Alice no País das Maravilhas

Alice no País das Maravilhas Lewis Carroll




Resenhas - Alice no País das Maravilhas


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Leandro 20/03/2017

A descrição de um sonho!
Sabe quando você tem aqueles sonhos sem pé nem cabeça mas que são maravilhosos? Aqueles sonhos malucos que mudam a todo momento e você não quer que acabe... pois bem esse livro é o retrato fiel de um sonho bem maluco, e vale a pena dar uma lida! É bem mais legal que os filmes e tem coisas que eu nunca tinha ouvido falar. Ótima leitura.

site: dicadoleandro.wordpress.com
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Layla 23/02/2017

Não consegui gostar
Essa é uma história bastante conhecida, reproduzida, parodiada, por isso quando eu li o livro além de imaginar os personagens igual aos da Disney, me fez querer algo a mais e criar expectativas enorme sobre esse livro, também não sei se foi o porquê da linguagem do livro que eu li ter sido rebuscada, ou se os poemas que tinham neles me fez achar desgastantes, ou li na idade errada, mas o ponto positivo nesse livro é a mensagem que o autor quer passar, sobre a passagem da infância à vida adulta e que as pessoas hoje em dias são muito atarefadas e não têm tempo para nada, representada pelo coelho branco, quem sabe algum dia eu possa dar a chance a esse livro de ler em uma outra edição e mais com calma.
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Pablo 14/02/2017

Curto, divertido, e não tão infantil...
Alice no país das maravilhas é uma história que dispensa apresentações. Todo mundo está familiarizado com a história da garotinha que aumenta e diminui de tamanho após ingerir comidas e bebidas, que possui animais e personagens completamente nonsense como a lagarta que fuma narguilé, o gato com um enorme sorriso que desaparece quando quer, o coelho branco sempre apressado, o chapeleiro maluco e tantos outros personagens estranhos.

Uma das coisas que mais ouvi antes de ler esse livro foi justamente o fato de que, diferente dos filmes e desenhos da Disney que foram baseadas nessa obra, o livro não se trata de uma história inteiramente infantil, e por isso, comecei a lê-lo prestando o máximo de atenção às suas analogias, metáforas e características que passam despercebidas pelas crianças.
Algumas são mais óbvias, como a pressa e correria dos personagens, uma analogia à vida adulta, ou a ideia de hierarquia, em que Alice reclama o tempo todo que "todos parecem estar dando ordens". Outras são mais sutis e ainda assim interessantes, como o crescimento físico de Alice, que é análogo ao crescimento humano da infância à fase adulta, que fica claro em algumas falas da personagem que mudam de tom quando ela fica gigante e não mais se preocupa em desafiar e afrontar outros personagens.

Não acredito que seja um livro indispensável, apesar de ser um clássico. Justamente porque a história já muito conhecida e não traz nada de muito novo, mas é uma leitura curtinha e muito divertida.

site: https://www.instagram.com/opablogimenez/
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Emanuel Xampy Fontinhas 30/01/2017

Não li quando criança e, juntando isso com todas as adaptações televisivas e cinematográficas já vistas, diminuiu o impacto que causaria, caso tivesse lido lá atrás. Creio que a tradução também não consiga adaptar tão bem as figuras de linguagem usadas pelo autor, mas mesmo assim é um ótimo livro, com riquíssimas ilustrações e que vale e muito ser lido por todos, crianças e adultos.
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Ana 23/01/2017

Eu li - Alice no País das Maravilhas
Sempre fui apaixonada por esse livro e todas as adaptações que já vi. Sabe aquela pessoa que vibra toda vez que vê um filme ou série onde aparece o Chapeleiro Maluco, Coelho Branco, Rainha de Copas, Gato de Cheshire? Pois é! Culpada!

Acredito que muita gente já conhece o começo dessa história, mas vale a pena lembrar:
“Alice estava começando a se sentir cansada de ficar sentada ao lado de sua irmã e não ter nada para fazer: vez ou outra ela dava uma olhadinha no livro que a irmã lia, mas não havia figuras ou diálogos nele e para que serve um livro, pensou Alice, sem figuras nem diálogos?. Então, ela pensava consigo mesma (tão bem quanto era possível naquele dia quente que a deixava sonolenta e sem ânimo) se o prazer de fazer um colar e margaridas era mais forte do que o esforço de ter de levantar e colher as margaridas...”

Depois de refletir se seria interessante fazer um colar de margaridas, Alice vê um coelho branco com olhos cor de rosa passar correndo perto dela. No começo essa imagem não lhe parece fora do normal: um coelho dizendo que estava atrasando e retirando um relógio do colete. Claro. Por que cena mais comum que esta? Mas quando percebe que a situação é estranha resolve segui-lo.

Na toca do coelho, a pequena Alice parece nunca mais parar de cair, até que chega a uma enorme sala redonda. Quando descobre um meio de adentrar no País das Maravilhas (através de um rio de lágrimas), ela acaba se deparando com vários seres incríveis.

Há várias situações meio doidas, como por exemplo, quando Alice começa a falar para um grupo de animais sobre sua Gata Diná, e com isso acaba assustando um rato e alguns pássaros... E mais tarde quando ela recebe conselhos de uma lagarta que fuma narguilé e entra na casa de uma Duquesa que tem um bebê que vira porco (ou já é um porco, essa parte eu não entendi muito bem)...

Ah, e não dá para esquecer de mencionar o Gato de Cheshire, o Chapeleiro Maluco e a Lebre de Março!
Nem daquela charada:“Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”
A resposta é ainda melhor! Nem queiram saber (hehe)

E após participar de um chá muito louco com o Chapeleiro e a Lebre, Alice é convidada a participar de um jogo de críquete com a Rainha de Copas usando flamingos como bastões e ouriços como bolas.

Por falar nisso vocês sabem como se parece uma falsa tartaruga que tem aulas extras de lavagem? Pois então... É uma loucura!

E para terminar tem aquele julgamento louco, mas épico, onde os personagens dão seus depoimentos sem o menor sentido.

Tentei resumir e não contar muita coisa a respeito do livro justamente porque não quero privar o leitor de se encantar com essa história que, apesar de simples, consegue envolver do começo ao fim.

É tudo meio misturado, com situações inusitadas, mas podemos tirar análises psicológicas, filosóficas e sociais desse enredo.

Segundo o site Guia do Estudante (http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/alice-pais-maravilhas-muito-alem-toca-coelho-745955.shtml) a obra é cheia de referências a vida de Lewis Carroll e àquela época:

Violência

"Cortem-lhe a cabeça", diz a Rainha de Copas. O trecho revela que os leitores vitorianos não se chocavam com cenas de violência, mesmo se descritas para crianças. "Não se deveria permitir que livros como Alice no País das Maravilhas circulassem entre adultos que estão se submetendo à análise", afirmou o crítico Martin Gardner.

Amadurecimento

As transformações corporais sofridas por Alice são uma metáfora para o crescimento de meninas com a chegada da puberdade, oportunidade para inúmeras interpretações psicanalíticas. Carroll, aliás, nunca escapou de analogias (à pedofilia, por exemplo) e críticas a seu carinho por meninas de 8 a 12 anos, entre elas a Alice original.

Existencialismo

"Lagarta para Alice: ‘Quem é Você?’. Alice responde: ‘Eu... nem eu mesma sei, Sir... pelo menos sei quem eu era quando me levantei esta manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então’." Para muitos críticos, tais indagações antecipam a filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre (1905-1980).

Matemática aplicada

Autor de estudos de lógica, Carroll era fascinado por charadas. No capítulo 9, o Grifo (animal mitológico com cabeça de águia e corpo de leão) diz quantas horas por dia estudava: "Dez horas no primeiro dia, nove no seguinte, e assim por diante". Alice responde: "Nesse caso, no décimo-primeiro dia era feriado?" Ela está certa.

Só lembrando que a resenha faz parte do nosso especial de aniversário da Alice! Espero que tenham gostado...


site: http://vicioseliteratura.blogspot.com.br/2015/07/eu-li-57-alice-no-pais-das-maravilhas.html
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Sil 13/01/2017

Não vai!
Já li esse livro três vezes, e definitivamente não consigo gostar dele.
wmelloj 15/01/2017minha estante
Concordo!


Sil 16/01/2017minha estante
Pois é. O jeito é se conformar, nem tudo é para todos.


wmelloj 16/01/2017minha estante
Verdade




wesley.moreiradeandrade 11/01/2017

O clássico de Lewis Carroll intriga muitos leitores. Sua história non sense em que a jovem Alice vai parar num mundo cheio de figuras estranhas, malucas, é o que mais surpreende na leitura deste livro que não é nem totalmente infantil, nem totalmente adulto e, por isso mesmo encanta pessoas de diversas idades. Não tem como não se divertir com personagens excêntricas como o gato de Cheshire, o Chapeleiro, a lagarta que fuma narguile, o coelho atrasado, a Rainha de Copas e tantos outros que povoam o caminho da jovem Alice em diálogos que nos colocam um ponto de interrogação tão grande quanto as dúvidas que Alice apresenta em sua trajetória. Tudo em um ambiente onírico e caótico. A coerência, a princípio, não parece ser o princípio ativo de Wonderland, e isto não é um defeito, e em nada parece com o universo mágico-bonitinho de outras obras literárias como O Mágico de Óz, por exemplo. Alice cresce e se descobre e tenta tirar alguma lógica de tudo que presenciou. Só sabemos que ela não será a mesma após esta louca viagem. Nem nós.

site: http://wesleyescritosebesteiras.blogspot.com.br/2014/03/na-estante-15-alice-no-pais-das.html
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Hofschneider 10/01/2017

a fantasia e a filosofia
o livro mesmo quando lançado, não tinha um publico alvo, por mexer com o imaginário e com o real. o autor do livro era um matemático e escreveu o livro para uma filha de um amigo dele. gostava muito de crianças e até fotografava elas.

vejo em algumas passagens do livro, uma metáfora com a realidade; como em “quando acordei sabia quem eu era, mas agora não sei mais ao certo”, demonstrando na realidade a liquidez da vida e do pensamento humano.

não li o livro quando era criança, mas gostaria muito de te-lo feito, com um olhar mais infantil para a obra. agora só me resta ver a parte melancólica em que o livro se compara com a vida e suas complicações.
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Hildeberto 26/12/2016

A edição de bolso "Alice", da Editora Zahar, possuí duas estórias: "Alice no País das Maravilhas" e "Alice no País do Espelho e o que ela Encontrou por Lá".

A primeira vista, o segunda estória trata-se de uma continuação da primeira. Porém, acredito que os dois livros são bem distintos, embora possuam muitas aspectos em comum - no-sense, personagem principal (Alice).

"Alice no País das Maravilhas" é mais complexo. Antes de mais nada, tenha-se em mente que o livro NÃO foi inspirado em uma menina internada em um manicômio e que, portanto, o enredo não faz uma analogia a este. Tão pouco deve-se confundir os filmes da Disney - o desenho de 1951 (uma obra de arte por si só) e a versão do Tim Burton - com o livro. Embora o desenho de 1951 seja bastante fiel ao livro, ele também contêm passagens da continuação "Através do Espelho".

"Alice no País das Maravilhas" é um livro infantil bastante complexo. Alice, uma menina de 11 anos, segue um coelho até sua toca e, ao cair dentro dela, vive um série de aventuras inusitadas e conhece muitos seres diferentes. A linguagem do autor é fluída, mas o enredo é bastante visual e louco. Uma criança provavelmente se divertiria ao imaginar as cenas que Carroll descreve. Mas deve-se atentar que há um sentido por trás disso. O livro causa estranhamento porque esta é a sensação que uma criança ao entrar na adolescência tem sobre o mundo dos adultos. Leve-se em consideração que o livro foi escrito inspirado em uma Alice real, que estava na sua pré-adolescência na época. A descrição de Carrol é caricatural da sociedade Inglesa do século XIX. Os animais ganham vida porque, dizem, todas as pessoas podem ser representadas como um animal por suas características psicológicas.

"Alice através do Espelho" mantêm a mesma pegada do "Alice no País das Maravilhas", mas de forma mesmo magistral. Trata-se mais de um enredo no-sense e lúdico, embora ainda mantenha críticas embutidas e um cenário visual impactante. Se no primeiro livro Alice estava no percurso para entrar na vida adulta, no segundo ela busca se afirmar como mulher, como "rainha". Há também referências filosóficas desconcertantes - "afinal, quem sonhou? Alice ou o Rei Vermelho". ATENÇÃO: a não ser por Alice e a gata Dinah, os personagens do primeiro livro não reaparecem no segundo.

Ler Alice é uma experiência única. Este clássico esta impregnado em nosso inconsciente. Sua influência é imensa. Diversos livros, filmes, músicas e até mesmo drogas tiveram fazem referências à Alice. Portanto é uma leitura essencial.

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Luiza - Choque Literário 23/12/2016

Resenha originalmente publicada no blog Choque Literário.
Alice está entediada por ficar sentada ao lado da irmã sem ter nada para fazer, o livro dela não a atrai.
Quando um Coelho Branco aparece apressado, olhando as horas num relógio de bolso dizendo que chegará tarde, Alice se sente tentada a segui-lo para sua toca e assim faz.
Ao entrar no País das Maravilhas, a garota vive experiências inusitadas tomando chá com um Chapeleiro, conversando com uma lagarta que fuma narguilé e convivendo com uma Rainha que só sabe gritar "Cortem a cabeça!". Alice se adapta tão facilmente a nova realidade que pouco se importa sobre como vai sair de lá.

"'Se você conhecesse o Tempo como eu conheço', disse o Chapeleiro, 'não falaria em desperdiçá-lo, como se fosse uma coisa. É um senhor'".

Li este livro com olhos de criança, praticamente em um dia. Ele é cheio de canções e imagens que nos ajudam a imaginar melhor a história. Só depois que fui pesquisar um pouco percebi o quão grande foi o mundo que Carroll (aliás, é um pseudônimo) criou.
Li que a personagem Rainha de Copas é uma crítica à Rainha Vitória e que o Coelho Branco representa a sociedade que é ocupada demais com seus afazeres, sempre correndo com o tempo e se esquecendo de "viver". O nome Chapeleiro Maluco foi baseado na frase "Maluco por ser um chapeleiro", pois, antigamente, mercúrio era utilizado no processo de confecção de alguns chapéus, sendo impossível evitar a inalação desses vapores. Chapeleiros frequentemente sofriam de intoxicação, causando problemas neurológicos, incluindo desordem na fala e visão distorcida.
Confesso que não sei se gostei ou desgostei do final, mas ele não estraga nem um pouco a história, recomendo!

site: http://choqueliterario.blogspot.com.br/2015/04/falando-sobre-alice-no-pais-das.html
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Gustavo 10/12/2016

Um livro pra criança? Tem certeza?
1. Aspecto central: a questão da linguagem. A linguagem da obra ora em seus jogos de palavras, ora em suas inversões nos termos da oração promovem significativa reflexão sobre o léxico. Não vejo como uma criança conseguiria achar interessante isso, já para um adulto é sensacional. Perceber isso é fundamental para uma boa compreensão da obra, a chave para a interpretação está em enunciados como: "se você não sabe a resposta da pergunta, que diferença faz a forma como ela é feita?".
2. Comunicação. Quem é você? Quem sou eu? eu não sou mas a mesma. Como estabelecer dialogo com seres que não estão interessado em nós? Na teoria da oratória, pressuposto fundante é que orador deve estar legitimado a falar, sob pena de não ser entendido. Ex. O mendigo da rua, quando este fala dificilmente é escutado, por não estar para o transeunte legitimado a falar. Tal como Alice, ela tenta estabelecer todo tempo comunicação com os seres mais fantástico mas vira e meche acaba frustrada.
3. Acho que só não gostei mais, pois não li em english... mas quem sabe numa releitura, principalmente por conta dos poemas.
4. A rainha de copas: Bizarra! definitivamente ela faz da obra algo para adultos.
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Risa 11/11/2016

Incrível
Até pouco tempo atrás nunca tinha lido o livro,só assistido o filme do Tim Burton.E para minha surpresa amei o livro e passei a detestar o filme.Eu me apaixonei pela Alice,e me vi um pouco nela rs.Uma garotinha amável,mas com uma leve rebeldia,bem diferente da sonsa do filme :(.Um livro simples,de fantasia,relaxante,muito gostoso de ler.As vezes me sentia dentro da história,no país das maravilhas,me fazendo esquecer um pouco do nosso mundo e querendo que o mundo de Alice fosse verdadeiro rs.Simplesmente incrível.Amei.
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Djessica Prado 08/10/2016

Alice e o País das Maravilhas
É quase impossível encontrar alguém que não conheça sobre o universo de Alice e o Pais das Maravilhas. Eu sempre amei os filmes, mas nunca tinha me dado o prazer da leitura.

"Quando eu lia contos de fadas, achava que aquele tipo de coisa não acontecia de fato. Agora, cá estou eu metida no meio de um. Tenho certeza de que deve haver um livro escrito sobre mim, deve haver (..)"

O livro começa com uma pequena Alice, ouvindo a irmã contando uma historia, e ve passando um coelho branco apressado e curiosa, resolve segui-lo., e acaba entrando em um toca, caindo em um poço que parecia não ter fundo, e indo parar em um lugar muito diferente . Começa a se aventurar pelo lugar, encantada com tudo, apesar de não saber como voltará para casa, Alice se entrega a todas as estranhezas do país das Maravilhas. Percebe que todos os animais por lá falam – ratos, passarinhos, sapos, gatos, lagarta, lebres, grifos, uma falsa tartaruga … e tudo mais. Ela é bem respondona – o que gostei dela, porque sou assim também rs – e também se irrita facilmente com eles, pois todos a dão ordens e criticam quase tudo que ela fala. Ela é daquelas crianças que querem saber o porque e o sentido de tudo, sendo uma “perguntadora” - o que de fato é irritante, sendo os animais até bem pacientes.

"Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então."

Encontra a uma lagarta azul fumando um cachimbo, e com ela tem uma conversa onde buscam tentar descobrir quem é ela. Um Gato risonho que tem o poder de desaparecer. Toma um chá muito diferente e confuso, no meio a seres loucos: uma marmota sonolenta e preguiçosa, a Lebre de Março e o famoso Chapeleiro Maluco - meu personagem preferido da historia.

“O tempo não tolera ser marcado. Mas se você se relacionar bem com ele, ele pode fazer quase tudo o que você quiser com as horas.”

Entre um cresce e encolhe, cresce, encolhe, cresce e encolhe – interminável … Vai parar no palácio da Rainha de Copas irritante, que adora mandar cortar a cabeças de todos. Começa a jogar um jogo estranho – croque – onde usavam ouriços como bola e flamingos como tacos.
Em quase todo o livro você fica se perguntando : “que loucura é esta ?” , mas apesar de muitas vezes nada fazer sentido a historia é encantadora, e os personagens bem construidos, você tem que abrir a imaginação, deixar fluir e se divertir com frases como essas abaixo:

“Comece pelo começo – disse o Rei, serio – e continue até o fim. Então, pare.”

A narrativa é fácil e rápida, pois o livro tem apenas 105 paginas, além de ilustrações bem bonitas em paginas inteiras e muitas canções e poesias. É um livro infantil, que ao meu ver todas crianças deveriam ler. Um texto cheio de peculiaridades e fantasias, para despertar o lado criativo e a imaginação do leitor. O gênero infantil não é preferido – confesso – mas esta obra de Lewis Carrol é um clássico de 1865, e não poderia ficar sem conhece-la. Como dizem por ai “Um clássico sempre precisa ser lido. “

“Tudo tem uma moral, é só buscar.”

***Este post faz parte do #DesafioLiterário2016 #DELGOB2016 do blog Os nós da rede- Outubro: Livro infantil

Muitas outras resenhas literárias no blog >> http://www.maisfeminice.com.br/search/label/livros

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Martita 05/10/2016

O autor fumou maconha?
É essa a primeira impressão que tive ao iniciar o livro: esse autor estava doidão ao escrever esse livro. Principalmente na parte da cozinheira que arremessa panelas e pratos por todo lado e até no "bebê" que depois descobri que nem isso era aquela coisa berrando nos braços da duquesa.
De início achei a leitura gostosa e mágica, mas depois foi ficando bem maluca e em certos momentos achei chata.
Mas valeu a leitura. Um clássico sempre precisa ser lido.
Nilton 26/10/2016minha estante
Kkkkkkkk


Martita 26/10/2016minha estante
Rsrs


Layla 21/02/2017minha estante
Kkkk pensei a mesma coisa, ainda mais com Alice e o cogumelo kkkkkk




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