As Crônicas de Narnia: A Última Batalha

As Crônicas de Narnia: A Última Batalha C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Narnia: A Última Batalha


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Pedro.Morais 12/08/2019

Um final que não é fácil aceitar.
Uma série épica regada num mundo onde o mal se levanta com força e os protagonistas necessitam se unir pra um combate onde a fé e a determinação devem estar presentes.
As Crônicas de Nárnia deveria ser uma leitura obrigatória para todos os leitores que amam uma boa série de aventura e fantasia, um dos clássicos de C.S.Lewis onde o autor mescla personagens cativantes e por detrás um cenário bíblico se desdobra.
Ao longo dos sete livros vamos conhecer os primeiros humanos que atravessaram as barreiras do mundo e foram para um outro universo e após tocar o sino e acordar uma das rainhas mais perversas de Nárnia até a última batalha que vai tirar o fôlego ao ler o último capítulo.
C.S. Lewis trás uma escrita leve, com uma riqueza de descrição e muita magia. Diferente das adaptações que foram produzidas e um final que será um divisor de opiniões. Será que o mal é capaz de interferir no destino daqueles que são protegidos por Aslan? Venha conhecer Nárnia e os grandes mistérios que cercam esse universo.
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Ricardo 16/03/2019

Fui para Nárnia
Fiz o percurso inverso da maioria dos leitores. Conheci antes os ensaios e livros adultos para depois migrar para Nárnia. Foi uma viagem de ida sem nenhuma intenção de retornar à seriedade e à pompa e circunstância desse mundo do lado de cá. Em Nárnia descobri humor, ingenuidade, inocência, amizades, perspectivas de outras viagens rumo à mundos desconhecidos, união em meio à adversidade. Meu personagem favorito é Eustáquio. Sim, claro que amo Aslam, e acho Lúcia uma garota incrível. Sinto por Suzana algo muito parecido com o que sinto por muitas pessoas que não se encontraram no mundo e que ainda assim gostam de aparecer ou chamar atenção de maneira errada. Pedro não me convence como rei, ainda que se esforce bastante. Edmundo é o amigo que sonhamos ter na escola. O unicórnio é um dos seres encantados mais ricos de todos os livros ao lado do fauno Tumnus, do paulama Brejeiro e do cavalo do segundo livro. Dentre todos os vilões quem mais impressionou foi a rainha feiticeira do primeiro livro e o deste livro (Manhoso). Desfecho magistral. Para reler e recomendar.
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Edson 31/01/2019

Incrível
Em meio à farsa do macaco, manhoso, mandando o burro, confuso, vestir-se com uma pele de leão, inicia-se uma guerra em meio à pressão gerada em torno do falso retorno de Aslan em Nárnia.
Uma estória repleta de ensinamentos incríveis e com um maravilhoso final.
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Andressa.Paganini 09/12/2018minha estante
Acho que todo mundo ficou com essa dúvida,eu também fiquei. mas eu acho que ela ficou vivendo normalmente depois até que morreu e foi ou não para a verdadeira Nárnia. Ou O acidente do trem foi pq o mundo real estava acabando assim como a Narnia "Falsa" tbm




Marcos Antonio 26/07/2018

A verdadeira Vitória
No primeiro livro vemos a criação de Nárnia pelo poderoso Aslan o grandioso criador do mundo o Grande leão de Judá. E no último livro mostra a decadência da civilização de Nárnia que se afasta dando do seu criador que perde a imagem e o desejo de estar com ele que não consegue nem diferenciar um burro de um leão.
O Julgamento final chegou para Nárnia.
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Coruja 24/05/2018

Terminando, enfim, a jornada, temos a sétima crônica, A Última Batalha, em que, de início, Lewis já nos causa um choque ao estabelecer a ação 'nos últimos dias de Nárnia'. Sabemos que esse é o fim, mas um fim muito mais absoluto do que seria simplesmente o término da série, pois a própria terra de Nárnia vive seu final. Mais que isso, a abertura da história não nos traz crianças valorosas prestes a viver uma grande aventura, mas um macaco malicioso, que usa de um abominável estratagema para estabelecer poder em Nárnia.

Manhoso, o macaco, vizinho de um burro manso mas tolo, chamado, convenientemente, de Confuso, vive convencendo o ‘amigo’ a se colocar em posições de vulnerabilidade a fim de conseguir vantagens para si mesmo. É num desses estratagemas que Manhoso descobre uma pele de leão, costura-a em Confuso e passa a apresentá-lo para os outros animais de Nárnia como ninguém menos que o próprio Aslam. Arvorando-se porta-voz do Grande Leão (e afirmando também ser humano e não macaco), Manhoso faz acordos com os calormanos - que já conhecemos em O Cavalo e seu Menino como um povo traiçoeiro e belicoso - que permitem a destruição das árvores de Nárnia (e, como consequência, o assassinato das dríades) e a escravidão dos animais falantes.

Tirian, então rei em Cair Paravel, tenta fazer frente a Manhoso e convencer os outros animais que as ordens do macaco não podem ser provenientes do Grande Leão, não da forma como as histórias que todos eles ouviram com o passar das eras se passavam. A traição de Manhoso, contudo, é muito maior que apenas um breve lucro comercial com a Calormânia: disfarçados de mercadores, soldados da nação vizinha se infiltraram em Nárnia, e não demora para que estejam em número suficiente para tomar a capital, matando ou aprisionando seus principais opositores.

Capturado junto com seu fiel companheiro, o unicórnio Precioso, Tirian passa uma noite de agonia e desespero, caindo numa espécie de transe, no qual termina por encontrar-se com ‘os amigos de Nárnia’ reunidos - os Pevensie (exceto Susan), Jill e Eustace, Digory e Polly. Tirian implora ajuda, e eles respondem: pela manhã, Jill e Eustace chegam a Nárnia, prontos para o resgate.

A essa altura dos acontecimentos, contudo, é tarde demais. Tendo tomado Nárnia de forma covarde, os calormanos transformaram o campo de batalha em um banho de sangue. E, no centro da ação, onde Manhoso continua com seu teatro, será servido o julgamento final.

A última batalha por Nárnia pode parecer uma luta sem esperança, pois a verdade é que nada que qualquer dos personagens faça pode impedir o que já nos foi dito às primeiras linhas da história: esses são os derradeiros dias daquele mundo. Mas existe uma verdade maior por trás da porta do estábulo por onde vão sumindo os personagens. E existe um Jardim após o julgamento.

Se O Sobrinho do Mago é o equivalente do Gênesis, A Última Batalha é, decididamente, o Apocalipse. Essa é uma história que começa com falsos profetas que prometem trazer uma mensagem divina e fiéis crédulos que se sujeitam sem questionamentos ou reflexões. E termina com o julgamento, e as justas recompensas que cada um fez por merecer, de acordo com sua fé e suas ações.

E no desfecho descobrimos que o lugar que conhecemos desde que entramos pela primeira vez através do Guarda-Roupa era apenas o reflexo do verdadeiro mundo, da verdadeira Nárnia. Como diz o professor Digory (que no passado foi um menino que assistiu à Canção e, depois, foi o anfitrião de quatro irmãos fugindo da Guerra), “Está tudo em Platão...tudo em Platão…”. É o mito da caverna, uma vez mais.

É importante dizer que, da mesma forma que a cena de criação de Nárnia é de uma beleza comovente, sua destruição é tristemente poética. Lewis tem uma capacidade descritiva impressionante, concebendo imagens poderosas, emocionantes, desoladoras. Sua qualidade narrativa por vezes pode derrapar - trechos muito apressados, ou uma impressão de que ‘há penduricalhos demais nessa árvore natalina’ -, e há ainda muitas outras críticas a fazer (que ficarão para a próxima parte deste especial), mas ele decididamente sabe como fisgar nosso coração.

E é por isso, por mais que saibamos que aquele mundo de que desfrutamos e onde vivemos tantas aventuras, era apenas uma pálida imagem de um paraíso, não deixamos de amá-lo e, por consequência, de sofrer com sua destruição.

site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2018/05/por-narnia-parte-iv-comeco-e-fim.html
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Bruna 29/11/2017

Bom, até achei estranho o começo do livro sem a presença de crianças e sim com o detestável Manhoso o macaco e Confuso o burro.
Aqui nós temos esse macaco malandro tendo a genial ideia de fantasiar Confuso com uma pele de leão pra mandar em Nárnia...

Eu nem sei se estou emocionada, triste, decepcionada ou aborrecida com o final do livro. Mas de uma coisa estou certa, outro final que me chocou e me fez verblizar "mas..." "o que?" "eu li certo?!" "caraks! É isso mesmo!"
preciso refletir mais sobre isso... Por enquanto dou 3 estrelas.
(Ah sobre os gigantes... Ou melhor o gigante Pai Tempo ao menos aqui eu tive mais uma vez um vislumbre do não destino dele... Kkkkk mas acho q neste caso Lews deixou no ar e eu que não consegui captar sua intenção...)
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Enza 25/11/2017

Um final doloroso e o começo da verdadeira história.
Após um ano, eis que termino minha segunda releitura d'As Crônicas de Nárnia. As aventuras a Nárnia se encerram com esta crônica cujo título é um tanto sugestivo: "A Última Batalha".

Confesso que lá em 2010, quando eu a li pela primeira vez, não achei que estivesse ao mesmo nível das outras. Mas, depois de sete anos, muito na minha forma de ver o mundo mudou, bem como meus gostos literários e minhas impressões sobre A Última Batalha. Seguindo os paralelos cristãos presentes em todas as obras (e que estão bem mais fortes aqui), Lewis utilizou alegorias bíblicas, apocalípticas mais especificamente, para dar um fim ao seu trabalho mais famoso.

Um ano havia se passado desde que Jill e Eustáquio estiveram em Nárnia pela última vez, no entanto, como em Nárnia o tempo passa mais rápido do que em nosso mundo, décadas e mais décadas se passaram desde a história que nos foi contada em A Cadeira de Prata. Nárnia, agora, era governada pelo rei Tirian, um rei benevolente e honesto, que vê seu reino virar de ponta cabeça quando o esperto macaco Manhoso usa seu amigo burro, vestido com uma carcaça de leão, para enganar narnianos, fazendo-o passar por Aslam.

Quase todos os narnianos acreditam na armação já que, há muito, o grande Leão não dava as caras. Manhoso, então, começa a impor uma série de regras supostamente dadas por Aslam sobre os narnianos, que, cegos diante da fraude implantada, acabam por obedecer e se subjugar a um regime autoritário e ditatorial.

É nesse contexto que Jill e Eustáquio são levados a Nárnia. A princípio, a tarefa parece meio óbvia: unir forças com o rei Tirian, libertar Nárnia do jugo do macaco, que se aliara aos calormanos, e instaurar a paz em solo narniano novamente. Mas, à medida que a história avança, seus planos acabam se frustrando, parte dos narnianos torna-se incrédula e parte prefere ser enganada por Manhoso.

"- Viram só? - disse Aslam. - Eles não nos deixarão ajudá-los. Preferem a astúcia à crença. Embora a prisão deles esteja unicamente em suas próprias mentes, eles continuam lá. E têm tanto medo de serem ludibriados de novo que não conseguem livrar-se."

Foi por isso que, em todas as vezes que li esta história, senti um aperto muito doloroso no coração. Parecia que todo o universo criado por Lewis, por Aslam, estava se desvanecendo. Mas, assim como as outras, está é uma história que vale a pena ser lida e um dos motivos que mais me cativaram foi justamente a presença dos paralelos cristãos.

Os paralelos apocalípticos e uma terceira leitura desta obra, agora em idade adulta, me proporcionaram uma percepção bem maior e reflexões bem mais profundas do que há sete anos. A riqueza do trabalho de Lewis neste livro especificamente é impressionante, como ele conseguiu criar um mundo tão semelhante ao nosso próprio. A semelhança com o nosso mundo hoje, a crônica de Lewis e as visões que João teve na Ilha de Patmos são assustadoras! Vivemos em um tempo em que os olhares mais atentos identificarão fácil os "macacos Manhosos", os narnianos enganados e os anões decepcionados e incrédulos. Lewis foi genial tanto na proposta quanto na execução e, quando eu pensei que não pudesse ser melhor, ele nos ofereceu um dos finais mais lindos da literatura. Fico contente por ter realizado esta releitura na juventude e planejo outras mais. Foi uma experiência muito enriquecedora que me proporcionou um aprendizado enorme, uma compreensão maior das mensagens que o autor quis passar e me fez admirá-lo ainda mais. Recomendo bastante!

"Lembre-se de que todos os mundos chegam ao fim. E uma morte nobre é um tesouro que ninguém é pobre demais para comprar."
Gabriel 26/11/2017minha estante
Meu Deus, você é incrível! Melhor resenha da vida! :)


Enza 26/11/2017minha estante
Você que é um amor! Obrigada, querido


Gabriel 26/11/2017minha estante
:)




Pedro Azevedo | @arquivos_pe 01/10/2017

As Crônicas de Nárnia #7 - A Última Batalha
Centenas de anos após o reinado de Caspian, um maldoso macaco convence um ingênuo burrinho a vestir uma pele de leão e fingir ser Aslam para dar ordens e lucrar em cima dos narnianos, isso desencadeia pânico e caos pois a famosa frase ''Aslam não é um leão domesticado'' é usada como desculpa para as maldades que o macaco faz em nome do falso leão.

O Rei Tirian é capturado pelos animais e implora a ajuda do verdadeiro Aslam, em nosso mundo Polly, Digory, Lúcia, Edmundo, Jill e Eustáquio sentem que algo está errado e armam um plano para transportar os dois últimos para Nárnia para ajudar, mas antes que o plano seja posto em prática, numa estação de trem os dois são automaticamente transportados para Nárnia.

O macaco se aliou aos calormanos e pretende tomar toda Nárnia para si e dentro de seus discursos noturnos diz que Aslam e Tash, uma entidade maligna na Calormânia são o mesmo deus.

Caos, guerra e descontrole marcam A Última batalha de forma positiva, trazendo um livro ambíguo que mostra que todos as coisas tem seu fim, mas que esse fim nada mais é que um novo começo.

Terminei o livro muito feliz, mas ao mesmo tempo muito triste. Forte, emocionante e por vezes chocante, C.S Lewis entregou em seu último volume a melhor Crônica de Nárnia, encerrando com chave de ouro a saga.

Esse livro foi um misto de sentimentos, e não consigo articular comentários sobre ele de tão sublime que foi a leitura. Vou levar Nárnia para sempre em meu coração, me aquecendo e pretendo visitá-la de novo, de novo e de novo.

site: https://www.conversaurbana.com/single-post/2017/08/30/As-Cr%C3%B4nicas-de-N%C3%A1rnia-7---A-%C3%9Altima-Batalha
Simone.GAndrade 01/10/2017minha estante
Top!!! Ainda não tive a oportunidade de ler, mas está na lista :D




Noronha 05/03/2017

Uma biblia chamada: Cronicas de Narnia
Finalmente chegou ao fim a minha leitura da saga de ''As crônicas de Nárnia''. E o que posso dizer desta saga é resumido em apenas duas palavras: MAGICA e ESPIRITUAL.
Sabemos que os livros são voltados para crianças, mas me pergunto agora que terminei de ler: Será que as crianças terão o mesmo entendimento que eu tive como adulto? Digo isso por que as páginas de cada livro da série traz um aprendizado diferente. Neste ultimo em especifico tivemos o desfecho da história, de certa forma dramática de mais. Aqui temos um apocalipse disfarçado de história infantil, como em todos os livros. Não é preciso ser um gênio pra saber que Narnia é o nosso mundo, Aslam representa Jesus, os reis nossos governantes, os calormanos os mulçumanos e Tash o demonio. Neste ultimo livro acontece algo que ocorre muito no nosso mundo atual, falasse dos falsos profetas, da falta de crença, na mentira, nas conspirações e a ultima batalha aqui é claramente o apocalipse, com dragões surgindo da terra, dos mares, das matas e gigantes destruindo tudo. Até o paraiso é retratado aqui. Enfim, Crônicas de Narnia pode ser considerado o NOVO TESTAMENTO em forma de história infantil.
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Isadora 11/11/2016

O fim
Último livro da série. Para mim, o mais fraquinho de todos.

Não consegui me conectar com o Rei de Nárnia deste livro, nem com a história em si. Apesar de não ter sido ruim, o livro não foi tão bom quanto os anteriores. Faltou alguma coisa que realmente desse mais força a tudo o que estava acontecendo, e que me fizesse torcer por mais uma vitória de Aislam. Tudo aconteceu de uma forma abrupta e imediata. Não achei que houve uma boa construção de enredo.

O livro é bem curto, talvez por isso tenha notado a falta de profundidade desse grand finalé. E, diga-se de passagem, não achei nada interessante a conclusão dessa saga. Poxa vida, não gostei nem um pouco do que aconteceu.

Os livros de que mais gostei dessa série foram o Sobrinho do Mago e o Cavalo e seu Menino. Esses dois foram muito bem escritos e a história me envolveu completamente.

Enfim, finalizo as Crônicas um pouquinho triste com a conclusão, mas ainda assim satisfeita por ter conhecido essa história.
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Lucas 01/09/2016

Necessário
Apesar de eu ter umas críticas pontuais (Não contra a história em si, mas sim a forma como foi executada), A Última Batalha é fundamental para dar coerência e também um ponto final a série de livros de Lewis, não tendo uma abragnência, assim, tão grande como tem Tolkien, por exemplo.
Pote De Doçura 31/01/2018minha estante
Uau




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