Um grito de amor do centro do mundo

Um grito de amor do centro do mundo Kyoichi Katayama




Resenhas - Um grito de amor do centro do mundo


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Catia.Belasco 14/03/2021

Não faço idéia de quanto tempo tenho esse livro. Anos, mais de uma década , talvez.
Foi a primeira vez que o li.
Relata um amor puro, genuíno e a tristeza da perda.
O que mais me comoveu , nem foi o relacionamento dos protagonistas, mas sim a relação do Sakutarô e o avô dele. Me fez lembrar do meu pai.
Bom livro.
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Leeh 15/04/2020

O amor pode ser simples e puro, se não acredita leia esse livro.
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Raquel 15/08/2018

Simples e bom
Não espere uma grande obra de literatura com ricos ambientes e personagens complexos. É uma história comum de amor (bem clichê na verdade), mas escrita de forma delicada, simples e capaz de tocar os leitores. Recomendo.

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Kymhy 08/03/2018

Um Grito de Amor do Centro do Mundo - Kyoichi Katayama
Um casal jovem que acaba descobrindo que o tempo é o maior inimigo do seu amor. Será que o relógio contando é justificativa para cometer loucuras pelo amado?

site: https://gatoletrado.com.br/site/resenha-um-grito-de-amor-do-centro-do-mundo-kyoichi-katayama/
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Ed 04/11/2016

A literatura Japonesa é muito melhor que isso, acredite!
Comecei a ler esse livro por saudades do estilo literário japonês, tão sensível e envolvente que conheci através de Haruki Murakami. Kyoichi Katayama tem uma boa narrativa e seu estilo se assemelha ao de Murakami, contudo o autor de "Um grito de amor do centro do mundo" é muito mais pé no chão, e a semelhança de sua narrativa com a de Murakami termina aí.

A história é muito simples, não há nada demais: apenas dois adolescentes que se apaixonam, iniciam um relacionamento e têm a relação interrompida por uma doença mortal, e só. Esse fato me frustrou bastante, pois leio sempre pressupondo que serei surpreendido, que lerei reviravoltas, ainda que o livro tenha 155 páginas (o caso deste), eu sempre espero grandes eventos, surpresas, como costuma acontecer em certos romances ou até em contos. Mas nada além disso ocorreu.

Certos fatores pesaram na minha avaliação final. O casal não me convenceu e o protagonista, Sakuratô, em minha opinião, é muito sem noção, insensível e imprudente. Algumas atitudes dele, e algumas coisas que falava, me deixava irritado, xingando ele por dentro. Já Aki me pareceu mais verossímil e carismática, dela eu gostei. A história alterna entre passado e presente, pra que o leitor conheça como começou o relacionamento do casal até a morte de Aki. então não é nenhum spoiler dizer que a moça morreu, isso é algo dito nas primeiras páginas. No geral o livro é focado no luto interminável que Sakuratô enfrenta devido a ausência de Aki, isso deixa a leitura meio enfadonha, mas como a obra é curta, não é nada que aborreça por muito tempo. Por outro lado o avô de Sakuratô foi um destaque muito positivo no livro, com suas histórias passadas e virtudes.

No geral, para mim foi uma leitura agradável, no entanto nada que me surpreendesse. Não me emocionou, mas também não me aborreceu. Minha admiração pela literatura japonesa e por Murakami continuam intactas.
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Kurama 03/09/2016

Sekai no Chuushin de Ai wo Sakebu <3
Esse foi o primeiro (e único, acho) livro japonês que eu li, confesso que quis ler por conta do sobrenome, porque é um tanto difícil achar algo relacionado à família Katayama.
A história conta a vida de Sakutarou, um adolescente que se apaixona por sua melhor amiga, Aki. Achei muito bom, por mais que eu sentisse uma facada no peito quando colocaram o sobrenome depois do nome (de tanto assistir animes e doramas acabei pegando o costume japonês e fico agoniada) tranquilo o desenrolar da história, o relacionamento do Saku-chan com seu jii-chan, é incrível o quanto os dois se entendem. E, confesso que chorei no final.
Além de ser um dos livros mais lidos no Japão (mais de 3,5 milhões de cópias), fizeram o dorama baseado no livro (Sekai no Chuushin de Ai wo Sakebu) que também é muito bom. Gostaria muito de ler e resenhar outros livros do Katayama Kyoichi.
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Jean 30/06/2015

Desafio Literário 2015 - Junho
Considerei este livro como uma versão mais sensível e "in your face" de A Culpa é das Estrelas. Foi uma leitura razoavelmente pesada e bastante rápida e agradável. O que mais gosto é como uma história simples como essa nos envolve completamente durante a leitura. Entretanto, não é um livro marcante. Os mais sensíveis devem preparar os lencinhos.
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Melo 25/06/2014

O belo e o singelo
Após um breve diálogo com meu amigo e companheiro de profissão, o geógrafo Giliade, aceitei o convite de ir à casa dele pegar o absoluto A Montanha Mágica de Thomas Mann. Então, após tocar aquele calhamaço, Gil depositou em minhas mãos o livro de Kyoichi Katayama, alegando-me que presenteava aquele que lhe visitasse pela primeira vez.

Num dia de noite varada percebendo que eu não conseguiria dormir, puxei do meu criado-mudo com espelho o livro que estava a tiracolo: Um Grito de Amor do Centro do Mundo.

Comecei a ler sem qualquer propósito e, quando percebi, já tinha Aki e Saku-chan vivos em mim. Fui tocado pela história bonita de seu avô e já sabia o caminhar do livro do começo ao fim, todavia mantive a leitura porque o autor faz questão de deixar cestas brechas que vão guiando-o (ainda mais se for curioso como sou) através da história bela, cheia de descrições românticas, pitorescas, e muito passíveis de acontecer.

Diria que Saku-chan me ensinou a observar poeticamente o ambiente -- ato que eu já fazia, mas ele me inspirou para tal.

E Aki é uma incógnita: como pode ser tão bela?

O singelo e o belo se liquidificam e fica uma obra em sua mente, daquelas que você dirá: leia, jamais vai se arrepender de lê-la.
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Jon 14/04/2014

É de chorar a alma aos poucos.
Uma das obras mais tristes e bonitas que eu já pude ler. A escrita de katayama é gostosa e o modo como as personagens interagem, criando aquele clima doce entre eles, é o que nos cativa durante toda a obra. Confesso que chorei. Sim, eu chorei. Chorei tanto que eu mal tive tempo para refletir sobre minhas lágrimas, pois eu tinha a ânsia de saber o que aconteceria a seguir. Este é um livro que nós queremos procrastinar a sua leitura justamente para que ela não termine logo e nos deixe órfãos! Ainda assim, mesmo quando chegamos a sua última folha, naquela penúltima linha antes das palavras que terminam a obra, nós sentimos a vontade de parar e começar tudo novamente! Só para termos um pouquinho mais das personagens em nós, mesmo sabendo que mais uma vez entraremos em prantos.
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Luana_Corazza 02/04/2014

Leve e tocante!
É um livro que faz pensar sobre a vida! Muito bom, leve, com uma história muito tocante e linda! Recomendadíssimo.

Fofo e triste, achei melhor que A Culpa é das Estrelas, logo na primeira página já da para perceber que a história que vem em seguida é ótima.

Junto com todo o enredo, além do desafio a parte do câncer terminal, também existem as complicações típicas da adolescência.
O livro, mostra o presente e o passado dos personagens. 5 estrelas!
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San... 25/02/2014

Uma história simples, onde um adolescente nos conta da perda de sua namorada, seu primeiro grande amor. Enquanto nos fala do dia a dia vivido pelos dois, de suas experiências e pensamentos, vai descortinando a gama de sentimentos, de dúvidas, de tristezas advindas de sua perda. Embora sem grandes pretensões, o livro não é piegas, nem melodramático, o que poderia ser esperado por conta do assunto tratado. Gostei.
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Kleber 14/01/2014

Melodrama exagerado recheado de clichês
Esse livro de Kyoichi Katayama é um romance água com açúcar para adolescentes facilmente impressionáveis, um "dorama" em forma de livro, sentimentaloide ao extremo, fenômeno literário Deus sabe como! Clichês e mais clichês até cansar...

A propósito, um dos livros mais previsíveis que já li. A partir do ponto que você lê o fim da estória (que é o começo do livro), já dá para deduzir tudo que vai acontecer, e adivinhe só: acontece mesmo! E tenta emocionar com as situações as mais forçadas possíveis, aquela comoção à força que mais causa incômodo do que toca.

Não, não, a literatura japonesa é muito mais do que isso. Se colocar na balança, esse livro inteiro não vale nem as 10 primeiras páginas de Norwegian Wood do Murakami.
Ed 04/11/2016minha estante
Murakami é um mestre *--*




Flávia 11/01/2014

As pequenas lições
Como falar de um livro tão simples? Tão direto, com uma história já conhecida por muitos e mesmo assim, terminá-lo com certa surpresa?

Trata-se do primeiro amor, aquele lá da infância. E o desenrolar desse amor. Ok, você vai pensar: já vi isso diversas vezes. E, principalmente, já vi esse desenrolar também. No entanto, o encanto está na forma de apresentar os problemas, de mostrar a reação dos personagens. Nada de dramalhões, nada de choros incansáveis. Sakutarô é o menino tímido, estudioso. Aki é a bela garota de sorriso largo, meiga.

“Se a quantidade de felicidade era determinada para cada pessoa, naquele momento talvez eu estivesse esbanjando a felicidade de uma vida inteira.” Pág 25

Comecei a leitura bastante empolgada. E fui me deparando com “o mesmo do mesmo” e quase me frustrei. Até notar como o autor me levaria para perceber o que era importante. E então passei a observar os detalhes. Pouco dramático, mas inspirador. Isso permitiu que eu, como leitora, sofresse menos e enxergasse melhor as lições.

Ah! Preciso mencionar o avô de Sakutarô. Em parte do livro, parece ser o grande salvador. Se tudo desse errado, ele salvaria o enredo. Se você não gostar de nada, vai gostar ao menos do avô.

O texto é narrado em primeira pessoa pelo Sakutarô, e divido em cronologias alternadas, ora passado, ora presente. A escrita é simples, mas com grandes mensagens. A capa é linda, mesmo não tendo nada excepcional, adorei as cores.

E quando você não espera pelo final, o livro termina. Lindo!
LUA 01/02/2014minha estante
Flávia,
Livro orientais sempre me trazem boas lições. Gostei muito da resenha, deve ser muito interessante.



Flávia 18/02/2014minha estante
Lua, foi meu primeiro, mas do pouco que conheço da cultura oriental, eles sempre têm excelentes mensagens




Carina 01/10/2013

Para ler com a caixa de lenços de papel ao lado
O livro tem um enredo típico - um romance adolescente interrompido com a doença e a morte. No entanto, por mais que o mesmo tema tenha sido abordado em inúmeros doramas, mangás e filmes, ainda assim ele é trabalhado de maneira original nesta obra.

O que mais merece destaque é a linguagem do protagonista, que consegue retratar seu aspecto juvenil sem cair na superficialidade. A alternância de tempos narrativos aproxima ainda mais o leitor do narrador da história, levando-o a compreender melhor a sua dor.

Não é um livro fenomenal, mas é bem escrito. Vale a leitura e as lágrimas.

Trechos:

(...). Senti medo de estar tão feliz. Se a quantidade de felicidade era determinada para cada pessoa, naquele momento eu talvez estivesse esbanjando a felicidade de uma vida inteira. (...).

"A nossa vida se torna longa e entediante quando estamos sós. Mas, quando compartilhamos com alguém, num piscar de olhos estamos na bifurcação entre a vida e a morte."

- Eles acreditam que existe uma razão para que todas as coisas do mundo existam - disse ela, em outra ocasião. - Para todas as coisas do universo há um motivo, e não existem mudanças repentinas e casualidades. Se pensamos que essas mudanças existem, é porque não compreendemos o universo. Deve ser porque o ser humano ainda não tem sabedoria suficiente para entender.

(...). Por um instante, senti-me tragado por um redemoinho de deslumbrante felicidade. Era como se cada sulco que compõe um pequenino coração, vibrasse com doçura, repleto de alegria. Era como reviver a alegria do primeiro beijo; reviver a alegria do primeiro abraço. Mas, no instante seguinte, o reluzente redemoinho foi silenciosamente tragado pelo abismo escuro e, quando me dei conta, estava atordoado (...).
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pabelin 04/06/2013

O livro é suave e bonito, uma história de amor que prendeu minha atenção até o fim.
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