QVO VADIS (1895/1896) ["Quo Vadis: Powieść z czasów Nerona"] '-' Um afresco majestoso em que o cenário da Roma Imperial dos tempos de Nero se anima e ganha vida; com as suas orgias e violências a servirem de chão onde germina fecunda a semente do cristianismo. . . [Personagens]: Lygia Calina, Marcus Vinicius, Aulus Plautius, Pomponia Graecina, Chilon Chilonides, Ursus, Eunice, Crispus, Acté, Cróton, S. Pedro Apóstolo, Paulo de Tarso, Miriam, Nazarius, Gaius Petronius, Nero, Poppaea Sabina, a Jovem, Marcus Salvius Otho (Otão), Sêneca, Lucanus, Flavius, Galba, Nerva, Tigellinus, Epaphroditus. . . [Wikipédia] '(...) a expressão "Quo vadis, Domine?" (Aonde vais, Senhor?) provém de uma tradição cristã, registrada em livros apócrifos, segundo a qual, Jesus apareceu a Pedro, que deixava Roma para escapar à perseguição de Nero, e quando indagado pelo apóstolo: "Aonde vais, Senhor?", respondeu-lhe: "Já que abandonas o meu povo, vou a Roma para ser crucificado, outra vez". '(...) a trama principal do romance centra-se na história de amor entre o nobre comandante romano M. Vinícius e a princesa bárbara e cristã Lígia (aliás, Calina), duas pessoas que pertencem a mundos diferentes. O romance entre os dois exerce forte influência sobre o desenvolvimento da ação, com momentos marcantes como a tentativa de seqüestro de Lígia e sua salvação milagrosa no confronto de Ursus com o touro, no circo. A vitória do homem contra o animal na arena imprime um final feliz à história - bem ao agrado da maioria dos leitores - porque, nesse momento, o povo se afasta de Nero e se coloca a favor dos cristãos; o Imperador Nero do romance de Sienkiewicz é uma caricatura, deliberadamente ridícula, do personagem histórico. Ele é descrito como um tirano que, além de se comprazer com a crueldade, imagina-se um grande poeta e cantor, chegando ao cúmulo de incendiar Roma para obter inspiração semelhante a de Homero ao retratar o incêndio de Troia. . . (...) Figura-chave na obra é Petrônio, patrício romano e conselheiro de Nero, homem de bom gosto e elegância, incluído no romance como um símbolo da cultura clássica. Sua morte (suicídio nos braços da amada) é bem emblemática, tendo em vista a dignidade e valores da doutrina filosófica epicurista que ele cultiva. Do elenco de notáveis personagens e caracteres, impressiona a figura miserável do charlatão; investigador e delator mercenário e oportunista, Chilon Chilonides, enganador ardiloso - cuja ambição o leva a trair até aqueles que lhe ofereceram a mão em momentos difíceis; sua conversão e arrependimento sinceros à hora do martírio, proclama o cristianismo como verdade e esperança de salvação no encontro da fé em Cristo, redentor da Humanidade. ==== [Nero Sings!] https://youtu.be/pBIswXv28GI https://pt.wikipedia.org/wiki/Quo_Vadis_(livro) https://es.m.wikipedia.org/wiki/Quo_vadis%3F_(novela) https://en.wikipedia.org/wiki/Quo_Vadis_(novel) https://en.wikipedia.org/wiki/Quo_vadis? https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Grande_incêndio_de_Roma https://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Characters/QuoVadis https://archive.org/details/quovadishenryksienkiewicz.portuguesescaneadoedicoespaulinas1959.colecaoosgrandes ==== https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Igreja_Domine_Quo_Vadis '(...) Sienkiewicz was said to have been inspired to write the novel when visiting the Chiesa del Domine Quo Vadis, Rome, and the novel is strongly imbued with a pro-Christian sentiment, along with many detailed descriptions of the opulence and debauchery of Nero’s Rome. It is informative, exciting, and ultimately uplifting! '-'









