Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições3
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas264
    • Leitores2621
    • Similares9
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Moisés Negro -

    Alain Mabanckou

    TAG - Experiências Literárias; Malê
    2020
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-13: 9786588526019
    Português Brasileiro
    3.8
    1366 avaliações
    Leram1721Lendo51Querem821Relendo0Abandonos28Resenhas264
    Favoritos23Desejados821Avaliaram1366

    Não é fácil ser Tokumisa Nzambe po Mose yamoyindo abotami namboka ya Bakoko. A começar por seu longo nome, que significa "Demos graças a Deus, o Moisés negro nasceu na terra dos ancestrais". A maioria das pessoas chama ele de Moisés. Depois, há o orfanato onde ele mora, dirigido por um patife político malicioso, Dieudonne Ngoulmoumako, e onde ele é aterrorizado por dois irmãos órfãos - os gêmeos Songi-Songi e Tala-Tala. Mas depois que Moisés se vingou dos gêmeos, os gêmeos o colocam sob sua proteção, escapam do orfanato e se mudam para a movimentada cidade portuária de Pointe-Noire, onde formam uma gangue que sobrevive de pequenos furtos. O que se segue é um conto engraçado, comovente e grandioso que narra a jornada trágica de Moisés pelo submundo de Pointe-Noire e o mundo politicamente repressivo do Congo-Brazzaville nas décadas de 1970 e 80. O retrato vívido de Mabanckou do colapso mental de Moisés ecoa o trabalho de Victor Hugo, Charles Dickens e Brian DePalma em Scarface, confirmando o status de Mabanckou como um dos maiores contadores de histórias. Moisés negro é uma nova extensão vital de seu ciclo de romances sobre Pointe-Noire, que se destacam como um dos projetos ficcionais mais grandiosos e engraçados de nosso tempo.

    Edições (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (9)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (264)Ver mais
    Kira' picture
    Kira'05/03/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    "E sobretudo a Pimentinha, que fazia questão de ser um personagem de ficção porque não aguentava mais ser um personagem na vida real..." Muito bom, seria favoritado se fosse um pouco maior e pudesse ter se aprofundamento mais ainda em todas as questões que se apresentam. Tem muita coisa acontecendo nesse livro, questões políticas, sociais, transtornos mentais... Foi muito interessante conhecer sobre a República do Congo e também levemente sobre seu vizinho: A República Democrática do Congo (antigo Zaire). Às reflexões acerca do colonialismo nos países africanos: "Quando os Brancos vieram para a África, tínhamos as terras e eles tinham a Bíblia. Eles nos ensinaram a rezar de olhos fechados: assim que os abrimos, os Brancos tinham a terra, e nós a Bíblia." É um acompanhar de uma vida de sofrimento, esperando que Pimentinha possa finalmente ter um final feliz, mas tudo se torna cada vez mais trágico até o derradeiro fim, no qual o personagem é tomado pela loucura. "Uma vida de consecutivas perdas e tiranias remetem Moisés para a loucura. E é a voz da insanidade que encerra, a partir de uma prisão, está alegoria sobre o universo da ditadura e da cleptocracia que é confrontado pela esperança de um desiludido personagem. Afinal, este Moisés, este salvador do mundo não salva a si próprio. E desfalece, incapaz de escapar de um lento aprisionamento que se iniciou no asilo da sua infância." E está incrível frase da revista da TAG que se refere a República do Congo, mas poderia muito se tratar do Brasil: "Em um país em que o único objetivo de poder é se perpetuar a qualquer custo, mesmo as frestas do sistema não são um lugar seguro".

    43 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 1366
    • 5 estrelas14%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas35%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas1%
    Alain Mabanckou profile picture

    Alain Mabanckou

    Alain Mabanckou é um escritor congolês, com dupla nacionalidade franco-congolês. Estudou Direito en Brazzaville e, posteriormente, na França. Após concluir a pós-graduação na Universidade Paris-Dauphine, trabalhou durante vários anos em importantes multinacionais francesas antes de se consagrar por completo à literatura. Reside nos Estados Unidos, como professor convidado desde 2002; inicialmente como professor de literatura francófona e de "escrita criativa" na Universidade de Michigan e, mais recentemente, na Universidade de Califórnia (UCLA), com disciplinas de literatura francófona. É autor de doze romances, seis livros de poesia, dois livros infanto-juvenis e de diversos relatos que são publicados em distintos periódicos como Le Figaro (Paris), Le Soir (Bruxelas) e em duas obras coletivas: Relatos de África ("Nouvelles d’Afrique") em 2003 e Visto desde a Lua, relatos otimistas ("Vu de la lune, Nouvelles optimistes") em 2005. Em 2006, com o romance Memorias de porco-espinho, conseguiu o importante prêmio Renaudot. Em 2008, Mabanckou traduziu do inglês para o francês a obra de Uzodinma Iweala, um escritor nigeriano considerado como um jovem prodígio da literatura norte-americana. Entre 2015 e 2016, o escritor lecionou no Collège de France na cadeira de Criação artística, com o curso intitulado de Letras negras: das trevas à luz (transformado em livro posteriormente). Em 2018 veio ao Brasil para participar da FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty).

    23 Livros
    11 Seguidores

    Alain Mabanckou