O Temor do Sábio

O Temor do Sábio Patrick Rothfuss




Resenhas - O Temor do Sábio


198 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Taverna do Pergaminho 07/05/2019

Review no canal Taverna do Pergaminho - Livros, confira o vídeo e participe dos sorteios !!
Review no canal Taverna do Pergaminho - Livros, confira o vídeo e participe dos sorteios !!

site: https://www.youtube.com/watch?v=54m4KBWJeaQ
comentários(0)comente



Patricia Lima 02/05/2019

O Temor do Sábio
Amei demais esse livro, apesar dele ser muito grande você consegue aproveitar cada palavra, cada acontecido até os mais cotidianos do personagem você fica empolgado em ler.

Então não teve uma parte nesse livro que eu tenha achado entediante, eu gostei de tudo e por causa disso a leitura fluiu super bem, você lê de uma forma que não vê o tempo passar.

É um livro muito rico em conteúdo, como o livro é grande o desenvolvimento do personagem nesse segundo livro é muito maior, e tem muito mais coisas acontecendo. Outros lugares nesse mundo são mais explorados, assim como a magia também, então você fica fascinado com tudo durante a leitura.

Eu favoritei esse livro pra vida, assim como o nome do vento, e eu já estou com saudade da leitura, o próximo livro está demorando anos pra sair, então estou órfã agora.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Soliguetti 03/02/2019

O causador de ressaca literária
A Crônica do Matador do Rei é, indiscutivelmente, uma das melhores sagas de fantasia de todos os tempos. Isso fica bem evidente quando, depois de nos entregar o esplêndido "O Nome do Vento", em "O Temor do Sábio" o autor Patrick Rothfuss deixa os leitores de cabelo em pé, querendo mais, depois de se identificarem tanto com a trama e os personagens.

De fato, o único defeito realmente grande de "O Temor do Sábio" é terminar. Imagino que esteja sendo difícil para os fãs estar desde 2011 sem novidades quanto ao próximo lançamento.

A obra é tão bem escrita e Rothfuss constrói tão eficazmente sua escrita que nem o fato de o narrador suprimir duas passagens importantes da história (quando o navio de Kvothe naufraga antes de chegar a Severen e o julgamento do personagem, que é apenas citado, mas não detalhado), nada disso consegue configurar realmente um furo no enredo, de tão intrincado e minucioso que é. Talvez Rothfuss retome esses episódios em outra ocasião.

Agora resta embarcar nessa nau de espera infinita pelo próximo volume, que segue desde sempre sem previsão de lançamento. Mantendo-se no mesmo nível dos dois primeiros volumes da série, certamente valerá muito a pena. Enquanto isso, o desafio para os leitores é lutar contra uma muito provável ressaca literária que pode advir quando for finalizada a leitura de "O Temor do Sábio": talvez haja alguma dificuldade de encontrar um livro tão bom quanto.
comentários(0)comente



Bruce 20/12/2018

Uma continuação a altura do primeiro, nessa nova jornada, o herói sai de seu habitat, interagindo com figuras poderosas tanto entre os homens quanto entre os Encantados. Além disso, nos é apresentado um pouco mais das lições que criaram o herói mitológico deste mundo.
comentários(0)comente



Estela | @euviestrelas 09/09/2018

O Temor do Sábio continua basicamente onde O Nome do Vento acabou, e nesse segundo dia Kote conta mais sobre seu passado. Voltamos para a Universidade em mais um semestre, tudo segue normal até que algumas coisas acontecerem (com um embuste aí) e forçam Kvothe a se afastar por um tempo.

Kvothe então parte em missão para encontrar um mecenas e essa aventura leva a várias outras que ajudam muito na construção do personagem.

Esse segundo livro consegue ser ainda maior e melhor do que o primeiro. Patrick Rothfuss nos trás uma grande evolução do seu personagem e nos apresenta ainda mais partes do mundo que criou.

É muito complicado falar sobre a grandiosidade desse livro, ainda mais sem dar spoilers (o que não seria próprio da Lethani). E sei que não consigo fazer jus a ele, mas nesse segundo volume tivemos muitos plots incríveis e uma maior participação dos personagens secundários, o que foi algo muito positivo.

A escrita do autor continua incrivelmente impecável, tirando o fato de em algumas partes ele não descreve nada, como se ele simplesmente decidisse que não quer escrever sobre essa parte, e em outras ele descreve até demais (alô Feluriana). O plot do Chandriano que vem desde o primeiro momento de O Nome do Vento não é tão trabalhado, temos uma busca incessante por informações, mas não muitas respostas.

Algo que eu não falei na resenha do primeiro livro, mas sinto que preciso falar nesse é que o Rothfuss ama contar os detalhes de tudo, então são 960 páginas do dia a dia do personagem para desenvolver ele até se tornar quem tornou e entendo que muita gente pode achar isso chato e extremamente arrastado.

Apesar de tudo, terminei o livro com o sentimento de "o mundo precisa conhecer esse hino", misturado com a tristeza de não termos nenhuma notícia da continuação. Patrick, eu tô vendo você fazer "diário de leitura", resenhas e postando no seu blog no Goodreads, vai escrever seu livro homem! Nos resta esperar pela série de TV e pelo livro e ter esperanças de que uma hora vem.
comentários(0)comente



Raphael 06/09/2018

O livro não chega a ser melhor que o primeiro, mas mesmo assim é muito bom
comentários(0)comente



Bart 05/09/2018

Ótimo para curar insônia!!
O Temor do Sábio
*Patrick Ruthfuss*

O 1º livro "O Nome do Vento" chega a ser interessante, mas como eu havia dito é monótono, sem nenhuma reviravolta, "uma mesa de banquete cheia, mas sem sabor"... porém, seria só a história que prepararia o leitor para a tempestade que estará no 2º livro...(cara de bunda!)
Eu li o livro toooodo e a imagem da leitura é essa "vc num barco à vela, no meio do "deserto" sem ter pelo menos uma brisa!"
Não tem nada!! A trama narrada pelo protagonista Kvothe! O autor escreve bem, mas ele não coloca tempero, reviravolta...nada!! Kvothe vai em busca dos Chandrianos que mataram toda a sua família no 1º livro...e os caras nem aparecem no 2º livro "digo logo"! Poooorraaaaa...e ainda tem mais um livro!? Pro diaaaabo que o carregue, que o protagonista vá procurar no inferno e fique por lá junto com todos os outros personagens! 1210 páginas (ebook) p/cura da insônia, um marco na medicina do sono!
comentários(0)comente



Amanda 14/08/2018

Sabe quando dizem "Eu leria até a lista de supermercado do Fulano?"
Essa é uma verdade sobre Pratick Rothfuss.

Aaaaahhh, que resenha difícil de fazer! (Eu comecei ela umas quinzes vezes, sem ter sucesso).
Tudo que eu queria era elogiar a escrita deste homem, mas eu não consigo escrever algo decente que passe, com precisão, tudo que eu quero falar. É como se eu tentasse mostrar a chuva, para alguém que nunca a viu, enchendo um balde d'água e jogando para cima. Nada nessa minha tentativa faria justiça para representar um dia chuvoso e embora eu passasse a ideia seria de uma forma grosseira e superficial.
Como eu, uma zé ninguém que fala "pede" em vez de "pergunta", que fala "blusa" para qualquer tipo de roupa que se coloca na parte superior do corpo consegueria descrever com perfeição a narração deste livro?

Bom, se você já leu o livro, vai entender o que estou falando. Patrick Rothfuss tem o dom da palavra! Palavras precisas e bem posicionadas dão as nuances exatas que precisamos para compreender a história, neste livro, toda palavra importa e eles não estão ali por acaso. Se ele usou triste em vez de infeliz, ou se está escrito desolado e desanimado, tenta certeza que ele escolheu a palavra certa, nós - ou no caso eu - podemos apenas compreender o significado base que todas as palavras tem em comum sem nos atentarmos as nuances que cada uma delas tem.

O conjunto da obra fica ainda melhor, considerando que o modo que o autor escreve é avalizado pelo o que ele escreve. Existe um personagem, Elodin - e graças a deus ele existe - que sempre nos traz discussões interessantíssimas sobre o poder das palavras. Ele é o nomeador-mor na Universidade e tenta ensinar pro Kvothe a importância de cada palavra e de cada coisa que existe e de que maneira uma coisa e seu nome estão conectadas, como explicar o azul? Como explicar uma esfera? Como explicar o amor? Diversas vezes, nessas discussões mais "filosóficas", chega-se a conclusão que nem sempre dá para explicar. Então o que nós lemos, embora maravilhoso, não deve ser nem de perto tudo que é dentro da cabeça do Rothfuss.

Embora o modo que ele escreve seja majestoso, nem tudo que ele escolheu narrar teve o mesmo nível de qualidade (detalhe que estar um degrau abaixo de perfeito não quer dizer que está ruim), mas esse livro teve quase mil páginas apenas para a formação do herói que veremos a seguir. O livro começa com ele na Universidade, que a gente já conhece a dinâmica desde "O Nome do Vento", nada de novo acontece, até que ele parte em uma viagem, e mesmo sendo lugares novos, culturas novas, pessoas novas, eu continuei com o sentimento que nada novo acontecia. Ele aprendeu a usar uma espada, aprendeu outra língua, aprendeu sobre os Encantados, mas o plot principal, que é sobre a busca aos Chandrianos, não saiu do zero.

Outra coisa que me incomoda é que toda a mudança de cenário parece abrupta, sem ligações bem construídas o suficiente para que pareçam naturais e não criem esse sentimento no leitor. Fora que no quesito de desenvolvimento de história, eu fico um pouco frustrada, porque foram fucking mil páginas, muitas delas mal utilizadas, porque o autor preferiu gastar um bom bocado delas narrando o Kvothe aprendendo a transar em vez de nos mostrar o Julgamento ou a viagem até Severen.

O autor cita a viagem assim:
"Para resumir, houve uma borrasca, pirataria, traição e um naufrágio, embora não nessa ordem. Também é escusado dizer que fiz inúmeras coisas, umas heroicas, outras irrefletidas, algumas inteligentes e audaciosas. No decorrer da viagem, fui roubado, quase afogado e deixado sem vintém."

Não sei vocês, mas eu preferiria ler isso a ler ele aprendendo as posições do Kama Sutra com uma "Fada". E já que cheguei nesse assunto eu quero enfatizar o meu ódio aos autores que resolve falar de sexo sem falar de sexo. Creio eu que a culpa seja da faixa etária das publicações, e lá pelas tantas eles resolvem falar de temas mais picantes, mas sabem que existem crianças e jovens lendo, então TUDO vira uma grande metáfora, o sexo é narrado em metáforas, as aventuras peladas são metáforas, os desejos são descritos em metáforas, e isso tudo se torna insuportável.

Outro momento da história que me fez treinar meu auto controle sobre o tédio foi quando Kvothe foi para Ademre, até que foi legal tudo que aconteceu lá, mas demorou demais. Mais um vez, o autor narrou de forma primorosa esse arco, imagine como deve ser difícil narrar o aprendizado de outra língua, mas Rothfuss conseguiu, o que não quer dizer que não foi chato e maçante. Fora mais metáforas, falar que o Kvothe aprendeu a dar um soco de esquerda e emendou umas rasteira, seguida de um chute forte é simples demais para esse autor, então ele criou os nomes dos movimentos da luta que o personagem aprendia, e daí virava uma sequência tipo assim "Kvothe atacou com o Urso Adormecido, e o adversário respondeu com o Alaúde Quebrado, mas ele conseguiu se defendi com a Raposa Feroz". Eu não tinha ideia do que estava acontecendo nas lutas, mas tudo bem...

Antes de terminar eu preciso falar de Kvothe e Denna. Olha, o que acontece com esses dois não é normal, e é tão anormal que eu espero que faça parte dos plot twits do próximo livro da maneira reveladora possível, só assim para explicar como esses dois se >esbarram< aleatoriamente em lugares aleatórios e em horários aleatórios. Vou revelar o primeiro encontro deles na viagem para Imre, mas todos os outros eu fico muito desconfiada, porque, como eu disse, são aleatórios demais.

E assim foi a leitura, uma leitura gigante de um livro pesado, mas que fiquei triste por ter acabado, é legal ler sobre as coisas simples, eu valorizo esses momentos de calmaria dentro da história, mas também é preciso dar ao leitor uma boa dose ação. Teve um momento que se aproximou do clímax da história, mas ele foi no meio do texto, achei que o todo ficou mal encaixado, não seria difícil fazer uma história com início, meio e fim de maneira coesa e bem desenvolvida. Esse livro poderia ser melhor, mesmo sendo bom. Outras pessoas podem não gostar e elas não tem culpa nenhuma disso.

ps: Auri, eu te amo!
90invencao 05/09/2018minha estante
Agora tô com medo mas sigo firme akdjkskdksjdkks


90invencao 05/09/2018minha estante
AMÉM AURI




Barbara.Duarte 20/07/2018

960 páginas foram poucas!
O Segundo dia das Cronicas é tão maravilhoso quanto o primeiro, Patrick Rothfuss nos faz acreditar no personagem, muitos podem achar a leitura arrastada ou mesmo como eu vi em muitos comentários que ele fala muito mas não diz nada, pra mim simplesmente é maravilhoso poder compartilhar a vida do personagem em minucias os seus temores, angustias e amores, o autor tem o dom com as palavras o livro dele é um pijama confortável num domingo preguiçoso, é poético e apaixonante , tantos detalhes fazem a história rica e as 960 paginas são poucas, é um sofrer terrível esperar pelo terceiro livro... um livro que vale a pena ser lido, fico feliz por viver para poder ler essa obra, minha existência seria mais triste por não conhecer essa história!
Pérola XP 07/08/2018minha estante
Tive esse mesmo sentimento quando terminei o primeiro livro, mal posso esperar pra ler o segundo.




Alisson.Luiz 01/07/2018

Excelente!
Ótima sequência para o já excelente "O Nome do Vento". O autor consegue manter-nos presos dentro do universo de Kvothe. Recomendo a todos.
comentários(0)comente



Mey 14/05/2018

"O Temor do Sábio" é o segundo livro da trilogia "A Crônica do Matador do Rei", e se passa no dia seguinte em que Kvothe começou a contar sua história ao cronista. Nesse livro o jovem de cabelos vermelhos acaba tendo que se afastar da Universidade por um tempo e sua imagem de herói começa a alcançar mais que os terrenos em volta de onde ele vive. Com sua genialidade Kvothe passa por diversas aventuras e assim começa a amadurecer para se tornar o homem que agora finge ser apenas um hospedeiro.

Esse livro é gigantesco, chegando a ter quase mil páginas, e muita coisa acontece na história. Temos detalhes dos estudos do Kvothe na Universidade, depois sua viagem para conquistar um mecenas, a missão de acabar com ladrões que atacam as estradas, a passagem pelo mundo dos encantados, o treinamento e por fim sua volta para "casa". Ou seja, mesmo sendo um livro gigantesco, ele não é arrastado, pelo contrário ele é cheio de reviravoltas. Porém acho que se o autor tivesse dividido em mais livros a história seria ainda mais fluída.

A escrita do Patrick Rothfuss é muito deliciosa, dos típicos escritores de fantasia, que conseguem te envolver tanto em seu universo que você se vê dentro daquela história. Adorei a maneira como ele foi desenvolvendo os personagens, principalmente Kvothe, que amadurece muito neste segundo livro, se tornando ainda mais encantador. Mas além do protagonista da história temos outras figuras muito interessantes, como o Bast, que me desperta muita curiosidade.

Claro que o livro não apenas mil maravilhas, eu pelo menos me irritava bastante com os interlúdios, em que voltamos ao presente. Eu queria saber o que iria acontecer na narração de Kvothe e tinha que parar pra vê eles conversarem sobre trivialidades e comer. Mas entendo que isso é um recurso pra dar um respiro na história.

Sem mais delongas, voltando ao assunto, "O Temor do Sábio" é ainda melhor que "O Nome do Vento" e eu me tornei mais uma fã enlouquecida que precisa do terceiro livro, para poder entender o que acontece depois daquele final, e o porque de Kvothe estar tão desiludido com a vida. Livrão! Não por seu um calhamaço, mas por ser um livro bem construído e maravilhoso.

site: http://agoraqueeusoucritica.blogspot.com.br/2018/05/resenha-o-temor-do-sabio.html
comentários(0)comente



Luiza.Teixeira 24/04/2018

Ótimo livro... Esperando a continuação
Achei um ótimo Livro!
Uma boa sequência para o nome do vento.
Um pouco monótono mas apresentou bem a história do Khotve e deixou um gostinho de quero mais com tramas bem alinhadas..
Nos mostrou tambem o crescimento dos personagens que fazem parte da história, o que nos deixa com ainda mais vontade de ler o próximo livro.
comentários(0)comente



George Augusto 18/02/2018

Livro bom, mas decepcionante
Fiquei decepcionado, por esperar que o livro fosse mais do que realmente foi. Devido ao Nome do Vento ter sido tão peculiar e intrigante, eu estava esperançoso que O Temor do Sábio mantivesse ou, ao menos, fosse tão bom quanto.
Na verdade, a leitura foi um pouco arrastada, as partes de ação foram bem menos do que poderia ser e a história não foi tão contagiante assim. Mas o principal problema foi se ater demais em alguns arcos, ou seja, acabou sendo muito monótono e prolixo em várias partes do livro. Como exemplo tem a o dia a dia na universidade, que consumiu mais de 300 páginas iniciais. Teve o arco do Maer que foi além do que devia. E a parte da viagem em busca de bandidos que foi de quase 100 páginas no meio do livro. Com tudo isso, o livro acabou sendo mais extenso do que deveria.
Mesmo com tudo isso, o livro ainda é bom, bem escrito e com particularidades únicas. Só não deveria ser tão extenso e maçante.
comentários(0)comente



Ialy 31/01/2018

Esperava mais
O livro é bom. Ele traz muito do que foi motivo de sucesso para o para O Nome do Vento, mas é demais. São quase 1000 páginas e a estória fica arrastada. Novecentas e sessenta páginas e não sabemos sequer quem é o rei. E fora que temos muito do Kvothe se gabando de quão bom ele é, apesar de que até agora ele tá mais pra acima da média que pra gênio, principalmente neste livro. No primeiro eu comprei gênio, neste não. E francamente, a parte da Feluriana foi ridícula. O argumento que ele usou pra sair foi totalmente sem noção. Batman's Gambit muito mal feito. Ela era um dos seres mais velhos do mundo e caiu naquilo? Me poupe e me economize. Não espero muito do terceiro, se é que um dia vai haver um terceiro.
comentários(0)comente



198 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |