Chimamanda Ngozi Adichie weaves together the lives of three characters swept up in the turbulence of a seminal moment in modern African history: Biafra’s impassioned struggle to establish an independent republic in Nigeria in the 1960s, and the chilling violence that followed. A masterly, haunting new novel from a writer heralded by The Washington Post Book World as “the 21st-century daughter of Chinua Achebe,” Half of a Yellow Sun re-creates a seminal moment in modern African history: Biafra’s impassioned struggle to establish an independent republic in Nigeria in the 1960s, and the chilling violence that followed. With astonishing empathy and the effortless grace of a natural storyteller, Chimamanda Ngozi Adichie weaves together the lives of three characters swept up in the turbulence of the decade. Thirteen-year-old Ugwu is employed as a houseboy for a university professor full of revolutionary zeal. Olanna is the professor’s beautiful mistress, who has abandoned her life of privilege in Lagos for a dusty university town and the charisma of her new lover. And Richard is a shy young Englishman in thrall to Olanna’s twin sister, an enigmatic figure who refuses to belong to anyone. As Nigerian troops advance and the three must run for their lives, their ideals are severely tested, as are their loyalties to one another. Epic, ambitious, and triumphantly realized, Half of a Yellow Sun is a remarkable novel about moral responsibility, about the end of colonialism, about ethnic allegiances, about class and race—and the ways in which love can complicate them all. Adichie brilliantly evokes the promise and the devastating disappointments that marked this time and place, bringing us one of the most powerful, dramatic, and intensely emotional pictures of modern Africa that we have ever had.
Half of a Yellow Sun -
Chimamanda Ngozi Adiche
Pra quebrar a sequência de capas bonitas. Essa é muito cafona. Credo. A edição brasileira é bem mais cuidadoso, não tem essa cara de pôster de filme ruim. Tem o Meio Sol Amarelo da bandeira de Biafra, como qualquer designer decente deveria fazer. Mas li nessa, né, fazer o quê? Primeiro livro que leio inteiro em inglês. Resolução de ano-novo. Não ler livros traduzidos se posso lê-lo no original. Inglês e espanhol, no caso. Outra resolução é aumentar o alcance da resolução anterior. Enfim. O livro. Achei que seria o melhor da Chimamanda. Não foi. Ou foi, não sei ainda. É que achei que seria assim, o melhor disparado. O começo é muito bom. Cada capítulo é narrado do ponto de vista de três personagens. O inglês branco apaixonado e inseguro. A mulher negra linda e inteligente e rica e fodona. E o menino da aldeia simples e serviçal. O começo é tão bom que você não quer que mude o ponto de vista. Porque você tá tão envolvido naquele personagem. Mas daí você começa o outro e você não quer que mude de novo. Foi assim até o meio do livro. Um pouco antes ele dá um salto e vai pra guerra. Tem uns 4 anos ali de entrelinhas. Adorei. Porque você já meio que subentende tudo que aconteceu e a estória dá uma acelerada e a narração da guerra é crua e formidável. Então ela volta e narra aqueles 4 anos. Pensa numa brochada. Passei bem rápido por essa parte, não porque a leitura fluiu, mas porque queria chegar na parte boa de novo. 90% dessa parte foi desnecessário, os outros 10 poderiam ser melhor trabalhados. Talvez fosse até melhor não ter a ruptura e seguir os 4 anos então, sem o salto pra guerra. Sei lá. Não estraga o livro, mas quebrou bastante o ritmo e o encanto. Depois volta pra guerra e o desfecho. É bem forte. No fim acho que é mesmo meu preferido da Chimamanda. Hibisco roxo mostra a Nigéria pelos olhos de uma garota rica e introspectiva. Americanah mostra o contraste entre ser negro/a nos EUA e na Nigéria. Já o Meio Sol Amarelo mostra mais incisivamente as contradições internas nigerianas, as consequências da colonização europeia. A disputa entre igbos e hausas e yorubas e até disputas internas entre clãs desses povos. A concentração de renda, a violência da guerra e a história de Biafra que eu nem sabia que tinha existido. É uma aula de História, de política, de relações internacionais e um baita livro.
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