Píppi Meialonga

Píppi Meialonga Astrid Lindgren




Resenhas - Píppi Meialonga


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Vasya - A Corsária 14/03/2021

Senta Que Lá Vem Problematização
"Percebi mais de uma vez que as pessoas acham que eu não estou me comportando mesmo quando eu estou fazendo tudo para me comportar."

#48 - Esse livro poderia ter entrado na minha lista de crianças que eu amo demais, só que eu não gostei muito da Píppi, ela tem seus momentos engraçados e eu ri das bobagens que ela faz ao longo da história uma vez ou outra… mas eu não posso me fazer de desentendida pros pequenos detalhes que estragaram a minha experiência.
Eu sempre quis ler esse livro, na verdade eu tenho uma lista extensa de livros infantis que eu queria ter lido quando pequena, por isso é sempre um prazer achar esses livros pra ler. Então imagine como eu fiquei feliz ao encontrar esse livro - que é um dos favoritos de uma velha conhecida.
Lá fui eu, toda pimposa ficar estressada pelas bobagens que Pippi diz.
Vejam bem, não é que o livro seja ruim ou que o meu timing de idade pra ter lido tenha passado há anos - até porque o que não falta são livros que são pro público infantil que são cheios de lições valiosas para os adultos também.

Mas há algo errado nesse livro quando você para pra pensar que a escritora escreveu pra filha dela e estão cheia de frases do tipo:

"No Congo Belga não há uma pessoa que seja verdadeira."

"Não tem como ter orelhas tão grandes assim, não nesse país… mas na China as coisas são um pouco diferentes lá a um homem que tem orelhas tão grandes que servem de capas de chuvas."

"Na índia remonta as pessoas andam sobre as mãos"

"No Egito as pessoas andam de costa."

E que na argentina as crianças não vão à escola e etc (esse trecho é muito grande e eu fiquei com preguiça pra coloca-lo aqui, mas ele e estranho a sua forma pode acreditar.)

Eu sei que a Píppi se desmente em um desses casos mas eu não gostei dessas piadas estúpidas (vamos chamar assim), elas são no mínimo questionáveis quando a mesma personagem diz que já morou em Portugal e não fala mais nada sobre, eu realmente estava esperando uma piadinha e quando virei a página e não encontrei nada fiquei "ué? Cadê a zombaria um pouco ofensiva ou a desinformação - chamem do que quiserem - sobre esse país?"
Eu não sei, fiquei com a sensação de que ela quis fazer graça com estereótipos estranhos e isso não me agradou nenhum pouco, ainda mais quando eu pensava e pro público infantil... traduzido para muitos idioma... a muitos anos.
Isso sem falar que eu realmente parei a leitura e procurei no google sobre o fato dos touros sentirem ou não dor ao ter seus chifres arrancados e pasmem eles sentem, e por isso existem técnicas e remédios para evitar isso e nenhuma das técnicas são quebrar simplesmente o chifre como fizeram no livro. - A defensora dos animais que vive em mim vetou esse livro na hora e nada mais salvaria ele.

Sim, e claro que eu sei que esse livro foi escrito a mais de 50 anos e blablabla mas eu estou lendo agora e não me vejo recomendando ele pra minha irmã mais nova, e até seria legal recomendar porque ele tem uma personagem feminina como principal, que não precisa de outras pessoas pra salva-la ou cuidar dela e isso foi mega importante e tal pra época e formação de milhares de jovens...

O que nos leva a outro ponto interessante, Píppi é mesmo uma boa influência?
Ela é uma criatura largada que ninguém ajuda a ser uma pessoa melhor (e parece que todos nos livros esperam que ela aprenda a conviver em sociedade magicamente o que é meio estranho, também) então Píppi fica ali com o uma criança mal educada e chata cercada de adultos molengas demais, respondendo, sendo grossa e desobediente (ela é uma Marsha em outras palavras) ao mesmo tempo que ela está sendo responsável por si mesma, eu realmente não sei o que pensar sobre ela nesse caso. Foi uma leitura muito controversa essa e a verdade, esperava gostar e me decepcionei mais do que poderia imaginar.

Enfim, vou ler os outros livros e ver se melhoram ou se pioram ao longo que a personagem cresce. - e esqueçam o que eu disse e indiquem pro seus babys, a poucos livros com protagonista femininas no ramo infantil clássico.

Ps: Eu realmente escrevi Marsha e o urso antes de postar ai parei e pensei "eles são dois personagens, filha!" e corrigir.



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Manu 23/02/2021

Pippi meia longa
Foi muito legal mesmo, e também muito engraçado, a pipi é doidinha kkkk, e o tom e aninha são muito legais também, eles fazem várias coisas juntos,foi muito bom, eu gostei muito?
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Evelize Volpi 25/01/2021

Pippi Meia Longa é um livro para todas as idades.
Pensem numa garotinha esperta, traquinas, forte e com um imenso coração.
Essa é Pippi, uma garotinha incrível.
Quem ainda tem sua criança dentro do coração, recomendo a leitura.
Irá se Encantar com Pippi e todas as Aventuras que ela vive?
Carlos Nunes 25/01/2021minha estante
Oi, Evelize! Fiquei sabendo que os compositores do grupo ABBA,, estão compondo as músicas para um musical dessa personagem clássica da literatura infantil!


Evelize Volpi 25/01/2021minha estante
Que maravilha!??




Anthony 16/09/2020

Pippi a heroína perfeita
Italo Calvino, na obra *Seis Propostas Para o Próximo Milênio*, sugere alguns conceitos que servem para identificar uma boa obra de literatura infanto-juvenil. É fantástico poder apreciar todos esses conceitos em um livro. Pippi é uma heroína sem par, inspiradora e com uma força que poucas vezes pude notar uma personagem desse gênero de literatura. Perfeito e encantador.
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Amanda.Souza 14/07/2020

Um dos primeiros livros que me arrebataram durante a infância e despertaram a vontade de ler... morro de vontade de reler porém, não o tenho mais comigo.
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feliciafc 14/08/2019

Fã da Pippi aqui o/
A pippi é incrível! Mostra que as crianças livres são as mais felizes, mostra que o amor do pai de pippi e a sua paciência fizeram pippi desenvolver a sua autoconfiança, a sua criatividade.
A pippi trata os outros com respeito e amor, assim como ela foi criada pelo pai com amor e respeito. e mostra o estranhamento dela quando outros adultos abusam de sua autoridade e seu tamanho com as crianças, batendo, gritando "ninguém deveria tratar as crianças dessa maneira". pippi representa muito bem o que são as crianças. também nos ensina que devemos participar as crianças em tudo, ela ajudava o pai no navio e por isso era tao desenvolta nas tarefas domesticas. uma simples faxina é uma diversão para pippi. ela é muito feliz, e livre! esse livro mostra como a criatividade de uma criança é importante, e como os adultos podem ser prejudiciais silenciando isso nas crianças. no fim a criatividade que vence! e mostra que a vida pode ensinar tantas coisas importantes que nenhuma escola ensina!
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Andy 14/01/2019

Devolve o meu livro
Meu livro preferido da infância. Lembro que foi um dos primeiros livros que li e fiquei completamente fascinada pela Pippi, fiz até um trabalho..uma apresentação pra turma explicando, um resumo bem imaginativo e eufórico kkk. Pippi uma garotinha incrível, imaginativa, forte, independente, incrivelmente uma criança adulta que mora sozinha em uma Vila com o seu macaquinho o senhor não lembro o nome e o seu também amigo sr cavalo que tem nome mas n lembro. Lá ela conhece dois irmãos e com eles compartilham grandes aventuras a espera do retorno do seu pai que teve uma viagem pra um lugar bem distante. Pippi é a garotinha esperançosa dentro de nós. Gostaria de relê-lo mas não sei por que diabos emprestei ele, e a pessoa nunca me devolveu. Acho que nem deve ter lido. Mas mesmo assim não devolveu.kk
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Rosana - @tudoquemotiva 18/07/2018

Heroína para crianças independentes ♥
Pippilotta Viktualia Rullgardina Krusmynta Efraimsdotter Långstrump, Pippi Longstocking para os íntimos, é uma menina de 8 anos que vive sozinha em Vila Vilekula, sua mãe morreu muito cedo e seu pai é o rei dos canibais. Ela tem a vida que toda criança pensou em ter, é dona do próprio nariz, ela faz o que bem entende e fala o que bem entende, mesmo que isso envolva contar algumas mentiras às vezes.

Pippi faz a própria comida, assim como diz à si própria a hora de ir dormir. As pessoas que moram na cidade sempre questionaram o motivo dela viver sozinha, na verdade, eles não gostam do exemplo que ela pode passar para as outras crianças. Até que um dia, eles tentam levar Pippi para a escola e é a incredulidade dela é tanta que ela passa a questionar o sistema educacional.

Ela é considerada a menina mais forte do mundo, não só fisicamente, mas também pela personalidade que possui. Pippi tem sardas e cabelos vermelhos e por ser mais indepentende, acaba por chamar a atenção de seus vizinhos Tommy e Annika. Juntos eles viverão várias aventuras e se tornarão grandes amigos, passando pelas mais diversas situações.

O livro é parte de uma trilogia bem curtinha, em média 150 páginas por livro, e é de origem sueca. Os seus livros, de forma geral, foram traduzidos para mais de 85 idiomas e muitos dos seus livros são baseados na sua própria vida familiar. Curiosidade: Pippi foi inventada originalmente para entreter sua filha Karin, que estava acamada.

É óbvio que o livro vai apresentar alguns temas a ser discutido, o sistema de ensino é um deles, assim como o julgamento por aparências, o modo de vida e o fato das pessoas considerarem Pippi uma criança fraca e frágil (o que obviamente não é). O livro foge do esteriótipo da mocinha estar em apuros e precisar ser salva, nesse livro a Pippi é a heróina e não há príncipe que seja tão bom quanto ela.

Diria que Pippi é a heróina e, talvez a princesa, que as crianças precisam conhecer. É a criança forte, destemida, segura de si e alegre que bate de frente com os adultos e questiona o que precisa ser questionado. Acima de tudo, Pippi se diverte, ela é uma criança que sabe aproveitar os melhores momentos da fase que está vivendo.

Os capítulos funcionam de forma independente e funcionam como contos dentro do próprio livro, o que é bem legal para ler com crianças antes de dormir. O livro também pode funcionar para os adultos por se tratar de alguém que foge dos padrões, que age da forma que bem entende sem se preocupar com os julgamentos. Pippi com certeza é uma personagem cativante e que seria uma ótima amiga ♥

site: http://www.tudoquemotiva.com/2018/07/livro-pippi-meialonga-astrid-lindgren.html
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Bárbara Soeiro 19/05/2018

Pippi é um sonho de liberdade!
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Fabi 30/07/2017

Boas memórias
Li esse livro quando eu devia ter uns... 11 anos talvez. Foi bem marcante. Acho que desde então nasceu meu hábito e amor por livros!

Vale a pena ;)
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Delirium Nerd 09/06/2017

Leia Mulheres: Píppi Meialonga, de Astrid Lindgren
Na nossa edição do Leia Mulheres (#leiamulheres) com a categoria “Livros que fazem parte de uma série”, apresentamos o primeiro livro da trilogia de Píppi Meialonga, da autora Astrid Lindgren.

Em um casarão enorme e acompanhada de um cavalo e do macaquinho sr. Nilson, vive Píppi Meialonga. Isso mesmo: sem pai ou mãe. A garota de cabelos ruivos e de alma colorida e entusiasmada é órfã e vê na ausência dos pais uma condição de autonomia que muitas crianças de sua idade invejariam: seus nove anos de vida, aparentemente poucos, possuem muitas histórias para contar. A menina cativante criada pela sueca Astrid Lindgren é uma daquelas personagens que permanecem no coração do leitor pela vida toda, se tiver a chance de ser conhecida.

Filha de uma moça muito bela, que faleceu quando Píppi ainda era um bebê, e de um capitão que sumiu após um naufrágio, a senhorita Meialonga é um show de carisma e imaginação. Ao saber do desaparecimento do pai, muda-se para a casa que herdou, cujo o nome é Vila Vilekula, e tem como fieis escudeiros o sr. Nilson e o cavalo que mora na varanda. Píppi costura as próprias roupas, arruma a casa, limpa chaminés, escala árvores, explora a vizinhança em busca de objetos peculiares e cozinha suas refeições, sendo suas especialidade biscoitos, panquecas e sanduíches.

Ao lado da Vila Vilekula mora uma família tradicional, cujos membros são o pai, a mãe e os filhos, Tom e Aninha, que já à primeira vista se encantam pelo jeitinho especial de Píppi. Os dois irmãos, criados sob muitas regras, enxergam na amizade de Píppi Meialonga uma fuga para a realidade formal à qual foram submetidos desde pequenos. A transição que fazem, do começo do livro até os capítulos finais, mostra que se há incentivo para que as crianças se expressem de formas variadas, com certeza se tornarão pessoas melhores e conseguirão mudar o próprio espaço em que vivem.

– Por que você está andando de costas?

– Por que eu estava andando de costas? – repetiu Píppi. – Por acaso nós não vivemos num país livre? Por acaso cada um não faz o que tem vontade de fazer?

Píppi foge ao estereótipo de muitas personagens femininas infantis: no livro de Astrid Lindgren não há espaço para príncipes-salvando-princesas e garotas submissas. Trabalhando em conjunto com os dois novos amigos, a garota se empodera e empodera Aninha, que deixa muitas de suas ideias errôneas pré-concebidas de lado.

A menina possui uma força extrema, tanto física quando de personalidade. Chega a enfrentar os policiais que querem levá-la para um lar de adoção e salva um garoto que estava encurralado pelos valentões do bairro onde mora. Muito esperta e com a resposta pronta na ponta de língua, Píppi se sai muito bem de todos os problemas que surgem ao seu redor. Toda a personalidade de Píppi pode ser facilmente comparada à de Emília, d’O Sítio do Picapau Amarelo. A garota encanta simplesmente por ser.

Os cinco rapazes que cercavam Píppi deram as mãos uns para os outros e começaram a pular e gritar:

– Cabeça de fogo! Cabeça de fogo!

Píppi, no meio deles, sorria amavelmente. Bengt tinha imaginado que ela ia ficar furiosa, que ia começar a chorar ou, pelo menos, ficar morrendo de medo. Quando nada disso aconteceu, ele deu um empurrão nela.

– Tenho a impressão de que vocês não sabem como tratar uma senhorita – disse Píppi. Em seguida, ergueu Bengt bem alto com seus braços fortes, carregou-o até uma árvore que havia ali perto e pendurou-o num galho. Feito isso, agarrou um dos outros garotos e pendurou-o em outro galho. Depois pegou mais um e largou em cima da viga do portão de uma casa. O garoto seguinte, jogou em cima de uma cerca e ele foi cair no meio de um canteiro de flores. Por fim, pôs o último dos garotos encrenqueiros dentro de uma carrocinha de brinquedo que estava no meio da rua. Depois Píppi, Tom, Aninha e Guilhe ficaram algum tempo olhando os garotos, e os garotos não conseguiam nem falar, de tanto medo. Píppi disse a eles:

– Vocês são uns covardes! Cinco garotos contra um, e ainda acham normal! Isso se chama covardia. E depois vão para cima de uma garotinha indefesa. Vocês são o fim!

Cada capítulo do primeiro livro da trilogia é independente e narra, em forma de pequenos contos, as aventuras de Píppi e seus novos amigos. Os demais títulos são Píppi a Bordo e Píppi nos Mares do Sul. As edições foram ilustradas por Michael Chesworth e publicadas pela Companhia das Letras. A obra foi adaptada diversas vezes para o cinema e televisão, sendo a série de TV, estrelada por Inger Nilsson, a mais famosa versão.



site: http://deliriumnerd.com/2017/02/23/leia-mulheres-pippi-meialonga/
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Manoela.Cardoso 01/06/2017

Pipi foi o livro que, quando eu era criança, me introduziu a literatura e me fez amar ler. Eu amo essa história, os personagens, a força que ela passa e o quão determinada ela é.
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