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Prova de Fogo

Maze Runner - Livro 2

James Dashner
Resenhas
Mais Comentadas
37 encontrados | exibindo 1 a 5
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F. Pierantoni 23/05/2012

Maze Runner: Prova de Fogo
A espera foi angustiante, mas acabou. Maze Runner: Prova de Fogo (V&R Editora) está aqui. Um dos principais expoentes da literatura infanto-juvenil “survivor”, James Dashner enfrentava uma tarefa quase tão árdua quanto escapar do Labirinto: escrever um livro tão bom quanto Correr ou Morrer. Para isso, apostou num novo Experimento.

O Labirinto terminou. O perigo, longe disso. Nessa nova etapa dos planos do CRUEL, Thomas e os Clareanos precisam cruzar o Deserto. Calor, frio, tempestades, fome e sede. Como se não bastasse tudo isso, os garotos ainda terão de lidar com um enxame de Cranks, humanos lunáticos, transformados em bestas selvagens por uma doença voraz. E, é claro, não podemos nos esquecer do Grupo B...

Prova de Fogo segue a fórmula de Correr ou Morrer. E isso é ótimo. O suspense continua poderoso, as reviravoltas constantes. A violência? Ainda maior. Tudo isso já seria o bastante para garantir o sucesso do livro, mas o autor fez questão de evoluir e trabalhar um pouco mais com emoções e sentimentos. Algumas situações ficaram forçadas, outras constatações um tanto repetitivas, mas é positivo ver um autor consagrado se mobilizar a sair de sua zona de conforto.

Tão instigante quanto o livro um, é triste que o segundo volume tenha sido lançado com uma série de problemas de revisão. São erros de digitação, palavras trocadas, espaços duplos, itálicos faltando e até frases sem nenhum sentido. Equívocos tolos, tão fáceis de serem notados que não sei como não foram corrigidos. Talvez tenha sido a pressa de lançar a obra antes da Bienal 2011. Quem sabe essa pressa também tenha prejudicado a tradução do livro. O mesmo tradutor que bolou nomes tão divertidos quanto “trolho” e tão inquietantes quanto “verdugo” preferiu não arriscar dessa vez. Deprimia-me cada vez que lia a palavra “Crank” – além de bobo, o fictício termo estrangeiro não instiga qualquer associação ou imaginação em nossos cérebros brasileiros. Além disso, por que trocaram o nome da doença Fulgor por Fúria? Outra bola fora.

Apesar desses danos externos, a série continua arrebatadora. James Dashner usa e abusa de seus ganchos e capítulos curtos, tornando o ato de fechar o livro uma tortura. James Dashner, você é cruel.

Mas tudo bem.

Cruel é bom.
Alexandra 22/09/2013minha estante
Gostei muito de a Prova De Fogo . Leiam vocês vão Ama


Ju 14/03/2013minha estante
Concordo plenamente! esses erros de revisão poderiam ter sido evitados, mas o livro não deixou de ser incrível por isso. Terminei Prova de Fogo mais confusa do que o primeiro, com certeza! É tipo, como assim????? PRECISO DO PRÓXIMO VOLUME!



Jack Sabino 30/10/2012minha estante
De fato, suas resenhas são ótimas! Concordo em muito com vc... os erros de português e concordância são desanimadores.... certamente tem toda cara de que foi na pressa de lançar o livro. Fúria perdeu o sentido e Crank fez perder o medo, como o aconteceu com Verdugo.

Eu dei 3 estrelas porque achei que o livro perdeu além do ritmo o fator novidade. Achei a narrativa lenta demais, sem muita empolgação.... mas deixou ainda as dúvidas que todos nós queremos saber, que é o que continua instigando a narrativa. Afinal, cruel é bom? Você está afirmando que é? hahahaha....


Camila 27/07/2012minha estante
hahahahaha Cruel é bom. Ótimo!


Ana 14/05/2012minha estante
Mal vejo a hora de ler, peguei emprestado e quem me emprestou já falou que é o máximo :) A única coisa que me desanima é os erros que você citou. Mas, fazer o que né. HAHA e gostei do final da resenha *-*


Lumine 15/03/2012minha estante
"James Dashner, você é cruel.

Mas tudo bem.

Cruel é bom." haaahahhahh muito espertinho..


Ed 17/10/2011minha estante
haha, adorei a resenha :D


Déia 20/09/2011minha estante
Uauuuu, adorei a resenha!
CRUEL é bom.
Isso me causa arrepios.
rsrsrsrsrsr


Letícia 14/09/2011minha estante
"Cruel é bom" HAHA (Y). Concordo, você resenha muito bem... preciso ler esse livro!


Leandro Braga 12/09/2011minha estante
Cara, vc resenha mt bem. Só aumentou minha expectativa pelo 2º livro. Pena que tenha esse erros na diagramação do livro.




Tavares 25/09/2011

Catástrofe e Ruína Universal: Experimento Letal.
Sabe aquele livro que rasga, tritura e queima sua mente e vira seus sentimentos de cabeça para baixo? Não? Então: bem-vindo ao segundo livro de Maze Runner - Prova de Fogo.

Confesso que fiquei 12 horas seguidas lendo a obra de James Dashner. Sem parar. E digo mais: o Labirinto não foi nada. Preparem-se para um Mundo onde um pequeno olhar esconde segredos que você preferiria não saber. Segredos ditos que fazem você odiar um personagem. Que fazem você ficar encantado por ele. Que fazem você querer ser ele. E segredos que te elouquecem.

Ira. Compaixão. Coragem. Alegria. Frieza. Covardia. Fracasso. Manipulação. Sufoco. Traição. Morte. Felicidade. Vida. Humor. Superação. Sinceridade. Mentira. Sarcasmo.

Sim. James Dashner consegue incluir tudo isso em 400 páginas. E muito mais. Ele faz com que você viva ao lado de Thomas, Tereza, Minho, Newt, Caçarola e os outros Clareanos. Todos estão mais maduros. Outros personagens surgem: um Grupo B, Cranks, criaturas nojentas e Homens de Branco. Novos desafios são propostos. Piores que o Labirinto. Entretanto, tudo é justificado em nome de uma coisa: a Humanidade.

O defeito da obra está em apenas um lugar: a edição. Palavras erradas. Falta do itálico em certas frases. Mudança do tipo de papel. Mudança de termos. Aba muito grande, atrapalhando o início e término da leitura. Porém, são erros que não atrapalham em nada. Insignificantes comparados à excelência do conteúdo.

Se em Maze Runner - Correr ou morrer - você era aconselhado a correr, correr e muito. Em Prova de Fogo você é aconselhado a mentir, mentir e muito.

No fim das contas:
CRUEL é bom?
Eu não teria tanta certeza disso.

Contudo, CRUEL será esperar pelo 3° livro.
Ander 13/04/2012minha estante
Realmente! Terminei o livro e não sei nem como fazer uma resenha, como fazer uma resenha sobre algo tão bom e incrível? kkkkk Vai ficar uma bagunça, vc conseguiu fazer certinho, parabéns hehe'


Ander 30/03/2012minha estante
Incrível sua resenha, estou terminando e pqp amandando demais esse volume *-*
QUERO O 3° LOGO!!!


Tavares 27/12/2011minha estante
Muito obrigado! O livro é incrível e as surpresas são sensacionais! Seria um pecado revelá-las, estragaria quase tudo, né? :D


Stella 19/11/2011minha estante
Muito legal a sua resenha,deixa o leitor com uma vontade louca de ler o livro mas sem contar nada do enredo que possa acaba com as surpresas.
:DDDD




Adriano 25/04/2012

Poderia ter sido excelente
Depois de ler o livro 1 Correr ou Morrer, com todos aqueles verdugos e lutas épicas no final, realmente achei que o Segundo livro seria surpreendente. E foi. Mas merece algumas considerações.
O enredo se mostrou muito bom, com os garotos no salão conhecendo Aris e descobrindo sobre o grupo B, composto exclusivamente de garotas, e que assim como eles também tiveram a experiência de passar pelo Labirinto. Os cadáveres pendurados no teto foram um show a parte.
Os Clareanos descobrem que para sobreviver, precisam atravessar um deserto e chegar a um ponto determinado pelo CRUEL, e que têm duas semanas pra fazer isso. E esse trajeto é o pano de fundo da história.
Eu esperava um amadurecimento dos personagens, o que seria natural, visto tudo o que passaram na Clareira, mas não foi o que aconteceu. Thomas mais parecia uma criancinha mimada de 9 anos. Minho se tornou o líder e mesmo mostrando ser inteligente no Labirinto, o autor achou melhor transformá-lo em burro. E Teresa continuou sendo só chata mesmo.
Os dois aprontam coisas que não tem a menor lógica com tudo o que passaram antes. Não faz sentido Minho ter feito o que fez dentro do prédio. Não vou dar spoilers, quem ler vai entender.
Outra coisa. Pensa comigo, se eu tenho um amigo que fala comigo telepaticamente, e por alguma variável do destino, nós nos separamos, o que eu faço? Bem acho que tentaria contatá-lo com a mente não é? Thomas talvez não chegue a conclusões muito difíceis como essa...
Além de tudo, em alguns momentos eu quase cheguei a pensar que James Dashner era na verdade algum pseudônimo de Cassandra Clare ou Stephanie Mayer, tamanha era a chatice do Thomas e seu amor platônico por Teresa. Em algumas partes até parecia uma novela mexicana, com “explosões de sentimento” e talz. Amar ou não amar Teresa, eis a questão.
Outra coisa que não entendo é por que nas traduções para o português, as pessoas não escrevem a palavra “bunda”, mas sim traseiro. Você conhece alguém que diga traseiro? Nem eu. E também não acho que seja uma palavra “feia” ou “imoral”, como alguns politicamente corretos dizem por ai. E falando em tradução, deveria ter havido uma melhor revisão antes de publicá-lo, pois há trechos que estão sem a pontuação correta e há algumas palavras a mais. Não é nada que estrague a narrativa, mas acho que deve ser considerado, visto o sucesso da obra.
Os pontos positivos ficaram a cargo dos Cranks, com aquela loucura desvairada e aquela vontade de comer os narizes alheios, da tempestade e das lutas com as criaturas. Foi épico. Nisso com certeza o autor acertou.
Apesar dos pontos negativos que citei, não achei o livro ruim. Mas não consigo simplesmente deixar de registrar essas esquisitices. Acho geniais livros de fantasia como esses, mas os autores precisam tomar cuidado com esses detalhes. O que poderia ter sido excelente, ficou apenas muito bom. O terceiro logo vai ser lançado e fica a expectativa para um melhor amadurecimento dos personagens. E descobrir se CRUEL é realmente bom ou não. A ver.
Jack Sabino 30/10/2012minha estante
Dei uma estrelinha a menos que vc.... Thomas, apesar de ser o protagonista, está de longe de ser "o verdadeiro líder" pra mim. Mas eles passam por tantas coisas que acho normal tantas inconstâncias de sentimentos... estão ali contando apenas uns com outros...

Minho é de longe meu preferido... talvez pelo sarcasmo genuíno de sua personalidade... o incidente no prédio também achei estranho, já que ele era tão maduro como corredor no labirinto, o que me fez "apaixonar" pelo personagem... mas, como senti que o livro teve uma narrativa lenta, tinha que ter algo para encher um pouco as páginas e também não deixar cair o medo e aventuras constantes a que os Clareanos estão acostumados...

Estou ansiosa para ler "A Cura" ...


Adriano 26/10/2012minha estante
Quando eu falei sobre o "traseiro", foi apenas uma forma de criticar as editoras por um puritanismo exagerado. Mas eu continuo sem conhecer ninguem que fale desse jeito.
Não me lembro de ter criticado o fato de os personagens terem errado em algumas situações, apenas que eles não amadureceram o suficiente. Se toda a estória do livro tivesse começado no Prova de Fogo, aí eu poderia até relevar as idiotices do Thomas. Mas se considerarmos todas as experiencias que ele e os amigos passaram no Labirinto, aí fica, sim, difícil de engolir.
Quanto ao número de estrelas...bem, aí é uma questão de gosto.
O Thomas "é o mais maduro entre todos eles"?! KKKKKK.


Agnes 23/10/2012minha estante
Thomas tenta contatar sim pela Teresa com a mente, várias vezes. E não acho que tenha "explosões de sentimento", ele simplesmente havia se apaixonado por ela e ficou abatido pelo que ela fez. Também não gosto da atitude de Minho, mas ele é humano. Ninguém é perfeito. Ele amadureceu bastante em algumas coisas, mas outras não. Normal. Thomas não parece uma criança mimada. Em nenhum momento eu pensei nisso. Na verdade, ele é o mais maduro entre todos eles, com certeza.
Esse livro merece 5 estrelas por tudo que ele faz sentir, por todo o enredo e ideia original, então discordo com a sua resenha.
E ah, eu conheço sim gente que fala traseiro.




Ander 13/04/2012

Como escrever sobre uma coisa tão incrível!?
Não sei nem por onde começar essa resenha, não sei pq mas eu consigo fazer tão rápido uma resenha sobre um livro que tem muitos defeitos, parece que tudo flui bem, mas ai quando me deparo com um livro impecável como este, fico muito perdido, sem saber oq fazer.
Queria fazer uma resenha perfeita, demonstrando cada coisa que eu senti ao ler esse livro, mas isso não é uma coisa fácil de se fazer, ainda mais para uma pessoa como eu, que não tem o hábito de fazer resenhas de todos livros que lê.

Mas como não escrever algo sobre uma coisa tão boa? Como não querer contar para todo mundo o quando um livro apenas pode mexer contigo em todos os sentidos, pode te deixar agoniado, surpreso, animado, curioso, louco de arrancar os cabelos pra descobrir toda essa mitologia criada pelo James D. Não tem como negar que a cabeça desse autor é genial, com uma inteligência bem notável, parece que antes dele escrever os livros de Maze Runner, tudo já estava planejado, tudo estava nos eixos sem nenhum defeito, quero dizer, deixando só um defeito no ar: A vontade de NÃO parar de ler, a vontade de querer descobrir tudo ao mesmo tempo, mas não podemos negar que James D. sabe prender seu leitor até o fim, e nos matar a cada final do livro, com mais de mil perguntas no ar!(Sim isso não parece uma resenha, está mais para um “desabafo” só meu: confuso e doido.)

Mas voltando ao 2° volume de Maze Runner!
Prova de Fogo, nos mostra a continuação de Thomas, Teresa e os ‘clareanos’, depois de conseguirem finalmente sair do terrível labirinto!Quando pensamos que nada pode ficar pior do que já está, sempre nos enganamos, e é ai que James D. te coloca em outro “mundo” mais louco que o do Labirinto. Outros mistérios surgem, muitas perguntas, algumas traições, será que é realmente uma traição? Hehe.

É como se não tivesse mais motivos para acreditar em mais nada daqui pra frente, nem no nosso querido protagonista, quem arrisca que ele ainda pode nos surpreender no próximo volume? Eu não duvido mais de nada referente à criatividade e doideira do autor. *-*

O ritmo do livro é alucinante, uma coisa imbatível e sensacional! Não dava para acreditar que as coisas só pioravam, e do meio pro final, com alguns outros personagens envolvidos na história só tinha como melhorar ainda mais!

Teresa foi a grande surpresa, eu ainda estou com uma pulga atrás da orelha sobre ela, não sei se acredito em tudo que ela contou, às vezes penso que ela está falando a verdade, mas como escrevi antes, não tem como acreditar em mais nada agora, só lendo o próximo para saber.E o que dizer sobre o ‘romance’ de Teresa e Thomas, poxa é tão bom, eles tem uma ligação tão clara, e quando acontece aquelas coisas tudo fica tão real hehe, é incrível como tudo se completa e tem sentido nesse livro.

Os “Crank”(É isso mesmo ? kkk) foi um dos pontos altos na historia, foi mesmo de se agoniar, loucura total! Mas doideira mesmo foi aquela reta final: I N C R Í L V E L !!!

Ah e como não comentar sobre a grande dúvida de todos: ”A final CRUEL é bom ou não?”...Hmm eu realmente não tenho certeza de nada, não quero nem arriscar, mas não sei se o termo “O Fim justifica os meios” é algo que eu apóie totalmente rs(:

Não vou contar muito, tanto pq se eu contar vou acabar soltando coisas que podem estragar as surpresas das pessoas que vão ler. *-*

Enfim, a conclusão que tenho desse livro é que James Dashnr se tornou um dos meus autores favoritos e Maze Runner tem tudo pra fechar com um final PERFEITO! E não tenho medo de arriscar que vai ser assim, esse volume só confirmou o quando essa trilogia é incrível e me ganhou totalmente! \o/ \o/ \o/




Ander 25/02/2013minha estante
HAHAHA! Pode deixar que não dou spoilers não, mas espero que você curta mais que eu. =X


Flavinha 23/02/2013minha estante
Meu to com o pé atras com a Tereza tb, não vejo a hora de ler a Cura. Não em dê spoilers rsrsrs




AndyinhA 08/03/2013

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Talvez o único ponto que tenha me incomodado bastante seja o fato de apesar de ser uma distopia, ainda não sabemos o que levou o fim do mundo ou porque ele se encontra daquele jeito. Ok, a explicação não é de extrema necessidade para o entendimento da história, mas acredito que se tivesse pelo menos mais coisas soltas ou teorias poderia ter sido melhor. Entendo que o livro queira passar a ideia de ‘rato de laboratório’, mas às vezes ficou com a impressão de que isso ficou mais constante do que a história.

Apesar de ser uma continuação e manter a mesma ideia de fuga e de não saber aonde estamos e quem somos de verdade, posso dizer que são outras provações que Thomas e os Clareanos passam e isso tudo se torna ainda mais assustador ao descobrir que a ideia da clareira era apenas a ponta do iceberg, que os testes, mentiras e manipulações continuam. Durante muitas partes do livro via a ideia geral como um grande ‘Jogos Vorazes’, pois sabemos que alguém os controla e quando querem intervêm, mas ao contrario do outro livro onde os participantes tinham certeza, aqui ficamos com aquela sensação, será que vão entrar agora? Será que vão deixar o A ou o B morrer?

Para saber mais, acesse: http://www.monpetitpoison.com/2012/10/poison-books-prova-de-fogo-james-dashner.html
victor lopes 23/04/2013minha estante
na verdade tem bastante explicação pra isso.
O que aconteceu foi uma explosão solar mto forte, que causou o Fulgor! Mta gente morreu e outras pessoas ficaram doentes, se tornaram Cranks, que dominaram tudo!
Basicamente é isso!




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