O Guia do Mochileiro das Galáxias

O Guia do Mochileiro das Galáxias Douglas Adams




Resenhas - O Guia do Mochileiro das Galáxias


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G. 29/04/2010

A parte mais brega da galaxia!
Se voce esta cansado de historias complexas, sem graça, e que se dizem inteligentes, a melhor maneira de acabar com isso é lendo esse livro, o humor de Douglas Adams é extraordinariamente fantastico, voce se diverte e cria ao mesmo tempo uma opnião critica da sociedade e de seus lideres, Adams faz criticas ferrenhas à burocracia das instituições, à "Lideres de outdoor", dentre outros.
Voce vai conhecer um lado da galaxia que nunca havia sido vista, e nem contada dessa maneira.
Boa viagem, e, ah sim, não esqueça sua toalha, item indispensavel para um mochileiro das galaxia! ... ;]
Jessy 29/01/2012minha estante
kkkk a toalha é inesquecível!


Ju 04/02/2013minha estante
Só não coloquei "gostei" porque tem 42. E 42 é a Resposta.


Helloise 05/02/2013minha estante
Faço das minhas palavras as da Ju. kkkkkkkk


G. 06/02/2013minha estante
Hauhauhauh, boa. ^^


Fah 03/10/2013minha estante
Fantástico e instigante, uma leitura que você lê... para e pensa... como é possível....?! E sim, o melhor é a improbabilidade ser a coisa possível!! Muito inovador... mesmo tendo sido escrito há tantos anos.
Estou no segundo


Beth 09/08/2014minha estante
Adorei toda a série. Agora carrego a toalha e procuro não entrar em pânico!


fabio 25/05/2015minha estante
Eu também não gostei do livro. Tentei ler e recomecei 2 vezes mas abandonei, alias foi o 1º livro que abandonei nesta minha vida.
Com tantos comentários a favor do livro pretendo tentar mais uma vez!


Néo 30/10/2015minha estante
Rah ! .... pelos intrigantes comentários, estou tentado a Ler essa obra. kkkk




Letícia 04/02/2013

Era pra ser engraçado?
Mesmo, gente? Porque falhou miseravelmente. Livro chato, pqp.

E podem me isolar no recreio, clicar no "não gostei", pensar que sou a Penny do Big Bang Theory. Sei lá, usem a criatividade.

Comecei a ler com muita empolgação, já havia visto alguns trechos e me pareceu genial, tratando das questões mais profundas da existência com tanto deboche. E o Marvin? Doidinha para conhecer ele! Mas nem isso me motivou a vencer a preguiça enorme que esse livro me deu. O suposto sarcasmo não fluiu. Douglas Adams tem noção do que é algo realmente engraçado, crítico ou inteligente, admito, mas ele não soube ser. Talvez o fato dele ser um ateu tão convicto o impediu de ser realmente espirituoso, né.

Mas não é só o humor forçado que me incomoda. Realmente tenho um pouco de preguiça de gente que está sempre querendo subverter a ordem e as instituições. É muita ingenuidade. E o livro é irritantemente ambicioso nesse aspecto. Não se trata de não ter uma bagagem necessária para a compreender todas as referências morais, religiosas, científicas ou filosóficas da história. Se trata justamente de compreender e ficar completamente constrangida com a tentativa do autor de fazer humor a qualquer custo. Qualquer custo mesmo, porque a narrativa é completamente monótona e acaba comprometida.

Embora O Guia do Mochileiro das Galáxias seja um enorme sucesso, quando vejo tanto entusiasmo por algo tão inofensivo fico pensando se a maior parte das pessoas, mesmo aquelas que se questionam e pensam por si mesmas, não estão num estágio bastante primitivo da reflexão.

Pode esquecer a toalha, pode esquecer esse guia, ele não vai te salvar nem de algumas horas de tédio. Quanto mais lhe ser útil, mesmo que a sua maior pretensão na vida seja apenas rir um pouco dela.

*COMUNICADO IMPORTANTE*

Essa resenha foi editada para acrescentar as seguintes considerações:

a) Não estou discutindo religião ou crenças. Não sou atéia nem religiosa, esse assunto me é completamente indiferente.

b) É engraçado como me acusam de ser agressiva, mas a postura por aqui é quase nazista em relação a minha opinião. Distorcem o que digo ou insistem que sou burra. É uma tirania insistir que não existe a possibilidade de achar essa série superestimada SE eu compreender a "ironia da coisa". O que está sendo debatido até agora não é minha opinião, é uma leitura errada dela. EU COMPREENDI O LIVRO, LIDEM COM ISSO!

c) Me levem menos a sério. Opinião se discute, sim, de preferência tampando os ouvidos e cantando lá lá lá quando a pessoa começa a argumentar.
Foontes 17/03/2011minha estante
Fico triste que você não tenha conseguido se sintonizar com o livro.
Apenas marquei o "não gostei" pelo seu comentário sobre o ateísmo, se foi de brincadeira, foi de péssimo gosto.
Ps: Não sou ateu, apenas acredito que este não seja o espaço adequado para este tipo de comentário.


4talesa 19/03/2011minha estante
Concordo com o Foontes, aqui não é espaço para discutir crenças religiosas. Eu sou ateu e nem por isso deixo de ser uma pessoa normal e completa.
Você não deve ter se sintonizado com a idéia do autor, isso acontece, mas se tivesse lido os demais livros talvez tivesse compreendido melhor a ironia das coisas.


Letícia 19/03/2011minha estante
Eu discutindo crenças? Aquilo foi brincadeira, até porque creio que a palavra "espirituoso" não signifique ter um espirito de porco dentro do corpo. Foi só uma maneira de dizer que o Douglas Adams me entendiou, como SE a culpa fosse do ateísmo dele. É claro que não é! Se ele fosse crente, eu daria outro jeito de critíca-lo por ser tão chato. Acho essa ironia dele super forçada. Compreendê-la melhor? Sinceramente, não tenho culpa se você não confia na sua própria inteligência, mas eu reconheço quando algo é ruim. Não preciso me torturar terminando de ler essa série (dá até vontade de chorar lendo você falar isso). Talvez você nunca tenha pensado sobre o nonsense da vida antes, e por isso achou tudo tão genial. Mas, minha religião é um prato de batata frita com Coca Cola e minha filosofia de vida é não levar nada - que não seja realmente engraçado - a sério. Então, existe aqui muito mais que uma falta de sintonia.


Vinícius 21/03/2011minha estante
Respeito sua opinião, mas acho que o chato da história é você. Não achei a ironia forçada, muito pelo contrário, muitas vezes você só vai perceber a crítica ou a ironia relendo o livro, o que o torna mais genial ao meu ver. E acho que sua "vasta" inteligência levou você à olhar a obra só pelo lado racional, o que não te fez deixar fluir nem deleitar-se nas humoradas palavras do autor. E que filosofia de vida é essa? Levar o humor a sério? Não seria justamente o contrário?

Você é uma boa crítica, mas mesmo assim o comentário sobre o ateísmo foi, com suas palavras, "forçado" :)


Mara 06/04/2011minha estante
Humor britânico é assim mesmo. Ou gosta ou não gosta.

Imagino o que você pensaria depois de assistir Monty Python em busca do cálice sagrado...

A propósito, gostei da piadinha com os ateus. AKPOASKDPAOK
Se vocês abaixo não sabem rir de uma piada dessa, me pergunto como riram de O Guia do Mochileiro das Galáxias.

E eu me pergunto como você, Letícia, fazendo uma piada dessa não gostou de O Guia do Mochileiro das Galáxias... mas é como eu disse: ou gosta ou não gosta.


Mara 07/04/2011minha estante
Ok. O Douglas Adams pode satirizar em vários momentos sobre o teísmo. Quem leu a série toda sabe que ele faz várias piadinhas sobre a questão da divindade ou de um ser regente... E todos riem.

Aqui uma pessoa qualquer faz uma piadinha que não é ofensiva e vem 1k de pessoas jogando pedra...

Enfim...


Drêycka 17/04/2011minha estante
Só não concordo com vc em um ponto: DUAS ESTRELAS???!?!?! EU COLOQUEI UMA SÓ. kkkkk

Mto ruim. Como é que um livro desse faz tanto sucesso? E mais chato ainda é que até a metade do livro vc espera que o livro melhora; Da metade pro final você espera que ele acabe logo (pq é só propaganda dos outros volumes) KKK


BORING!!


Tainã Buendía 23/07/2011minha estante
tu tb é atéia minha cara. ateismo e qndo nao s acredita em DEUSES, nao no seu deus cristao :p portanto, tds sao ateus. duvido q alguem acredite em tds deuses inventados e imaginados.


Luna camila 12/12/2011minha estante
esse é um livro para os amantes de ficçao cientifica e não um livro para fãs de historinhas com vampiros ridiculos ou fadas magicas... se vcs estão esperando por aqueles romances bobos e irreais, nao percam seu tempo lendo, esse livro não é para adolescentes superficiais apaixonadas.

Confesso que em muitas partes o livro te entedia com aqueles nomes estranhos e com aluzoes feitas a locais desconhecidos em Londres, (o que te faz perder muitas piadas) mas o livro em si é otimo, brilhante e muito comico.

Tambem comecei a le-lo com pouquissima empolgaçao( acho que lia duas paginas por semana) e achava tudo aquilo estressante, até que cheguei no meio do livro e estantaneamente me apaixonei por cada linha que eu ia lendo, acabei me viciando... Hoje sou uma grande fã de Douglas Adams. Este é um livro que poucas pessoas serao capazes de entender...


Letícia 16/12/2011minha estante
Tá falando comigo, Luna? Tipo, não sei de onde tirou que gosto de historinhas com vampiros, romances bobos e irreais. Talvez você pense que Em Busca do Tempo Perdido (a leitura que estou fazendo no momento) seja um livro de fadas mágicas, o que me faz pensar seriamente o quão porcamente alfabetizada você foi.

Eu gosto de ficção científica e entendi as várias *ALUZÕES*. Mas compreender uma piada não a torna engraçada e brilhante, sabe? Só significa que, provavelmente, você tem um polegar opositor. Assim como a maioria dos primatas, o panda-gigante, gambás, marsupias, alguns outros animais que não me lembro... e humanos!



Liury 16/01/2012minha estante
Esse livro não é uma comédia e tampouco foi concebido para ser engraçado, e digo mais, tampouco foi concebido como livro. Era um simples programa de rádio. Não vou dizer que "humor inglês, ou você gosta ou não", pois acho a definição "humor inglês" o rótulo mais babaca já inventado. Acredito que ele tem uma ótima noção de como colocar a metalinguagem em prática e como alegorizar certas situações do dia-a-dia do ser humano, o que é o grande Q do livro.

Não considero o livro "para os amantes de ficçao cientifica" como a Luna disse, pois para quem é amante de FC mesmo, DUNA vem bem mais a calhar. É um livro que tem suas tiradas geniais, e quem não considerar isso é porque ou não leu ou não entendeu. Não vejo como um livro direto e sucinto desse pode ser cansativo ou chato.

É como dizem: a expectativa é um monstro. E creio que ele te matou, Letícia.

Talvez uma certa bagagem é necessária para ler este livro, ou seja, certo conhecimento a respeito do quão nada nós somos frente à infinitude do Universo. Mas é exatamente disso que o livro trata. Para quem tem essa noção, ele se torna tão engraçado quanto uma piada interna que você tem com o seu melhor amigo.

Lendo até as resenhas positivas eu percebi que grande parte de quem gostou do livro sequer entendeu alguns "Easter Eggs" divinais nele posto, tal como Peixe-babel, o peixe que traduz todas os idiomas do Universo dentro do seu cérebro. Algumas pessoas nem ao menos atentaram ao nome Babel e se atentaram, nem ao menos relacionaram com o ocorrido bíblico.

Enfim, é uma pena que você não gostou. Acho que é um livro genial, sim, e descreve crua e simplesmente o comportamento ridiculo de desunião humana como bem visto nos comentário à sua resenha. Hoje em dia me parece proibido não gostar das coisas e as pessoas levam tudo no "meu gosto > seu gosto". Mas na minha opinião é um livro que, se bem entendido, transcende a divisão dos gostos.


Letícia 16/01/2012minha estante
Bom ponto! Concordo com isso, o Guia deixa a ficção em segundo plano, reconheço que a questão é mais filosófica. Acho que tenho a bagagem necessária para ler esse livro. Saquei todas as referências. A premissa da história me encantou, mas a leitura foi decepcionante. Talvez tenha funcionado como programa de rádio, mas como livro... é chato demais.

Minha resenha deixa claro que compreendi a intenção do autor, não gostei foi da maneira como a ideia é trabalhada. É meio chato ficar explicando isso, mas, pessoal: EU ENTENDI TUDINHO E NÃO GOSTEI! Não sou o tipo de pessoa atrás da resposta da vida, do universo e tudo o mais. Não eram, portanto, expectativas difíceis de superar.

Acho que o humor do Douglas Adams não foi sutil. Na verdade, parecia que ele ficava com medo da gente não entender uma coisa e soava histérico e repetitivo. Dei duas estrelas pela ideia do livro, se fosse julgar somente ela, poderia dar cinco. Mas era o livro como um todo, né. Vi gente, inclusive fã do autor, com a mesma reclamação que eu. Sei lá, discuto qualquer coisa aqui, mas que minha capacidade mental de discernir o Q do livro não seja posta em dúvida.


Thomas J. S. 29/04/2012minha estante
pois é.
Não gostei muiiitooo do filme, mas mesmo assim, pela legião de adoradores da série, pensei em ler o livro.
Concordo com a Letícia... ele tem várias piadas, referências, críticas até clichê contra burocracia, etc, mas não sei se ficou bem como livro.

Me lembra um pouco o nonsense da série Discworld, só que de forma mais britânica e polida, menos ágil... Acho que por serem escritas, as piadas perdem o ritmo, se fossem em rádio, talvez fossem mais espontâneas e melhores.


John Curcio 05/08/2012minha estante
Foi um bom banho de água fria a sua resenha. Eu estava ponderando se comprava a série, mas fiquei com um pé atrás agora. Não gostei da proposta apresentada pela série, nem da sinopse, nem do tema nonsense... Achei que me surpreenderia com o livro por comentarei tanto sobre ele, mas ironia forçada me irrita até a alma.

Pensarei um pouco mais antes de comprar o livro agora. =[


Amanda 13/08/2012minha estante
Me pergunto porque tanta ignorância e falta de educação em seus comentários Letícia. Aqui as pessoas concordam e discordam, e assim dão sua opinião. Mas você realmente parece uma pessoa amarga que não sabe respeitar opiniões alheias.


Leonardo 23/08/2012minha estante
Sinceramente fico impressionado vendo os comentários de algumas pessoas a falta de capacidade de aceitar a opinião alheia. É apenas opinião!! ninguém está ofendendo ninguém, gostando ou não do livro, isso é um ambiente de pessoas inteligentes e ao mesmo tempo estupidas. Cada pessoa tem o direito de gostar do que quiser, alguns gostam de Paulo Coelho, eu li e posso dizer que detesto!! mas nenhuma pessoa é pior ou melhor por ler, gostar ou detestar um livro.

Vamos debater com mais elegância, respeito pela opinião alheia, pois assim criamos um ambiente super legal para pesquisar um livro antes de lê-lo


Felipe 01/11/2012minha estante
Adams era agnóstico, não ateu. Não que isso seja critério de julgamento de sua obra...
E é uma pena que você participe do grupo de pessoas que acham que não se pode fazer piada sobre crenças, espiritualidade, medos, receios e dúvidas sobre nossa própria existência, como se fosse um dogma ou tabu inquebrável. Talvez por isso você não tenha gostado do livro.


Letícia 05/11/2012minha estante
Felipe, é regra ser fã do Adams e não conseguir interpretar qualquer opinião contrária? Realmente não sei de onde você tirou essa ideia, mas se conforte com ela.


Pandora 13/12/2012minha estante
Acabei de comprar esse livro depois de ver o filme, Adams me lembrou um pouco o humor do Terry Pratchett, mas ainda não sei se vou gostar muito ou odiar... Seja como for respeito a opinião alheia, só achei pesado a agressividade de alguns comentários, mas as respostas dadas aos comentários foram tão igualmente agressivas que se equivalem.


Haylane 07/01/2013minha estante
Concordo com cada palavra Letícia. Minha experiência com esse livro foi bem essa, parti de empolgação pra frustração já nas primeiras páginas.


Kim Pegorini 03/02/2013minha estante
Letícia, de onde vem tanto ódio? O seu comentário inicial foi relativamente forte (mas aceitável). Entretanto, suas respostas às respostas dos colegas foram pesadas mesmo...

Sua intenção é causar polêmica? Como está sua relação com seus familiares? Algo de muito sério aconteceu, só pode. Fale-me mais sobre isso...


Letícia 04/02/2013minha estante
Kim: "Como está sua relação com seus familiares? Algo de muito sério aconteceu, só pode. Fale-me mais sobre isso..."

O problema é meu pai, ele beija muito mal =/


Kim Pegorini 16/02/2013minha estante
kkkkkkk eu gosto do seu humor, Letícia...

eu to lendo o livro e to adorando, mas discordo do que alguns falaram: "se não gostou é pq não entendeu", acredito que é uma questão de gosto mesmo, ninguém é obrigado a gostar de nada... vc não gostou, simples assim.

mas tente ser mais suave nos comentários, não vejo necessidade dessa agressividade gratuita aqui no skoob, afinal estamos aqui pra compartilhar experiências e crescermos juntos.

se você acha que tudo que eu falei é um monte de baboseira, então desconsidere ;)

beijos


Letícia 19/02/2013minha estante
Eu entendo, mas haviam comentários bem agressivos aqui que foram deletados pelos autores covardes. Muita coisa rolou.

E que ideia é essa de estarmos aqui pra compartilhar experiências e crescermos juntos??? To nessa só pelos barracos hahahahahahaha.


Kim Pegorini 21/02/2013minha estante
kkkkkkkkkk compreendo. Bom, então pelo visto eu perdi partes da festa, que chato... haha, eu curti seu humor áspero, se algum dia escrever um livro (caso ainda nao o tenha feito) eu quero ler!


Cynthia 06/03/2013minha estante
Concordo muito com vc.. PQP mesmo.. que livro chato.. aliás, a serie toda é chata.. pra não ser tão chata.. kkk Este é o melhor, o resto é um saco. Só li pq não gosto de abandonar leitura, mas esse livro. Nunca mais. Nem indico.


Carlos 13/03/2013minha estante
Rapaz, quantos "não gostei"! =p Mas talvez a culpa seja mais da fama do livro do que da qualidade da opinião.

A principio, sua resenha me pareceu ser apenas uma pueril validação intelectual pessoal. Você não se identificou com o humor do livro, comentou com alguém que gosta, e essa pessoa lhe disse "ah, você não gostou porque não entendeu a ironia", se sentiu ofendida e destilou todo o seu ódio em cima da obra, tentando disfarçar com um discurso racional(se saiu muito bem, inclusive. Ah, como é belo o poder dos polegares opositores e a capacidade de usar a racionalidade para justificar os impulsos do ego!)

Mas agora, vendo os comentários, me parece que os motivos da resenha são meramente zuerísticos. Devo admitir que você é uma excelente pescadora de 'bundas doídas', e merece todo o crédito por isso.

Adoraria que continuasse com o seu excelente trabalho, o mundo precisa de mais pessoas assim. Questionadoras, críticas, inteligentes, bem humoradas, com um estágio de reflexão sofisticado e avançado.


Letícia 14/03/2013minha estante
Obrigada hahahahaha mas queria mesmo é fazer esse trabalho de forma remunerada.


Lili 21/03/2013minha estante
Putz... Achei que em uma rede de leitores não sairia tanto barraco... Rsrs
Estou lendo o primeiro e gostando muito. Pretendo ler a série. Discordo de vc no geral, mas acho que pode sim haver um certo exagero sobre o QUANTO esse livro é bom.
Por último, mas não menos importante, não vou te xingar ou subestimar por vc não ter gostado, ok? E eu entendi sua piadinha sobre ele ser ateu... Rsrs


Letícia 22/03/2013minha estante
HAHAHAHAHA pode me xingar, isso aqui ficou muito monótono.


Maurício Coelho 08/05/2013minha estante
Concordo contigo. Todo mundo paga pau, mas na verdade é uma porcaria. Fora que ele copiou um monte de coisa do Asimov!


Nana 30/05/2013minha estante


Jack 02/10/2013minha estante
Pessoal... Conhecem aquela história "Gosto é que nem c*, cada um tem o seu"?? Então, não se discute, se impõem opiniões, se ela não gostou, deixa, é a opinião dela. Não é "não entendeu", ou "é uma ignorante mesmo" ou qqr coisa do tipo. Eu gostei do livro e nem por isso vou ficar chamando quem não gostou de Burro... E quem não gostou, também não chame quem gosta de Burro Pow, muito menos que o escritor é um Retardado... Se fosse tão ruim assim não faria tanto sucesso.


Francisco Braga 02/12/2013minha estante
Olha, tal como você eu comecei a ler bem empolgado e fiquei frustrado. Não é que seja leitura ruim, só não foi me agradou tanto quanto eu imaginei. Ainda assim não desisti da série. Quero saber o que acontece no final. Então mesmo não achando uma leitura excepcional vou aproveitar que os livros são pequenos e vou terminar a leitura.


Michele 13/12/2013minha estante
Gostei bastante da sua resenha. Eu ia comprar o livro, mas desisti. Achei para baixar na internet, vou dar uma olhada, mas imagino que deva ser tão chato quanto conversar com um ateu militante que quer te converter...


Scopel 15/01/2014minha estante
O livro é assim: ou você ama ou você odeia, não tem meio termo (estes não sobrevivem até o quinto volume).


iasmin 06/07/2014minha estante
Uma pena aqui não ter o botão "não gostei" para eu clicar. hsuahsuhaushauh


Roner 21/09/2014minha estante
Letícia, inicialmente achei a ideia do livro interessante, pois sou fascinado por questões de implicações filosóficas, científicas e religiosas. Mas, sinceramente, por enquanto concordo com você. Estou na metade do primeiro livro e com preguiça de continuar (E olha que me considero um devorador de livros). Até agora não vi esse tão falado senso de humor. Também não senti aquela empolgação de passar para a próxima página e, modestamente, não acredito que seja devido a minha ignorância. Claro que isso não torna o Douglas menos inteligente, mas apenas o livro não superou minha expectativa (que por sinal alimentei de tanto ver comentários excessivamente empolgantes de outros leitores). Mas enfim, vamos ver se melhora até o final desse ou da trilogia.


Helô 22/12/2014minha estante
Achei o livro interessante, mas também não consegui rir muito com ele... Muito legal sua atitude de dizer "não gostei" e rebater quem veio atirando pedras, temos que nos respeitar!
Adorei o barraco!. Não imaginava que iria encontrar tanto por aqui. xD


Geisson 16/01/2015minha estante
Não há demérito em dizer que não gostou de uma obra aclamada. Talvez o que lhe tenha acontecido foi não entender o contexto da obra e o jeito particular do britânico em fazer humor que são referência ao estilo irônico que nos permeia nestes anos. Douglas não escreveu o livro de uma vez, ele compilou os contos que escrevia para uma coluna de jornal e influencou gerações de escritores que possivelmente se tornaram melhores que ele. Deste modo, podem bradar a vontade, ninguém tirará dele o brilhantismo.


Rayza 27/01/2015minha estante
Letícia, estou doida para ler o livro. Como de costume, quando tenho interesse em ler algum, venho dar uma espiadinha aqui no Skoob.
A maioria das resenhas, de fato, elogiam o livro. A sua não elogia... Para mim, isto é bom. Fico curiosa para ler qualquer crítica.
Me impressionei com a falta de interpretação das pessoas que estão te criticando. Se ela, ao menos, soubessem ler e interpretar, elas não falariam mal da sua resenha. E ainda acham que possuem "opinião" melhor do que a sua sobre o livro...??? Acho que mal entenderam o livro! rsrs.
Você escreve muito bem.
Quando eu terminar de ler, venho deixar minha opinião aqui para ver se concordo com você.
Até mais!


Letícia 02/02/2015minha estante
Geisson, que preguiiiça.

Rayza, pois é. O que aconteceu foi o seguinte: vi vários defeitos no livro, achei bem fraquinho e talz. Umas ideias muito boas e grande potencial, só não empolguei. Mas acho que ele pode ser legal pra outro leitor, sem achar que essa pessoa é débil por isso etc. Tenho esse jeito de escrever/falar. Parece grosseiro, mas é só brincadeira. Conta sim o que achou do livro, mas só se tiver achado bom. Se não tiver gostado, é porque você não entendeu nada, aí terá que ler de novo, ok? Hahaha.


Amauri Felipe 28/03/2015minha estante
esse livro foi escrito em 1990 e sei lá o quê, se você esperava humor contemporâneo como o do tio rick, vai tirando o cavalinho da chuva


Rafa Loira 27/04/2015minha estante
Li. Deu para passar o tempo, mas não me aventuro a ler os demais......


fabio 25/05/2015minha estante
Letícia eu também não gostei do livro. Tentei ler e recomecei 2 vezes mas abandonei, alias foi o 1º livro que abandonei nesta minha vida.
Com tantos comentários a favor do livro pretendo tentar mais uma vez!


Luísa 04/06/2015minha estante
Letícia, eu discordo da sua opinião sobre o Guia, já que li o livro e me apaixonei por ele.
Por outro lado, adorei o seu comentário. Diferente do que uma galera ignorante está dizendo por aqui, você estruturou muito bem a sua fala e deixou sua posição bastante clara. O pessoal não está conseguindo entender que pra achar graça de alguma coisa não basta compreendê-la. Você COMPREENDEU o livro, mas nem por isso GOSTOU do dito-cujo, então o povo mais lento está achando que você não entendeu merda nenhuma.
Enfim, ignore-os. Era só isso que eu queria dizer. Boas leituras futuras. XD


Joy 24/07/2015minha estante
Não que eu concorde com suas respostas agressivas à opiniões dos skoobers, mas com relação ao livro é de fato monótono e sem graça. No início, pensei que fosse um bloqueio da minha parte, mas não... O livro que é SUPERCHATO mesmo. Em um dos comentários li que "ou você ama ou odeia O Guia do Mochileiro das Galáxias", sou da equipe que odeia e não indicaria. Além disso, estou vendendo a coleção do Guia (para quem se interessar).


Bibliotecária Vanessa 24/03/2016minha estante
Eu tbm não gostei e até hoje não entendo a idolatria por esse livro. Tentei gostar, mas não deu.


Samuel.Hebert 20/05/2016minha estante
Letícia. Achei que eu estava sozinho no mundo rsrs. E sem demagogia: você sintetizou exatamente o que eu achei desse livro. Desperdício de tempo e dinheiro. Sério. Eu também compreendi o livro! E concordo em gênero, número e grau com você.


Rique Viola 07/02/2017minha estante
Concordo plenamente, durante o desenrolar da história percebi um humor forçado e uma escrita monótona, sinceramente esperava mais do livro com toda sua fama. Também notei que aparentemente o autor quis torná-lo um livro inteligente, tanto é que o mesmo tenta utilizar uma escrita erudita a todo momento descrevendo os ambientes e os personagens.
Concluí a leitura, porém, como escrito anteriormente, esperava mais.




girino 15/01/2009

DON'T PANIC...
Tudo começou quando um colega estava sentado na escada em frente a biblioteca pública e viu um livro caido no chão. Ele pegou, olhou, mas não tinha carimbos nem marcas de que pertencesse a biblioteca. Sem chances de encontrar o verdadeiro dono, começou a ler. Tudo começa com um sujeito que iria perder a casa pois ela estava no ponto C que fica entre o ponto A e o ponto B, entre os quais seria construída uma auto-estrada.

Só que esse comentário feito por um colega, no meio do segundo grau, ficou só no comentário, até o dia em que minha tia comentou sobre um livro que estava lendo, onde um sujeito que iria perder a casa pois ela estava no ponto C que fica entre o ponto A e o ponto B, entre os quais seria construída uma auto-estrada.

Tudo começou a fazer sentido: o livro não era uma miragem de porta de biblioteca, e fui correr atrás do bendito. Finalmente consegui por as mãos nele, uma edição em inglês, com os três primeiros livros da série, que começava dizendo que um sujeito que iria perder a casa pois ela estava no ponto C que fica entre o ponto A e o ponto B, entre os quais seria construída uma auto-estrada.

Não que ele devesse se desesperar, afinal a terra ficava exatamente no ponto C, entre um ponto A e um ponto B entre os quais seria construída uma auto-estrada inter-planetária, e no meio desse non-sense é que começa a maior aventura de todos os tempos.
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Evelyn Ruani 28/03/2011

NÃO ENTRE EM PÂNICO!
Douglas Adams foi mestre ao escrever esse livro. Divertidíssimo, diferente, criativo e encantador. É considerado e com razão um dos maiores clássicos da literatura de ficção-científica e conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo maluco Ford Prefect.

Este é o primeiro livro da série onde Arthur e Ford escapam da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena graças aos conhecimentos de Ford, um ET que vivia na Terra disfarçado de ator desempregado e um dos poucos amigos de Arthur. Como ET, sua função era fazer pesquisas de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.

Arthur não tem tempo nem mesmo de absorver que a Terra foi realmente destruída porque estava em local que atrapalhava a construção de uma via interligando as galáxias que povoam o Universo quando se vê dentro da nave dos Vogons, a civilização extraterreste incubida da tal construção. Isto fazia parte do plano mirabolante de Ford para fugir do planeta, mas logo são descobertos e largados no Universo para morrer.

Mas os dois, por muita sorte, são resgatados pela nave Coração de Ouro onde conhecem Zaphod Beeblebrox, o presidente da Galáxia, Trillian, uma humana que fugiu com Zaphod da Terra e que por pura coincidência era um affair de Arthur, e o meu personagem favorito: Marvin, um robô depressivo com uma mente brilhante. Fiquei totalmente apaixonada por ele e suas respostas sempre negativas! Ele é um encanto e toda vez que ele entra em cena dá vontade de abraçar e dizer que vai ficar tudo bem.

Essa turma inusitada navega pelo Universo à procura de uma compreensão essencial da Vida. Arthur na verdade, ainda não se conforma com o fim da Terra e sempre volta a esse assunto tentando de algum modo desfazer o acontecimento. E eles estão sempre orientados pelo maravilhoso Guia do Mochileiro das Galáxias.

Douglas Adams nos presenteia neste livro com personagens inesquecíveis e situações mirabolantes se utilizando da sátira para debochar da burocracia, políticos e instituições. Eu me vi rindo alto em vários momentos da leitura que é recomendadíssima tanto pela diversão, como pela reflexão.
G. Pedro 28/03/2011minha estante
Parabéns, ótima resenha.


Gabi 24/06/2011minha estante
Ai, Evelyn, adorei a resenha!!!!!!!!!! Super me identifiquei com o que você escreveu, tanto que acho desnecessário eu mesma fazer uma resenha dele, de tão parecida com a sua que ficaria!!! Com certeza, pra ler e gostar de O Guia do Mochileiro das Galáxias, você tem que ser nerd, já que o livro é repleto de piadinhas nerds (que eu adoro, aliás). Mas, enfim, o Marvin e seu pessimismo são realmente fofos, não é? *.* Adoro personagens pessimistas e vilões...
Parabéns!
Beijão.


Regina 26/08/2015minha estante
O Marvin também é meu personagem favorito, que me fez rir sozinha no Metrô. Uma das passagens que considero mais engraçadas da série é protagonizada por ele. Simplesmente sensacional! Amei!




Adalmir 21/01/2009

Azul ruim
No inicio não gostei depois continuei não gostando.
tiagoodesouza 21/02/2012minha estante
HAHAHAHAHAHAHA! Ri muito da sua resenha, sério ^^




Jaxx 10/11/2009

Camaradas, este livro, não sei não... algo no começo com a tal da "subeta" ummmm... achei que ia melhorar no meio pro fim... mas no fim... caramba!! achei muito ruim!
Será que as continuações são melhores? Pois fiquei decepcionado!

Crítica Minha!
O camarada Douglas Adams se denomina um grande humorista ou denominava, ou nem se denominava os outros denominavam ele (sei lá!!!), mas pelo que vi o forte dele (pelo menos nesse livro) foi montar uma história sem pé nem cabeça...

dia infeliz o que decidi comprar e ler.
maevsi 07/07/2012minha estante
Concordo ^^




C. Aguiar 10/01/2013

Conheci o guia do mochileiro por causa de um amigo que é muito fã do mesmo, apesar de hoje em dia não sermos mais amigos, mas pelo menos ficou uma coisa boa: Fiquei fã do escritor do guia do mochileiro.
Para critério de curiosidade esse não foi o primeiro livro que eu li da serie. Por incrível que pareça comecei a ler a serie pelo 5 livro, e fiquei encantada com a escrita do Douglas Adams e queria ler mais e mais. Hoje em dia posso dizer que sou uma grande fã do seu trabalho.
Esse é o primeiro livro da serie (como diz na capa: Volume um da trilogia de cinco) e somos apresentados a Arthur Dent, um personagem inglês e sem nada muito de incrível, que acaba se vendo em uma situação difícil aonde sua casa está prestes a ser demolida. Mas isso não é nada se comparado ao problema: O planeta Terra será destruído para a construção de algo. Peraí, volta tudo... o planeta Terra Alice? É o planeta Terra.
Junto com seu amigo Ford Prefect (que por sinal é um alienígena por assim dizer. Ford passou alguns anos na terra pesquisando sobre a mesma para criar um artigo que irá para o guia do mochileiro das galáxias, mas Arthur desconhecia esse "fato" sobre Ford), eles embarcam em uma espaçonave (de carona) e acabam fugindo do planeta antes dele ser explodido.
Mas como lidar com tudo isso? Arthur até aquele momento não sabia que existia vida fora da Terra, nem sabia que Ford fazia parte dessa "vida" e muito menos sabia como sobreviver a tudo isso sem entrar em pânico.
Em meio a essa aventura Arthur descobre muitas coisas e se depara com um universo todo para ser explorado, um robô depressivo (meu favorito) e situações totalmente inusitadas que são resolvidas de formas mais inusitadas ainda.
Posso dizer que esse é um livro inteligente, com tiradas legais e bem pensadas, e acima de tudo bem escrito.
Sem contar que O guia do mochileiro das galáxias é um manual para a vida no universo. E de vez em quando no livro vemos trechos do guia para explicações e conhecimento do leitor, e essas são minhas partes preferidas, pois da para ter noção do mundo que o Douglas criou e entender muita coisa nesse universo ainda não explorado pelo leitor que está tendo o primeiro contato com o guia.
Talvez quem for ler de primeira tenha que ler de novo ou prestar muita, pois algumas coisas ficam nas entrelinhas as vezes, eu particularmente li os três primeiros livros duas vezes cada.
Sem contar que da para refletir de forma inusitada e inteligente sobre questões da raça humana que você nem percebe.
Na leitura vemos as vezes Arthur não se conformando com a destruição da Terra, e tentando entender o propósito da vida e querendo que tudo volte ao normal ou que ele consiga um meio de reverter o quadro, sinceramente? Da um pouco de pena dele, pois já pensou em ser o último ser humano? Por sorte ele encontra ...bom, isso vocês vão ter que ler para descobrir.
Tem muita gente que não curte muito esse tipo de leitura do Adams porque é meio cientifico e tudo mais, mas não se preocupem pois não chega a ser chato, mas é melhor indo aos poucos porque talvez se você for com "muita sede ao pote" deixe alguns detalhes passarem despercebidos.
Inclusive esse é um livro aonde eu aprendi a importância de uma toalha (haha) e para uma mochileira assumida posso dizer que ando sempre com a minha, pois nunca se sabe quando irá precisar da sua toalha.
Acima de tudo: Boa leitura, tente se atear aos detalhes, mantenha sempre sua toalha consigo, ande bem com seu guia do mochileiro e Não entre em pânico.

Resenha do site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/
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Bruneco 07/12/2010

Decepção
Sei que serei criticado por muitos, já que este livro é idolatrado por uma legião de fãs, mas devo dizer que foi uma verdadeira decepção, a primeira página, onde o autor começa descrevendo a Terra como um planetinha azul, iluminado por um pequeno sol amarelo na parte mais "brega da galáxia"... e assim segue, achei genial, e me enchi de boas expectativas, infelizmente o que se segue é um amontoado de personagens descartáveis e de gags forçadas, disfarçadas de "sarcasmo". É difícil discutir o que é engraçado ou não, porque o senso de humor varia muito de uma pessoa pra outra, mas pra mim este livro não funcionou, terminá-lo foi uma chatice. Não sei quanto aos demais livros da série, mas este foi tão decepcionante que não tive nenhum interesse em ler os demais. Depois tentei ver o filme, mas diferentemente do livro, não me penalizei vendo até o final, é tão ruim que saí com pouco mais de 30 minutos de projeção.
Flávio Augusto 31/12/2010minha estante
pra mim tb foi uma decepção. Achei uma história muito chata e cansativa. Sua resenha foi perfeita!!


G. Pedro 13/03/2011minha estante
Vocês são muito céticos , generalizando totalmente, eu adorei o livro, opiniões a parte, mas vocês querem achar elfos nesses livros?? NÂO!!! Num livro duma galáxia desconhecida TUDO é diferente... Então resumindo, Polegar pra baixo...




Andreia Santana 17/10/2011

Viagem nonsense pelo universo
O escritor britânico Douglas Adams morreu em 2001. A série Guia do Mochileiro das Galaxias deve ter chegado as estantes de Bobbie uns dois ou três anos depois que o seu autor foi morar nas estrelas para sempre. Eu só parei de enredar e peguei os livrinhos para ler em meados de 2009. A leitura trouxe reflexão sobre a vida, o universo e tudo mais muita diversão, gargalhadas que faziam minha mãe erguer uma sobrancelha e questionar se eu estava no meu juízo perfeito e a sensação de que, como diz minha irmã, nem que eu tente vou conseguir explicar o que é a saga do Guia do Mochileiro das Galáxias (devorei os cinco livros em questão de um mês). Só dá para saber o que é lendo. Ainda assim, eu me arrisco a tentar explicar o inexplicável e, talvez, por uma das leis do gerador de improbabilidade infinita, eu consiga.

A coisa mais importante que preciso deixar clara para quem por ventura (ou aventura) cair nessa página via buscador da internet, é que eu não entendo nada de física, geofísica, astrofísica, física quântica, ou qualquer outra área correlata. Não me peçam para explicar o que é o gerador de improbabilidade infinita, porque Douglas Adams até tentou me fazer entender em cinco livros. Mas, o mais perto que a leitura da série fez, foi me deixar com a sensação de que ele estava sacaneando a tal da Lei de Murphy. Ou ainda, que tentou explicar o que é o acaso.

Douglas Adams nasceu em Cambridge, Inglaterra, em 1952. Antes de transformar o Guia do Mochileiro das Galaxias em livro, ele era autor de um programa de rádio com o mesmo nome. Foi roteirista do Monty Python's e era apaixonado por tecnologia e ecologia. Colecionava todo tipo de parafernália. Também era macqueiro (fissurado em Macintosh). Sofria de asma e morreu aos 49 anos, dizem que muito bem vividos.

A série Guia do Mochileiro das Galaxias começou a ser escrita nos anos 70 e o último livro ficou pronto nos anos 90. O intervalo entre os quatro primeiros títulos e o último revelam que Adams cresceu tanto como autor quanto como filósofo do acaso ou da improbabilidade infinita que rege nossas vidas num universo cujo tamanho não somos capazes de imaginar nem se multiplicarmos o tamanho da Terra vezes dez trilhões, somados a cinco bilhões elevados a máxima potência que algum tarado por matemática provavelmente vai tentar calcular. Boa sorte!

Ironia é a palavra de ordem em cada um dos livros. Uma capacidade infinita de rir de si mesmo, da sociedade a qual pertencia, das outras culturas estranhas a sua sobretudo a norte-americana -, da ciência, das instituições, do governo, do autoritarismo, da xenofobia Adams era um anarquista, talvez venha daí minha idenficação imediata com ele. "Outros autores também tem essa capacidade", algum leitor da resenha deve estar resmungando. Verdade. Mas não conheci nenhum ainda que tenha criado todo um universo, com centenas de planetas, estrelas e constelações de nomes esquisitos só para dizer: ei, terráqueos, é com vocês que estou falando!.

Ecologia é outro tema presente em todos os cinco volumes e o desfecho, já naquele tempo, é o total apagamento, ou demolição da Terra, excluída para sempre do resto do cosmos. Fico me perguntando o que ele escreveria se estivesse vivo. Porque em sete anos desde sua morte, a coisa está mais caótica. Adams não viu o tsunami na Indonésia, os terremotos na China ou no Paquistão, ou os ursos polares sob risco iminente de morrerem afogados

Para quem gosta de sinopses, abaixo um pouco do que cada livro trata

1 - O Guia do Mochileiro das Galaxias: A série conta as aventuras dos amigos Arthur Dent, um terráqueo que está prestes a ter a casa demolida para que uma via expressa passe pelo local; e Ford Prefect, um E.T que vive disfarçado na Terra e sabe que o planeta será demolido para a passagem de uma via expressa hiperespacial. Nesse primeiro episódio, os dois saem do planeta, de carona em um disco voador, segundos antes da Terra ser vaporizada. Conhecem o ex-presidente da Galáxia Zaphod Beeblebrox, primo de Ford; Trillian, uma terráquea que vive um esquisito romance com Zaphod e o robô Marvin, um andróide maniaco-depressivo. O Guia em si é um livro com dicas de viagens, de como conhecer todo o universo gastando apenas trinta dólares altairianos por dia, mas que na verdade não ensina nada de útil e mete todo mundo que tenta botar em prática suas orientações, em enrascada. No caminho dos aventureiros estão os Vogons, uma raça de alienigenas que são idênticos a funcionários públicoscom todo respeito aos funcionários sérios.

2 O Restaurante no Fim do Universo: Aqui a cabeça do leitor começa a dar um nó. Porque esse segundo episódio brinca com as viagens no tempo. Nossos aventureiros Dent e Prefect, junto com seus novos amigos, vão esbarrar no restaurante mais caro e chique da galáxia, situado justamente no fim do universo. Todas as noites, clientes vips gastam uma nota para assistir a uma supernova que irá destruir toda a criação, o contrário do big bang, a grande explosão que teria dado origem a tudo. As reservas para ver o grande espetáculo são feitas com anos luz de antecedência. O raciocínio rápido do autor e sua narrativa veloz exigem atenção para acompanhar as idas e vindas da história

3 - A vida, o universo e tudo mais: O terceiro livro começa com uma busca frenética pelo sentido da vida. Arthur Dent, que agora não tem mais casa e nem planeta, sente-se um estranho em meio a tantos mundos e ETs desconhecidos. Junto com Ford, Zaphod e Trillian, além de Marvin, eles precisam encontrar a grande pergunta para a resposta que explica a origem da vida. A resposta, que levou 10 bilhões de anos para ser calculada por um super computador anos luz à frente do tempo em que nossos companheiros de jornada vivem (mais viagem no tempo e nós de marinheiro no cérebro do leitor) é o número 42. Resta aos aventureiros encontrarem uma grande pergunta que se encaixe em resposta tão estapafúrdia. E se você, espertinho, andou tentando multiplicar 7×9, esqueça, a pergunta suprema para a resposta universal não está nem perto de ser um simples cálculo da tabuada

4 Até mais, e obrigado pelos peixes: O quarto livro mostra que Arthur Dent, após oito anos vagando pelo universo, acorda um belo dia em sua própria casa, sentindo-se tonto e de ressaca. A primeira ideia é de que tudo não passou de uma alucinação, que a Terra não foi destruida e que ele andou bebendo mais do que devia. No entanto, Arthur descobre que todos os golfinhos desapareceram do planeta, não sem antes deixar um presentinho de despedida para cada pessoa no Terra. O mochileiro precisa encontrar um ecologista que entende tudo sobre comportamento de golfinhos e que é o único que talvez possa explicar o que está realmente acontecendo Aaah, nesse volume eles não encontram a pergunta suprema, mas se deparam com uma mensagem deixada pelo Criador do Universo, para toda a sua criação. Não posso contar qual é a mensagem, senão tira a graça para quem não leu, mas estou rindo até agora

5 Praticamente Inofensiva: A série termina com Arthur Dent de volta ao espaço sideral, vivendo uma vida pacata de fazedor de sanduiches em um planetinha desolado e escondido nos confins da galáxia. Enquanto isso, Ford Prefect descobre que a sede do Guia do Mochileiro, ou seja, a editora que publica o guia e no qual ele trabalha, foi vendida para um grupo esquisito de burocratas que chefiam os vogons, aqueles ETs que parecem maus funcionários públicos. Já Trillian, numa das suas incontáveis viagens no tempo como apresentadora de TV, acabou pegando amostras do DNA de Arthur, que trocava pedaços de pele, unhas e cabelos por passagens de primeira classe em naves espaciais para conhecer o universo, e usou para fazer uma inseminação artificial. O mochileiro terráqueo, que não sabe nem cuidar de si mesmo, terá de se virar para cuidar de uma filha adolescente rebelde, enquanto finalmente encontra, na Terra (mas ela não tinha sido destruída?) a bendita pergunta suprema cuja resposta é 42 Praticamente Inofensiva, por sua vez, é a definição que consta no Guia para o verbete Terra. Lindo!
Julia Andrea 21/02/2011minha estante
Com todo respeito ao Douglas, que ja passou desta pra melhor, e por causa dele e do "Monty Python" q resolvi num impulso comprar logo os 5 livros da serie,e...PQP!!!Que Meleca e Arrenpedimento, ai credo!!Chatíssimo.Talvez(arrisco a dizer, que a tradução não tenha sido feliz, pois sempre admirei o humor acido do Douglas.E em admiração a ele estou me esforçando ao maximo pra terminar a tortura de finalizá-lo....Será q os outro ssão piores...Bom aqui surge esperança q não!!!


Andreia Santana 21/02/2011minha estante
De fato, Julia, o senso de humor de Douglas Adams é irônico, ácido e sarcástico. Já a narrativa dele é cheia de referências à física quântica e a cultura pop, daí tem de curtir essas coisas para se divertir com os livros dele. Nem todo livro dito de humor nonsense é de fácil leitura, mas espero que essa sua má impressão mude no decorrer da série. Abs.




Evy 16/01/2009

So consigo dizer uma coisa sobre esse livro: Hahahahahahahahahahahahahahaha!! AAAAAAAAAAhahahahahahahahhahahha!!
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Tatah 17/02/2010

Abandonei. Boring... as primeiras páginas até que foram engraçadinhas, mas depois... puf.

Talvez eu volte a ler.
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Bruno T. 14/01/2010

Nem o filme, nem o livro
Fez justiça ao filme: tão chato quanto.
Tentei ler após ter visto vários comentários favoráveis (inclusive do Richard Dawkins!), mas, infelizmente, não deu para aguentar nem vinte páginas.
Acho que meu problema é não entender o humorismo inglês...
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marcelobh 09/01/2009

Genial!
Douglas Adams criou um universo que é, ao mesmo tempo, sátira e homenagem a ficção científica, onde ironiza idéias, instituições e conceitos sem a menor piedade. Como se não bastasse, faz isso de forma leve, rápida e inteligente.
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Carolina 11/05/2012

Grande decepção
Precisei de muita força de vontade pra conseguir terminar de ler o primeiro volume da série O Guia do Mochileiro das Galáxias. No início a leitura até estava fluindo, mas quando chegou na metade do livro eu não aguentava mais de tão chato que ficou! Eu lia dois capítulos e já me perguntava: "ai, quando esse porre vai terminar??!". Levei dias assim até conseguir vencer essa luta! Puxa, comprei esse livro por causa da sinopse da contracapa, que dizia ser um livro genial, mas depois me dei conta que se tratava de uma grande propaganda enganosa! Douglas Adams gênio? Por favor! Ele até pode tratar com inteligência e sarcasmo temas como a ciência e as crenças humanas universais, mas ele precisaria desenvolver e aprofundar a narrativa pra conseguir conquistar respeito. Esse livro é MUITO raso e é isso e a forma exageradamente avacalhada como tudo é narrado que faz com que muitos o considerem um livro bobo e desqualificado. Não é à toa que nas universidades a ficção científica seja considerada um gênero secundário e não canônico. Antes eu não entedia o por quê disso, mas agora começo a entender...

Comprei o primeiro livro da série por curiosidade, mas agora não pretendo mais comprar o restante. O primeiro volume já foi o bastante.

Então, minha recomendação é a seguinte: se mesmo assim você estiver curioso e não se importar em gastar dinheiro com um livro nada promissor, então compre. Afinal de contas, acredito que deve-se ler de quase tudo. É bom conhecer de tudo. Mas se você busca uma boa leitura, um bom passatempo, uma boa fonte de conhecimento e, acima de tudo, um livro de qualidade, esqueça! Não perca o seu tempo!
maevsi 02/07/2012minha estante
Falou tudo, concordo plenamente com vc, dá pra dar umas risadas lendo o livro, mas é tão sem noção, tão sem logico, sem explicação que o livro perde a graça e ficamos ansiedade do livro acabar logo. Infelizmente comprei a coleção inteira pq tava na promoção, vou tentar ler os outros, mas vai ser difícil.




Valério 26/03/2014

Inteligente. Mas para quem?
Acredito que muitos talvez gostem do livro. Há sim, um pouco de inteligência. Mas, como literatura, fica devendo. Muito.
Mal mal diverte.
Geeks, nerds, podem se divertir. Mas valor literário, infelizmente, não vi.
Talvez seja devido ao meu gosto, mais voltado aos grandes clássicos e leituras com profundidade psicológica e filosófica.
O enredo, em si, é fraquíssimo.
Enfim, questão de gosto. Muitos adoraram. Eu achei uma grande perda de tempo.
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