Alice no País das Maravilhas

Alice no País das Maravilhas Lewis Carroll




Resenhas - Alice no País das Maravilhas


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Bruna 08/12/2017

Muito bom
É um clássico, muito divertido que atrai crianças e adultos. Gosto muito da história.
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Alisson 04/12/2017

Edição disponível para troca
Recentemente fiz uma compra de um box, contendo clássicos infantis. E gostaria de fazer uma troca desta edição por outro livro que possa me interessar.
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Jenn 03/12/2017

Ainda digerindo
Tão ímpar, que ainda me pego pensando nas metáforas...simplesmente genial!
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Mis 04/11/2017

Todo mundo ama menos eu
Li esse livro há tanto tempo que nem lembrava mais da história, então hoje mesmo resolvi relê-lo e fazer um histórico de leituras no Skoob. O resultado disso foi bastante inusitado pois eu estava achando que ia amar a história, mas não foi o que aconteceu.

Nos dois primeiros capítulos eu me encantei pela narrativa com doses certas de humor, ironia e ingenuidade da pequena Alice. Ela se mostra uma garotinha muito curiosa sobre tudo e também bastante preocupada com as pessoas (a parte que ela não joga o pote de geleia fora com medo de cair na cabeça de alguém ❤). Também gostei do fato de haver um narrador fixo mas, em alguns momentos, ser a própria Alice que narra a história.

"Normalmente, ela se dava bons conselhos (embora raramente os seguisse) e às vezes repreendia-se tão severamente que chegava a ficar com lágrimas nos olhos, e uma vez ainda lembrava-se de ter tentado boxear suas próprias orelhas por ter trapaceado consigo mesma em um jogo de críquete que jogava com ela mesma, pois é... Essa curiosa criança gostava de ser duas pessoas."

Daqui pra frente eu meio que só tenho coisas negativas pra dizer do livro, o que pode ser bastante estranho porque sei que a maioria das pessoas amam a obra tão famosa de Lewis Carroll. Sorry.

Nos próximos capítulos eu definitivamente peguei ranço da Alice. Pra mim, ela mudou completamente. O fato de ela não entender coisas simples, como: não posso falar da minha gata que devora ratos para, bom, um rato. Isso me irritava profundamente, mesmo eu sabendo que não é algo que se deve dar tanta importância. Acho que estava me sentindo muito crítica quando o li. Mas, pra não falar só de coisas ruins mesmo, achei esse quote fofinho:

"Quando eu lia contos de fadas, ficava imaginando que esse tipo de coisa nunca acontece e agora estou aqui no meio de um! Deveria haver um livro escrito sobre mim, deveria sim! E quando eu crescer, eu vou escrever um..."

No meio de várias páginas entediantes e com situações completamente nonsenses que, embora eu saiba que era a intenção, me irritavam demais, acabei encontrando uma reflexão bacana sobre identidade e o quão difícil é saber quem realmente somos quando tudo está mudando. Alice não parava de crescer e diminuir e, após tantas mudanças, ela já nem sabia mais quem era. Não sei se o livro teve a intenção de propor essa reflexão ou se foi coisa da minha cabeça mesmo, porque eu sei que Lewis nunca quis criar um livro cheio de críticas sobre a sociedade e reflexões sobre a vida, ele apenas criou essa história para entreter crianças. Fica aí a dúvida no ar, então.

Outra coisa que me incomodou foi o fato de não ter gostado dos personagens que eu amei quando assisti ao filme do Tim Burton. Eu sei que o filme só se inspirou no livro e as histórias em si acabam sendo bastante diferentes, mas o Chapeleiro Maluco, o Gato de Cheshire, a Lagarta Azul e a Lebre de Março se tornaram desinteressantes no livro, sendo que eu os amei no filme. Inclusive, achei simplesmente inaceitável o Chapeleiro Maluco xingar a Alice de imbecil no livro. A leitura, por mais que não me agradasse, estava sendo leve, e aí DO NADA acontece isso. Achei ofensivo.

Agora, sobre as aventuras de Alice... ai, sei nem o que dizer direito, rs. Em alguns capítulos eu apenas achava tudo meio chatinho, mas em outros eu simplesmente não entendia nada. Zero. Nulo. Era como se o Lewis tivesse colocado o corretor pra escrever a história e várias palavras aleatórias foram surgindo. Eu juro que tentei gostar, mas como fazer isso se eu nem conseguia entender o que tava lendo? O que foi aquela história da Falsa Tartaruga? Lewis, com todo o respeito, devia estar muito doidão quando escreveu esse livro.

Enfim, final do livro. Eu queria muito ter entendido gostado das aventuras da Alice no País das Maravilhas. Alice é uma criança cheia de imaginação que sonhou com um mundo totalmente diferente do dela, isso é fato e deve ser valorizado, mas acho que é importante reconhecer que talvez eu, por já não ser mais criança, tenha perdido um pouco da minha capacidade de imaginação e, por isso, acabei gostando tão pouco dessa obra.

Fiquei completamente decepcionada por perceber que um dos livros preferidos da Mel do Serendipity (minha blogueira e booktuber preferida) foi um dos livros que eu mais detestei ler. Mas eu preciso sempre ser sincera comigo mesma e, mesmo não querendo que fosse assim, não posso fingir ter gostado, né?

site: https://literarizandomomentos.blogspot.com.br/
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Chello 02/11/2017

Divertido
O livro é dito como um clássico da literatura infantil não sem motivo!
Cheio de personagens divertidos, cenas engraçadas e um cenário fantasioso, Alice no País das Maravilhas é uma leitura simples, agradável e divertida, recomendada a todos que querem distrair a mente, sentindo-se parte das aventuras de Alice.
O que mais me apeteceu, sem dúvida, foi a peculiaridade cômica de cada personagem; a maneira como eles relacionam-se entre si gera cenas muito divertidas rs
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Leo, o afectivo 05/10/2017

Por que uma escrivaninha é parecida com um corvo?
Nonsense que delira.
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HericAhh 28/09/2017

As aventuras la fora
Tudo começou quando Alice estava começando a se casar quando aparece um coelho falando sozinho e olhando no relogio,achando que ia chegar atrasado.Alice achou estranho um coelho tirando um relogio do bolço do colet,até que por fim ela sai correndo atrás do coelho e viu que ele entrou
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Iggor 14/09/2017

Uma viagem nonsense pela imaginação de uma criança
Finalmente, pude ler este livro considerado clássico por muitos.Algo que logo me chamou a tenção foi a maneira que o mundo em questão é apresentado que uma forma completamente nonsense sem nenhum compromisso com a realidade ou a logica do nosso mundo,o que é muito interessante.De resto temos uma historia que apresenta diversas camadas de conhecimentos e que com certeza deve ter sido estudado a exaustão por filósofos,sociólogos,psicólogos e afins,eu como não pertenço a nenhum dos citados prefiro ficar com a parte fantástica e completamente sem compromisso com o real.
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Letícia 26/08/2017

Alice
País das maravilhas: fiquei esperando uma coisa, baseada no filme e é totalmente diferente, fiquei um pouco decepcionada, confesso.
Através do espelho: não vi o filme, mas a história é legalzinha, tirando o monte de poema que tem no meio.
Achei uma leitura um pouco cansativa, talvez por sempre acontecer a mesma coisa, só mudando o personagem que a Alice se relaciona e também tem umas palavras difíceis, diferentes.
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CarlosLopesh 20/08/2017

Estranhas terras nunca vistas por quem não sabe sonhar...
Resenha:
Um clássico da literatura infanto-juvenil. Não tem qualquer cunho moral, político ou ideológico, mas a finalidade muito simples e objetiva de entretenimento das crianças através de uma composição lúdica! Só li agora, já adulto, por dois motivos: era o livro do mês, proposto pelo meu grupo de leitura, e por curiosidade por ser um clássico que eu não li na infância.
Achei uma leitura muito doida, estilo aquele tipo de sonho "sem pé nem cabeça"...rsrs
Mas valeu para voltar um pouco àqueles tempos em que, menino, eu também tinha as minhas fantasias... meio "fantástico mundo de Bob", sabe como é, né? É bom para quebrar um pouco o ritmo seco da realidade cheia de responsabilidades, da vida adulta!
A estória, todo mundo já está careca de saber através dos filmes que tratam o clássico. Entretanto, o livro trás detalhes bem interessantes que os filmes não captaram. Aliás, não sei porque os filmes não seguiram a composição original do clássico...
Resumindo, Alice segue o coelho a uma terra estranha, cheia de "maravilhas", travando diálogos com personagens bem interessantes e acaba fazendo parte de um julgamento promovido pelo rei e a louca da rainha que quer cortar a cabeça de todo mundo...haha.
A segunda parte, ou a segunda estória, Alice entra em um espelho e lá também vive aventuras bem cômicas com personagens pra lá de esquisitos.
Um detalhe eu achei meio "sinistro": a vida do autor, o Lewis Carroll. O cara era meio "Michael Jackson na sua Neverland", que idolatrava crianças e tinha um perfil que os psicólogos traçam como o de um pedófilo, embora os seus biógrafos insistem em lembrar que ele nunca fizera mal a qualquer criança e lutava interiormente contra esse fascínio desordenado...
Enfim, é interessante contar cada aventura de Alice para as crianças, como meio de entretenimento! Acho que esse trecho resume meu comentário:
"Alice a percorrer estranhas terras
Nunca vistas por quem não sabe sonhar.
Que mais é viver senão sonhar?"
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Jeane 02/08/2017

Esta leitura foi maçante, o livro não me entusiasmou. Alice age com naturalidade frente aos absurdos que acontecem durante sua jornada, parece um robô, pois não se encanta por nada, nem parece que é uma criança. A narrativa não tem humor ou ação. Eu não consegui ter simpatia por Alice ou por qualquer outro personagem. Foi uma leitura chata.
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Joao.Ricardo 09/07/2017

Passei o final de semana no mundo de Lewis Carroll! Li o meu último livro da série Alice.
Alice no País das Maravilhas (1865), publicado 6 anos antes do Através do espelho e o que Alice encontrou lá, é a história que todos conhecem da garota que entra por um buraco, encontra um mundo diferente e acorda de um sonho.
Bom, até ai legal... rs... mas, mais legal ainda são os aspectos que permeiam o intitulado nonsense da obra! Relações altamente abstratas de matemática, lógica, semântica, identidade e paradoxos, muitos paradoxos... Isso sim é que podemos chamar de País das Maravilhas! O Rei de Copas manda decapitar o Gato de Cheshire e o carrasco se recusa porque não pode decapitar uma cabeça sem corpo (o gato surgiu somente com sua cabeça nesse episódio), enquanto o Rei acha que desde que haja cabeça pode haver decapitação.
Sim, pesado para uma história infantil, mas muito relevante para uma mente pensante! Ambas obras se remetem a todo tempo e com uma porção se similaridades. Embora eu acredite que o Através do espelho e o que Alice encontrou lá, seja melhor que o Alice no País das Maravilhas... Mas, fica a critério do leitor. Indico os dois.
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Buh 04/07/2017

Bom
Leitura rápida, leve e como o filme, pouca coisa a mais
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Valentina 28/06/2017

?
O que falar de Alice no país das maravilhas?
Simplesmente um lindo clássico tanto nos livros como nos cinemas!!!!Amo a Alice! Tenho tudo dela!
Conta obviamente a história de Alice,Que enquanto estava em um belo parque lendo um belo livro, vê um atrasado ? coelho! E resolve segui-lo! Acaba caindo em um buraco,e, parando em um "país das maravilhas" que enfrenta várias aventuras e conhece varios amigos! E alguns inimigos!!!!
Más ao sair percebe que foi tudo um sonho! Pera aí! Será?!?
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Alex 13/06/2017

REVISITANDO A MINHA PRÓPRIA INFÂNCIA
Passei a vida toda pensando que este era um conto infantil.
Isso provavelmente se deve ao fato de ter assistido, ainda muito pequeno, a animação da Disney, adaptada da clássica narrativa do inglês Lewis Carroll.

Recentemente acabei ganhando o e-book desta obra e pensei que seria incrível revisitá-la, já que tanto me deliciei dela quando pequeno.
Hoje, já com alguns cabelos brancos na cabeça, pude descobrir o quanto a leitura desta estória é capaz de originar copiosos ensaios e outras ponderações, através da singularidade das personagens que habitam o mundo dos sonhos da pequena Alice, sobre como ela sempre parece inadequada (ora grande demais, ora pequena demais) e sobre como a extravagância do chapeleiro ou a inquietação do coelho soam familiares à essência adulta de qualquer pessoa.

Com isso e com todo o encanto nos contornos burlescos e nonsenses da fábula, posso presumir que "Alice no país das maravilhas" é tão incrível para as crianças quanto para os adultos, sem ressalvas. Não é a toa que é um clássico tão cultuado.
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