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O Sol é Para Todos

Harper Lee
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Elisa 18/06/2014

O Sol é para Todos
Livro incrível! Análise no blog :)

site: http://ba-bookaholicsanonimos.blogspot.com.br/2014/06/resenha-o-sol-e-para-todos.html
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Amanda 14/05/2014

To kill a mockingbird
A simbologia do enredo é uma parte tocante. O livro trata de esperança, do amadurecimento, do despertar dessas crianças para as tramas e injustiças que acontecem ao seu redor. Atticus é uma personagem extremamente representativa, pois possui uma sabedoria e uma visão de mundo que parecem não ser compatíveis com a mentalidade ainda conservadora da cidade.

O título original do livro, To kill a mockingbird, faz referência a um pássaro que não existe no Brasil. Em uma pequena passagem no texto eles fazem referência a esse pássaro (que está traduzido como pássaro imitador) dizendo que nunca devemos matar um pássaro imitador, ou mockingbird, pois eles apenas cantam para alegrar os corações. Vemos claramente que o ‘mockingbird’ é uma alegoria que possui grande significado sobre algumas pessoas desta cidade.

O livro é lindo. Embora seja narrado por uma garotinha, o texto é suave, envolvente e, mesmo que seja de décadas atrás, é muito atual. Maycomb é uma cidadezinha que pode representar qualquer cidade do mundo com seus preconceitos, suas rivalidades e seus heróis. Um clássico da literatura estadunidense que todos devem ler; traz lições que podem te fazer chorar ou sorrir, mas, com certeza, vão te fazer pensar.

+ no blog

site: http://enlatadosliterarios.wordpress.com/2013/03/06/o-sol-e-para-todos-to-kill-a-mockingbird-harper-lee/
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Barbara 21/04/2014

Livro Maravilhoso
Esse livro está na lista dos melhores livros que já li, é simplesmente lindo.
Não entendo pq os blogs e vlogs literários qdo falam dele enaltecem tanto o lado sério, que seria no caso o racismo. Quando peguei o livro pensei com meus botões: respira fundo pq será um daqueles clássicos chatos.
Caramba, o livro é escrito por uma criança de 8 anos, uma menina para ser mais exata, super pentelha, curiosa, e que tem o poder d suavizar a temática... Deixando o livro em muitos trechos divertido! Indico esse livros principalmente para os pais, pois dá uma puta lição de educação, e indico para os estudantes de direito, pois trata muito bem do social e da moral jurídica. Mas no fundo serve para td mundo! acho q uma criança com 12 anos já poderia curtir bastante o livro.:)
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Manuela 01/02/2014

Fechar um ciclo para começar outro. Fechar um livro para iniciar outro. Mas como me desvencilhar dos murmúrios que ainda me tomam, trazidos por "O sol é para todos"?

Na noite de ontem, um 31 de janeiro intenso, cheguei à ultima página do melhor livro que li nos últimos tempos. E foi um número considerável de livros, e tem sido cada vez mais.

"To kill a Mockingbird", um título muito mais interessante do que aquele que se dispôs a tradução. Os Mockingbirds, pássaros cantores, cuja atividade cotidiana é cantarolar, podem ser lembrados pelos leitores de "Jogos Vorazes" por ser uma das partes genéticas que gerou o ficto "Mockingjays" (creio que seja esse o nome). Na pequena cidade, encrustrada em Alabama, não há pecado maior do que atirar em um Mockingbird.

Nessa mesma cidade vivem os irmãos Jean Louise (Scout) e Jem, filhos do velho Atticus, único advogado da família Fintch, que os cria com o auxílio de Calpurnia, uma mistura de doméstica e babá, e referência feminina das crianças que perderam a mãe quando Scout tinha apenas dois anos. E é a menina Scout que nos conta a emocionante história, com a leveza e sutileza passíveis apenas em crianças, de uma cidade, de uma cultura, de uma sociedade, com suas dubiedades e crenças.

Haper Lee conseguiu entrar para a história literária com um único livro. Apenas este, em toda a sua vida, que ainda se mantém, foi publicado. Não sei se outras foram criadas, mas esta persiste no tempo, tem edições esgotadas, e custam pequenas fortunas no estante virtual, rs.

Há um arrependimento, ter encontrado esse livro tão somente agora, prestes aos 30 - ainda que me restem alguns anos para esse momento tão bausaquiano.

Fechei o ciclo, mas duvido que a pequena Scout deixe de passear por minhas memórias e pare de me contar sobre seus truques e travessuras, sobre a descoberta do seu mundo, e sobre Boo Radley - quando o capítulo final resolveu que era chegado o momento de arranhar meu coração.

Àqueles que persiste qualquer receio, encarem a história sem medo. Vale a pena.
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Thami 05/01/2014

Uma, duas argolinhas: O Sol é Para Todos
Marie Louise – ou Scout, como todos a chamam – é uma menina vivendo em Maycomb, uma cidadezinha no Alabama. No começo do livro, parece que a história não vai muito além disso: as aventuras e travessuras dela, de seu irmão mais velho, Jem, e de Dill, o amiguinho que aparece nas redondezas durante o verão. Há um grande mistério que é ponto de partida para muitas destas aventuras e que eles fazem de tudo para desvendar: o vizinho, Arthur (Boo) Radley, sobre quem eles ouvem várias histórias esquisitas e que não sai nunca de casa.

Contudo, conforme as personagens vão crescendo, começamos a vislumbrar, através dos olhos de Scout, o mundo adulto que os cerca e ficamos sabendo que Atticus, o pai de Jem e Scout, foi o advogado escolhido para defender Tom Robinson, acusado de estupro. Todas as provas apontam que Tom, na verdade, é inocente, mas nada é tão simples: Tom é negro, em uma sociedade que acaba de passar pela Grande Depressão e ainda extremamente preconceituosa. Scout não entende muito bem o que está acontecendo e, apesar de não saber o que significa “nigger-lover” (ouvi dizer que traduziram como “xodó de criolo” na edição brasileira), ela fica ofendidíssima ao ouvir outras pessoas acusando Atticus de ser um, porque pelo tom que as pessoas usavam, parecia ser algo muito ruim.

Se levarmos em conta apenas o clímax do livro, o julgamento de Tom Robinson, podemos dizer sem correr muitos riscos que o livro trata de racismo. Mas, analisando de uma maneira mais ampla, percebemos que não se trata só disso. O que está em jogo são diversos tipos de preconceitos e mais: a questão das aparências. Em O Sol é Para Todos (To Kill a Mockingbird, no original) nem tudo o que parece é. Ao longo do livro, vários preconceitos apresentados pelas personagens são desmentidos, se provam errados e injustos. E o crescimento e amadurecimento das crianças se baseia, principalmente, neste aprendizado sobre a falsidade, sobre a injustiça de todos estes preconceitos. O final do capítulo 23, um dos trechos que mais gostei no livro, mostra esse crescimento e como é difícil e confuso passar por ele:

“‘Eu também pensava assim quando tinha sua idade’, ele disse, afinal. Mas se só existe um tipo de gente, então por que é que eles não se entendem? Se são todos iguais, então por que é que se desprezam tanto? Scout, acho que estou começando a entender uma coisa. Acho que estou começando a entender por que Boo Radley ficou fechado em casa esse tempo todo… Deve ser porque ele quer ficar lá dentro’.”

Mas mesmo tratando de assuntos tão pesados, a leitura tem diversos momentos de leveza. A linguagem é simples, a narrativa é deliciosa: do tipo que nos faz sorrir, ficar apreensivos, ficar tristes, refletir.

“O Dill desligou-se novamente. Na sua mente sonhadora, flutuavam coisas belas. Ele conseguia ler dois livros ao mesmo tempo em que eu lia um, mais rápido que um relâmpago, mas preferia o seu mundo de outra dimensão. Um mundo onde os bebês dormiam, à espera de serem colhidos como lírios da manhã.”

O livro pode até ter sido escrito em 1960, mas ele trata de assuntos que, assustadoramente, ainda são muito atuais. Ainda vivemos em uma sociedade em que as pessoas são muitas vezes julgadas e até mesmo condenadas, apenas com base na cor de sua pele, nos seus hábitos, no seu sexo.

Nota: 5/5

site: http://umaduasargolinhas.wordpress.com/2013/03/18/o-sol-e-para-todos/
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