Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições61
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas397
    • Leitores18139
    • Similares14
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Esaú e Jacó (Grandes Mestres da Literatura Brasileira #19) -

    Machado de Assis

    Escala
    2007
    190 páginas
    6h 20m
    ISBN-10: 8575566881
    Português Brasileiro
    3.6
    5984 avaliações
    Leram12446Lendo477Querem4595Relendo17Abandonos604Resenhas397
    Favoritos3Desejados4595Avaliaram5984

    Ciúme, intolerância, complexo de Édipo, além das disputas políticas servem como cenário para esse romance que relata a impossível convivência de dois irmãos gêmeos. Ainda assim suas vidas se cruzam num momento muito especial para os dois: o momento da paixão. Como se não bastasse todo o desencontro de sua convivência, apaixonam-se pela mesma mulher, levando-a à beira da loucura. Todo o desenrolar dos fatos é complementado por um momento político conturbado e emocionante que é a Proclamação da República. Segundo alguns estudiosos, toda essa polêmica faz da obra, a penúltima de Machado de Assis, um surpreendente capítulo do seu apogeu literário.

    Edições (61)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (14)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (397)Ver mais
    Rebecca com dois cês picture
    Rebecca com dois cês28/02/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Rousseau e Hobbes entre a natureza do homem

    Anos atrás (em 2017), quando comecei a ler alguns romances machadianos, deparei-me com “Esaú e Jacó” e pensei que se tratava de uma explicação bíblica amplificada e detalhada. Todavia, enganei-me e, ao ler sua sinopse, vi que se tratava da rivalidade entre dois irmãos por uma mulher. Ao começar a leitura, esperei bastante (em minha concepção e grande paciência, foram mais de 9 meses de gestação) pelo nascimento dos gêmeos Pedro e Paulo. Achei bastante interessante o fato citado pela adivinha/necromante de que, desde o ventre, os irmãos se odiavam. Ao crescer, disputam a mesma moça, Flora, e um decorrer de situações acontece. No desenvolvimento, parece que o livro foi feito exclusivamente para Aires, porque ele era praticamente o protagonista do livro e essa tangência me aborreceu demais. Quis ver um triângulo amoroso, mas o foco foi esse senhor durante boa parte da obra. Ao finalizar a leitura, lembrei-me duma frase dos filósofos iluministas Rousseau e Hobbes, os quais disseram, respectivamente: “O homem nasce bom, a sociedade que o corrompe” e “O homem é mau por natureza”. Através da intertextualidade e criando um contexto adequado à obra, questiono: ambos os irmãos se odiavam por alguma força à parte ou simplesmente pela natureza? O que pode ter ocorrido durante a concepção deles, ou, numa estipulação fictícia, já brigavam antes mesmo de habitarem o ventre materno? Até criei uma teoria cujos Pedro e Paulo foram inimigos numa vida passada e, como castigo, reencarnaram irmãos gêmeos. Cômico, não? Isso me recordou uma reflexão da trilogia “Before”, dirigida por Richard Linklater, acerca da incoerência da reencarnação. Vejamos: Hoje existem 8 bilhões de pessoas, portanto 8 bilhões de almas no mundo, mas há apenas 200 anos havia 1 bilhão. Como se multiplicaram durante toda a história da humanidade? Ou não temos almas, mas fragmentos minúsculos de almas? O Bruxo do Cosme Velho é genial! Esses pequenos detalhes metafísicos são brilhantes, e a análise do contexto brasileiro na dualidade monarquia vs. república entre os irmãos equilibra essa obra ímpar. Rebecca (não a mulher inesquecível, tampouco a mãe)

    91 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 5984
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas34%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas3%
    Joaquim Maria Machado de Assis profile picture

    Joaquim Maria Machado de Assis

    Joaquim Maria Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis. Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência.

    821 Livros
    8.095 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Joaquim Maria Machado de Assis