Morte de Tinta

Morte de Tinta Cornelia Maria Funke




Resenhas - Morte de Tinta


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Jose.Henrique 31/07/2020

Esse livro é fantástico
Se você passou pelo volume dois e chegou até aqui, só tenho uma coisa para te dizer, NÃO PARE! Leia, não perca o time, não deixe para depois. Esse livro deve ser devorado, pois a história é magnifica, o desfecho é surpreendente. Sem dúvida, esse livro vai te trazer tanto o sentimento de saudade, que vai fazer você querer abrir esses livros e ler novamente.
O meu sentimento, é que eu fui abraçado por essas páginas, e que eu ainda sinto esse abraço. Só sei que fechei essas páginas e fique pensando: "E se isso for verdade, e se existir um mundo dentro de cada livro?" Essa ideia me deixa muito feliz e triste ao mesmo tempo, pois nem todos os livros são felizes. Todo esse universo rico que é mundo de tinta, te mostra sobre como é a criação de um livro, que os autores não são deuses oniscientes de tudo que criam, que até eles mesmos podem esquecer de suas histórias. Que uma história tem vida própria, que o seu escritor só lhe dá o sopro da vida, e então ela começa a caminhar sozinha.

Enfim, lamento se eu não consegui te comprar com essa breve e mega superficial resenha. Mas te garanto, que se você ler esse livro, vai com certeza amar a sua história, e sem duvida, se questionar: "Como será que a história continuou?" Porque de uma coisa eu sei agora, que o ponto final do autor é só o inicio do próximo capitulo que ele não escreveu.

Ansioso por mais um livro...
jana 11/08/2020minha estante
eu amei o primeiro, fui logo ler o segundo, mas ele foi beeeem lento e fiquei com medo do terceiro seguir a mesma linha...
ainda bem que eu estava errada kkkk até agora tô adorando e já estou um pouquinho saudosa desses personagens incríveis :)


Jose.Henrique 13/08/2020minha estante
Sim, ele é meio lento mesmo. Fica mais interessante no final. O primeiro é muito bom mesmo. O terceiro é o melhor deles. Não sei se tu reparou, mas o grau de perigo que os protagonistas correm ele aumenta conforme os livros. Acho isso muito legal.




Bruna.Goncalves 16/07/2020

Morte de tinta
Melhor dos livros mundo de tinta, seu começo não é muito bom mas depois de umas 200 páginas o negócio vai melhorando, a autora brinca com você faz você passar raiva achar que vai da tudo errado e pior q da tudo errado, achei o final legal mas esperava outra coisa, mas o a história e muito boa!
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Karina 07/07/2020

Morte de Tinta é o último livro da trilogia "Coração de Tinta", nele, os principais vilões do primeiro livro já não existem mais. Os protagonistas passam a enfrentar novos desafios e o final chega a acelerar o coração! Neste livro, Mo, Meggie e Resa enfrentam o Coração de Víbora, um Rei tirano em busca da imortalidade, juntamente com seus homens de confiança, que fazem da vida de Mo um inferno. Felizmente, graças à ajuda de Dedo Empoeirado, das Damas Brancas e de muitos outros bons ajudantes, a história consegue ter um final feliz (mesmo que seja inacreditável em alguns momentos).
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Naty 10/06/2020

Você aceitou entrar no seu livro predileto, mas, talvez, nunca mais consiga sair.
Apesar de ser um livro com um ritmo lento, é um livro mui bem escrito como todos os outros da série. É um livro em que a autora ousa e faz inovações com a história. Ela consegue acompanhar vários personagens um atrás do outro, cada um com sua peculiaridade e nada vem fácil. É uma autora treinada para criar histórias bem tramadas com mil personagens, mas eu realmente acho que, apesar da técnica, faltou um pouco de drama, se posso assim chamar.
O que quero dizer quando digo que faltou drama é que eu não consegui me apagar a nenhum dos personagens da maneira que consiga em muitos outros livros. Eu ficaria livre se algum deles morresse, mas nada muito sentimental não. Acho que, se aquele mundo de Ombra desaparecesse, eu não estaria "nem aí". Isso me fez ter pouca vontade de continuar a história, embora ela me surpreendesse a cada página com reviravoltas, jogos de poder, etc. Tudo é claro de uma forma ainda não tão dramática.
Esse livro já não é tão infantil, mas ainda dá um clima de inocência e acho que poderia ser lido para uma criança sem problemas. Um ou dois capítulos por noite para dar sono. Mas que querer correr com a leitura desse livro é tirar dele muito da graça mesmo.
Pena que, apesar de eu estar lendo lentamente, esses personagens não me conquistaram tanto assim. Uma trilogia muito bem escrita com certeza, mas que não me cativou.
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Paulo Brito 29/05/2020

Simplesmente fascinante
O melhor da trilogia "Mundo de Tinta. Os personagens altamente envolvidos no mundo de fantasia que Funk (autora) criou. A escrita continua impecável e a estória nos prende de um jeito que é difícil parar de ler. Espero que o final seja tão incrível quanto tá sendo agora.
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Lyn 18/05/2020

Coração. Sangue. Morte
Finalização da trilogia , foi incrível acompanhar a trajetória de cada personagem, não me emocionou o final mas foi acolhedor. Vale a pena ler e ver o quão incrível Dedo Empoeirado e Gaio são e tudo pelo q eles passaram juntos.
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Ynara.Thaina 14/05/2020

Um livro muito gostoso de ler
Acho que todo leitor já imaginou como seria conhecer aquele personagem preferido ou um universo de um livro querido... Esse livro aborda essa idéia divertida. A leitura é tranquila e conseguiu fugir do óbvio. Dos 3 livros, esse foi o que eu mais gostei.
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Luciana Brito 17/04/2020

Muito bom!
O livro é maravilhoso, cheio de ação e suspense assim como todos da trilogia.
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Will 30/03/2020

O mundo além das letras
É muito mais tentador do que parece.
Perdi as contas de quantas vezes quis me enfiar atrás dos personagens e conhecer o mundo de Fenoglio, ainda que talvez encontrasse algum dos terríveis vil?es que vivem lá.
Nunca fechei um livro com tanto gosto e tanta tristeza no coração.
Alguém apaga minha mente para eu poder ler de novo por favor.
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João Wictor 22/02/2020

Em "Morte de Tinta", Mo tenta desfazer o seu enorme erro cometido nos capítulos finais de "Sangue de Tinta", enquanto começa a se identificar com Gaio, personagem escrito por Fenoglio em suas canções, e a esquecer quem realmente é.
Trazido por Meggie para dentro do livro a pedido de Farid, Orfeu usa da escrita de Fenoglio em busca de poder e para tirar Dedo Empoeirado das mãos das Damas Brancas.
Meggie se questiona sobre seus sentimentos em relação a Farid e o que realmente deseja, enquanto tenta salvar seu pai, ou Gaio.

Nesse último livro é encerrada a trama sobre o Cabeça de Víbora. Cornélia deixou Meggie um pouco de lado e decidiu focar mais em Mortimer, o que eu gostei muito. Esperava mais ações de Elinor e Darius, que infelizmente só tiveram mais destaque no primeiro livro... Apesar disso, o final é emocionante, até inesperado.
Mal posso esperar pelo próximo volume!!!
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Marcus Caldas 16/02/2020

Devido a riqueza de detalhes o livro se tornou longo, entretanto, teve grandes emoções e com um final deixando uma deixa para um próximo livro, afinal algumas personagens não tiveram o final que merecia. Em resumo gostei bastante da trilogia e recomendo.
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Sarah Rappl 28/09/2019

O fantástico é relativo: um coração de tinta pode bater tão forte quanto um coração de sangue
*HÁ SPOILERS no decorrer do texto*

Todos temos nossas formas de escapar do mundo — saindo com os amigos, praticando esportes radicais, meditando; a minha é lendo. E muitas vezes eu faço isso sem querer e quando percebo, entrei de tão modo na leitura, que não notei barulhos e nem a hora passar. Minha percepção se volta somente para aquela história que me consome cada vez mais. E me vejo sofrendo e vibrando com os personagens. Essas são as melhores, em que os personagens te atraem — mas já vou abordá-los. Uma ótima vantagem de ler é que podemos sair quando quisermos das histórias. Só fechar o livro e fim: vilões, monstros e tudo de malvado que cada narrativa compõe ficam lá. Não podem nos alcançar no nosso dito mundo real.

Só que e se acontece de nos alcançar?

Essa é a premissa da trilogia Mundo de Tinta. O encontro do mundo real, o nosso mundo, com o mundo feito de palavras, de um livro.

E a princípio tudo parece lindo e maravilhoso: conhecer os personagens, os seres fantásticos, os cenários incríveis, só que tudo se torna perigoso quando é real. Quando o leitor passa a não ser mais leitor e sim interagir com aquele mundo.

Então vos alerto, pense bem antes de desejar ser sugado por um livro. Ou que algo venha daquele mundo para o seu. Ou pelo menos esteja preparado para quem o que pode sair.

Não costumamos nos preocupar com outras ações e pensamentos que os personagens teriam fora o que está narrado nas histórias que lemos. E a saga que se inicia com Coração de Tinta faz essa abordagem, que é um dos muitos pontos que me fascina na série. Nós podemos criar algo, mas a criatura vai desenvolver personalidade e vontades próprias. A trajetória de Fenoglio, autor de Coração de Tinta, dentro da obra Coração de Tinta, da autora real Cornelia Funke, publicada em nosso mundo real pela Cia das Letras (e depois pelo selo Seguinte), vai além do que ele imaginou em seu livro. Seus personagens têm vida. Têm sentimentos além das belas palavras que o compõe. E elas escapam de seu livro.

Maggie desde muito nova e mesmo que ainda não soubesse, já teve essa experiência de lidar com ações de personagens que passam a viver em seu mundo. E as consequências que trouxeram para a sua família. É no mínimo peculiar ver Maggie e Mo encantados com a interação entre eles próprios e personagens que conheceram lendo. E nós vamos conhecendo-os melhor conforme eles interagem! O que já é uma loucura.

Fenoglio, que ninguém parece gostar muito, para mim é incrível — como pessoa ele é cansativo, mas o seu personagem de autor deslumbrado é muito bacana de acompanhar.

Aprofundando nos personagens, o meu favorito era o Farid, seu fascínio e devoção aqueciam meu coração. Mas sua lealdade tem nome, como prova no terceiro livro e perdi o encanto por ele. Maggie e Mo são mais parecidos comigo, curiosos, zelosos, identifiquei-me de imediato e continuam sendo meus favoritos. Principalmente Mo. É um personagem muito bem trabalhado, complexo, que vai sendo desenvolvido. Ele passa a saber que é um personagem e luta contra o que lhe impõem. É bem legal a metalinguagem existente aí.

Entre os demais personagens, há o queridinho de muitos, Dedo Empoeirado, um que realmente não me cativa, mas é a estrela de Coração de Tinta de Fenoglio. Não me atraem personagens no estilo anti-herói e mesmo no terceiro volume, quando ele vira um ser fantástico praticamente, além de se “redimir”, ainda não me convenceu. Todavia, todo o contexto com as Damas Brancas e a relação dele com o fogo é bem fascinante.

Roxane, Príncipe Negro e o urso, Bailarino das Nuvens, Violante, Cosme, os ladrões e Doria, como também Resa e Eleanor, atraem pelo o que Maggie acha interessante neles, mas eu não me senti muito ligada, apesar de eu gostar deles no geral. Já no terceiro temos um desenvolvimento maior de Violante e ela parece uma personagem muito complexa, que mereceria um livro só dela: criança sofrida, com um pai vilão, tem fraco por menestréis e heróis, sempre tratada como feia, mas mantém o queixo erguido e a compostura, além do seu amor por livros. Que história incrível seria. Quem sabe ainda pode rolar uma dela junto com o Príncipe Negro? Fenoglio pira.

Nunca fui fã de vilões e aqui eles deixam a desejar. Não gosto de nenhum em específico. Talvez apenas Cabeça de Víbora, pelos seus medos e superstições. Mas Mortola, Capricórnio, Orfeu, Basta, todos são levados só pela maldade. Orfeu é o pior de todos, a narração dele era cansativa e egocêntrica demais — dispensaria o ponto de vista dele. Apesar de ele não ter morrido, mesmo eu compartilhando do mesmo desejo da Eleanor, seu fim foi “bobo”, porém deixou uma abertura para o mal ainda. E eu não gosto de finais ruins. Finais tristes, sim. Mas finais que o mal impera sobre o bem, nunca. Então me agradou que os maus tiveram como destino a morte e com cenas “fracas”, sem alarde. A do Capricórnio só que foi mais magistral, mas como vilão principal da obra, a meu ver, então foi “merecido”.

Já os sequestros/fugas foram difíceis de aturar. Não tenho críticas grandes à obra, no todo ela me fascina, mas isso ficou bem desgastante. Não me fez querer parar de ler, mas nos tira o fantástico, fica só masmorra/castelos. Sofrimento demais. Para os personagens e para a gente. E os cenários são tão legais: queremos as florestas, as fadas, as Damas Brancas, os homens de vidro selvagens, as árvores gigantes!

E todo esse mundo fantástico, só é incrível para nós que não temos nada disso. Enquanto para Doria, Farid e Dedo Empoeirado, o mais fascinante eram os carros, a energia elétrica e as demais facilidades que temos com a nossa tecnologia atual. Sempre vai existir algo mais fantástico. Por isso a arte é tão necessária. Para nos possibilitar o deslumbre desses outros mundos. Outras vivências. Maggie, Mo e Eleanor, principalmente, têm um carinho palpável pelos livros. E vai além de gostar de ler. Eles têm um encanto pela possibilidade. A vontade de querer consumir mais. Conhecer mais. A obra como um todo, desperta isso. Faz crescer dentro de cada um de nós essa compulsão que ronda os personagens, essa paixão por novos mundos, novos personagens, novas aventuras, novas histórias.

A escrita de Cornelia possibilita tudo isso. Ela é tão cheia de vida e amor! Cativa-nos a ler cada palavra. Ela tem um apelo, aconchega-nos em cada página. Faz-nos ver, também, como as palavras são poderosas e até místicas, num mundo antigo que não sabe ler. Em ‘nosso mundo’, muitas vezes a escrita à mão já é considerada insignificante, sendo que ela é um código extremamente útil para nos comunicarmos. Bater os dedos num teclado ou celular não pode substituir tinta e folha. Que os livros sejam todos digitais, mas as nossas palavras sejam encorpadas como a tinta. Temos mãos capazes e devemos usá-las, talvez só não tão ativamente quando Fenoglio e Mo. Afinal, até a Morte vem reivindicar caso um livro queira brincar de deus — uma das partes que mais acho legal: um livro ser o causador de tantas tramas e ainda a solução. A obra toda brinca com esse conceito de amor/medo por livros. Uma abordagem relevante e perspicaz, além de necessária, ainda mais atualmente.

A conclusão da série é boa, mas não me agradou totalmente, apesar das 500 páginas por edição, que te prendem e não deixam largar o livro até acabar, pareceu tudo muito rápido, que tudo se encaixou muito fácil. Como por exemplo, do nada surgir uma narrativa do Jacopo e ele ser a chave para o sucesso. Ninguém espera isso, então surpreendeu, senti até como se fosse uma jogada da autora, como se esperássemos o Fenoglio resolver tudo e ela nos mostrou ‘quem manda’ de verdade. Mas mesmo assim pareceu faltar algo. Como também saber mais do filho de Mo e Resa, nem o nome dele descobrimos…

Não obstante, é uma das minhas séries favoritas! Apesar do que me incomoda, o fascínio que sinto é maior. Sinto-me acolhida e esses sempre foram os melhores livros: os que posso me refugiar lá dentro. E ainda bem que comigo funciona fechá-lo e tudo ainda ficar lá.

Por fim, seguem alguns pontos específicos que eu não podia deixar de comentar.

Uma sacada legal: falar do futuro da Maggie e do Mo a partir de outra história que o Fenoglio já havia escrito sobre o Doria. Até dá um nó na cabeça. Mas já aquece nossos corações, pois sabemos que tudo vai ficar bem.

Uma mancada: não falar o que aconteceu com Sorrateiro e o Cérbero.

Uma lástima: o filme de 2008. Péssimo como adaptação. Ficou caricato, bobo e infantil demais.

Uma dualidade: é nos dito que o livro dentro do livro chama Coração de Tinta porque o coração de Capricórnio é negro como tinta. Todavia o nome da obra em si, principalmente quando acompanhamos até o fim e vemos o “feitiço” que Mo e Fenoglio usam no livro com as palavras ‘coração, sangue e morte’ (que dão título às edições da trilogia), podemos notar que é algo mais intrínseco. Que o livro e seus personagens são quase um organismo vivo, que mesmo sendo feitos de tinta, têm um coração que bate.

Uma descoberta: há um livro de contos chamado Mundo de Tinta (Cornelia Funke — editora Seguinte), lançado após a trilogia. Fiquei até meio chocada de nunca ter ouvido falar dessa antologia, mas já está na lista e sempre válido ler mais sobre um universo que adoramos. Apesar de eu nunca gostar desses contos que saem depois das obras, pois sempre considero fracos, ainda quero conferir.

Um bônus: os trechos que têm nas edições a cada começo de capítulo. Várias obras e poemas me interessaram, é uma abertura também para conhecermos novos livros e autores. Como por exemplo, o poema On turning ten, de Billy Collins, que eu me apaixonei. Fora a emoção de reconhecer alguns.

É a segunda vez que li Coração de Tinta, Sangue de Tinta e Morte de Tinta. A primeira leitura foi há uns 8, 9 anos atrás. E não me lembrava de quase nada e fiquei me martirizando: como podia não me lembrar de uma série tão sensacional? Como é possível ter gostado tanto de algo e não guardado nada… Mas talvez seja a magia do livro, de nos fazer ‘esquecer’, para querermos ler de novo e de novo e de novo. O que obviamente pretendo fazer daqui alguns anos. Afinal, esse é o tipo perfeito de obra que vale a pena ter na prateleira e manusear de tempos em tempos, amando cada pedacinho dela, exatamente como o Mo faz quando pega um livro.

site: https://medium.com/@sarahrappl/o-fant%C3%A1stico-%C3%A9-relativo-um-cora%C3%A7%C3%A3o-de-tinta-pode-bater-t%C3%A3o-forte-quanto-um-cora%C3%A7%C3%A3o-de-sangue-6570f112fbda
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gabiereiss 21/07/2019

Uma surpresa boa
Esse livro realmente me surpreendeu. Depois de dois livros, eu quase não consegui começar o terceiro, demorei quase dois anos pra engatar na leitura novamente, mas eu não culpo o livro necessariamente, hoje me arrependo de não ter lido logo.
No meio de tantas aventuras e revira voltas, o "Morte de Tinta" prendeu minha atenção em um conflito especifico, Orfeu x Fenoglio e a questão de quem realmente controla os acontecimentos da história. São discussões muito interessantes de ler, porque na verdade nenhum dos dois controlam nada, o livro cresce e se desenvolve por si próprio, os dois apenas mexem em pequenos pontos, nos quais muitas vezes não acontece da maneira que esperavam.
Claro que por ser um livro infanto-juvenil tudo termina bem, em seus próprios termos, mas o livro é tão mais intenso que os outros dois que a sensação de ansiedade não te deixa em momento algum.
Li vários comentários que o 'casal' Meggie e Farid foi morno e mal desenvolvido. Não concordo, a intensão da autora não é o romance dos dois, são quase 600 páginas de história, o romance adolescente entre os dois é completamente secundário.
Por mim a autora ainda teria espaço para um quarto livro, sem tornar a história chata ou forçada. Apesar da história não acabar como pontas soltas, a autora deixa pontos que poderiam desencadear uma nova história.
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Viik 13/07/2019

fabuloso
Confesso que esperava um pouco mais de ação no final, mas foi tão simpes, singelo e tão bem construido que foi um final digno da trilogia.

Mo, Resa e Maggie tiveram o final que sempre mereceram. Na verdade todos os personagens encontram o final que lhes é digno.

Morte de Tinta encerra em grande estilo uma trilogia maravilhosa. Mesmo tendo demorado um bocado para ler, valeu a pena cada pagina lida. Me fez perceber o quanto um livro pode ter poder sobre nós e nossas escolhas. Magnifico.
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