volta ao passado de Claire e é lá que conheceremos Jamie Fraser e entenderemos todos os motes desse retorno da protagonista.

Narrativa e desenrolar da trama - aka Claire, divide o Jamie, pfvr?
A narrativa é em primeira pessoa sob a visão da Claire, que é superbem-vinda. Claire tem ótima voz narrativa e consegue passar muito bem todos os seus sentimentos e inserir o leitor na trama e informar sobre a Escócia de 1743 sem parecer didática.

O leitor vai se acostumando à Escócia e seus costumes junto com ela. A autora fez um ótimo trabalho de pesquisa e é possível ver toda a preocupação que teve em ambientar a história de modo que o leitor enxergasse tudo o que se passa sem que o embate de passado/ presente ficasse estranho.

Cenas de ação; plot-twist; cliffhanger... Mais alguma ferramenta, Diana?
O livro - e a série - é enorme. São 800 páginas com inúmeros acontecimentos, desde pequenos contratempos até grandes plot-twists que vão deixar o leitor de cabelo em pé.
Cada virada de página pontuada por uma nova inserção de Diana. A grande sacada da história, para mim, foi o enconto de Claire com Black Jack Randall logo que ela chega ao passado. Randall é A CARA de seu marido, então desde o início o passsado é para ela marcado por um sentimento de conhecimento com estranheza. Ela conhece esse homem e ao mesmo tempo ele é um completo desconhecido.

Diana é rica em suas descrições. As cenas de luta são ótimas e é possível "enxergar"o que acontece. Lendo "Outlander", a gente passa de leitor a espectador.

Personagens e seu papel no... Ah, gente, vamos logo falar do Jamie pronto
São inúmeros personagens apresentados e todos têm um papel superimportante na trama. A história é ricamente construída tendo como base o romance de Claire e Jamie e sua luta interna com o compromisso firmado no futuro com Frank, e a certeza de seu amor no presente/ passado.

Todos os personagens têm sua personalidade bem-construída e amadurecem na trama, mas é Jamie quem mais se revela para o leitor - para Claire, na verdade - e quem mais ganha vulto na trama. Ele é leal, corajoso, fofo, sexy...

O livro e a série
Para mim é sempre difícil falar de adaptações, pois acho que elas nunca ficam à altura do livro. Em "Outlander", a série está diferente do livro, mas as mudanças feitas até o momento deram ainda mais corpo ao enredo e amarraram ainda melhor toda a história. A atriz escolhida, Caitriona Balfe, conseguiu passar toda a angústida de Claire e tem uma química perfeita com Sam Heughan, o ator que interpreta Jamie, deu para ver pelos gifs, né?

Vale a pena, Alba?
É raro encontrar enredos onde a leitura nos puxe constantemente. Onde seja vital que continuemos a ler, onde a história implore para ser lida, ser revelada. Onde a química salte às páginas e toda a construção seja tão real e palpável.
Super-recomendo!

site: http://www.psychobooks.com.br/2014/12/resenha-sorteio-outlander-a-viajante-do-tempo.html
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Milla Carvalho 25/01/2015

"Eu teria imaginado que tudo não passava de algum tipo de espetáculo à fantasia..."
A primeira vez que li sobre Outlander - A Viajante do Tempo foi sobre uma reportagem a respeito de um novo canal que traria esta história em série. Inicialmente, pensei que seria algo SCFI. Perdoe-me a ingenuidade. (risos) Porém, ao ler mais a sinopse e os comentários de alguns internautas, trata-se de um drama épico, do jeitinho que eu iria amar.

Logo, Outlander se tornou meu livro de desejo. E por sorte, acabei ganhando num amigo secreto de uma amiga que também se encantou pela história. Mirela, mais uma vez meu obrigada.

Então do que se trata o livro? A história se passa na Escócia, quando Claire Randall e seu marido Frank se reencontram depois do fim da II Guerra Mundial, com o intuito de reavivar o casamento depois de anos separados pela guerra. Assim, ambos embarcam numa segunda lua de mel. Contudo, o que deveria ser simples momentos de amor e intimidade, acaba se tornando surpresa e desalento.

Em uma manhã ensolarada, Claire resolver visitar Craigh na Dun, um tipo de círculo mágico formado por pedras que dizem ter sido cultuado por bruxas no passado. O que ela não sabia é que estava prestes a entrar num portal para uma nova vida.

A partir de sua transição,nossa mocinha se vê em um lugar hostil, onde ingleses e escoceses brigam por poder no séc. XVIII. Assustada com sua viagem no tempo e sem a menor ideia de como voltar, Claire terá que usar sua sabedoria em esconder sua origem e sobreviver em um lugar onde não é benquista,

Diana Gabaldon soube muito bem como explorar sua trama, com elementos fortes e uma narrativa fluida e impecável. Repleta de ação e momentos de suspense, a autora soube dosar um pouco de tudo na história. Trouxe não só elementos históricos, mas também curiosidades sobre os Escoceses e o modo de vida do século XVIII. E ainda, desencadeou um romance muito forte e o estigma sobre o que acontecerá com o futuro, se as mudanças que Claire fez pode vir a interferi-lo.

Pois é, 799 páginas de drama, amor, dor, superação, crueldade, vilânia, surpresa, medo... tantos sentimentos e um único livro. Uma única história. Em uma teia do tempo maravilhosamente bem feita. Parabéns, Diana Gabaldon. Quero ver o que vais aprontar no volume 2 de Outlander.

‪#‎Recomendo‬ #MaisUmLivroParaNãoEsquecer #Incrível #DesafioDeLeitura2015 ‪#‎item49‬ ‪#‎UmLivroBaseadoEmOuSeTransformouEmUmProgramaDeTV‬
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Milla 21/01/2015

Extraordinário!!!
Esse livro me tirou o sono e quando eu finalmente conseguia dormir, acabava sonhando com montes verdejantes, escoceses, tiros pra todo lado e uma mulher perdida que poderia muito bem ser eu mesma! História maravilhosa e surpreendente! Embora, a autora em alguns momentos seja detalhista demais, creio que se não houvesse esses detalhes ela não conseguiria passar para o leitor a emoção necessária para nos encantar com os personagens, e nossa! que personagens são esses?! Simplesmente tão reais e envolventes, que realmente acreditamos em suas aventuras e reviravoltas. O cenário da história não é de todo imaginário, quando decidi que ia ler esse livro, eu fiz uma breve pesquisa sobre a Escócia e sua história no século XVIII, e depois de ler o livro, vi que muitas coisas realmente batiam com a realidade do país nesse século, o que fez com que a história se tornasse ainda mais interessante e real. Não consigo resenhar sobre os principais fatos da história, porque são muitos os fatos, o máximo que consigo expressar é que a história é ótima, muito bem desenvolvida e criativa, mas eu recomendo esse livro para pessoas que já são acostumadas com livros grandes e histórias profundas, caso contrário, terá dificuldade em ler por completo e sem pular partes do livro.
Sem dúvidas um dos melhores romances que já li em toda a minha vida! Estou completamente encantada com a Diana Gabaldon e sua genialidade, e com toda certeza irei ler seus outros livros e continuações de OUTLANDER!
E para quem esta receoso de assistir o seriado com medo de se decepcionar, vai lá e assisti sem preocupação, pois a série é muito fiel ao livro, embora algumas cenas tiveram que ser mudadas, para que ficasse mais apropriado para um seriado, mas atenção: Até o momento se tem disponível apenas a primeira temporada e até o oitavo episódio, pois a série deu uma pausa e voltará apenas a ser exibida em abril, isso se não adiarem mais, porém para nossa alegria já está confirmado a segunda temporada de Outlander, que será baseado no segundo livro.
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Pri 16/01/2015

FENOMENAL!
Bom, pra começar o que me fez ler esse livro foi a série, e mesmo sabendo que devia ser bom, eu não imaginei a extensão ! Eu nunca choro em livros, tipo nunca, mas esse livro me trouxe todas as emoções...eu ria alto, e chorava e sofria e gritava e durante essas 800 páginas eu me apaixonei por cada detalhe dos personagens, pela Escócia e por essa autora que criou esse livro maravilhoso! E você termina ele querendo que seu sobrenome seja Sra. James Fraser....tudo que eu tenho a dizer.
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