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    The Traveler, the Tower, and the Worm - The Reader as Metaphor

    Alberto Manguel

    University of Pennsylvania Press
    2013
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-10: B07H7ZVSSR
    4.4
    395 avaliações
    Leram508Lendo51Querem935Relendo2Abandonos11Resenhas28
    Favoritos0Desejados935Avaliaram395

    As far as one can tell, human beings are the only species for which the world seems made up of stories, Alberto Manguel writes. We read the book of the world in many we may be travelers, advancing through its pages like pilgrims heading toward enlightenment. We may be recluses, withdrawing through our reading into our own ivory towers. Or we may devour our books like burrowing worms, not to benefit from the wisdom they contain but merely to stuff ourselves with countless words. With consummate grace and extraordinary breadth, the best-selling author of A History of Reading and The Library at Night considers the chain of metaphors that have described readers and their relationships to the text-that-is-the-world over a span of four millennia. In figures as familiar and diverse as the book-addled Don Quixote and the pilgrim Dante who carries us through the depths of hell up to the brilliance of heaven, as well as Prince Hamlet paralyzed by his learning, and Emma Bovary who mistakes what she has read for the life she might one day lead, Manguel charts the ways in which literary characters and their interpretations reflect both shifting attitudes toward readers and reading, and certain recurrent notions on the role of the "We are reading creatures. We ingest words, we are made of words. . . . It is through words that we identify our reality and by means of words that we ourselves are identified."

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    Mariana Dal Chico picture
    Mariana Dal Chico12/06/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    “O Leitor como metáfora” de Alberto Manguel foi publicado no Brasil pela editora Sesc em uma edição belíssima, com diagramação perfeita para conversar com o texto nas margens. Manguel vai se debruçar sobre três principais metáforas que simbolizam o leitor e sua relação com a literatura; enfatizando seus aspectos positivos e negativos. - Leitor como Viajante Fazendo um paralelo com “A Divina Comédia”, o autor desenvolve a ideia da leitura como descoberta do mundo. Ao mesmo tempo que a leitura permite conhecer novos lugares, culturas, experiências, ela também pode fazer com que o leitor se deixe levar apenas pela aventura e não encontre sentido na viagem, evitando o exercício de autorreflexão. “A experiência da leitura e a experiência da viagem vida afora espelham uma a outra” p.31 - Leitor na Torre de Marfim Aqui temos referência à Hamlet, que por vezes se vê paralisado pelo excesso de pensamento. A Torre de Marfim que surgiu como um refúgio para reflexão em busca da compreensão e tradução do mundo, passou a ter uma conotação negativa de esconderijo intelectual, um local para fugir e se alienar do mundo. “Numa época em que os valores que a nossa sociedade apresenta como desejáveis são os da velocidade e brevidade, o lento, intenso e reflexivo processo da leitura é visto como ineficiente e antiquado.” p. 104 - A Traça Citando Dom Quixote e, por vezes, Madame Bovary, o autor desenvolve a questão do consumo desenfreado das palavras sem se beneficiar de seus significados e ser devorado por elas, já o ponto positivo está na vivacidade com que o leitor se envolve com o texto. A ingestão cuidadosa das palavras é crucial para diferenciar uma leitura profunda de uma superficial. “Todo leitor já sentiu, ao menos uma vez, o poder avassalador de uma criatura de palavras, apaixonando-se por certo personagem, detestando visceralmente outro, tendo a esperança de emular um terceiro.” p. 113 Leitura mais que recomendada, com um texto acessível, me identifiquei em diversas situações.

    33 curtidas

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