Pistas Submersas

Pistas Submersas Maria Adolfsson




Resenhas - Pistas Submersas


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Lua Katherine 24/01/2021

A última coisa que Karen queria, naquela manhã pós bebedeira, era confirmar que havia feito uma burrada ao ir pra cama com ninguém menos que Jounas... Seu chefe.

A coisa fica pior quando, mais tarde, após ter fugido logo cedo do hotel que dividiu com ele, pra segurança de sua casa, e dormido tranquilamente, ela recebe uma ligação dizendo que houve um assassinato, e que ela seria responsável pelo caso.

Mas pq ela, e não Jounas?

Bom... A resposta é simples: a Vítima aparentemente, é ninguém mais e ninguém menos que a ex-esposa do mesmo.

Fuçando o passado da família da ex-esposa de Jounas, e tendo que lidar com o fato de ter dormido com ele e ninguém poder ficar sabendo, ela vai desvendando mistérios do passado... E desenrolando linhas do presente.

O que o passado tem haver com o presente?

Talvez nada, talvez tudo... Mas com certeza é interessante ouvir as histórias sobre isso, inclusive as do passado da própria Karen
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C. Aguiar @coelhoobrancoo 01/12/2020

Karen acordou com uma grande ressaca aquela manhã, como se não bastasse isso, ela despertou ao lado de seu chefe. Pelo visto dormir com seu superior após uma noite de bebedeira irá lhe assombrar por um bom tempo, mas isso não é o pior de tudo.
Um crime horrível foi cometido, a ex-mulher de seu chefe foi encontrada morta e desfigurada naquela manhã. Karen acaba sendo encarregada do caso e seu chefe acaba tornando-se o principal suspeito da investigação. O ruim é que Karen pode ser o único álibi dele, mas isso acaba indo cada vez mais ladeira abaixo.

Karen está disposta a desvendar o mistério que cerca o assassinato de Suzanne, por isso ela vai investigando cada vez mais o passado da vitima até encontrar segredos que a farão ser o alvo do assassino.
Ela sente que a morte da vítima não foi ocasionada por um assalto, por isso vai mergulhando mais no mistério que envolve o assassinato e enquanto isso ela tenta de todas as formas limpar a reputação de seu superior, pois ela não acredita que ele seria capaz de cometer tal crime.

A narrativa vai acontecendo de forma lenta, as pistas vão sendo apresentadas para que o leitor vá montado a história, tudo está lá, mas ainda assim não consegui descobrir quem era o assassino e sua motivação. O plot twist foi uma boa surpresa e apesar de me envolver com a leitura, achei um pouco arrastado, e isso me atrapalhou bastante.
A narrativa é bastante imersiva, a personagem é forte e sabe muito bem envolver o leitor com sua força de vontade. Passei um pouco de raiva na leitura, pois Karen vive em um ambiente machista no trabalho; eu não imagino de onde que ela tirava forças para não agredir alguém dentro da delegacia, pois estava cheio de personagens detestáveis.
Não espere muitas cenas de ação, o estilo da narrativa envolve mais busca de pistas e analises de provas, então fique ligado.

A autora vai criando uma atmosfera misteriosa, envolvente e intrigante. Ela escreve de um jeito que vai entrelaçando a vida dos personagens durante sua narrativa, e isso me chamou bastante a atenção.
Foi a primeira vez que tive contato com a escrita da autora e gostei, aguardo a continuação do livro.
Dito tudo isso e sem dar spoilers, só tenho a dizer que não encontrei erros durante a leitura!

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/ ou https://www.instagram.com/coelhoobrancoo/
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Maria - Blog Pétalas de Liberdade 20/11/2020

Resenha para o blog Pétalas de Liberdade

A trama se passa em Doggerland, um conjunto de três ilhas entre o Reino Unido e os países nórdicos. Na manhã seguinte ao Festival da Ostra, que atraiu muitos turistas para a região, uma mulher foi encontrada morta em casa. Os indícios levam a crer que se trata de um assassinato.

Karen Eiken Hornby será a detetive responsável pela investigação, já que Jounas Smeed, seu superior, não poderá trabalhar no caso pelo fato de ser ex-marido de Susanne, a mulher que foi morta. E há um detalhe: apesar de não se darem bem no trabalho, depois de alcoolizados no festival, Karen e Jounas passaram a noite juntos num hotel!

Será que Jounas está envolvido na morte da ex-esposa? Ou o crime teria sido cometido por alguém que estava no Festival da Ostra? Ou será que o assassinato de Susanne teria algum envolvimento com a comunidade hippie da qual seus pais fizeram parte nos anos 1970? São perguntas que Karen tentará responder ao longo da investigação.

"Pistas Submersas" não é um thriller de ritmo alucinante como "Sem Saída" (outro lançamento da Faro que li recentemente), mas sim um romance policial nórdico, ao estilo da série Millennium (citada na capa) e de "O Homem de Areia". Além disso, é o primeiro da série Doggerland, onde acompanharemos as investigações da detetive Karen. Sendo assim, o enredo tem um ritmo mais lento inicialmente, enquanto a autora vai nos apresentando o cenário e a História das ilhas. Há um número grande de personagens secundários, como os demais policiais, os amigos e a família da Karen, e cada um tem sua importância em determinado momento. Vemos também como Karen precisa lidar com o machismo no ambiente de trabalho e com coisas que aconteceram em seu passado.

Karen foi uma personagem bem interessante de se acompanhar e que quero reencontrar nos próximos livros da série. Ressalto que o assassinato de Susanne é totalmente solucionado em "Pistas Submersas". Foi um caso daqueles bem complexos, com pequenas pistas espalhadas e vários suspeitos, difícil de solucionar, mas com um desfecho que foi surpreendente para mim.

Eu gostei bastante de "Pistas Submersas". O cenário das ilhas foi interessante. Os personagens e as ligações que eles formaram foram marcantes. A narrativa da autora conseguiu me deixar curiosa com o rumo da investigação. Enfim, é uma leitura que recomendo para quem gosta de romances policiais.

site: https://petalasdeliberdade.blogspot.com/2020/04/resenha-livro-pistas-submersas-maria.html
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Atitude Literária 15/11/2020

Uma leitura vertiginosa.
Karen Eiken é uma mulher forte e muito determinada que sempre buscou provar sua competência e valor em um meio dominado por homens; a delegacia de polícia de Doggerland. Acostumada com machismo e misoginia, Karen não se abala facilmente, e nem se deixa atingir por essas coisas e segue cumprindo o seu dever com responsabilidade e respostas ácidas. Anos trabalhando, construindo uma reputação para acordar na cama de um hotel ao lado de seu chefe, após o grande festival das ostras que rendeu uma bela ressaca não apenas alcoólica quanto moral. Culpa e raiva duelam dentro dela, mas Karen faz o que precisa fazer – sai de fininho, antes que Jounas Smeed, acorde.

Já em casa uma ligação a assombra. Ela precisa ir para a cena de um crime próxima a sua casa, uma mulher foi morta, encontrada quase desfigurada e Karen terá que assumir/liderar a investigação, pois a vítima é Susanne Smeed, a ex-mulher do Jounas, ou seja, o que a torna o único álibi de seu chefe. Mas essa informação ela não pretende contar a ninguém.


“Uma vida diferente, Karen reflete, era provavelmente tudo o que todos eles queriam. O que eles sem dúvida buscavam era o que todas as pessoas buscavam: uma vida melhor, coletividade e felicidade, por mais que idealizassem essas coisas. E eles haviam viajado uma distancia muito longa, arriscando tudo para encontrar o que procuravam. Tiveram coragem e disposição para criar a existência que queriam.”
Em meio a uma investigação que inicialmente parece não ter suspeitos ou motivos aparente, Karen precisa se desdobrar enquanto os dias passam rapidamente e nem o departamento parece acreditar em sua capacidade de encontrar pistas e estabelecer um caso. É então, que ela opta por seguir uma linha alternativa, um caminho ao qual todos acreditam não levar a lugar nenhum, mas Karen insiste e se depara com um emaranhado de segredos, mentiras, traições, ódio e vingança, que podem ou não mudar tudo.

PISTAS SUBMERSAS, é o primeiro livro da série DOGGERLAND, um cenário que foi criado pela autora – embora se tenha embasamento que um dia tenha existido -, para a ambientação de seus enredos. Então, é uma cidade “ficcional” e, portanto, a autora gasta um tempo nos apresentando este lugar e sua história o que pode deixar a leitura inicialmente um pouco mais lenta, mas não se preocupe a narrativa tem uma crescente e vai se tornando instigante com o passar dos capítulos. Como mencionei acima, aqui nos deparamos com um crime brutal sem suspeitos ou pistas aparentes, o que torna a investigação um tiro no escuro. E nós vamos acompanhando a progressão da investigação junto com a detetive Karen. A autora vai jogando as peças aleatoriamente e nós as recebemos junto com os personagens portanto acabamos passando parte da leitura no escuro assim como eles. Outro ponto que quero ressaltar é o quanto os personagens são reais, palpáveis, com conflitos, intrigas, situações que revoltam e que precisamos debater, como por exemplo a aceitação da mulher como uma profissional qualificada independente da profissão que ela escolheu. A nossa protagonista vive em um meio extremamente machista, sendo confrontada a todo instante, com dificuldades de liderar sua equipe, porque os homens se sentem ultrajados de terem uma mulher “mandando” neles. A forma como se referem a ela, a maneira como duvidam de suas escolhas, tudo vai sendo levantando ao longo dos capítulos - o que torna o final, ainda melhor.


"Eles não sabem se estão lidando com um assassino frio ou com alguém que matou involuntariamente num impulso de fúria: de qualquer maneira, parece cada vez mais improvável que o caso seja solucionado em três dias e incluído na estatística de sucesso de oitenta por cento."
Eu não posso entrar em muitos detalhes sobre a investigação, mas posso compartilhar com vocês que passado e presente colidem, e quanto mais escavamos a vida dos personagens mais chocados e ligados com eles ficamos. Karen é o tipo de protagonista que eu amo conhecer, ela é forte, determinada, inteligente, que não foge da luta e que segue seus instintos. Uma mulher poderosa, que ganhou meu carinho e me deixou ansiando pelos próximos livros da série que seguem tendo-a como detetive.

A edição da Faro Editorial como sempre é um presente a parte. O livro está lindo, com uma diagramação confortável e ótimo material.

site: http://www.atitudeliteraria.com.br/2020/08/pistas-submersas-maria-adolfsson-faro.html
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Elizabeth 08/11/2020

A autora tem uma escrita muito detalhista, o que se por um lado é bom, porque nos faz entender melhor os personagens e o cenário, por outro lado faz o desenrolar da história ser lento.
O enredo é bom, o suspense vai num crescente, e a autora consegue amarrar todas as pontas.
Gostei da protagonista.
Lerei a continuação da série Doggerland, quando for lançado no Brasil.
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Alan (@coracaodeleitor) 26/10/2020

Olá literárioooooos.

Hoje iremos conversar sobre um super lançamento da @faroeditorial
, o thriller "Pistas Submersas".
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Após uma grande festa em Doggerland, Karen acorda nunca quarto de hotel com uma imensa ressaca, sem lembrar de muita coisa do dia anterior. Logo ela descobre que um crime ocorreu e uma mulher foi encontrada morta em sua própria casa. Mas não é qualquer pessoa, é a mulher do chefe de Karen e logo ela é colocada a frente do caso.

Mas o relacionamento de Karen com seu chefe é um tanto perigoso e até ela mesma pode ser colocada nas linhas de investigação. Ela sofre certa rejeição por seu chefe e colegas de trabalho e tenta a todo custo esquecer o passado. Mas aquele caso traz o risco de colocar tudo a tona.

Karen vai fazer o possível para descobrir quem foi o assassino da mulher e qual a motivação. Em determinado momento ela descobre que algo de 30 anos atrás pode ter a ver com o caso, então passado e presente finalmente se chocam.

Um livro de uma construção lenta e bem escrita. Que deixa o leitor tenso e se preocupa em ambientar cada situação.
O local fictício chamado Doggerland é quase um personagem também, pois a descrição desse lugar em vários momentos ajuda a dar o clima necessário para o momento.

A partir da metade do livro esse desenvolvimento lento muda bruscamente. Fazendo o leitor querer devorar cada capítulo atrás da resposta e assim saber de vez o desfecho.

Com personagens bem escritos a autora consegue manter o suspense e o interesse do leitor do início ao fim. Assim trazendo uma conclusão muito satisfatória que me deixou boquiaberto.

Um livro realmente emocionante.
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Bia 27/09/2020

O suspense é ótimo, mas não curti os dramas policiais
Eu sei, eu sei. Dramas policiais são clichês que amamos em livros de suspense. Mas nesse livro, a protagonista não tem um "borogodó". Não me cativou, não consegui me compadecer com seus dramas (com excessão do machismo sofrido por ela #quemnunca).
Porém, o suspense é ótimo. O caso surpreende, instiga, e nos deixa curiosos.
Resenha completa e com todos os detalhes em breve, lá no clã dos livros.
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Kalyne @oreinodaspaginas 16/09/2020

Bom, mas peca nos detalhes.
É um livro bem descritivo, e talvez por isso seja fácil se perder durante a leitura, pois a autora peca em divagações.
A história possui muitas reviravoltas, fazendo com que cresça a curiosidade em desvendar o mistério por traz do assassinato. Foi uma surpresa quando todos os segredos foram revelados e gostei de como a autora conduziu o desfecho final.


site: https://www.instagram.com/oreinodaspaginas/?hl=pt-br
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@resenhandodark 01/09/2020

Resenhandodark
💀Na manhã seguinte ao grande festival das ilhas de Doggerland, norte da Escandinávia, a detetive Karen Hornby acorda em um quarto de hotel com uma ressaca gigantesca, mas não maior que os arrependimentos da noite anterior. Na mesma manhã, uma mulher foi encontrada morta, quase desfigurada, em outra parte da ilha. As notícias daquele crime abalou a comunidade. Karen é encarregada do caso, algo complexo pelo fato de a vítima ser ex-esposa de seu chefe. O homem com quem Karen acordou no quarto de hotel... Ela era o seu álibi. Mas não podia contar a ninguém. Karen começa a seguir as pistas, que vão desenrolando um novelo de segredos há muito tempo enterrados. Talvez aquele evento tenha origem na década de 1970... Talvez o seu desfecho esteja relacionado a um telefonema estranho, naquela primavera. Ainda assim, Karen não encontra um motivo para o assassinato. Mas, enquanto investiga a história das ilhas, descobre que as camadas de mistérios daquelas terras submersas são mais profundas do que se imagina.
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💀Infelizmente não foi uma leitura que me agradou tanto quanto eu desejava, além de grande excesso de informação desnecessária eu achei a investigação um pouco lenta e à escrita cansativa. O que fez demorar com que eu pegasse o ritmo da leitura.
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💀Por conta disso acabou tirando um pouco das minhas expectativas sobre o desfecho, mas à autora ainda conseguiu criar uma trama que te deixe instigado e curiosa para descobrir quem é o assassino(a), e todas as minha suspeitas ao longo do livro estava errada kkk

site: https://www.instagram.com/p/CEChSlKAK1I/
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Claudenice 30/08/2020

Um livro ok!
Tinha tudo para ser cinco estrelas, mas não foi. Muito lento. Mas essa é a minha opinião.
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Crika || @pitacosliterarios 21/08/2020

Um suspense com muita investigação
O grande festival das ilhas de Doggerland, no norte da Escandinávia, é uma das principais atrações da região. É lá que a detetive Karen Hornby marca presença, sem saber que sua vida está prestes a mudar. Em meio a uma ressaca, Karen acorda na manhã seguinte já com um baita arrependimento.

Na mesma manhã, em outra parte da ilha, uma mulher é brutalmente assassinada e Karen é imediatamente designada a chefiar uma complexa investigação, uma vez que a vítima é a ex-esposa de seu chefe. O homem com quem ela acordou nessa fatídica manhã. Agora ela é o álibi do próprio chefe e não pode contar a ninguém.

Começa então uma intensa investigação e, enquanto Karen começa a seguir as primeiras pistas, ela vai descobrindo uma série de segredos há muito tempo enterrados.

Um suspense com uma intrincada investigação e seus requintes de detalhes. Temos duas histórias paralelas, a do crime no presente e acontecimentos do passado. Eu gosto do gênero e a história aqui é interessante, mas achei a narrativa meio arrastada por conta do excesso de informações, o que acabou tornando a leitura lenta.

Felizmente, simpatizei muito com a protagonista e gostei de um dos temas abordados pela autora, que é o machismo no ambiente de trabalho. Mesmo ouvindo piadas ridículas, Karen não abaixa a cabeça para ninguém.

"Pistas submersas" é o primeiro livro da série Doggerland. Apesar de sentir falta daquele dinamismo característico dos livros do gênero, a história é boa e conseguiu me surpreender na reta final.

site: @pitacosliterarios
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Bruna 13/08/2020

? Encher a cara, acordar de ressaca na cama de um hotel com seu chefe e? pesadelo de Karen. Mas a coisa so? piora quando e? acordada no meio da tarde com a notifica que a ex mulher do chefe, Susanne foi encontrada morta e ela foi designada a investigar a morte uma vez que por medidas legais o chefe na?o pode.?
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??Estar a frente da investigac?a?o na?o da? mais credibilidade a Karen, mulher no departamento e? motivo de chacota, enta?o vamos dizer que nao sera? nada fa?cil para ela. ?
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?????O livro na?o nos da? pistas e motivac?o?es reais, apenas um alvo o?bvio demais para acreditarmos. A Susanne era ta?o insuporta?vel na descric?a?o de todos que na?o desperta nada de pesaroso, a vi?tima que na?o tinha nada de vi?tima - uma soberba.?
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? Apenas alguns poucos capi?tulos da infa?ncia de Susanne - nascida e crescida em uma comunidade hippie a 50 anos atra?s que ate? hoje desperta algumas histo?rias misteriosas entre os moradores, abre um leque maior de possibilidades, mas nada muito claro.?
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? Sabem quando a gente ta? lendo e tem certeza que precisa se atentar a um personagem, nu?cleo ou detalhe? E ficamos tentando fazer as conexo?es mas nada parece ser uma pista ou ter conexa?o??
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? Foram 366 pa?ginas eu fazendo papel de trouxa. Finalizei o livro revoltada e depois de um tempo admiti que a autora nos pega em uma informac?a?o que a mim passou despercebida, tudo bem que a pista foi lanc?ada quase no final do livro.?
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? E foi essa falta de pistas e ac?a?o no caso que me desgostou um pouco. Outros casos sangrentos comec?am aparecer ao longo do livro e creio que sera?o tratados nos pro?ximos a serem lanc?ados por aqui.?
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Lucia.Ferreira 30/07/2020

Livro morno, mas com boa tendência ao aquecimento.
Amo literatura nórdica. Ainda que as tramas possam ser comuns, os autores escrevem de maneira diferente. São crus e frios, sem medo de enojar ou chocar o leitor. Pistas submersas não é diferente. Uma trama boa, talves um.pouco arrastada, mas com personagens interessantes. Tem uma boa escrita, um suspense parado, mas que não deixa de aguçar a curiosidade da gente. A protagonista é uma detetive madura, com qualidades e defeitos bem expostos. Não é uma trama física, é mais emocional, bem típico dos nórdicos. Recomendo .
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Mars Henrique 09/07/2020

Uma leitura muito boa.
Oiê queridões, como estão? Hoje trouxe mais uma resenha de um dos livros debatidos no Clube Literário Fer Avellar, livro da LC da Faro. O livro é Pistas Submersas da autora Maria Adolfsson.
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Em Pistas Submersas conhecemos, inicialmente, Karen, uma detetive que se vê em uma posição um tanto quanto comprometedora, já que acordou no dia seguinte do Festival das Ostras ao lado de uma pessoa na qual não poderia se envolver.
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Passando esse primeiro momento, ela se dá conta que precisa ir para casa, e assim ao chegar em sua residência se prepara para descansar e acaba pegando no sono. Horas depois é acordada pelo barulho de seu telefone, era o Chefe da Polícia com uma notifica que deixaria Karen sem saber o que fazer, pois ele ira ficar a frente de uma investigação e assim se tornar Chefe Interina do Departamento de Investigações Criminais (DIC). Qual o motivo de ela receber essa nomeação? Pois a ex-mulher do chefe do DIC foi assassinada e ele não pode tomar a frente da investigação. Mas o que será que aconteceu? Com quem Karen passou a noite?
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Esse livro me deixou curioso do início ao fim, desde quando o caso do assassinato é apresentado, até o momento que descobrem o que realmente aconteceu. Um suspense que é bem diferente dos que já li, pois nesse livro a autora deixa para o leitor um rastro de histórias e acontecimentos que envolvem a cidade, assim a gente acaba ficando com muitas informações, já que Maria Adolfsson escreve sobre os locais e também personagens secundários, dando uma certa importância para a história.
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Mesmo com tanta informação, eu me senti atraído para saber, afinal, o que aconteceu com a vítima e também saber como Karen iria resolver tudo.
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Quanto a construção do livro, achei o desenvolvimento bom, mesmo sendo bastante informativo, pois penso que a autora irá abordar mais sobre o local e também os personagens que foram descritos na continuação da obra, um ponto que até comentamos no debate.
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Quanto a Karen, confesso que mesmo ela se mostrando bastante forte, já que há muito machismo na profissão que ela exerce, ela em alguns momentos simplesmente baixou a cabeça ao invés de se impor um pouco mais. Porém, mesmo com isso vimos em outros momentos uma detetive bastante competente e que não deixa passarem por cima dela.
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Estou ansioso pela continuação viu Faro Editoral, espero que traga logo, pois quero saber o que acontece na sequência.
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Essa foi a resenha de hoje, espero que tenham gostado. Abraço.
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