Morte de Tinta

Morte de Tinta Cornelia Maria Funke




Resenhas - Morte de Tinta


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Mariáh 23/07/2018

Cheguei ao fim da trilogia Coração de tinta e ele me conquistou cada vez um pouquinho mais. Seus personagens (principalmente os homens rs) são os heróis mais antigos, uma mistura de Robin Hood com ladrões perversos, sem falar das fadas, duendes e os homens de vidro. Nessa serie tem de tudo um pouquinho, aventuras, lutas, laços de família e romance. Os vilões são tão bons (e de dá muita raiva) quanto os heróis, não tem como você não se perder nessa trilogia.
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TatáVasconcelos 25/04/2018

Não Se Pode Apagar o Que Já foi Escrito
O último capítulo da história de Meggie Folchart, filha do encadernador Mo, que, como seu pai, possui o dom de trazer as palavras à vida, começa exatamente do ponto onde terminou Sangue de Tinta. Farid se alia a Orfeu, lido por Meggie para dentro do livro com o único objetivo de resgatar Dedo Empoeirado das garras da morte. No entanto, o sujeitinho tem planos muito mais audaciosos para si mesmo no mundo de Fenoglio.

Escrevendo para si as maiores riquezas do reino, e conquistando a simpatia dos novos senhores de Ombra, Orfeu adia cada vez mais os planos dos mocinhos.

Todavia a história não está mais interessada no que mãos humanas podem escrever sobre ela.

Um acordo firmado com a morte em pessoa acaba enviando de volta o Dançarino de Fogo em sua versão Mega Power 2.0, e o conectando ao encadernador que, cada vez mais assumindo o personagem que Fenoglio criara para ele naquele mundo, se arrisca numa perigosa viagem ao Castelo no Lago, onde espera desfazer a magia que tornou Cabeça de Víbora, o grande vilão de Coração de Tinta, imortal.

Enquanto esses heróis se preparam para a luta, Meggie, Fenoglio e os ladrões liderados pelo Príncipe Negro terão sua própria guerra para lutar: proteger as crianças de Ombra de serem levadas pelos homens do Cabeça de Víbora para trabalhar nas minas de prata.

O acaso que colocou o livro novamente nas mãos de seu autor acaba revelando inúmeros caminhos para ajudá-los na luta; mas Fenoglio já deveria conhecer a esta altura os perigos de unir sua pena à Língua Encantada de Meggie.

O auxílio de um personagem impensável; palavras que Fenoglio sequer lembrava de ter escrito; e um feitiço aprendido há muito com uma das mentes mais perversas do Mundo de Tinta, serão as mais poderosas armas dos nossos heróis para vencer o capítulo final.

A última canção do Gaio poderá ter um final feliz. Mas resta aos nossos queridos personagens reconhecer que há muito deixaram de ser meros forasteiros no mundo do outro lado das páginas. Afinal, já dizia Dorothy em O Mágico de Oz: “Lar é o lugar onde seu coração está”.


site: https://admiravelmundoinventado.blogspot.com/2018/04/nao-se-pode-apagar-o-que-ja-foi-escrito.html
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Renata 10/02/2018

Morte de Tinta - Cornelia Funke
Coração de Tinta nunca esteve tão perto de ser absorvido pela maldade como em Morte de Tinta. Após os eventos do livro anterior, com Dedo Empoeirado tendo seu trágico fim, Fenóglio perdeu quase que completamente as rédeas de seu livro, com Orfeu alterando cada vez mais o cenário e disposto a tudo para moldar o mundo fantástico a seu bel prazer.

Com as adversidades aumentando, Mo encarna Gaio, personagem das canções de Fenóglio para o povo colorido, e se une a luta contra os vilões. Entretanto, mais e mais Mortimer torna-se Gaio e vai perdendo sua antiga personalidade. Nem mesmo Meggie é capaz de impedir que isso aconteça. Com Resa grávida e seu pai tomando um caminho sem volta, Meggie ainda precisa enfrentar os problemas envolvendo o primeiro amor e novas decepções. Com várias histórias em paralelo acontecendo ao mesmo tempo, pouco a pouco o leitor confere o desfecho inesquecível escrito por uma verdadeira barda.


Esse livro foi uma mistura de emoções tão grande que isso por si só surpreende. Desapeguei de Meggie após o último livro, e foi o momento certo porque ela ainda deixa a desejar. Na verdade, o romance em que foi envolvida é que me trouxe essa sensação, então foi ótimo outros personagens tomarem mais espaço. Quem ainda não deixa de conquistar é Dedo Empoeirado. De longe, ele é meu favorito e foi muito bem construído para ser exatamente isso. Não se apaixonar por ele é quase impossível.

A narrativa pode não conquistar de início. Gosto de ver a primeira parte do livro como uma pegadinha, mas logo a estória pega impulso e o desfecho é delicioso, arrebatador, perfeito, COMPLETAMENTE viciante. Acredito que nunca uma fantasia foi tão bem pincelada, tão repleta de mensagens subliminares que tratam de nos dar uma lição.

Morte de Tinta ter tantas páginas talvez seja desnecessário, mas a obra é de um encantamento tão grande que mesmo em sua imperfeição a autora acerta. Da saga, esse foi o que eu mais demorei para finalizar, não por ser ruim, mas pela dificuldade em desapegar e já sinto saudades. Foi o melhor da série e deixou claro algo que já era visível: Funke entende o poder das palavras e soube como usar e abusar disso. O resultado foi uma trilogia mágica e imortal.

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Eder Ribeiro 10/03/2017

Uma história deslumbrante
"Talvez no final, este mundo fosse feito de sonhos, é um velho homem apenas havia encontrado as palavras para eles".

Cornelia Funke simplesmente criou esse mundo fantástico e encantador, onde realidade e ficção se fundem em uma escrita emocionante, cujas palavras, carregadas com as tintas do deslumbramento, fazem o leitor viajar para dentro da história e nunca mais sair de lá.
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lavinia.pontes 08/09/2016

Muito tempo depois
Como eu esperei pra ler esse livro! Nunca tinha uma versão corrigida e todas as traduções eram horríveis, só consegui uma versão boa agora e talvez por causa disso eu tenha esquecido quem são alguns personagens e como terminou o segundo livro, mas enfim, Minhas opniões sobre a história: Os mesmo personagens tem muitos nomes e tem hora que confundo quem é quem, principalmente quando se trata dos vilões. Resa tava um saco, parecendo uma criança que fica implorando pra voltar pra casa, pelo menos mais pro fim ela resolve mudar de atitude. Elinor foi outra, só fazia reclamar e era melhor que tivesse ficado em casa mesmo. O romance de Meggie e Farid é realmente sem noção e não acrescenta em nada a história, tanto é que podia não ter acontecido. Jacopo me surpreendeu e Orfeu também, não esperava algumas atitudes neles. Mas o que eu estranhei mesmo foi a pouca participação de Meggie no desenrolar da história, logo ela que sempre ajudou o pai. O livro demora a desenrolar, muitas vezes fica na mesma descrição de como o mundo de tinta está diferente e bla bla bla, poderia ter tido menos páginas, umas 200 pelo menos. E o desfecho acontece muito rápido. Você passa o livro inteiro aflito e num piscar de olhos tudo se resolve. O último capítulo abre margem para mais histórias nesse mundo, vamos ver o que sai, ou não, dele.
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Tais Caires 05/08/2016

Três livros. Três palavras: Fantasia (de) Amor (aos) Livros!
No terceiro volume da série Morte de Tinta, ainda dentro do livro, os personagens que já te ganharam a esta altura da série, tem de enfrentar o maior dos vilões, além de resolver pequenos assuntos. E nesta terceira parte temos o que mais acontece entre os leitores, e eu me incluo, identificar-se com um personagem e sentir o que ele sente, pensar o que ele pensa.
“Você também não acha que de tempos em tempos deveríamos ler histórias nas quais tudo fosse muito diferente do nosso mundo? Nada nos ensina melhor a questionar-nos por que as árvores são verdes e não vermelhas ou por que temos cinco e não seis dedos”.
Os personagens me cativaram, Dedo Empoeirado é alma dos livros, adorei Violante a filha do grande vilão Cabeça de Víbora, gostei muito de Doria que roubou o coração de Meggie, e Fenoglio o autor do livro, que se sente orgulhoso e com raiva do mundo que criou, um mundo com fadas, elfos de fogo, ninfas e homens de vidro e vilões que são a encarnação do mal de tão terríveis.
A narrativa dos livros é calma e lenta, como se alguém tivesse te contando um história, com diversos momentos emocionantes, e com pausas longas. São livros para serem lidos sem pressa, viajando e se encantando pelo Mundo de Tinta.
“Não é possível ler de verdade um livro sem estar só. Mas é justamente por causa dessa solidão que acabamos nos relacionando intimamente com pessoas que talvez jamais houvéssemos conhecido, seja porque estão mortas há séculos, ou porque falam idiomas que você não entende. Porém, elas se transformam nos teus mais íntimos amigos, nos teus mais sábios conselheiros, nos magos que te hipnotizam, nas amantes com quem você sempre sonhou.”
Como disse no começo, três palavras definem estes livros e para quem leu, sabe a grande importância de três palavras no último livro.
Fantasia (de) Amor (aos) Livros!
Uma fantasia que imagina e descreve todas as fantasias de um leitor, que ama ler e ama as palavras, que estão em um livro, que estão entre as páginas, que ama todos os mundos feitos de papel e tinta.


site: https://booksclubsite.wordpress.com/2016/07/06/resenha-mundo-de-tinta-cornelia-funke/
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14/01/2016

o ultimo livro daTrilogia de tinta
fantastico!!! adorei a trilogia, acompanhar e fazer parte da vida dos personagens, seus desdobramentos e caminhos seguidos
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YhasCipri 17/12/2015

Sobre Morte de Tinta
Depois que Meggie entra no Mundo de Tinta escrito por Fenoglio, sua vida e esta história começam a ter reviravoltas intrigantes, principalmente quando seu pai assume o papel de Gaio, um nobre ladrão que luta contra Cabeça de Víbora, um tirano sanguinário que teme a morte e obriga Mortimer, pai de Meggie, a encardenar um livro que o torna imortal
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Erikkinha 25/11/2015

Mais do que contar uma hist?ria de magia, ? um tributo a literatura.Nesse ultimo livro Meggie ficou sem gra?a tanto quanto seu romance com Farid... mas no geral gosto muito da hist?ria.!
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Will 21/05/2015

De palavras é meu corpo. Corre tinta em minhas veias. Somos todos uma história!
"O que aconteceria se o caminho que não escondeu surpresas
Durante tantos anos decidisse não
Nos levar pra casa, mas andar em zigue-zague
Como o rabo de uma pipa, tão simples
E sem cerimônias! Se a pele de alcatrão
Fosse apenas uma longa bola de tecido
Que se desenrola e se adapta à forma
Do que está enterrado sob ele?
Se ele mesmo se propusesse novos caminhos
Por cantos desconhecidos, pelas montanhas,
Que depois se escalam ao azar;
Quem não desejaria ir para lá, de qualquer jeito?
Quem não gostaria de saber como termina uma história
Ou para onde se dirige afinal um caminho?"

- Sheenagh Pugh, What if this road

Morte de Tinta se inicia imediatamente após os calorosos acontecimentos de Sangue de Tinta. Com Ombra sem um governador legítimo no trono, Cabeça de Víbora - agora imortalizado pelo livro das páginas em branco encadernado por Mo - pôde finalmente estender suas garras para o outro lado da Floresta. Orfeu, usando o livro e as palavras de Fenoglio, começará a moldar o mundo como bem entende, seguindo seus próprios desejos e ambições. Mo, junto com Resa, Maggie, Príncipe Negro e os ladrões, precisam fugir para algum lugar onde estejam seguros, antes que Cabeça de Víbora descubra que sua imortalidade não será tão agradável assim. E então, quando o destino de Mo se cruza com o do Gaio, papel que Fenoglio o atribuiu inconscientemente, o Mundo de Tinta e nossos personagens se encontrarão em uma batalha que decidirá o futuro de cada um deles, bem como de todos os seus habitantes.

Bem, começarei dizendo que virei a última página do livro e o fechei, abraçando-o, com lágrimas nos olhos, sentindo essa variação de amor que à tanto descobri nos livros. Era minha despedida ao Mundo de Tinta, Mo, Meggie, Resa, Dedo empoeirado, Farid, Fenoglio, Elinor, aos ladrões e tantos outros personagens. Acompanhei todos eles durante quatro meses, muito tempo, confesso. Mas talvez seja mais sábio dizer que foram eles que me acompanharam, em um momento não muito positivo. A narrativa não se foca em um só personagem, diversas vezes mostrando locais diferentes ao terminar seus capítulos, como nos outros livros. Isso é fantástico! De certa forma, isso nos aproxima mais deles. A profundidade com que Cornelia trata cada um, nos faz ter momentos de pico entre amor e ódio. Tive momentos em que quis deixar o livro de lado tamanha minha irritação com o que acabara de acontecer.

Cornelia com certeza sabe conduzir a história. Cheguei a comparar Morte de Tinta a um relógio que marca a meia-noite. Como doze badaladas, os momentos realmente importantes, acontecem distribuidamente do começo ao fim do livro, e a cada um deles, você se surpreende, pois não são de forma alguma previsíveis. Morte de Tinta é como uma máquina, e seus acontecimentos, pequenas engrenagens que vão te cercando aos poucos. No final, ficamos divididos entre dois locais, e enquanto tudo acontece ao mesmo tempo, você teme pois não tem nada que te assegure que as coisas darão certo.

No fim, Cornelia te faz questionar: Será que palavras são apenas palavras? Será que todos esses mundos existem, em algum lugar? Não seremos nós, também, personagens de um livro que está sendo escrito por alguém? O meu profundo sentimento de amor por tudo isso que ela criou me faz sentir que nesse exato momento, eles ainda estão lá, pelas ruas de Ombra, entre as árvores da Floresta Sem Caminhos, nas praças assistindo a menestréis e ao Dançarino de Fogo fazerem suas performances. Vivendo suas vidas em um lugar com fadas, homens de vidro, elfos de fogo, ninfas e gigantes. E sempre que eu encarar um livro e desejar abrir uma porta e entrar por suas palavras, invadir seu mundo, lembrarei que Elinor um dia também passou por isso, e que conseguiu. Compartilhamos nosso amor por livros, Elinor! Estarei aqui, do outro lado das palavras, sempre torcendo por vocês! o/
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